O artista brasileiro, PJ Kaiowá, foi o responsável por ilustrar os personagens Mutano e Ravena em uma série de teasers em formato de quadrinhos lançado nas redes sociais do popular battle royale – Fortnite.
PJ lançou no último mês de abril nos EUA um thriller policial chamado “Carnívora”, que foi escrito e desenhado pelo artista e foi recentemente publicado pela editora Behemoth Comics, acompanhando um vinil com músicas de Jay Ray.
A HQ se passa no Rio de Janeiro e tem como cenário o complexo de comunidades chamado de “O Morro da Caveira”, onde acompanhamos Carlos, um policial civil, que está a procura de sua noiva e deve seguir em um caminho assombrado por supostas criaturas canibais. No Brasil, a obra foi lançada em 2015 e foi fruto de um financiamento coletivo.
A E3 2021 ocorre está prevista para ocorrer entre os dias 12 e 15 de junho e terá o seu formato completamente online. O evento será transmitido digitalmente através de um canal oficial do evento – que ainda não tem muitos detalhes divulgados – e através de plataformas já solidificadas de streaming, como a Twitch.
Entre algumas das grandes empresas da indústria de games que já confirmaram presença no evento estão: Nintendo, SEGA, Square Enix, Ubisoft, Capcom, Bandai Namco, Warner Bros. Games.
A Sony, Epic Games e Activision ainda não se pronunciaram. Vale lembrar que em 2020, a Sony e a EA também não participaram dos eventos e preferiram realizar conferências próprias. A Konami, entretanto, anunciou no fim de abril, por meio do twitter, que “não terá tempo para mostrar novos projetos durante a E3 2021”. A empresa afirma, porém, que está desenvolvendo vários projetos que serão anunciados com o decorrer dos meses.
Mais informações sobre os eventos e horários poderão ser encontradas no aplicativo oficial e no site lançado pelos organizadores do evento. Lembrando que as transmissões da E3 2021 poderão ser acessadas gratuitamente nas datas e nos horários das respectivas conferencias.
O girlgroup de K-Pop Black Swan, que tem em sua composição a brasileira Leia, anunciou em suas redes sociais que está fazendo uma audição internacional em busca de uma quinta integrante! Qualquer pessoa, de qualquer país, pode aplicar via e-mail para as categorias “Vocal”, “Rap” e “Dance” desde ontem, dia 10 de Maio, até o dia 10 de Junho!
[????] DR MUSIC holds an international audition
Please check out the contents below and the application form. Please don’t hesitate to apply. You could be a next K-pop idol.
— Blackswan Official (@blackswan_drent) May 10, 2021
Em um vídeo postado no twitter oficial do grupo, as meninas compartilham suas expectativas sobre a nova integrante. No vídeo, Leia diz “Não pense que você precisa ser uma boa cantora, ou a melhor rapper, ou a melhor dançarina, porque ser uma Black Swan é sobre ser especial e única.“
O formulário de aplicação está junto ao vídeo e a DR MUSIC deixa claro: “Por favor, não hesite em aplicar. Você poderá ser a próxima idol de K-Pop.“
[????] DR MUSIC holds an international audition
Please check out the contents below and the application form. Please don’t hesitate to apply. You could be a next K-pop idol.
— Blackswan Official (@blackswan_drent) May 10, 2021
Os fãs não reagiram de uma forma muito positiva. Muitos comentários no twitter, falam sobre a falta de necessidade de adicionar mais uma integrante, e que a empresa deveria focar em um comeback, argumentando que a DR Music é conhecida por constantemente mudar membros em seus grupos, assim como foi com Rania. Embora os fãs não pareçam muito felizes em maioria, as audições, até o momento, continuarão.
Tem interesse? O Black Swan têm duas integrantes internacionais: Leia, que é Brasileira, e Fatou, que é Senegalesa. O grupo debutou em Outubro de 2020 com o Álbum “Goodbye Rania“, com a música título e MV “Tonight“. Inicialmente o grupo tinha 5 integrantes, Youngheun, Fatou, Judy, Leia e Hyemi, mas Hyemi teve que sair depois do vencimento do seu contrato, logo após promover “Tonight“. E as audições vão servir para fazer com o que o grupo volte a ter 5 membros.
Vale lembrar que não há restrição de gênero! Quais serão os planos da DR MUSIC? Fiquem atentos para mais novidades!
Está procurando um filme leve, divertido e com bastante confusão? Então, esteja preparado para assistir a comédia “Em Guerra com o Vovô“! O filme estrelado por Robert De Niro, que faz o papel do vovô Ed, e Oakes Fegley, que faz o papel de Peter, convida os espectadores a refletir sobre o significado da família e as diferentes etapas de nossas vidas. Tudo isso entre boas risadas, de um jeitinho leve, capaz de aquecer nossos corações.
