Na terça-feira (1), a conta oficial do jogo no Twitter publicou um pequeno teaser com uma data em que serão reveladas mais informações sobre Battlefield 6.
O evento de anúncio ocorrerá no dia 9 de junho a partir das 9h da manhã. Pelo aspecto do teaser, fãs especulam que o novo game será ambientado nos tempos modernos. Vale lembrar que, recentemente, um possível trailer de Battlefield 6 foi vazado no Reddit e replicado pelo site VG247 alguns dias antes do anúncio de uma data oficial para a transmissão.
Anunciado durante o painel da Panini na CCXP Worlds, Hanako-Kun e os mistérios do colégio Kamome (Jibaku Shounen Hanako-kun) saiu no mês de abril de 2021 pela editora e trago-lhes as primeiras impressões, o nosso Primeiro Gole, com o volume lançado.
A obra de Aidairo, é uma fusão dos nomes Iro e Aida, fazendo alusão a uma “dupla” criativa em uma pessoa só, onde assume o roteiro, bem como também a arte, e traz uma trama escolar sobrenatural dentro dos moldes do shonen clássico; e bem, tudo funciona muito bem até este primeiro momento.
Colégio Kamome e os Mistérios
Loira do banheiro? Que nada! Por aqui, a estrela da vez é a figura fantasmagórica e aterradora – brincadeira – de Hanako-kun, um dos sete mistérios escolares, invocado por Nene Yashiro, que buscou nas lendas uma forma de conseguir seu amor ser correspondido.
Bom, é claro que nada disso dá certo e essa dupla entra em diversas confusões. Com cinco capítulos, o primeiro volume é tratado de forma episódica, com o “caso do dia”, com um maior entrelaçado nos dois últimos. Trazendo conceitos mágicos e conhecidos mundialmente, Hanako-kun é uma aventura em clima de sessão da tarde, com bom ritmo de leitura e personagens cativantes.
Ressalto a qualidade das expressões que o mangaká traz às cenas cômicas, bebendo muito nas fontes de autores dos anos 2000, além de também dar um devido foco ao design de personagens/vestimentas, ao contrário dos cenários e figuras de fundo, que não possuem o mesmo nível de detalhamento – a não ser em cenas bem específicas.
Imagem Divulgação
Ocultismo do Prédio Azul
Sinceramente, eu gosto deste tipo de histórias “leves” que abordam de forma “adolescente” figuras folclóricas, lendas urbanas e crimes não solucionados. Hanako-kun me passa algo de Detetives do Prédio Azul com Cardcaptor Sakura, com relações – inclusive amorosas – sendo construídas conforme a história avança.
Me incomoda o não-trato com personagens secundários e da ambientação escolar. Tudo é bem superficial e só temos, basicamente, os dois protagonistas em evidência. Não assisti o anime, e não tenho conhecimento da obra, mas espero que ela expanda seu universo com mais personagens ativos e figurantes vívidos.
Ressaltando a edição brasileira, o tankô também traz um glossário de palavras e algumas notas do autor de como seriam as construções das personagens e passagens da história. São 200 páginas de uma boa aventura com doses de comédia e eventos sobrenaturais em um ambiente escolar; nenhuma novidade por aqui, mas são clichês muito bem utilizados e funcionais – se você não está cansado deste tipo de história, claro.
Mais um filme dos nossos queridos heróis está por vir! Foi divulgado mais uma arte inédita do filme My Hero Academia: World Heroes’ Mission, que irá estrear em breve. Na imagem é possível ver Bakugou e Best Jeanist com a frase “Superar a norma”; Deku e All Might com a frase “Superar aqueles que eu admiro”; e Todoroki e Endeavor com a frase “Superar meu pai”.
The My Hero Academia World Heroes’ Mission movie will have special clear files with every ticket purchased!
