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12 animes marcantes de romance da década de 2010

Wotakoi
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O amor está no ar e com isso vem a vontade de consumir histórias apaixonantes. Por isso, separamos para vocês uma lista de animes focados em romance, sem nenhum harém ou filmes. Assim, você vai ver somente animes que foram e ainda são muito populares e encantam com suas historias sobre jovens apaixonados que com certeza marcaram essa última década.

1Ore Monogatari (2015) 

Ore Monogatari
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Takeo Gouda sempre pensou que, por causa de sua aparência, nenhuma garota iria se apaixonar por ele, ainda mais tendo como melhor amigo Makoto Sunakawa um dos garotos mais bonitos da escola. No entanto, um dia Takeo salva Rinko Yamato, uma garota meiga e gentil, no metro e faz com que ela se encante com tanta coragem, se apaixonando por ele à primeira vista. Porém, por causa de seu complexo de inferioridade, Takeo se recusa a aceitar seus sentimentos ao mesmo tempo que também gosta dela. Com uma atmosfera leve e um romance doce e inocente, esse anime nos ensina que todos devem ter a oportunidade de amar independente da aparência e que a beleza está nos olhos de quem vê. Ele pode ser encontrado atualmente na Crunchyroll.

2Say “I love you” (2012)

sukitte ii na yo say I love you
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Mei Tachibana é uma estudante do ensino médio que não tem amigos, e por não querer correr o risco de ser machucada, ela se afasta das pessoas para não se decepcionar. No entanto, um dia o mundo de Mei muda completamente quando ela conhece o charmoso e popular Yamato Kurosawa, que se interessa por ela. Assim, aos poucos ele faz com que ela mude sua visão sobre ter amigos enquanto os dois se envolvem num romance cheio de desafios e momentos emocionantes. Esse anime é verdadeiramente uma mistura de drama, slice of lice e romance na medida certa. Além disso, um ponto positivo dele é que a história não foca somente nos protagonistas, mas também nas pessoas ao redor deles. Assim, ocorre um desenvolvimento tanto da Mei, como dos outros personagens ao perceberem a percepção única da garota ver as coisas. Tudo isso enquanto Mei cresce e aprende a lidar com seus sentimentos. Ele também pode ser encontrado atualmente na Crunchyroll.

3Tonari no Kaibutsu-kun (2012)

Tonari no Kaibutsu-kun
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Aqui vemos mais uma vez a dinâmica da garota introvertida e o garoto extrovertido se apaixonando, com o diferencial de ser um anime marcante. Shizuku Mizutani é uma pessoa fria que só se importa com notas, completamente o contrário do seu colega de classe delinquente Haru Yoshida que não se preocupa com as consequências de suas ações e só quer viver a sua vida despreocupadamente. Quando é dada à Shizuku a tarefa de entregar os deveres de casa para Haru, eles se encontram e ele se convence de que eles são amigos. Assim, logo em seguida ela é surpreendida com uma confissão por parte dele, seguida de inúmeras tentativas de aproximação. Esse anime é tão engraçado que tem até direito a uma galinha no meio da história. Além disso, conforme vamos acompanhando a jornada dos protagonistas percebemos que na verdade eles têm muito em comum e nada do que acontece é muito previsível. Você torce para que eles fiquem juntos por causa da dinâmica fofa e ao mesmo tempo caótica que eles têm. Ele também pode ser encontrado atualmente na Crunchyroll.

4Rikei ga koi ni ochita no de shoumei shitemita (2020)

Rikei ga koi ni ochita no de shoumei shitemita
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Nem tudo na vida pode ser explicado de uma forma racional e isso inclui o amor. Essa foi a questão que levou os dois cientistas Himuro Ayame e Yukimura Shinya a realizar uma série de experimentos com o intuito de tentar explicar a lógica do amor. Tudo começa quando Ayame se declara para Yukimura e os dois questionam o porquê, como isso aconteceu e quais foram os fatores que levaram a esse sentimento. Ambos os protagonistas não tem experiência no amor e isso resulta em uma série de situações engraçadas entre os dois tentando explicar o porquê de eles gostarem um do outro enquanto tentam encontrar alguma lógica no que estão sentindo. Com certeza esse é um anime que foge da fórmula tradicional de romance, entregando situações hilárias e fazendo com que você torça para eles ficarem juntos. Ele também pode ser encontrado atualmente na Crunchyroll.

5Ao haru ride (2014)

Ao haru ride
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Um clássico anime de romance shoujo com uma protagonista diferenciada e um leve mistério na trama faz com que esse seja um anime inesquecível de aquecer o coração. Futaba Yoshioka sempre chamou muito a atenção dos garotos por sua beleza, contudo por causa disso ela não conseguia fazer amizade com outras meninas. Por isso, ela resolve mudar completamente seu jeito de agir para ser aceita. No enquanto, com a volta de Kou Tanaka, seu primeiro amor, ela começa a repensar varias escolhas da vida. Um anime sincero que fala sobre amadurecimento e em como não devemos nos deixar afetar pelas opiniões que os outros tem sobre nós. E também como as relações podem ser complicadas se você não agir como você mesmo.

