Lançado no dia 23 de abril no Japão, o live-action Rurouni Kenshin Final Chapter: The Final já vendeu mais de 10 milhões de ingressos. Mesmo que a obra tenha terminado antes mesmo dos anos 2000, Samurai X ainda é um grande sucesso. Assim, após 20 anos do último episódio lançado, a franquia ainda tem força para lançar filmes que lotam as salas de cinema.
Rurouni Kenshin: The Final é o primeiro dos dois live-actions previstos para esse ano, e em apenas 3 dias em exibição já arrecadou mais de 745 milhões de ienes (6.9 milhões de dólares, e 37 milhões de reais, aproximadamente). O filme é baseado no arco Jinchuu do mangá, onde mostra o conflito de Kenshin com Enishi, um temido negociante de armas. No entanto, mesmo que o enredo seja baseado no mangá, o live-action terá roteiro original, com cenas inéditas.
Rurouni Kenshin Final Chapter: The Final – Trailer
O segundo live-action de Samurai X, Rurouni Kenshin Final Chapter: The Beginning, será lançado no dia 4 de junho no Japão. O filme contará a história de como Kenshin conseguiu sua icônica cicatriz em forma de “X”. Inicialmente os filmes estavam programados para serem lançados dia 3 de julho e 7 de agosto, mas foram adiados devido a pandemia da COVID-19.
O elenco do filme continuará praticamente igual aos live-actions anteriores, sendo:
Takeru Satoh como Kenshin Himura
Emi Takei como Kaoru Kamiya
Munetaka Aoki como Sanosuke Sagara
Yuu Aoi como Megumi Takani
Yosuke Eguchi como Hajime Saitou
Yusuke Iseya como Aoshi Shinomori
Tao Tsuchiya como Misao Makimachi
A novidade do elenco é Riku Ounishi que substituirá Kaito Ouyagi como Ahiko Myojin. Mackenyu Arata irá interpretar Einishi Yukishiro. A direção será conduzida novamente por Keishi Otomo. Além disso, temos o retorno da banda One Ok Rock na trilha sonora do filme.
Samurai X é originalmente um mangá escrito de 1994 até 1999 por Nobuhiro Watsuki, lançado na Weekly Shonen Jump. Ganhou uma adaptação para anime em 1996, que acabou em 1998. Aqui no Brasil o anime foi exibido pela Rede Globo e pela Cartoon Network. O mangá foi comercializado pela Editora JBC e pode ser encontrado naAmazon.
A atriz sul-coreana Youn Yuh-Jung que interpretou Soonja em Minari, é mais uma vez símbolo de representatividade oriental e feminina em uma premiação do cinema! Youn levou, neste Domingo, o prêmio de “Melhor Atriz Coadjuvante” no Oscar 2021!
Ainda no início do mês de Abril, a atriz já havia ganhado um prêmio no SAG 2021 e um no BAFTA 2021, na mesma categoria. A simpática senhora que conquistou o coração de todos, está fazendo história mais uma vez nas premiações do cinema, ao ser a segunda mulher asiática, e a primeira coreana a ganhar um prêmio no Oscar!
Em discurso bem humorado que arrancou risadas, o que já é característico da atriz, Youn recebeu o prêmio de Brad Pitt, brincando já inicialmente com a ausência do astro, que foi produtor de Minari, no Set, dizendo: “Oh, é o Brad Pitt! Finalmente! É uma honra conhecê-lo!“
“Como vocês sabem, eu sou da Coreia. Na verdade, meu nome é Yuh-Jung Youn. A maioria dos europeus me chamam de Yuh Youn e alguns deles me chamam de Yuh-Jung. Mas esta noite, todos vocês estão perdoados”, disse, e em meio a seu discurso surpreso, a atriz completou: “Não acredito que estou aqui. Ok. Deixe eu me recompor!“
Saudando aos outros nomeados da categoria, à academia e ao elenco de Minari, chamando-os de “Família”, a atriz pontuou que sem o diretor Lee Isaac Chung, ela não estaria ali, agradecendo-o em seguida. Youn disse também não acreditar em competição, elogiando a atriz Glenn Close: “Como eu posso ter ganhado de Glenn Close? Eu a amo!“
“Todos os indicados, os cinco indicados, nós somos vencedores de diferentes filmes. Nós atuamos em papéis diferentes – Então nós não podemos competir uns contra os outros. Nesta noite, eu estou aqui, eu eu tenho apenas um pouco mais de sorte, eu acho, talvez. Eu sou mais sortuda que vocês. E também, talvez, isso é a hospitalidade americana em relação a uma atriz coreana? Não tenho certeza. Mas de qualquer forma, muito obrigada!“, disse arrancando risadas.