Art has been revealed with the following words:
Todoroki & Endeavor: Surpass my Father Deku & All Might: Surpass those I admire Bakugou & Best Jeanist: Surpass the norm. pic.twitter.com/sTfHyPwKoZ
O filme irá estrear no dia 6 de agosto no Japão e a pré-venda dos ingressos começará no dia 25 de junho. As primeiras 60 mil pessoas que comprarem os ingressos nos cinemas japoneses irão receber um card exclusivo do anime.
Além disso, na última sexta-feira (28) foi anunciado que o processo da gravação das vozes dos personagens estaria começando, sendo um importante passo no processo da animação.
Imagem Divulgação: Estúdio BONES
Sinopse: A história se passa durante o inverno do arco Hero Internship. Há um grupo misterioso que está determinado a eliminar todos aqueles com individualidades. Então, para salvar a todos, os Pro-Heroes precisam formar uma equipe mundial de heróis. É nesse momento que Deku, Bakugou, Todoroki e outros estudantes da U.A. Academy são chamados para combater essa ameaça. Será que eles vão conseguir salvar o mundo a tempo, antes da humanidade ser varrida da Terra?
My Hero Academia The Movie: World Heroes’ Mission – Trailer
A companhia tailandesa de entretenimento GMM Grammy anunciou oficialmente na última quinta-feira (27) o lançamento da YGMM, um empreendimento-conjunto (joint-venture) que foi criado em parceria com a agência coreana YG Entertainment. A subsidiária foi registrada em abril deste ano com um capital de 200 milhões de bahts (algo em torno de R$ 33,5 milhões).
[Detalhes da criação da empresa compartilhados pela GMM Grammy no Facebook e Twitter]
Em suas redes, a GMM Grammy declarou que o principal objetivo da YGMM é “encontrar e desenvolver novos artistas de padrão global”, além de “estabelecer um novo padrão para a indústria musical tailandesa”. Segundo a Grammy, os artistas selecionados passarão pelo treinamento das duas companhias e serão lançados nos próximos cinco anos. A YGMM também prestará consultoria na realização de shows, peças e outras performances.
Tendo sob seu selo artistas como BlackPink, BigBang e iKON, a YGEntertainment é considerada uma especialista em desenvolver e lançar artistas de reconhecimento mundial, principalmente idols, e entra com uma participação de 49% das ações — enquanto a GMM Grammy tem 51%. A empresa coreana tem aí uma oportunidade de expansão para a indústria na Tailândia, um mercado que vem tentando alcançar já há algum tempo, mas onde nunca conseguiu fixar uma base.
Apesar de a música ser o foco original da GMM, hoje em dia o conglomerado está muito bem estabelecido como um dos gigantes da indústria de entretenimento tailandesa, envolvendo-se com rádio, cinema, TV e até publicação de revistas e jornais. A companhia é bem conhecida pela comunidade dorameira no Brasil pelos seus lakorns, transmitidos inclusive em seu canal oficial no YouTube.
Vários artistas que fazem parte do grupo GMM, como as bandas Tilly Birds (sob o selo da Gene Lab) e Getsunova (White Music), comemoraram em suas redes o lançamento da nova subsidiária e deram as boas-vindas à equipe do mais novo membro do conglomerado.
Welcome YG”MM to Our Family!
ยินดีต้อนรับ YG”MM สู่ครอบครัวของเรา นี่คือการเปิดตัวบริษัทใหม่อย่างเป็นทางการ จากสองยักษ์ใหญ่ GMM Grammy และ YG Entertainment ที่จะผนึกกำลังเฟ้นหาและพัฒนาศิลปินสู่ระดับโลก
Considerando o porte e as ambições das duas empresas, parece que podemos esperar grandes coisas do novo membro da grande “GMM family”, e os fãs internacionais já estão bem animados! Agora nos resta ficar de olho para as promessas no cenário pop tailandês.
A Cruz Vermelha da cidade de Tokushima está usando personagens de Demon Slayerem pôsteres de doação de sangue, para incentivar a ação. Assim, as pessoas que se inscreverem e doarem sangue receberão um poster promocional do anime.
