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Blade Runner: Black Lotus | Primeiro Gole

Blade Runner: Black Lotus

Nós tivemos acesso aos primeiros episódios (ainda inéditos) da nova série Blade Runner: Black Lotus, que narra a história da anti-heroína Elle em uma Los Angeles distópica e cyperpunk no ano de 2032.

A série foi inspirada pela aclamada e premiada franquia de filmes Blade Runner, que se popularizou com a figura do ator Harisson Ford em 1982. Assim, Blade Runner: Black Lotus, uma produção original da Crunchyroll e do Adult Swim, estreia no dia 13 de novembro na Crunchyroll.

Quem é Elle?

Blade Runner: Black Lotus conta a história de uma jovem mulher que acorda sem memórias e com habilidades mortais. Assim, as únicas pistas para o mistério que rodeiam Elle são um dispositivo high tech bloqueado e uma tatuagem de uma lótus preta. Reunindo as pistas que tem disponíveis, ela deve caçar a pessoa responsável por seu passado brutal e sanguinário, para encontrar a verdade de sua identidade perdida.

blade runner: black lotus
Imagem Divulgação: Adult Swim | Crunchyroll

Olhar para o futuro para falar sobre o presente

Ainda somado a este plot que tem tudo para uma grande história, temos um universo futurista distópico muito interessante, regado de robôs, tecnologias e muito neon. O universo cyberpunk também desperta muita curiosidade e questionamentos, pois ao lançar um olhar para um futuro, nos faz refletir sobre nossa sociedade no presente. Todos os elementos para uma série de animação perfeita pra nos viciar. Porém, ainda assim, com tudo isso, confesso que fiquei um pouco frustrada com os episódios.

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Imagem Divulgação: Adult Swim | Crunchyroll

SERÁ QUE É  MESMO TUDO ISSO?

Eu, particularmente, não consegui me conectar com a história, e acredito que por conta de duas coisas específicas. A primeira é a diferença entre a animação dos personagens e a animação do cenário, como veículos, chuva e fumaça. Enquanto esses últimos são fascinantes e detalhados, a movimentação de animação dos personagens deixou a desejar para mim e me tirou o foco da história. Então eu tive a sensação de estar assistindo videogames lançados há anos atrás, e não a uma série atual. Mas talvez seja questão de gosto.

Outro ponto que me chamou a atenção, de maneira não muito boa, foi a abordagem um pouco clichê e bem muito conhecida dos personagens estereotipados. em especial da protagonista Elle, por quem não senti empatia alguma. Fora isso, todos os poucos mistérios e vontades de saber mais que a história despertou foram respondidos de cara, sem muito desenvolvimento da trama.

blade runner black lotus
Imagem Divulgação: Adult Swim | Crunchyroll

Por fim, se você conseguir ignorar a questão estética da animação e a abordagem clichê do roteiro vai ter um bom divertimento. Mas gosta se gosta de muita ação, lutas sanguinárias e um universo distópico com uma protagonista fortona, então Blade Runner: Black Lotus é pra você!

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Filme do Monsta X chegará aos cinemas brasileiros

Monsta X filme
Imagem Divulgação

É isso mesmo que você leu Monbebe, a Starship confirmou que o filme Monsta X: The Dreaming será lançado em dezembro, e vai estar disponível nos cinemas de 70 países ao redor do mundo. Assim, de acordo com o site oficial do Monsta X, o filme chegará ao Brasil no dia 9 de dezembro.

Monsta X: The Dreaming irá contar os seis anos de história do grupo, mostrando backstages, detalhes sobre o debut, sobre as turnês, e até algumas músicas exclusivas. No entanto, até o momento nada foi dito sobre a participação do Wonho, porém como falar sobre essa história sem mostrar o eterno sétimo membro?

Assim, com turnê marcada para 2022, e participação no IHeartRadio Jingle Ball, I.m, Kihyun, Shownu, Hyungwon, Jooheon e Minhyuk estão com a agenda cheia. Isso porque o mini-álbum No Limit será coreano e tem estreia marcada para 19 de novembro. Monbebes terão que ficar muito atentos para acompanhar também os projetos solo.

Além disso, segundo os próprios cantores, essa rotina intensa foi uma das maiores saudades que a pandemia trouxe, então não seria surpresa se sair a notícia de que logo os fãs brasileiros poderão encontrar o MonstaX pessoalmente.

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Spy X Family ganhará adaptação em anime; confira

spy x family
Imagem Divulgação

No último domingo (31), a produtora Toho Animation anunciou através de um vídeo teaser, o anime de Spy X Family com data prevista para 2022.