Ela dedicou a estatueta a seus filhos, dizendo:
“Esse é o resultado, porque a mamãe teve que trabalhar tão duro!“, concluiu entre outros agradecimentos e palmas dos presentes na premiação.
Youn Yuh-Jung é uma atriz de mais de 40 anos de carreira tanto na TV quanto no Cinema, e ganhou grande reconhecimento ao fazer o papel de uma vovó desbocada que chega da Coreia do Sul para viver com a família nos EUA, em Minari. Na categoria de “Melhor Atriz Coadjuvante“, no Oscar 2021, Youn venceu nomes como Maria Bakalova (Borat: Fita de Cinema Seguinte); Gleen Close (Era uma Vez um Sonho); Olivia Colman (Meu pai) e Amanda Seyfried (Mank).
A diretora e roteirista Chloé Zhao entrou para a história na 93ª edição do Oscar: Ela é a segunda mulher asiática, em mais de uma década, e a primeira mulher de outra etnia – Sem ser branca -, a ganhar um Oscar!
A chinesa, natural de Pequim, levou a estatueta na categoria “Melhor Direção” com NOMADLAND, o terceiro filme de sua carreira. E em tempos em que a premiação abraça as diversidades, Zhao venceu nomes como Thomas Vinterberg (Druk: Mais uma Rodada), David Fincher (Mank), Lee Isaac Chung (Minari) e Esmerald Fennell (Bela Vingança).
Em seu discurso de aceitação, Zhao fez seus agradecimentos a toda a equipe que trouxe Nomadland a vida, e contou sobre sua fé nas pessoas:
“Eu tenho pensado muito nisso ultimamente, sobre como eu continuo quando as coisas ficam difíceis. E eu acho que isso se refere a algo que aprendi quando eu era criança. Quando eu estava crescendo na China, meu pai e eu costumávamos jogar este jogo: Memorizávamos poemas e textos clássicos chineses, recitávamos juntos e tentávamos terminas as frases um do outro.”
Zhao diz que lembra de uma em especial, com carinho: “人之初,性本善,“, que significa “As pessoas, no nascimento, são inerentemente boas“. E ela continua:
“Essas seis letras tiveram um grande impacto sobre mim quando eu era criança, e eu ainda acredito verdadeiramente nelas hoje em dia, embora às vezes possa parecer o contrário. Mas sempre encontrei bondade nas pessoas que conheci, em todos os lugares que fui no mundo“.
Finalizando o discurso, Zhao dedica a estatueta:
“A qualquer pessoa que tenha a fé e a coragem de se apegar à bondade de si mesmo e de se apegar à bondade uns dos outros, não importa o quão difícil seja fazer isso. Isso é para você: Você que me inspira a continuar. Obrigada!“
A vitória de Zhao é, sem dúvidas, uma grande vitória para a diversidade étnica e de gênero. Antes da cerimônia de Domingo, em 93 anos, apenas outras quatro mulheres haviam sido indicadas: Lina Wertmüller (Pasqualino Sete Belezas); Jane Campion (O Piano); Sofia Coppola (Encontros e Desencontros); Kathryn Bigelow (Guerra ao Terror) e Greta Gerwig (Lady Bird).
SILENCIADA NA TERRA NATAL
O que poderia ser uma vitória e um grande motivo de comemoração na terra natal de Chloé Zhao, China, tornou-se motivo de silêncio e boicote: Segundo a CNN Brasil, a cerimônia não foi transmitida no país por nenhuma emissora e nem pelas plataformas de streaming. Além disso, nacionalistas pedem boicote a Nomadland e acusam Zhao de difamar o país. E ainda aqueles que ficaram felizes pela vitória, foram silenciados, tendo suas postagens em redes sociais censuradas.
Essa atitude do país foi muito diferente de quando, em Março, Zhao ganhou o prêmio de melhor diretora no Globo de Ouro, e a mídia estatal chinesa rapidamente a parabenizou, dando a ela o título de “O orgulho da China“. Mas por que as coisas mudaram tão rapidamente?
Ainda segundo a CNN Brasil, os internautas chineses descobriram uma entrevista de Zhao a revista americana Filmmaker, na qual a diretora criticou a China e colocou o país como um lugar “onde há mentiras por toda parte”. Em entrevista recente à mídia australiana, foi dito que Zhao disse que os Estados Unidos são seu país agora.
