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ENDER LILIES: Quietus of the Knights | Primeiro Gole

ender lilies
Imagem Divulgação

O jogo da vez é ENDER LILIES: Quietus of the Knights, um metroidvania de fantasia publicado pela Binary Haze Interactive, ainda em Early Access (Acesso Antecipado) e disponível para PC (Steam).

Combinando mecânicas clássicas e progressão muito bem conhecidas pelos jogadores ávidos pelo gênero, o jogo não traz grandes inovações, mas sim, é extremamente sólido no que apresenta, focando em um combate estratégico e elementos narrativos sem grandes pretensões; o jogo te mostra o básico para sua imersão, sem páginas e páginas de documentos.

Agora, prepare o caneco, dê uma golada no suco e vamos entender um pouco dos principais aspectos que me chamou a atenção para o jogo! 

O Despertar de Lily

O jogo começa com você (como Lily), acordando em uma igreja e com perda de memórias – principalmente das recentes. Acompanhada do Cavaleiro Negro, o primeiro de outros espíritos que nos acompanham, passamos por fases ocupadas por mortos-vivos e criaturas monstruosas horripilantes; é com nosso poder de purificação que seguimos em frente e libertamos os habitantes da praga nefasta.

Particularmente, passei por três chefes e que, tirando o primeiro, são extremamente desafiadores – até chego a arriscar um feels souls like por aqui. Em nossa jornada, upamos de nível, angariamos habilidades e ficamos mais fortes, porém, tudo parece ser escasso, assim como o mundo devastado mostrado…

Vale lembrar que Lily é uma garota indefesa e quem faz o ataque são os espíritos que se juntam ao nosso time, uma mecânica que me lembrou um pouco Castlevania: Aria of Sorrow. O combate é focado no cuidado e estratégia, sendo que poucos golpes acabam tirando todo seu HP. Como de praxe do gênero, evite agir impulsivamente...

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A Musicalidade

Vale destacar o trabalho de Mili, compositor veterano do universo dos animes (Ghost in the Shell, Goblin Slayer) e games rítmicos como Cytus e Deemo, que proporcionou uma maior imersão do jogador com suas melodias em ENDER LILIES. Junto dele, e não menos importantes, os efeitos sonoros são de Keiichi Sugiyama, que já trabalhou com franquias como Skies of Arcadia e Rez.

Mesmo ainda incompleto, é um fácil candidato a estar num mesmo patamar junto a obras como Child of Light e Ori and the Blind Forest; a polidez dos compositores e técnicos trazem o requinte atmosférico que o jogo busca.

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Potencial e Proposta

Encante-se! ENDER LILIES é muito bonito visualmente, e todas as fases parecem ter sido feitas a mão, com ilustrações fantasiosas e sombrias – com um quê de mangá e estética japonesa, algo próximo de um Yoshitaka Amano.

Tudo parece combinar e culmina em um jogo que possui potencial enorme para encantar seus jogadores com sua história em busca de respostas – e memórias. O que de fato Lily faz por ali? Já tenho minhas (algumas) teorias, mas deixarei para um REVIEW futuro e para quando finalizar de fato o jogo. Vale o GOLE e o Acesso Antecipado! 

ATENÇÃO: ENDER LILIES: Quietus of the Knights ainda se encontra no período de Acesso Antecipado (Early Access) da Steam e modificações virão nos próximos meses.

  • Apesar do idioma Português Brasileiro estar disponível, pode haver diálogos ainda não traduzidos. Para um melhor aproveitamento, recomendamos jogar em Inglês (ou Japonês) por enquanto.
  • As batalhas contra chefes podem ocasionar bugs e crashes; vale lembrar que serão consertados durante o período do Acesso Antecipado.
  • Trilha sonora, mixagem de áudio, efeitos sonoros, Interface de Usuário, ícones, podem mudar até o lançamento oficial do jogo.

ADQUIRA O ACESSO ANTECIPADO NA STEAM

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Demon Slayer | Filme foi confirmado como elegível ao Oscar

demon slayer mugen train

Um passo mais perto do ouro! Na quinta-feira (25) a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas confirmou a lista de animações que são elegíveis para o Oscar, dentre elas está Demon Slayer: Mugen Train. De uma lista com 27 animações, apenas 6 ainda estão concorrendo a uma indicação ao Oscar. Desses 6 filmes, somente 5 serão oficialmente indicados ao grande prêmio.

