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Casamento dos Vaga-lumes | Primeiro Gole

Casamentos dos Vaga-lumes Editora JBC
JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Você sabe que vai morrer em breve, por isso decide se casar com o seu assassino para conseguir se salvar. Casamento dos Vaga-lumes conta a história de uma jovem nobre com um problema grave de saúde que se apaixona por um assassino lunático e muito romântico.

Quem escreveu o mangá foi Oreco Tachibana em 2023 e agora a Editora JBC o trouxe para o Brasil. Com classificação de 16 anos, cenários belíssimos e personagens com personalidades fortes, essa é uma história que promete muitas reviravoltas.

Enredo

A protagonista que nos conduz pela trama é Satoko, filha de um nobre, dona de uma beleza de tirar o fôlego e de um coração frágil, que pode parar a qualquer momento (literalmente). Apesar da sua aparência e bons modos, ela ainda não conseguiu realizar seu maior desejo: se casar com um bom partido para trazer felicidade ao pai e honra para a família.

Mesmo com o carinho e apoio do pai, Satoko precisa lidar com as provocações da meia-irmã e com o ódio de sua madrasta.

Casamentos dos Vaga-lumes Editora JBC
Madrasta e meia-irmã | JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Então, numa visita à cidade, Satoko é sequestrada e encarcerada, descobrindo que alguém encomendou seu assassinato. O responsável por cumprir essa missão é Goto, um assassino jovem, feroz e muito dedicado à sua profissão.

Desesperada para escapar, Satoko faz uma proposta: que ele a ajudasse a fugir e depois eles iriam se casar, prometendo fartura e status para Goto. Ele aceita a proposta, fazendo alguns testes para confirmar o comprometimento de Satoko com sua promessa.

Assim, começa a jornada de volta para casa da garota, passando por bordéis, muito sangue derramado e um rapaz com um amor obsessivo

Casamentos dos Vaga-lumes Editora JBC
Proposta de casamento inusitada | JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Personagens

No geral, a trama não reinventa muito a roda. O que começou com uma mentira por um interesse pessoal vai se tornar o maior romance da vida dela. Não se preocupe, isso nem é spoiler, pois é basicamente o que está escrito na primeira página do mangá. Se eu estiver errada, volto aqui para me redimir.

De qualquer forma, os clichês existem por um motivo: eles funcionam e todo mundo adora (eu inclusive), mas não foi o enredo que mais me interessou. Quem fez isso foram os personagens, que são realmente muito marcantes e com personalidades bem-definidas.

Satoko é uma nobre que passou a vida inteira sendo protegida e tratada como um cristal que não pode ser quebrado. Porém, quando vai para “o mundo lá fora”, ela entende e assume isso. Diferente de outras protagonistas, Satoko não será a donzela mimada que fica choramingando suas desgraças. Ela vai fazer o que tiver que ser feito para se salvar, não importa o quanto isso fira seu orgulho.

Casamentos dos Vaga-lumes Editora JBC
Um donzela não tão indefesa assim | JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Enquanto isso, Goto é um verdadeiro lunático. Pra ser sincera, ainda não sei se eu mais gosto ou desgosto dele. Ele é daqueles que gosta de matar, mata sorrindo e não pensa duas vezes antes de partir uma pessoa ao meio com a espada. Ele é inteligente e cada movimento é calculado e bem-pensado.

Aparentemente, Goto não tem família, mas é muito querido pelas pessoas que o conhecem. Também, se mostra cuidadoso e atencioso com Satoko, em contraste com o jeito psicótico que ele tem a maioria do tempo.

Cabe uma problematização?

Como eu não me aguento e acho que algumas coisas precisam ser ditas, cabem uma (ou duas) problematizações.

Sei que faz parte da dinâmica do mangá esse contraste entre o par amoroso, mas não deixa de ser um padrão que eu fico cada vez mais inclinada a dizer que devia parar de ser repetido.

Casamentos dos Vaga-lumes Editora JBC
Se o cara fala que vai te matar se você não beijar ele, chame a polícia imediatamente! | JBC | Divulgação: Suco de Mangá

“Mas é só um mangá, deixa de ser chata.”