Assista abaixo:

Os estúdios CloverWorks e Wit Studio serão os responsáveis pela adaptação que terá a direção de Kazuhiro Furuhashi (Dororo, Hunter x Hunter). A divulgação foi feita conjuntamente com a abertura de um site oficial dedicado a obra, onde, futuramente, deve trazer mais detalhes e informações quanto ao anime.

Sobre Spy X Family

O mangá de Spy X Family começou a ser publicado em março de 2019 pela Shueisha, atualmente está em seu oitavo volume e vem ganhando destaque nos rankings de vendas de mangás e em premiações.

A comédia de ação segue os passos de um agente secreto conhecido como Twilight. O super espião recebe a missão de formar uma falsa família, mas o que ele não sabe é que a sua filha adota é uma paranormal capaz de ler mentes e a sua esposa é uma assassina profissional.

O anime de Spy X Family está previsto para 2022, mas não há uma data ou temporada específica confirmada.

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JBC divulga capas aprovadas do mangá Ping Pong

ping pong edição jbc

A editora JBC divulgou nesta última sexta-feira (29), a capa e sobrecapa de Ping Pong aprovadas pela Shogakukan junto ao autor Taiyo Matsumoto. O programa JBC Bits #66, exibido no canal JBChannel apresentou mais detalhes do lançamento.

A edição de dois volumes complementa a obra, bem como trazem artes exclusivas em suas capas. O primeiro volume terá 520 páginas com um pôster encartado. Além disso, a sobrecapa possui acabamento em verniz, com formato de 15,4 x 22,5 cm ao preço de R$89,90. 

O mangá Ping Pong de Taiyo Matsumoto foi publicado pela Big Comic Spirit, da editora Shogakukan, entre 1996 e 1997. O lançamento teve 5 volumes, mas posteriormente em 2012, lançou uma nova edição em 3 volumes.

Confira mais da edição:

ping pong edição jbcPING PONG

A história acompanha Tsukimoto (Smile) e Hoshino (Peco) que são amigos e totalmente diferentes, mas que são inseparáveis. Os dois jogam tênis de mesa em frente à estação de trem. Certo dia, Peco fica arrasado por perder para um estudante chinês, então decide abandonar o esporte. Com isso, Smile sempre tenta não vencer o amigo, porém não mostra o verdadeiro talento por causa desse obstáculo psicológico.

Editora JBC

É uma das principais referências no mercado de mangás no Brasil, desde 2011. A editora se preocupa em estreitar a distância entre Brasil e Japão, difundindo a cultura japonesa entre os brasileiros. Além de ser vanguardista na área de comunicação tanto com suas publicações (Mangás JBC, Ink! Comics, revista Hashitag) ou em desenvolvimento de conteúdo digital para seus sites e redes sociais. Os produtos são distribuídos nas principais livrarias e lojas especializadas no Brasil.

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PlayStation 5 supera 13 milhões de unidades vendidas

playstation 5

A Sony revelou em seus registros de lucros do terceiro trimestre que já arrecadou cerca de 3,3 milhões em vendas de PlayStation 5. Assim, isso faz com que a venda total do console chegue a 13,4 milhões de unidades vendidas desde seu lançamento.

O relatório também mostra um aumento de 1 milhão nas vendas do console entre julho e setembro, em relação ao primeiro trimestre.

Os games vendidos para PS4 e PS5 nesse trimestre, entre os meses de julho a setembro somam 76,4 milhões de unidades. Os destaques vão para os 7,6 milhões que são títulos exclusivos da plataforma.

A Sony divulgou que os jogos de PS5 mais vendidos da empresa até agora são Spider-Man: Miles Morales, com 6,5M, assim como Demon’s Souls com 1,4M e Ratchet & Clank: Rift Apart com 1,1M.

Perto de completar um ano de lançamento, o console da Sony demonstra grandes números mesmo enfrentando a atual escassez no estoque.

O último trimestre será a importante para Sony elaborar uma estratégia de vendas para 2022, que incluem certamente a adição de exclusivos e peso ao catálogo.

O PlayStation 5 foi lançado em 12 de novembro e tem o preço sugerido no Brasil de R$4.399,00 para a edição com leitor de disco, assim como R$3.899,00 para a edição digital.

E você, já adquiriu ou pretende adquirir seu PlayStation? Está esperando alguma queda maior nos preços, ou algum título específico? Conta pra gente nos comentários.

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Resident Evil Village vai ganhar DLC gratuita

resident evil village

A Capcom revelou em seu mais novo comunicado financeiro que Resident Evil Village terá uma DLC gratuita.

Isso se deve ao enorme sucesso financeiro do game, que já conta com mais de 5 milhões de unidades vendidas em todo o mundo. Um novo recorde para um título numerado, dessa forma ultrapassando Resident Evil 7.

