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ALI no Anime Friends 2024 | Suco Entrevista

ali anime friends 2024 entrevista
Foto: @sucodm / @erickrekishi

Responsáveis pelo show mais espetacular do Anime Friends 2024, o Suco de Mangá, com a coletiva de imprensa presente, conversou com Leo, Luthfi e César, vocalista, baixista e guitarrista do ALI. O evento deu a oportunidade de apresentar um ALI bem maior que seu encerramento de Jujutsu Kaisen, já fantástico por si só. A entrevista vocês conferem agora!

Houve algum anime ou trilha sonora de anime que inspirou o som de vocês?

Leo: Sempre que nos pedem para compor alguma música para anime, nós pegamos o mangá para ler e as histórias que acabamos conhecendo moldam um pouco da música que criamos.

O ALI tem uma pegada multicultural bem forte, com influências de vários países numa mesma banda. Como isso afeta nas suas criações?

Leo: As raízes dos membros da banda são diversas, cada um traz consigo o que ouviu durante a vida e conforme criamos nossas músicas, acredito que a gente acaba criando um mundo novo graças a essa união.

Qual a sensação de fazer parte do encerramento de Jujutsu Kaisen, um dos animes que mais bombaram nesse ano? O que inspirou essa música e como vocês se sentem com esse sucesso?

Leo: Quando cheguei no Brasil, as pessoas perguntaram bastante no twitter se tocaríamos e eu fico muito grato que por causa de Jujutsu Kaisen a nossa música conseguiu chegar tão longe. Gosto bastante de Jujutsu Kaisen e do arco de Shibuya, afinal eu moro em Shibuya e na época estava trabalhando lá, então foi uma mistura de fantasia com a minha realidade enquanto lia esse arco no mangá.

De onde veio a ideia de juntar tanta gente de lugares diferentes numa mesma banda e de onde vem o nome Ali?

Leo: No Japão tem várias pessoas que são hafu (mestiças), com quem aprendi muita coisa e imaginei no que daria se a gente se juntasse, cada um com suas individualidades. E por esse mesmo motivo, por serem pessoas bem diferentes, é um pouco desafiante organizar essa diversidade toda numa banda, mas é um trabalho bem interessante.

Sobre o nome da banda, decidi esse nome quando estava num bar e vi no notíciário sobre o falecimento do Muhammad Ali. Do mesmo modo como ele viveu determinado a não ser vencido esuperar seus desafios, quis passar essa mesma mensagem de vida com as nossas músicas.

Ainda sobre a inspiração no boxeador Muhammad Ali, um atleta americano que se converteu ao islã e passou muitas mensagens anti-guerra, o quanto dessa personalidade diversa do boxeador ecoou na banda?

Leo: Um tanto, eu diria. Acontece que muita coisa aconteceu ao longo da vida de cada membro da banda, coisas que eles ainda não acharam a melhor forma de dizer, de se expressar. O Japão vive um momento bem complicado, com muitas pessoas não podendo dizer o que querem. Por isso, se não conseguimos falar o que desejamos com as nossas vozes, então recorremos a música para soltar essas palavras que estão presas, juntando no Japão pessoas de todo o mundo, de várias cores e origens. É nesse espírito que as coisas são feitas desde o começo.

O Ali faz muitas músicas em colaboração com outros artistas. Como é trabalhar com quem está de fora da banda e como foi trabalhar com a rapper brasileira Mari?

Leo: É simplesmente uma felicidade enorme que enche a gente de gratidão. Mas uma coisa interessante é que às vezes quando falamos da Lost in Paradise, afinal gosto a beça de Jujutsu Kaisen, acontece do artista não conhecer a obra. Daí falo o que é e tal, mas dali sai um novo ponto de vista. Ao invés do ponto de vista de alguém como eu que já gostava a beça de Jujutsu, uma pessoa começa a ver Jujutsu por um outro ângulo graças a um encontro na vida real. Acho divertido quando os animes são divulgados pelos encontros do dia a dia.

Pra mim o mais importante de uma obra, lógico, é como a desenhamos ou animamos, mas acima de tudo é como elas são recebidas pelas pessoas em suas vidas. Sobre a Mari, ela está bem ansiosa para vir para o Brasil. O ALI vai fazer dois shows aqui no evento e queremos fazer o melhor show, até para que nos chamem de novo e quem sabe dessa vez com a Mari.