Sim, é só um mangá, mas acho que vale a pena o comentário. Eu fui uma das adolescentes que cresceu vendo dinâmicas assim em mangás, animes, filmes, séries, achando que isso era ser romântico. Não é romântico, não é normal e é perigoso. Um “amor” obsessivo não é saudável pra nenhum dos dois.

Além disso, é terrível como a violência sexual contra uma mulher é sempre usada como plot para as narrativas. Enfim.

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Jurada de morte | JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Valeu o Primeiro Gole?

Sendo honesta, superando essas problematizações (que a gente encontra na maioria dos mangás do gênero), parece ser uma história interessante. Novamente, não acho que vai ser a reinvenção da roda, mas para a história funciona.

E você, ficou curioso pra conhecer Casamento dos Vaga-lumes?

Casamentos dos Vaga-lumes Editora JBC
Capa | JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Clica aqui e confira o mangá!

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Até encontrar meu marido | Suco Apresenta

Até encontrar meu marido Editora JBC
JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Como é ser um homem gay no Japão? Quem responde a essa pergunta é Ryousuke Nanasaki na sua obra autobiográfica Até encontrar meu marido. Nessa história, o autor compartilha desde a sua infância marcada pelo bullying até a fase adulta, quando encontra um caminho de felicidade em meio à homofobia.

Originalmente, o relato de Ryousuke foi publicado como livro e, em 2021, adaptado para mangá por Yoshi Tsukizuki. Agora em 2026, quem trouxe a obra para o Brasil numa edição de luxo foi a Editora JBC.

O mangá (edição única) tem capa dura, páginas costuradas, informações sobre o autor e o ilustrador, posfácio, dois capítulos extras e um marcador de páginas.

Então, vamos ao nosso Suco Apresenta!

Da maldição à aceitação

Talvez grande parte das pessoas LGBTQIA+ lembre de algum momento da infância ou adolescência em que pensou que não queria decepcionar a família, queria ser “normal” ou pensou que tivesse algo errado consigo. Pois é, com Ryousuke não foi diferente.

Infância e adolescência

Desde muito pequeno, ele era alvo de chacotas, “xingamentos” (entre aspas, pois em pleno 2026 a gente sabe que “bicha” não é ofensa) e julgamentos. Ryousuke era excluído, hostilizado e colocado em situações vexatórias constantemente, fazendo-o acreditar que carregava uma maldição.

Até encontrar meu marido Editora JBC
Homofobia | JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Além disso, na adolescência lutava para esconder sua identidade enquanto sofria em silêncio pelas paixões secretas que cultivava. Entendendo que na sua cidade natal não conseguiria a liberdade que buscava, foi para Tóquio fazer faculdade, esperando encontrar um caminho um pouco mais acolhedor.

Começo da fase adulta

Agora na capital, longe da família que o rejeitou, dos amigos que não o compreendiam e do passado de violência, Ryousuke decidiu conhecer mais do “mundo gay”.

Entre encontros desconfortáveis, negação da sua sexualidade e sentimentos reprimidos, foi com suas amigas que ele encontrou um lugar seguro para se abrir. Assim, conseguiu se assumir e aceitar quem ele realmente era, sem culpa ou vergonha.

Até encontrar meu marido Editora JBC
Encontros da comunidade gay | JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Então, acompanhamos Ryousuke em relacionamentos problemáticos, autodescobertas, situações engraçadas e doloridas, enfrentando a homofobia enraizada nas pessoas, na sociedade e no próprio governo.

Mesmo assim, essa não é uma história triste. Ryousuke conseguiu se aceitar, encontrar o apoio e amor das pessoas importantes para ele, se casar com o homem que amava e encontrar um meio de compartilhar sua história com tantos outros LGBTQIA+ pelo mundo.

Além disso, hoje ele é fundador da empresa Juerias LGBT Wedding, voltada para a produção de casamentos de pessoas LGBTQIA+.

Japão, um país não tão evoluído assim

Compartilhei rapidamente a história de Ryousuke para não dar muitos spoilers e deixar espaço para compartilhar com vocês algumas reflexões que tive lendo Até encontrar meu marido.

