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The First Berserker: Khazan Chega ao Mercado Global com Ação Intensa e Vingança

The First Berserker: Khazan
Imagem Divulgação

A Nexon e a Neople lançam hoje, 27 de março de 2025, o aguardado ARPG (Action Role-Playing Game) The First Berserker: Khazan, um jogo que promete levar os jogadores a uma jornada épica de vingança no universo de Dungeon & Fighter (DNF).

Detalhes do Lançamento

O jogo está disponível para PC (via Steam), PlayStation 5 e Xbox Series X | S em duas edições:

  • Edição Standard: R$ 299,90
  • Edição Deluxe: R$ 349,90 (inclui conjuntos de Armadura e Arma “Hero” e artbook digital)

Destaques do Jogo

Desenvolvido para proporcionar uma experiência hardcore, The First Berserker: Khazan coloca os jogadores no papel de Khazan, um general em busca de respostas e vingança. Com mais de um milhão de pessoas já tendo experimentado a demo, o jogo promete combates intensos e uma narrativa envolvente.

Veja o trailer de lançamento abaixo:

Características Principais

  1. Narrativa Cativante: Uma história de traição e busca por vingança
  2. Combate Hardcore: Mecânicas de luta que desafiam a habilidade do jogador
  3. Gráficos Únicos: Estilo cel-shading que dá vida ao mundo do jogo

Recursos Adicionais

  • Transferência de Progresso: Dados de salvamento da demo podem ser transferidos para o jogo completo
  • Trilha Sonora: 22 faixas originais disponíveis em plataformas de streaming
  • Compatibilidade: Certificação Steam Deck e otimização para PS5 Pro

Estratégia de Expansão

O lançamento representa o primeiro passo da Nexon em expandir a franquia Dungeon & Fighter para um público global, levando o universo a novos jogadores.

Como Participar

Os jogadores podem se envolver com a comunidade através de:

The First Berserker: Khazan está disponível agora para os amantes de ação e RPG que buscam uma experiência de jogo desafiadora e imersiva.

COMPRE AGORA NA STEAM

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Ave Mujica | Review

Ave Mujica review
Imagem Divulgação

Da última matéria sobre Bocchi The Rock para cá, o hype em animes sobre banda de rock não diminui. Nem o hype em Bocchi The Rock propriamente dito, ainda mais com a comemoração de gol de copa do mundo com o anúncio da segunda temporada. Ajudou muito a manter esse ânimo o sucesso de Girls Band Cry, que, com o perdão da franqueza, só não assisti porque o CGI era pessoalmente intragável, mas não duvido que seja ótimo. Logo logo em abril estreará o Lady The Rock. Claro, o título não é esse, mas é assim que chamo esse charmoso anime sobre uma escola de meninas ricas e elegantes arrebentando com banda.

Ainda nesse assunto de meninas ricas fazendo música, a primeira temporada de 2025 viu a concretização de um fenômeno que já vinha se desenrolando há uns três anos. Ave Mujica é uma subdivisão da franquia Bang Dream, nome que já conhecia há um tempo mas nunca havia parado pra conhecer.

A pegada de Ave Mujica é que uma mistura de boa atuação, com trama original e direção nível Scorcese de C I N E M A. Permite que alguém possa mergulhar de cabeça tranquilamente. Talvez conhecer MyGo!!!!! ajude, é certo, pois te dá algum contexto de personagens que aparecem no anime, mas sua ausência não compromete a experiência.

Do topo à queda

Ave Mujica foi pensado para ser uma contraparte de MyGo!!!!!, que segue a típica vibe de histórias de juventude, com colegiais cheias de sonho e vida. O conceito de Ave Mujica seria mais obscura, envolta em mistérios. E, em mistérios, Ave Mujica definitivamente ficou envolto, pairando num complexo jogo de pistas e campanhas de pontuações em redes sociais até finalmente ser anunciado em 2023.