A banda já tem dois hafu brasileiros, o guitarrista César e o trompetista Yoshio, que são filhos de brasileiros e é muito valioso para mim que a banda seja uma ligação entre o Japão e o Brasil.

ali anime friends 2024 entrevista
Foto: @sucodm / @erickrekishi

Eu gostaria de saber o que vocês já sabiam sobre o Brasil, antes de vir pra cá e se tem algum artista brasileiro de quem vocês são fãs.

Luthfi: Minha imagem do Brasil é o carnaval, fora isso eu não conhecia tanto, mas eu gosto bastante do Natiruts.

César: Minha mãe é brasileira, então com certeza eu sei de muita coisa sobre o Brasil *risos*. Sei de poucas palavras em português que minha mãe usava no dia a dia quando eu era criança, mas cresci conhecendo alguns hábitos dos brasileiros de Kobe, onde nasci e sei que são gentis e calorosos, foi o que conheci pela convivência. Isso ficou gritante quando cheguei no Brasil e acabei vendo que aqui é bem mais do que me parecia. É divertido poder estar aqui!

Leo: Eu vejo bastante futebol desde o ensino médio, então eu amo esse esporte e sou fã de jogadores como o Romário, Rivaldo, Ronaldinho e o Roberto Carlos, cheguei até a ganhar uma camisa do São Paulo. Me parece que o futebol aqui tem essa mesma força que a música tem de renovar a vida das pessoas. Gosto de artistas que já falaram muito bem do Brasil quando vieram, como o White Strypes e os Rolling Stones. Se possível, queria fazer uma colaboração com o Emicida e a Flora Matos!

Como está sendo esse primeiro contato com os fãs brasileiros?

Luthfi: Apesar de ser minha primeira vez, já me sinto muito bem vindo com o ânimo do público.

César: Já tinha uma ideia de que eu ia encontrar muitas pessoas que nos ouvem, porque já vejo no Spotify que tem até mais ouvintes brasileiros do que japoneses! Foi legal de ver que tem vários tipos de brasileiros, porque já estava acostumado com meus amigos brasileiros no Japão mais descontraídos, extrovertidos, até meio palhaço, mas aqui tem até gente mais calma e serena, então minha imagem dos brasileiros mudou um pouco com essa visita *risos*

Leo: Está sendo uma boa oportunidade pra conhecer além do que todo mundo já sabe do Brasil graças a música e ao futebol. Como é a primeira vez que venho aqui para esse evento de anime, tenho muita vontade de conhecer o Brasil das ruas, do dia a dia das pessoas, de seus sentimentos, das coisas que normalmente não se vê nos filmes ou nos livros. Porque eu mesmo sou um cara da rua e às vezes fico até meio constrangido quando me tratam feito uma estrela, porque não costumo me imaginar sendo isso tudo, essa coisa mais formal.


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Takeru e Hiroto no Anime Friends 2024 | Suco Entrevista

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Foto: @erickrekishi / @sucodm

Integrantes de duas bandas icônicas do visual kei, SuG e Alice Nine, Takeru e Hiroto vieram para o Anime Friends, para a alegria dos fãs! O ano de 2024 trouxe mais oportunidades de ver as bandas e músicos favoritos ao vivo. Agora, confira a entrevista para a coletiva de imprensa no Anime Freinds 2024, que tivemos a oportunidade de participar!

Hiroto, você participa do programa de rádio V-Kei tte Shiteru com o Sora do DEZERT entre outros artistas convidados, para falar sobre visual kei, divulgar para as pessoas, as novas gerações e o Brasil tem iniciativas semelhantes como o Visual Kei Revival no Rio de Janeiro. Na sua opinião, existe uma nova onda de interesse no visual kei? Como você enxerga essas tentativas de reaproximação desse estilo com o público?

Hiroto: Quando começamos a tocar visual kei, e isso vale tanto para o Takeru quanto para mim, o visual kei não estava mais tão popular no Japão. Mas desde aquele início nós passamos a acreditar nesse som. E além do som do visual kei, aquela forma de se expressar era muito legal e quando vi isso eu decidi que também queria me expressar daquele jeito. Daí eu olho para os nossos kouhais e imagino que eles sintam algo parecido com o que senti. Botamos fé numa coisa bastante legal para nós e acredito que quando as pessoas do Brasil e de outras partes do mundo viram aquilo, também acharam o máximo e quiseram fazer algo do gênero. Acredito que as coisas saiam desse sentimento.

