Fala, galera! No último domingo, 26 de março, estivemos no Angra Fest em Porto Alegre. O evento foi realizado no belíssimo Auditório Araújo Vianna, localizado no Parque Farroupilha, região turística da cidade.
A primeira banda a tocar foi Viper e, apesar do público estar sentado, eles conseguiram envolver a multidão com sua performance. Matanza Ritual seguiu e conseguiu energizar ainda mais a plateia, com fãs cantando todas as suas músicas. Finalmente, Angra subiu ao palco e, apesar de o público ter sido avisado para respeitar os assentos, a banda conseguiu colocar a multidão de pé no Auditório. No geral, foi uma noite emocionante de música que apresentou algumas das melhores bandas do rock brasileiro.
A banda Geek formada por Caio Gaona (bateria) Rodrigo Cordeiro (guitarra) Fernando Gomes (baixo) e Paulo Lima (vocal) vai sonorizar o filme Guardiões da Galáxia no Petra Belas Artes, no próximo domingo, 2 de abril.
Esse espetáculo fará parte do projeto Bela Sonoriza e a banda tocará não só as músicas cantadas como também a trilha sonora incidental do filme e para esse projeto a banda convidou a talentosissima Andressa Lé (Anfear) e o power singer e jurado do prograna Canta Comigo, Vinnie Pereira.
Os filmes espanhóis de terror chegaram com tudo esse ano. Depois de 13 Exorcismos, lançado em fevereiro de 2023, hoje, 30 de março será lançado oficialmente nos cinemas brasileiros A Primeira Comunhão (La Niña de La Comunión, no original), dirigido por Víctor Garcia.
A trama acompanha a jovem Sara, que acaba de se mudar para o interior com seus pais e irmã mais nova. Um dia, ao voltar de uma balada de carona, ela acaba vendo uma estranha garota de vestido branco cruzar a estrada. Determinada a achar a menina, ela sai do veículo e busca nas redondezas pela criança – porém – a única coisa que encontra é uma boneca antiga, típica de crianças que fazem a primeira comunhão. Após encontrar o objeto misterioso, estranhas manchas acabam surgindo no seu corpo e no das outras pessoas que estavam no mesmo carro, seguido por aparições de um cadáver vestido de branco que a atormenta todos os dias.
Eu gosto bastante de assistir filmes de terror estrangeiros, e digo isso me referindo a filmes fora da esfera estadunidense. Eu acho que podemos aprender muito, e nos surpreender positivamente, com esses longas justamente por eles tratarem de realidades diferente das quais estamos acostumados, e nos apresentar cenários mais interessantes do que os filmes norte-americanos que a muito se tornaram sempre iguais (não a toa, meu filme favorito de terror é o francês Martyrs). Dito isso, eu sinto ainda que há muitas produções que pecam justamente por não quererem ousar, e tentam se alinhar a esses moldes mais conhecidos, talvez numa esperança de ser mais bem recebidos pelo público em geral.
A primeira comunhão é um filme que tem muitas qualidades, mas sofre justamente dessa necessidade de se adaptar a um padrão que não se vê realmente necessário. A premissa simples, porém diferente do que estamos acostumados, é fácil de ser comprada, e as atuações não são ruins, nos oferecendo personagens carismáticos e que podemos nos encontrar. Entretanto, conforme o filme se desenrola, tudo que era único nele acaba se degastando com uma série de clichés que acabam tornando o longa cansativo e previsível.
Eu não sou muito fã do CGI utilizado, porém, acredito que ele poderia ter sido facilmente ignorado se o roteiro tivesse sido mais corajoso, e apostado em um desenvolvimento diferente do que a trama tomou. A verdade é que eu me vi imaginando diferentes fins para o filme, e ele optou justamente pelo mais chato, previsível e bobinho. Enquanto havia uma série de oportunidades para o longa ter ido além da esfera comum, talvez o medo da rejeição pelo público internacional fez com que ele acabasse abraçando uma premissa simples e entediante.
Apesar disso tudo, o filme não é um desperdício total. Como eu disse anteriormente, as atuações pelos personagens principais (principalmente Rebeca e Sara) são boas, e a construção das personagens é cativante, não caindo em estereótipos hollywoodianos de adolescente pura x depravada, na verdade, elas são muito parecidas com o que todo adolescente é: preocupado com o futuro, desesperado por liberdade, arriscando na tomada de decisões erradas, em conflito com seus pais, e com medo de ser ignorado ou desacreditado.
