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KARD | B.M lança MV solo “Broken Me”; Confira!

BM Kard broken me
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O integrante do grupo de K-Pop KARD, lançou hoje seu MV solo “Broken Me“, que é uma colaboração entre a DSP Media e a 8PEX Company. No vídeo, o idol anda por uma cidade escuta enquanto encara sua própria escuridão. Confira:

B.M também participou da composição e da letra da música de “Broken Me” ao lado de Isaac Han, Aaron Kim, Walter Pok e Vive Studios. O MV foi lançado há 6 horas atrás e já conta com 51 mil visualizações, 21 mil curtidas e 5,7 mil comentários.

Além disso, a música também está sendo lançada como parte da OST do curta-metragem “The Brave New World“, estrelado pelo ator Park Eun Seok!

Segundo o site “K-drama Stars“, “The Brave New World” conta a história de um músico talentoso que sonha em se tornar um profissional em um futuro próximo, mas as coisas mudam de cenário quando ele conhece uma pessoa misteriosa. O filme foi lançado dia 30 de Abril.

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Minha Experiência Lésbica com a Solidão | Review

Minha Experiência Lésbica com a Solidão
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Minha Experiência Lésbica com a Solidão é um mangá escrito e ilustrado pela Kabi Nagata, que o lançou no site Pixiv.net. Posteriormente, em 2016, foi impresso pela East Press. No Brasil, o mangá foi publicado pela NewPOP Editora em 2019.

Essa é uma obra autobiográfica, onde Nagata conta suas experiências e dilemas de uma certa época de sua vida.

Além desse título, Nagata tem outros autobiográficos, como “My Solo Exchange Diary”, uma sequência espiritual de Minha Experiência Lésbica, e “My Alcoholic Escape from Reality”.

A difícil trajetória de Nagata

O mangá começa com Nagata aos 28 anos, em um quarto de um motel com uma prostituta lésbica. Mas, antes de mostrar como essa situação termina, ela volta 10 anos para quando seus problemas de verdade começaram. Vai seguindo na história até chegar nesse momento do início.

Sua fase na escola foi ótima, mas após se formar no colegial, sua vida começou a perder o rumo. Largou a faculdade em apenas um semestre, e logo descobriu que estava com depressão e anorexia, que se transformou em um transtorno de compulsão alimentar.

Sem estudar, Nagata começa a ficar ansiosa, como se não tivesse um lugar ao qual pertencesse. Isso a faz buscar um emprego, mas a vida profissional não será nada fácil.

A partir deste ponto, Nagata conta, sem censura, suas piores fases e como seus transtornos a afetaram por 10 anos e ainda a afetam. Sempre em busca do pertencimento e do seu “eu” de verdade.

Minha Experiência Lésbica com a Solidão
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Descobertas, autoaceitação e liberdade

Minha Experiência Lésbica não é uma leitura fácil. Por mais que a arte seja bonitinha (vamos falar sobre isso mais adiante), a história é densa, pesada e pode despertar gatilhos.

Mas, ao mesmo tempo, a autora trabalha bem o humor. Apesar de estar lendo algo difícil, ela consegue arrancar uma risadinha, mesmo que seja de tristeza (se é que isso faz sentido).

Sociedade, regras, obrigações, depressão, ansiedade, transtorno alimentar, automutilação, homossexualidade, julgamento, pressão, autodescoberta… Você encontra tudo isso e muito mais nessa obra.

Nagata percebe que não está nos padrões que a sociedade e seus próprios pais desejam e esperam dela. De repente, ela se vê com uma lista de obrigações desnecessárias que servem apenas para padronizar as pessoas e fazer com que todas sigam a mesma rota. E ela se julga muito por isso, por não corresponder às expectativas, passando dificuldade para se expor, expor seus sentimentos e até pedir ajuda.

A cada página virada, nossa protagonista vai se afundando mais e mais, parecendo impossível ressurgir. Mas essa é a mensagem positiva do mangá. Mesmo no fim do poço, ainda é possível subir à superfície.

E isso acontece exatamente quando Nagata começa a se descobrir, se entender e, principalmente, se aceitar como é. É um carinho na cabeça depois de tantos socos no estômago.

Minha Experiência Lésbica com a Solidão
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Identificação com a história

Conforme a própria Nagata faz reflexões sobre sua vida, nós, leitores, automaticamente fazemos também. Isso se intensifica se você tiver passado ou ainda está passando pelo mesmo que ela (prepare os lencinhos para as lágrimas).