Logo de início, o filme já começa mostrando a mudança de vida que Ed e Peter estão passando. Ed é convencido pela sua filha, Sally, a ir morar com a família para que suas necessidades sejam melhor atendidas já que sua idade está avançada; Enquanto isso, Peter muda de escola, e perde o posto de mais velho para o mais novo, tornando-se alvo fácil de valentões. Logo depois, perde também o próprio quarto para o seu avô Ed. E é aí que a confusão começa: Peter declara guerra a seu avô por bilhete (que guerra se inicia através de um bilhete?), para conquistar o seu território de volta. E embora o vovô, inicialmente, ignore por ser um bilhete, é no primeiro ataque ao seu novo quarto – e às suas lembranças de vida – que a guerra têm seu início oficial!
Conflitos que terminam com um “Eu te amo” são bastante incomuns em guerras, mas é o que vamos ver em quase todas as cenas entre os dois. Mesmo com um atacando o outro, os dois demonstram muito amor e têm momentos juntos capazes de arrancar sorrisos cheios de ternura da gente. Quando em guerra, os dois só têm duas regras, e a principal, que é sobre não afetar os patrimônios e os membros da família, é rompida em quase todas as cenas; Sally, a mãe; Arthur, o pai; Mia, apaixonada por Russell, e Jenni, apaixonada pelo natal, que são as irmãs de Peter, sempre acabam sofrendo as consequências dos ataques entre avô e neto.
Tanto Ed quando Peter têm seus “conselheiros”, e fazem suas consultas antes de cada ataque. Peter é aconselho pelo seus amigos Steven, o menino que sofre nas mãos da irmã mais velha, que faz questão de marcar presença em cada reunião dos quatro, só para constrangê-lo; Billy, que passa batido dos valentões (além de ter uma cobra bem legal como pet) e Emma, a menina inteligente do grupo. Já Ed recebe conselhos de Jerry, o idoso que tem uma casa no melhor estilo playground; Danny, o senhor garanhão, e Diane, a não tão senhora que alega também ter uma neta “que é um chute no saco”. Sendo quatro crianças e quatro idosos, será que vai rolar um enfrentamento entre a primeira idade e a terceira idade? Sem spoiler!
Personagens apresentados e contexto dado, agora resta falar sobre as reflexões que o filme, sem dúvidas, traz em sua trama.
“Idosos são como crianças?“, em várias cenas podemos ver o cuidado de Sally com seu pai Ed, quase que o tratando como um de seus filhos. Com atitudes rebeldes, o vovô se mostra irredutível em vários momentos ao lidar tanto com pessoas de fora da família, quando com sua filha, trazendo confusões divertidas. Além disso, ele e seus amigos, assim como Peter e seus amigos, dedicam a maior parte de seus momentos para lazer e diversão.
As diferenças entre a primeira idade e a terceira idade são apresentadas com bastante sutileza. Talvez, as únicas diferenças entre Ed, Peter e seus respectivos amigos, seja o fato de que a terceira idade é aposentada, não precisa estudar e têm uma enorme carga de experiências pois já passaram pela maior parte de todas as etapas da vida, enquanto a primeira idade precisa estudar e projetar um futuro.
A linha tênue entre o início e o final de uma vida, onde ambas as idades têm a necessidade de um cuidado especial supervisionado por alguém da família, neste caso, por Sally, traz a reflexão do quanto idosos e crianças são semelhantes; Mas não iguais! Ed ensina muitas lições a Peter, mesmo em meio a uma guerra.
“Uma família faz sacrifícios uns pelos outros“, acredito que toda a trama gira ao redor dessa afirmativa, já que cada integrante da família faz um sacrifício nessa mudança de vida, especialmente Peter e seu pai, Arthur. Talvez as menos afetadas sejam a mãe e as duas irmãs do menino: Mia e Jenni. Mas ainda sim, Mia repete uma situação do passado que sua mãe passou com o seu avô Ed, exigindo mais um sacrifício de sua mãe. Entre sacrifícios e muito amor, a verdade é que o filme mostra que nós só entendemos a atitude do outro, até passarmos pelo mesmo.
E fiquem tranquilos, não há nenhum drama pesado. Mesmo as situações de bullying são leves, e não abrem espaço para sentimentos negativos como raiva, tristeza e angústia. A risada é sempre garantida, mesmo nos momentos mais tensos!
Sabe aquele tipo de filme que prende sua atenção em uma tarde durante a semana, e você não consegue parar de assistir porque fica ansioso pelo desfecho? “Em Guerra com o Vovô” traz exatamente esse tipo de situação!
Em um tempo difícil como esse que estamos vivendo pela covid-19, ouso dizer que esse filme é exatamente o que precisamos para relaxar em um dia comum do qual não queremos refletir sobre coisas pesadas ou simplesmente queremos esquecer um pouco dos problemas. Incrivelmente, esse filme deixa o resto do dia mais leve e tranquilo!