Os sustos gerados são meio do que já vimos em todo e qualquer outro filme de terror, ainda assim, eles conseguem nos pegar aqui e ali. E apesar da história ser simples, ela nos mantém entretidos pela maior parte do longa, só decaindo no final com um desfecho decepcionante.
A Primeira Comunhão é um filme que poderia ter ousado mais e conseguido marcar a plateia, entretanto, ao optar pelo lugar comum, ele acaba desperdiçando as boas atuações e nos entregando um resultado morno e pouco memorável. Ainda assim, o longa tem suas qualidades e pode ser considerado uma experiência agradável, entregando um filme que não decepciona completamente, mas que será esquecido em breve.
‘FAREWELL’ é o mais novo single da banda de J-rock e Visual-keiNIGHTMARE! A banda que já possui mais de 23 anos de estrada lança hoje, 29 de março, seu novo single em CD (2 versões) e Download/Streaming!
FAREWELL’ novo single do NIGHTMARE!
Além disso, o videoclipe completo da faixa título ficou disponível semanas antes no canal oficial da banda no YouTube. O vídeo promove também a turnê “NIGHTMARE LIVE HOUSE TOUR 2023 FAREWELL TO SHADOWS” que será realizada em pequenas casas de show no Japão.
Sobre o NIGHTMARE
Primeiroamente, ela é “mundialmente” conhecida pelos temas de abertura (The World) e encerramento (Alumina) da primeira temporada de Death Note. De qualquer forma, NIGHTMARE é uma banda de rock visual kei formada em janeiro de 2000 e composta por YOMI (vocal), Sakito (guitarra), Hitsugi (guitarra), Ni~ya (baixo) e Ruka (bateria).
Então, proeminentes da segunda geração do visual kei ao lado do outro fenômeno, The GazettE, receberam a alcunha de “Os 2 gigantes”. Seu som é variado e abrange várias vertentes dentro do rock, como hard rock, pop rock e rock gótico.
Contar histórias é uma tradição milenar que entretém, educa, mantém culturas vivas e surpreende. Pensando nisso, Tchia, jogo desenvolvido pela Awaceb, é uma bela surpresa ao retratar uma cultura tão diferente.
Os fundadores do estúdio, Thierry Boura e Phil Crifo, são originários desse território. Sendo assim, o objetivo e o título buscam mostrar aos jogadores como é explorar as ilhas que compõe o território onde cresceram e alcança o resultado sem esforço. O jogo encanta pela beleza visual e mecânicas.
Tchia, uma história sobre conexão
Ao redor das bruxuleantes luzes de uma fogueira feita de pixels, uma senhora começa a narrar a aventura de Tchia. Nesse momento os jogadores são transportados para o início da aventura em uma pequena, charmosa e pacífica ilha.
Entretanto, a paz não demora muito para acabar e o pai da protagonista é sequestrado, o que a faz descobrir ser capaz de controlar a alma de objetos inanimados e animais, vendo o mundo por outras perspectivas.
Isso dá início a jornada, em outra ilha, onde você começa a se conectar com os habitantes das ilhas fictícias que compõe o arquipélago. Cada uma delas com personagens diferentes e costumes diferentes, todos baseados na cultura e folclore da Nova Caledônia.
Conexão com a Nova Caledônia
É comum reconhecer idiomas quando estamos vendo um filme ou jogando algo, mesmo que você não fale essa língua, já que vivemos em um mundo conectado. Entretanto, a Awaceb tinha uma dificuldade para a produção: a língua Drehu.
Para contar a questão, a equipe viajou até o local a fim de conhecer de perto a cultura e gravar as falas com habitantes locais, mostrando o cuidado com a representação cultural. Vale a pena conhecer a minissérie da PlayStation que acompanhou os devs.
Kanak
A principal influência é o povo indígena Kanak, que compõe maior parte da população local. As vestes, comida, música, dança e artesanato feito com bambus, pedras e madeiras são partes importantes do jogo.
Principais características de Tchia
Tchia conta com diversas formas de gameplay: navegação, escalada, soul-jumping, exploração, música, stealth e combate. No entanto, combate é uma das características menos utilizadas, portanto se você espera ação, pode se decepcionar com o jogo.
A escolha da equipe de desenvolvimento em tirar o foco do combate é um respiro necessário e cai como uma luva em Tchia, permitindo focar no que realmente importa, a exploração e cultura da região.