Quem nunca sentiu que não tem um lugar ao qual pertence? Ou se sentiu mal por não seguir o que os pais desejavam? Ou, então, por não ser “normal” perante os olhos da sociedade?

Todos enfrentamos desafios diários e sempre surgem barreiras para nos impedir de continuar, para nos impedir de ser quem realmente somos de verdade. Mas vai depender de cada um quebrar essa barreira ou não.

A arte da obra

Como disse anteriormente, a arte de Nagata é meiga, fofa, divertida. Para dar um toque especial ao seu traço único, há pinceladas de rosa no meio do preto e branco.

Para complementar ainda mais a ilustração, a autora faz vários desenhos para representar os seus sentimentos naquele momento. Fica mais fácil de entender como ela estava se sentindo ali, dando ainda mais peso para seus relatos.

Minha Experiência Lésbica com a Solidão vale a pena?

Essa é uma obra densa, angustiante e até sufocante em alguns momentos, mas deixa boas reflexões sobre a sociedade e nós mesmos. Uma leitura rápida, fluida e extremamente importante.

Minha Experiência Lésbica com a Solidão trata de temas difíceis com coragem, pois não é fácil expor tudo o que Nagata nos conta. Vale muito a leitura!

Minha Experiência Lésbica com a Solidão
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Red Velvet | SM confirma comeback de verão com as 5 integrantes!

red velvet
Imagem Divulgação

Hoje, dia 9 de Junho, a SM Entertainment, berço do girlgroup de K-Pop Red Velvet, confirmou os rumores de um possível comeback. O grupo retornará completo, com todas as 5 integrantes, em Agosto, no verão coreano!

Em nota, a empresa disse:

Red Velvet está atualmente preparando um novo álbum para comeback em agosto como objetivo. Por favor, espere por isto.

O último lançamento foi o álbum “The ReVe Festival – Finale“, lançado em dezembro de 2019. O grupo fará seu primeiro comeback com todas as integrantes desde “Psycho“.

O grupo deixou de promover completo quando, em 2019, nos ensaios para a “SBS Gayo Daejeon” a integrante Wendy caiu de uma plataforma durante o ensaio para uma apresentação solo, sofrendo fraturas no rosto, no lado direito da pelve e no pulso.

Outro acontecimento que separou o grupo em suas promoções, foram as atitudes controvérsias da Irene em 2020, no qual foi relatado, por uma estilista, maus tratos e atitudes abusivas por parte da idol.

Desde então, o grupo não retornou completo. Mas Wendy e Joy fizeram seus debuts solos com “Like Water” e “Hello“, respectivamente.

Aguardem por mais novidades!

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Cowboy Bebop | Série da Netflix tem novidades anunciadas

Cowboy Bebop
Imagem Divulgação: Estúdio Sunrise

Uma novidade maravilhosa chegou para quem está aguardando a série dos caçadores de recompensa do futuro. A Netflix anunciou nesta terça-feira (8) que a série live action de Cowboy Bebop contará com a participação de Yoko Kanno. Assim, para a felicidade dos fãs, a aclamada compositora japonesa que fez a trilha sonora original do anime também irá trabalhar no live action.

O pequeno teaser mostra de forma divertida o retorno de Yoko, ao som de “Tank!” a música de abertura do anime. A compositora foi responsável pela trilha sonora repleta de influências do jazz dos anos 1940.

Cowboy Bebop – Abertura

Além da compositora, alguns nomes do elenco já estão mais do que confirmados para a série:

  • John Cho como Spike Spiegel
  • Daniella Pineda como Faye
  • Mustafa Shakir como Jet Black
  • Alex Hassel como Vicious

Outros atores também foram confirmados, como Elena SatineGeoff StultsTamara TunieMason Alexander ParkRachel HouseAnn Truong e Hoa Xuanda.

De acordo com a Netflix, a série será lançada ainda este ano, entre outubro e dezembro de 2021. O live action já tem seu lugar reservado na plataforma de streming, como você pode conferir clicando AQUI.

Cowboy Bebop é considerado um dos clássicos dos animes, lançado em 1998 pelo Estúdio Sunrise. Foi dirigido por Shinichiro Watanabe, que irá supervisionar a produção da série. O anime possui 26 episódios que estão disponíveis na Funimation, e você pode assisti-los clicando AQUI.

