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Sailor Moon Cosmos – Filme será em duas partes

Sailor Moon Cosmos
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O novo filme do universo de Sailor Moon foi anunciado no último dia 28. O Sailor Moon Cosmos será um filme longa-metragem dividido em 2 partes e a estreia da primeira parte está prevista para o verão de 2023.

Confira o teaser:

Os estúdios responsáveis pelo filme são o Estúdio Toei Animation e Studio Deen, e a equipe de produção conta com Tomoya Takahashi dirigindo o projeto, Kazuyuki Fudeyasu escrevendo e supervisionando os roteiros, e Kazuko Tadano é o responsável pelo design de personagens e direção de animação.

Confira também, o pôster promocional de Sailor Moon Cosmos – Filme

Sailor Moon Cosmos
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Mais sobre Sailor Moon

Sailor Moon
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O mangá original foi serializado entre 1991 e 1997, com 60 capítulos compilados em um total de 18 volumes. Entre 1992 e 1997 tivemos um anime feito pela Toei. Assim, a Toei Animation também produziu outros 3 filmes de animação, um especial de televisão e três curtas-metragens baseados na mesma franquia. Alguns dos títulos da franquia de Sailor Moon podem ser encontrados na Netflix.

Sinopse: Sailor Cosmos vem de um futuro no qual ela fugiu de uma batalha contra o Caos. Ela volta ao passado como a pequena ruiva Chibichibi (Sailor ChibiChibi Moon), para guiar Sailor Moon ao caminho para vencer Sailor Galaxia.

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Produções BLs que você não pode perder em maio

Gameboys 2
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Depois das excelentes estreias que marcaram abril, chegou a vez do mês de maio obter o seu destaque com três BLs dos quais tem tudo para figurar entre os melhores do ano. Dito Isso, confira nossa seleção:

Love Class (Coreia do Sul)

Love Class
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Love Class é mais um drama universitário vindo da Coreia e que promete emocionar a todos. Retratando o desabrochar do primeiro amor, o BL chega ao público no próximo dia 13!

Gameboys 2 (Filipinas)

Gameboys 2
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Depois de uma primeira parte bem-sucedida e que marcou a quarentena de muitas pessoas, o BL filipino sobre um romance que explora as relações online durante a pandemia da COVID-19, finalmente teve a sua sequência produzida e prevista para estrear no dia 22!

Spring of Crush (Coreia do Sul)

Spring of Crush
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Com 16 episódios, o BL coreano está previsto para ir ao ar durante esse mês, sem uma data específica, como revelou uma das atrizes presente no drama. Protagonizado por Youngjae e Kim Song, a história é sobre um nobre que se apaixona por um rapaz vestido de moça após salvá-lo de um afogamento.

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Jujutsu Kaisen 0 | Filme estreia no Brasil em 3° lugar nas bilheterias

Jujutsu Kaisen 0
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O aguardado filme Jujutsu Kaisen 0 chegou aos cinemas brasileiros na última quinta-feira (28), e a animação foi um grande sucesso de bilheteria no Brasil. Conquistando o terceiro lugar em seu primeiro final de semana após a estreia, ficou atrás apenas de Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore, que está em primeiro lugar, e seguido por Sonic 2.

Segundo informações, Jujutsu Kaisen 0 continua quebrando recordes de bilheteria enquanto é lançado nos países ao redor do mundo. O longa ultrapassou nessa semana a marca de 180 milhões de dólares, e com isso, se tornou o na lista das maiores bilheterias de filmes de anime. O primeiro lugar desta lista é ocupado por Demon Slayer: Mugen Train, que faturou mais de 505 milhões de dólares nos cinemas.

Se você ainda não viu, confira nossas reviews AQUI (sem spoilers), e AQUI (com spoilers). E, aproveite enquanto Jujutsu Kaisen 0 ainda está em cartaz nos cinemas brasileiros e vá conferir esse fenômeno.

jujutsu kaisen 0
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Sinopse: Yuta Okkotsu é um estudante do ensino médio que está sofrendo de um problema sério — sua amiga de infância Rika se transformou em um Espírito Amaldiçoado e não vai deixá-lo sozinho. Como Rika não é um Espírito Amaldiçoado comum, sua situação é notada por Satoru Gojo, professor da Jujutsu High, escola onde exorcistas iniciantes aprendem a combater maldições. Gojo convence Yuta a se matricular, mas ele pode aprender o suficiente a tempo de enfrentar a Maldição que o assombra?

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MIL ANOS DE MANGÁ | Livro ganha versão brasileira e já está a venda!

Mil anos de mangá
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Nos últimos anos, o mangá tem feito um sucesso fenomenal não só no Japão, onde domina o mercado editorial, mas também no Ocidente. Por mais contemporânea que essa forma de arte gráfica possa parecer, o mangá está, na verdade, profundamente enraizado na cultura japonesa, baseando-se muitas vezes em suas tradições artísticas centenárias.

