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O que o comeback do AESPA trouxe de novo para o mundo das æ

Aespa Savage
Imagem Divulgação

Se você já viu algum dos MV’s do girlgroup AESPA sabe que as garotas contam sobre a relação entre elas e inteligências artificiais, chamadas æ, e que são atormentadas por um vírus, que carrega o nome da músicas de estreia das garotas: Black Mamba

Agora pega o papel e a caneta para entender as teorias!

“Me leve para outra dimensão. Eu estou no centro do mundo, você está no flat”

FLAT é o mundo onde as nossas versões digitais vivem, e para acessar o mundo real, as AESPAS atravessam um portal chamado P.O.S (Port Of Soul). Assim, criam com os humanos uma relação onde compartilham sentimentos, como se fossem sincronizados, chamada SYNK.

Nesse contexto, a história contada pelas meninas no Debut, é que essa conexão está sendo interrompida pela BLACK MAMBA, o vírus que gera o synkout, ou seja, a quebra da conexão entre você e sua AE.

Percebemos pelos clipes anteriores que a Karina é a que mais foi afetada, e muitos fãs afirmam que ela está sendo dominada pela Black Mamba, e por isso a conexão com a AE está falha.

Nesse novo comeback, chamado Savage, vemos as garotas moldando a inteligência artificial para enfrentar a Black Mamba, que sempre está em volta e de olho nas garotas. No entanto, com uma ajudinha da NAEVIS, guia e guardiã das meninas, elas desbloqueiam uma nova versão de si, também virtual, mas que parece pronta para enfrentar o vírus.

Já estou ansiosa para o próximo MV, porque vemos as garotas atirando em direção a Mamba, mas eu duvido que esse seja o fim. Na verdade, para o Aespa, que alcançou mais de treze milhões de visualizações nas primeiras horas de estreia, é com certeza o começo.

Só eu que acho que esse roteiro precisa virar um kdrama?

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Fresno se une à banda japonesa MAGIC OF LiFE em INVentário

Magic of Life
Imagem Divulgação

Completando um mês desde o seu primeiro lançamento, INVentário reúne, até o momento, 19 faixas resgatadas dos HDs da Fresno. As mais recentes são “INV016: POST-APOCALYPTIC LIFELINE”, “INV017: ELES ODEIAM GENTE COMO NÓS”, “INV018: BAKA (feat. MAGIC OF LiFE)” e “INV019: ELEVATOR BEAT”, já disponíveis na playlist (ouça aquirevelada aos poucos por Lucas Silveira (vocal e guitarra), Gustavo Mantovani (guitarra) e Thiago Guerra (bateria).

“Chegamos a um ponto do INVentário em que já deu pro pessoal começar a ter uma noção de qual era o nosso objetivo”, comenta Lucas. “Nada nesse mundo é aleatório e a nossa intenção era justamente ter a maior amplitude possível numa sonoridade, fazer com que as pessoas ficassem cada vez mais acostumadas com o quão diferente a gente consegue ser e o quão livre a gente consegue ser musicalmente”, ele adiciona.

Fresno
Credito: Camila Cornelsen

Com letra em inglês, “INV016: POST-APOCALYPTIC LIFELINE” é  feat platônico com a cantora norte-americana Phoebe Bridgers. “Eu sou obcecado pelo trabalho da Phoebe e essa música foi inspirada no que as canções dela me fizeram sentir”, conta Lucas. A história é sobre querermos viver um momento especial de um jeito menos apocalíptico.

“INV017: ELES ODEIAM GENTE COMO NÓS”, por sua vez, tem como inspiração o atual cenário político do Brasil. A “indireta” chega, inclusive, pelo número escolhido para a faixa. “Parece que, de 2015 pra cá, principalmente depois de o Bolsonaro ter sido eleito, muita gente se sentiu livre – e até incentivada – a destilar o ódio. Mas essa música é exatamente sobre como eles nunca vão conseguir vencer”, reflete o vocalista.

