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SAGA | Aprenda arte digital do seu jeito e ao seu alcance

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Quem sempre quis aprender ou se especializar em artes digitais agora tem uma oportunidade única: A SAGA, maior rede de escola de games e arte digital do Brasil, acaba de lançar agora dia 29/09 um programa de cursos onde o aluno aprende de maneira personalizada de acordo com seus interesses.

Além do tradicional Start 5.0, o programa completo de aprendizado tem 27 meses de duração e inclui nove cursos diferentes. Agora você pode escolher uma trilha de aprendizagem personalizada, selecionando apenas os cursos de seu interesse, além de poder adicionar cursos conforme achar necessário.

Em 2020 a SAGA iniciou um processo de transformação digital e expandiu seus cursos para todo o Brasil de maneira online. Esses novos formatos são frutos dessa transformação.

 Segundo o fundador e COE da SAGA, Alessandro Bomfim:

“Agora, o aluno está no centro e no comando de sua jornada de aprendizado. Ele escolhe quais e quantos cursos quer fazer on-line dentro dos disponíveis no programa Start 5.0”

Incluindo cursos de arte vetorial, composição de imagens, pintura digital, efeitos visuais e motion graphics para vídeos, edição audiovisual, cenários 3D, personagens 3D, animação 3D e tecnologias imersivas. São diversos temas para quem quer apenas se especializar, tanto quanto começar do zero na área.

Por fim a SAGA também oferece o Playgame 6.0 para você que busca aprender sobre desenvolvimento de games, com doze meses de duração e que além de poder ser feito presencialmente também pode ser realizado online.

Em suas 16 unidades, em oito estados brasileiros, a SAGA também oferece oficinas gratuitas sobre games, animação 2D e Photoshop.

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A Menina que Matou os Pais | Review

A menina que matou os pais
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Filmes, livros, podcasts, vídeos… vários conteúdos sobre crimes reais têm se popularizado nos últimos anos e, ainda assim, é muito comum que esse material retrate (em sua maioria) ocorridos em solo estrangeiro. No entanto, caso você seja do tipo curioso sobre a temática, já deve saber que o Brasil tem lá seus assassinatos de gelar a espinha. Em A Menina que Matou os Pais / O Menino que Matou Meus Pais, nós temos a oportunidade de ver versões diferentes sobre o Caso Richthofen.

Duas versões de um mesmo crime

Eu ainda era criança quando, em 2002, um caso de homicídio chocou o país. Um casal foi assassinado de forma brutal e os suspeitos, mais tarde condenados, não eram ninguém além da filha do casal, seu namorado e o irmão do mesmo. A repercussão do julgamento foi gigantesca, não somente pela maneira como os atos foram cometidos, mas pelas diferentes versões dos acusados.

Os filmes A Menina que Matou os Pais / O Menino que Matou Meus Pais contam justamente essas versões, sendo o primeiro da visão de Daniel Cravinhos (namorado de Suzane na época) e o segundo da visão de Suzane Richthofen (a filha do casal assassinado). Os filmes iriam originalmente estrear no cinema simultaneamente, porém, devido a pandemia que se iniciou no fim de 2019, o lançamento foi postergado até ter sua estreia mudada para a plataforma de streaming Amazon Prime Video.

Curiosa que sou, já estava de olho no(s) filme(s) fazia tempos. Sou doida por histórias de crimes reais e ficcionais, e a ideia de saber mais sobre o que ocorreu no famoso assassinato me deixou bastante ansiosa para o lançamento.

É importante pontuar que o roteiro é baseado nos atos do caso, porém, nas versões dos condenados, e não nas conclusões do júri. Sendo assim, tudo que vemos é apenas o que eles (Suzane e Daniel) relatam, podendo ou não ser verdade (se a curiosidade bateu, eu fui conferir depois mais sobre os depoimentos e o estudo do caso, e aparentemente muito do que foi afirmado era puramente invenção). Apesar disso ser dito logo no inicio do filme, eu acho um tanto perigoso como a direção optou por contar a história, e vou dizer mais a frente o porquê.

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Dois filmes “ok” não fazem um filme bom

Os dois longas são muito semelhantes, e apesar deles terem o cuidado de retratarem as mesmas cenas com diferentes pontos de vista e colocando diferentes interpretações, eu achei desnecessário a existência dos dois filmes. Acredito que uma única produção com os dois lados seria muito mais viável, até porque, por mais interessante que seja, no segundo filme nós já estamos meio de saco cheio.