Acredito que, muitas vezes, temos uma visão muito romantizada do Japão. “A terra dos robôs, da tecnologia, educação e do respeito ao próximo.” Quase como um paraíso na Terra. Não é bem assim.

Afinal, não bastasse o casamento entre pessoas do mesmo sexo ser proibido no país, essa é uma lei constitucional. Ou seja, a lei soberana do Estado reservou um espaço apenas para proibir o casamento consentido entre adultos, puramente por um preconceito que, em outros países (como o Brasil), é considerado crime de ódio. Tudo isso no país visto como “avançado, respeitoso, evoluído”.

Até encontrar meu marido Editora JBC
Casamento entre pessoas do mesmo sexo é proíbido no Japão | JBC | Divulgação: Suco de Mangá

O Japão é o único país do G7 (formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) que ainda proíbe o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Homofobia estrutural

Nesse contexto, não surpreende que os japoneses sejam extremamente preconceituosos, como o Ryousuke deixa bem claro em sua obra. Provocações constantes, rejeição, violência física e constrangimento são sofridos desde a primeira infância. Inclusive, algumas vezes até mesmo de LGBTs, apesar de serem casos mais raros.

Até encontrar meu marido Editora JBC
Bullying | JBC | Divulgação: Suco de Mangá

O número de suicídios entre a comunidade LGBTQIA+ é significativamente maior do que na comunidade heterossexual. Também, o abuso de substâncias, homicídios e depressão. Ou seja, claramente temos um problema social aqui.

Peso de uma obra

Por isso uma história como a de Até encontrar meu marido é tão significativa. Mesmo sendo um relato autobiográfico, é também um desabafo sobre uma sociedade estruturada desde — literalmente — sua constituição para calar nossas vozes.

Tem um peso tão grande que começou como um livro, se tornou um mangá e se espalhou por diversos países, em um contexto mundial em que o conservadorismo está em ascensão.

Agora, trago também meu reconhecimento à Editora JBC que trouxe o mangá para o Brasil, ainda numa edição tão cuidadosa e trabalhada. Um mangá feito para ler, mas também pra admirar, guardar e presentear.

Pelo menos, é assim que eu enxergo Até encontrar meu marido, como um presente à comunidade LGBTQIA+. É uma denúncia, um desabafo de todo o sofrimento, mas também um lembrete à esperança de que existe um caminho. Não estamos sozinhos e, mesmo que existam milhares de pessoas pra nos julgar, vão existir outras milhares para nos apoiar.

E, se você não é LGBTQIA+, ainda pode ajudar e apoiar a comunidade consumindo obras de artistas que são, falando sobre o assunto, pesquisando, nos ouvindo e respeitando.

Então, seja pra ler ou presentear, Até encontrar meu marido é um mangá que merece reconhecimento e destaque nas nossas prateleiras.

Até encontrar meu marido Editora JBC
Um final feliz | JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Conheça o mangá

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First Kanaphan e Khaotung Thanawat confirmam fan meeting em São Paulo em 2027

First Khaotung 2027 Fan Meeting in São Paulo
Imagem Divulgação

Os atores tailandeses First Kanaphan e Khaotung Thanawat, carinhosamente conhecidos pelo público como a dupla First Khaotung, têm data marcada para retornar ao Brasil. Estrelas de destaque nas séries de ficção BL (Boys’ Love), os artistas realizarão uma apresentação especial em São Paulo no dia 10 de janeiro de 2027, ocupando o palco da casa de espetáculos Terra SP. Esta será a terceira passagem da dupla por solo brasileiro, consolidando sua forte conexão com os fãs locais.

A dupla conquistou grande visibilidade internacional atuando em produções televisivas de sucesso como The Eclipse, Only Friends, Moonlight Chicken, Our Skyy 2 e The Heart Killers. Ambos fazem parte do conceituado elenco da GMMTV, produtora de referência no entretenimento asiático, e atualmente se preparam para a estreia de seu próximo projeto em conjunto, a série The Invisible Dragon.

Os encontros anteriores da dupla com o público nacional aconteceram em 2023, durante seu primeiro fan meeting individual na capital paulista, e posteriormente em 2025, em evento promocional dedicado a The Heart Killers ao lado dos colegas Joong e Dunk.

