Xiumin, do EXO, completou trinta e um anos no último dia 06, e para desejar os parabéns, Leo do VIXXpostou uma foto dos dois, com a legenda “This Kid! I love you” a tradução da expressão seria algo como: “Esse cara/Essa criança! Amo você”.
E devido a proximidade dos dois, o público começou a se questionar se os cantores são apenas amigos, ou se existe algo mais. Devido a polêmica, Leo mudou a legenda deixando apenas o “This Kid”.
Em live, Leo explicou aos fãs sobre as suspeitas, alegando: “Min Seok é um dos meus melhores amigos, estávamos de bom humor. Xiumin tinha uma performance mas ele não pôde se apresentar, então como ele sabe a senha da minha casa, nós bebemos vinho e aproveitamos contato físico, não é algo estranho, e a foto era fofa”. Quando perguntaram sobre ele ter mudado a legenda Leo disse: “Apaguei porque a parte do eu te amo era vergonhosa”.
No fim das contas, era só uma versão atualizada de um depoimento no Orkut, quem nunca fez textão no aniversário do melhor amigo?
Nesta terça-feira (9) o São Paulo lançou o fan token oficial do clube, sendo que em apenas duas horas todos os 850mil fans tokens foram vendidos.
Caso você esteja se perguntando o que é o fan token, aqui vai a resposta. Eles são ativos digitais que permitem que o torcedor participe de votações referentes ao clube, promoções e experiências exclusivas.
Cada fan token do São Paulo custa 2 dólares cada (aproximadamente 10 reais) e cada torcedor terá um número limitado que poderá adquirir. Para comprar, o torcedor terá que baixar o aplicativo da ‘sócios.com’, entrar em ‘mercado’ e escolher $SPFC.
No entanto, como todos os 850mil fans token foram vendidos rapidamente, a próxima leva estará disponível apenas na próxima terça-feira (16).
Em apenas 2 horas, nossa torcida esgotou os 850 mil Fan Tokens disponíveis no lançamento do $SPFC!
Assim, a primeira votação realizada foi uma enquete para decidir seis frases que serão posicionadas no anel superior do Estádio do Morumbi.
Além disso, os torcedores que adquirirem o fan token também poderão testar seu conhecimento com quizzes sobre a história do São Paulo, podendo ganhar camisas autografadas e outros produtos oficiais. Vale lembrar que há outras formas de também ganhar dinheiro, como no caso de aposta esportiva que ganhou muita relevância após firmarem parcerias com grandes clubes brasileiros.
Então marque agora na agenda e se prepare para garantir o seu!
Amantes de Boys Love, uni-vos, já que a NewPop fez de novo: trouxe uma novidade quentinha diretamente da Coréia do Sul para aquecer nossos corações e o nome dela é On or Off.
Manhua é como chamamos os “mangás coreanos” que possuem um formato muito similar aos quadrinhos norte-americanos: coloridos com a leitura da esquerda para a direita. A diferença, entretanto, fica no seu formato digital, ou ainda Webtoon, onde as publicações são feitas para serem lidas nos celulares, como uma longa tira vertical.
Como uma grande fã do gênero (principalmente de Isekai) eu não achei que poderia ver tão cedo esse tipo de publicação no Brasil. Ainda mais porque para que ela chegasse aqui seria necessário que a mesma já tivesse sua formatação em volumes, o que só acontece com obras MUITO populares.
Entretanto, após Solo Leveling chegar arrebatando quarteirões, o primeiro BL manhua chegou no Brasil, e não é qualquer um, uma das obras de grande nome lá fora: On or Off.
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Apesar de eu conhecer outros títulos famosos como BJ Alex e Painter of The Night, esse foi um título que eu ainda não havia tido a oportunidade de ler, e fiquei muito feliz quando meu primeiro volume chegou prontinho para ser devorado.
A história que se trata de uma trama ambientada em escritório, tem como protagonistas duas personagens bem diferentes: um deles é um chefão de uma multinacional, famoso por ser implacável; enquanto a outra se trata de um jovem universitário que topou ajudar um grupo de amigas com a única habilidade que ele possui, a da fala e apresentação.