A menina que matou os pais
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Em geral o filme não surpreende, o que pode parecer uma afirmação boba sendo que já sabemos o que ocorre no longa, mas é que ele entrega todo um conteúdo mais ou menos. Atuações que não são ruins nem boas, trilha sonora que não te prende mas também não é fora de hora, fotografia correta mas não memorável… Tudo no filme é ok, mas nada que você pense “Uau, eu gostaria de assistir esse filme de novo”, ainda mais quando já somos obrigados a assistir ele novamente…

E ai que fica minha maior crítica: É muito provável que algumas pessoas (se não várias) não se interessem em assistir os dois longas, já que eles não são tão interessantes assim, nesse caso, já que os filmes não apresentam o julgamento, pode ser que esses telespectadores acreditem na versão que os mesmos assistiram, o que é algo perigoso. Eu sei que a interpretação dos outros não é algo que uma produção cinematográfica possa controlar, mas tendo em vista que o crime é recente e os parentes dos elementos da trama ainda estão todos bem vivos e ativos, eu acho que seria um cuidado necessário em respeito aos inocentes que foram envolvidos no crime.

Afinal, vale a pena assistir?

A menina que matou os pais
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Apesar de não me arrepender de ter visto os dois filmes, não sei se o recomendaria para qualquer um, a menos que a pessoa esteja realmente interessada no caso. Se for apenas um fã de crimes reais, talvez a produção não prenda o telespectador.

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Lisa do BLACKPINK entra para o Guinness Book

Lalisa Lisa
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A integrante do BLACKPINK, Lisa, entrou para o Guinness 2022 com seu single Lalisa. Seu debut solo ocorreu em 10 de setembro e nas primeiras 24 horas o videoclipe somou 73,6 milhões de acessos! Assim, Lalisa colocou a artista no Billboard Hot 100 e no livro mundial de recordes.

O MV de Lalisa bateu o recorde de videoclipe mais visto em 24 horas no YouTube por um artista solo da história, que antes era de Taylor Swift com a música Me!, lançada em abril de 2019. A informação foi divulgada pelo Twitter do Guinness World Records. Além disso, o BLACKPINK também aparece na categoria mídia social, assim como no último ano bateu cinco recordes com a música How You Like That.

Lalisa alcançou o 84º lugar no Billboard Hot 100. Junto com isso, a estreia de outra integrante do grupo também teve destaque na Billboard, pois Rosé chegou ao 70º lugar com a música On the Ground. Ambas performaram na TV norte-americana para divulgar seus trabalhos.

A cantora Lisa nasceu na Tailândia, tendo se mudado para Coréia do Sul antes mesmo de se juntar ao grupo de k-pop. O grupo debutou em 2016 e desde então ganhou diversos prêmios, como: Golden Disc Award: canções do ano (2021,2019 e 2018), Teen Choice Award: melhor single de grupo (2019) e Mnet Asian Music Award: melhor grupo feminino (2020).

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Cho Tokimeki Sendenbu atinge marca de 20 milhões no TikTok

cho tokimeki sendenbu
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A palavra “suki” significa “Eu gosto de você” ou “Eu te amo” em japonês e aparece 114 vezes na letra da música do grupo Cho Tokimeki ♡ Sendenbu. Isso, junto com o gancho cativante e uma dança super fofa que envolve fazer um formato de coração com as mãos, lançou um novo boom no TikTok, onde as visualizações cumulativas de vídeos usando “Suki!” Ultrapassaram 20 milhões de visualizações.

A música também alcançou o primeiro lugar na parada semanal oficial do TikTok na Coreia do Sul na segunda semana de setembro, tornando Cho Tokimeki ♡ Sendenbu no topo das paradas e expandindo a popularidade do idol group para um público ainda maior, além da indústria japonesa.

Veja abaixo:

Em 29 de setembro, uma versão da música intitulada ‘Suki! ~ Cho ver ~ foi incluída no novo mini-álbum,‘ Suki Suki Suki Suki Suki Suki! ’Confira este lançamento para curtir seis músicas das seis meninas, cada um com sua maneira única de expressar” suki “!

cho tokimeki sendenbu
Capa Divulgação

Artista: Cho Tokimeki♡Sendenbu
Formato: Mini-álbum
Título: ‘Suki Suki Suki Suki Suki Suki!’
Data de lançamento: 29 de setembro, 2021

LINKS PARA OUVIR


Cho Tokimeki ♡ Sendenbu é um idol group de seis garotas produzido pela Stardust Promotion, a agência de talentos por trás de Momoiro Clover Z e Shiritsu Ebisu Chugaku. Elas se formaram em 11 de abril de 2015, como Tokimeki ♡ Sendenbu, e foram renomeados como Cho Tokimeki ♡ Sendenbu em 1º de abril de 2020. Sua filosofia é “Cantando novamente hoje através dos campos, através das montanhas, para promover algo alegre”, e sua frase de efeito é “Cravado em seu coração ♡”.

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Record of Ragnarok | Primeiro Gole

Records of Ragnarok
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Olá! Eu sou Jack e seja bem-vindo a mais um Primeiro Gole! O anime da vez será Record of Ragnarok, produzido pela Graphinica Studio, mesmo estúdio que fez Juuni Taisen. É um anime com foco em luta que foi publicado pela Netflix.

