Com a estreia prometida para fevereiro de 2022, a JYP tem mantido certo suspense sobre seu novo grupo feminino, mas para aguçar a curiosidade do público, a empresa lançou um vídeo em seu canal do Youtube (veja abaixo) aonde podemos ver três das trainees cotadas para o grupo em um dance cover de cair o queixo com a habilidade das garotas.
As especulações que circulam o novo grupo falam muito sobre qual o conceito a empresa vai escolher para investir, visto que a JYP possui grupos como o TWICE, mas também o ITZY, podemos nos questionar se a agência vai preferir a receita antiga, que se tornou fenômeno, ou mais do novo, que viraliza dentro desse cenário novo, com o KPOP extremamente globalizado.
O que ninguém vai poder falar é que as garotas estão despreparadas, o investimento no grupo está alto, assim como as expectativas, que tem sido muito bem correspondidas, como podemos ver pelos comentários do vídeo:
“OK! Os fãs da JYP estão prontos para isso”
“JYPNATION nunca decepciona na dança”
“Essa presença de palco não é brincadeira”
A empresa está mandando bem quando o assunto é marketing, agora é só esperar que fevereiro chegue bem rápido.
Após o sucesso mundial de O Conto da Aia (Leia nosso REVIEW), em setembro de 2019 a autora Margaret Atwood publicou a continuação do livro, intitulado de Os Testamentos.
No Brasil, ambos os livros são comercializados pela Editora Rocco, em versão com capa dura e brindes inclusos.
Enquanto o primeiro livro é centrado em Offred, uma das Aias de Gilead e mostra seu cotidiano, traumas e angústias, o segundo livro segue três linhas narrativas.
Três Lados da Mesma Moeda
Os Testamentos tem um estilo muito diferente do seu antecessor em diversos aspectos. O mais notável é o ponto de vista em que a história é contada. Agora não temos somente um personagem nos mostrando como é a vida em Gilead, mas três histórias contadas simultaneamente que nos proporcionam isso.
Assim, somos apresentadas a três mulheres: Agnes, uma menina que nasceu naquela sociedade e vê tudo com normalidade; Tia Lydia, já apresentada no livro anterior, e um dos pilares que faz mantém e impulsiona o sistema; e Daisy, uma garota que vive no Canadá e observa a loucura de Gilead sem efetivamente se envolver nesta realidade.
Devo parabenizar Margaret por esta sacada, mostrar todos os pontos de vista de uma sociedade totalitarista. Inclusive em alguns momentos se torna cômico ver a diferença entre as duas garotas, uma devota à filosofia de sua pátria, agindo de acordo com seus costumes e outra que não consegue entender como tudo aquilo é possível.
Particularmente, eu tenho uma queda por histórias que aparentemente não se conversam, mas que aos poucos revelam como estão interligadas entre si, então sou suspeita para falar, mas vamos lá.
Foto: Suco de Mangá
Força Feminina
Vamos passar um pouco pela história de cada uma delas.
Primeiro a Tia Lydia, uma figura já conhecida pelos leitores, que causou sua primeira impressão e, dispenso dizer, não foi nada boa. Somos introduzidos ao livro com a inauguração de uma estátua a esta mulher tão importante a Gilead, mas desde já uma especulação é plantada em nós: ela não parece tão contente assim com essa posição.
Assim, Tia Lydia se torna o pilar central da história, em suas mãos há um novelo emaranhado, e com muita ironia e certo carisma, ela o desembola para os leitores, desfazendo os nós de sua história e da história de Gilead.
Em seguida somos apresentados à doce Agnes, uma garota recém entrada na adolescência que vive nos padrões da sociedade em que está inserida com a naturalidade que nós mesmos vivemos. Ela é filha de um importante Comandante, vive com um alto padrão de vida e sua mãe é tão amável e carinhosa quanto poderia ser. No entanto, Agnes é curiosa, inteligente e cheia de perguntas, e depois de um infortúnio em sua vida, ela passa a questionar com veemência a sua origem e seu destino.
