Os fãs de Jojo podem ficar contentes porque, após Thus Spoke Kishibe Rohan (Assim Falava Kishibe Rohan), a Netflixanunciou a adição de Jojo’s Bizarre Adventure, de Hirohiko Araki, ao catálogo, em 8 de abril!
A obra do mestre Araki é publicada desde 1987, passando pelas revistas Weekly Shonen Jump e Ultra Jump, e conta atualmente com surpreendentes 121 volumes, divididos em 8 partes que podem ser lidas separadamente, mas que sempre se conectam de alguma forma.
Mesmo tendo adaptações animadas anteriores, a que conquistou o público de vez e trouxe inúmeros novos fãs para a franquia foi a animação produzida, desde 2012, pela David Production. Foram produzidas adaptações para 5 partes da obra e temos motivos para acreditar que as 3 primeiras sejam adicionadas de uma vez ao catálogo da Netflix.
No Brasil, Jojo é publicado pela editora Paninie se encontra na terceira parte, Stardust Crusaders.
SINOPSE: JoJo’s conta a história da família Joestar, uma família cujos vários membros descobrem que estão destinados a derrubar inimigos sobrenaturais usando poderes únicos que possuem. Sendo dividido em 8 partes únicas, cada uma seguindo a história de um membro da família Joestar, que inevitavelmente tem um nome que pode ser abreviado para o titular “JoJo”. As primeiras seis partes da série ocorrem em uma única continuidade, enquanto as partes 7 e 8 ocorrem em uma continuidade alternativa.
Tudo não passava de uma lenda, uma mentira inventada pelos fãs. Pelo menos era o que a maioria gritava até Zack Snyder trazer para o mundo a notícia que sua versão do filme Liga da Justiça existia.
O tão falado SnyderCut começou a tomar grandes proporções, Snyder não só o trouxe para o mundo como tirou os reparos de Josh Whedon e voltou o filme para a sua visão, aquela que muitos vêm como original. Finalmente os fãs terão em suas telas o que pode ser o filme de herói mais esperado de todos os tempos, o SnyderCut é tudo aquilo que os fãs de Zack Snyder pediram, nada que os fãs da DC desejavam e tudo que os fãs da cultura pop odeiam…
Impossível não fazer comparações com a versão de Josh Whedon, pois em teoria ainda é o mesmo filme, não se pode negar o trabalho árduo de lapidação de CGI e conserto furos de roteiro que o primeiro filme apresentou em 2017, hoje temos cenas de ação que se mostraram muito mais épicas – além da retirada de piadinhas gratuitas de várias cenas -, um filme que se mostrou mais a altura de seu hype nos últimos anos. Em contraponto deve-se destacar o abuso de câmera lenta que não faz te sentir mais nada a não ser ódio, em cenas do Flash até entendo, mas foi demais, extrapolou, é irritante, e a cada uma delas é tocada uma música completamente fora daquele mundo, desde a cena de apresentação dos poderes do Flash até aquela cena completamente gratuita do Aquaman tirando a camisa no pier; sei a existência dela, mas acredite, ela ficou muito avulsa no momento, e tanto na versão do Whedon, quanto na versão de Snyder, foi uma música completamente aleatória.
Algo que foi muito bem consertado na versão de 2017 e voltou por aqui, foi o polêmico filtro sombrio. Quando o mesmo é bem usado, apresenta fotografias dignas de Oscar, algo que o próprio Snyder sabe fazer como ninguém, seu portfólio já diz por si só. Entretanto, jogar este efeito na batalha final durante a noite, nos faz lembrar do fatídico Episódio 3 de Game of Thrones da última temporada.
O que pareceu em tela foi que Liga da Justiça foi esticado. Quando se assiste o corte do diretor de algum filme, nós entendemos como uma versão estendida, aqui é diferente, nós temos um conserto daquilo que Josh Whedon tentou melhorar na primeira versão, mas acontece que têm coisa que está no filme de 2017 que é muito melhor que no SnyderCut, o que fica uma divisão de opiniões, já que o anterior traz uma “Fórmula Filme de Herói” mais lapidada.
