De acordo com o jornalista José Norberto Flesch, o grupo BTS, retornará ao Brasil no primeiro semestre de 2022.
Em seu canal no Youtube, Flesch contou que o grupo está com planos de voltar ao solo brasileiro no próximo ano, mas a vinda dependerá da situação da pandemia.
O jornalista já é conhecido entre fãs de diversos artistas, já que ele costuma anunciar atrações internacionais que farão shows no Brasil.
Apesar da afirmação de Flesch, não há qualquer anúncio por parte da Big Hit Music, empresa que gerencia o grupo, ou de outras fontes oficiais.
Atualmente, o BTS se prepara para o lançamento de Butter, single totalmente em inglês, que será lançado no próximo dia 21 de maio. A primeira performance da música será no Billboard Music Awards 2021, no dia 23.
Um dos jogos mais aguardados do ano, o oitavo capítulo da franquia clássica de Horror e Sobrevivência, hoje lhes trago, sucolinos e sucolinas, Resident Evil Village, que também apelidei carinhosamente de RE: Village, uma sequência direta de Resident Evil 7 Biohazard e que traz novamente Ethan como protagonista.
Assim como nos últimos anos e desde RE7, mais uma vez temos a RE Engine colocada à prova, e que apesar dos belíssimos gráficos (ainda assim, não considero “nova geração”), temos uma gameplay com ótima fluidez e desempenho até em máquinas mais modestas – aqui, falando especificamente em PCs de entrada.
Multiplataforma, lançado para PlayStation 4, Xbox One,PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, sua performance não é muito diferente de um console se comparado lado a lado da antiga e nova geração. Se você ainda não juntou seus trocados – no Brasil, trocadões! – para adquirir um console next-gen, adianto que os gráficos estão ótimos e combinam bela performance num PS4 ou XONE*.
*Vale lembrar que você pode atualizar sua versão digital de PS4 ou XONE para PS5 e X|S gratuitamente.
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O Bebê Rosemary
Saindo um pouco da parte mais técnica, vamos comentar sobre sua história e de como sua trama é apresentada. Sem dar muitos spoilers e não adiantando muito o conteúdo que já foi mostrado em DEMO ou trailers, temos um roteiro que inicia três anos após RE7, com os sobreviventes da Louisiana, Ethan e Mia Winters.
A novidade agora é Rosemary, que diferente do filme, não é a “Mãe” da vez, e sim, a própria criança, também chamada comumente de Rose. Em meio a um clima de família feliz, o casal foi “movido” para um lugar – não especificado no jogo – na Europa, mas que se parar para analisar as construções do vilarejo, cenários e geografia, é nitidamente o Leste Europeu, algo como Romênia, Hungria e Polônia. A primeira citada, minha maior aposta, e vocês entenderão mais adiante…
Voltando, após uma breve introdução onde levamos a criança até o berço, passamos por cômodos onde encontramos documentos, fotos e até livros; um destes, revela que Ethan fez um treinamento militar, o que demonstra estar mais apto para futuros confrontos – o que de fato se comprova.
No término desta introdução, temos Cris invadindo a casa dos Winter e assassina sua esposa. E assim começamos o jogo sem entender nada e sua narrativa se torna procedural até os últimos instantes da jogatina.
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Evolução Narrativa e de Protagonismo
Referências do 7? Sim. De outros jogos da franquia? Também! Novos elementos narrativos que modificarão toda a história da franquia? Com certeza!
A primeira “coisa” notável no jogo é de como Ethan evoluiu bem na história. Com ajuda da dublagem – a brasileira fez um ótimo trabalho aqui – o personagem está mais carismático e até mesmo faz algumas brincadeiras em tela, onde muitas vezes sai do vitimismo/caça, para um lado mais Caçador, batendo e respondendo de frente os vilões do jogo.
Não levando desaforo, temos um Ethan corajoso e que traz uma nova técnica em sua jogabilidade, onde levanta Guarda, contra ataca com Chutes e dispões de um caminhar mais arrojado do que tínhamos no capítulo anterior. Pode-se dizer que após uma estreia “morna”, Ethan já figura como um dos personagens emblemáticos da franquia – mesmo sem ver o seu rostinho lindo…
Com relação a como sua história é contada, não há grandes complicações e sua linearidade facilita o bom entendimento da trama e de como ela se conecta com outros jogos ou com a lore em si – vide BSAA ou Umbrella – com a ajuda de Cris, que retorna a seu estágio mais “humano”, sem aquela montanha de músculos dos anteriores. Na verdade, passei a ter uma afeição novamente ao personagem depois de muitos anos…
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Jogabilidade
Podemos dividir o jogo em 5 ou 6 grandes capítulos, a começar com a introdução e de como vamos parar na Vila, passando depois por quatro chefes e seus cenários, até culminar num epílogo todo hollywoodiano, onde o jogo escancara todas as respostas que você queria – ou não – saber. Atente-se às cenas pós-crédito.