Em animes como K-On e Bocchi The Rock a banda vemos a banda surgindo do zero e vai crescendo do episódio em episódio. Enquanto isso, Ave Mujica começa pelo caminho oposto. O anime começa com uma banda no seu auge, já no maior dos lugares possíveis para um show, o Nippon Budokan. E dali, o anime conta uma história de queda.

Ele nos conta sobre as tensões típicas de uma banda, o impacto emocional causado nas suas integrantes, lembrando que nem tudo em música são flores. Inclusive, lembra até algo do tipo que se assistiria em um filme como Rock Star, com a diferença de que no lugar do datado “sexo, drogas e rock’n roll”, temos aqui um caso de “lágrimas, crise e metal sete cordas”.

Para dar um peso a mais e se diferenciar de outro grupo do Bang Dream com temática gothic lolita, o Roselia, Ave Mujica conta com um mix de performance teatral e circense estilo freak show que acompanha o anime desde seu começo até seu ápice, misturando realidade e atuação.

As integrantes

Como dito antes, ainda que você nunca tenha ouvido falar de Bang Dream, Ave Mujica é muito bem apresentado para marinheiros de primeira viagem. A banda é composta de cinco integrantes, cada uma com um pseudônimo latino, para “preservar” suas identidades (à moda Clark Kent) e promover a teatralidade do grupo.

Sakiko Togawa (Oblivionis) – Tecladista e líder da banda

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A idealizadora da banda e sua principal compositora. Sofre de problemas familiares, desde a perda precoce da mãe até a perda do pai para o alcoolismo, desde que ele perdeu o emprego. De origem rica, Sakiko mantém uma relação distante da família e de seu avô, prezando pelo apego ao pai que um dia já teve. Condizente com seu nome artístico, Ave Mujica é uma tentativa de Sakiko esquecer seu passado e suas circunstâncias mal resolvidas.(oblivisci)

Mutsumi Wakaba (Mortis) – Guitarrista

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Guitarrista e filha de uma grande atriz, Mutsumi é a primeira personagem a demonstrar a pegada de suspense psicológico do anime. Seu maior dom é sua maior maldição, sendo tão boa em interpretar desde pequena a ponto da própria noção de Eu ser fragilizada. Então, incapaz de conciliar a música com a atuação, Mutsumi sente pressão para melhorar sua performance nos shows. A carga psicológica dá vida a Mortis, compartilhando o corpo de Mutsumi e sendo a melhor atriz que ela já fora até então.

Umiri Yahata (Timoris) – Baixista

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A mais normal do grupo, aparentemente. Umiri tem o estereótipo de baixista calada e quieta e pouco participa do drama emocional que gira em torno da banda, salvo certo medo de parecer não-confiável. E só. De seu nome, “medo” (timoris) podemos tirar ou isso ou sua postura séria e levemente intimidante.

Nyamu Yuutenji (Amoris) – Baterista

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Baterista, youtuber, influencer, idol, o que for preciso para sobreviver nesse mundo cão chamado entretenimento, Nyamu é uma das personagens mais interessantes de Ave Mujica. Isso não quer dizer que você vá gostar dela. Altas chances de que aconteça justamente o oposto.

Afinal, Amoris é altamente odiável, não poucas vezes se prova fútil e completamente cheia de si. Condizente com a crença popular de que amor e ódio são duas facetas de uma mesma moeda, uma vez que o oposto do amor seja a indiferença, a última coisa que Nyamu deseja.

Nyamu é uma das primeiras sementes do mal a criar discórdia na banda. Como boa parte das profissionais que habitam a selva do entretenimento, ela sabe que tempo é um recurso crítico e, no caso das mulheres, escasso. Cada segundo vale e o que for preciso para causar engajamento, será feito.

A vida imita a arte?

Além disso, outro ponto que merece muita atenção no caso da personagem, é que ela reflete algo muito real na produção não só de Ave Mujica, mas de Bang Dream como um todo. O aperfeiçoamente de habilidades tão distintas numa única pessoa só.