As animações que podem ser indicadas são:

O anúncio dos 5 filmes que irão oficialmente concorrer ao Oscar de Melhor Filme de Animação será feito no dia 15 de março.

De acordo com o colunista do The Hollywood Reporter, Scott Feinberg, Tesourinha e a Bruxa é uma forte ameaça para os demais filmes. Sendo este um filme do Studio Ghibli, não é surpresa que seja um grande candidato a ganhar o prêmio.

A 93ª Edição do Oscar vai acontecer no dia 25 de abril a partir das 21h pelo horário de Brasília.

Demon Slayer The Movie: Mugen Train

Filme foi dirigido por Haruo Sotozaki e adaptado do mangá de Koyoharu Gotouge.

Retrata o arco “Trem Fantasma” do mangá e é uma continuação direta do do último episódio lançado até o momento no anime.

Tesourinha e a Bruxa

Dirigido por Goro Miyazaki, filho do aclamado Hayao Miyazaki (A Viagem de Chihiro, O Castelo Animado) e produzido pelo estúdio Ghibli

Sinopse: Nem todos os órfãos gostam de viver no orfanato de St. Morwald, mas Earwig adora. Ela tem tudo de que precisa para ser uma menina feliz desde o primeiro dia em que as portas do centro foram abertas para ela. No entanto, tudo muda no dia em que Bella Yaga e o Mandrake visitam St. Morwald disfarçados de pais adotivos. Earwig se muda para sua casa, uma casa enorme cheia de cômodos invisíveis, poções e livros de feitiços, com magia em cada canto. Embora muitas crianças tenham fugido para lá sem pensar duas vezes, Earwig decide investigar. Usando sua própria inteligência (e alguma ajuda de um gato falante), ele decide mostrar a todos quem manda na casa.

Lupin III: O Primeiro

Dirigido por Takashi Yamazaki e baseado no mangá de Monkey Punch.

Sinopse: O famoso Lupin III deseja roubar o cobiçado Diário de Bresson. Na companhia dos amigos de sempre e de uma desconhecida apaixonada por arqueologia, ele precisará correr para não deixar o artefato cair em mãos erradas.

ON-GAKU: Our Sound 

Dirigido por Kenji Iwaisawa e baseado no mangá de Hiroyuki Ohashi.

Sinopse: Um grupo de jovens delinquentes decide começar uma banda de rock, apesar de nunca terem tocado nenhum instrumento.

Ride Your Wave

Dirigido por Masaaki Yuasa.

Sinopse: A história de amor segue Hinako, uma estudante universitária que se muda para uma cidade costeira. Ela adora surfar, e quando está nas ondas ela é destemida, mas em terra ela tem dificuldade em surfar as ondas da vida. Quando um incêndio causa estragos na cidade, Hinako encontra um bombeiro chamado Minato. Minato pode lidar com quase todas as tarefas em terra, mas é um iniciante no surf. Enquanto eles surfam e passam mais tempo juntos, Hinako se sente atraída por alguém como Minato, que se dedica a ajudar outras pessoas, e os dois começam um relacionamento. No entanto, Minato perde a vida em um acidente no mar. Desanimada, Hinako canta uma música sobre suas memórias juntos, e Minato aparece novamente da água.

 

Olhos de Gato 

Dirigido Junichi Sato e Tomotaka Shibayama.

Sinopse: O filme conta uma história de fantasia romântica ambientada na cidade de Tokoname, na província de Aichi. A protagonista é uma estudante excêntrica do segundo ano do ensino médio Miyo Sasaki, apelidada de “Muge” (Mugendai Nazo Ningen / Pessoa de Mistério Infinito). Ela tentou confessar seu amor ao colega de classe Kento Hinode, mas foi completamente ignorada. A única maneira de estar perto dele é se tornando um gato. Embora ela possa estar com ele apenas quando se transforma em gato, a linha entre ela mesma como humana e ela mesma como gato gradualmente se torna turva.

