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Escuridão, de David Small, é o mais novo lançamento da Darkside Books

escuridão
Imagem Divulgação

Depois do reconhecimento internacional com a graphic novel autobiográfica Cicatrizes  (2009), e de um hiato de quase uma década, o premiado quadrinista David Small agora  apresenta uma obra ficcional. Um caleidoscópio selvagem, com uso brutal dos recursos  gráficos, Escuridão é um tour-de-force literário que aborda a brutalidade da adolescência  na década de 1950, evocando clássicos como O Senhor das Moscas e O Apanhador no  Campo de Centeio, numa atmosfera densa que remete à pintura de Egon Schiele e aos  filmes de Alfred Hitchcock, Roman Polanski e Ingmar Bergman. 

Após ser abandonado pela mãe, o garoto Russell Pruitt, de treze anos, muda-se com seu pai  para a ensolarada Califórnia, aonde vão em busca de um sonho. No entanto, repentinamente  forçado a tomar conta de si mesmo, Russell luta para sobreviver em Marshfield, uma  cidade em decadência, aterrorizada por um assassino de animais e por um bando de  garotos malvados que o persegue. Resgatado de seu pai alcóolatra pelo casal de imigrantes  chineses Wen e Jian Mah, Russell tenta se virar enquanto enfrenta os demônios internos  dos primeiros anos da adolescência. 

Embora se passe na década de 1950, a história aborda temas que continuam pertinentes na  terceira década do século xxi, como masculinidade tóxica, bullying, homofobia, alcoolismo,  imigração, e, de modo geral, a relação do indivíduo com o próximo, com aqueles que vivem  de modo diferente. Como afirma Rachel Cook em resenha ao Guardian, “Escuridão é uma  obra de ficção, mas assim como Cicatrizes [a ser republicado pela DarkSide® Books em  2022], seu principal assunto é a falta de voz: nem Russell, nem o pai, nem qualquer um dos  homens ou garotos que eles conhecem é completamente capaz de verbalizar suas emoções,  uma peculiariedade que trará graves consequências para todos eles”. 

David Small passou anos reescrevendo a história, e, insatisfeito com o visual do quadrinho,  chegou a redesenhar à mão as mais de 400 páginas, até que ficassem como ele imaginava.  O resultado é uma obra tensa e melancólica, com muitos ângulos inusitados e longas  sequências silenciosas, que ficou entre os vencedores do Alex Awards, da American Library  Association, e foi indicado pelo Boston Globe como um dos melhores livros de 2018.  Diferente de qualquer quadrinho dos últimos tempos, Escuridão é uma densa e tocante  reinterpretação dos chamados “nostálgicos” anos 1950.

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Ficha Técnica 

Título | Escuridão
Autor | David Small
Tradutor | Bruno Dorigatti
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 16 x 23 cm, 416 páginas, capa dura

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David Small iniciou a carreira como ilustrador em publicações como New Yorker, New York TimesWashington Post, Esquire e Playboy. É autor e artista de vários livros para crianças, traduzidos para  diversas línguas, adaptados para animações e musicais e ganhadores dos principais prêmios para  ilustração, como a Caldecott Medal em 2001, dois Caldecott Honor Awards, a medalha de ouro da  Society for Illustrations e a Christopher Medal por duas vezes. Em 2009, a carreira de Small teve  uma dramática reviravolta com a publicação de suas memórias em quadrinhos, Cicatrizes, que se  tornou um best-seller do New York Times, finalista do National Book Award e recebeu o Alex Award  da American Library Association, traduzido para dez línguas e publicado no Brasil pela Barba Negra  em 2010. Small e a esposa, a escritora Sarah Stewart, fizeram de um palacete construído em 1833 a  sua casa, em uma curva do rio St. Joseph, em Michigan. 

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Cinema Panopticum, de Thomas Ott, é a mais nova HQ da Darkside Books

Cinema-Panopticum
Imagem Divulgação

A DarkSide Books apresenta pela primeira vez no Brasil o universo de  sombras e histórias silenciosas do mestre Thomas Ott. Em Cinema Panopticum, os leitores  são conduzido por uma jovem menina e sua curiosidade até uma cabine escura repleta de  caixas com pequenos filmes. Thomas se apropria da mágica dos cinetoscópios, considerado o primeiro equipamento a conseguir capturar imagens em movimento e nos leva as  origens do seu cinema ilustrado. Uma narrativa gráfica cativante, bela e aterradora. 