O que faz Ave Mujica ser algo tão impressionante é o fato das dubladoras também serem todas excelentes musicistas. Várias vezes ao longo do anime Nyamu dá bastante de si, entre entrevistas, programas de TV, lives e longas práticas de bateria no seu quarto. É o retrato de alguém que quer fazer valer a sua chance de dar certo na vida.

Porém, muitas vezes isso acaba afetando seu trato e sua sensibilidade com as pessoas (ou a falta delas). Falhas de personalidade à parte, é importante notar que por trás de cada dubladora em Ave Mujica, há um pouco da Nyamu, alternando entre estúdios de dublagem a estúdios musicais e shows ao vivo extremamente bem trabalhados.

Só pelo vídeo linkado em cima, é impossível não notar o talento de Akane Yonezawa, um espetáculo na bateria!

Uika Misumi (Doloris) – Vocalista e guitarrista

Ave Mujica Review
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A pessoa que dá voz às letras e amiga próxima de Sakiko, Uika é o elo final que dá ao anime o último toque de sua genialidade. Ela passa boa parte do anime fora de foco, quase dando a impressão de que ela não possui tanta relevância na trama quanto os transtornos de múltipla personalidade da Musumi ou o drama familiar de Sakiko.

Essa impressão cai por terra no episódio 11, um espetáculo de atuação, de direção, de cinematografia, enfim, de C I N E M A com direito a uma bem merecida aclamação da Rico Sakaki pelo alto nível de performance. Mais detalhes nesta review seriam o cúmulo do spoiler. Então, fica o apelo para assistirem e verem por si mesmos!

Conclusão

Ave Mujica Review
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A produção em volta de Ave Mujica superou o nicho já estabelecido de Bang Dream. A banda é um dos assuntos mais comentados no Japão e sua popularidade fora do país não pode ser subestimada.

O anime traz novidades ao usar elementos de suspenses psicológicos de forma inteligente e consegue alimentar a tensão que pretende levar ao expectador! Acabou sendo o primeiro contato deste autor com a franquia e no momento bate daqueles sentimento do tipo: “Nasci cedo demais para a exploração espacial e tarde demais para as grandes navegações, mas no tempo certo para assistir Ave Mujica”. É daqueles animes que o tempo passa rápido e os episódios duram cinco minutos.

Independente de como o anime for acabar no seu último episódio, são sólidos 4 Suquinhos!

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Vampeerz chega pela Editora JBC

Vampeerz editora jbc
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A Editora JBC lança o mangá Vampeerz, grande sucesso dos mangás GL (Girls Love), com os traços encantadores de Akili. Esta é uma história cheia de romance e humor em sua versão única do universo dos vampiros.

Publicado no Japão na revista mensal Sunday Gene-X entre 2019 e 2023, Vampeerz conta a história da jovem Ichika. A garota, após a morte de sua avó, tem sua vida virada de cabeça para baixo.

Tudo começa quando ela recebe a visita de uma garota misteriosa chamada Aria, que parece saber bastante sobre sua família e tem um comportamento bem estranho. O que era para ter sido uma despedida, acabou se transformando em uma mordida no pescoço e um encontro que acertou em cheio o coração de Ichika. Assim, começa uma história de amor e amadurecimento entre uma humana e uma vampira.

A edição brasileira do mangá tem formato 13,0 x 18,2 cm, capa com orelhas e o primeiro volume vem com marcador de brinde. O volume 1 já está disponível nas principais lojas virtuais, em livrarias e comic shops do Brasil.

História de Vampeerz

Vampeerz Editora JBC
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Durante o funeral de sua avó, a jovem Ichika acaba conhecendo uma estrangeira assustadoramente bela chamada Aria, pela qual acaba se apaixonando à primeira vista. A menina misteriosa na verdade é uma criatura que bebe sangue humano e está procurando por algo que estava com a avó falecida. Ichika decida ajudá-la na busca, porém tudo muda quando descobre que Aria está atrás de uma espada especial que é capaz de matá-la e pede que a protagonista crave a lâmina no coração dela. A jovem recusa o pedido da vampira pela qual está apaixonada, mas Aria não irá desistir disso tão facilmente.