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Universes Beyond: Senhor dos Anéis e Warhammer 40.000 no Magic: The Gathering

Magic: The Gathering é um repleto universo, cheio de planos e características únicas. Mas recentemente tivemos em Ikoria: Terra dos Colossos a presença dos kaijuus e do Godzilla, em formas alternativas a cartas da coleção. Além disso em um produto especial a franquia The Walking Dead balançou os fãs dos colecionáveis da série e o formato Legado (Legacy).

Mas claro que não poderia de deixar o cross-over com My Little Pony numa campanha chamada Magic Extra Life levantando fundos para o Seattle Children’s Hospital. Mostrando que outros universos conhecidos podem fazer parte do multiverso, a Wizards of the Coast anunciou a série Universes Beyond.

Combinando o gameplay de Magic: The Gathering com universos conhecidos, dentre eles: Senhor dos Anéis e Warhammer 40.000. A ideia é expandir todas as mídias relacionadas como quadrinhos, livros e jogos.

Contudo Universes Beyond não será uma expansão como os jogadores de Magic estão acostumados. Ela terá como base o recente produto da empresa o Secret Lair, trazendo um visual e design próprio.

Com restrições de uso como o formato Padrão (Standard), Universes Beyond não interfere com os lançamentos previstos, como o anunciado Adventures in the Forgotten Realms. Esse será o primeiro set ambientado em um universo fora do Magic, Dungeons & Dragons mas conhecido por uma grande parte dos jogadores. Quais franquias você gostaria de ver no MTG?

Não conhece Magic? Baixe gratuitamente o Arena e comece sua jornada!

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Grupos e artistas de K-pop estão fora do catálogo do Spotify; Entenda o que aconteceu

Os fãs de K-pop ao redor do mundo foram a loucura assim que o dia 1º de Março começou na Coreia do Sul. Artistas e grupos populares como IU, Hyuna, Seventeen, Monsta x e Mamamoo, foram removidos do Spotify. E esses são apenas alguns exemplos, pois a lista é longa e resulta em milhões de streams perdidos. Apenas os artistas que distribuem suas próprias músicas, não foram afetados.

Em resposta ao ocorrido, um porta-voz da plataforma de streaming Spotify lançou um comunicado oficial explicando o porquê do sumiço das músicas no catálogo:

Devido ao vencimento do contrato com o Kakao M, no dia 1º de Março de 2021, nós não estamos mais autorizados a providenciar o catálogo para os fãs e ouvintes ao redor do mundo.

Temos feito esforços em todas as direções, no último ano e meio, para renovar o acordo de licença global, para assim continuarmos disponibilizando as músicas dos artistas distribuídos pela Kakao M, para todos os fãs ao redor do mundo, assim como nossos 345 milhões de usuários em 170 regiões diferentes. Porém, apesar disso, fomos incapazes de alcançar um acordo sobre a renovação de nossa licença global.

O porta-voz da plataforma também foi objetivo ao afirmar que “A questão do nosso acordo de licença global não está relacionada ao lançamento do nosso serviço na Coreia do Sul“, já que muitos fãs estavam especulando sobre a competição direta entre o recém chegado à Coreia do Sul, Spotify, com o serviço de streaming do próprio Kakao M, a plataforma de streaming Melon, que distribui músicas ao país e está restrita em vários países ao redor do mundo, incluindo o Brasil.

A empresa Kakao M, também fez um comunicado oficial sobre o caso:

Não relacionado ao nosso acordo de licenciamento global preexistente com o Spotify, a Kakao M vem negociando separadamente com o Spotify em relação a um contrato doméstico para o fornecimento de música. Sem relação com o contrato doméstico, do qual ainda estamos negociando, recebemos uma notificação separada da expiração da nossa licença no dia 28 de fevereiro e solicitamos a renovação de nosso contrato global existente.