Após anos de espera, os fãs de Sui Ishida foram apresentados à mais uma obra do mangaká. Do mesmo criador de Tokyo Ghoul, o novo mangá Choujin X estreou nesta segunda-feira (10) pela plataforma Manga Plus. De acordo com o autor, ele finalizou todo o roteiro em novembro, mas somente agora publicou o primeiro capítulo da história.
A obra contará a história de Tokio Kurohara, um jovem que está cansado de viver em uma cidade dominada por monstros. Através do seu Twitter, a Shonen Jump descreve o mangá: “Às vezes para lutar contra um monstro você deve se tornar um”.
Imagem Divulgação: Shonen Jump
Até o momento, Choujin X está sendo lançado no Japão pela Tonari no Young Jump e simultaneamente pelo Manga Plus em inglês.
Imagem Divulgação: Shonen Jump
Sui Ishida é conhecido pelo sucesso de Tokyo Ghoul, mangá publicado de 2011 a 2014. Tal obra ganhou adaptação para anime em 2014 e também foi muito bem recebida pelos fãs. No entanto, ao contrario de Tokyo Ghoul:re, continuação do mangá, a segunda temporada do anime não agradou muito ao público. Desde então, é com muita ansiedade que uma nova do autor é aguardada.
Será que Choujin X conseguirá suprir as expectativas? Conta aqui pra gente o que você acha!
Estávamos ansiosos para essa novidade, e temos certeza que vocês também! Fizemos uma entrevista com o FAKY, o girlgroup de J-Popque invadiu o Anime Friends 2019, e tem em seu portfólio o encerramento dos animes Gundam Build fighters Battlogue, com “Chase Me“, e Black Clover, com “Four“, além de ter produzido a música tema do J-Drama Rika-Reverse, com “99“! São ou não são artistas completas e super talentosas? SÃO! MUITO!
O FAKY é agenciado pela Avex Entertainment, e tem como integrantes Mikako, Taki, Lil Fang, Akinae Hina. Não bastando o talento para canto e dança, as meninas participam ativamente da produção das músicas! As integrantes vêm de diferentes backgrounds, e reúnem no FAKY o melhor delas, garantindo músicas com bastante poder feminino que transmite exatamente o que elas querem, assim como uma coreografia inigualável!
No nosso bate papo, as meninas do FAKY contaram sobre a carreira do grupo e nos deixaram saber muito mais sobre elas, contando curiosidades, sobre suas histórias de vida, gostos pessoais, sonhos e muito mais. Além disso, elas falaram também sobre como foi estar no Brasil, do que mais sentem falta daqui e deixaram um recadinho para os fãs brasileiros! Prontos? VAMOS!<3
Lil (FAKY / Imagem Divulgação)
CARREIRA
O que significa o FAKY em sua vida?
Mikako: É uma parte enorme de mim. Eu tenho lançado muitas músicas como uma “FAKY” desde que eu era adolescente, e eu sempre valorizei o grupo, pois é uma grande parte da minha vida. Não importa o que eu estivesse sentindo, estando ocupada ou perdida. E eu ainda guardo isso até hoje.
Taki: Ser parte do FAKY, na minha vida, foi uma grande mudança, um grande passo. E um novo desafio. E FAKY tem pensado muito em mim. Eu sempre mantenho isso carinhosamente em meu coração. Nunca sabemos o que o futuro reserva para nós. Mas FAKY me fez ver o mundo de outro ponto de vista.
Lil: Não apenas como uma artista, mas para mim, FAKY é a minha vida.
Akina: Para mim, FAKY é o que me ensinou paciência e trabalho em equipe. Aprendi muito sobre mim mesma como pessoa e como artista com as experiências que tive com FAKY nos últimos dois anos.
Hina: Essa pode não ser a resposta, mas é “vida”.
Como sabemos, cada integrante veio de um blackground diferente. Você pode nos contar mais sobre você e sua experiência de vida?
Mikako: Quando subi no palco em uma festa de apresentação do jardim de infância, pensei: “Eu quero fazer este trabalho!” Meu objetivo permaneceu o mesmo desde então, comecei a frequentar um colégio de música e comecei a experimentar a música seriamente. Quando eu estava no segundo ano do ensino médio, também tive aulas na Avex Artist Academy e, quando estava no primeiro ano do ensino médio, fui abordado sobre o FAKY. E assim que me formei no colégio, as atividades do FAKY começaram, e me mudei para Tóquio de minha cidade natal em Fukuoka. Desde aquele dia, minha vida tem girado em torno do FAKY!
Taki: Morei em Paris e nas Filipinas. E é por isso que falo 4 idiomas. Minha formação até os 15 anos é bastante normal; Uma garota normal indo para a escola, descobrindo o mundo. Aos 15 anos, comecei a me divertir mais sendo atriz do que apresentadora de TV, e devo dizer que você não sabe o que quer até estar nele.
Lil: Eu tenho ouvido HipHop desde que estava no colégio e realmente senti o poder da música. Essa experiência me levou a cantar, e no colégio comecei a cantar solo como Lil’Fang, fazendo R&B e outras músicas.