GARANTA JÁ O SEU

Autoria

Akili é o pseudônimo de Shou Higashiyama, que também assina como Quasar. É natural de Shimane e iniciou a carreira como mangaká com Stretch, em 2013. Em 2019, lançou Vampeerz.

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As Aventuras de Uma Francesa na Coreia, do diretor Hong Sang-soo, ganha trailer

As Aventuras de Uma Francesa na Coreia
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A Pandora Filmes divulgou o novo trailer de As Aventuras de Uma Francesa na Coreia, uma comédia dramática dirigida pelo sul-coreano Hong Sang-soo. O longa que chega nos cinemas no dia 10 de abril, marca a terceira parceria entre o diretor e a atriz Isabelle Huppert.

Sinopse: Uma francesa que costumava tocar flauta em um parque supera suas dificuldades financeiras ensinando francês a duas mulheres na Coreia do Sul. Ela encontra conforto deitando em pedras e recorre ao makgeolli — vinho de arroz típico da Coreia — para se sentir bem.

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Sala de aula à deriva chega na Editora Devir

Sala de aula à deriva Devir
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Sala de Aula à Deriva (Hyooryuu Kyooshitsu), obra-prima do aclamado mangaká Kazuo Umezz, está chegando! O título é uma adição significativa ao catálogo da editora Devir, oferecendo aos leitores brasileiros a oportunidade de vivenciar uma das narrativas mais impactantes do horror japonês.

Uma jornada desesperadora pela sobrevivência

Após um misterioso terremoto, a escola primária Yamato desaparece completamente, deixando para trás apenas uma enorme cratera. Agora, alunos e professores se veem presos em uma realidade paralela, cercados por um deserto inóspito e repleto de ameaças desconhecidas. Entre a fome, o medo e a loucura, eles precisam lutar para sobreviver e tentar descobrir o que houve com o mundo que, antes, rodeava a escola.

Um clássico premiado do mestre do horror japonês

Lançado originalmente em 1973, Sala de Aula à Deriva se tornou referência no horror japonês e recebeu o Shogakukan Manga Award em 1975. A obra foi adaptada para live-action em 1987 e segue como uma das mais impactantes histórias de horror já publicadas.

Detalhes da edição brasileira

A Sala de Aula que Derreteu Devir
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Formato: 15 x 21 cm com orelhas
Páginas: 400, preto e branco, papel offset 90 g
Capa: Cartão 250 g/m² com orelha
Preço: R$ 90,00 (estimado)
Público: Adulto
ISBN: 978-65-5514-186-3

Sobre Kazuo Umezz

Considerado um dos maiores mestres do mangá de horror, Kazuo Umezz influenciou gerações de artistas com sua arte marcante e narrativas perturbadoras. Antes de se consagrar no gênero, ele escreveu comédias, romances e até mangás shoujo. Sua obra serviu de inspiração para autores renomados, como Junji Ito, que recebeu o “Kazuo Umezu Prize” por uma de suas primeiras histórias.

Além dos quadrinhos, Umezz também trabalhou com música e cinema, deixando um legado inesquecível na cultura pop japonesa. O autor faleceu em outubro de 2024, aos 88 anos.

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Park Bo Gum apresenta nova temporada de As Estações no KOCOWA+

As Estações Park Bo Gum
Divulgação: KBS

Park Bo Gum, renomado ator coreano, apresenta a sétima temporada de As Estações, já disponível no KOCOWA+. Em As Estações: Cantabile de Park Bo Gum, o astro dos k-dramas recebe semanalmente os principais artistas da cena musical coreana para compartilhar suas histórias de vida e apresentações incríveis.

O tema desta temporada é Cantabile, palavra italiana que se refere a um estilo de tocar que imita a voz humana. Na interpretação, cantabile indica uma execução melodiosa, sem mudanças bruscas.