A INTERNET REAGE:

De acordo com o EXTRA, até às 17h do dia 28 de fevereiro, o Spotify configurou essa situação como o mais comentado no Twitter Brasil, com mais de 1,59 milhões de menções. Além dos fãs de K-pop, Tablo, do Epik High, também reagiu, dizendo em post no twitter:

Aparentemente, um desentendimento entre nosso distribuidor Kakao M e Spotify, fez nosso novo álbum do Epik High indisponível globalmente contra a nossa vontade. Independente de quem é a culpa, por que os artistas e os fãs são sempre os que sofrem quando as empresas colocam a ganância acima da arte?

Você usa o Spotify para ouvir K-pop? Então confira abaixo a lista de alguns grupos e artistas solos que foram removidos do catálogo:

  • Monsta X
  • Seventeen
  • Hyuna
  • IU
  • Mamamoo
  • Nu’est
  • Epik High
  • GFriend
  • CL
  • ZICO
  • Block B
  • Apink
  • The Boyz
  • MOMOLAND
  • BTOB
  • 4Minute
  • ASTRO
  • Jessi
  • WJSN
  • AOA
  • KARD
  • CNBlue
  • Pentagon
  • Lovelyz
  • VIXX
  • Infinite
  • Dreamcatcher
  • LOONA
  • ONEUS
  • Cravity
  • Sunmi
  • (G)I-dle
  • Hwasa
  • Sistar
  • Rain
  • April
  • CLC
  • Sistar
  • Hyolyn
  • Gugudan
  • CLC
  • Golden Child
  • VICTON
  • SF9
  • E muitos outros.
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Os 7 de Chicago | Review

Os-7-de-Chicago

Os 7 de Chicago foram um grupo de ativistas acusados de organizar conflitos em meio aos protestos contra a guerra do Vietnã. Contudo, originalmente o nome era “Chicago Eight”, com Bobby Seale, porém sua acusação foi retirada no meio do processo, originando assim o nome que intitulou a aula que foi esse filme da Netflix.

Os 7 de Chicago sai de um filme e se torna um documentário dramático entre ativistas acusados por inúmeros acontecimentos contra um tribunal um tanto parcial sobre o assunto, ao qual se esconde no manto da “justiça” e justifica seus ato como “legais”, fazendo desse processo um acervo histórico que ensina o quanto o sistema judicial pode ser falho e o porque a voz do povo deve ser sempre acima de qualquer órgão jurídico.

Antes de mais nada deve-se destacar que esse filme se coloca em um subgênero que afasta muitas pessoas: os filmes de tribunal têm em sua essência o diálogo. Praticamente noventa e nove por cento do filme é amarrado em conversas longas, mesmo assim todo mundo lembra daquela cena onde o personagem dá uma porrada na mesa, ou o tribunal está na gritaria, e no momento do plot todo o diálogo “faz sentido”. A verdade é que muitos não gostam de filmes assim porque não têm ação, pouco movimentado e para muitos rotulado injustamente de chatos, simplesmente porque não têm paciência, uma pena, pois está perdendo um dos melhores subgêneros do cinema.

Infelizmente esse filme sofre com a trama de filme de tribunal em alguns momentos, o excesso de diálogos é necessário e acontece o cansaço de assisti-lo. Graças ao grande trabalho de direção e edição, o filme consegue te prender pelo jogo de cenas e diálogos que amarram todo processo que viveram os ativistas acusados, brincando com o jogo de palavras que retorcia a verdade, enquanto uma coisa era dita em tribunal, o acontecimento era outra coisa fora de contexto.

Enfeitado por metáforas que explodem sua cabeça do quão parelho a realidade é o exemplo de um sistema judicial questionável (para não falar coisa pior), normalmente relacionado a guerra ou até a burguesia, os sete ativistas representavam vários tipos de ideologias que circundavam o momento de guerra dos anos 60, raramente passava por alguma mudança drástica, mesmo que todos do mesmo lado buscavam o mesmo objetivo, todos pensavam de forma diferentes, alguns defendiam o confronto com a polícia, outro acreditava na base do diálogos e outros só tomavam posse de parques públicos. Parece até muita coisa, mas na mão do diretor e roteirista Aaron Sorkin, responsável pelo filme A Rede Social e a cinebiografia Steve Jobs, essa grande produção teve seu equilíbrio entre drama e humor de forma impecável.