6Gekkan shoujo nozaki-kun (2014)

Gekkan shoujo nozaki-kun
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Um anime que fala sobre amores platônicos e o processo de criação de um mangá. Chiyo Sakura decide se declarar para o quieto e misterioso Umetarou Nozaki. No entanto, ela estava tão nervosa que acabou dizendo ser fã dele, recebendo como resposta um autógrafo e descobrindo assim que Nozaki na verdade é um autor de mangás de romance. Para piorar a situação, ela ainda acaba virando sua assistente no processo. Nunca vi um anime quebrar tanto as expectativas já estabelecidas dos famigerados clichês de romance como esse. O que esse anime tem de engraçado ele também tem de genial, além de explorar as inúmeras tentativas falhas de Sakura de tentar chamar a atenção do desligado protagonista (que sempre deixa ela na friendzone). Ainda, vemos os casais secundários tendo que lidar com seus próprios problemas de uma maneira leve, divertida e romântica. Para finalizar, é muito irônico alguém que escreve sobre romance não perceber quando alguém claramente está gostando de você, e a forma como o anime aborda essas situações é simplesmente incrível. Ele está disponível na Netflix, também dublado em português.

7Tsurezure Children (2017)

Tsurezure Children
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Para os amantes dos clichês escolares, esse anime é um compilado de várias experiências românticas no mundo dos animes. A história acompanha diversos casais, cada um com uma dinâmica diferente em uma mesma escola, quase uma antologia onde em cada episódio são mostrados casais diferentes em diversas fases de um relacionamento. Então temos a famosa confissão de amor, a emoção do primeiro beijo ou até mesmo complicações durante o namoro, e muitos outros clichês que sempre vemos em animes de romance. Então se você está procurando um anime de comédia e romance rápido com muitos casais e muitas cenas românticas, esse é o anime certo para você. Ele também pode ser encontrado atualmente na Crunchyroll.

8Your lie in april (2014)

Your lie in april
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Após a morte de sua mãe, Kousei Arima, um prodígio pianista, se torna incapaz de diferenciar as notas musicais de sua própria música e perde o interesse e o brilho por tocar piano. No entanto, tudo muda quando ele conhece a vibrante violinista Kaori Miyazono, que faz com que ele volte a ver beleza na música e leva cor ao seu mundo. Esse é um anime que com certeza tira sorrisos e lágrimas de todos os que o assistem. A música tem um papel fundamental na história e é emocionante ver como os personagens se desenvolvem e como as cenas são construídas cheias de emoção. Em meio a segredos e mentiras, a história surpreende em fugir do óbvio enquanto entrega reflexões sobre a vida. Ele também pode ser encontrado atualmente na Crunchyroll.

9Karakai jōzu no takagi-san (2018)

Karakai jōzu no takagi-san
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Se você está buscando um romance inocente, divertido e relaxante, esse é o anime certo para você. O anime conta a história de Nishikata, um estudante do ensino fundamental cujo o objetivo de vida é vencer em algum desafio sua colega de classe Takagi-san. Ela, por sua vez, aproveita qualquer oportunidade possível para provoca-lo e sempre consegue um jeito de vencer os desafios e deixá-lo envergonhado no processo. Apesar do romance ser mais lento, ocorre sim um desenvolvimento na relação entre os dois personagens, assim como entrega momentos engraçados e muito fofos que te deixam com um sorriso no rosto no final de cada episódio. Atualmente ele está em sua 3º temporada e sua segunda está disponível na Netflix, também com opção de dublagem.

10Tonikaku kawaii (2020)

Tonikaku kawaii
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Imagine ficar entre a vida e a morte, mas ser salvo por uma garota tão bonita que você se apaixona por ela imediatamente. Mas quando você pede para namorar, ela responde  que só aceita se vocês se casarem. Parece ser um anime bem louco e sobrenatural, mas é assim que começa a história de amor de Nasa e Tsukasa. A trama aborda a vida dos dois como casados enquanto vivem juntos e vão se aproximando e se apaixonando um pelo outro. Contudo, também existe todo um mistério em volta de Tsukasa que diz respeito de sua relação com a lua e seu passado. Diferente de outros daqui da lista, o desenvolvimento e aproximação do casal ocorre de maneira bem rápida e sem enrolação, com direito a cenas de beijo e declaração muito antes do último episódio, o que não é muito comum na maioria dos animes de romance. Ele também pode ser encontrado atualmente na Crunchyroll.

11Wotakoi: Love Is Hard for Otaku (2018)

Wotakoi: Love Is Hard for Otaku
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Se a vida normal já é difícil para um otaku, imagine a vida romântica? Com certeza esse é um anime que representa muito bem o ponto de vista dos otakus e como nos sentimos em meio à sociedade. O anime acompanha Narumi Momose, que não quer que ninguém de seu trabalho ou da sua vida amorosa saiba que ela na verdade é otaku. No entanto, ela tem o azar de um dos seus colegas ser seu amigo de infância, Hirotaka Nifuji, que sabe de seu segredo e também é um otaku. Então os dois concordam em namorar, pois Hirotaka diz que ela não precisaria mais esconder que é otaku se namorasse um. O grande diferencial desse anime é que ele foge totalmente da fórmula do romance escolar, trazendo um olhar mais maduro, mas ao mesmo tempo divertido de uma história de amor sobre colegas de trabalho. Além disso, aborda também as dificuldades do mundo adulto enquanto tentam achar tempo para aproveitar as coisas que gostam. O anime está disponível na Prime Video.