Sinopse: Em Cowboy Bebop, estamos no ano de 2071. A humanidade se espalhou pelos planetas do Sistema Solar graças aos “gates”, vias expressas espaciais que interligam o Sistema Solar. Abusando da tecnologia, os criminosos também ficaram bem mais perigosos. Para tentar combatê-los, foi criada a “Lei Cowboy”, segundo a qual caçadores de recompensas, mais conhecidos como “Cowboys do Espaço”, teriam poder para prender criminosos.

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Mangá de Jujutsu Kaisen entrará em hiato

Jujutsu Kaisen Manga
Imagem Divulgação: Shueisha

Nesta quarta-feira (9) uma notícia desanimadora para os fãs de um dos mangás mais populares do momento. A Shonen Jump anunciou que o mangá de Jujutsu Kaisen ficará em hiato por algum tempo, a partir da próxima edição da revista. Assim, nesta semana um capítulo de nove páginas será lançado, mas já na semana que vem não haverá novas publicações.

De acordo com a nota divulgada pela revista, tal decisão foi tomada pelo estado debilitado de saúde de Gege Akutami, o mangaká da obra. O departamento editorial se manifesta:

Para os nossos leitores. Obrigada por sempre lerem Jujutsu Kaisen. Devido às más condições físicas de Gege Akutami, Jujutsu Kaisen estará ausente por algum tempo a partir da próxima edição. Akutami queria continuar escrevendo, mas depois…

Além disso, o mangaká afirma que respeita a decisão do departamento editorial e que as condições físicas dele não são graves, apesar de não estar “100%”. Ele também pede que os fãs não se preocupem e lhes pede desculpas por fazê-los esperar. Concluiu com positividade, dizendo que assim que voltar, dará o seu melhor para o mangá. Segundo a nota, o período de hiato deve durar por apenas um mês, mas nada confirmado.

jujutsu no kaisen
Imagem Divulgação: Panini

Jujutsu Kaisen foi lançado em 2018 pela Weekly Shonen Jump e conta com 16 volumes impressos até o momento. No Brasil, o mangá está sendo comercializado pela Panini e já possui 7 volumes traduzidos para o português.

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Sinopse: Apesar do estudante colegial Yuuji Itadori ter grande força física, ele se inscreve no Clube de Ocultismo. Certo dia, eles encontram um “objeto amaldiçoado” e retiram o selo, atraindo criaturas chamadas de “maldições”. Itadori corre em socorro de seus colegas, mas será que ele será capaz de abater essas criaturas usando apenas a força física?!

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Tul Pakorn e Max Nattapol fazem ensaio independente em comemoração ao Mês do Orgulho LGBTQIA+

Tul Pakorn Max Nattapol
Imagem Divulgação

Os atores tailandeses Tul Pakorn e Max Nattapol postaram na última terça (8) em seus perfis do Instagram duas sequências de fotos em comemoração ao Mês do Orgulho. Nas fotos, eles aparecem abraçados, com as unhas pintadas nas cores da bandeira do orgulho, segurando a bandeira, e com camisetas onde vemos escrita a palavra “PRIDE”. Ambos são ativos na militância pelos direitos humanos e pelo movimento LGBTQIA+, principalmente Pakorn.

A dupla é conhecida pela parceria de longa data na indústria BL tailandesa, sendo o shipp mais duradouro — e talvez o mais popular — do setor atualmente, tendo já trabalhado durante seis anos em projetos conjuntos. A popularidade vem não só da química nas telas, mas do fato de os atores serem, além de parceiros, amigos muito próximos e brincalhões, e que não tem vergonha de mostrar o carinho e o cuidado que têm um com o outro.

Os atores começaram a parceria no lakorn Bad Romance (2016), onde interpretaram o casal secundário Korn e Knock. O casal fez tanto sucesso que teve sua história contada na prequel Together With Me (2017) e na sequência Together With Me: Next Chapter (2018). Mesmo quando Max atuou no lakorn Innocence (2018), da antologia Bangkok Love Stories, o colega ganhou uma ponta no papel de um personal trainer.

O trabalho mais recente da dupla foi o lakorn Manner of Death (2020-21), baseado na novel de mesmo nome da autora tailandesa Sammon, onde interpretaram o Dr. Bunnakit (Tul), um médico legista que volta para sua cidade natal, e Tan (Max), um misterioso e charmoso professor do ensino médio nessa mesma cidade. Juntos, eles precisam investigar a morte de sua amiga em comum, Janejira, e acabam dando de cara com um esquema muito mais sinistro e complexo do que imaginavam. Teoricamente, este foi o último trabalho dos atores como um casal na telinha, visto que Tul anunciou que logo iria para o exterior para estudar.