Imagem Divulgação: Livedoor News
Tal proposta foi muito bem aceita pelos fãs, pois de acordo com o portal de notícia japonês, em abril 467 pessoas doaram sangue, já em maio o número pulou para 1701 pessoas. Além disso, por conta da pandemia da COVID-19, o número de doações havia caído, tendo alcançado em abril apenas 77% da meta, enquanto a média dos piores meses era de 80%. Assim, os fãs não apenas ajudaram com uma importante causa, como ficaram mais do que felizes por receber um poster inédito do anime.
Não é surpresa que a imagem de Demon Slayer mobilize várias pessoas, devido a popularidade do anime. Quando foi lançado em 2019, foi eleito o anime do ano, e a abertura ‘Gurenge‘ foi vista mais de 100 milhões de vezes pelo YouTube. Também grande símbolo do sucesso do anime é o filme Demon Slayer The Movie: Mugen Train, que se tornou a maior bilheteria da história do Japão. O filme chegou no Brasil no dia 13 de maio deste ano e rapidamente ficou em terceiro lugar no ranking de bilheterias brasileiras.
Além disso, não é apenas a obra que recebeu grande destaque, pois Koyoharu Gotouge, mangaká da série, foi eleita uma das 100 líderes emergentes, pela revista Time.
Quando você chega em um lugar novo, o desconhecido têm a essência da exploração e curiosidade. Junto com a NUUVEM, que nos cedeu esta cópia do jogo, balançamos nossos ossos para conquistar criaturas de carne enquanto você é apenas osso em Nongunz: Doppelganger Edition!
Nongünz, desenvolvido pela Brainwash Gang e distribuído pela Digerati, é um rogue-like cheio de plataformas e inimigos que traz alguns conteúdos adicionais a sua primeira versão de 2017. Entre num enigma onde você apenas tem uma mensagem: “Dulce Bellum Inexperts”.
Balas, devoção e poder
Como um bom jogo de plataforma 2D, você tem ações padrões como pular e atirar, adicionando uma ação de escorregar e rolar. Com essas ações você pode desviar de inimigos ou atingir inimigos atirando para cima enquanto desliza e se movimenta mais rápido pela localidade.
As “dungeons” tem salas aleatórias que contem baús com itens, prisioneiros devotos a ti quando liberados, mercador e um chefe. Além disso você pode escapar dela ai utilizar uma janela salvados seus pontos atuais.
Sim, pontos. Cada tiro ou devoto salvo conta para aumentar uma pontuação permitindo você adquirir uma nova arma ou uma nova cabeça. Lembra que você é um esqueleto, e nessa temática há vários animais como elmos e armas para sua progressão. Quando você mata um inimigo no mapa você tem um tempo para adicionar um multiplicador ao matar outro, ou manter um pouco mais de tempo conforme você atira e acerta.
Outro ponto importante são os tesouros que você encontra, podendo dar upgrades em tiro, recuperação de vida e mobilidade. Essas cartas também podem ser utilizadas para recuperar sua vida, que se perde ao abrir tesouros no mapa ou pelos inimigos. Mas lembra da janela? Se você morrer você perde toda a devoção, armas extras e elmos. Então é melhor você ter noção do risco.
A devoção é utilizada no altar principal, onde cada elmo e arma tem 3 níveis de poder. Enquanto as armas ganham aumento de poder, cada elmo tem uma habilidade especial que com o maior nível permite mais usos. Por exemplo o elmo de pássaro permite 1 pulo extra até 3. O de toupeira cria portais de movimentação, que permite até seus tiros de usufruir.
Imagem Divulgação
Ode a niilismo
Com o tema niilista, de vazio, do nada, Nongunz: Doppelganger Edition leva isso na essência, desde o primeiro minuto do game. Ele te dá apenas um tutorial de movimentação e da mecânica de pontos de devoção. Mas as mecânicas do altar e das cartas ficam ao jogador descobrir (ou pesquisar nos fóruns). É tão vazio que fui descobrir a função de montar um parceiro em busca de informações sobre o sistema de cartas.