O cinema que conhecemos não se aplica aqui. Em Cinema Panopticum o observador se tor na o grande espetáculo e sob os olhos da eterna vigilância alheia aplaudimos o grotesco.  É diante dessa dicotomia entre entretenimento e paranoia que se desenvolve a narrativa  peculiar desta graphic novel. 

O artista é um grande narrador visual acostumado à publicação de histórias curtas, domi na o universo das sombras em um preto e branco único e fantasmagórico onde a ausência  intencional de balões e recordatórios cria vozes em nossa mente capazes de manifestar no  silêncio o verdadeiro espanto diante do horror. 

No texto que acompanha a edição da DarkSide® Books, a pesquisadora Maria Clara  Carneiro comenta a técnica de trabalho de Ott: “Seus desenhos parecem gravuras,  em que as ranhuras pretas contribuem para esse ambiente lúgubre de suas histórias.  Ele usa a técnica do scratchboard (ou carte à gratter): primeiro, faz o desenho em uma  folha, o copia sobre o papel de riscar e, enfim, talha o papel escuro com um estilete,  criando esse efeito rasgado, das pequenas linhas sobre a superfície”. Um verdadeiro  assombro visual. Prontos para começar a sessão?

Cinema-Panopticum
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Ficha Técnica 

Título | Cinema Panopticum
Autor | Thomas Ott
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 16 x 23 cm, 112 páginas, capa dura

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Thomas Ott é quadrinista, animador, músico e artista visual. Nascido na Suíça, os  quadrinhos sem texto e em preto e branco são característicos de sua produção, que começou  com Tales Of Error (1989) e conta hoje com mais de uma dezena de graphic novels. Ganhou  o prêmio germanófono Max und Moritz em 1996, pelo conjunto da obra quadrinística.  Cinema Panopticum foi premiado em 2006, em Nápoles, com o prêmio Micheluzzi. 

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Death Disco: Volume 3 é anunciado pela Darkside Books

death disco
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Por que eu? Por que aqui? Por que hoje? Qual o motivo? Essas são perguntas que as  pessoas à beira da morte fazem ao serem encurraladas pelo seu algoz no mangá Death  Disco, de Atsushi Kaneko. 

Um dia a morte recai sobre todos, mas em Death Disco ela chega por meio de um “aviso”  contendo os dados da pessoa, enviado por uma misteriosa organização, a Guild, aos  matadores de aluguel conhecidos como reapers. Segundo a definição da obra, reaper é o indivíduo que ceifa algo (como cereais) e é também a morte (personificada) ou o  ceifeiro da morte. Nem o alvo, chamado de “cabeça”, nem os próprios reapers sabem  o motivo ou o critério de escolha da Guild, mas de uma coisa todos têm certeza: uma  vez que o “aviso” é despachado, ninguém é capaz de escapar dos “ceifadores”, assim  como não se pode enganar o destino. 

Dentre os reapers, a jovem Deathko se destaca pela habilidade, violência e total  insensatez. Ela surge de modo sorrateiro, mas, uma vez que dá início à “ceifa”, não  esconde o prazer que sente em tirar a vida do alvo e de quem quer que esteja em seu  caminho. Munida de dispositivos assassinos produzidos com bonecos, ela brinca, se  diverte com a morte e perde o autocontrole a ponto de colocar-se em risco fatal.  

E neste terceiro volume da série, Deathko está em apuros nas mãos do inimigo, que se  diverte tanto quanto ela à medida que dilacera os reapers no seu matadouro. A nossa  heroína dark, que odeia tudo e a todos, está só e ferida nesta batalha sangrenta.  

O mangá de Atsushi Kaneko não tem o objetivo de seguir uma lógica nem de contar  algo que se enquadre nos padrões tradicionais. Suas raízes estão no punk rock que,  na opinião do autor, era algo que não podia ser controlado e isso dá uma sensação de  prazer, e é o que ele procura retratar em sua obra.

O estilo dos desenhos tem influência  de quadrinistas norte-americanos como Charles Burns, Robert Crumb, Daniel  Clowes, e da arte lowbrow, ou surrealismo pop — um movimento underground de  arte visual que se originou em Los Angeles, Califórnia, no final dos anos 1970 — com  trabalhos dos artistas Robert Williams e Coop. De mangakás japoneses como Suehiro  Maruo e Katsuhiro Otomo, Kaneko aprendeu que podia fazer o que se quisesse em  suas histórias — e é o que ele tem feito em Death Disco.