Max recentemente assumiu seu relacionamento com a atriz Mook Worranit, o que acabou com a fanfic de alguns fãs, mas que não alterou em nada a amizade e carinho entre os dois.

O apoio aberto e constante de figuras como Max e Tul é muito significativo para o movimento na Tailândia, um país que, apesar de ter a indústria de dramas BL mais popular da Ásia atualmente e que mais exporta esse conteúdo mundo afora, ainda carrega muitos preconceitos e estereótipos contra a comunidade.

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Hood: Outlaws & Legends | Review

hood outlaws legends
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E hoje vamos com Hood: Outlaws & Legends, um título bem falado e com uma crítica bem dividida, mas que mesmo assim, me interessei – e bastante – pela premissa do game: um jogo de assalto PvPvE inspirado nas histórias de Robin Hood.

Produzido pela Sumo Digital e distribuído pela Focus Home Interactive, a nossa parceira Nuuvem nos cedeu uma cópia do jogo para PC, tornando assim possível o REVIEW que lhes trago; mas vale lembrar que o game também saiu para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X no início de maio.

Como funciona o sistema de jogo?

Como dito anteriormente, Hood: Outlaws & Legends é um jogo de assalto em um ambiente Bretão – apesar de que algumas vezes lembra também raids nórdicas. Você e mais três companheiros investem contra uma fortaleza murada em busca de um baú de tesouro e para tal, devem passar por desafios que unem sua habilidade de Furtividade com a de Combate.

Dividi o game em quatro momentos:

  1. Você e os aliados devem achar um modo de invadir a fortaleza. Nesse início do game, é interessante o grupo já tentar desenhar uma estratégia, caso queiram algo mais furtivo – já que é a ideia do jogo. É bom ficar claro para a equipe, principalmente para os “guest” que são encontrados pelo servidor, de que deve haver uma harmonia entre as quatro classes, já que cada uma possui uma função definida.
  2. Após a tomada de decisão, seguimos rumo a fortaleza e o controle do ambiente é vital até dar de encontro com o Xerife. É aqui que a coisa complica: devemos roubar a chave que está em seu cinto, de preferência, sem ele perceber. Vale lembrar que o Xerife é indestrutível e te “mata” com um só golpe.
  3. Na sequência devemos adentrar na igreja e seguir em busca da sala trancada. Considero esta a parte mais tranquila dentre as quatro fases, a não ser que o grupo seja avistado e/ou saia “esperneando” com o baú até a zona de extração, que fica numa região fora da área murada em direção ao rio (com um barco à sua espera).
  4. Na quarta e última fase é onde o bicho pega! Devemos colocar o baú em um guincho e girar manivelas até ser colocado dentro do barco. Aqui o time inimigo terá em sua vantagem os npcs do jogo para a contenção – e pior: caso você perca o controle da manivela, a extração se inverte e o time adversário pode ganhar a partida sem fazer todo o percurso e trabalho que você teve.

Se você não seguiu nada disso? Bem, resta você assassinar todos os NPCs e jogadores, sem nenhum aspecto de furtividade e tentar assim mesmo a sorte na extração. Alguns times utilizam da Força Bruta como estratégia. Falaremos um pouco disso mais a frente… 

hood outlaws legends
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Os Quatro Personagens

Outro fator que me chamou bastante a atenção no jogo, é como ele traduz bem um grupo de RPG clássico medieval. Para os fãs da mitologia de Robin Hood, também é um prato cheio para se identificarem com os quatro personagens: Ranger, Brawler, Mystic e Hunter.

Os que preferem a força bruta, o combate corpo-a-corpo e altas taxas de dano maciço, temos João Pequeno, o The Brawler. Confesso que é dos mais fáceis para se começar a jogar e tem uma Ult muito importante na fase final do game, onde você entra em fúria com golpes que não custam stamina.

Já do lado mais “protagonista” de ser, temos Robin, The Ranger, especializado em neutralizar inimigos em média/longa distância e traz alguns features como abaixar cordas de escalada e flechas especiais. Sua Ult achei interessante em mid-game, caso a furtividade não dê certo ou juntem inimigos próximos a igreja.

Já a minha classe preferida é a Marianne, The Hunter. A sorrateira se assemelha bastante a classe Ladino dos RPGs clássicos de mesa e além de ser muito esperta para não ser vista, possui bomba de fumaça para atrapalhar os inimigos e uma ULT bem útil para roubar a chave do Xerife: você pode ficar invisível por um determinado período de tempo.