12Kaguya-sama: Love is War (2019)

Kaguya-sama: Love is War
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E por último mas não menos importante, temos um anime que chamou muito a atenção dos internautas desde sua estreia e continua surpreendendo a todos com seu enredo criativo e inovador. Na renomada Academia Shuchiin, Miyuki Shirogane, presidente do conselho estudantil, e Kaguya Shinomiya, sua vice-presidente, são considerados por todos como um possível casal perfeito. Embora já tenham desenvolvido sentimentos um pelo outro, eles compreendem o amor como um jogo onde o primeiro que se declarar perde. Esse anime trouxe um novo ponto de vista sobre como construir e contar uma história de romance, foi como um suspiro e fuga das velhas formulas e clichês que sempre vemos em todos os animes, por isso chama tanta atenção. Além disso, sua animação está acima da média, mesmo se tratando de uma anime de romance. Ainda, o seu timing cômico é muito preciso, nunca te deixando entediado ou desinteressado, e a prova de sua excelência são os números de vendas de seu mangá e sua enorme popularidade no meio otaku. Ele também pode ser encontrado atualmente na Crunchyroll e na Funimation.

Demon Slayer | Terceira temporada é anunciada

Demon Slayer Kanroji
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Em comemoração a finalização da segunda temporada, foi anunciada ontem (13), pela Ufotable que a terceira temporada de Demon Slayer (Kimetsu No Yaiba) está em desenvolvimento. Assim, a página oficial de Kimetsu No Yaiba postou no Twitter a divulgação do poster e um short teaser da nova temporada.

Desta forma, a terceira temporada ocorrerá à cerca do Swordsmith Village Arc (Arco da Vila dos Ferreiros).

Sinopse: Tanjiro viaja para a Vila dos Espadachim para substituir sua espada porque Hotaru Haganezuka está cansado de consertá-la. Ao chegar, ele é levado diretamente para Tecchin Tecchikawahara, chefe da aldeia, que revela a Tanjiro que Hotaru desapareceu há pouco tempo.

Além disso, não há mais informações ou datas anunciadas, mas por ora, o fãs de Demon Slayer podem aguardar felizes, pois a nova temporada vem aí!

Ontem a segunda temporada do anime, sobre o Entertainment Arc, ou Yuukaku-hen (“Arco do Distrito de Diversão”) chegou ao fim. No Brasil, os episódios da primeira e segunda temporadas, estão disponíveis na plataforma Crunchyroll e da Funimation.

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Ataque dos Cães | Review

ataque dos cães
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Toda temporada do Oscar nos deparamos com alguns filmes questionáveis, aqueles que pensamos “por que diabos ele está concorrendo ao Oscar?”, e se opinamos algo negativo, algum cinéfilo do tênis verde aparece e vai te dizer a você que não entendeu o filme, pois bem, nessa temporada já temos essa obra contestável, Ataque dos Cães é um drama macabro que envolve pistas escondidas do plot ao qual é abafado por diálogos chatos e cansativos que te fazem odiar a obra do início ao fim, fazendo com que o “grandioso” plot twist não funcione, sem dúvida esse é o pior filme da temporada do Oscar.

Filmes western já sofrem do mal necessário da trama arrastada, por isso muitos diálogos devem ser bem trabalhados em conjunto a grandes atores que sabem fazer o papel, no quesito elenco Ataque dos Cães está bem servido, mas a enrolação de diálogos gratuitos e sem sentido até chegar no famigerado plot é algo de se crescer o ódio e querer mandar tudo para os ares, um filme que facilmente será desistido antes da metade, o desenvolvimento pode ser arrastado porém o roteiro não têm nada que te mantém preso a assisti-lo, sinceramente é uma grande perda de tempo.

Os elementos que se completam para trazer o plot são até que bem feitos, poderá passar desapercebido por causa da trama problemática, diálogos enrolando para ter algum conteúdo “útil” na trama só faz o público ficar de saco cheio, tudo que tentou construir é completamente ofuscado, com isso o plot não funciona, e caso você busque o significado na internet, provavelmente te causará um certo ódio por ser algo tão simples, nada que não tenha sido visto em outros filmes, só que no caso de Ataque dos Cães, preferiram encher de diálogo desnecessário e cenas gratuitas a ponto de condenar a obra por completo.

O plot é impressionante, o que parecia um western se torna facilmente um filme de terror, todo o drama trabalhado em uma relação amorosa problemática por causa de um fazendeiro preconceituoso, se o filme não fosse extremamente cansativo para não falar chato de vez, poderia colocar esse filme a nível Oscar, aliás ele está na lista, cotado a entrar em algumas categorias sendo uma delas de Melhor Filme, sinceramente a academia e cinéfilos não são muito critérios de opinião pelo jeito, já podemos esperar uma temporada de premiações das mais difíceis de assistir as obras presentes na lista.

Ataque dos Cães é o suco do mais puro cult, padrão academia clássica para bom cinéfilo amar, mas sinceramente eu nunca pensei que um filme me degastaria tanto, não há justificativa para defender uma obra tão problemática e não adianta ficar se achando que é um filme difícil e que poucos vão entender, defender filme ruim só porque ele é reflexivo é muita prepotência, é achar que as pessoas são burras quando o próprio filme não é atrativo e o mesmo prefere ficar de enrolação e sigilo no roteiro do que ser mais bem trabalhado em direção, coisa que acontece na maioria dos filmes ganhadores do Oscar.