Akina: Eu sou metade japonesa e metade americana, e passei minha infância tanto no Japão quanto na América. Eu tive aulas de dança e canto desde muito cedo, e decidi entrar no FAKY no meu primeiro ano do ensino médio. Eu me mudei da Califórnia para Tóquio para este novo capítulo, e tenho trabalhado em Tóquio desde então.
Hina: Eu vivi na minha cidade natal, Kyoto, até meus 18 anos. Aos 18, eu passei na audição e entrei na Avex, e eu venho, desde então, trabalhando como artista e modelo.
Como é a participação das integrantes na produção das músicas?
Taki: Tanto quanto possível, como membros, todas nós temos nossa parte. Mas o mais importante é compartilhar sentimentos e nem todo mundo é capaz de fazer isso. Dizer o que você sente, o que quer; Expressar o que você está pronto para compartilhar. E essa é sempre a base de cada uma de nossas músicas. Nossas músicas são escritas principalmente por Lil, mas o sentimento é um sentimento que todos nós compartilhamos. Nós fazemos canções sobre a posição de nosso coração, não o que está em alta agora.
Lil: Eu escrevo letras e direciono os vocais para a banda. A mensagem que quero transmitir é diferente para cada música, mas a única coisa que temos em comum é que tento escrever letras que cada membro possa cantar de forma persuasiva. Ao fazer isso, acredito que meus sentimentos podem ser transmitidos aos ouvintes de uma maneira direta.
Qual o momento mais memorável do grupo para lembrar como o mais feliz da carreira?
Akina: Acho que um dos nossos momentos mais memoráveis como 5, seria nosso primeiro “One Man Show”. Passamos por muitas dificuldades no ano que antecedeu o show, então poder subir no palco juntas e fazer um show sincero foi algo que nunca esqueceremos!
FAKY fez o encerramento de dois animes (Gundam Build Fighters Battlogue com ‘Chase Me’ e Black Clover, com ‘Four’), ambas músicas têm estilos diferentes. Há algum outro conceito de animes que vocês gostariam que suas músicas estivessem como abertura ou encerramento?
Lil: Eu gostaria de tentar e criar músicas que se encaixem em uma comédia, mais do que um trabalho com uma atmosfera séria.
’99’, que teve a letra escrita por Lil, é a música tema do J-Drama “Rika-reverse”. Como foi a experiência?
Lil: Foi a primeira vez que FAKY expressou um romance adulto, então eu sinto que fui capaz de dar mais um passo. No futuro, gostaria de tentar escrever histórias de amor puro também.
Que tipo de conceito você gostaria de tentar?
Taki: O conceito que eu amaria experimentar no FAKY, é uma suave canção de amor R&B. Um pouco no estilo de meninos para homens.
O que os fãs podem esperar do FAKY no futuro?
Hina: Muitas coisas. Continuaremos lançando novas músicas rapidamente, então por favor, aguarde por isso.
Para aqueles que não conhecem o FAKY, qual música do grupo você sugere?
Mikako: NEW AGE! Eu escolhi essa música porque sinto a força de uma mulher independente, o nervosismo que vem de cada membro e a energia doFAKY.
Taki: Acho que a música mais similar com qualquer outra, seria “Half Moon“.
Lil: GirlsGottaLive. Essa é uma maneira fácil de expressar o poder feminino, e essa é a primeira música que nós 5 lançamos juntas, então é muito memorável.
Akina: Essa é uma pergunta difícil! Lol. Todas as nossas músicas são muito “nós” em diferentes formas, mas eu recomendaria “NEW AGE“, porque essa música mostra que nós realmente estamos aqui para deixar nossa marca e deixar nossa pegada na areia.
Hina: GIRLS GOTTA LIVE. Essa foi a primeira música que lançamos desde que nos tornamos cinco, e é cheia de poder feminino.
Hina (FAKY / Imagem Divulgação)
BRASIL
Como foi se apresentar do outro lado do mundo, aqui, na América Latina?
Mikako: Nossos fãs estavam nos chamando desde o momento em que estávamos parados ao lado do palco antes do show começar, e quando o show começou, eles cantavam tão alto que não podíamos nem nos ouvir. Sinceramente, fiquei muito feliz em vê-los curtindo a música do FAKY livremente, como se estivesse absorvendo o som, e isso me deu muita força.
O que você acha dos fãs brasileiros? Você gostou da energia do público?
Akina: Nossos fãs brasileiros são tão apaixonados e incríveis! Eu nunca vou esquecer do volume do eco que recebemos dos nossos fãs brasileiros. Nós ficamos completamente chocadas em ouvir a voz de todos nos dando boas vindas no palco depois do nosso show! Mesmo tendo uma barreira de idioma com nossa música, nossos fãs estavam lá cantando cada letra pra gente, e isso foi um momento verdadeiramente tocante para mim.