O documento mostra uma analise detalhada do ano fiscal da empresa, bem como estratégias para o futuro. Entre essas informações, o diretor executivo Yoichi Egawa fala brevemente sobre Resident Evil Village e sua nova DLC:

“Continuaremos a liderar a gestão do consumidor para compreender as tendências dos jogadores e preferências dos utilizadores enquanto construímos um modelo de negócio para as operações online, tendo em conta a situação do nosso conteúdo adicional gratuito para títulos como Monster Hunter Rise e Resident Evil Village.”

O investimento em DLCs gratuitas é uma forma da Capcom manter Resident Evil Village atrativo por um longo período.

Além disso, a empresa já confirmou que deseja vender muito mais unidades do Village. Seja deixando o game mais barato ou atividades promocionais para aumentar sua visibilidade.

Resident Evil Village esta disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X/S e PC desde o dia 1 de maio de 2021. A DLC gratuita ainda não tem previsão de lançamento.

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O que são os Tsukumogami: Os Objetos Possuídos

tsukumogami youkai watch
Imagem Divulgação

Fique longe dos antiquários! Pare de assistir Admirável Móvel Novo! Cuidado com pratos da Duralex, filtros de barro e animais de porcelana da sua avó ou bisavó! Cuidado pois esses objetos antigos, pois eles podem virar um tsukumogami!

No folclore japonês, um tsukumogami é, basicamente, um objeto que cria vida/é possuído por um espírito quando completa 100 anos. O termo surgiu em um poema no livro Contos de Ise do século IX e foi originalmente usado para se referir aos cabelos brancos de uma mulher velha (九十九髪, um trocadilho com kanjis de mesma pronúncia, 髪 [kami, cabelo] e 神 [kami, Deus], e 九十九 [99 “anos”]). Com o tempo, o termo começou a ser escrito como 付喪神 (de mesma pronúncia, um “espírito preso a um objeto”).

Geralmente eles são inofensivos e gostam de pregar peças, mas podem se tornar vingativos quando são jogados fora ou maltratados. Por conta disso, alguns santuários oferecem o serviço de “consolar” os objetos quebrados ou que não são mais usados. Hoje em dia, os tsukumogami são raros, já que não gostam de eletricidade e as pessoas dificilmente tem objetos tão antigos em casa.

 

Através de contos e pinturas, os tsukumogami foram se tornando mais populares, como nos emakimono, que são histórias pintadas em pergaminhos na horizontal. Eles também aparecem nos Konjaku Monogatari, uma coleção de contos da Era Heian (794 a 1185), bem como no Hyakki Yagyō Emaki (conto do Desfile Noturno dos Cem Demônios).

Bakezorio, chinelo de palha

Como são objetos, existem diversos tipos de tsukumogami, porém existem alguns que ficaram mais populares por aparecerem em contos, jogos e mangás. Dentre os mais famosos estão:

  • Bakezori – um chinelo de palha
  • Chochi no Bake – uma lanterna de papel
  • Ittan Momen – o fantasma do rolo de algodão (tem mais cara de papel, não é Ragnarok Online?)
  • Kameosa – garrafa de saquê (talvez a garrafa esteja se mexendo porque o dono está bêbado…)
  • Kasa-obake ou Karakasa – um guarda-chuva de papel, este é com certeza o mais conhecido e o mais amado dos tsukumogami!
  • Morinji no Okama – um bule de chá (e a Bela e a Fera fica como?)
Um bule de chá

Os Tsukumogami nos Animes

No volume 1 de Tokyo Babylon, o tsukumogami é mencionando em um capítulo onde uma mulher está doente e tem comportamentos estranhos, até Subaru chegar e exorcizar a jaqueta que ela comprou em uma liquidação de roupas. Sim, a jaqueta era um tsukumogami carregado de energia negativa por conta da competição pelas roupas em liquidação. Aniversário Guanabara mandou lembranças.

tokyo babylon
Tokyo Babylon (Imagem Divulgação)

No jogo Ragnarok Online, o Karakasa aparece como um monstro no mapa de Amatsu.

Os tsukumogami também aparecem bastante nos animes We Rent Tsukumogami, literalmente “Empréstimo de Tsukumogami” e que a REVIEW você pode ler AQUI, Youkai Watch e GeGeGe no Kitarou.

we rent tsukumogami
We Rent Tsukumogami (Imagem Divulgação)
gegege no kitaro
Gegege no Kitaro (Imagem Divulgação)

Enfim, os tsukumogami são seres inocentes no geral, menos quando possuem bonecas Reborn, a boneca gigante da Xuxa e o Fofão.