Pré-venda, ingressos sociais e benefícios exclusivos

As vendas oficiais para o First Khaotung 2027 Fan Meeting in São Paulo começam no dia 15 de outubro de 2026, às 12h, através da plataforma digital e aplicativo Shotgun. Para os associados ao Clube Fidelidade Galaxie da produtora Highway Star, haverá uma janela exclusiva de pré-venda entre as 12h do dia 13 de outubro e as 22h do dia 14 de outubro (ou enquanto durarem as cotas disponíveis).

Os valores das entradas partem de R$ 170 (meia-entrada e ingresso social no Mezanino 2) e chegam a R$ 700 (inteira na Pista Premium). A modalidade de ingresso social é válida para qualquer pessoa mediante a doação obrigatória de 1 kg de ração para cães ou gatos na portaria do evento.

Além dos setores convencionais, o público terá à disposição ingressos avulsos de interação (como Hi-touch por R$ 250 e Fansign Sign and Go por R$ 300) e pacotes VIP com regalias especiais — incluindo passagem de som (soundcheck), fotos individuais ou em grupo com os artistas, pôsteres pré-autografados e entrada antecipada.

Serviço completo: First Khaotung 2027 Fan Meeting in São Paulo

  • Data: 10 de janeiro de 2027 (domingo)

  • Horário: 19h (abertura dos portões às 17h30)

  • Local: Terra SP (Av. Salim Antônio Curiati, 160 – Campo Grande, São Paulo/SP)

  • Classificação etária: 18 anos. Menores de 16 e 17 anos podem entrar desacompanhados; jovens de 12 a 15 anos apenas acompanhados por responsável legal maior de idade. É proibida a entrada de menores de 12 anos. (Atenção: todos os menores exigem duas cópias da autorização assinada e reconhecida em cartório com documento do responsável).

  • Vendas online: Shotgun (site e aplicativo)

  • Formas de pagamento: PIX e Cartão de Crédito (parcelamento em até 12x com juros).

Setores e Ingressos (sujeitos a 12,5% de taxa de conveniência):

  • Pista Premium: R$ 350 (meia/social) | R$ 700 (inteira)

  • Pista: R$ 220 (meia/social) | R$ 440 (inteira)

  • Mezanino 1: R$ 300 (meia/social) | R$ 600 (inteira)

  • Mezanino 2: R$ 170 (meia/social) | R$ 340 (inteira)

  • Hi-touch: R$ 250 (valor único)

  • Fansign (Sign and Go): R$ 300 (valor único)

Pacotes VIP (sujeitos a 12,5% de taxa de conveniência):

  • Pacote VIP 1: R$ 1.800 (meia/social) | R$ 2.150 (inteira) — Inclui Pista Premium, entrada às 15h, soundcheck, foto individual 2:1, Hi-touch, pôster pré-autografado e postcard.

  • Pacote VIP 2: R$ 990 (meia/social) | R$ 1.340 (inteira) — Inclui Pista Premium, entrada às 16h, soundcheck, foto em grupo 2:4, Hi-touch, pôster pré-autografado e postcard.

  • Pacote VIP 3: R$ 840 (meia/social) | R$ 1.140 (inteira) — Inclui Mezanino 1, entrada às 16h, soundcheck, foto em grupo 2:4, Hi-touch e postcard.

Nota: Os setores Pista Premium e Mezanino 1 contam com espaços reservados e acessíveis para pessoas com deficiência (PcD) e mobilidade reduzida, necessitando de comprovação documental conforme regulamentação vigente.

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Estande da SEGA na BGS 2026 terá audiodescrição e foco em acessibilidade

SEGA na BGS 2026 amplia recursos de acessibilidade em parceria com a AbleGamers Brasil
Imagem Divulgação

A inclusão e o acesso amplo aos jogos eletrônicos ganharão reforço expressivo durante a Brasil Game Show 2026. A SEGA anunciou uma parceria oficial com a AbleGamers Brasil — organização não governamental focada na promoção da inclusão social de pessoas com deficiência por meio dos videogames — para implementar recursos abrangentes de acessibilidade em toda a sua área temática durante a maior feira de games da América Latina.