Vocês têm planos de voltar para o Brasil quando a pandemia acabar? Quais são suas expectativas sobre isso?
Taki: É claro que planejamos voltar! Eu adoraria levar as meninas para o RIO. Infelizmente não será o mesmo por causa do vírus, mas ainda é o Rio. Nunca pensei que me sentiria em casa no Brasil, mas eu me senti e adoraria regressar.
Quais os aspectos da nossa cultura e dos brasileiros que vocês mais gostaram?
Mikako: Eu nunca vou esquecer o choque que tive quando experimentei churrasco! Eu amo comer carne e eu frequentemente penso “Eu definitivamente quero comer churrasco!”, então eu como bastante. haha
Taki: Eu já conhecia o lado caloroso dos brasileiros e não fiquei surpresa por isso. O que mais me deixou surpresa foi a comida. Eu não estava tão familiarizada com a comida brasileira, apenas com pão de queijo, mas com certeza eu ganhei bastante peso quando eu estive aí. Eu não comi nenhuma comida ruim. Nenhuma!
Lil: Eu achei incrível como os brasileiros naturalmente aceitam diferentes culturas e raças.
Akina: Eu lembro que nós dirigimos muito no Brasil, e foi super divertido para mim, ver a paisagem lá fora! Eu amo o quão carismáticas as ruas eram com as artes, e eu lembro de ficar chocada ao ver artistas de rua na estrada com o trânsito intenso! Foi algo que nunca vou esquecer!
Hina: As pessoas eram todas tão gentis. Mesmo que fosse a primeira vez que eu os visse, eles me tratavam imediatamente como uma amiga, e eu acho que essa é a razão pela qual não é difícil me comunicar com eles mesmo não podendo falar seu idioma.
Quando você voltar para um show no Brasil, há algo que você queira muito viver?
Mikako: Eu quero comer churrasco novamente! Desde o dia em que eu comi churrasco no Brasil, eu amei tanto que tenho ido comer churrasco no Japão também… lol
Taki: O Cristo Redentor é o lugar que amaria conhecer!
Lil: Eu realmente amo pão de queijo! Eu mal posso esperar para comer novamente!
Akina: Nós tivemos um jantar adorável e fomos comer churrasco! Essa foi a melhor carne que eu já comi na minha vida e, se nós voltarmos, eu definitivamente quero comer primeiro!
Hina: Eu quero comer churrasco novamente. Eu fiquei surpresa com o quão delicioso isso era na última vez que comi.
Mikako (FAKY / Imagem Divulgação)
SOBRE AS INTEGRANTES
Nós ouvimos que você, Taki, é metade brasileira. Conte-nos um pouco a respeito das suas experiências!
Meu pai é brasileiro, fui separada dele. Nunca realmente aprendi a cultura, mas meus avós ensinaram um pouco de português quando eu era mais jovem e a gostar de pão de queijo… Mas isso foi mais do meu melhor amigo de infância em Paris, que era brasileiro, ele é como um irmão para mim! Não há um dia em que não estivemos juntos.
Qual o seu hobby favorito no momento?
Mikako: Cultivar plantas na minha varanda e ir à sauna!
Taki: Recentemente, eu me apaixonei novamente por escrever. Eu amo escrever, e eu acredito que é importante expressar seus sentimentos em algum lugar. E através da escrita, meus pensamentos se tornam mais claros.
Lil: Eu sou viciada em anime há muito tempo. Eu assisto todos os dias.
Akina: Meu hobby favorito é brincar com diferentes looks de maquiagem! Se eu tiver um dia de folga, adoro experimentar estilos de maquiagem ousados!
Hina: Ir ao rio ou ao oceano.
Qual a sua comida favorita?
Mikako: Carne e chocolate.
Taki: Pizza é a minha comida favorita de todos os tempos.
Lil: Estou viciada agora em sundubu-jjigae.
Akina: Minha comida favorita é qualquer coisa com carne! Eu amo especialmente bifes.
Hina: Inhame, doces, carne.
Além de dançar e cantar, qual a sua habilidade que você mais gosta?
Mikako: Eu gosto de roupas, então minha habilidade é ser capaz de coordenar qualquer item ao meu próprio estilo.
Taki: Eu costumava ser atriz. Então, atuar!
Lil: Eu acho que sou boa em escutar as pessoas e ser capaz de lembrar o que elas disseram.
Akina: Eu também amo escrever letras de músicas, então eu diria que escrever letras de músicas!
Hina: Piano!
Qual é o seu principal sonho?
Mikako: Meu maior sonho agora é que o FAKY se torne cada vez maior e melhor.
Taki: Ser conhecida pelo o que posso fazer. Minhas capacidades.
Lil: Que o FAKY seja amado por pessoas ao redor de todo o mundo.
Akina: Meu principal sonho é viajar por todo o mundo e encontrar o maior número possível de fãs!
Hina: Fazer a minha família feliz.
Qual sua música favorita no momento?