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Eternos | Review

Eternos
Imagem Divulgação

A espera acabou. Eternos está chegando e o MCU vai tremer. A Fase 4 está tomando forma com os novos personagens e o hype só aumenta, ou pelo era isso que esperávamos. Sabemos que a Marvel é uma franquia gigante de muitos filmes dentre eles épicos, bons e ruins, mas não lembro de algo tão abaixo da média como Eternos, um filme que não mostrou a que veio, só se prendeu a cenários bonitos, ofuscou muito da representatividade – e com um erro crasso envolvendo os brasileiros.

Talvez o ponto mais forte do filme é a reflexão do crescimento. Deuses são mostrados como perfeitos, impecáveis, lindos, o pedestal do ideal, como se nunca errassem, e aqui foi muito bem desenvolvido. Deuses são corruptíveis, não são os mais bonitos do mundo e nem têm o corpo perfeito, onde a idealização do corpo de modelo é quebrado e acho importantíssimo isso para quem busca sempre uma operação por fins estéticos; claro que somos livres para mudarmos qualquer coisa em nossos corpos, mas com responsabilidade, qualquer corpo é lindo e Eternos simbolizou isso indiretamente.

O que pode ser engrandecido aqui também é a representatividade, não só a Makkari (Lauren Ridloff) para os PCD auditivos quanto para o movimento LGBTQIA+, só que jogar um monte de casais héteros e mostrar pouco o casal gay é meio questionável, mas não vou entrar nisso, a representatividade está lá e cada vez mais precisar ser frequente no cinema. Aliás, o que não se esperava de Eternos é que ele seria um romance, parabéns para quem enxergou um filme de herói, mas ali têm inúmeras cenas de amor com flashbacks melosos que ficaram focando a todo momento o romance de Ikaris (Richard Madden) e Sersi (Gemma Chan), o que não é um problema, mas se tornou, e ainda misturou um conflito novelesco de inveja e dependência amorosa que encheu o saco em todo o filme. Todo momento tinha algo referente ao romance e isso incomoda demais e atrapalha a trama.

Diante isso tudo vale destacar aquilo que mais fez barulho na Disney, acho que os críticos não viram o mesmo filme que eu, o humor da Marvel está lá, excesso de piadas que funcionam ou não, o mesmo problema de sempre. Contudo acredito saber o porquê desse filme ser detestado, ele é chato, enrolado demais, tudo demora para acontecer, caminhos fora da trama completamente desnecessários, tudo para fazer com que Eternos tenha alguma coisa para contar. Pareceu tanto que eles queriam colocar tudo que existe nos quadrinhos como também que não tinham o que contar no filme, ficaram jogando cada eterno para todo o redor do mundo só para mostrar o quanto eles são poderosos, sendo que toda cena de batalha já fez isso. Os eternos não são diferentes de qualquer herói da Marvel no MCU: poderosos, mas derrotáveis, não aparentaram deuses nesse sentido.

Ao decorrer da história, o filme se perde com essas viagens malucas, chega no arco final e esperamos uma cena de batalha épica, e por mais épica que seja, muitos cortes rápidos, cenas próximas demais e até excesso de diálogos. Para mim não foi tanto incômodo, mas é um padrão fora do jeito Marvel, talvez por isso comparem com os filmes da DC. Eu gostei das cenas, era muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, então preferiram trabalhar planos detalhes e discursos de vingança e justiça a todo momento, além do embrulhado  romance, elementos que são perfeitamente trabalhados na DC. Eternos faz a mesma coisa e consegue trabalhar muito bem isso, quem se incomodou foi mais uma opinião clubista infantil do que algo coerente, para trazer aquela treta besta de Marvel e DC, mas faz sentido chamar Eternos de um filme parecido com os da DC, e quer goste ou não foi um elogio.

Tantos problemas no filme conseguem ser abafados pelo maior erro que eu juro que fazia tempo que não via. Estamos falando da Disney, um dos maiores estúdios cinematográficos do mundo, e da Marvel, o maior nome da cultura pop na atualidade, entregar uma cena na Amazônia e coloca-los para falar espanhol foi ofensivo o suficiente para destruir o filme para mim. É inadmissível em pleno 2021 o brasileiro ter que aturar filme gringo onde nós falamos espanhol, e não adianta falarem de contexto ou coisa do tipo, porque eram trabalhadores no meio da Amazônia, não existe argumento para coloca-los falando espanhol, e não tinha um produtor executivo para alertar isso, uma produção desse tamanho e não tinha um indivíduo para alertar isso? Quer vergonha Disney, que vergonha.

Eternos não funciona, ainda está avulso no MCU, mas será amarrado mais para frente na franquia. Desgastante, contemplativo e novelesco a ponto de dormir, só os marvetes mais fervorosos vão defender com unhas e dentes e as críticas negativas são necessárias independente de quem tenha entregado uma obra ruim.

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