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Ficha Técnica 

Título | Death Disco
Volume | 3
Autor | Atsushi Kaneko
Tradutora | Renata Garcia
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 208 páginas, capa dura
Dimensões | 14 x 21 cm

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Atsushi Kaneko é um mangaká nascido em Sakata, no Japão, em 1966. Antes de se dedicar ao  mangá, Kaneko trabalhou com cinema e sua experiência e conhecimento se refletem nos desenhos,  com enquadramentos cinematográficos. Conhecido por obras como Soil e Bambi, foi indicado  para o prêmio do Festival de Angoulême, o mais importante da Europa, em 2012, 2013 e 2015.

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A Menina do Outro Lado: Volume 5 é anunciado pela Darkside Books

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Imagem Divulgação

Em 2019, a Caveira compartilhou esta nova paixão com os leitores brasileiros, e o  mangaká Nagabe foi recebido de braços abertos pelo público que adora uma aventura  sobrenatural repleta de camadas. Agora a DarkSide  Books publica mais um volume do  mangá A Menina do Outro Lado, série que já demos o PRIMEIRO GOLE por aqui. 

No quinto volume de A Menina do Outro Lado, acompanhamos a saga da doce menininha  e o simpático Sensei. A Tia está perdendo suas memórias, mas Shiva não sabe de nada.  Sensei não encontra uma maneira de contar a verdade a ela. Ele também acaba sendo  atacado mais uma vez por um morador de dentro.

Qual o segredo por trás da menina  que não se transforma mesmo depois de ter sido tocada por um morador de fora? E  qual o significado da revelação atribuída a ela? Perseguida, a dupla é obrigada a buscar  um novo refúgio, enquanto cresce a tensão entre os dois. 

E depois do sucesso do curta animado feito pelo Wit Studio e lançado em 2019,  o estúdio japonês divulgou a produção de um longa de animação de A Menina do  Outro Lado, com direção da mesma dupla responsável pelo curta, Yutaro Kubo e  Satomi Maiya. O lançamento está previsto para 2022. Enquanto isso, mergulhamos  em mais um capítulo desse belo conto de fadas sobre sobrevivência e tolerância em  um mundo cada vez mais complexo.

A Menina do Outro Lado
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Ficha Técnica 

Título | A Menina do Outro Lado
Volume | 5
Autor | Nagabe
Tradutora | Mie Ishii
Editora | DarkSide®
Edição | 1a
Idioma | Português
Especificações | 180 páginas, Limited Edition (capa dura)
Dimensões | 14 x 21 cm

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Nagabe nasceu em 1993 e formou-se em Artes Visuais pela universidade de Musashino, no Japão,  e é um dos destaques entre os novos autores de histórias em quadrinhos japonesas. No Japão, A  Menina do Outro Lado vendeu mais de 700 mil exemplares, e agora chega ao Brasil pela DarkSide®  Books. Acompanhe o trabalho do mangaká em twitter.com/mucknagabe. 

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Kouji Mori lança one-shot sobre amizade de longa data com Kentaro Miura

kouji mori berserk
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A 18ª edição de 2021 da revista Young Animal, da editora japonesa Hakusensha, publicou um especial mangá one-shot desenhado por Kouji Mori. A criação, que recebeu o nome “Mori-chan Ken-chan”, serve de homenagem ao lendário mangaká Kentaro Miura – falecido em maio deste ano vítima de uma dissecção aguda na aorta – e ao laço de amizade construído por eles ao longos dos anos. Mori revelou que tem o desejo de escrever mais capítulos para essa história futuramente.

Em sua conta pessoal no twitter, o criador divulgou uma imagem dos desenhos feitos por ele, onde Guts – personagem de Berserk – e Miura são retratados. A ilustração está presente na exibição “Dai Berserk Ten” em Tóquio, e ficará em exposição entre os dias 10 e 23 de setembro.

As famílias de Mori e Miura eram muito próximas e eles cultivavam uma amizade desde o ensino médio, onde estudaram juntos. Mori tem grande influência no processo criativo do mangá de sucesso Berserk, pois ele era frequentemente consultado por Miura.

A edição mais recente da revista Young Animal também publicou o 364º capítulo de Berserk, último trabalho escrito por Miura, e foi preparada como “edição memorial” ao renomado mangaká. O lançamento contém esboços originais da obra, um pôster ilustrando cenas famosas do mangá. Além de todos os extras citados, a publicação ainda conta com o livreto “Mensagens para Kentaro Miura”, onde o one-shot de Mori foi divulgado.