Já o Tooke, The Mystic, apesar do nome, ele não é tão “linha de trás” assim. Possui um bom dano de corpo-a-corpo, consegue curar aliados e ainda tem bombas de ácido na média distância. É um personagem de controle e na minha visão, por conta de sua complexidade, é o mais difícil de pegarmos o jeito.

hood outlaws legends
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Cooperação não é tudo

Com o jogo apresentado, vamos aos prós e contras, definitivamente. De cara, achei a HUD amigável e antes das partidas podemos dar uma volta na vila/acampamento. Sei que a ideia do jogo não é trazer elementos de lore tão desenvolvidos, mas senti falta de mais imersão nessa questão. Alguns NPCs resolveriam bem – mas ok, sei que o jogo quer ser o mais direto possível.

Cooperação. Este é um fator importante dentro da jogatina e bem, se teu time tiver uma boa harmonia, a chance de vitória é “ok”. E por quê disso? Bem, mesmo que você faça todos os passos para ser o mais furtivo possível, o modo PvPvE traz tanta aleatoriedade as estratégias que é bem fácil ser identificado no mid-game em diante. Em resumo, cooperação é importante, mas a Sorte (com base na aleatoriedade) é um fator de peso caso almeja AQUELA EXTRAÇÃO PERFEITA. Isso possibilita que o time utilize apenas da FORÇA BRUTA, sem nenhuma estratégia, e foque no play. Não sei até onde isto pode ser ou não benéfico para a mecânica idealizada ao jogo.

O jogo é lindo, não podemos mentir. As texturas de cenários e efeitos da natureza estão de acordo com o atual momento da indústria, assim como os modelos dos personagens. O que me incomodou de fato, foi a IA dos NPCs. Fraquíssima! Parece que não tiveram nenhum cuidado por aqui e programaram algo bem genérico; se não fosse pelo Xerife, seriam um amontoado de bonecos com pontos de vida. Não haveria nenhum desafio aqui, se não fosse o time adversário.

Quanto a customização, ela é bem simples e podemos mexer alguns cosméticos e habilidades conforme evoluímos nosso RANK. Aqui um problema: o jogo ainda não possui um servidor LATAM, o que dá margem para pings altos, ou seja, estamos em desvantagem. Fora o pareamento de Jogadores que desbalanceado, onde é fácil você com nível baixo jogar contra alguém MUITO MAIS ALTO. Provavelmente, este é um problema mais recorrente em dias da semana, onde os servidores estão com menos pessoas.

O que pode ser recompensador?

Com as problemáticas abordadas, arrisco em dizer que Hood: Outlaws & Legends é uma joia que ainda pode ser lapidada, e em sua versão 1.4, já tivemos balanceamento de danos e combates, um aperfeiçoamento no matchmaking, e outras correções de bugs, entretanto, ainda não traz uma recompensa Custo x Benefício tão satisfatória, pelo menos aqui no Brasil.

Mesmo sem um modo campanha, o que torna minha maior crítica ao seu “alto preço”, Hood: Outlaws & Legends traz uma experiência agradável, um play fluído e cinco mapas de visuais estonteantes. Acredito que o conteúdo não pare por aí, já que em poucas horas você se familiariza e “decora” tudo o que tem do jogo, então novos mapas ou quem sabe, personagens, possam surgir no futuro. Porém, para que isto ocorra, a comunidade tem de se manter ativa e se interessar pela repetição da jogatina.

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Price of Power: Era Uma Vez Uma Pira chegou no Gwent

gwent price of power
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É hora que as bruxas do universo do The Witcher vão pairar sobre os tabuleiros do Gwent. A nova expansão Era Uma Vez Uma Pira é a primeira de três da Price of Power que chega gratuitamente para PC, macOs (Apple m1), iOS e Android.

Então já comece a jogar para conquistar 26 novas cartas e novas estratégias enquanto escalona nos ranques. Consiga novos avatares e outra novidades cosméticas durante a jornada. Não deixe de conferir as ofertas diárias e se tiver interesse, adquira o Passe de Expansão Price of Power garantindo uma moeda exclusiva e acesso instantâneo as cartas da coleção.

Como dito, Gwent: The Witcher Card Game é gratuito e conta com você para esquematizar a Pira e os momentos de magia de Gwent. Além de competir com vários jogadores você pode chegar ao topo e participar de grandes torneios! Jogue agora mesmo!

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