O Takeru gravou a música Sly Devil com o Mek, da banda tailandesa Saint After Six, e nessa última entrevista que fizemos no JamE, ele falou que primeiro compõe e depois decide com quem irá colaborar. Queria saber como ele chegou até essa banda, quando a maioria das colaborações costuma ser com artistas japoneses.

Takeru: Ultimamente eu tenho visto muitos artistas no Instagram com quem tenho tido a vontade de tocar junto. Entre eles estava a banda do Mek, que ouvi, curti e pensei “Okay, vamos lá!”. Pra esse ano eu tô previsto de fazer uma colaboração com um artista indiano e se vocês souberem de um artista interessante no Brasil, por favor falem comigo! *risos*

Sobre suas produções de videoclipes, como funciona o processo criativo de vocês? Vocês pensam primeiro na estética ou na melodia?

Takeru: Eu era o diretor dos clipes do SuG, então eu pensava já desde o começo na história dos vídeos, figurinos, etc.

Hiroto: De começo, eu já imagino um cenário e tento passá-lo para o som da guitarra e daí passo essa expressão para as outras coisas, como os visuais.

O Hiroto disse antes que quando eles começaram, o visual kei não estava tão em alta no Japão, então eu queria saber qual foi a maior influência para cada um entrar no visual kei?

Hiroto: Quando eu ouvi o projeto solo do hide, do X JAPAN, eu me enxerguei demais naqueles visuais, naquelas expressões e foi graças a ele que quis começar.

Takeru: Eu particularmente gosto demais de mangá e anime, então foi com o mangá da Ai Yazawa, Nana, que quis começar a ter uma banda.

Hiroto, como é estar finalmente no Brasil depois de tantas tentativas do Alice Nine vir para o país? Para o Takeru também, como é estar no Brasil?

Hiroto: O Alice Nine tentou ir para o Brasil desde 2014 né, e quando a gente finalmente achou que conseguiria em 2020, aconteceu a pandemia, então eu realmente queria muito, mas muito mesmo vir e consegui, só que sozinho. Ainda quero um dia poder vir com a banda toda.

Takeru: Recebi muitas ofertas para ir para o Brasil desde a época do SuG, mas era dificil marcar uma viagem conciliando a agenda de cinco membros. Agora como solo, me acostumei a tocar com outros artistas estrangeiros e hoje em dia quero fazer isso mais vezes. Agora uma coisa, seria legal ver nossos fãs chegando não só até nós, mas principalmente para as produtoras,  pra que elas saibam que tem público para produzir os shows!

Takeru, o SuG foi capa da última edição da SHOXX em novembro de 2016, encerrando o ciclo que começou em 1991, de uma revista importantíssima para o visual kei, de onde nasceu esse nome. Como é o sentimento de fechar um ciclo tão importante para a história do movimento?

Takeru: Foi mesmo?! Será que a revista acabou por culpa nossa?! *risos* Bom, eu não sabia disso então o sentimento é de muita surpresa! Já participei bastante de matérias de revistas, agora hoje em dia temos um novo genero, nas redes sociais. Como falei antes, usando o Instagram pude entrar em contato com outros artistas e acredito que a gente pode mais uma vez juntar as pessoas com esse novo gênero.

Hiroto: Aliás, foi o hide que deu a ideia da revista se chamar SHOXX!


O Suco agradece demais ao Takeru e ao Hiroto pela conversa rápida, mas cheia de atenção, esperando ansiosos por uma segunda visita!

HIROTO

TAKERU

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ClariS no Anime Friends 2024 | Suco Entrevista

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Foto: @erickrekishi / @sucodm

Depois de anos e anos de espera, a dupla ClariS finalmente confirmou presença para o Anime Friends 2024. Elas são donas de um repertório musical icônico para a comunidade otaku, desde Madoka e Nisekoi até animes mais recentes como Shadows House, Lycoris Recoil e remakes de clássicos como Spice and Wolf.

O encontro com a dupla foi único, ainda mais agora com o anúncio da graduação de Karen em novembro.

Confira agora a entrevista com a coletiva de imprensa com essa dupla tão amorosa!