Nomes como Shizuya Wazari, Chica Umino, Nico Nocholson, Satoru Akahori, Akkiu, Takashi Hoshi, Katsu Aki, Tamami Momose e Ena Moriyama também contribuíram para a elaboração do livreto e prestaram suas homenagens.

Vale lembrar que o 41º volume compilado de Berserk foi anunciado recentemente pela editora Hakusensha e será lançado em dezembro no Japão. Você pode ler mais sobre essa edição especial clicando aqui.

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JAYLERR encerra seu contrato com a Nadao Music

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A gravadora Nadao Music anunciou hoje (13) o término de seu contrato com o cantor, ator e rapper tailandês JJ Krissanapoom Pibulsonggram, conhecido como JAYLERR, e, consequentemente, o disband do duo JAYLERR x Ice Paris, do qual JJ fazia parte ao lado do também ator e cantor tailandês Ice Paris Intarakomalyasut.

Em nota no Twitter, a gravadora explicou que Krissanapoom tomou essa decisão para que pudesse explorar livremente outros caminhos e possibilidades como músico. Também foi esclarecido que, mesmo não tendo renovado seu contrato com a gravadora, ele continua como ator sob o selo da Nadao Bangkok, e a empresa continuará a apoiá-lo e ajudá-lo a crescer como artista — inclusive, deixaram a dica: “fiquem atentos para a próxima música de JJ.”

No Instagram, o cantor agradeceu a seu ex-duo pela companhia e apoio durante a jornada que fizeram juntos como amigos e artistas. JJ deixou claro que Ice entendeu seus motivos, apoiou-o em sua decisão e reiterou que a amizade e confiança entre eles continuam como sempre.

Além de terem trabalhado juntos como músicos, Krissanapoom e Paris fizeram parte dos elencos dos lakorns In Family We Trust (2018) e Great Men Academy (2019), ambos transmitidos pelo canal tailandês GMM One.

Os fãs certamente foram pegos de surpresa pelo anúncio, já que faz apenas um mês que a dupla participou do projeto de “intercâmbio” entre as gravadoras Nadao Music e GENE LAB, com a estreia do MV cover de Feels Like a Year Can’t Keep Up (originalmente da banda Tilly Birds, parte do catálogo de artistas da GENE LAB); e só uma semana que lançaram o segundo MV cover de Feels Like a Year, este em parceria com a Samsung.

Confira:

Mesmo que surpresos e tristes pelo disband, os fãs desejaram muito sucesso aos artistas nessa nova etapa, e estão prontos para apoiá-los em seus projetos futuros.

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Deathloop chega amanhã para PC e PlayStation 5

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Amanhã é o grande dia do lançamento de Deathloop da Arkane Lyon e Bethesda Softworks. Para apimentar durante a PlaySation ShowCase, ao som de “Down the Rabbit Hole” de Sencit, um novo trailer trazendo alguns novos detalhes foi lançado:

Colt é o protagonista e busca uma forma de escapar dessa loucura temporal. O Programa Aeon é cheio de mistérios, então conte com suas habilidades e cuidado com sua rival Julianna, pois ela pode ser mortal. Está pronto para o desafio de Deathloop?

O first-player shooter chega amanhã (14) para PlayStation 5 e PC dentro de um universo futuristico cheio de comédia e sangue. Mais mais informações, confira o SITE OFICIAL.

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She-Ra ganhará série-live action

She-Ra live-action
Imagem Divulgação: Netflix

Chamando todas as guerreiras pro sofá! Nesta segunda-feira (13) saiu a notícia que She-Ra ganhará uma série live-action pela Amazon Prime Video. A série será feita em parceria com a Dream Works e será o primeiro live-action solo da Guerreira.

Sabe-se que a produção será independente da animação produzida pela Netflix, intitulada de She-Ra e as Princesas do Poder, com enredo próprio. No entanto, como ainda está nos primeiros suspiros de existência a série ainda não possui um roteirista oficial.

She-Ra: A Princesa do Poder é o alter ego da Princesa Adora e irmã gêmea do Príncipe Adam, mais conhecido como He-Man. Assim, a princesa já apareceu no filme He-Man e She-Ra: O Segredo da Espada e em alguns episódios de Masters of the Universe. Além disso, ganhou uma série própria produzida pela Netflix, com cinco temporadas.

Fiquem ligados no Suco para mais informações sobre a produção, elenco e data de estreia de She-Ra.

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