Uma crítica injusta a esse filme é chamá-lo de longo e arrastado, porque ele têm 4 horas e é dividido em 7 partes, então basta se preparar para assistir do melhor jeito que você preferir. Eu achei muito melhor assisti-lo direto. A experiência foi melhor do que separar em partes, até o Vingadores: Ultimato que é um filme longo e arrastado e todo mundo lembra só da cena final, o SnyderCut passa pela mesma situação, se faz necessário essa fórmula, porque ele está desenvolvendo a trama, se fosse gratuitamente, valeria a reclamação, mas aqui se mostrou bem trabalhado. Concordo que é cansativo, mas não foi problemático, aliás a mistura de flashbacks com momentos de heroísmo engrandeceu cada herói presente em tela, principalmente do Cyborg. Uma tristeza que vamos amargurar para o resto da vida é a inexistência de um filme solo do personagem – talvez o melhor personagem desenvolvido pelo diretor.
Esse filme transparece muito mais uma despedida de Snyder da DC do que um possível retorno, porque ele literalmente entregou tudo, têm cena de paisagem que ficou longa demais, poderia até ser cortado, pois não tinha nada a perder, inclusive a adição de um certo personagem grande da DC Comics ficou muito gratuito na trama, mas talvez porque ele ligaria alguma história futura para um DCU. A Marvel abusa desse artifício de pontas soltas para poder ligar lá na frente, pode ficar completamente estranho em um filme solo, mas a justificativa deles é que lá na frente será explicado, seja dentro do filme ou em cena pós crédito, bem provável que Snyder pensava da mesma maneira. Como não teremos essas continuações, entregou como fanservice para o público, e acredito que os fãs estarão bem servidos.
Vem aí The Batman, Black Adam, também teremos Esquadrão Suicída com James Gunn. Dividindo opiniões com Mulher Maravilha 1984, e fracassado em Aves de Rapina, a Warner acertou em cheio com Coringa. Já Zack Snyder têm planos com a Netflix, e a DC seguiu seu rumo, por mais que os fãs adorem o Deusnyder, às vezes a separação é a melhor coisa para os dois lados. SnyderCut é a prova de seu legado na DC, uma tentativa falha de bons filmes e um desastre de DCU, mas um agrado daquilo que seus fãs mais aclamaram durantes os últimos anos.
Em uma live para o canal Reino dos Mangás, na última quarta-feira (17), a editora Panini divulgou o mais novo título a ser lançado no Brasil: Rent a Girlfriend, de Reiji Miyama.
Por ser um dos animes mais comentados na Temporada de Outono 2020, a editora viu nessa popularidade a chance de emplacar um mangá onde a história está fresquinha na mente das pessoas – será que Horimiya vem aí?
O shounen da Kodansha deve sair em junho no formato padrão da editora (13,7 x 20 cm), miolo em offset, capa cartonada e com periodicidade mensal. Ao todo, são 19 volumes que ainda estão em andamento no Japão, e o preço sugerido por aqui será de R$ 29,90.
Capa japonesa de Rent a Girlfriend (Imagem Divulgação)
Sinopse: Kinoshita Kazuya é um estudante fracassado de 20 anos. Ele só beijou sua namorada uma única vez, e levou um fora depois de um mês. “Nossa, nunca mais quero passar por isso de novo.” Cheio de rancor, Kazuya decide apelar para um app de aluguel de namoradas para conseguir um encontro. Ele arranja um encontro e encontra Mizuhara Chizuru, que coloca seu longo cabelo preto atrás da orelha e o cumprimenta com um sorriso. Desse encontro de aluguel, pode surgir algo real! Uma comédia romântica sem eira nem beira, cheia de amor e reviravoltas!
A SNK Corporation anunciou que NeoGeo Pocket Color Selection Vol. 1 já está disponível para download na E-Shop do Nintendo Switch. A coleção trás 10 jogos clássicos da empresa.