Você pode encontrar cartas contendo partes de esqueleto que podem ser utilizadas exatamente para montar um acompanhante. No mesmo local você pode guardar essa cartas para um uso futuro caso queria se arriscar mais nos jogo e não perder um item de nível máximo.
Graficamente você tem uma ambientação de apocalipse em tons escuros e uma vastidão de branco e cinza. Além da Dungeon tem um modo de desafio, o Arena, que vai te testar até seu limite de habilidade e pontaria.
Imagem Divulgação
Western de plataforma
Além da estética marcante, trilha tem seus pontos altos, meio western, que encaixam na densidade de sua progressão. Mas acaba se tornando repetitiva já que o jogo clama pelo vai e vem. Outro ponto que me incomodou foi a questão da resolução única em modo janela e realmente não ter nada, como temática, me incomoda um pouco na questão da evolução, mas se você é o tipo de atirar primeiro e perguntar nunca esse é o jogo.
Algo que é impressionante é a ideia por trás do menu pós sair jogo, pois você tem seu quarto, um ukelele, uma caixa cofre, uma esteira e um telescópio. Mostrando que trata-se de você mesmo na frente de seu PC jogando um game. Essa mensagem é interessante trazendo mais a pontualidade a ideia do vazio representada por um boneco em branco.
Nongünz: Doppelgangar Edition traz um gameplay plataforma cheio de balas para você que procura um desafio. Além disso conteúdos adicionais como a Arena e Co-op Local que fazem o vazio temático ganhar um pouco de vida.
No dia 13 de maio, o projeto de financiamento coletivo para a edição nº 8 da Revista Diário Macabro na plataforma Catarse teve início, e já atingiu 43% da meta. A revista contará com contos de terror e horror de 16 autores brasileiros e os apoiadores terão direito a várias recompensas, desde as básicas como marcadores de páginas e pôsteres até as mais elaboradas como boxes comemorativos com várias edições e uma caixa personalizada e limitada.
Com esta edição a editora chega ao final do seu segundo ciclo. Para comemorar, o dinheiro arrecadado no Catarse não apenas servirá para financiar o novo projeto, como também para reeditar os primeiros 4 números já esgotados, em uma nova oportunidade para os leitores. O projeto terá duração de 40 dias para apoio no catarse a partir do dia 13 de maio.
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Confira a lista de contos e autores que participam da oitava edição:
A Esperança De Vito Gambino – Gabriel Paiva
A Ópera Dos Doces Horrores – Diego Mendonça
As Agulhas – Úrsula Antunes
Pra Que Serve Um Fantasma? – Rodrigo Ortiz Vinholo
E.A.D. – Nunes Pedroso
Fome Como Nenhuma Outra – Bárbara Cavalcante
Linhas De Sangue – Marlon P. Silva
A Pintura Na Gruta – Tauan Souza
O Lote N. 512 – Thassio Rodrigues
Você Não Pertence A Esse Lugar – Jessica Dias
Violência – Ivy Mallviery
Os Sinos De Santo Antão – Lucas Freitas
Parabélum – Julierme Rabello De Souza
Quid Pro Quo – Rafael Rodrigues
Nós – Bruna Corrêa
Tinnitus – Anne Demeneck
A Revista Diário Macabro é uma coleção lançada exclusivamente pelo Catarse. “É uma antologia de contos que reúne o melhor do horror de todo o Brasil. Apesar de ser chamada de revista – o que é, na verdade, uma homenagem às revistas pulp do século passado -, ela é um livro, que costuma ter uma média de 140 a 200 páginas contendo contos, ilustrações e entrevistas com mestres do horror”, conta Nathalia Scotuzzi, editora da Diário Macabro.