Por fim, conhecemos Daisy uma adolescente canadense com língua afiada e uma boa porção de rebeldia. Daisy vive com seus pais, donos de um brechó de roupas, que apesar de possuírem imenso carinho pela menina, aparentam ser mais distantes do que os demais pais. Assim, a garota vive uma vida normal à qual conhecemos, e se escandaliza com a realidade de Gilead, cheia de senso de justiça e vontade de fazer alguma coisa em relação a isso, apesar da superproteção dos adultos à sua volta.
A partir dessas apresentações, a trama se desenvolve e ganha forma, nos aproximando de cada uma delas e nos entretendo com suas histórias, que de uma forma ou de outra, acabam por se cruzar.
Foto: Suco de Mangá
Uma Dura Realidade
Uma das diferenças que pude perceber entre Os Testamentos e O Conto da Aia foi a transparência da descrição das barbáries que acontecem ao longo da história. Como comentei, achei que O Conto da Aia seria mais pesado do que realmente é, pois em questão de violência ele não é muito descritivo, coisa que foi compensada em Os Testamentos.
O livro aborda não somente os mesmos temas de seu antecessor, como suicídio, estupro e as mais diversas violências, como também descreve brevemente algumas cenas de pedofília e deixa escancarado como tal barbárie é comum em Gilead. Por algumas vezes me senti tão incomodada com o que lia que tive que respirar antes de continuar a leitura, quando não tinha que esperar algumas horas para voltar ao livro.
Acho importante ressaltar que, mesmo que tal assunto seja de certa forma frequente ao longo da trama, fica explícito que a autora em si não compactua ou tampouco defende quaisquer tipos de crimes como esse.
De qualquer forma, se você for muito sensível a esse tipo de conteúdo, talvez este não seja o melhor livro para ler.
Foto: Suco de Mangá
Perguntas Sem Respostas
Nem mesmo o melhor dos livros é perfeito em sua essência, e Os Testamentos infelizmente não é exceção à regra.
Senti falta de alguns aprofundamentos que não foram explorados, como o desdobramento da guerra, assim como sua influência direta no dia a dia de Gilead. Desde o primeiro livro somos lembrados que há o cuidado de não desperdiçar insumos, principalmente comida, em consequência do conflito, mas fora isso achei que faltou mais informações sobre o assunto.
Da mesma forma, o ápice do encontro final. Algumas explicações ficaram em aberto, ‘o que aconteceu, como aconteceu’, enfim, alguns “i’s” que ficaram sem ponto.
Também me desagradou um pouco a falta de desafios maiores para as personagens, tudo correu tão bem e tão perfeitamente como poderia correr. O livro é claramente um presente aos fãs que se questionaram como se deu o fim de Gilead, e não estou reclamando disso, porém em muitos aspectos foi somente a isso que ele se limitou.
Foto: Suco de Mangá
Vale a Pena Ler ou Posso Ficar Somente com O Conto da Aia?
Agora terei de evocar um dos maiores tabus dos fãs de qualquer franquia: particularmente, eu gostei mais do segundo livro do que do primeiro.
Talvez sejam meus gostos pessoais pelo estilo da história, como falei anteriormente, talvez seja a evolução como escritora de Margaret, ou algum outro motivo, mas Os Testamentos me entreteve e conquistou mais do que seu antecessor.
Para aqueles que desejam saber mais a fundo sobre Gilead, que não se satisfizeram apenas com um livro, então é uma boa leitura na certa! Contudo, sinto-me na obrigação de alertar mais uma vez: o livro aborda assuntos sensíveis, portanto deve ser lido com muita consciência, e talvez evitado para pessoas mais vulneráveis.
Resumindo, além da história em si valer a pena, há também o bônus de um cartão e marcador de páginas com artes maravilhosas, junto com a qualidade do livro que o fazem valer cada centavo.