Na quinta temporada do programa, As Estações: Artista com ZICO, também disponível no KOCOWA+, Park Bo Gum subiu ao palco do programa como convidado ao lado da cantora e atriz Bae Suzy para promover seu filme, Wonderland. Como apresentador da sétima temporada de As Estações, Park Bo Gum e seus convidados promoverão consolo aos espectadores.

Além de As Estações: Cantabile de Park Bo Gum, outros programas de variedades lançaram novas temporadas e séries derivadas em março. Confira as novidades já disponíveis no KOCOWA+.

Culinária na Selva 2

O mestre da culinária caseira coreana Ryu Su Young retorna para uma nova aventura gastronômica na natureza. Das florestas tropicais da Amazônia à região alpina, Su Young se junta a outros chefs e seus convidados no preparo de iguarias épicas com ingredientes locais.

Assista agora

Videntes do Amor 2

Os oráculos da Geração Z estão em busca de romance, mas o amor é a única coisa que eles não podem prever. Na segunda temporada de Videntes do Amor, estes jovens místicos deverão escolher entre seguir seus instintos ou se entregar às mãos do destino. A popular atriz Yoo In Na é uma das comentaristas do programa.

Assista agora

Encontro de Corações

Seguindo os passos de sucesso da franquia Heart Signal, Encontro dos Corações é um novo programa de namoro com participantes que sonham em se casar. Neste experimento do amor, seis jovens solteiros viajarão entre a Itália e Seul para encontrar um parceiro para a vida toda.

Assista agora 

Volta ao Mundo com Dados 3

O parque temático onde os sonhos se tornam realidade está aberto! O tabuleiro foi reformulado e basta um rolar de dados para enviar nossos aventureiros em novas missões e desafios ainda mais difíceis ao redor do mundo. Será que eles irão reivindicar a vitória desta vez?

Assista agora

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Desconhecidos | Review

Desconhecidos review
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Desconhecidos, filme dirigido por JT Mollner, distorce o suspense e fez algo que há tempos não sentia: fiquei apreensivo e curioso pela progressão do enredo.

Assisti ao filme e você confere agora o que achei deste curioso e intenso exercício de distorção de gênero, feito por Mollner.

CUIDADO!! ESSE TEXTO CONTÉM SPOILERS!!

Desconhecidos, ou como prefiro, Strange Darling

O diretor, também roteirista do longa, entrega a resposta do enredo em seu título. Entretanto, não em português, mas em sua língua-mãe: Strange Darling, algo como Querida Estranha em tradução direta.

Personagens distorcem o suspense

Na maioria dos filmes de suspense, o vilão normalmente é representado de forma direta. Visual assustador, algum passado que o leva a cometer atrocidades e, na maioria dos casos, um homem.

Desconhecidos carrega todas essas características em sua introdução – spoilers adiante – onde um homem, interpretado por Kyle Gallner, atira e persegue uma mulher, interpretada por Willa Fitzgerald. Essa dinâmica de gato e rato se sustenta por um período do filme e torcemos pela “donzela indefesa”.

Porém, com o passar do filme, um ponto de interrogação surge: “pera aí, tá certo isso?

Desconhecidos e uma estrutura “estranha”

O filme faz um pingue pongue entre diferentes períodos do dia. Começa no capítulo 3, vai para o 5, volta para 1… você entendeu. No entanto, ao invés de causar estranheza, isso intensifica a sensação de cair numa interminável toca do coelho que o filme quer passar.

Isso acontece pois, a cada capítulo, entende-se que a “donzela indefesa”, pode não ser tão indefesa assim. Em determinado momento ela mata alguém que estava tentando ajudá-la. Pessoa que, pela estrutura narrativa, pensava-se que tinha sido morta pelo perseguidor.

É neste momento que o filme dá um cavalo de pau e faz você questionar as motivações dos personagens. Além disso, graças a essa brincadeira com a linha do tempo, o filme aponta o dedo no rosto e diz: não seja tão precipitado em seu julgamento.