Para os amantes de filmes assim, não é só um prato cheio como te envolve em um drama de encher o coração de ódio e destruição, a cada esperança que se mostrava no julgamento era ceifada da forma mais injusta possível, todas elas argumentadas pelo juiz Julius Hoff (Frank Langella), que na época, após todo o julgamento polêmico foi afastado por ser incapaz de exercer tal posto. Porém a a atuação de Langella se sobrepôs a trama pelo momento que foi o julgamento dos sete de Chicago, todo o discurso dos advogados, os ativistas ali como possíveis culpados, os dois hippies como um breve alívio cômico estavam compondo todo o sistema judiciário que era encoberto pelo grande papel que exerceu Langella. Impossível não amá-lo depois de odiar o personagem por quase duas horas, afinal não estamos falando de ficção, essa parcialidade vindo de alguém que não devia escolher um lado no momento do tribunal chega a ser revoltante, elevando a carga dramática da trama.

Faça uma exceção a filmes de tribunal, sabemos que é só diálogo, mas não gostar de filmes assim porque acha muito parado, é só mera desculpa para não querer assistir esta obra maravilhosa, Os 7 de Chicago é a carga dramática de um momento histórico e vivido pelos Estados Unidos, o ativismo solidário às vítimas de uma guerra que só derramou sangue do povo estadunidense e vietnamitas e toda repressão policial contra movimentos de minorias que foram colocados como vandalismo e vagabundagem, tudo isso mostrado no que pode ter sido um dos maiores tribunais na década de 60 e que moldou muitas mentes jovens da época.

ASSISTA AGORA NA NETFLIX

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Rent A Girlfriend | Segunda temporada é anunciada para 2022!

rent a girlfriend

Durante um evento especialmente realizado para trazer novidades sobre o anime de Rent-A-Girlfriend, foi anunciado que a segunda temporada estreia em 2022! A informação foi postada no twitter oficial do anime:

A primeira temporada do anime está disponível no serviço de streaming da Crunchyroll. O mangá, de Reiji Miyajima está em publicação no Japão desde 2017 e está em andamento com 19 volumes.

Sinopse: Kinoshita Kazuya é um estudante fracassado de 20 anos. Ele só beijou sua namorada uma única vez, e levou um fora depois de um mês. “Nossa, nunca mais quero passar por isso de novo.” Cheio de rancor, Kazuya decide apelar para um app de aluguel de namoradas para conseguir um encontro. Ele arranja um encontro e encontra Mizuhara Chizuru, que coloca seu longo cabelo preto atrás da orelha e o cumprimenta com um sorriso. Desse encontro de aluguel, pode surgir algo real! Uma comédia romântica sem eira nem beira, cheia de amor e reviravoltas!

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Anime baseado em Exterminador do Futuro será produzido pela Netflix

Nesta sexta-feira (26) a Netflix anunciou que irá produzir um anime da clássica franquia de ficção científica, O Exterminador do Futuro. A plataforma de streaming fará uma parceria com a produtora Skydance e o estúdio de anime Production I.G, onde Mattson Tomlin (The Batman) será o showrunner e produtor executivo.

Mitsuhisa Ishikawa, presidente da Production I.G se pronunciou sobre o assunto:

Eu perguntei ao meu velho amigo e colega, Mamoru Oshii, o que ele pensava sobre a ideia de transformar O Exterminador em uma série de anime. Sua resposta foi ‘Ishikawa, você ficou louco?’ Naquele instante tive certeza de que deveríamos embarcar nesse projeto. Como grandes fãs, nossa equipe da Production I.G está criando essa série com todo coração e alma. Esperamos que os fãs gostem!

O anime ainda não possui previsão de estreia.

O Exterminador do Futuro (Terminator) é um filme de ficção científica lançado originalmente em 1984, estrelado por Arnold Schwarzenegger. O longa fez tanto sucesso que rendeu mais dois filmes sequenciais, e outros três que foram lançados entre 2009 e 2019. Os dois últimos filmes da franquia foram produzidos pela Skydance, produtora que será responsável pelo novo anime. 