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Primeiro teaser de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder” é apresentado durante Super Bowl LVI

o senhor dos aneis os aneis do poder
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Fãs de Tolkien, da cultura pop e do futebol americano pararam tudo durante o terceiro tempo da transmissão do LVI Super Bowl, quando a Amazon os transportou diretamente para a Terra-média.

O Prime Video apresentou o primeiro teaser trailer oficial da série Original Amazon mais antecipada para 2022, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder. O teaser de 60 segundos oferece ao público global os primeiros vislumbres audiovisuais da lendária Segunda Era de J.R.R. Tolkien, prometendo uma nova lenda do Amazon Studios e dos showrunners J.D. Payne e Patrick McKay que começará em 2 de setembro deste ano. Apresentando uma seleção do elenco de personagens da série — como Elfos, Anões e Humanos — e imagens das terras de Arda, o teaser trailer leva os espectadores a uma jornada repleta de ação e emoção em grande esplendor cinematográfico.

Assista abaixo:

A aguardada série O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder estreia exclusivamente no Prime Video, em mais de 240 países e territórios e em diversos idiomas, na sexta-feira, 2 de setembro de 2022, com novos episódios disponíveis toda semana.

A série traz às telas pela primeira vez as lendas heróicas da Segunda Era da história da Terra-média. Este drama épico se passa milhares de anos antes dos eventos de O Hobbit e O Senhor dos Anéis de J.R.R. Tolkien, e levará os espectadores de volta a uma era em que grandes poderes foram forjados, reinos ascenderam à glória e caíram em ruína, heróis improváveis ​​foram testados, a esperança ficou pendurada pelo mais fino dos fios e um dos maiores vilões que já saíram da caneta de Tolkien ameaçou cobrir todo o mundo na escuridão. Começando em um tempo de relativa paz, a série segue um elenco de personagens, tanto conhecidos quanto novos, enquanto eles enfrentam o temido ressurgimento do mal na Terra-média. Das profundezas mais escuras das Montanhas Nebulosas, às majestosas florestas da capital élfica de Lindon, ao deslumbrante reino insular de Númenor, aos confins do mapa, esses reinos e personagens irão esculpir legados que viverão muito tempo depois deles.

A série é liderada pelos showrunners e produtores executivos J.D. Payne & Patrick McKay. Eles se juntam aos produtores executivos Lindsey Weber, Callum Greene, J.A. Bayona, Belén Atienza, Justin Doble, Jason Cahill, Gennifer Hutchison, Bruce Richmond e Sharon Tal Yguado; e aos produtores Ron Ames e Christopher Newman. Wayne Che Yip é co-produtor executivo e dirige junto com J.A. Bayona e Charlotte Brändström.

Os livros de O Senhor dos Anéis foram traduzidos para mais de 38 idiomas e venderam mais de 150 milhões de cópias.

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Super Junior anuncia que lançará novas músicas em breve

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No último domingo (13), o Super Junior anunciou em seu Instagram oficial que estão prontos para lançar novidades. Nos stories, foi publicada uma nova foto do grupo, e em cima escrito: SUPER JUNIOR Special Single Album, em breve.

O modelo de Special Single Album, que causou leve confusão em algumas fãs, é formado por uma música principal, que ganhará um MV, e uma B-side. Esse modelo já foi utilizado pelo grupo em U e Lovely Day, sendo a primeira a title track.

Algo a ser notado é a presença de 9 integrantes na foto, o que significa que Heechul estará na música. O membro já se ausentou de algumas atividades do grupo por problemas de saúde.

Ao ler as palavras no cenário da foto, algumas Elfs estão sugerindo que a música se tratará de uma ballad, gênero musical mais melancólico e muito presente nas faixas individuais dos integrantes do grupo.

Enquanto esperam pelas novas informações sobre o lançamento, o fandom também concentra suas atenções no filme documentário Super Junior World Tour (Super Show 8: Tempo Infinito), que estará sendo exibido no Brasil pela primeira vez, nos cinemas da rede Cinemark.

Parece que as Elfs estão só vencendo nesse mês!

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Pratos de Origem Estrangeira no Japão

Comidas japonesas
Imagem Divulgação. Fonte: Unsplash

A origem da culinária de cada país se deve não só ao seu clima, natureza local e cultura, mas também às influências que receberam de outros países ao longo dos anos. No caso do Japão, a primeira influência veio, obviamente, da China, cuja cozinha foi a base de muitos pratos japoneses. Porém não foi somente a China que teve sua parcela de contribuição na culinária nipônica. Apesar da sua condição de arquipélago e ter passado muitos anos fechado, o país recebeu vários países que acabaram influenciando na sua culinária.

Você verá agora algumas das influências estrangeiras na culinária do país que podem te surpreender.

Supamu

Supamu
Imagem Divulgação. Fonte: livesupamulife.com

Esta iguaria é uma carne cozida em lata que foi trazida pelos americanos como ração militar para os soldados durante a Segunda Guerra Mundial. A carne acabou caindo no gosto dos japoneses, que chegam a fazer sushi de SPAM (e depois falam do sushi com cream cheese). A carne também é consumida frita, como um tempura, no lámen, com macarrão italiano, etc. Com seu sabor único de serragem com lata, isso me fez questionar o paladar tão exigente dos japoneses.