A paixão de Lucas por animes foi a responsável por ele conhecer a banda japonesa MAGIC OF LiFE, que participa da faixa “INV018: BAKA”. Depois de descobrir que eles cantavam a abertura do desenho “Yowamushi Pedal”, um de seus preferidos, Silveira publicou nas redes sociais falando sobre a banda. “Um dos integrantes me respondeu e misteriosamente me colocou em contato com o produtor deles. Duas semanas depois, já tínhamos algo criado em conjunto. Precisou de um tempo pra cair a ficha que tínhamos um feat com eles”, recorda. O resultado é uma música cantada em português e japonês, com uma sonoridade pop punk e hardcore, que fala sobre um romance com final turbulento.

Magic of Life
Imagem Divulgação

A instrumental “INV019: ELEVATOR BEAT” é a mais recente de INVentário e funciona como uma sala de descompressão. “Depois de uma música de quatro minutos, cheia de intensidade, esse é o momento para relaxar”, explica Lucas.

Com o percurso percorrido até aqui, INVentário é capaz de amplificar o desejo que a Fresno tem ao propor uma série de lançamentos, que está longe de ser uma sequência de lados B, mas, sim, “um projeto com músicas que não devem ficar perdidas e que encontraram a hora de chegar ao público”.

INV018
Imagem Divulgação

Ficha Técnica:

“INV016: POST-APOCALYPTIC LIFELINE”
Composição: Lucas Silveira

“INV017: ELES ODEIAM GENTE COMO NÓS”
Composição: Lucas Silveira

“INV018: BAKA (feat. MAGIC OF LiFE)”
Composição: Lucas Silveira e Takatsuto Nobuyuki

“INV019: ELEVATOR BEAT”
Composição: Lucas Silveira

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Shueisha não consegue direitos autorais dos padrões de Demon Slayer

demon slayer patentes

Tendo registrado no ano passado os padrões dos personagens de Demon Slayer, a Shueisha teve seu pedido de direitos autorias negado em setembro deste ano. Assim, dentre os desenhos que a editora tentou patentear estavam os de Tanjiro, Nezuko e Zenitsu.

Tudo começou no meio do ano passado, quando a Shueisha registrou os padrões no banco de dados japonês J-PlatPat, mas em maio deste ano teve o pedido negado. No entanto, a editora entrou com um recurso em julho deste ano, novamente em vão.

Em relação à estampa do Tanjiro, exclusivamente, o Escritório de Patentes do Japão observou que este é um padrão muito utilizado, e que sua aparição em Demon Slayer não faz com que seja exclusivo. Então, a Shueisha contra-argumentou dizendo que a estampa de Tanjiro é diferente, pois possui quadrados e retângulos, além de ser delimitado por uma borda preta. No entanto, não adiantou. O Escritório de Patentes seguiu com o argumento que o padrão carece de traços mais significativos para ter direitos autorais sobre ele.

De qualquer forma, os apelos da Shueisha não foram todos descartados. Em junho deste ano os padrões de Giyuu Tomioka, Shinobu Kocho e Kyoujurou Rengoku ganharam o registro de marca autoral pela editora. Desta forma, capinhas de celulares, softwares de video games, toalhas, dentre outros, com as estampas dos personagens acima agora possuem marca registrada.

Por fim, a Shueisha tem três meses para enviar um novo apelo para as estampas de Tanjiro, Nezuko e Zenitsu.

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Remember You – remake tailandês de “Hello Monster” chega à Netflix

Remember You Netflix
Imagem Divulgação: Netflix

O drama sul-coreano de mistério Hello Monster (2015) ganhou uma versão tailandesa este ano, Remember You, que estreou hoje (5) na Netflix sob o nome Eu Me Lembro de Você. O lakorn foi produzido pela True CJ Creations e transmitido pelo canal tailandês True4U — o último episódio foi ao ar na Tailândia esta manhã (10h, BRT / 20h, ICT).