E embora tudo tenha sido um mau entendido, já que o próprio site esclareceu que a fala da diretora foi transcrita incorretamente, e que, na verdade, ela disse “Os EUA não são meu país”, de nada adiantou; O estrago foi feito e os nacionalistas tomaram o ambiente online acusando Zhao de “difamar a China“.
Como resultado, alguns internautas passaram a pedir o boicote ao filme; Os materiais promocionais de Nomadland foram removidos do Weibo, e o filme que seria lançado na China em 23 de Abril, saiu de cartaz dos principais cinemas do país.
Embora Zhao não adote uma postura crítica à China, bastou um comentário de oito anos atrás e um mau entendido recente para que seu filme fosse silenciado na sua terra natal. Por hora, não há perspectiva de que seu filme seja lançado na China.
NOMADLAND
O filme conta sobre uma mulher na casa dos 60 anos, que embarca em uma viagem pelo Oeste Americano depois de perder tudo na Grande Recessão, vivendo então como uma nômade moderna. O filme foi dirigido e escrito por Chloé Zhao, e estrelado por Frances McDormand. A resenha que o SUCOfez, você pode conferir AQUI.
No Oscar 2021, o filme foi indicado nas categorias “Melhor Filme“, “Melhor Direção“, com Chloé Zhao e “Melhor Atriz“, com Frances McDormand, levando nestas três, a estatueta. NOMADLAND também foi indicado nas categorias “Melhor Roteiro Adaptado“, “Melhor Fotografia” e “Melhor Montagem“.
Na premiação Globo de Ouro, NOMADLAND venceu nas categorias “Melhor Direção” e “Melhor Filme – Drama“; No BAFTA 2021, ganhou nas categorias “Melhor Filme” e “Melhor Direção“; No Independent Spirit Award, venceu nas categorias “Melhor Filme” e “Melhor Direção“.
CHLOÉ ZHAO
Conhecida por seus trabalhos em filmes independentes americanos, Zhao é uma diretora, roteirista, produtora e editora natural de Pequim, China, que teve parte da sua formação escolar e acadêmica no ocidente; Ela terminou o ensino médio em Londres, graduou-se em Ciências Políticas pela Mount Holyoke College e estudou Produção de Filmes na Escola de Artes Tisch na Universidade de Nova Iorque, ambas nos EUA.
Antes de Nomadland, Zhao estreou em 2010 com o curta “Daughters“, que lhe rendeu um prêmio. Em 2015, Zhao dirigiu seu primeiro longa: “Songs My Brothers Taught Me“, que estreou no Festival Sundance de Cinema e foi indicado ao prêmio de Melhor Longa-Metragem no 31º Independent Spirit Award.
Em 2017, seu segundo longa “The Rider” foi aclamado pela crítica e foi indicado ao Independent Spirit Award nas categorias “Melhor Filme” e “Melhor Diretor“. Mas foi Nomadland, lançado em 2020 que atraiu reconhecimento e trouxe inúmeros prêmios! Recentemente, Zhao se aventura em “Eternals“, um filme de super-heróis da Marvel com previsão de lançamento para Novembro de 2021.
Ficção científica não é lá o maior foco de minha atenção, a menos que estejamos falando de algo excepcionalmente Bom, com B maiúsculo. E meus amigos, Vivy: Fluorite Eyes Song é de cair o queixo! Não, não é só a androide, o anime como um todo mesmo promete ser uma das melhores histórias a se acompanhar nesta Temporada de Primavera 2021! Vem de Primeiro Gole pra entenderem melhor.
MACROSS IN 2021
Em Nirland, um parque temático de A.I’s, Vivy é a primeira humanoide artificial criada com sucesso. Sua função? Cantar de corpo e alma para alegrar os corações, no melhor estilo Macross, cantando para salvar o dia. Tributos à parte, o que ocorre é que cem anos depois da criação de Vivy, ocorre a tão famosa revolta das máquinas, que dizimam a humanidade, impotente diante da complexa tecnologia que ela própria criou.
Aliás, diga-se de passagem, o anime abre com essa cena de massacre que é realmente de apertar o coração. Para tentar reverter a situação, o Dr. DIO (mentira, não é o Dio, mas é dublado pelo Takehito Koyasu) programa uma A.I para voltar cem anos no passado no circuito da única humanoide que sobreviveu esse tempo todo em um museu: Vivy, a androide feita para cantar.