Música
Em diversos momentos o jogo se torna um musical, onde o jogador precisa acertar notas no tempo certo para curtir a experiência e se conectar com os costumes, diferentes em cada ilha que compõe o mapa.
Tal qual The Last of Us Part II fez em 2020, Tchia permite que o jogador toque as notas utilizando o touchpad do PlayStation, um pequeno de detalhe que torna a experiência mais interessante. No PC, o jogador precisa movimentar o mouse e clicar na hora certa, o que não é tão interativo assim — longe de estragar a experiência.
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Customização
Outro ponto interessante do título é a extensa lista de customização: roupas, acessórios e pinturas corporais. Esse aspecto não impacta a gameplay já que não dá atributos, serve apenas como forma de representar a cultura.
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Tchia e o mundo aberto
Mundo aberto é um estilo de jogo saturado na indústria e é engraçado falar sobre ele em Tchia. A liberação de áreas controladas pelo inimigo, descobrir pontos de interesse no mapa e segredos estão presentes no jogo da Awaceb.
Mesmo assim, existe um frescor e o motivo é a mecânica de soul-jumping. Com ela, o jogador pode controlar objetos para interagir com o mundo e navegar por ele de diversas formas.
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Cada animal tem uma habilidade diferente, que pode ajudar em missões ou chegar de um ponto a outro de diferentes formas. É possível apreciar montanhas, lagos, mares, céu, mangues e mais com as diferentes formas de vida, transformando a experiência em jogo de mundo aberto impactante.
Veredito
Tchia é uma experiência refrescante por apresentar uma cultura diferente e faz o jogador se conectar com ela de maneira eficiente. Todas as características do jogo giram em torno da Nova Caledônia e o carinho dos desenvolvedores é sentido em cada uma delas.
Conforme já anunciado há alguns meses, o novo filme live-action de Turma da Mônica vem por aí, mas dessa vez teremos nas telinhas a adaptação da Turma da Mônica Jovem. Intitulado Turma da Mônica Jovem: O Filme, o seu elenco principal foi revelado pela Mauricio de Sousa Produções. Sem mais detalhes da produção.
? NOVA GERAÇÃO! Confiram o elenco de ‘Turma da Mônica Jovem – O Filme’.
Sophia Valverde (Mônica), Xande Valois (Cebolinha), Bianca Paiva (Magali), Théo Salomão (Cascão), Carol Roberto (Milena), Carolina Amaral (Denise) e Bruno Vinicius (Jeremias). pic.twitter.com/wZt9s6jpy6
— Turma da Mônica Brasil (@tdmonicabrasil) March 28, 2023
Os quadrinhos de Turma da Mônica Jovem acompanham Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão em sua adolescência, com tramas envolvendo romance, magia, comédia e até terror. Portanto, o novo elenco é composto por:
Quando estava começando a me aventurar no Soulslike, não demorou muito para saber que tinham muitas referências a Berserk, então resolvi ler o mangá todo. Então, nesse meio tempo descobri a existência de algumas adaptações em anime da obra, como acontece com muitos mangás. Dentre elas, o foco deste review é Kenpuu Denki Berserk, ou também conhecido como Berserk 1997.
Foi a primeira que peguei para assistir, não só porque foi a primeira adaptação animada da obra, mas também porque foi a que mais me chamou a atenção. Sendo assim, este review teráspoilerssobre acontecimentos da obra. Então, como diz a velha frase: por sua conta em risco!
O início
Primeiramente, a trama conta a história de Guts, um ex-mercenário que viaja pelo mundo sob o nome de “Espadachim Negro”. Em busca da Mão de Deus, ele não poupa esforço para conseguir informações. Mas antes disso, Guts era membro do Bando do Falcão, liderado por Griffith, um homem de feições andróginas e cabelos brancos. Inclusive, no Bando há apenas uma mulher, Caska, uma jovem com temperamento forte que é o braço direito de Griffith, e implica (e muito) com Guts no começo.
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Nesse contexto, em batalha o Bando do Falcão se torna imbatível, chamando a atenção do rei de Midland. Decorrente disso, eles alcançam a mais alta honraria dentro do Exército e Griffith se torna um nobre e as pretensões dele começam a aparecer, intimando nobres e até mesmo cortejando a princesa, Charlotte.