Na trama, o genial detetive Tanwa — ou “Tony” (Petch” Paopetch Charoensook), especialista em traçar perfis, se alia à detetive Aye (Belle Kemisara Paladesh) para investigar um caso com o qual ele tem uma ligação pessoal. Durante a investigação, ele busca resolver os enigmas de seu passado e encontrar seu irmão, que está desaparecido desde a infância, entrando em um jogo perigoso.

Ao comparar os teasers do original com o do remake, já podemos notar uma diferença de ares: os teasers do drama estrelado por Seo In-guk (Lee Hyun) e Jang Na-ra (Cha Ji-an) transmitem mais leveza e comicidade, focando no arco romântico do enredo; enquanto isso, apesar de não ter sido disponibilizado com legendas, o teaser do lakorn liberado em julho já vinha com a promessa de um clima mais sombrio, e colocando em maior evidência os personagens Tanwa e Paytai, o advogado interpretado por Tay Tawan Vihokratana, que corresponde ao personagem de Park Bo-gum em Hello Monster, Jung Sun-ho. Confira:

Apesar de ter tido uma das audiências mais baixas durante o período de transmissão na Coreia do Sul, Hello Monster (também conhecido como I Remember You) fez sucesso com o público internacional, trazendo várias reflexões sobre neuropatias, traumas e outras questões psicológicas durante a busca pelo assassino.

Uma das falas mais populares pertence ao criminoso do passado, Lee Jun-ho, interpretado por D.O. (EXO), e serve para exemplificar os debates trazidos:

Existem crianças lindas desde o nascimento; e existem crianças para quem as pessoas disseram ‘Como é linda, é tão linda!’, e então elas eram lindas. Existem crianças que são estúpidas desde o nascimento; e existem aquelas que se tornaram estúpidas porque alguém lhes disse ‘Você é tão estúpida!’, e então elas se tornaram estúpidas. E também há aqueles que já nascem como monstros; alguém os viu como monstros, os chamou de monstros, e eles se tornaram monstros.
(Lee Jun-ho, eps. 1 e 2)

Os 16 episódios de Remember You já estão disponíveis na Netflix com legendas em português, como você pode conferir clicando AQUI.

 

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As expectativas sobre o Twice e sua nova era

Twice The Tonight Show
Imagem Divulgação

Sendo o Twice um dos maiores atos femininos do kpop, não era de se estranhar que o seu hit em inglês, The Feels, ficasse em primeiro lugar nas paradas de 31 países!

Desta forma, a música que estreou em 53º lugar saltou para a terceira posição no iTunes americano em questão de horas! Além disso, elas são um dos dois únicos girlgroups a ter duas músicas dentro do TOP70 no Spotify coreano.

Sendo essa a maior colocação de um comeback do grupo nos charts internacionais, os Onces começam a se perguntar o que poderiam esperar do Twice a partir de agora.

Com os boatos de que a integrante Tzuyu está com diversas propostas de parcerias com marcas famosas, as nove garotas puderam se apresentar no palco do The Tonight Show, com Jimmy Fallon

Mesmo com as discussões sobre a má gestão da carreira das garotas, o Twice vem escrevendo uma história de sucesso. Assim, tudo indica que SIM, podemos aguardar um investimento internacional das garotas. E não restam dúvidas que o mundo está pronto para isso!

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World War Z: Aftermath | Review

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Imagem Divulgação: Steam

É a sua hora de sentir na pele o verdadeiro apocalipse! World War Z: Aftermath é um jogo cooperativo de tiro e sobrevivência baseado no sucesso de bilheteria da Paramount Pictures. Prepare seu controle, a pipoca e o suquinho que os trailers vão começar. Segure na cadeira que é hora de enfrentar a horda no Review do Suco, que graças a nossa parceira NUUVEM, tivemos o prazer de trazer este conteúdo para vocês!