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Com leitura rápida, intensa, e sem censuras (obrigada NewPop) On or Off rapidamente me conquistou. Os capítulos te deixam ansioso para saber o que vai acontecer a seguir, com toques de humor e drama que garantem a obra um tom mais maduro do que outras obras de BL que li anteriormente (as que são ambientadas em escolas, por exemplo).
Também é interessante como o cenário da obra é algo mais perto da realidade dos leitores mais velhos: o fim da universidade e os escritórios que muitos de nós trabalhamos.
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Com meu volume 2 já a caminho de casa, mal posso esperar para continuar nessa história, e também estou ansiosa para ver que tipo de portas serão abertas com esse lançamento.
Um dos maiores nomes do kpop, o grupo masculino MonstaX, donos de hits como Fantasia e Someone’s Someone’s, vão estrelar nos cinemas mundiais com um filme sobre sua trajetória.
MonstaX: The Dreaming estará disponível nos cinemas de São Paulo e do Rio de Janeiro a partir do dia 09 de Dezembro e permanecerá até o dia 12 do mesmo mês. Detalhe, tudo isso em 4DX.
Para os fãs que estão com saudades dos shows que o grupo fez no Brasil nos anos de 2018 e 2019, a experiência promete uma boa nostalgia.
Para quem já é monbebe de carteirinha, o filme promete mostrar detalhes e relatos desses últimos seis anos, alguns backstages da turnê nos Estados Unidos e não para por aí! Porque dia 10 de dezembro tem a estreia de The Dreaming, o segundo album em inglês dos garotos.
Porque para o MonstaX não basta ter cantor, ator, dj, uma das maiores rap lines do gênero, eles também são poliglotas!
Com o fim de 2021 se aproximando e uma grande melhora no cenário mundial, os idols de KPOP estão com a bateria super carregada e o fim de ano tem sido preenchido por vários lançamentos! Dessa vez, Kai, do EXO, anunciou que está chegando com seu segundo album solo, Peaches.
Há um ano do seu último lançamento de sucesso “Mmmh” nem o cantor nem a SMdivulgaram muitos detalhes, mas mesmo assim os EXOLs tem grandes expectativas para o projeto solo de Kai. O idol, conhecido pelo seu talento na dança, foi um dos maiores destaques dos dance videos do Studio Choom, ultrapassando os 15 milhões de views e ainda viralizando a backdancer Noze, pela sua aparência chamada de impecável durante a coreografia.
Além disso, Kai é o segundo a lançar comeback solo esse ano, após D.O que desde a estreia do álbum Empathy, não saiu dos top hits da Coreia e plataformas de stream.
Mesmo com a ausência de Baekhyun, os fãs do EXO estão ganhando vários mimos dos integrantes, agora é só esperar e torcer para que a SM invista bastante nesse projeto!
Lies of P é um jogo inspirado na história de Pinóquio, isso mesmo, o P do nome é de Pinóquio. O game desenvolvido pela Round8 e a Neowiz apresentado em maio ganha então seu primeiro trailer de gameplay.
Assista abaixo:
Mostrando um estilo vitoriano gótico numa era chamada de “Belle Époque”, que aconteceu no final do século XIX e foi até a primeira guerra mundial. O game apresenta forte inspiração em Bloodborne.
O trailer mostra as ambientações de Krat, a cidade fictícia do jogo, com a narração do que parece ser o Geppetto. Além disso também mostra nosso boneco de madeira usando armas diferentes e enfrentando inimigos diferentes. Inimigos esses que aliás, pelo que aparentam são mecânicos.
Apesar da forte inspiração, Lies of P tem várias particularidades para se diferenciar de um Souls-Like. Então o trailer mostra isso, Pinóquio terá uma variedade de ataques especiais e movimentos interessantes. Claro que a esquiva, parry e defesa também fazem parte do pacote.
Lies of P não tem nenhuma janela de lançamento, mas os rumores apontam para uma estreia no segundo semestre de 2022 nos consoles e PCs.