CRIANDO CONSCIÊNCIA
Ao ser confrontada por Matsumoto, a A.I enviada do futuro e o maior candidato para CHATO DA TEMPORADA (sério, o urso não fecha a matraca por nada), Vivy vai passando de um certo ceticismo desse mensageiro do futuro até uma gradual aceitação de que existe sim um perigo iminente à raça humana e que ela é a chave para a resolução desse conflito.
Como boa seguidora das leis da robótica de Isaac Asimov e determinada a seguir sua missão principal de fazer as pessoas se sentirem bem com o seu canto, Vivy vai de desvio em desvio para alterar o futuro.
E em pouco tempo de animação já é possível perceber que Vivy vai uma criando consciência própria cada vez mais bem elaborada. Quando uma situação de luto lhe é imposta no segundo episódio, você que assiste fica tão chocado quando ela, ao mesmo tempo que é lembrado da complexidade (e do perigo) que é mexer no passado.
Os itens, por alto, são esses: viagem no tempo e ficção científica. Na última categoria, Vivy já se mostra bem equipado em trazer ao palco as referências mais elementares do gênero, ao mesmo tempo que faz uma clara homenagem a um dos clássicos dos animes; aposto dinheiro que no final haverá uma grande cena de canto bem emocionante que foi o tipo de coisa que fez a fama de Macross. Tá escrito na cara que isso vai acontecer.
JUSCELINO EM DOBRO
Quanto à categoria viagem no tempo, Vivy promete entregar o dobro de Juscelino Kubistchek que entregou (ou tentou entregar) cinquenta anos em cinco. A história da humanoide correrá por todos esses cem anos do momento em que Matsumoto chega até Vivy até o dia da revolta das máquinas, que ela deverá impedir evento por evento.
13 episódios serão o suficiente pra isso? Pela qualidade dos episódios que tivemos até então, sou tentado a dizer que sim. Vivy parece ter tudo para entregar uma boa história do gênero assim como Erased ou Steins Gate conseguiram. É bem capaz desse anime não ser tão falado durante a temporada, mas não se enganem: Vivy é uma giganta entre nós.
A banda alternativa tailandesa Tilly Birds divulgou no último domingo (25) em suas redes sociais o teaser de seu novo single “Just Being Friendly”, com participação da rapper MILLI.
“เพื่อนเล่น ไม่เล่นเพื่อน” (Just Being Friendly) – Tilly Birds Feat. MILLI Official Teaser
O trio já havia anunciado esta semana que, além do single, também estava se preparando para o lançamento de um novo álbum para 2021.
Juntos desde 2010, primeiro como uma banda colegial, os Tilly Birds debutaram em 2014 pela gravadora Gene Lab Records, com o single “Heart in a Cage”. Assim como o canal GMM 25 e a produtora Nadao Bangkok, a gravadoraésubsidiáriado grupo GMM Grammy, o maior conglomerado da indústria de entretenimento na Tailândia.
Durante os seis anos em atividade, o estilo de suas canções variou entre gêneros como punk rock, acústico, soul, hard rock, new wave e brit-pop, trazendo um novo panorama ao cenário musical tailandês.
O lançamento de Just Being Friendly está previsto para o próximo dia 27 (terça-feira).
Após o seu sucesso crescente na Ásia, o filme está ganhando popularidade no ocidente. Demon Slayer: Mugen Train estreou dia 23 de abril nos Estados Unidos e ficou em primeiro lugar nas bilheterias. Arrecadando 9.5 milhões de dólares (52 milhões de reais, aproximadamente) e sendo exibido em 1598 cinemas o filme ultrapassou Mortal Kombat, que foi exibido em 3073 cinemas.
Contudo, é importante levar em consideração que Mortal Kombat foi lançado não somente nos cinemas, mas também na plataforma HBO Max. Além disso arrecadou 9 milhões de dólares (aproximadamente 49 milhões de reais) em bilheteria, portanto a diferença entre os dois filmes não foi exorbitante. De qualquer forma isso não diminui o mérito de Demon Slayer, que desde a sua estreia no Japão é um grande sucesso.
Demon Slayer The Movie: Mugen Train estreou dia 16 de outubro no Japão e vendeu 910.507 ingressos apenas no seu primeiro dia, se tornando a maior estreia do Japão. Apenas nos primeiros três dias de exibição o filme vendeu mais de 3 milhões de ingressos. O filme fez tanto sucesso que ficou em primeiro lugar nas bilheterias japonesas por 12 semanas consecutivas e desde sua estreia se manteve entre o top 3, até seu 22º fim de semana.