Shokupan

Shokupan
Imagem Divulgação. Fonte: shanshancafe.com

O vulgo pão de leite acredita-se ter sido apresentado em uma padaria em Yokohama nos anos de 1880, na época em que os pães começaram a se tornar populares no Japão. As características principais deste pão de forma são a sua maciez e sabor suave, combinando com vários ingredientes e formas de preparo.

Casutera

Casutera
Imagem Divulgação. Fonte: br.blastingnews.com

De origem portuguesa e conhecido como pão de Castela ou pão de ló, este é sem dúvida um dos bolos mais populares do Japão, cuja massa serve de base para diversos outros itens de confeitaria, como o strawberry shortcake (bolo de morango com chantilly). Macio e levando poucos ingredientes, o bolo foi sendo adaptado ao longo dos séculos pelos japoneses, ganhando versões com mel, matcha (chá verde) e youkan (gelatina de feijão doce). Além disso, é a mesma massa com mel das panquecas usadas para fazer o dorayaki (sanduíche de panquecas doces com recheio de doce de feijão).

Baumukuhen

Baumukuhen
Imagem Divulgação. Fonte: twitter.com/JuchheimE

Podendo ser traduzido como “bolo-árvore”, o baumkuchen é um bolo alemão assado em um espeto. Sim, é um churrasquinho de bolo que vai sendo assado em camadas ou um bolo de rolo feito no espeto. Curiosamente, ele é muito servido em casamentos por causa do seu formato de anel, mas pode ser comprado em qualquer loja de doces estrangeiros, lojas de conveniência e mercados.

A iguaria foi apresentada pelo confeiteiro Karl Joseph Wilhelm Juchheim em 1919 em uma exposição em Hiroshima, e posteriormente acabou abrindo uma padaria em Yokohama e depois em Kobe. Depois da sua morte, sua esposa ajudou a abrir uma cadeia de padarias com o nome de Juchheim, o que ajudou a popularizar o bolo e tornando-se a marca mais conhecida de baumkuchen do Japão.

Korokke

Korokke
Imagem Divulgação. Fonte: The Spruce / Christine Ma

Sem certeza de sua origem, podendo ser holandesa, francesa ou inglesa, o croquete já constava em alguns livros de receitas na Era Meiji (1868 a 1912). O korokke mais clássico é um bolinho de purê de batata recheado de carne moída, empanado com panko e frito em óleo. Porém, outra versão é o kumiru korokke (croquete cremoso), feito de creme com caranguejo e empanado e frito da mesma forma. Já o menchi-katsu é o que mais se aproxima da versão francesa, que é feito com carne desfiada.

Doria

guratan
Imagem Divulgação. Fonte: Japanese restaurant ten-good

Este é um prato que poucos sabem que é muito popular no Japão. O doria mada mais é que um gratinado com arroz e legumes e/ou carne. O prato foi inventado na verdade por um chefe suíço em um restaurante de um hotel nos anos de 1930 e foi inspirado no gratinado francês. A peculiaridade do prato não para por aí já que o nome não é nem francês, nem japonês, mas sim italiano, em homenagem a um general italiano da marinha. Os japoneses também tem o guratan (gratinado) que podes ser com macarrão ou de legumes e/ou alguma carne.

Kare

Kare
Imagem Divulgação. Fonte: oyakata.com.pl

O kare nada mais é que um curry com, geralmente, cenoura, batata e carne. Existem muitos restaurantes especializados em kare no Japão e este é um dos pratos mais preparados em casa por ser nutritivo, barato e rápido de fazer, chamado até mesmo de “o prato nacional”. O prato indiano foi trazido pelos ingleses e adotado pelos japoneses como uma forma de prevenir o beribéri, uma doença causada pela deficiência de vitamina B1. Apesar de sua origem indiana, a versão japonesa é mais adocicada e menos picante.

Tempura

Imagem Divulgação. Fonte: nhk.or.jp

Pouco se fala sobre a origem estrangeira do tempura quando se fala sobre comidas de influência estrangeira no Japão, talvez por ser de origem portuguesa, que geralmente são esquecidos em meio à história de tão rápido que foram expulsos pelo imperador do Japão em 1639.

A história conta que durante a quaresma, o período que precede a páscoa depois da Quarta-feira de Cinzas e quando não se pode comer carne, os portugueses tinham a tradição de preparar os “peixinhos da horta”, um prato que nada mais é que vagem de feijão-verde com polme (farinha, ovo e/ou água) e frita. O nome veio do latim ad tempora cuaresme, que significa “no tempo da Quaresma”, o que promoveu a confusão dos japoneses que começaram a chamar o prato de tempura.

Macarrão italiano

Macarrão Italiano Mentaiko
Imagem Divulgação. Fonte: coisasdojapao.com

Os japoneses adoram o macarrão italiano e acabaram criando receitas à moda japonesa com a massa, como o gratinado de macarrão, o macarrão com mentaiko (ovas de peixe escamudo) e o naporitan, um macarrão à moda napolitana com pimentão, cogumelo, alho, salsicha e ketchup. Existem vários restaurantes italianos que preparam pratos italianos clássicos e suas releituras tão populares no Japão. Além disso, este é um prato que os japoneses fazem bastante quando é o Dia dos Namorados no Japão (14 de fevereiro), quando eu vi várias japonesas comprando macarrão e molho de tomate no mercado.