Em 2023 vocês lançaram um videoclipe cover da música Sabishii ga Nettaigyo, da dupla Wink. Elas ficaram bastante populares aqui no ocidente a partir de 2016 junto com outros nomes dos anos 80 como Tatsuro Yamashita e Mariya Takeuchi. A decisão de gravar esse cover acompanhou essa nova onda de popularidade ou Wink nunca deixou de ser popular no Japão?

O Wink é um dos maiores grupos idol e na época que o ClariS nasceu, uma de nossas intenções era ser o Wink da Era Reiwa, daí fizemos esse cover no ano passado com essa inspiração.

No começo da carreira vocês usavam máscaras e eu queria saber qual era o conceito delas e por que vocês resolveram passar a se apresentar sem as máscaras?

Quando começamos, nós ainda éramos colegiais, então para preservar nossa privacidade, usamos ilustrações que passavam a nossa identidade para o público. Mas como nós queríamos que nossos fãs, que temos como uma família, pudessem ver nossa apresentação, nós passamos a usar máscaras nos shows. Daí no nosso décimo aniversário, sentimos que aquele era o momento de poder nos mostrar para os fãs, tirando as máscaras.

Sobre o processo criativo do ClariS, vocês acabam trabalhando com gêneros muito diferentes, desde comédias românticas até animes mais únicos como Shadows House e Lycoris Recoil. Como é lidar com essas diferenças em suas músicas?

A imagem do ClariS no começo passava sentimentos mais puros e calorosos e brilhantes como no nosso nome, e ao longo da nossa carreira nós tivemos a chance de trabalhar com obras de todo tipo de gênero. Em cada um desses trabalhos, nós tentávamos trazer à tona um novo ClariS para aquela obra, uma experiência muito feliz para mim.

E como foi a sensação de descobrir que vocês tinham um público tão grande no Brasil?

Nós sempre estivemos mais ativas no Japão, então foi uma surpresa ver que tinham tantos fãs no Brasil, literalmente do outro lado mundo. Foi muito feliz ver até onde nossa música alcançou e é a melhor sensação poder ver até onde pudemos passar os sentimentos das nossas canções! Os brasileiros são muito calorosos e amigáveis, está sendo um momento muito divertido!

Não só desde Madoka, mas o nome de vocês, do ClariS, está inseparável da cultura otaku e de títulos gigantescos do meio como Oreimo, Nisekoi Monogatari, Lycoris Recoil e Spice and Wolf. Como é a sensação de ser um nome tão importante para uma comunidade inteira, para a comunidade otaku?

É muito feliz poder ter um papel tão importante para tantas obras desde o surgimento do ClariS. Graças aos animes, nós pudemos alcançar o mundo com nossas canções. Não fossem pelos animes, nós não estaríamos aqui com vocês agora, nem recebendo o carinho e o apoio dos nossos fãs, então os animes são algo bastante precioso para nós.

Na época que vocês começaram com os covers ainda bem novas, como utaite, em algum momento vocês imaginaram que isso viraria a carreira de vocês?

Nós começamos pelo simples prazer de gostar de cantar. Quando o ClariS nasceu e nosso hobby passou a virar o nosso trabalho, houveram vezes em que passou pela cabeça coisas como “Será que ainda vou continuar a amar cantar”, porque já não era mais um hobby, mas sim um trabalho.

Qual impressão que vocês tinham sobre o Brasil e que mensagem vocês têm para os fãs daqui?

Nós já tínhamos essa imagem do Brasil como um lugar caloroso e colorido, impressão essa que casou muito bem com o que nós vemos das pessoas aqui! Queremos fazer as pessoas daqui sorrirem bastante com o nosso show e sendo ainda mais fãs de anime, mas no geral estamos bastante felizes de poder conhecer nossos fãs brasileiros. Estamos muito felizes por vocês terem esperado por tanto tempo até finalmente chegarmos de tão longe, então meu desejo é dar o melhor de nós duas no show para que vocês tenham um evento maravilhoso e inesquecível!

O nome ClariS vem da Princesa Clarice, do filme Lupin III: The Castle of Cagliostro, certo? A inspiração para esse nome vem mais do que: pelo gosto da série Lupin ou dos filmes do diretor Hayao Miyazaki, do Studio Ghibli?

Tem dois motivos principais. O primeiro vem do nome “claris” mesmo, que significa “brilhante”, “radiante” em latim e o segundo sim, é por causa de Lupin. *risos*

Vocês podem falar mais sobre seu último lançamento, o “Love Is Mistery”?