Sinopse: Num futuro próximo, a guerra entre humanos e máquinas foi deflagrada. Com a tecnologia a seu dispor, um plano inusitado é arquitetado pelas máquinas ao enviar para o passado um androide com a missão de matar a mãe daquele que viria a se transformar num líder e seu pior inimigo. Contudo, os humanos também conseguem enviar um representante para proteger a mulher e tentar garantir o futuro da humanidade.

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Little Nightmares 2 | Review

little nightmares 2
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Jogos de plataforma e jogos de horror tem um lugar especial no meu coração já um bom tempo, a ponto de serem meus dois “tipos” favoritos, entretanto, não é sempre que esses dois gêneros conseguem ser misturados de maneira harmoniosa a fazerem algo que valha a pena ser jogado. O lançamento de Limbo há alguns anos atrás trouxe a tona as possibilidades dessa mistura, com uma pegada “infantil” onde os elementos de terror contratavam com o design mais “fofo” da produção.

Depois do lançamento de Limbo tivemos outros títulos que começaram a se destacar, principalmente de estudos independentes, mas foi Little Nightmares, em 2017, que realmente deu um grande salto no gênero.

Quando o título foi lançado, havia algo nele que não em cativou. Depois de algumas tentativas frustradas do jogo, eu acabei desistindo por uma falta de apego a trama. Há dois anos, em 2019, eu resolvi dar mais uma chance a produção, e dessa vez fui agraciada com uma experiência fantástica e absolutamente imersiva que conseguiu um espaço entre meus títulos favoritos da última década.

O que é Little Nightmares?

Seguindo o formato de plataforma com gráficos 3D e elementos de aventura e terror. A jogabilidade é constituída de puzzles que variam entre o avanço das próprias plataformas, até pequenos mistérios que se amarram a uma trama sombria e surreal.

O jogo desenvolvido pela Tarsier Studios não é muito longo, mas possuiu três DLC que expandiram seu universo e deram “respostas” ao enredo que não se preocupa muito em esclarecer o jogador sobre o que está se passando. A atmosfera surrealista e fantástica do jogo é um dos seus principais charmes, que dá espaço para diferentes interpretações.

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Trama, Personagens e Continuação

Antes de continuar já devo avisar que a partir desse ponto haverá spoilers do primeiro jogo da franquia, assim como de sua continuação.

Little Nightmares é sobre uma garota, Six, que acorda em um navio onde ela deseja desesperadamente escapar. Entretanto, nesse ambiente, ela é surpreendida por criaturas gigantescas e deformadas que tem como objetivo capturá-la e devorá-la. No primeiro jogo ainda somos apresentados a outro personagem (ou personagens) que são os Gnomes (gnomos), pequenas criaturinhas que no primeiro momento tem medo da Six, mas após um contato afetivo acabam servindo como ajudantes em sua escapada.

O vilão principal de Little Nightmares I consiste na Dama (The Lady) uma figura que se distingue dos outros inimigos por ser esguia e possuir uma aparência mais “agradável”. Durante o jogo descobrimos que Six está sofrendo de uma terrível fome que não pode ser saciada por nenhum tipo de alimento, e ao que parece, essa fome é devida ao fato dele ser um ser sobrenatural filha da “Dama” onde seus poderes consistem na absorção de energia/fonte vital de outros seres vivos para se manter jovem para sempre. O jogo acaba com a Six eliminando a Dama e absorvendo seus poderes, escapando do Navio para um futuro desconhecido.

Nas DLC do primeiro jogo (três no total) somos um outro personagem que irá viver uma trama que acontece ao mesmo tempo que a do jogo original. Nessas DLC somos um menino que, assim como Six, tenta fugir do navio. Durante essa história descobrimos mais a respeito dos inimigos, assim como dos Gnomes, e o porquê eles têm tanto medo da Six (no final somos transformados em um e devorados pela garota).