Foi lançado nesta quarta-feira (04), o single move on, parceria da estrela tailandesa STAMP e a banda japonesa Awesome City Club. O lançamento foi acompanhado de um videoclipe, que já acumula quase 20 mil visualizações no YouTube.
Apesar de ser o quarto single em japonês do STAMP, esta é a primeira vez que a banda japonesa trabalha com um artista de fora do Japão. Em nota, o cantor tailandês disse que “a canção foi criada com a esperança de impulsionar seus espíritos nesses tempos desafiadores que estamos vivendo ao redor do mundo”.
A letra de move on fala sobre os momentos bons e ruins que a vida traz, e como devemos encarar o futuro e seguir juntos. Com uma mistura de tailandês e japonês, a música tem um ar leve e reconfortante.
Além disso, o videoclipe passa uma mensagem importante: fique em casa! A personagem do vídeo se diverte em sua residência, mesclando com imagens dos artistas em diferentes tipos de telas.
move on está disponível em diferentes plataformas de streaming, como Spotify e Apple Music.
Com estreia prevista para essa sexta-feira, dia 6, o programa Girls Planet 999 já está recheado de polêmicas, com apostas e cancelamentos das participantes.
Quando o assunto é entretenimento a MNET não é uma amadora, a emissora que levanta números impressionantes de audiência com o reality Kingdom, por exemplo, é quem irá coordenar esse novo programa de sobrevivência.
O show terá como juradas as idols, Sunmi (Wonder Girls) e Tiffany (Girls Generation), e fára com que as NOVENTA E NOVE, participantes concorram por uma vaga na final.
Mas coisas já estão pegando fogo, o programa surpreendeu com algumas idols no elenco, entre elas a mais falada foi Choi Yunjin (CLC), algumas trainees de Produces anteriores também foram reconhecidas, outras que mal chegaram mas já tomaram seu lugar nas telas, como a irmã do Huening Kai (TXT) chamada Huening Bahiyyih.
Um nome que vem causando nas redes sociais é Fu Yaning, a artista chinesa se envolveu em alguns escândalos de racismo, e comportamentos duvidosos, sendo o mais recente deles no próprio Girls Planet quando alfinetou a Yunjin usando uma música do CLC, a cena ainda não foi completamente ao ar, mas gerou uma chuva de hates para a garota, visto que o respeito com os mais velhos é algo extremamente respeitado na Coreia (a cara de choque da Tiffany não me deixa mentir).
Se você sentiu o gostinho de Produce na boca, saiba que não é o único, a audiência foi chamada de “Universe” e também poderá votar.
A Disneytêm um dos maiores legados de filmes que moldou uma geração, contudo uma boa parte dela trabalha elementos que hoje são politicamente incorreto e também pela fórmula do sucesso ultrapassada do conto de fadas, mas diante ao grande pedestal que ela ocupa, porque não voltar as origens? Jungle Cruise é a Disney raiz em tela, voltando para os tempos dos contos de fadas fofinho e cansado onde não machuca, mas também não impressiona ninguém.
Não é um filme da Marvel, mas pode-se dizer que Jungle Cruise funciona graças a um quarteto fantástico: The Rock (Dwayne Johnson) sempre se destacou pelo seu carisma, sabe como fazer um bom papel, mesmo sendo igual em todos os filmes, porém têm funcionado e é por isso que ele é um dos mais aclamados de Hollywood; Emily Blunt já é o maior nome do elenco, não é só carismática como uma excelente atriz, rouba a cena em muitos momentos, além de carregar nas costas Jack Whitehall, que some em todo momento e não passa do alívio cômico, mas conseguiu surpreender em tela quando esteve ao lado de Jesse Plemons, esse é um nome que deve ser olhado com mais carinho pelo público, não é desconhecido, mas poucos lembram dele por fazer personagens muito secundários, e nos últimos anos têm sido destaque em grandes papéis de vilão, e aqui mais uma vez mostrou de seu talento, nada como um bom elenco para segurar um roteiro fraco.