Desde antigamente, nossos shows acompanhavam uma história, com uma temática diferente, como um musical. E pra essa música nós pretendemos animar o público com uma história sobre esses primeiros momentos em que a gente nosso coração começa a palpitar e se apaixona por alguém.

Falar de Madoka Magica também é falar de ClariS. O que vocês acharam do contraste dessa série, que é de mahou shoujo, mas ao mesmo tempo tem uma história mais séria? Como a música contrastou com esses dois lados tão diferentes do anime?

Quando recebemos o roteiro de Madoka, nós realmente ficamos em dúvida se a nossa música iria combinar com o anime, porque é mesmo uma música mais alegre como você disse. Mas conforme a história foi prosseguindo, a gente viu que no final das contas a Connect era a música certa para o anime, inclusive por esse contraste. 

Vocês explicaram muito bem o porquê das máscaras, mas eu queria saber como vocês amadureceram essa decisão ao longo dos anos até poder decidir a hora certa de se mostrar para seus fãs.

Sim, quando usávamos máscaras, passamos uma imagem meio misteriosa, até para preservar nossas identidades, mas a gente não estava satisfeita em ficar escondida dos nossos fãs. Daí esperamos pacientes, com o desejo de poder ficar mais próximas de nossos fãs e com os desejos deles de serem mais próximos de nós, até podermos finalmente nos apresentar sem as máscaras.

A gente tem visto um movimento grande de utaite que começaram nos covers e hoje fazem sucesso, como vocês mesmas, a Nano que esteve aqui no ano passado e mais recentemente a Ado. Que mensagem vocês dariam para alguém que gostaria de seguir o mesmo caminho?

Nós não fazíamos ideia de que chegaríamos tão longe cantando, mas acho importante ter em mente o prazer de cantar as músicas que você gosta. E a partir desse sentimento, você carrega seus sonhos até onde ele puder te levar e nós estamos sempre torcendo para que todos esses aspirantes cheguem até onde querem chegar.

Numa entrevista anterior em que vocês falaram da “Andante”, abertura de Spice and Wolf, uma de vocês mencionou a surpresa de ver um anime que conta o dia a dia de um comerciante com sua companheira de viagem, seu trabalho, seu negócios, etc, e eu queria saber se vocês já conheceram alguma outra obra que abordar mais ou menos esses temas que Spice and Wolf aborda.

Dentre os animes que pudemos trabalhar com o tema, acho que o mais próximo que consigo pensar é Kanojo mo Kanojo, que não é bem fantasia, mas também fala do cotidiano. Ou algo como K-On, que também fala do dia a dia. Bem diferente de Spice and Wolf, mas é o que consigo lembrar *risos*


O Suco agradece imensamente ao ClariS pelo seu tempo e ao Anime Friends pela oportunidade da entrevista!

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Corre e garanta o Assassin’s Creed Roleplaying Game aqui no Brasil

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Imagem divulgação.

A CapyCat Games confirmou que o novo produto de Asssassin’s Creed, o RPG de mesa Assassin’s Creed Roleplaying Game, contará com a presença do Brasil. Exatamente isso, as mesas explorando a história da humanidade poderá alocar o Brasil como um cenário.

Trazendo o conhecimento histórico e eventos é só aplicar as mecânicas de criação de cenário e você poderá estrar mestrando ou jogando uma aventura tupiniquim. As ações dos jogadores são baseadas em quatro opções de abordagem: Ativa (para abordagens voltadas para ação). Sútil (Voltada para furtividade, agilidade e destreza), Astuta (Para abordagens racionais e lógicas) e Social (para abordagens que envolvem persuasão e enganação).

Para colocar o Brasil na sua mesa, os jogadores podem facilmente consultar o Manual do Animus, um dos 3 livros oferecidos neste lançamento, que inclui uma sessão completa sobre como adicionar a perspectiva e dinâmica de Assassin’s Creed a eventos históricos conhecidos. Uma Revolta de Canudos ou que tal a Inconfidência Mineira?

O Sistema

Assassin’s Creed RPG é um jogo com uma forte narrativa e soluções criativas. Os jogadores têm como incentivo abordar qualquer situação com ação e furtividade, mas também podem confiar no intelecto ou nas habilidades sociais dos seus personagens. É necessário utilizar não apenas as habilidades dos seus personagens contemporâneos, mas também aquelas que tornaram seus Antepassados famosos.