A coleção já estava disponível na eShop com 6 jogos mas agora tem a adição de mais 4. Além disso você pode enfrentar seus amigos em alguns deles e também escolher a opção monocromática, preto e branco, da tela. Modelos 3D integram a coleção com seus jogos e cartuchos para relembrar ou descobrir como era na época que eles foram lançados.
A lista conta com:
SNK GALS’ Fighters
Samurai Shodown!2
The King of Fighters R-2
The Last Blade: Beyond the Destiny
Fatal Fury: First Contact
SNK vs. Capcom: The Match of the Millennium
Metal Slug: 1st Mission
Metal Slug: 2nd Mission
Dark Arms: Beast Buster
Big Tournament Golf
Então para você que gosta dos jogos antigos da SNK, é uma boa oportunidade de agregar eles ao seu Nintendo Switch. NeoGeo Pocket Color Selection Vol. 1 está na eShop por 39,99 dólares ou 200 pontos.
Está aberta a votação popular para a edição 2021 do prêmio Cubo de Ouro. Após o adiamento da edição do ano passado, por conta da pandemia do Covid-19, o evento terá formato adaptado, com transmissão ao vivo e novas categorias.
E pela segunda vez consecutiva, o Suco de Mangá é finalistas na categoria “Imprensa Geek”, uma das 16 presentes nesta edição. Entre as novidades estão as categorias “Dublagem Geek do Ano”, que vai reconhecer os melhores trabalhos de dubladores em filmes, séries, animações e games, “Streamer Geek do Ano”, com os destaques em transmissões para o público nerd, e “Destaque eSports do Ano”, apresentando os pro-players brasileiros mais relevantes no cenário gamer competitivo de 2020.
Outro destaque é a presença de Shota Nakama como um dos jurados convidados para a categoria “Melhor Projeto Musical Geek”. Vale lembrar que as categorias que estão presentes com Voto Popular são:
Personalidade Geek do Ano
Canal, Programa ou Podcast Geek do Ano
Imprensa Geek do Ano
Dublagem Geek do Ano
Streamer Geek do Ano
Destaque eSports do Ano
Geek Creators do Ano
Melhor Projeto Social Geek do Ano
Você pode votar AGORA MESMO nos seus creators e geeks favoritos – só acessar AQUI.
Hoje (17), a Square Enix estará disponibilizando os jogos Lara Croft: Guardian of Light e Lara Croft and The Temple of Osiris, ambos para PC.
A promoção irá durar até a Square Enix Presents, transmissão online que ocorre amanhã (18) às 15hrs no horário de Brasília nas plataformas oficiais da empresa na Twitch e no Youtube.
Para receber os códigos dos jogos é necessário seguir a página oficial do Twitter da Square Enix e comentar na postagem utilizando a #SquareEnixPresents.
2020 para mim foi marcado como o ano da revolução Isekai, isso é, porque eu nunca vi tantas publicações do gênero pipocarem para todos os lados. Mais do que isso, um cenário que pouquíssimas vezes havia sido abordado anteriormente ganhou os holofotes: os otomes games, ou haréns invertidos.
Se fosse para apontar um culpado eu poderia dizer que foi a popularidade do anime “My Next Life as a Villainess: All Routes Lead to Doom!”, uma adaptação da Light Novel que já fazia burburinho na internet há alguns anos. Mas a boa recepção do anime fez com que novos títulos tivessem espaços em todos os ambientes, sejam nas LN, nos webtoons, nos manhwas, ou então em mangás, como é o caso de “I Was Reincarnated as The Villainess in an Otome Game but the boys love me anyway” (os títulos excessivamente longos também parecem ser uma característica do gênero).
O mangá também é uma adaptação de uma Novel de mesmo nome, o enredo é algo bem conhecido: Uma jovem após morrer em um acidente de trânsito acaba reencarnando como uma personagem em um otome game, aqueles jogos onde uma protagonista é cercada por personagens masculinos que lutam pelo seu amor. Entretanto, sua personagem não é qualquer uma, é Mystia Aren, a vilã! Com apenas dez anos, a protagonista se dá conta que seu futuro será sombrio se ela não começar a realizar a mudanças desde já, já que, nas rotas do jogo original a vilã sempre morre. Uma corrida contra o tempo então começa enquanto Mystia desesperadamente tenta se afastar de todos os interesses masculinos da história, mas parece que a cada decisão que ela toma, os interesses masculinos só se aproximam ainda mais!