A estrutura de 300 metros quadrados contará com um sistema completo de audiodescrição cobrindo os diferentes ambientes do pavilhão. A medida foi elaborada para garantir que visitantes com deficiência visual tenham uma vivência plenamente imersiva, segura e integrada a todas as ativações e testes de títulos oferecidos pela publicadora.

Navegação autônoma, contexto narrativo e placas em Braille

Além de traduzir os elementos visuais dos cenários e estações interativas, a ferramenta de audiodescrição atuará como um guia narrativo, fornecendo contextos detalhados e dados complementares sobre as atrações em exibição. O serviço contemplará ainda orientações panorâmicas de toda a planta do estande, permitindo a circulação autônoma e fluida dos participantes pelo local.

Para viabilizar o uso do suporte de áudio com facilidade, a organização posicionará placas com alto contraste visual e informações em Braille em pontos estratégicos ao lado de cada atração. Todo o material foi projetado por profissionais especializados do setor e passou por validação técnica direta de pessoas cegas, garantindo precisão prática e alinhamento com as necessidades dos usuários.

Dignidade e inclusão através da cultura gamer

A iniciativa representa um passo fundamental para democratizar o acesso às convenções presenciais de entretenimento digital. Segundo Christian Bernauer, presidente da AbleGamers Brasil, disponibilizar ferramentas de apoio que concedam independência ao público PcD traduz-se diretamente em respeito e acolhimento dentro da comunidade.

“Autonomia é dignidade para pessoas com deficiência. Criar um ambiente no qual elas possam viver as experiências por completo faz parte da nossa missão e ficamos muito felizes de poder contar com um parceiro como a SEGA para atingir esse objetivo”, ressaltou o executivo. A ativação conjunta poderá ser conferida de perto pelo público durante todos os dias da feira no pavilhão de exposições.

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‘Sacrifício’ reúne Chris Evans e Anya Taylor-Joy em sátira sobre excessos da elite

sacrificio filme anya taylor joy
Imagem Divulgação

A distribuidora Diamond Films anunciou a chegada do aguardado longa-metragem Sacrifício (Sacrifice) aos cinemas brasileiros no dia 15 de outubro. Sob a direção do cineasta francês Romain Gavras (aclamado por Athena), o título combina suspense, humor ácido e sátira social ao escalar um elenco de estrelas mundiais para dissecar a hipocrisia, a alienação e os absurdos da alta sociedade.

A narrativa acompanha a trajetória do ator falido Mike Tyler, interpretado por Chris Evans. Decidido a resgatar a relevância nos holofotes midiáticos, Tyler acaba sequestrado em meio a uma luxuosa festa da elite. O plano mirabolante é capitaneado por Joan, personagem encarnada por Anya Taylor-Joy, a carismática líder de um culto ambientalista extremista que pretende atirar o astro decadente dentro da cratera de um vulcão ativo como sacrifício humano para deter o apocalipse climático. O choque entre a superficialidade do artista e o fervor da facção desencadeia um embate carregado de reflexões ácidas.

Assista o trailer abaixo:

Encontro de gigantes e versatilidade em cena

A química do projeto apoia-se na sólida trajetória dos dois protagonistas. Conhecido mundialmente por dar vida ao Capitão América no Universo Cinematográfico da Marvel — papel para o qual retorna em Vingadores: Doutor Destino —, Chris Evans transita com naturalidade entre o cinema de gênero e grandes sucessos comerciais, como Entre Facas e Segredos, Não Olhe Para Cima! e a minissérie Defendendo Jacob.

Do outro lado, Anya Taylor-Joy consolida seu status como uma das atrizes mais requisitadas de sua geração, acumulando atuações expressivas em obras aclamadas pela crítica e fenômenos de audiência, como A Bruxa, O Gambito da Rainha, O Menu, Fragmentado e Furiosa: Uma Saga Mad Max, além de estar confirmada no elenco de Duna: Parte Três.

Ícones de Hollywood, astros da música e elenco de apoio

O elenco estelar de Sacrifício ganha ainda mais peso com as participações de nomes laureados do cinema global: Salma Hayek (Frida, Casa Gucci), Vincent Cassel (Cisne Negro, O Ódio) e John Malkovich (Quero Ser John Malkovich, Ligações Perigosas).