World War Z: Aftermath é a versão final de um clássico shooter cooperativo que tem como objetivo concluir as fases da campanha e sobreviver a hordas. Claro que você não precisa se preocupar em jogar sempre com outra pessoa. O jogo permite você jogar a campanha com IAs (Inteligências artificiais) tanto off-line quanto online, esperando jogadores.

Além disso, há vários modos multijogadores para você se divertir e competir com outros jogadores ao redor do mundo. Claro que sendo uma releitura final, quem já teve experiência anterior vai notar poucas diferenças, mas devemos ressaltar o cross-plataform.

Agora aquela velha história de você ter um PC seu amigo um PlayStation e não poderem jogar juntos cai igual as pirâmides de zumbis. Mas se você é atirador de primeira viagem, se liga nas mecânicas e algumas dicas para sobreviver.

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Imagem Divulgação: Steam

Hordas de Todo Mundo

Falando um pouco do modo campanha, você será convidado a visitar diversos locais do mundo e completar pequenos capítulos da história, seja salvando alguém ou mesmo apenas escapando do local. Existem vários personagens, mas na campanha cada local tem a sua trupe.

Além disso, você pode predefinir uma das classes para ele quando for jogar uma partida. São elas: Atirador, Infernal, Retalhador, Médico, Reparador, Exterminador, Mestre dos Drones e a novíssima Vanguarda. Cada uma delas causam um impacto e beneficiam o jogo ou a equipe com habilidades ou itens de inicio de partida. É importante salientar que cada classe recebe pontos de experiência, mas não são vinculadas a um personagem e sim à classe. Da mesma forma as armas se comportam dessa forma, mas falaremos disso depois.

Cada personagem carrega uma arma primária, uma secundária e 1 item de suporte. Além disso, dependo da dificuldade você pode ter um kit médico ou itens de controle de horda. Assim você pode definir as armas que você gosta para começar, cada arma tem um nível de força que vai do Tipo 1 ao Tipo 3, mais fraca para mais forte.

Então cada fase tem meio que um padrão de exploração e defender ponto de hordas de zumbis, então com a progressão da fase, novas armas aparecem. Assim você poderá encontrar as armas pesadas que ocupam o terceiro slot, desde uma motosserra a lança-granadas, que infelizmente não tem refil de munição nas caixas.

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Imagem Divulgação: Steam

Um abate, um pouco de Xp

World War Z: Aftermath tem uma sistemática de progressão, igual um RPG. Então você, as classes e as armas primarias e secundárias têm nível. Cada final de campanha, modo multijogador, você é recompensado com moedas do jogo e pontos de experiência. Nas classes, os níveis permitem habilitar bonificações e talentos que podem mudar o jogo.

As armas se comportam de uma forma diferente, você ganha experiência matando durante o jogo, mas quando ela atinge o nível máximo você deve ir na loja e comprar a próxima linha para continuar ganhando experiência. São armas mais fortes, e com acessórios então vale muito a pena você aos poucos desbravar todas as armas.

Dessa maneira devo falar de um dos modos de jogo que podem ajudar você a ganhar experiência: O Modo Horda. Sobreviva o máximo de tempo possível enquanto você monta defesas no aeroporto, a cada rodada você ganha pontos para comprar sistemas defensivos, itens e até mesmo ajuda externa. Então você pode aproveitar para subir uma classe muito fácil e tentar usar o máximo de armas possíveis.

Outro modo é o desafio diário do Challenge Mode. Um dos cenários vai receber algumas modificações, pode não ter munição para estocagem, ou os inimigos são mais fortes e por aí vai. Então a melhor forma de evoluir é jogando, claro, ao seu tempo sobrevivente.

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Imagem Divulgação: Steam

Corra por suas vidas

Bem mecanicamente o jogo é bem suave, os personagens tem golpes corpo-a-corpo porém respeitam um limite, como cansaço. Você tem uma opção rápida de tela para destro ou canhoto na empunhadura da arma. Algo que pode ser um pouco lento é a forma de pegar recursos: segurar um botão. Pessoalmente eu não gosto muito disso, principalmente jogando no teclado.