MIL ANOS DE MANGÁ, como o próprio nome diz, conta a história do mangá, ou das histórias em quadrinhos, em seu esplendor e diversidade. Do inspirador mangá Hokusai até a aparição dos Gekiga, os mangás realistas dos anos 1950; do marco que foi Astro Boy, de Tezuka Osamu, à Rosa de Versalhes, de Riyoko Ikeda, um mangá shojo para garotas jovens; das lendas de samurais até as edições mais alternativas da revista Garo; e dos demônios que povoam a obra de Mizuki Shigeru até as últimas criações de Taniguchi Jiro, cada período aqui percorrido pela autora Brigitte Koyama-Richard é recheado de detalhes e ilustrado com desenhos e gravuras.

O livro foi publicado originalmente em 2007, pela editora francesa Flammarion. Desde então a obra tem feito bastante sucesso, nos permitindo explorar o gênero em seu próprio contexto, por meio de mais de quatrocentas ilustrações cativantes e uma vasta documentação de referência.

A pré-venda do exemplar da Editora Estação Liberdade, na versão em português, já está disponível e você pode adquiri-lo AQUI.

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Panini anuncia os lançamentos do mês de julho

Panini Mangás
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Em live, na última quarta-feira (04), a Editora Panini anunciou os lançamentos de mangás que chegam para julho. Entre as novidades estão: Belle de Mamoru Hosoda, Cells at Work de Akane Shimizu, que já foi finalizado em seis volumes no Japão, e Diário de uma cidade litorânea da autora Akimi Yoshida, que também está completo e possui 9 volumes. Confira:

Belle

Belle Mangá
Imagem Divulgação: Panini

História original: Mamoru Hosoda
Aventura e drama.

Sinopse: Após sofrer anos com o trauma de ver sua mãe morrer durante uma enchente, o que a impossibilitou de cantar, a estudante Suzu Naito consegue se tornar uma idol ao entrar no mundo virtual de “U”. Lá ela se transforma na sardenta Belle, que vira uma sensação entre os participantes desse mundo. Porém, Suzu acaba ficando intrigada com outro misterioso integrante de “U”, conhecido apenas como “O Dragão”, que após arruinar um de seus shows, começa a ser caçado por outros usuários. Belle e O Dragão estão destinados a se encontrarem nesta novel, que adapta o maravilhoso longa animado, reinterpretando o clássico “A Bela e a Fera” para uma nova era!

Papel Pólen Bold
Marcador de páginas de brinde
Preço: R$ 39,90

Cells at work – 01

cells at work mangá
Imagem Divulgação: Panini

Roteiro: Akane Shimizu
Ação, comédia, shounen
Completo no Japão com 6 volumes.

Sinopse: O corpo humano possui cerca de 60 trilhões de células e trabalho é o que não falta para mantê-lo saudável! Como as células reagem quando ocorre uma invasão de vírus e germes, alergia ou um ferimento? Descubra neste popular mangá de células antropomorfizadas protagonizado por um glóbulo branco e uma glóbulo vermelho!!

Periodicidade: mensal
Papel: off-white 66/páginas coloridas em couché 90
Marcador de páginas de brinde
Preço: R$ 34,90

Diário de uma cidade litorânea

 

Diário de uma cidade litorânea
Imagem Divulgação

Roteiro e Arte: Akimi Yoshida
Drama, josei, slice of life
Completo no Japão com 9 volumes

Sinopse: Yoshino, a segunda das três irmãs, ao acordar no quarto de um homem, recebe a notícia da morte de seu pai. Ela não o vê há muito tempo por causa do divórcio de sua mãe, mas não fica comovida com a morte dele… A nova série de Akimi Yoshida, que retrata os “laços” familiares em Kamakura, é infinitamente dolorosa e amável.

Periodicidade: mensal
Papel: off-white 66/páginas coloridas em couché 90
Marcador de páginas de brinde
Preço: R$ 34,90

Além dos lançamentos, foram anunciados os mangás que continuam com suas publicações durante o mês de julho, sendo eles: Alma, Black Glover, Bleach Remix, Blue Period, Chainsaw Man, Dakaichi: O Homem mais desejado do mundo, Dorohedoro, Dragon Ball Edição Definitiva, Fire Force, Horimiya, Hanako-kun e os Mistérios do Colégio Kamome, Hell’s Paradise, Jojo’s Bizarre Adventure, Dr. Stone, Gigant, Golden Kamuy, Kaguya Sama, Namorada de Aluguel, Demon Slayer – Fanbook, Demon Slayer – Edição Especial, Komi não consegue se comunicar, Konosuba: Abençoado Mundo Maravilhoso, Mieruko-chan, Mushoku Tensei, One Piece 3 em 1, Real, Sword Art Online, Shangri-la Frontier, Sherlock, Spy x Family, Takagi – A Mestre das Pegadinhas, Tower Of God, We Never Learn e Missão: Família Yozakura.