A produção também chama a atenção ao integrar expoentes do meio musical à trama. A cantora e compositora britânica Charli XCX — responsável pelo fenômeno cultural que alçou a palavra “brat” ao debate internacional — divide a tela com o rapper e artista sueco Yung Lean. O time de coadjuvantes reúne ainda talentos em evidência na televisão e no cinema contemporâneo, como Ambika Mod (Um Dia), Sam Richardson (Veep), Jade Croot (A Morte de Robin Hood) e Miriam Silverman (A Maravilhosa Senhora Maisel).

Distribuído pela Diamond Films, a principal distribuidora cinematográfica independente da América Latina, Sacrifício chega oficialmente às telonas de todo o Brasil na quinta-feira, dia 15 de outubro.

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Enciclopédia ‘Anime-se³: Animês’ resgata mais de seis décadas de animação japonesa

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Mais de 60 anos de trajetória da animação nipônica ganharam um registro histórico e analítico detalhado no mercado editorial brasileiro. Escrito pelo autor Roger Armstrong em colaboração com o roteirista e arte-educador Wlady Pereira, o livro Anime-se³: Animês chega como uma enciclopédia abrangente que combina catálogo de produções consagradas com uma análise aprofundada dos aspectos estéticos, técnicos e socioculturais que transformaram as produções do Japão em pilares da indústria cultural do planeta.

Desenvolvido para atender tanto leitores entusiastas e colecionadores quanto estudantes, pesquisadores acadêmicos e educadores, o volume organiza sua abordagem em três blocos estruturais fundamentais. A abertura examina as raízes históricas do audiovisual asiático, o fenômeno de internacionalização para os países ocidentais e a consolidação do mercado mundial atual.

Mais de 200 resenhas e a chegada dos clássicos ao Brasil

A segunda seção da publicação reúne mais de duas centenas de resenhas críticas que servem de bússola para compreender o desenvolvimento dos traços, a evolução tecnológica e as manobras mercadológicas da indústria. A obra analisa a circulação transnacional desses conteúdos e detalha a introdução e o impacto das séries animadas no cenário cultural brasileiro.

O tomo dedica um capítulo exclusivo às transformações narrativas e de consumo impulsionadas por Naruto, além de resgatar obras seminais como Astroboy (1963), King Kong (1966) e The Adventures of Tom Sawyer (1980). A publicação também disseca fenômenos que moldaram a infância e a televisão nacional a partir dos anos 1980 e 1990, incluindo marcos como Os Cavaleiros do Zodíaco (1986), Dragon Ball (1986), Sailor Moon (1992) e Pokémon (1997).

Doze eixos temáticos e projeto editorial internacional

A parte conclusiva do livro desdobra-se em doze eixos conceituais, abordando temáticas contemporâneas e históricas de peso: a representatividade e o protagonismo feminino, discussões de identidade de gênero e androginia, a filmografia dos grandes mestres do gênero, a resistência ativa de comunidades contra a censura governamental e o surgimento dos fandoms digitais nas plataformas online.

Anime-se³: Animês marca o volume inaugural de um projeto editorial mais amplo que prevê publicações futuras dedicadas a dissecar as tradições de animação dos Estados Unidos e da Europa. De acordo com o autor Roger Armstrong, as produções animadas exercem o papel de espelhar comportamentos, transmitir transformações estéticas e consolidar laços emocionais permanentes na memória coletiva de diferentes gerações de espectadores.

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O caos multidimensional de Serious Sam: Shatterverse invade os consoles e PC

Imagem Divulgação / Devolver Digital

Finalmente as hordas multidimensionais de Serious Sam: Shatterverse chegou ao SUCO para serem exterminadas. Prepare suas armas, munições e pipocas de diversos sabores e temperos para esse grande espetáculo do cómico e shooter caótico que a franquia Serious Sam tem de melhor!

Um Sam, não é suficiente!