Mikako: Há muitas… Mas a que eu mais estou ouvindo ultimamente é sza.
Quando você era criança, qual era o seu sonho? Você sempre sonhou em se tornar uma artista?
Mikako: Eu sempre quis ser uma artista! Oh, e também designer de roupas.
Taki: Quando eu era mais nova, eu sonhava em trabalhar em um supermercado. Nunca imaginei que eu seria eu, nesse tipo de trabalho. Nunca imaginei isso.
Lil: Quando eu era criança, eu queria ser carpinteira.
Akina: Eu sempre sonhei em ser uma artista, mas eu também quis ter um trabalho que envolvesse cuidar de animais e crianças!
Hina: Eu queria ser alguém que estaria na TV.
Qual música de outro artista você sugere para seus fãs?
Mikako: Rapunzel. Porque meu filme favorito da Disney, de todos os tempos, é Rapunzel!
Taki: Eu seria a Julieta de “Romeu e Julieta” porque adoro a sua história romântica.
Lil: Konata Izumi, de Lucky☆Star.
Akina: Eu não assisto muito a animes, mas eu acho que eu seria similar ao Ponyo. Tudo o que quero fazer é brincar, estar pelo oceano e comer ramen!
Hina: Onpu-chan, de Ojomajo Doremi-chan.
Qual artista mais te inspira?
Mikako: 2NE1!
Taki: Selena Gomez.
Lil: Os membros (do grupo) são minha grande inspiração!
Akina: Como eu disse anteriormente, Jhene Aiko é minha principal inspiração, mas eu também me apaixonei pelas composições do Ed Sheeran.
Hina: Não tenho um artista específico em mente…
Se você tivesse que escolher apenas uma integrante do grupo para uma jornada de sobrevivência, quem seria e porquê?
Mikako: A Lil! Porque ela parece saber distinguir entre o que é comestível e o que não é comestível. Também porque acho que ela pode fazer fogo.
Taki: Eu iria com a Lil, ela é a única que tem músculos.
Lil: Eu escolheria Akina. Ela não parece ser útil nesse tipo de situação, mas ela parece me manter alegre e feliz.
Hina: Akina! Ela é tão positiva e eu sinto como se fosse ficar bem, não importa as circunstâncias.
Taki (FAKY / Imagem Divulgação)
JOGO RÁPIDO
Qual integrante é a mais engraçada? Hina:Todas são interessantes, mas a Lil é a mais interessante para conversar.
Quem é a mais paciente? Akina: Acho que a Mikako é a mais paciente. Ela é realmente boa em ouvir o que os outros têm a dizer até o final e depois dá a sua opinião sobre a situação.
Qual integrante é a mais séria? Taki e Lil: Mikako.
Qual integrante é a mais perfeccionista? Taki: Akina.
Quem é a mais criativa? Taki e Hina: Mikako.
Quem é a mais fofa? Lil: Elas são todas únicas e fofas!
Quem come mais? Hina: Taki!
Quem é a mais criativa? Mikako: Akina! Visitei a casa dela outro dia e achei que ela é muito boa em desenhar paredes, colocar acessórios e criar todo tipo de coisa sozinha, então,Akina!
Akina (FAKY / Imagem Divulgação)
RECADINHO PARA OS FÃS BRASILEIROS
Mikako: “Obrigada por todo o seu apoio ao FAKY! Quando fui ao Brasil para o show, o país era realmente maravilhoso. Eu fiquei muito feliz em conhecer todas as pessoas maravilhosas de lá. Ainda é um tempo difícil, mas estou ansiosa para ver todos vocês o mais rápido possível!”
Taki: “Muito obrigada pelo caloroso apoio! Nós não podemos esperar para ver todos vocês! OBRIGADA!”
Lil: “Obrigada por todo o seu apoio. Nós não podemos vê-los pessoalmente agora, mas nós definitivamente queremos vê-los novamente algum dia! Então, até lá, eu acredito que nossa música continuará nos mantendo conectados.”
Akina: “Nós amamos nossos fãs brasileiros tanto e não podemos esperar até o dia em que poderemos nos reunir novamente! Muito obrigada por nos apoiar e eu desejo que vocês fiquem em segurança e se cuidem! Nós te amamos! Xx” (Xx: xoxo – beijos e abraços)
Hina: “Eu ainda não posso esquecer a vista que tive do palco no show que fizemos no Brasil, assim como o amor da plateia. Eu definitivamente vou voltar para vê-los novamente, então até lá, eu desejo que vocês fiquem saudáveis e prestem atenção no FAKY!”
As encantadoras cerejeiras deixam a todos que as veem sem palavras. São tão pequenas e delicadas, de belas cores que vão do branco ao avermelhado, sendo as mais famosas as de tom rosa. Como resistem tanto às ações do tempo na época em que florescem? Pegam sol, chuva e até mesmo neve. São poucos dias de floração até caírem e fazerem um belo espetáculo de um tapete cor-de-rosa pelas ruas, rios e lagos. Nada é mais importante nessa época no Japão do que sair para admirá-las, tirar fotos com câmeras que parecem mais bazucas e fazer um piquenique com a família, amigos ou colegas de trabalho, o famoso hanami. Elas lembram como a vida é delicada e efêmera, mas também como se pode ser forte e superar os desafios.