Gosto de como todos os capítulos são trabalhados, os personagens apresentados – mas nem todos bem trabalhados – e de como as nuances da jogabilidade são exploradas, passando um ar comemorativo aos 25 anos da franquia da CAPCOM. É fato que quiseram agradar todo mundo, e bem, acho que conseguiram.
Considero Resident Evil Village uma mescla de dois jogos: RE4 e RE7. Se você gostou destes dois, é bem provável que estará familiarizado com tudo aqui apresentado e que potencialmente irá tirar um bom proveito na jogatina. Para os jogadores mais antigos, acostumados com Policia x Zumbi, sinto lhe informar que há pouco dos ingredientes daqueles primeiros jogos, mas a cereja, o cerne do que faz um jogo ser Resident Evil, está aqui, sem sombra de dúvida.
Mesclando Ação com Estratégia, devemos economizar suprimentos e munição, onde a Maleta retorna no lugar do Baú, o que te dá a sensação de auto-controle total, sem depender em chegar em uma sala específica para ter acesso a um item ou arma – o que pode te causar problema também; seja responsável.
Um fator importante e marcante em Resident Evil Village já está em seu título: A Vila. Com muita referência no filme A Vila (a vá), Silent Hill, e até arrisco a dizer no longa A Escuridão (The Dark, 2004), a localidade serve como um hub para as demais áreas do jogo, funcionando de forma bem similar a Majula, em Dark Souls 2. Ao término de cada capítulo, normalmente retornamos ao ponto central, recarregamos nossas energias, farmamos munições e damos aquela respirada para seguir em mais uma “Aventura”, como diria o personagem Duque.
Com boas conexões, algo característico da franquia, temos a possibilidade de revisitar boa parte das regiões após terminar sua trama principal, o que garante um elemento de Exploração não muito visto na série e que talvez a CAPCOM esteja testando por aqui para aplicar com maior ênfase em títulos futuros. Ainda não sei bem se gostei da mecânica de Caçar Animais para obter alimentos que aumentam a Vida ou melhoram a Defesa. De fato, não tenho uma posição bem definida com esta questão.
Já no que diz respeito a Puzzles, eles estão presentes, obviamente, mas nada tão absurdo que te faça caçar na Internet – não falo de Segredos, apenas Puzzles. Um dos capítulos, assim como em RE7, do Lucas, é focado na resolução de enigmas; outro, na resolução de liberação de caminhos. Estes são os mais longos, porém, o mais interessante em minha visão, é o desafio dos Sinos, que é praticamente de Observação.
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A Escuridão vai te acompanhar!
O jogo é escuro. Muito escuro. Apesar de não ser o BREU do que foi RE7, em Village temos um trabalho gráfico bem superior e com ajuda da RE Engine, os efeitos de Sombra e Luz estão bem aplicados com o Ray Tracing – se não me engano, este é o único jogo da CAPCOM além de DMC5 a utilizar tal tecnologia.
Com saves rápidos e telas de carregamento praticamente inexistentes para quem joga em SSD, a fluidez se mantém durante grande parte da jogatina com poucos momentos de queda de quadros; em minha experiência, algumas animações são instáveis ou muito pesadas em sua renderização. Quem sabe com algum patch tenha alguma melhoria neste sentido.
Na questão da trilha sonora, ela é uma “cama” para a ambientação. Não há uma música de fundo, e sim, o próprio som do ambiente e cenário em que você está, com exceção de certos momentos chave da trama – ou com inimigos próximos – que teremos aquela música tensa para colocar a cerejinha no bolo da adrenalina… ou do medo.
Gostaria de salientar o char design dos personagens, bem como a captura de seus movimentos e sincronização labial com a dublagem inglesa. Ainda com relação a design, também destaco o Castelo Dimitrescu e algumas regiões da Vila que compõe de forma homogênea o sentimento que o jogo quer passar, mesmo que você se sinta em uma época Medieval, depois nos anos 50, e depois na Revolução Industrial. Apesar disso tudo, a equipe de concept casou muito bem as estéticas apresentadas – mesmo que possa parecer caótico.