Sendo assim, Griffith acaba se distanciando do Bando quando a guerra acaba, e Guts começa a pensar em sair do grupo. Afinal, não queria continuar na órbita de Griffith como o restante do bando (principalmente Caska), mas quando Griffith descobre que Guts está partindo o chama para um duelo. Caso Griffith ganhasse, o Bando continuaria o mesmo; se perdesse, seria abandonado.
E claro, a segunda hipótese aconteceu. Griffith não consegue suportar que perdeu o duelo, pois, até então, ninguém havia o deixado. Ele entra em um colapso mental, tomando a decisão de se relacionar com a princesa, mas é descoberto, preso e torturado, e o Bando do Falcão se torna procurado.
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Renascer de Sangue
Depois de um tempo, Guts retorna ao Bando agora liderado por Caska, e vê que eles planejam o resgate de Griffith para que ele volte a liderá-los. Também, Guts e Caska finalmente deixam os sentimentos rolarem e iniciam um relacionamento amoroso.
Com tudo pronto, eles partem para o resgate do antigo líder e, com uma ajuda da princesa Charlotte, completam a missão. Porém, Griffith estava em pele e osso, incapacitado de se levantar pois teve os tendões cortados, a língua cortada e foi forçado a usar uma máscara de ferro. Mesmo que o reencontro com o Bando seja emocionante, Griffith sabe que não vai voltar a ser quem era antes. Assim como ver que Guts e Caska estão se dando bem faz com que ele perceba que não tem muito espaço ali.
Então, num ato de desespero total, de alguma forma ele consegue pilotar a carroça em que estava desde o resgate e parte sem rumo definido. No entanto, Griffith acaba se acidentando e tenta se matar com um toco de arvore quebrado, mas não consegue. Nessa hora, Griffith retoma um colar antes perdido, e como já tinha ouvido que ele era o Ovo do Imperador, mais conhecido como Behelit, resolve usá-lo.
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Contudo, o Bando — que estava a procura de Griffith — chega, e Guts se aproxima para ver se o antigo líder está bem, mas o Eclipse começa. Os céus e o chão se tornam infinitos rostos com tonalidade vermelha e vários monstros aparecem. Em meio a isso, uma mão gigante se ergue onde Griffith estava e nela estão quatro seres que diziam ser “A Mão de Deus”, afirmando que Griffith é o quinto membro por ter usado o Behelit.
Em seguida, Guts tenta escalar a mão gigante, mas eventualmente é jogado para baixo e vê como a situação é pior do que ele poderia imaginar. Praticamente todo o bando é morto pelos monstros que apareceram. Sendo assim, somente Caska e Guts sobrevivem, e Griffith “renasce” sob o nome de Femto e violenta Caska na frente de Guts, que não pode fazer muita coisa para impedir.
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Pontos Fortes
Enfim, agora falando da produção em si, a arte da animação chama bastante a atenção. Afinal, ela traz bastante detalhes (característica da época em que foi feita) e a paleta de cores (mais neutras) consegue transmitir bem a atmosfera mais séria que a história proporciona. Mesmo assim, chegando na parte do Eclipse os tons de vermelho do céu e do chão causam uma sensação de desconforto e medo. Juntamente, as tomadas de câmera dão impressão que os personagens são somente uma parte do evento e nada podem fazer naquela situação.
Além disso, os personagens, principalmente o trio principal, Guts, Caska e Griffith, têm muito carisma e personalidades diferentes uns dos outros. Claro, muitos personagens são esquecíveis e outros nem tanto, mas relação entre eles é algo muito bom de se enfatizar. Por exemplo, a evolução aparente do Guts. Ele começa como o adolescente rebelde e mal humorado quando entra no Bando, mas se torna um exemplo a ser seguido e uma pessoa mais aberta a se relacionar com os outros.
Ainda mais, Guts e Caska nem sempre se deram bem, pois ela sentia ciúmes da atenção que Griffith dava a Guts e não aceitava muito bem a presença dele no Bando. Porém, conforme o tempo passa esses sentimentos diluíram e viraram cuidado e preocupação.
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Por outro lado, Griffith é muito carismático e tem poder de liderança imenso, mas quando começa a ganhar terreno na corte de Midland começa a se revelar. Afinal, a saída de Guts e sua degradação psicológica mostra como o personagem reage a um abandono sem conseguir lidar com isso. Portanto, ele demonstra ser egoísta ao ponto de sacrificar todo o Bando do Falcão durante o Eclipse para que pudesse ter um novo corpo.