Mas as sakura já passaram por grandes problemas e quase foram extintas por conta dos conflitos políticos durante a modernização do Japão. Elas já foram dadas como presente para aliados, serviram de adorno para kamikaze e foram vendidas indiscriminadamente, mas ainda assim conseguiram sobreviver e prosperar. Como isso tudo aconteceu?
As Cerejeiras na Era Edo
Entre 1639 e 1853, sementes e enxertos de cerejeiras, extraídos das espécies mais bonitas da árvore e de diferentes regiões do país, viajaram por todo o Japão durante a Era Edo (atual cidade de Tóquio). Das regiões montanhosas vieram as cerejeiras rosa-claro chamadas yama-zakura; da fria Hokkaido e do norte de Honshu, vieram as flores mais avermelhadas, as Ohyama-zakura; do Monte Fuji, vieram as delicadas flores brancas, as Mame-zakura; e das ilhas chuvosas de Izu, as grandes flores brancas da cerejeira que produz as famosas cerejas de Oshima.
Essa foi uma época pacífica depois de séculos de luta pelo poder entre diversas famílias no Japão. Na Era Edo, todos obedeciam a uma única família, a Família Tokugawa, onde cada lorde precisava ter uma residência. Por conta disso, quase todos os lordes presentearam as cerejeiras (selvagens e cultivadas) das suas regiões à Família Tokugawa. Assim, nos jardins de Edo, havia árvores de várias cores e jeitos, representando toda a diversidade da cultura, tradição, clima e população do país. Naquela época, por ter flores de diversos tipos, elas floresciam em épocas diferentes do ano com diferentes cores.
As cerejeiras também estavam sendo muito utilizadas para fins diplomáticos e domésticos. O portão para um jardim japonês da Japan-British Exhibition (1910) foi guardado por samurais debaixo de duas cerejeiras artificiais; o prefeito de Tóquio enviou várias cerejeiras para Nova York e Washington em agradecimento pela mediação dos americanos durante a Guerra Russo-Japonesa de 1904; no Japão, as flores ainda se tornaram inspiração para poesias, histórias e canções, romantizando a vida curta e simples que uma nação que estava frequentemente em guerra exigia de pua população.
Por conta disso, séculos de conhecimento botânico sobre as cerejeiras estava ruindo. Muitos dos antigos jardins aristocráticos onde as árvores eram cuidadas se transformaram em prédios, plantações de chá e arbustos de amoreiras (que eram usados para alimentar os bichos-da-seda, que por sua vez alimentavam uma valiosa indústria de exportação). Enquanto isso, com as pessoas mais preocupadas com o simbolismo do que com a natureza e a estética, a variedade invejável de cerejeiras selvagens e cultivadas estava perdendo terreno, literalmente, para as espécies mais resistentes e que cresciam mais rápido, as somei-yoshino.
Hoje em dia, as cerejeiras de Tóquio são conhecidas pela sua sincronia enquanto florescem. Ao longo do Rio Arakawa, grandes fileiras de árvores ficam cor-de-rosa durante 8 dias todo mês de abril. Em harmonia, por todo o Japão, as cerejeiras florescem e morrem rapidamente, simbolizando a beleza da vida e como ela é passageira. Agora, as cerejeiras no Japão não tem uma grande diversidade, já que a maioria deriva de apenas uma espécie, as somei-yoshino, uma variedade cultivada com flores rosa que florescem nos galhos secos, sem folhas ou frutos.
Mas como e quando essa mudança aconteceu? Você vai conhecer a história de um otorrinolaringologista inglês que se tornou um especialista em cerejeiras, chamado Collingwood Ingram, que foi responsável por salvar diversas espécies de cerejeira japonesa que estavam fadadas à extinção.
Imagem Divulgação (Unsplash)
Collingwood Ingram
Nascido em 1880 em uma família rica de Kent, Collingwood Ingram cresceu na Inglaterra e sempre teve paixão pela natureza, mesmo tendo se tornado um otorrino famoso. Ingram viajou algumas vezes para o Japão, onde se encantou pela beleza natural e as cerejeiras do país. Em sua última visita em 1926, sua intenção foi de coletar enxertos e sementes de diversas espécies de cerejeiras para o seu jardim em Kent.
Ingram era um colecionador de cerejeiras único, que sabia reconhecer as mudanças perigosas que estavam ocorrendo nas políticas do Japão. Entre as décadas de 1920 e 1930, as cerejeiras foram devastadas pelo Grande Sismo de Kanto, então elas foram substituídas por apenas um tipo de árvore, as somei-yoshino, que crescem rápido e são mais resistentes.