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Facetas do Terror
Onde é que Resident Evil Village realmente brilha… em meio a escuridão? Nas escolhas da Direção. Como falei anteriormente, é notório de que a CAPCOM quis agradar todo mundo, e de fato conseguiu, mas como foi possível esta jogada?
A começar, com os diferentes “modos” de jogo e dos subgêneros do Horror. Trabalhando próximo a filmes e literaturas fantásticas, Resident Evil Village passeia por obras centenárias, flerta com diversas obras da cultura pop ocidental e dá aquela pitadinha do Gore Japonês, tornando um jogo único na franquia e excêntrico por abordar tantas referências. Além de toda concepção da Vila, e que escrevi anteriormente, os capítulos que seguem são calcados em homenagens – discretas, ou não – de clássicos do horror.
Por exemplo, Lady Dimitrescu:
Dentro da franquia ela é o que temos de mais próximo a um Tyrant, um pouco por sua estatura e também pela sua forma de perseguir, como um Mr X ou Nemesis. Não é das mais assustadoras, mas é extremamente carismática.
Fora dos games temos uma clara referência a Drácula, seja em sua forma de alimento (sangue) e também por suas filhas Bela, Cassandra e Daniela, que no caso da lenda romena, são as “esposas” vampíricas. Extra: na literatura, Drácula viaja em um navio chamado The Demeter.
Este primeiro momento do game me trouxe Bloodborne à tona muitas vezes, não só pelo clima vitoriano, como também pelo design de mapa do castelo. Uma mistura dos RE clássicos com pitadas Souls Like.
Além da Romênia, a Hungria também está presente por aqui. A dona Alcina é também muito inspirada na Condessa Bathory, uma nobre que também (pasme) se alimentava do sangue de suas vítimas para manter seu corpo rejuvenescido. Isso é o que contam né…
Já nossa ventríloqua Dona Beneviento:
Aqui, a personagem mais misteriosa do jogo, já que não tenho a total certeza de seu destino e nem de como seus poderes realmente funcionam. Apesar de não confrontarmos diretamente com a Pessoa, temos a boneca Angie, o que me remeteu a filmes como Jogos Mortais 4 (o corpo sobre a mesa), O Brinquedo Assassino e seu boneco Chucki, Mestre dos Brinquedos e claro, Annabelle.
Apesar de termos referências explícitas com bonecos, sem querer dar muitos spoilers, O Chamado e O Iluminado também estão presentes de uma forma sublime, criando um dos momentos mais bacanas e aterrorizantes do jogo.
Pra fechar, temos Salvatore Moreau e Karl Heisenberg:
O corcunda (de Notre Dame) traz todo espetáculo da mutação, remetendo A Ilha do Dr. Moreau, A Mosca e até mesmo livros como A Metamorfose, de Kafka. Um personagem melancólico, que parece não querer estar por ali, senti muito por sua dor e é um dos meus personagens favoritos do jogo. Vale lembrar seu aspecto Kappa, youkai clássico do folclore japonês.
Heinsenberg é um personagem até que bem construído, e dos mais complexos, mas foi o que menos me apeguei por seu apelo “overpower”. Gostei da inclusão industrial em seu poder, mas não da forma Magneto de ser; gostaria de algo um pouco mais “pé no chão”. De qualquer forma, não só o personagem, mas como o seu próprio cenário, são inspirados em filmes de terror steampunk, Frankenstein e uma vibe Van Helsing.
Não esquecendo e não menos importante, Mãe Miranda. Como é lidar com um Mal que não se conhece?
Adoro a forma de como toda trama foi construída e dentro disso tudo, o desenvolvimento da Grande Vilã do game. Sem querer dar muitos spoilers, mas é interessante em como os desenvolvedores trabalharam a dicotomia Ciência x Sobrenatural, e muito daí se dá a partir do plot central do game – e que leva até a resposta do que (quem) é a tal Miranda.
Em sua criação e estética, sinto que cai um pouco das lendas nórdicas, da figura representativa do Corvo e da Morte. Enigmática, Miranda é o ponto chave para onde Resident Evil e toda a série deve caminhar – e caminhou. De fato, e depois de RE4, Resident Evil Village traz um capítulo importantíssimo para toda a saga.
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O que é Resident Evil?
Até antes do lançamento do jogo, muitos lançaram nas interwebs de que “o jogo não é mais o mesmo”, “perdeu a essência”, e fico me perguntando: qual a essência de Resident Evil?