Pontos Fracos
Agora, vamos falar sobre o principal ponto negativo do anime, relacionado a adaptação da obra original. Primeiro, podemos dizer que Kenpuu Denki Berserkadapta somente o Arco da Era de Ouro. Além disso, literalmente o primeiro capítulo do mangá é o primeiro episódio, já iniciando o arco seguinte no restante dos episódios.
Também, a adaptação cortou muito a história para encaixar ela nos 24 episódios restantes. Por exemplo, a sequência do resgate do Griffith foi super rápida e até mesmo básica, se compararmos ao mangá. Inclusive, eles chegaram a cortar alguns personagens que trazem mais tensão ao momento e aparecem nessa parte.
De qualquer forma, a não aparição de Puck, personagem que acompanha Guts na jornada, até que faz sentido. Afinal, ele aparece no primeiro capítulo do mangá, mas como não é o foco do anime, não faria sentido ele aparecer. Outro personagem importante que não apareceu é o Skull Knight, um cavaleiro misterioso com rosto de caveira. Enquanto Guts estava fora do Bando, ele o alerta sobre Behelit e o salva do Eclipse.
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Ainda por cima, o anime termina em aberto. Ou seja, não mostra o resgate de Guts e Caska do Eclipse e também não teve nenhuma continuação. Até porque, a adaptação seguinte já é a trilogia de filmes da Era de Ouro, em CGI, Berserk: Ougon Jidai-hen que reconta o que aconteceu no arco mais fiel ao mangá.
Considerações finais
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A adaptação Kenpuu Denki Berserk é fiel ou não? Em parte sim, pois consegue contar bem os eventos que acontecem na Era de Ouro, e somente nela. Além disso, traz uma trilha sonora icônica e uma animação bastante interessante (e dando aquele aspecto de nostalgia dos anos 90, como sempre). Por outro lado, não é uma boa adaptação já que praticamente ignora a existência do arco anterior e faz diversos cortes na história e nos personagens. Ou seja, poderia ser melhor pelo gigantesco potencial que a obra possui em questão de história e pela temática, mas não aproveitaram o seu máximo.
Durante o Anime Japan 2023, a nova animação pelo estúdio evg, ganhou trailer! Sendo assim, Kawagoe Boys Sing é sobre um clube de coral de uma escola só para meninos. Nele, muitos personagens mostram suas incríveis habilidades de cantar todos os tipos de músicas. De qualquer forma, a data de estreia ainda não está confirmada.
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O anime conta com a direção de Jun Matsumoto e o design de personagens de Haru Watanabe. Além disso, as ilustrações são de Ebimo, enquanto a música é da responsabilidade de Yuki Kanesaka, Shin Rizumu e Junko Yokoyama.
Kawagoe Boys Sing | Trailer
“Cante na frente das pessoas, para mim…”, eu quero fazer isso, mas não posso. O ex-membro do coral, Dei Tenshi, se trancou dentro de “Danbocchi”, que se passa em sua casa, e canta baixinho sozinho.
O ex-maestro de orquestra Haruo Hibiki apareceu de repente na frente de Tenshi, que estava tendo sua rotina normal de dia escolar.A vida cotidiana normal de Tenshi entrou em caos total depois que ele conheceu Haruo…!
Haruo já foi um maestro promissor, mas foi expulso da orquestra por causa de sua natureza problemática.Ele teve a oportunidade de voltar à orquestra novamente apenas se conseguisse certas condições.A condição era formar um clube de coral para ganhar o primeiro prêmio da “competição nacional de coro masculino” com um novo grupo de meninos da Escola Kawagoe. Tenshi e outros meninos foram pressionados a se juntar ao clube do coral devido à forte pressão, paixão e ego de Haruo.
Haruo tem um sério transtorno de personalidade, é infantil, não consegue ler as pessoas e não consegue deixar de dizer coisas desagradáveis para os outros.Os novos membros do coro têm dificuldade em lidar com Haruo, mas também começam a ficar fascinados pelas habilidades de treinador de Haruo e são atraídos para o mundo do coro.
Depois de enfrentar os numerosos adversários fortes na competição, como o clube de meninos da Escola Kawagoe conseguirá ser o número 1 na competição?!A comédia com jovens enérgicos com muitas canções de coro comoventes começa.