Além disso, a animação se tornou a maior bilheteria da história do Japão, tomando o lugar do aclamado A Viagem de Chihiro, que se manteve invicto por quase duas décadas. Demon Slayer também foi pré-indicado ao Oscar, mas não chegou a ser escolhido para concorrer à premiação.
O filme virou uma grande aposta para este ano, pois além de ter estreado nos Estados Unidos, será exibido no Brasil por três cinemas diferentes. Aqui, Demon Slayer só estará disponível nas telonas a partir do dia 13 de maio, de acordo com o site da rede Cinépolis.
Anunciado em 2017, o live-action de Your Name será dirigido por Lee Isaac Chung, diretor responsável por Minari. Já havia sido anunciado que a Paramount Entertainment havia adquirido os direitos de adaptação para o cinema desta obra tão querida, e agora ela parece estar efetivamente acontecendo.
Anteriormente o roteiro seria escrito por Eric Heisserer e a direção feita por Marc Webb, mas o estúdio achou melhor fazer alterações. Desta forma, Lee Isaac Chung, americano descendente de coreanos, assumirá tanto o roteiro quanto a direção do longa. O trabalho mais recente do diretor foi com o filme Minari, que recebeu o Globo de Ouro e Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante.
O live-action será produzido pela Bad Robot, encabeçado por J.J Abrams e Lindsey Weber. Além disso, Genki Kawamura, responsável pela animação original, também fará parte da equipe do filme.
Your Name foi originalmente lançado em 2016 no Japão e 2017 no Brasil. A animação conta a história de Mitsuha, uma garota que vive no interior do Japão, e de Taki, um garoto que vive em Tóquio. Depois de uma série de “sonhos” estranhos, os dois percebem que estão trocando de corpo. Assim, tentam se adequar para que esse misterioso fato não prejudique suas vidas e os ajude a evitar um terrível desastre. No live-action a história será um pouco alterada, se passando nos Estados Unidos. A garota viverá na zona rural e o garoto em Chicago. Pelo menos, esse era o roteiro escrito até o momento, vamos aguardar mais informações para ver se continuará igual com a mudança da equipe.
Your Name – Trailer exibido pela Cinemark na sua estreia no Brasil
Your Name foi lançado há poucos anos, mas com certeza já se tornou um clássico. O sucesso foi tamanho que se tornou uma das 10 maiores bilheterias da história do Japão. Além do filme, foram produzidos também um livro e um mangá da série. O live-action ainda não tem previsão de estreia.
O Suco Awards 2021, agora em sua 4ª edição, onde o Suco de Mangá e convidados selecionam as melhores obras e acontecimentos do ano, acontece neste domingo (25), às 18h em nosso canal no YouTube.
A live será comandada pela Verinha e terá ao longo de sua programação a presença de vários redatores e colaboradores do SUCO. Em especial, para este ano, convidamos a dubladora Beatriz Villa, que apresentará a categoria “Melhor Dublagem”.
Abaixo, conheça todos os títulos nomeados:
Melhor Evento
CCXP Worlds (Digital)
Rio Matsuri 2020 (Rio de Janeiro)
ABRIN 2020 (São Paulo)
Circuito Cultural Geek 2021 (Rio de Janeiro)
Conexão Brasil-Japão (Rio de Janeiro)
Marcha Nerd 2020 (Rio de Janeiro)
Melhow Show
Miyavi (em São Paulo)
Tsubasa Imamura (Rio Matsuri 2020)
DJ Sunamori (Rio Matsuri 2020)
Tatsuro Murakami (Conexão Brasil-Japão 2020)
Wakadaiko (Rio Matsuri 2020)
Bloco Marcha Nerd (Carnaval no Rio de Janeiro 2020)
Melhor Dublagem
One Piece (Unidub)
Attack on Titan (Dubrasil)
Jujutsu Kaisen (Som de Vera Cruz)
Beastars (Unidub)
Fruits Basket (Dubrasil)
Dorohedoro (Unidub)
Melhor Música
Poppy – I Disagree
Yoasobi – Racing into the Night
Grimes – We Appreciate Power
BLACKPINK – How You Like That
Dazzling Bad – カメラオブスキュラ
Eve – Kaikai Kitan
Melhor Livro
Sul da fronteira, oeste do Sol (Haruki Murakami / TAG Livros)
Shine: Uma Chance de Brilhar (Jessica Jung / Intrínseca)
Sigrid: A Saga de Valhalla ( Johanne Hildebrandt / Conrad)
A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes ( Regiane Winarski e Suzanne Collins / Rocco)