Como dito antes, Disney retorna a suas raízes, extrapola ao máximo o gênero conto de fadas, fazendo desse filme algo dentro dos padrões simples de se incomodar e te fazer cair no sono. Essa linha de desenvolvimento dos filmes antigos da Disney são muito idolatrados por causa do legado do estúdio, e devido aos últimos anos gloriosos devido ao sucesso de suas franquias da cultura pop, a Disney têm trabalhado alguns filmes que resgatem aquela essência tradicional de magia e beleza. Visualmente Jungle Cruise acerta nisso, mas faz tempo que fazer um filme bonito era motivo para ser um bom filme, esse argumento não funciona mais, a trama não é só fraca como monótona, os plots se dividem entre óbvios e ruins, o arco principal se perde a histórias paralelas malucas, uma bagunça cinematográfica que joga esse filme para escalas mais baixas de qualidade.
Contudo, a fórmula tradicional da Disney moldou uma geração, não há problema trazer mais desses filmes em pleno 2021, e por isso que, por mais que a crítica esteja massacrando ele, o público está aclamando, porque ele é um filme simples, ele é fofo, ele é ação, ele é tensão, ele é suspense, ele é fantasia, ele trabalha tudo aquilo que faz um filme ser aclamado, típico blockbuster bobinho, não vai impactar a todos, mas em uma sessão da tarde será assistido por muitos, e principalmente por causa do rótulo Disney, que é craque nesse tipo de filme, não só os velhos desenhos de princesa como até os live-action antigo da década de 70 e 80, a Disney raiz está ultrapassada, mas todos têm um pouco de saudosismo para esse gênero.
Jungle Cruise não é grande coisa, chega a ser um sonífero em alguns momentos, mas não faz dele ruim, e sim, simples demais. A Disney raiz que se resume em filmes de fantasia maravilhosos e trama rasa/óbvia, traz famoso sessão da tarde gostosinho de assistir enquanto almoça ou esperando a rodada do futebol de domingo.
Para comemorar os 15 anos de publicação do famoso mangá Black Butler(Kuroshitsuji), a Square Enix anunciou recentemente uma exposição em conjunto com a autora do título, Yana Toboso.
O evento chamado de Kuroshitsuji Exhibition – Rich Black – terá início no dia 13 de agosto em Tóquio e passará, a princípio, por outros centros urbanos do país como, por exemplo, Osaka e Fukuoka, conforme conta no Twitter oficial do evento.
Os fãs que comprarem seus tickets receberão um dos sete ingressos especiais para a ocasião – esses bilhetes vão valer uma grana no futuro.
O público verá com detalhes o processo de criação da obra, contando com artes, manuscritos e muitos produtos para os fãs se esbaldarem nas compras.
Ingressos | Imagem Divulgação: Square Enix
Além disso, cada pessoa tem a oportunidade de alugar uma visita guiada por áudio com as vozes dos dubladores de Ciel e Sebastian – é isso mesmo, você já chega com um Yes, my lord logo na entrada.
A vingança de Ciel e seu mordomo
Imagem Divulgação: Square Enix
Por mais jovem que possa ser, o Conde Ciel Phantomhive guarda grande ódio e ambição em seus olhos. Contudo, esses sentimentos só servem de satisfação para o pequeno lorde. Após perder tudo que tinha, o pequeno cão-de-guarda da rainha retorna das cinzas, agora acompanhado de apenas um mordomo e tanto, todo vestido de preto, chamado Sebastian. Ciel começa, então, sua caminhada ao topo da elite britânica enquanto busca vingança pela sua família, utilizando quaisquer meios e pessoas para conquistar seus objetivos.