Os cenários são bem legais principalmente na hora de defender os pontos, as mecânicas das hordas de zumbis são legais a ponto de criar rotas diferenciadas para o ataque. Pilhas que crescem e dão passagem aos infectados e seus especiais, que causam trabalho se chegarem perto.

O detalhe de World War Z: Aftermath é trazer um novo e polido motor gráfico alcançando 4k e 60 FPS. Curta desde New York, Rússia e Vaticano com belos efeitos. Notoriamente não senti nenhum problema gráfico e nem bugs. Mas uma critica tem que ser feita.

Infelizmente World War Z: Aftermath não tem um servidor localizado para América do Sul, o que faz você entrar em partidas com 180-200 de ping. No modo Campanha isso até que não tira a diversão, mas qualquer modo multijogador se torna um desafio a mais e pode acabar frustrando a experiência, não consegui me divertir no King of The Hill e nem outro modo devido ao ping.

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Imagem Divulgação

De forma geral World War Z: Aftermath é um ótimo jogo para você se divertir com os amigos, ou passar aquele tempo dando tiro em zumbi. Enfrente os desafios de cada horda e lembre-se que o jogo tem 5 dificuldades, apimentando a e emoção. Disponível para PlayStation 4, Xbox One, Microsoft Windows.

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Panini anuncia relançamento do mangá de One Piece

one piece

Durante a live do Anime Friends, realizada na última quinta-feira (30), a editora Panini anunciou que o mangá de One Piece será relançado no Brasil. No entanto, o mangá será no formato 3 em 1.

Assim, informações sobre valores e a datas da republicação ainda não foram divulgadas, mas espera-se que o relançamento deva ocorrer em algum momento de 2022.

Além disso, por se tratar de um formato 3 em 1, especula-se que o mangá de One Piece seja algo próximo ao formato Gold de Naruto ou até mesmo como os kanzenban (edição de luxo) de Dragon Ball, publicado também pela Panini.

Sobre One Piece

One Piece mangá
Imagem Divulgação: Panini

One Piece é publicado na revista Shonen Jump desde 1997. Da mesma forma que no Brasil a obra foi inicialmente publicada pela editora Conrad entre 2002 e 2008 num formato meio-tanko. No entanto, desde 2012 a editora Panini vêm publicando no formato original, acompanhando os lançamentos no Japão.

Sinopse: As aventuras de Monkey D. Luffy e seus amigos, afim de encontrar o maior e mais grandioso tesouro deixado pela pirata Gol D Roger. O nome do tesouro é One Piece e quem encontrá-lo, se tornará o Rei dos Piratas. 

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Cantora da primeira abertura de Yu Yu Hakusho é confirmada no Anime Friends 2022

Matsuko Mawatari
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A primeira convidada internacional do Anime Friends 2022, previsto para ocorrer presencialmente em 9 e 10 julho de 2022 foi confirmada: Matsuko Mawatari.

Matsuko é compositora e cantora de “Hohoemi no Bakudan” (Sorriso Contagiante), a icônica primeira música de abertura de Yu Yu Hakusho. Além disso, ela também participou de outras músicas da série.

Assim, já é possível assegurar seu ingresso para qualquer um dos dois dias de evento pelo site Ticket360, ou pela loja Anime Hunter, no bairro da Liberdade, em São Paulo. As entradas variam de preço dependendo de sua categoria, com valores a partir de R$65,00. Aliás, os ingressos comprados para o Anime Friends que aconteceria em 2020 continuarão valendo para o ano que vem, conforme as respectivas datas.

Matsuko Mawatari
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Matsuko Mawatari iniciou sua carreira em 1992, mas teve de passar por um período de hiato em 1996 que durou até o ano de 2008. Isto se deu graças a um problema neurológico repentino, que a impossibilitava de cantar. No entanto, durante este período ela trabalhou como instrutora vocal.

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