Se você está nessa há uns 25 anos, ou pelo menos pegou o lançamento de RE4, já ouviu esta mesma história algumas vezes – e até mesmo com SpinOff. Mas o que faz Resident Evil ser diferente de outro jogo de “Zumbis”? Seria a franquia focada em “Zumbis”? Acho que está claro, e há muito tempo, que não.
Resident Evil chegou num patamar em que sua literatura se sustenta a seu bel prazer, independentemente do gênero que seguir e muito mais expansiva que um jogo de Polícia vs Zumbis. Apesar disso, não descarto, e ainda acredito que a CAPCOM deva voltar para esse lado mais nostálgico nos próximos anos…
Com isso em mente, creio que a “essência” do jogo possa ser a abordagem BIOTERRORISMO (como o próprio nome original já diz), e não o Sobrenatural. Enquanto a série manter o cerne do mistério da “Origem” de tudo, ainda será Resident Evil, mantendo um equilíbrio nessa balança Sobrenatural x Ciência.
É fato que temos de ter uma suspenção de descrença tremenda, principalmente nos capítulos finais deste jogo, onde você pensa: “poxa, a ciência não faria isso”. Entretanto, ainda assim, acredito que os limites do absurdo não foram trespassados e mantém o motor Resident Evil nos trilhos.
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Para concluir
Resident Evil Village traz uma das melhores experiências da franquia, uma localização muito bem trabalhada – apesar de ser a primeira por aqui – e potencializa em específico, para melhor, os capítulos 4 e 7.
A dica de ouro: não procure informações sobre puzzles, tente por si a resolução, talvez pedindo ajuda pra um amigo ou outro. A sensação de estar perdido e desolado, faz parte da gameplay, é muito bom, assim como toda atmosfera do Horror, que por aqui, permeia por todos os níveis físicos da sensibilidade. Resident Evil Village é a polidez e firmamento do gênero nos dias atuais. O que será que vem a partir daqui?
Eden, o novo anime de ficção-científica original da Netflix ganhou novo trailer dublado, assim como data de estreia confirmada. Nesta terça-feira (11) a plataforma de streaming divulgou o trailer, que em apenas dois minutos conseguiu dar uma boa prova das cenas de ação e sentimentalismo que parecem compor o anime.
O anime foi criado pelo mesmo criador de Hora de Aventura, Justin Leach, a direção foi comandada por Yasuhiro Irie, o mesmo de Fullmetal Alchemist: Brotherhood e o roteiro criado por Toshihiro Kawamoto, que trabalhou em Cowboy Bebop. Apenas com esses nomes boas expectativas podem ser criadas em relação à série.
Além disso, confira também o elenco japonês que dará vozes aos personagens:
Sara será interpretada por Marika Kouno(Petra em Re:Zero)
A37 será interpretada por Kyouko Hikami(Tsubaki em Sakura Taisen)
E92 será interpretado por Kentarou Itou(Chouji em Naruto)
Zero será interpretado por Kouichi Yamadera(Spike em Cowboy Bebop)
Assim, Eden irá estrear dia 27 de maio na Netflix, e você já pode conferir a página do anime clicando AQUI.
Imagem Divulgação: Netflix
Sinopse: Uma criança criada em segredo por robôs descobre verdades sombrias sobre o passado de seu mundo utópico onde a humanidade desapareceu.
A Bandai Namco divulgou a abertura de seu novo jogo: Scarlet Nexus, que será abordado através de duas perspectivas diferentes, a de Yuito Sumeragi ou de Kasane Randall, os protagonistas do game. Cada um dos personagens terá um estilo de gameplay diferente. O jogador também poderá completar ambas as jornadas para se aprofundar mais no universo do RPG.
Na animação, que foi feita pelo estúdio Sunrise Inc, podemos ouvir a música “Dream In Drive”, da banda de rock alternativa japonesa “The Oral Cigarettes”.
Confira a abertura de Scarlet Nexus abaixo:
O jogo será lançado em 25 de junho para Xbox Series X|S, Xbox One, Playstation 5, Playstation 4 e PC (pela Steam).
MadSkillsMotocross, da desenvolvedora sueca TurborillaAB e suporte da ArcticGameLab, está chegando em sua 3ª edição no dia 25 de Maio. Está na hora de continuar ou conferir a nova edição do game que conquistou de 55 milhões de downloads e que se tornou um expoente da cultura global dos esportes de ação.
Então MadSkillMotocross3 traz uma nova experiência 3D com campeonatos online regulares, motos mais realistas e com peças atualizáveis. Além disso com um infinita opções de personalização dos motociclistas e pilotos. Segundo o CEO da Turborilla, Mattias Wiking, o novo game será um novo ponto de partida de uma longa jornada que vem.