Hanbagu

Hambagu
Imagem Divulgação. Fonte: delightfulplate.com

Não confunda com o hanbaga (hambúrguer com pão), o hanbagu é simplesmente um hambúrguer e com tonkatsu (molho barbecue japonês). Antigamente chamado de bife alemão ou bolinho de carne, o prato é de origem alemã e foi introduzido no país em 1882. O prato é bem popular e é servido geralmente com batatas assadas, tomate e alface ou milho de lata. É um dos principais pratos do famigerado Jonathan’s, um restaurante bem conhecido por ter comidas em estilo americano a preços módicos.

Estes pratos mostram como os japoneses adaptaram alguns pratos ao seu paladar e como eles caíram no gosto popular. Apesar de alguns pratos soarem um pouco estranho, a maioria deles são muito bons e valem a pena provar – menos o SPAM e o macarrão com mentaiko.

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Zelda: Ocarina of Time – Por que sua trilha sonora é tão marcante?

Zelda Ocarina of Time
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Epona’s Song, Lost Woods e Song of Storms são alguns exemplos de melodias presentes no jogo Zelda: Ocarina of Time, responsável por revolucionar a maneira que a música viria a ser utilizada nos jogos. Foi o primeiro título a se beneficiar da música como elemento interativo na jogabilidade, no qual os jogadores devem usar um instrumento musical para criar canções e resolver tarefas no decorrer da trama.

Entretanto, não foi apenas esse fato marcante que tornou as criações de Koji Kondo tão conhecidas, uma vez que a trilha sonora por si só – se bem colocada – configura um dos elementos mais relevantes na narrativa, fazendo-se significativa para a imersão nos jogos.

A trilha sonora estimula as sensações ao caracterizar o contexto que está inserida, auxiliando a compreensão da narrativa pelo jogador, proporcionando um padrão sonoro dinâmico, seja em níveis mais acentuados ou de maneira mais simples, como o uso da música em loop para acompanhar determinadas fases.

Apesar de Song of Storms, ou qualquer outra trilha sonora presente em Ocarina of Time transitar entre estes dois parâmetros, seu vínculo com a história se sobressai diante de uma simples melodia ambiente. Isso pois está à parte de qualquer papel coadjuvante ao ser primordial na elaboração do jogo, “Interagindo diretamente com a trama, ela toma a frente, tornando-se quase um personagem a mais, tamanha sua identidade, força, ligação com a história, cenários e eventos” (SILVA, 2012, p.02).

Contexto incentivado, pela maneira em que o jogador se relaciona com a trilha sonora. Já que suas melodias são ensinadas através de sequências de botões por meio do próprio controle como instrumento musical, que devido a repetição durante as missões, faz com que haja um vínculo com o instrumento em questão. Levando o jogador a memorizar essas melodias por utilizá-las em diversos momentos.

Segundo o próprio Koji Kondo, seu trabalho em Ocarina of Time foi o mais desafiador entre suas criações para a Nintendo. Com uma escala limitada para compor diferentes melodias, este se tornou o seu “maior desafio” ao criar composições que se afastassem do padrão da época; “Com Zelda, tentei melhorar a atmosfera dos ambientes e locais. O som de Mario é como música popular, e Zelda é como um tipo de música que você nunca ouviu antes. Então, tento incorporar muitos tipos diferentes de música para criar uma sensação de outro mundo”. Comentou Kondo em uma entrevista exclusiva ao site Wired.

Esse cuidado na elaboração de uma trilha sonora que representasse dignamente a atmosfera do jogo Zelda, exemplifica todo o empenho de Kondo em criar algo em torno do afeto. Juntando elementos importantes à músicas que agregassem sentimento, mesmo com as limitações dos consoles da época, que apesar de escassas, se mostraram suficientes a um grande marco para os jogos. Ficando nítido a importância de elementos sonoros na construção narrativa, servindo não apenas como algo completar, mas sim, essencial para uma boa produção e o nascimento de um jogo histórico.


Referências:

OLIVEIRA, Raul Paiva de. Música computacional e jogos digitais: influência da composição por algoritmo na sensação de imersão do jogador. 2017. Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação, Campinas, SP. Disponível em: <http://www.repositorio.unicamp.br/handle/REPOSIP/331771>.

BOURY, Eric Stefan. MUSTARO, Pollyana Notargiacomo. Um estudo sobre áudio como elemento imersivo em jogos eletrônicos. 2013. SBC – Proceedings of SBGames. Universidade Presbiteriana Mackenzie, UPM São Paulo, Brasil. Disponível em: <http://www.sbgames.org/sbgames2013/proceedings/artedesign/41-dt-paper.pdf>.

KOHLER, Chris. VGL: Koji Kondo Interview. 2007. WIRED.

Disponível em: <https://www.wired.com/2007/03/vgl-koji-kondo-/>.

VELASQUE, Natan. The Legend of Zelda, Ocarina of Time: aprendizagens e práticas musicais a partir de jogos eletrônicos. Universidade Federal do Pampa, Licenciamento em Música. Pampa, Rio Grande do Sul. Disponível em: <http://dspace.unipampa.edu.br/bitstream/riu/5696/1/NATAN%20MARTINS%20VELASQUEtcc.pdf>.