Além disso, o Assassin’s Creed RPG utiliza o Match System, um conjunto original de regras que usa dois conjuntos de seis dados personalizados. Com regras simples e dinâmicas, o Match System incentiva os jogadores a expressarem sua imaginação livremente, ao mesmo tempo que o mestre do jogo pode gerenciar a sessão de forma fluida, sem a necessidade de mecânicas excessivamente complicadas.

A campanha para trazer o RPG oficial de Assassin’s Creed ao Brasil se encerra em pouco tempo. Por fim, a desenvolvedora, localizadora e publicadora de jogos lembra que os fãs têm até o dia 14 de novembro para garantir o jogo de tabuleiro na pré-venda via Catarse, que inclui um kit de dados exclusivo. Então depende de nós!

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Garanta uma skin de Kiryu em Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii

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Imagem divulgação.

Bem você já sabe que as férias de 2025 vão ser no Havaí, bem pelo menos será em Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii. Com o sucesso da série Like a Dragon: Yakuza e os jogos da franquia com promoções, o novo jogo não ficará para trás.

Então já clica aqui nesse link para assinar a newsletter de Like a Dragon: Pirate Yakuza in Hawaii porque a SEGA irá disponibilizar um skin icônica de Kazuma Kiryu. A Dragon of kojima estará presente no jogo logo após seu lançamento e será totalmente gratuita, só assinar a lista de e-mail. Depois falam que o Majima é louco:

O dia do lançamento é 21 de fevereiro, mas até dia 25 você poderá assinar e receber esse presente. Claro que fã que é fã já sabe que comprar na pré-venda traz outros itens para o início de sua aventura e nada como andar pela exuberantes praias com charme, elegância e pronto para arrumar encrenca!

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Paramount Pictures traz elenco e equipe de ‘Sonic 3: O Filme’ para a CCXP24

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Imagem Divulgação

O ouriço azul mais rápido do mundo está de volta ao Brasil. A Paramount Pictures acaba de divulgar que os atores Ben Schwartz, James Marsden, Tika Sumpter estarão presentes na CCXP24 para promover “Sonic 3: O Filme”. O diretor dos três filmes da franquia, Jeff Fowler, e os produtores Neal Moritz e Toby Ascher também estarão presentes no festival.

Os astros vêm para o Brasil para a participação da distribuidora no evento, que acontecerá no dia 7 de dezembro, sábado. Além do painel, que contará com a apresentação de conteúdos exclusivos do filme, o público poderá viver experiências interativas no estande do filme, que estará aberto à visitação.

Sonic 3: O Filme

No terceiro longa da franquia, Sonic retorna às telonas em sua aventura mais emocionante até hoje. Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um novo e poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo o que já enfrentaram antes. Com suas habilidades excepcionais, a Equipe Sonic vai buscar uma aliança improvável na esperança de deter Shadow e proteger o planeta.

Jim Carrey e James Marsden retornam aos seus papéis como Dr. Robotnik e Tom Wachowski. Ben Schwartz, Idris Elba e Colleen O’Shaughnessey também reprisam a dublagem de Sonic, Knuckles e Tails respectivamente. A grande novidade é a voz de Shadow que fica sob responsabilidade de Keanu Reeves.

“Sonic 3: O Filme” é escrito por Pat Casey, Josh Miller e John Whittington. A produção é uma parceria entre a Paramount Pictures, a Original Film e a Sega Sammy Group. O terceiro filme do ouriço chega somente nos cinemas em 25 de dezembro de 2024.

INGRESSOS CCXP24 AQUI

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Roger Clark (Red Dead Redemption 2) | Suco Entrevista

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Imagem Divulgação

Em nossa entrevista exclusiva na BGS 2024 com o ator e dublador Roger Clark que deu vida a Arthur Morgan, de Red Dead Redemption 2, exploramos o universo multifacetado das atuações em videogames.

Ele compartilhou novidades sobre seus projetos atuais, como Rosewater, um jogo point-and-click no estilo western, e Evolutis: Duality, com uma estética cyberpunk. O ator também abordou as complexidades da dublagem versus a captura de performance, defendendo que ambas têm seu valor único na construção de personagens, destacando como a captura de movimentos exige uma intensidade de atuação que muitas vezes é mal compreendida pelo público.