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Blizzard traz ação e estratégia em Warcraft Arclight Rumble

Warcraft Arclight Rumble
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O tão esperado e enigmático jogo que a Blizzard anunciou no ano passado chegou. Warcraft Arclight Rumble chega para os mobiles ainda este ano, cheio de estratégia e ação para resolver missões e enfrentar outros jogadores.

Com mais de 60 personagens da franquia, Warcraft Arclight Rumble tem uma bela caracterização de jogo de tabuleiro e uma épica campanha com mais de 70 missões. Além disso, a estratégia se expande para missões cooperativas e, claro, testar suas habilidades e sua estratégia no clássico jogador contra jogador.

Warcraft Arclight Rumble desafiará a habilidade dos jogadores em criar exércitos em miniatura para superar os desafios únicos que cada missão apresenta. Eles organizarão suas forças usando a coleção de minis, começando pelos Líderes — que incluem personalidades notáveis de Warcraft, como Grommash Grito Infernal, chefe do Brado Guerreiro e a arquimaga Jaina Proudmoore — e completando suas fileiras com as Tropas básicas de minis e Feitiços poderosos.

Cada missão individual apresenta uma pequena peculiaridade estratégica a ser desvendada e os jogadores terão que adaptar rapidamente suas táticas, em tempo real, para superar esses desafios. Além das mais de 70 missões que fazem parte da campanha individual, também é possível enfrentar Masmorras, que trazem desafios diferentes e sucessivos.

E tem mais: os jogadores participarão de atividades cooperativas desafiadoras (como os Raides) e combaterão oponentes em partidas JxJ. Também vão poder ingressar em Guildas, que possibilitarão que as pessoas conversem com seus e suas camaradas, planejem suas aventuras e trabalhem em prol de recompensas coletivas. Os jogadores receberão moedas do jogo continuamente para que possam aumentar suas coleções e níveis, bastando para isso jogar ou fazer compras na loja do jogo.

Então já comece fazendo o primeiro movimento e se inscreva no beta! Confira a disponibilidade de seu dispositivo seja ele Android ou iOS e tablets. Está na hora de lutar por Azeroth de uma forma divertida, estratégica e caótica!

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BIRDIE WING -Golf Girls’ Story- | Primeiro Gole

birdie wing
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O que poderia ser mais um anime padrão onde a protagonista busca ser a melhor jogadora de golfe do mundo nessa Temporada de Primavera 2022, acaba se tornando algo muito mais pesado e dramático em tela e coloca a obra em um patamar muito acima do que o esperado, te socando na boca do estômago com waifus bonitas e trama tensa. Birdie Wing chega quieto na temporada de primavera e se mostra algo promissor e muito emotivo para o que aparentava ser um simples anime de golfe.

A primeira impressão mostra o golfe como segundo ou até terceiro plano, o drama familiar e pessoal da protagonista Eve se mostra muito mais cativante e domina por completo o seu interesse, ignorando completamente que ali estamos em um anime de golfe. Muito além desse arco, também apresenta vários outros dramas pessoais de personagens secundários os quais devem ser desenvolvidos no decorrer da temporada, sem se mostrar exagerado e nem entupir de coisas aleatórias, o primeiro episódio de Birdie Wing é a promessa de uma obra linda e bem feita, esperamos que siga com a temporada nesse nível.

Algo curioso que já existe em outros animes, mas ainda sim me intriga toda vez que isso acontece é que, para um anime que se mostrou bem denso e dramático em trama, achei um tanto colorido e feliz o cenário, incluindo até as cenas mais tensas, única coisa que é trabalhado ali para algo mais tenso é a diminuição de brilho, nem um desbotamento de cor é feito, talvez o estúdio envolvido preferiu assim para ser algo mais leve para público shounen, o que é difícil porque a protagonista não é carismática e sofre com um passado que aparenta ser horrível, mas toda hora alguma trilha mais feliz e animadora aparece em cena, sei que são elementos para aliviar a tensão, mas está presente no episódio inteiro, um pouco de tensão mais elevada era necessário, pois foi a única coisa que chamou atenção ali, admito que isso dividiu minha opinião, mas acho cedo para julgar esse tipo de coisa mais detalhadamente, deixemos o anime seguir o seu fluxo e ver como será terminado a temporada.