Prevendo a extinção de várias espécies – causadas por ideologias que poderiam levar ao assassinato do primeiro ministro, a militarização e a guerra – ele pegou o máximo de enxertos e sementes de várias espécies e as enviou para sua casa, chamada Grange, em Beneden, onde ele construiu um viveiro. Nas décadas seguintes, ele cuidou bem de mais de 100 variedades.
Na Inglaterra, Ingram liderou a Home Guard (organização de defesa do exército britânico durante a Segunda Guerra Mundial) de Beneden e ainda cuidou de suas cerejeiras. Enquanto ele estava na sua Terra natal, os sakuramori (pessoas que colecionavam e protegiam as cerejeiras) no Japão que sobraram lutavam para manter suas coleções de várias espécies, o que era um verdadeiro ato de traição durante a guerra. Sendo a 15ª geração de sakuramori, Toemon Sano arriscou sua vida por uma pequena coleção de variedades raras, incluindo uma que Ingram reintroduziu no Japão pouco antes da guerra. Ingram enviou vários extratos de taihaku para Sano e outro sakuramori, Masuhiko Kayama, mas esses extratos sempre morriam no meio do caminho. Finalmente, em 1932, um enxerto foi implantado em uma batata e chegou vivo.
Em Kent, Ingram continuou fazendo estaquias e enxertos da espécie Punus avium do Japão e de outras partes do mundo. No começo de 1930, seu jardim se tornou o lar para mais de 79 espécies de cerejeira, incluindo uma que parecia ter sido extinta no Japão, e que ele resolveu reintroduzir no país.
Durante a guerra, os esforços para preservar as espécies de cerejeira na Inglaterra e no Japão representavam o esforço de manter a relação de amizade entre a Inglaterra e o Japão durante os tempos difíceis, bem como um símbolo da diversidade e da paz que as cerejeiras já tiveram.
Imagem Divulgação (Unsplash)
As Cerejeiras como Símbolo de Guerra
O que já foi o símbolo da paz e da diversidade da população, a vida curta das somei-yoshino virou um símbolo de uma população unificada e conformista antes e durante a Segunda Guerra Mundial, que daria a própria vida para o imperador. A morte de muitas espécies de cerejeira no Japão acabou coincidindo com a opressão e restrição da individualidade e a liberdade de expressão.
Assim como as flores das somei-yoshino que morriam rápido, os jovens homens japoneses tinham que crescer e seguir o imperador na guerra até a morte. Essa comparação é exemplificada em diversos poemas escritos por jovens pilotos kamikaze, que expressavam seus sentimentos do medo da morte certa. Eles tinham medo, mas não tinham opção, a não ser seguir as ordens. Por conta disso, os aviões desses jovens eram decorados com as flores da cerejeira, representando a morte prematura de muitos jovens durante esse período.
Nessa época, as cerejeiras estavam sendo muito utilizada tanto para fins diplomáticos quanto domésticos. O portão para um jardim japonês da Japan-British Exhibition (1910) foi guardado por samurais debaixo de duas cerejeiras artificiais; o prefeito de Tóquio enviou várias cerejeiras para Nova York e Washington em agradecimento pela mediação dos americanos na Guerra Russo-Japonesa de 1904; no Japão, as flores se tornaram inspiração para poesias, histórias e canções, romantizando a vida curta e simples que uma nação que estava frequentemente em guerra exigia de pua população.
Em comemoração ao 1.000º episódio de ‘ONE PIECE’, no dia 4 de janeiro a 28 de fevereiro de 2021 foi realizado o 1º voto de Popularidade Mundial de ONE PIECE. A classificação foi anunciada no canal oficial da ONE PIECE no YouTube.
O “Voto de Popularidade Mundial de ONE PIECE” é um projeto de votação on-line para decidir o personagem nº 1 do mundo entre os 1.174 personagens; mais de 12 milhões de votos de todo o mundo foram reunidos.
O programa especial online ‘ONE PIECE TIMES: WT100 Final Result Announcement’ foi lançado em 5 de maio no canal oficial do ONE PIECE no YouTube, o resultado final foi dividido em duas partes: Parte 1 e Parte 2.
Luffy é o nº 1, Roronoa Zoro é o nº 2 e Nami é a nº 3, isso foi uma grande diferença de classificação desde o anúncio. Além disso, Sanji ficou em 4º, Trafalgar Law em 5º, Nico Robin em 6ª, e Boa Hancock veio em 7ª. Abaixo, os dez mais populares:
10. Sabo
09. Portgas D. Ace
08. Carrot
07. Boa Hancock
06. Nico Robin
05. Trafalgar Law
04. Sanji
03. Nami
02. Zoro
01. Luffy
ONE PIECE TIMES – WT100 Final Result Announcement” está agora disponível no canal oficial do YouTube ‘ONE PIECE’.
Além disso, novas ilustrações dos personagens no top 50+ serão anunciados em seguida pelo próprio Eiichiro Oda.