O segundo jogo da franquia, Little Nightmares 2, conta o “prólogo” do jogo original, onde assumimos o papel de Mono, um jovem que encontra Six perdida e tenta desesperadamente ajudá-la enquanto ambos fogem de outros inimigos. Diferente do primeiro jogo, nessa sequência estamos em diversos ambientes diferentes como uma fazenda, uma escola, um hospital, uma cidade e uma dimensão paralela. O único elemento em comum entre todos esses ambientes é a constante presença de aparelhos de televisão que captam a atenção de “adultos” e do próprio Mono, como se o atraíssem para uma armadilha.

little nightmares 2
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Jogabilidade e elementos

Enquanto o primeiro jogo aposta em elementos puzzle e de plataforma, o segundo jogo se arrisca mais no gênero de horror, com cenas extensas de “furtividade” onde temos que passar despercebidos pelos inimigos. Também há um número maior de cenas de “combate”, mas a sequência em si é muito mais sombria comparada ao primeiro título. Ambos os jogos possuem mais ou menos a mesma durabilidade (cerca de quatro horas) e são divididos em capítulos, sendo que no primeiro jogo temos capítulos mais lentos no início e um fim mais emocionante, enquanto na sequência os primeiros capítulos são os que estão recheados de ação, enquanto o último volta as origens com os elementos de quebra-cabeça e plataforma.

A jogabilidade é concisa e muito bem feita, com mecanismos fáceis e intuitivos, não deixando nenhum espaço para qualquer tipo de reclamação. Quanto aos outros elementos do jogo, como os gráficos e trilha sonora, todos eles também são de excelente qualidade, deixando bem claro porque a Bandai optou por adquirir os direitos autorais da franquia e publicar o jogo, os desenvolvedores não pouparam esforços em fazer Little Nightmares, e conseguiram entregar um tesouro.

Além disso, tanto o primeiro quanto o segundo jogos contam com colecionáveis que garantem cenas extras e momentos diferenciados para o jogador, um pequeno prêmio para aqueles que forem fãs de explorar cada canto das telas.

little nightmares 2
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Teorias, Interpretações e Explicações

Uma das coisas mais incríveis de The Little Nightmares é o clima surreal que dá aos jogadores as possibilidades de criar teorias ou até mesmo ter diferentes interpretações. Com uma rápida busca no google você rapidamente irá encontrar diversos textos tentando “explicar” ambos os jogos, falando sobre as pistas que nos são dadas, e o que podemos “tirar” do título. Eu consigo ver elementos claros de críticas sociais em ambos os games, seja no primeiro ao consumo, quanto no segundo a mídia, mas como autora, eu vejo mais como um conjunto de elementos que os criadores elaboraram a fim de dar aos jogadores a possibilidade de tirar suas próprias conclusões baseadas em suas experiências prévias. Me faz lembrar os filmes de Romero onde a crítica ao consumo desenfreado é pano de fundo para um filme de ação e horror com zumbis comedores de cérebro.

Sendo assim, NA MINHA OPINIÃO (e que fique claro que aqui são apenas meus pensamentos com as experiências que eu possuo) Little Nightmares 2 é sobre o impacto da mídia na população, principalmente em adultos, falando sobre alienação, roubo de identidade e perda de personalidade. A ideia de ter como protagonistas crianças remete a questão da inocência e pureza antes do estabelecimento de princípios moldados pela sociedade. E se eu fosse fazer um cruzamento mais ambicioso, eu poderia comparar o primeiro jogo ao livro A Revolução dos Bichos, enquanto o segundo me lembra 1964, ambos do gênio George Orwell.

É claro que ainda há muito o que se dizer sobre os vilões, os ambientes, as passagens temporais e os portais, mas nesse sentido sinto que minhas opiniões são muito similares aos de qualquer outro na internet, então você pode encontrar as respostas rapidamente no google.

Little Nightmares 2 é uma continuação deliciosa e cruel para seu antecessor, entregando um trabalho excelente que faz jus ao primeiro título da série, e nos faz querer saber mais sobre esse universo fantástico que foi criado. Entretanto, com a trama bem fechadinha, me pergunto se há – ou não – a necessidade de uma continuação sendo que o trabalho entregue já foi muito bom.

Little Nightmares 2 pode ser encontrado nas principais lojas do país pelo valor sugerido de R$ 179,90 (versões físicas de PlayStation 4 ou Xbox One). Para mais informações sobre Little Nightmares 2 e outros títulos da BANDAI NAMCO Entertainment America Inc., acesse o SITE OFICIAL.

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