E ai, o que achou dessa primeira impressão do boneco que quer ser humano? Acha que a Disney liberou os direitos ou eles terão problemas? Pretende jogar o game? Conta pra gente nos comentários.
Lançada nesta Temporada de Outono 2021, a primeira temporada de The Faraway Paladin foi uma grata surpresa. Um Isekai com uma proposta diferente, feito de uma forma extremamente interessante (é verdade!).
Introdução
The Faraway Paladin é um anime criado pelo “tímido” estúdio chamado Children’s Playground Entertainment, sendo o anime Citrus a sua obra de maior respaldo.
A animação é oriunda de Light Novel, abordando os gêneros aventura e fantasia. Além disso, a direção fica por conta de Yuu Nobata, o qual nunca foi diretor de uma animação palpável e de nome, digamos assim.
Mas engana-se aqueles e aquelas que acham que esta animação segue aquela receitinha de bolo, aquela “apostila” padrão dos milhares de Isekais por aí.
E eu posso provar agora!
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Enredo
Um toque de Dark Souls aqui e ali… Calma! O protagonista não morre incessantemente ou luta com um boss a cada episódio, mas sim resgata alguns elementos que estão no game.
Para não viajar muito, o enredo The Faraway Paladin coloca o humano Will como protagonista, em uma cidade destruída e sem a presença (pelo menos em seus três primeiros episódios) de outros humanos, o que causa, muitas vezes, uma sensação de estranheza.
O porquê dele estar lá fica implícito, porém o que sabemos é que ele tinha uma vida antes daquilo tudo, mas infelizmente não se recorda. De qualquer forma, ele abraça essa sua nova vida e se apega que é uma beleza aos três personagens a seguir.
Juntamente ao nosso protagonista, temos Blood, Mary e Gus. O primeiro é um esqueleto guerreiro, a segunda é uma espécie de freira e, por fim, o terceiro é um mago fantasma. Cada um deles cuida à sua maneira do pequeno Will, ensinando a lutar, colocando o jovem para estudar e fazendo com que ele aprenda atividades do cotidiano.
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Bem, mas e aí? Qual é a ligação dos quatro?
Pelo fato de Will estar ali na cidade destruída, mais precisamente em um casarão (o hub, o Firelink Shrine, hehehe), por algum motivo até então desconhecido, os três agem como se fossem a família dele. A motivação para isso fica em aberto, mas, à princípio, Blood, Mary e Gus possuem um apreço pelo jovem, o qual vai ficando mais velho a cada episódio (o timeskip funciona aqui).
Só um adendo, a arte não chega a chamar tanta atenção assim, mas é bonita, eu daria nota 7,5 – 8,0. Sobretudo, a ambientação do cenário é bem melancólica, digamos assim, talvez pela falta de vida, de humanidade, até porque só somos apresentados a SOMENTE 4 personagens nos episódios iniciais.
Destaque
Com a introdução e o enredo inseridos na mesa, nada melhor que saber dos destaques, não é mesmo?
Primeiramente, o que me chamou atenção logo de cara foram os personagens. Carismáticos, diferentes um do outro e, consequentemente, extravagantes. O destaque vai para a personagem Mary, pois lembra muito a Fire Kepper do Dark Souls 3.
A religião presente em The Faraway Paladin é interessantíssima, já que cada personagem crê em um Deus diferente, ou seja, temos uma entidade para cada caso. Por exemplo, a personagem Mary ora para Méter, a qual é a deusa associada à terra e ao crescimento das crianças, o que a torna uma pessoa mais dócil e sensível (será?).
O mistério construído na história é outro ponto bastante chamativo, pois não sabemos o verdadeiro motivo por trás daquele cuidado todo em prol do protagonista e, sinceramente, em certos pontos, enxergamos que personagem x e y de fato estão a esconder algo.
Por fim, vou precisar falar mais uma vez da ambientação, só para dar uma reforçada. Como só existem, por ora, quatro personagens no início, somado com o fato do mundo estar destruído, causa muito uma grandiosa sensação de solidão e vazio no mundo.