Serious Sam: Shatterverse é um jogo de primeira pessoa com elementos de roguelite que abraça 1 a 5 jogadores. Uber Mental, o principal antagonista da série, conseguiu quebrar as barreiras entre universos e dessa forma vários Sams vão ter que juntar forças e concertar o caótico universo fragmentado! Você integrado no Serious Program, a força multidimensional que busca enfrentar Uber Mental, terá que entrar na viagem entre diferentes dimensões, realidades e cronologias, aonde estava tudo resolvido e resolver de novo enfrentando os cinco tenentes de Uber Mental.

Assista o trailer abaixo:

Você terá a opção de jogar com amigos, pessoas da internet (ou outras dimensões), ou sozinho, o clássico “eu resolvo tudo e não preciso de ninguém”, criando aquele desafio único da franquia de Serious Sam. Cada Sam tem uma habilidade suprema, além de pericias especificas com algum tipo de armamento. Esses detalhes que trazem a fórmula do roguelite proposto e criando funções e estilos específicos de jogo. Cada imersão consiste em 9 etapas, cada trinca em um local do multiverso e com a presença de um chefe na última etapa.

Como forma de abrir e entender o multiverso cada inimigo encontrado, cada fase explorada, cada corrida completada dará recursos para você adquirir Sams, Armas e melhoras as habilidades disponíveis. Então cada run vai se tornando algo diferente como quais armas estarão disponíveis desde o começo, qual segmento daquele mundo você vai explorar e completar o objetivo até o portal se abrir, segredos que levam a baú com recursos, habilidades, armas novas e até mesmo portais com desafios garantido uma recompensa alta se for completado!

serious sam shatterverse review
Imagem Divulgação / Devolver Digital

Não fique parado, atire, ganhe talentos, detone tudo e comece outra vez

Como um jogo de tiro em primeira pessoa, não tem muito o que falar dos comandos pois são naturais para quem já joga esse estilo de jogo. A adição são as habilidades especiais de cada Sam que são habilitadas ao longo do tempo e conforme você elimina os monstros, por exemplo, a do Alien Sam que por alguns segundo quadriplica sua arma, uma para cada braço, para meter bala a vontade. E a habilidade de corda que em algumas fases e arenas você pode enganchar e buscar lugares altos ou usar com o uma forma de escape das hordas que vão te flanqueando e, completando a movimentação as investidas, dashes, para dar aquela afastada ou avançada tática de respeito.

São três dificuldades, os Atos, o inicial você sente o multiverso e os outros eleva a dificuldade e a inteligência dos inimigos. Mate os inimigos para ganhar pontos de experiência e habilitar talentos que vão mudar o rumo das batalhas. Como são ciclos, ao terminar a primeira fase, você ganha a opção de melhorar sua habilidade, na segunda uma loja vendendo armas e talentos dá as caras, ambas você pode gastar seu ouro para se curar! A terceira você receberá novamente mais uma habilidade após derrotar o chefe.

Porém para apimentar, a partir do Ato II você pode escolher algum desafio que ao completar aquele segmento te recompensará com recursos para gastar na sua base. No Ato III, é obrigatório a escolha como por exemplo, um tiro mata você ou o inimigo, mas chefes e elites não contam para isso, ou colocar as fases debaixo d’água e deixa-las lentas, até mesmo o tempo fica lento.

Para sobreviver você deve acertar os pontos fracos de cada inimigo, ao ponto deles enfraquecerem e permitir a mecânica de finalização. Essa mecânica só é realizada corpo-a-corpo e garante que você ganhe vida. Você inicia com 100 de vida podendo ir até 200 sem nenhum talento, só na base das finalizações. Os escudos podem ser encontrados espalhados pela fase e ajudam a mitigar o dano.

Se sua arma está acabando a munição você pode dar um golpe de coronhada, para dar aquela leve afastada. Porém eu não vi nenhum motivo para ficar abusando no corpo-a-corpo com a coronhada, mesmo com um Sam que ganha melhorias con isso, sendo que parece sem efeito. Trocar de arma rapidamente e dar uma bala bem dada ou um pulo e investida é bem mais promissor.

serious sam shatterverse review
Imagem Divulgação / Devolver Digital

Não só a Terra sofre com conexões

Um dos grande problemas encontrados durante a jogatina de Serious Sam: Shatterverse é o multijogador online. Não encontrava nenhuma partida nem no Ato I, nem no Ato II. O sistema de criação de sala e convite funciona bem, mas de fato para a mesma região. Muitas instabilidades ocorrem e se o criador da sala cai simplesmente a campanha reinicia de um ponto 0 na progressão.