A Lei do Ragnarok

Record of Ragnarok, ou Shuumatsu no Valkyrie, conta a história do que seria o fim da humanidade. Assim, neste universo, os deuses das mais diversas religiões existem em conjunto e a cada mil anos, decidem se a humanidade será extinta ou não. Na atual reunião, é optado pela extinção total da raça humana. 

Entretanto, Brunhilde – a primeira das Valquírias – sugere o uso da Lei do Ragnorok, onde os deuses e humanos decidem o destino da raça humana através de lutas físicas. São treze lutas ao total, caso a humanidade perca 7 delas, será extinta, em caso de vitória, a raça humana consegue um milênio de existência.

Dentre os competidores, os mais diversos dos deuses e figuras históricas são convocados para a luta.

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Uma luta entre Deuses e Humanos

O enredo do anime é extremamente simples: cada 4 episódios aborda uma batalha, contando tanto os feitos do humano quanto do Deus que está lutando, além da luta propriamente dita. Entretanto, o maior problema de Records é algo que muitos animes de luta carregam: a animação.

Em um mangá, a luta pode ser feita com uma liberdade criativa incrível, além de ser bem mais dinâmica e intercalando bem com flashbacks e interações, entretanto, a forma com que a adaptação acaba abordando e dirigindo as lutas não é a melhor das escolhas. Muitas lutas são extremamente paradas, até mesmo na hora da ação e do “quebra pau”. 

Na luta de Zeus contra Adão, por exemplo, existe um segmento onde imagens estáticas passam de um lado para o outro, mostrando a plateia e os competidores. Embora seja uma direção feita para causar tensão, a forma com que a animação é entregue ao espectador deixa a desejar no quesito adaptação. Além disso, o design de personagens desse anime é uma faca de dois gumes, tendo deuses e humanos com características bem únicas e condizentes com suas contrapartes mitológicas ou históricas, respeitando e aprimorando isso para deixar interessante, enquanto alguns não geram tanto interesse assim. 

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Ainda, a trilha sonora do anime é muito boa, adaptando-se conforme a luta, mas destoando um pouco com o ritmo da animação. Em um geral, o conceito proposto pelo anime é bem interessante, porém, os quesitos mais técnicos acabam não sendo tão bons assim.

E para quem é esse anime?

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Records of Ragnarok é um anime que entrega boas lutas junto de conceitos interessantes, entretanto, se você gosta de enredos mais profundos e com camadas, ao menos essa temporada não é a melhor das opções. Se você gosta, no entanto, de uma boa luta, poderes únicos e personagens com carisma, Records of Ragnarok é uma boa pedida.

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The Dark Pictures Anthology: Man of Medan | Review

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Until Dawn é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos, não só isso, mas também é um dos meus comfort games (aquele que a gente tem que zerar quando precisa se sentir melhor). Por isso, quando eu soube que a equipe que fez o jogo estava trabalhando em um novo projeto chamado The Dark Pictures Anthology, eu não pude deixar de ficar ansiosa.

The Dark Pictures Anthology é uma série de games que vai retratar diferentes cenários, sendo todos eles do estilo Survivor horror e drama interativo, podendo ser jogado sozinho ou em modo cooperativo. Drama interativo é como chamamos essa nova série de jogos tipo “filme” onde somos apresentados a diferentes cenários em que devemos fazer escolhas, sendo essas escolhas determinando um final diferente para o jogo.

Em Man of Medan, primeiro jogo dessa nova série, somos apresentados a um grupo de amigos que aluga um barco a fim de fazerem um mergulho em uma área onde eles acreditam estar destroços históricos, e um mapa para um navio perdido há muito tempo. Porém, eles acabam sendo sequestrados por um grupo de desconhecidos que deseja achar o mesmo navio que eles, em sua busca, eles acabam encontrando a embarcação, o que eles não sabem é que há uma boa razão para ela ter sumido desde o início.

Em termos de gráficos, jogabilidade e programação o jogo é muito similar a Until Dawn. Podemos ver rostos de atores famosos nos personagens, e apesar deles terem aquele aspecto “brilhante” que não é tão similar a realidade que nem outros jogos do mesmo período, esse aspecto não incomoda em nada. Agora, em questão a roteiro, Man of Medan peca em diferentes aspectos. Apesar de não poder ser considerado um jogo ruim, ou até mesmo ter “furos” ele é… chato.

A premissa inicial do jogo é incrível, e nos envolve nos primeiros momentos, no entanto, o jogo acaba se perdendo em um dos pecados mais simples de uma história: não criamos laços com as personagens, e por consequência, não nos importamos com o que acontece com as mesmas.