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Considerações
Finalizando, The Faraway Paladin é um Isekai com uma pegada diferente, com uma temática mais madura, personagens bem atrativos e, acima de tudo, que te deixa curioso e isso impulsiona e anima em seguir, em continuar assistindo tal obra.
No começo, não tem toda aquela ação, o personagem principal se aventurando em terrenos diferentes, ou uma personagem pela qual o protagonista se apaixona logo de cara, mas isso faz com que ele apresente outros fatores, bem maduros até, que dão um ar especial e único a este anime.
Dê uma chance a The Faraway Paladin, não vai se arrepender nem um pouco.
O artista japonês Junji Ito, o mais importante nome contemporâneo do terror de histórias de quadrinhos, tem presença confirmada na XX Bienal do Livro Rio, que acontece de 03 a 12 de dezembro, no Riocentro, Barra da Tijuca. A mesa sobre o mestre de horror, comparado ao Stephen King dos mangás, será no dia 06 de dezembro (segunda-feira), às 10h. A participação de Junji Ito será online, mas quem vai mediar o papo presencialmente serão: a youtuber Miriam “Mikannn” Castro e a roteirista de HQs Kika Hamaoui.
“Fiquei muito feliz de mediar o papo com o Junji Ito ao lado da Mikannn. Tenho certeza que o público vai aproveitar muito essa Bienal inédita na forma, no formato e na formação. Novos tempos exigem outras trocas e fazer parte disso na mesa de um dos maiores artistas contemporâneos dos mangás de terror é uma grande honra”, comenta Kika.
A mesa abre um diálogo investigativo do corpo de trabalho, trajetória, e das motivações artísticas do célebre autor, que escreveu premiadas histórias mergulhadas no medo e na psiquê mais deturpada da humanidade.
A princípio, o artista desenhava e escrevia mangás como um hobby, já que trabalhava na área de odontologia na década de 80. Fã do mestre de horror do Kazuo Umezu, ele enviou em 1987 um conto para a Monthly Halloween e ganhou uma menção honrosa no Kazuo Umezu Prize, onde o próprio Umezu estava presente como um dos juízes.
Junji Ito se destaca não só pela sua narrativa amedrontadora, mas também pelos seus desenhos gráficos repletos de bizarrices e violência. Ainda que sejam adjetivos comuns ao universo dos mangás, o artista leva o horror ao extremo, mesmo com imagens estáticas, criando um universo repulsivo que faz o público querer devorar suas histórias. Algumas de suas obras de destaque são:
Fenômeno “Demon Slayer” faz vendas de mangás decolarem no Brasil
Ao olhar especialmente para o público mais jovem, nota-se que de 2020 para cá a garotada acima de 12 anos procura cada dia mais os mangás. E existe um fenômeno responsável por esse movimento: “Demon Slayer” (Panini), mangá com personagens super carismáticos, que ganhou animação japonesa, e foi transmitida em diversas plataformas de streaming mundo afora. No Brasil, a transmissão ficou por conta da Netflix, em 2019.
O mangá vendeu mais de 38 milhões de cópias em 31 semanas no ano de 2019 e ultrapassou o recorde que pertencia ao mangá One Piece, com 37.996.373 milhões de cópias vendidas em 2011.
A trama de “Demon Slayer” é sobre um jovem rapaz chamado Tanjiro que trabalha para ajudar sua família. Um dia, ao sair para realizar uma venda longe de casa, retorna e encontra quase todos seus familiares mortos por demônios japoneses. A única sobrevivente é sua irmã Nezuko, que parece ter sido contaminada pelos demônios – mas ainda é metade humana.
O fenômeno de vendas impulsionado pelo anime via plataforma de streaming, fez com que mais jovens conheçam a cultura pop japonesa. Obras, como: Jujutsu Kaisen (Panini), Konosuba – Abençoado mundo maravilhoso (Panini) e o Wotakoi – O amor é difícil para otakus (ou seja, para os nerds) são algumas das histórias que fazem sucesso entre o público feminino adolescente no país.