O que o comeback do AESPA trouxe de novo para o mundo das æ

Aespa Savage
Imagem Divulgação
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Se você já viu algum dos MV’s do girlgroup AESPA sabe que as garotas contam sobre a relação entre elas e inteligências artificiais, chamadas æ, e que são atormentadas por um vírus, que carrega o nome da músicas de estreia das garotas: Black Mamba

Agora pega o papel e a caneta para entender as teorias!

“Me leve para outra dimensão. Eu estou no centro do mundo, você está no flat”

FLAT é o mundo onde as nossas versões digitais vivem, e para acessar o mundo real, as AESPAS atravessam um portal chamado P.O.S (Port Of Soul). Assim, criam com os humanos uma relação onde compartilham sentimentos, como se fossem sincronizados, chamada SYNK.

Nesse contexto, a história contada pelas meninas no Debut, é que essa conexão está sendo interrompida pela BLACK MAMBA, o vírus que gera o synkout, ou seja, a quebra da conexão entre você e sua AE.

Percebemos pelos clipes anteriores que a Karina é a que mais foi afetada, e muitos fãs afirmam que ela está sendo dominada pela Black Mamba, e por isso a conexão com a AE está falha.

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Nesse novo comeback, chamado Savage, vemos as garotas moldando a inteligência artificial para enfrentar a Black Mamba, que sempre está em volta e de olho nas garotas. No entanto, com uma ajudinha da NAEVIS, guia e guardiã das meninas, elas desbloqueiam uma nova versão de si, também virtual, mas que parece pronta para enfrentar o vírus.

Já estou ansiosa para o próximo MV, porque vemos as garotas atirando em direção a Mamba, mas eu duvido que esse seja o fim. Na verdade, para o Aespa, que alcançou mais de treze milhões de visualizações nas primeiras horas de estreia, é com certeza o começo.

Só eu que acho que esse roteiro precisa virar um kdrama?

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