A falta de carisma das personagens deixa o roteiro (que não é lá muito forte) chato, entediante e arrastado. O jogo não é longo, mas apesar de sua curta duração, nós só queremos que ele acabe logo tendo em vista que nada parece nos interessar muito depois de certo tempo.

Os aspectos técnicos são muito bons, mas os erros de escrita fazem com que o jogo, que eu tinha altas expectativas, não se torne algo esquecível, mas sim uma má experiência em si.

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Shenmue ganha trailer com muita emoção; confira

Shenmue The Animation Capa
Imagem Divulgação: Crunchyroll

A Crunchyroll divulgou nesta semana o trailer de sua mais nova produção. Trata-se da animação do jogo Shenmue. O projeto tem como lançamento previsto para 2022, com 13 episódios, inicialmente. A produção é uma parceria entre a empresa de streaming com o Adult Swim, do Cartoon Network.

Desde 2019, as duas empresas têm se aproximado bastante. Assim, Shenmue será mais uma produção a ingressar na programação do bloco, seguindo exemplo mais recentes como Fena e Blade Runner: Black Lotus. A adaptação entrará na grade de horários da Toonami junto com esses e outros animes populares.

Dá só uma conferida nas primeiras cenas da animação:

Para o alívio dos fãs, Shenmue: The Animation contará com a participação direta do criador e produtor do game, Yu Suzuki. Enquanto isso, Sakurai Chikara dirigirá a animação – o diretor é mais conhecido pelo trabalho com a segunda temporada de One-Punch Man.

Shenmue

Shenmue Thumb
Imagem Divulgação

Lançado primeiramente em 1999, podemos dizer que o game Shenmue estava um pouco mais a frente de seu tempo. Com funções que proporcionavam mais liberdade ao jogador em um universo tridimensional, o jogo trouxe elementos que foram inovadores para a indústria na época.

A trama de Shenmue gira em torno de Ryo Hazuki, um jovem que presencia a morte de seu pai dentro do dojo da família. O assassino por trás do crime, também, leva consigo um artefato, o Espelho do Dragão. Contudo, o algoz terá que encontrar outro espelho para completar sua ambição. Para vingar seu pai e deter o assassino, Ryo inicia sua jornada ao mesmo tempo que busca por uma misteriosa garota que constantemente se apresenta em seus sonhos.

Shenmue foi, sem dúvidas, elemento de inspiração para muitos jogos de mundo aberto que viriam anos depois, como Yakuza e GTA, por exemplo. Além disso, o jogo teve uma sequência que fez um grande sucesso e recebeu tanto reconhecimento quanto seu predecessor. Quase duas décadas depois, um terceiro jogo foi lançado e recebeu muitas críticas pela falta de inovação e variedade de gameplay comparada ao seu predecessor de quase 20 anos antes.

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Kaguya-sama vai entrar em seu arco final

Kaguya-sama: Love is War capa
Imagem Divulgação: Shueisha

Enfim, a guerra se aproxima de uma trégua. Na última edição da revista Young Jump, Kaguya-sama: Love Is War veio acompanhado do anúncio sobre a obra estar entrando em seus capítulos finais.

A obra de Aka Akasaka ainda terá uma pausa nesse meio tempo. A princípio, o mangá retorna no dia 21 de outubro. Assim que retornar, a história vai, de fato, se encaminhar para seu grande desfecho. Inclusive, não é a primeira vez que o mangá entra em hiato. Recentemente, nesse ano, a autora já deu um tempinho na publicação para se dedicar melhor ao desenvolvimento da trama.

Kaguya-sama: Love is War

Kaguya-sama - Love is War
Imagem Divulgação: Shueisha

Aquele que se apaixonar e confessar seu amor primeiro, perde. Uma batalha fria toma conta da rotina do conselho estudantil na famosa Academia Shuchiin. Em um colégio de famílias poderosas e influentes na sociedade, o presidente do conselho Shirogane e a vice-presidente Kaguya são exemplos para os outros alunos. Com destaque em praticamente tudo o que fazem, o modelo de alunos perfeitos disfarça a paixão que existe entre os dois. Assim, orgulhosos – e tímidos – demais para confessarem seu amor, a solução para ambos é simples: um fará o outro se confessar primeiro, não importa os esforços necessários.

Kaguya-sama é um mangá seinen que estreou em 2015 pela Miracle Jump. No entanto, desde 2017 a obra está sendo publicada pela Young Jump, revista da editora Shueisha. Até o momento já possui 23 volumes impressos no Japão, e este ano foi trazido para o Brasil pela Editora Panini.

O mangá ganhou a adaptação para anime em 2019, que conta com 24 episódios divididos em 2 temporadas. Para o ano que vem, já temos a confirmação de uma terceira temporada, ainda sem previsão de estreia. Você confere os episódios da primeira temporada pela Crunchyroll e de ambas as temporadas pela Funimation.

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