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God of War (PC) | Review

god of war
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Ao som da trilha sonora, esta disponível no Spotify, inicio esta REVIEW. Destaco e já aviso que este artigo será com SPOILERS e caso queira uma opinião geral sobre a versão PC de God of War, indico o Primeiro Gole. Há também um REVIEW de 2018, da versão para PlayStation 4, esta não feita por mim. Caso continue a leitura, fique por sua conta e risco!

Assim como disse em outras oportunidades, nunca fui um fã assíduo da franquia da Santa Monica Studios, até mesmo porquê nunca joguei seus jogos. Esta é minha primeira vez; meu primeiro contato com Kratos e toda sua mitologia. E incrível não? Bem no momento em que sua jornada está em terras nórdicas…

Um Homem Simples

Apesar de não ter tocado nos jogos anteriores, tenho ciência – um pouco dela – de como a história de God of War se desenrolou. Sobrepujando os poderes dos deuses gregos, Kratos  teve seu momento de glória… e de perdas. Muito sangue foi tirado e esguichado em suas mãos.

Com todo esse peso em sua alma divina, ele busca sair de suas terras e ir para um lugar bem distante, nos confins do mundo. É aí que ele vai parar nas terras escandinavas e se fixa como um homem simples, comum e corrente. E olha só: ele se relaciona com uma mulher e tem um filho, este é Atreus.

No início do jogo, seu passado fica obscuro, até mesmo nesta nova vida viking que anda levando. Não temos muita informação de sua mulher – que adoece e morre. É já de cara que temos a missão, junto a seu filho, de jogar as cinzas no montanha mais alta de Midgard.

god of war
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O Luto de Pai e Filho

A relação entre os dois não é das melhores. Me remete muito entre Joel e Elle, de The Last of Us, ou mesmo Wolverine e X-23, em Logan. Ambos estão vivendo o Luto; um de sua esposa e o outro, de sua mãe.

É notável que Kratos não levava jeito paras ser o “paizão do ano”. Criado em Ferro e Fogo, seus sentimentos esvaíram em meio às cinzas da guerra. Mas é interessante como isso vai evoluindo durante o jogo e como dentro deste “homão ríspido”, há generosidade. Destaco a direção e roteiro neste aspecto, que junto a cinematografia, os diálogos não resvalam no overreacting meloso hollywoodiano.

Além de cada um lidar com a perda, as complicações se potencializam nos combates. Depois de passar por treinos de caçar e atirar, percebemos que há algo de especial em Atreus. Um garoto esperto, determinado e que não teme nem os mais perversos monstrengos do game. É nítido que assim como o “garoto”, Kratos absorve muito aprendizado com sua cria, o que dá uma profundidade interessantíssima na relação entre pai e filho, fugindo dos clichês tão bem conhecidos.

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Midgard e Além

Não há civis ou civilizações. Apesar disso, o mundo é rico e há uma boa quantidade de personagens secundários. Alguns, gostei mais; outros, deploráveis, mas condizentes com toda a trama. Destaco aqui a harmonia – ou desarmonia – dos irmãos ferreiros Brok e Sindri, trazendo um humor ácido para o equilíbrio do mundo um tanto quanto decaído.

Decaído? Sim! Parece que neste momento em que estamos vivendo esta aventura com Kratos, Midgard e os outros Reinos outrora eram resplandecentes e cheios de aventura. Por sinal, o conteúdo de lore é muito vasto, e adorei como retrataram os deuses nórdicos, em especial o passado de Týr e seu envolvimento com os Gigantes para propagar a paz.

Este equilíbrio entre o tratamento do passado e presente de Kratos em paralelo com a história de outros personagens é o que me deu a gana de jogar horas e horas ininterruptas: sempre havia algo interessante para acontecer; e sempre queria avançar mais!

Também fugindo dos clichês, não temos – ainda, pode ser que venha nos próximos jogos – uma história focada nos deuses de primeiro escalão. Nada de Thor ou Odin, ou pelo menos, não como a cultura pop gosta de tratá-los. Há muito da mitologia “contada” e subaproveitada pelos estúdios de cinema e jogos, e foi o que engrandeceu todo o cenário, servindo de pila fundamental para o próximo jogo, God of War: Ragnarok.

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Fotogafia e Tratamento do Mundo

Cory Barlog. Eis aí um grande nome da indústria e não é por menos, o cara sabe fazer uma história épica. A câmera sobre os ombros, com o Kratos um pouquinho de lado, nos dá a impressão de estarmos atrás dele com uma câmera também sobre os ombros, e gravando seus movimentos.

A cinematografia presente no jogo é evidenciar nós como telespectadores. Estamos vendo uma história sendo contada. Não senti imersão como em outros jogos, e sim, algo mais passivo e sendo trabalhado na frente de meus olhos. É difícil explicar, mas dessa forma, temos a nitidez tridimensional do nosso campo óptico, o que ajuda na experiência em batalha, cutscenes e diálogos. É claro que como não há interrupções entre transições de mapas ou acontecimentos, isso é potencializado.