Está aí, um jogo que eu não “colocava fé” nenhuma e que não me chamava a atenção: Maneater. E rapaz, que bom que me surpreendi! Com um jeitão até um pouco “descompromissado”, o pessoal da Tripwire Interactive entregou um baita shaRkPG de primeira em um mundo aberto – e bem, somos o TUBARÃO!
As diferenças do padrão da indústria já começa pois temos que explorar a região aquática; uma baía, para ser mais específico. Apesar de termos algumas variedades de vegetação, terra firme é um habitat inóspito pra gente: o foco é superfície para caçar humanos e as profundezas para nos alimentarmos de outros animais e recuperar nossa vida.
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Filhote de Tutubarão
Já de início, temos uma introdução totalmente hostil e bem característica da selvageria marítima. Apesar de estarmos no topo da cadeia alimentar, o ecossistema é vil e ninguém dá a mínima pra gente em baixo d’água – e muito menos fora, já que só querem nos caçar.
Depois de um começo perturbador – e que não darei maiores detalhes por conta de spoiler – começamos de fato o jogo como um filhote de tubarão-touro. Nossa jornada começa desde muito cedo e vamos evoluindo para a fase da adolescência e adulta, tudo dentro de uma progressão rpgística, com níveis e habilidades!
Unindo exploração e sobrevivência, devemos caçar bichos e coletar recursos para efetivarmos melhorias em nosso corpo tubaronesco, e poxa, que legal que dá pra sair da “realidade” e acoplar armaduras, “elmos”, e itens irados para auxiliar na nossa caça e matança de banhistas.
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Comer. Explorar. Evoluir.
A trama é simples: buscamos vingança! Não só com um certo pescador predador, mas também com outros seres que devemos lidar durante toda a história. A sensação de que sempre estamos em perigo é evidente e o alerta do jogador deve ser primordial: é só você se distrair e zaz, alguém te caça. Então, não dê moleza na superfície!
Junto de nossa progressão de “personagem”, temos uma certa gama de botões e opções para manejo de golpes; é possível fazer até combos – e combos no ar! A jogabilidade é um caso a parte, e ouso dizer que é um dos pontos fortes do jogo. Parece que estamos fazendo manobras e isto torna a jogatina muito divertida.
Como num jogo de sobrevivência, além de caçar e comer, também temos diversos objetivos para cumprir no mapa, além de achar áreas secretas e itens secretos. Confesso que depois de algumas horas, dá uma certa “canseira” em fazer algumas missões, pois muitas se resumem em “caçar 10 peixes tal” ou “encontre 5 itens tal”.
Apesar de não ser um Mundo Aberto tão grande, creio que a Tripwire planejou um tamanho certo para que o jogador não canse, algo crítico neste gênero e a principal falha de jogos como Windbound, por exemplo. A questão do replay está para um “Game+” pós créditos, que permite você completar missões e áreas inexploradas.
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TANANANANANANA…
Se me perguntarem sobre Maneater, vou lembrar de como o jogo têm seu diferencial, sua identidade e traz uma morbidez narrativa contagiante – parece que estamos fazendo parte de um documentário animal.
A versão que joguei foi para Nintendo Switch, e para variar, minha opção foi a móvel, fora do dock. Não senti grande perda de quadros e o visual em baixo da água está muito bonito, então até recomendo que você jogue e sua TV para um maior vislumbre aquático que o jogo proporciona.
Para concluir, Maneater é um jogo sólido mesmo em sua estranheza, traz boa maleabilidade em sua jogabilidade, onde destaco a parte da movimentação; com relação ao combate, apesar de termos uma variedade de golpes e combos, os inimigos são simplórios – e até entendemos, pois são peixes, banhistas e pescadores.
A repetição pode não dar um replay após seu término, mas pode pode ter certeza de que toda sua jornada, do pequeno tubarão ao megalodon será recompensada – e vingada. Ah, não esquecendo, a narração feita por Chris Parnell (Jerry de Rick & Morty) e sua localização em português está incrível!