Jogar com os amigos é a solução, claro que o real desafio vai ser o Ato III, e seja em grupo ou solo, você vai ter que ir jogando para coletar os pós para dar upgrade nos talentos, liberar as armas para que no baú inicial ela tenha a chance de vir, combinar os berloques de forma que eles deem bonificações por conjunto. E assim, o jogo pode jogar sujo com você com as opções de escolha.

O fator replay é a repetição e a descoberta de todas as variantes de fase de cada mundo, os inimigos e as opções para cada invasão no multiverso do Serious Sam, encontrar armas em suas raridades maiores que fazem uma diferença tremenda e a caçada dos inimigos. Porém você vai sentir a repetição dos universos e das batalhas do chefes, essas que após você descobrir como funciona a luta fica tranquilo de derrotar pois não existem elementos randômicos ou novos para deixar o fluxo mais caótico.

serious sam shatterverse review
Imagem Divulgação / Devolver Digital

Por não ser um jogo da história tradicional da franquia, é simplesmente uma história genérica para criar esse momento. Ouvir os 5 Sams disponíveis fazendo as piadas na primeira vez é divertido, você tenta fisgar um pouco de história falando de seus universos, mas depois é só isso mesmo. O codex é um clássico trazendo grande informações dos inimigos antigos e dos novos que estão presentes, e o ponto positivo que toda interface e legendas tem a opção português brasileiro.

Temos um belo trabalho gráfico e de audio para esse jogo, feito pela Behaviour Interactive Inc., a desenvolvedora de Dead by Daylight, mas será que a “simplicidade” impactou diretamente a criação de coisas a mais em Serious Sam: Shatterverse? Entre o lançamento e o momento houve uma grande atualização na qual facilitou o Ato I, mas acho que o problema não era dificuldade e sim questões técnicas. Mas será que teremos mais novidades dentro desse jogo que pode ser mais?

Distribuído pela Devolver Digital, Serious Sam: Shatterverse está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC. Na Steam toda a franquia se encontra em promoção, confira aqui! Aproveite a promoção e chame os amigos para jogar junto esse frenético shooter.

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Viki destaca catálogo de shows e documentários do BTS antes da turnê no Brasil

bts viki
Imagem Divulgação

A contagem regressiva para um dos retornos mais aguardados do cenário musical internacional entrou em sua reta final. O grupo sul-coreano BTS desembarca no Brasil ainda este mês para uma série de apresentações ao vivo, mobilizando multidões de fãs que celebram a volta do septeto aos palcos nacionais com a consagrada turnê Arirang.

Para aquecer o público e reviver passagens históricas da trajetória do conjunto, a plataforma de streaming especializada em produções asiáticas Rakuten Viki reuniu uma seleção exclusiva com algumas das apresentações mais emblemáticas dos astros do K-Pop. A iniciativa atende tanto aos admiradores que asseguraram entradas para os concertos presenciais quanto àqueles que acompanharão a movimentação diretamente de casa.

Audiência em alta e aquecimento com a turnê Arirang

A expectativa em torno das novas apresentações causou um reflexo direto no consumo digital ao redor do planeta. Durante os meses preparatórios que antecederam os espetáculos da turnê Arirang, o Viki registrou um salto expressivo de 86% no volume global de visualizações dos conteúdos audiovisuais do BTS, se comparado ao mesmo intervalo apurado no ano anterior.

O crescimento vertiginoso reafirma a empolgação contínua da comunidade ARMY, que transformou a plataforma de streaming em um ponto de encontro digital para revisitar coreografias memoráveis, registros intimistas de bastidores e momentos que definiram o impacto cultural do grupo nos grandes estádios mundiais.

Produções e espetáculos disponíveis no catálogo

O acervo do serviço oferece produções essenciais para quem deseja mergulhar na discografia e na rotina artística dos integrantes. Entre os principais títulos liberados para reprodução estão:

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