Junto a esta contação de história temos a belíssima trilha sonora de Bear McCreary, que não foca apenas na “ação” ou em algo próximo do “power metal sinfônico”. Temos muita melancolia, tensão e até momentos de terror, quando urge criaturas colossais em meio ao graves da Tuba; é de arrepiar!

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Desenvolvimento

Há muitos anos eu não tinha essa vontade de jogar “horas e horas” como aconteceu com God of War. Pois bem, foi em apenas dois dias; 12 horas num domingo e 8 horas na segunda, para então “fechar” a história principal do game. Tudo flui muito bem no jogo e a alternância entre batalhas e cenas dramáticas, dá um respiro em querer continuar e não se tornar um hack n slash cansativo.

Falando em dramaticidade, destaco a dublagem brasileira, em especial com Ricardo Juarez como a voz poderosa de Kratos, Felipe Volpato como Atreus e Beatriz Villa como a Freya, com atuações notáveis e que dão um brilho a mais nas cutscenes mantendo o foco do jogador.

Pois bem, tendo todo esse pano de fundo quanto a sua questão narrativa, direção e roteiro, como é o andamento do jogo? Acho que é aqui, acredito eu, que ele se destaca dos demais anteriores, fugindo do hack n’ slash padrão, repetitivo e cheio de quick time events; deu certo? Com certeza, por sinal, um ícone neste aspecto. Mas este aqui, e pelo jeito, também o próximo, é um novo respiro na franquia.

Passando pelo drama do Luto, da relação Pai e Filho, e do embate de egos divinos e mitológicos, a história transborda em uma campanha onde o protagonista e todos os seus personagens em volta progridem. Ressalto três pontos cruciais, ou clímax nesta jornada:

  1. O ponto de virada de Baldur, onde descobrimos seu “ponto fraco” e sua relação problemática frente a sua mãe. Não considero dos combates mais interessantes do jogo – o do Dragão no cume da montanha, é o ponto alto – mas o quanto Freya está dividida em suas ações mesmo sendo uma deusa.
  2. A conclusão da trajetória de Tyr e seu “mapa” cheio de puzzles é um dos destaques intelectuais do jogo. Vale lembrar que é de extrema importância angariar pontos de memória e leitura de runas para uma melhor compreensão de sua “lenda”.
  3. Junto a narrativa externa e uma de background, temos também a resolução da trama pessoal Kratos x Atreus. E não é que o garoto é Loki? Filho de um deus (Kratos) e da giganta sua mãe, o que dá a entender que seu papel daqui em diante se tornará ímpar. Será que Atreus/Loki terá sua própria série de jogos?
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Combo, Controle e Combate

Já dito acima, os elementos de Ação desenfreada dos jogos antigos se transformaram em três frentes de gameplay, com exploração, combate e puzzles, algo próximo do que a gente vê na nova trilogia Tomb Raider, por exemplo. Ouso dizer que com adição da câmera livre e elementos de RPG, mesmo que sutis, trazem um pouco da vibe soulslike, mas claro, com menos requinte na forma de combar e mais destaque no visual.

A mecânica do machado, o Leviatã, é uma das coisas mais divertidas do jogo. Mesmo se, não pegássemos de volta as Lâminas do Caos mais pra frente, um jogo apenas esmurrando e dando machadada nos “bichos”, já seria de ótimo tamanho. Além de golpes com R1 e R2, também podemos lançá-lo – ele retorna como um Mjölnir – e utilizar de técnicas para melhorar nossos combos e destravar regiões através de puzzles.

Atreus é o nosso botão X, e é incrível a versatilidade que criaram para este único botão, já que além de lançar flechas, o garoto, através do desbloqueio de habilidades, também luta, imobiliza e até invoca alguns seres para nos auxiliar contra os inimigos. Aqui vi uma boa forma de utilizar dois personagens sem fazer a “troca”, propriamente dita, pois de fato, o protagonismo ainda é do Kratos.

Ainda com relação ao combate, este se mantém violento com golpes especiais em cutscenes e um Fúria Espartana avassalador, onde podemos ativar ao coletar fragmentos que inimigos – ou cenários – propiciam para o enchimento da barra de energia. Dica: as batalhas são diversas e muitas vezes não é só “socar a porrada”, pois algumas exigem estratégias mais robustas, e no endgame, contra as valquírias, sua paciência e habilidade serão postos a prova.

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E depois do fim?

Com aproximadamente 20 horas, fechei a história principal de God of War. Pouca coisa? Que nada! Deixei muitos mapas para trás e localidades com puzzles que não resolvi, para dar ênfase e não perder foco na história. Além disso, o game ganha muito conteúdo após seu fechamento, com acesso a Reinos, novas missões, recursos e uma espécie de “raids” contra as valquírias.

A quantidade de colecionáveis, para quem curte essa vibe “raideriana”, é um prato cheio, pois, junto aos gráficos e paisagens maravilhosas, recompensam em coleta de mais recursos para seu Equipamento. Que tal deixar todas suas habilidades no Nível 5? Aposto que você terminará o jogo, e suas Lâminas do Caos não estarão nem no 4, não é mesmo? Pelo menos, é o que aconteceu comigo…

God of War merece o destaque que teve outrora, também com essa espécie de “reboot” em 2018, e agora com este ótimo port para PC, com otimizações de performance e novos filtros para abrilhantar ainda mais sua jogatina. Kratos ainda vive, bom, até o Ragnarok…

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