Desde sua primeira publicação em 2006, como resultado, Black Butlerconseguiu alcançar um grande número de fãs com uma arte simplesmente fantástica e uma história envolvente.
O mangá teve adaptações em diversas versões: além de três temporadas em anime, a obra foi às telonas por duas vezes em animação. Também, o título tem um filme em live-action e adaptações para teatro – essas peças teatrais são maravilhosas, aliás.
No Brasil, Black Butler está por conta da editora Panini com 30 volumes publicados até o momento.
Você pode dar uma conferida nas duas primeiras temporadas e especiais do anime pela Netflix e a terceira temporada pela Crunchyroll.
Eventualmente, será que o volume de presença na exibição pode levar ao investimento para novas produções e adaptações? Bem, esperamos que sim!
O serviço de streaming da Funimation terá em seu catálogo, de forma exclusiva, o longa-metragem Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba – The Movie: Mugen Train. Os fãs brasileiros poderão assistir ao filmea partir do dia 13 de agosto. Após ser exibido anteriormente nas telonas brasileiras, o filme poderá ser assistido em casa com opções de legendas e dublagem em português.
A obra é um fenômeno que fala por si só, no Japão e ao redor do mundo. Demon Slayer: Mugen Train bateu recordes incríveis desde o início de sua exibição. Não apenas é a maior bilheteria de um anime nos cinemas do Japão como também é o filme em anime mais visto mundialmente.
Marque no seu calendário! Ponha o lembrete na sua agenda! Avise seus amigos!
Produzido pela Ufotable, a adaptação para cinemas acompanha Tanjirou, Nezuko e seus companheiros em uma investigação dentro do misterioso Mugen Train, no qual mais de 40 pessoas desapareceram, a princípio, sem explicação.
Com mais de 470 milhões de dólares arrecadados (cerca de 2,4 bilhões de reais) em bilheteria global, já não é novidade pra ninguém o sucesso que a franquia tem feito. Com seu mangá em publicação desde 2019, a obra de Koyoharu Gotouge vem conquistando fãs de maneira impressionante e se consolidando como um fenômeno definitivo.
Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba
Imagem Divulgação: Aniplex
A história de Demon Slayer acompanha Tanjirou em sua jornada para vingar a morte de sua família enquanto protege sua irmã mais nova, Nezuko, que acabou se tornando uma besta sedenta por sangue. Assim, nosso herói se tornará um matador de demônios e fará de tudo para proteger sua irmã.
A segunda temporada da obra, prevista para outubro desse ano, cobrirá os eventos que acontecem após o filme Demon Slayer The Movie: Mugen Train.
No Brasil, você pode ver todos os episódios de Demon Slayer pela Crunchyroll, Netflix ou pela Funimation. Os episódios especiais da série estão disponíveis, também, pela Funimation.
Infelizmente os fãs passarão algum tempo sem “tsuyoku nareru” ao vivo. Através do seu site oficial a cantora LiSA, conhecida pela abertura de Demon Slayer, anunciou que passará por um período de hiato.
De acordo com as informações divulgadas, a cantora tomou tal decisão para cuidar de sua saúde física e mental, inclusive cancelando o show “LiVE is Smile Always ~Ladybug~” que aconteceria nesta sexta e sábado em Fukuoka. Também no comunicado divulgado no site, a equipe se desculpa profundamente pelo transtorno e garante que irá reembolsar os ingressos comprados.
Além disso, seu marido, Tatsuhisa Suzuki, que aparentemente está traindo LiSA com uma colega de trabalho, também anunciou que entrará em hiato. Tatsuhisa é vocalista da banda OLDCODEX, responsável pela música tema de Free!.
A cantora LiSA já foi responsável por diversas músicas de animes, como Angel Beats, My Hero Academia, Sword Art Online e tantos outros. No entanto, o single que a deixou mundialmente conhecida e amada pelo público foi ‘Gurenge’ abertura icônica de um dos maiores animes desta época, Demon Slayer.