Então já fique atento e com a data anotada na agenda, dia 25 de Maio. Baixe gratuitamente MadSkills Motocross3, o game de motocross que revolucionou os mobiles, para seu dispositivo iOS ou Android (confira a compatibilidade!). E assim que começar, acelere para desafios envolventes e a competição contra clãs e outros jogadores!
Já marque na agenda o dia 20 de Maio porque o diretor do jogo AaronKeller será o porta-voz do evento junto com a equipe do Overwatch para comentar as mudanças de Overwatch2.
A transmissão será realizada no Twitch e no YouTube, então não tem desculpas para você conferir as novidades. Dentre elas algumas estão confirmadas como novos mapas e atualizações de jogabilidade.
Enquanto a hospedagem do evento conta com Matt “Mr. X” Morello e Mitch “Uber” Leslie, Aaron Keller junto com Geoff Goodman, Designer Principal de Heróis e Dion Rogers, Diretor de Arte Associado, estarão conversando e jogando Overwatch 2 ao vivo em 2 horas de evento.
Então a partir do meio dia do dia 20 de maio, embarque no novo desafio e nas novidades de Overwatch 2. Confira o reddit do game e as novidades aqui do Suco!
Nesta terça-feira (11) a Capcom anunciou o envio de mais de 3 milhões de cópias do novo Resident Evil Village para todo o mundo. E certificou que os visuais impressionantes e a jogabilidade aterrorizante combinada com uma experiência profundamente envolvente foram os responsáveis por cativar os fãs em todo o mundo e proporcionar uma forte procura e início de venda.
Esse número foi alcançado apenas 4 dias após o lançamento oficial, somando todas as unidades para as versões disponíveis: PS5, Xbox Series, PS4, Xbox One e PC. Demonstrando um bom indicativo de lucro para Capcom, pelo sucesso crescente da continuação da franquia Resident Evil.
No mesmo anúncio foram divulgados os números de envio do Resident Evil 7 que ultrapassou 8.5 milhões de unidades fornecidas às lojas desde o seu lançamento em 24 de janeiro de 2017 – um belo comparativo com o lançamento atual. Além disso, mais informações sobre o 25° aniversário da série foram comentadas, incluindo o Resident Evil Re: Verse, que será fornecido gratuitamente para jogadores que comprarem o Village e a primeira série de animação original da franquia, Resident Evil: Infinite Darkness, que será lançada mundialmente para a Netflix. Confira mais informações AQUI
Depois da revelação da Lady Dimitrescu no primeiro Resident Evil Showcase, muitas informações surgiram a respeito dessa figura vampiresca que repercutiu ao ponto de ter detalhes insignificantes revelados. Entretanto, a dona do castelo está longe de ser a mais poderosa e o pior desafio do nosso protagonista Ethan Winters. Apesar de sua presença ser ofuscada, esse posto é ocupado pelo misterioso e sádico Karl Heisenberg, outro lorde entre os quatro apresentados no jogo, capaz de controlar o metal e criar um exército de humanoides mecânicos.
Conhecemos Heisenberg logo nas primeiras horas do jogo, enquanto Ethan procura desesperadamente por sua filha perdida, Rose. Em meio a escombros em uma região abandonada, Heisenberg o captura e o leva para o seu primeiro encontro com a Mãe Miranda e os outros 3 lordes: Alcina Dimitrescu, Donna Beneviento e Salvatore Moreau. Com o passar do jogo, descobrimos mais informações sobre os 4 antagonistas e como cada uma dessas figuras possui habilidades sobrenaturais que foram “presenteadas” pela Mãe Miranda.
Heisenberg em especial é descrito como o mais perigoso, possui a habilidade de usar o metal graças aos seus órgãos elétricos (efeito colateral de sua mutação), além de se transformar em uma fera mecânica ao moldar sucata de metal à sua forma corporal e ainda forjar brutalmente um exército de humanoides mecânicos em sua fábrica.
No entanto, diferente de seus irmãos, Karl Heisenberg não é grato à Miranda pelas suas habilidades e acredita que suas ações foram egoístas, por isso, tenta criar uma aliança com Ethan exibindo seu exército e sua vontadede rebelião, planejando destruir Mãe Miranda como vingança por seus experimentos e mutações.
Resident Evil Village foi lançado oficialmente na última sexta-feira (07) e está disponível para Playstation 5, Playstation 4, Xbox One, Xbox X/S e PC.