Descobre-se que garota é uma serial killer, chamada de A Mulher Elétrica, e o homem quase foi mais uma vítima, drogado por ela em um dos flashbacks/capítulos. Entretanto, o que ela não esperava, é que ele fosse um policial e isso dá seguimento a todos os acontecimentos do filme.

Fotografia dá pistas

Conforme a narrativa progride, o filme espalha migalhas de pão — um prêmio aos atentos. Os enquadramentos, o uso de cores quentes e frias, a dessaturação utilizada para nos enganar.

Um belo trabalho de Giovanni Ribsi, diretor de fotografia de Desconhecidos.

Desconhecidos acelera em seu fim

Por mais que o filme tenha muitas qualidades, o fim deu a sensação de que parecia que o orçamento tinha estourado e precisavam encerrar logo. A construção, o suspense e twist encontra seu ápice faltando pouco tempo para o filme acabar e a partir daí, dois passeios de carro, literalmente, encerram a narrativa.

Ficou estranho e, para mim, foi um final amargo. Não tira os créditos do filme e acho que vale a pena ser assitido, mas foi estranho.

Veredicto

Desconhecidos acerta ao distorcer o gênero e leva os espectadores a uma viagem louca pela narrativa, tentando entender o que está acontecendo. Pode não ser um filme que vai mudar a sua vida, mas a tentativa de fazer algo diferente faz com que valha a pena o seu tempo.

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Começou a pré-venda de Dune: Awakening

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A equipe da Funcom está alegre em anunciar que está disponível a pré-venda de Dune: Awakening. Com lançamento previsto para o dia 20 de maio, você e jogadores de todo mundo poderão pousar no planeta mais perigoso do universo. Primeiramente, confira um novo vídeo trazendo um pouco mais sobre a trilha sonora do jogo:

Você já pode clicar aqui e conferir os valores da edição Padrão, Deluxe e Ultimate que estão disponíveis na Steam. Antes de falar um pouco mais sobre o que tem em cada edição, Joel Bylos, diretor criativo de Dune: Awakening explicou em um vídeo como será o modelo do jogo e os planos de pós-lançamento:

Em suma:

  • Não será um acesso antecipado e sim o lançamento completo
  • Não haverá um sistema de assinatura
  • O jogo continuará a ser expandido por meio de atualizações gratuitas com novos conteúdos e recursos
  • Seguirá um modelo de negócio clássico com DLCs opcionais

Isso reflete a filosofia da empresa que traz uma rica história de desenvolvimento de MMOs até hoje como Anarchy Online bem como Conan Exiles. Aproveite para entrar na Steam e conferir a Benchmark para ver a configuração do seu PC e os requisitos do jogo!

Acesso antecipado, passe e DLC’s

Contudo, aqueles que comprarem a edição Deluxe e Ultimate terão 5 dias de acesso antecipado, além de um Passe de Temporada que desbloqueará quatro DLCs ao longo do tempo, com o primeiro desbloqueio ocorrendo no lançamento.

Com a Edição Deluxe você também receberá a ameaçadora armadura dos Sardaukar, a força militar de elite pela qual os jogadores são caçados no jogo. Por fim, a Edição Ultimate adiciona tudo acima, além do icônico traje destilador de Paul Atreides do filme de 2021, um livro de arte digital, trilha sonora digital, padrões de cores exclusivos e o Conjunto do Palácio de Caladan com peças de construção, itens posicionáveis e decorações.

Ao adquirir qualquer uma das edições — incluindo a padrão — na pré-venda, os jogadores receberão um padrão de cor universal que pode ser aplicado a veículos, armas e armaduras, bem como o Terrário de Muad’Dib, uma decoração na base que abriga o icônico rato do deserto.

Dune: Awakening é um jogo de sobrevivência e MMO baseado no universo de ficção criado por Frank Herbert e do mesmo modo popularizado pelos filmes da Legendary Entertainment. Comece a preparar sua viagem nesse momento e aguarde os perigos mortais que estão por vir.

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