Lógico que não se pode ignorar o gênero do anime e todos seus clichês, o público colecionará novas waifus com certeza, além dos ships aos montes, esse único episódio já mostrou um e acredito que seguirá com isso até o fim, uma pena que de tantos clichês de anime de esporte que podem ser usados, eles vão querer jogar Birdie Wing ao público shounen. Nome nas tacadas como se fossem golpes e trajetória da bola como se fosse um poder é bem desanimador e irritante, não havia necessidade dessa apelação para tentar engrandecer o anime, toda essa parte mais shounen provou ser o maior ponto negativo de Birdie Wing, para mim pode sim condenar a obra a um flop inacreditável.

Birdie Wings – Golf Girl’s Story é uma surpresa magnífica para fãs do gênero esporte, denso em várias partes e interessante devido a tantos pontos abertos para um único episódio, existe sim desconfiança por causa do nível mais leve de cenários claros, músicas épicas e efeitos coloridos demais para o que se mostrou uma trama muito mais desenvolvida em um drama de pessoas de classe baixa em contra ponto a burguesia, enfim como disse antes, cedo para julgar, uma chance deve ser dada ao anime que em um episódio se mostrou muito melhor do que muitos animes hypados da temporada.

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Cowboys | Review

cowboys review
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Drama de velho oeste é um tema muito ultrapassado para a modernidade, ou pelo menos penso isso, mas tramas clássicas podem sofrer mudanças, e o que poderia ser algo muito velho, se torna algo formidável e rico mensagem sobre família quebrada que espirra em uma filha se identificando sexualmente, Cowboys é uma surpresa dupla por não aparentar ser um drama familiar com mensagem LGBTQI+ e por ninguém sequer estar falando desse filme.

De início se torna um filme um tanto complicado de assistir, primeiro porque a todo momento Troy (Steve Zahn) é um pai muito amoroso com sua filha, porém só a leva a lugares errados como bares e encontro com os amigos falando todo o tipo de besteira, parecendo ser um cowboy moderno, cheio de histórias e bem marrento ao estilo pistoleiro do velho oeste, além de ser dependente de remédios para ansiedade, o que parecia um personagem um tanto bagunçado, mostrou ser um dos maiores artifícios de roteiro para a construção (e destruição) de todo o arco familiar do filme, o mesmo moldou a filha Joe (Sasha Knight) e trouxe um “aprendizado” para a ex-esposa Sally (Jillian Bell), mesmo que este foi algo que a consumiu mentalmente demais, de fato podemos dizer que os personagens de Cowboys agregam muito mais que a própria trama, pois a mesma lembra algo genérico do cult, visto por poucos, esquecido por todos.

A desconstrução da linha do tempo no filme, misturando vários flashbacks e construindo o drama familiar faz desse filme algo bem lento de início, muito arrastado a ponto de ser bem sonolento de assisti-lo, o que nos mantém atencioso ao filme é realmente o conflito familiar, aquela família que se enxerga um divórcio se formando e tudo isso aos olhos da criança.

E se o drama familiar não fosse suficiente, o mesmo escalona para outros lados, não só da ansiedade do pai como a filha se descobrindo aos poucos, graças a influência do pai, temos aquele velho elemento de negação dos pais referente a sexualidade do filho, no caso aqui é mais precisamente a mãe de Joe, a forçando ter coisas que “seriam para meninas”, inclusive coisas rosas e toda aquela polêmica do que é para meninos e o que é para meninas, isso levanta uma questão importantíssima desse filme: Por que Cowboys não é uma produção dentro de gênero LGBTQI+? Será que o filme quis abordar isso mesmo ou foi algo secundário, porque se ele tentou deixar em segundo plano, falhou miseravelmente.

Chegou a ser surpreendente um filme nesse nível de importância ao movimento LGBTQI+ estar tão apagado nas grandes mídias, pois não dá para dizer que o filme não tinha o intuito de trabalhar isso, a direção soube trabalhar tudo muito bem, e o drama do pai vai direto para filha e se torna quase um filme de origem sobre a personagem Joe, se descobre sexualmente, vive o drama do divórcio de um pai dependente de remédios e uma mãe conservadora, e todos os grandes problemas e muitas resoluções deles são feitos pela própria Joe, e me assusta Cowboys, que inclusive é de 2020, não ter sido falado por ninguém e muito menos ter algum texto reflexivo sobre o dito cujo, chega a ser deprimente.

Tal obra devia ser mais reconhecida pelo público e mais exaltada, como sai da bolha da cultura pop, é ignorado, e mais ainda impressionante ser um filme que está dentro do gênero LGBTQI+, fica aí então a indicação para alguém que busca um drama fora da bolha do cinema moderno. Cowboys só engana com o nome e trabalha um drama enorme de família e identidade dentro de problemas mentais e ideologias tradicionais que vemos muito ao debater questões LGBTQI+, se mostrando um filme mais que perfeito.

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