A história original é de Sou Inaida com ilustrações de Hatipisu Wan, mas o mangá foi realizado por Ataka, e é como se fosse uma obra hibrida dos três com a novel como base principal, ainda que com alterações significativas tendo em vista a mudança de mídia.
Quando me foi dada a oportunidade de escolher um título para fazer um PG via Tokyo Pop, eu nem hesitei em optar por esse mangá, e a verdade é que eu sou uma grande fã de isekais de otome games, sendo meu gênero favorito DISPARADO nos últimos anos (eu já nem lembro quantos títulos com a mesma temática eu acompanho ao mesmo tempo…).
Como uma fã, e também alguém que consome essas obras o tempo todo, o fato do enredo não ser “original” não me incomoda em nada, eu vejo como algo muito similar as produções de ação com um personagem masculino e seus amigos vivendo altas aventuras por aí enquanto batem em caras maus. O nó que une tudo não precisa ser novo, desde que os fios que partem dele sejam de boa qualidade, e é o que temos aqui.
I Was Reincarnated as the Villainess é uma mistura natural de ilustrações belíssimas, cenas divertidas e personagens carismáticos. Eu gosto bastante como a obra não jogou todos os interesses masculinos de uma vez só, e optou por abordar o laço deles com Mystia de maneira gradual, explicando o porquê deles se interessarem por ela, e não ser um sentimento “espontâneo vindo do nada”.
Além disso, a relação dela com sua empregada pessoal, Melo, é muito boa também. Não é uma novidade em que obras de harém invertido possuam interesses femininos no meio, mas é sempre é bem vindo, tendo em vista que acrescenta mais do que diversidade, mas também diferentes perspectivas.
Aliás, falando no Diabo, de longe a Melo e o Eric são meus personagens favoritos, não que eu não goste da protagonista – muito pelo contrário – mas a construção dos dois é criativa e, pessoalmente, me agradou bastante. Não tenho preferidos ainda na corrida pelo coração da Mystia, mas os dois estão com um pouco de vantagem.
Justamente por eu ter tido a oportunidade de ler apenas o primeiro volume da obra, ainda não consegui conhecer todas as personagens, e decidir minha opinião a respeito das mesmas, mas estou ansiosa em continuar a leitura e ver que rumos serão tomados pela nossa protagonista vilã (afinal, a verdadeira protagonista nem apareceu na série ainda!).
I Was Reincarnated as the Villainess in an Otome Game but the Boys Love Me Anyway!, Volume 1, via Tokyo Pop (Imagem Divulgação)
Cada vez mais investindo no mercado dos animes e live action, a Netflixassinou o primeirocontrato a longo prazo com um estúdiojaponês para efeitos visuais.
O estúdio 3D CG Digital Frontieranunciou na segunda-feira, 15 de março, que assinou um contrato com a Netflix para permitir que o departamento de produçãodigital da streaming colabore com a DigitalFrontier em trabalhos originais e vários outros projetos de efeitos visuais a longo prazo.
O primeiro projeto entre o estúdio e a Netflix, foi a sérielive-actionAlice in Borderland, baseado no mangá de Haro Aso. A série teve a sua estreia no catálogo da streaming em dezembro de 2020. A Digital Frontier trabalhou nos efeitos de computaçãográfica e digital, o live action já tem a 2ª temporada confirmada.
Os principaistrabalhos envolvendo o estúdio incluem; efeitos visuais nos live action de Death Note, Gantz, Bleach e Inuyashiki. Nas animações, o estúdio trabalhou nas produções de GANTZ: O, Resident Evil: Damnation, Kingsglaive: Final Fantasy XV, Tekken: Blood Vengeance, The Magnificent KOTOBUKI, Summer Wars, Wolf Children. Em jogos, tiveram trabalhos em cenas de; Final Fantasy VII Remake, Super Smash Bros. Ultimate.