Além de comentar sobre as técnicas de atuação, ele revelou inspirações que moldaram Arthur Morgan, como o lendário ator japonês Toshiro Mifune. Admirador da cultura japonesa, o dublador ainda mencionou seu gosto por animes como Death Note e Akira. Ao final, expressou seu carinho pelo público brasileiro, que o acolheu com entusiasmo em sua visita ao país.


Sou um grande fã de Red Dead Redemption especialmente, mas vi seu trabalho em Fort Solis! Gostaria de vê-lo em mais jogos! Tem algum jogo vindo por aí?

Claro! Tem um que vai sair ainda este ano, chamado “Rosewater”.

Ah sim, ouvi falar sobre este! É um point-and-click de faroeste, não é?

Você se lembra de Monkey Island? É igual Monkey Island, mas é um faroeste. Eu ainda não o joguei, não tenho ideia do que esperar, mas o que vi até agora parece bom. E tem mais um que fiz, chamado “Evolutis: Duality”, que tem uma vibe cyberpunk, estou ansioso por esse. Muitas outras coisas estão vindo, mas ainda não posso falar sobre o resto.

Já que estamos falando nisso, o trabalho neste adventure point-and-click será todo feito como dublagem, e não captura de performance, correto?

Sim, “Rosewater” é todo feito com dublagem.

Eu já vi você falando várias vezes sobre as diferenças entre dublagem e captura de performance. Você gostaria de explicar um pouco sobre isso para seus fãs brasileiros?

Sou muito apaixonado por captura de performance, e tantas pessoas ainda chamam todas as performances em games de “dublagem”. Isso não é mais verdade hoje em dia, nem mesmo metade das performances são meras dublagens. Captura de performance, se você ainda não conhecer, se você já viu gravações de bastidores de filmes como Avatar, Planeta dos Macacos… todos nós já vimos o Andy Serkis fazendo o Gollum, usando um spandex com as bolinhas, com uma câmera apontada na sua cara, trabalhando lado-a-lado com seus colegas, aprendendo suas falas… não poderia ser mais diferente de uma dublagem. São duas mídias completamente diferentes, que são vitais para performances em vídeogame, mas captura de performance não é dublagem, e dublagem não é captura de performance. Nós deveríamos parar de chamar todas as performances em vídeogames de dublagem, pois não é mais verdadeiro! Você pode chamar só de “atuação”, porque “captura de performance” é difícil de falar, mas se você falar “atuação”, nunca estará errado!

Você falou um pouco sobre vermos Andy Serkis atuando… uma performance que vi os bastidores foi a de “The Last of Us Part II”, e você trabalhou com o Troy Baker em Fort Solis. Como foi a experiência de trabalhar com outro ator do mesmo calibre?

Foi incrível! A aplicação de Troy, seu talento, sua experiência são inigualáveis. Foi ótimo conhecê-lo, nós trabalhamos juntos lá no Reino Unido, e ele realmente deu seu melhor em Fort Solis! Ele é um dos caras mais malvados que vi nos games em muito tempo, ele é apavorante nesse jogo!

Falamos um pouco sobre chamarmos tudo apenas de “atuação”. Você iniciou sua carreira no teatro. Quais você diria que seriam as diferenças e os desafios apresentados entre atuar para games e atuar no teatro?

Bem, no teatro o público está logo ali, então você pode aprender em tempo real o que está e o que não está funcionando. Para mim, o teatro foi o lugar perfeito para aprender o meu ofício e me tornar um ator melhor. Quando você está atuando num jogo, seja com dublagem ou captura de performance, com frequência demora entre um a dois anos para que o público comece a ver sua atuação, e até lá, é tarde demais para mudá-la. Sou muito grato por ter começado no teatro, pois puder ir aprendendo conforme trabalhei, e depois fui pro ramo dos games, uma vez que havia já desenvolvido um tipo de instinto.

Você ainda trabalha com teatro atualmente?

De vez em quando, sim. Eu estava fazendo “A Man for All Seasons” ano passado, e ainda gosto muito.

Um assunto inevitável é o da Inteligência Artificial, e dos impactos que essa tecnologia gerou nas questões trabalhistas para a área de captura de movimentos e dublagem em geral, inclusive gerando greves nos Estados Unidos. Qual é o seu posicionamento sobre este tema?

Minha opinião sobre IA mudou um pouco nos últimos anos. Quando começou, eu estava vendo isto ser usado, na maioria das vezes, para personificação, e, talvez uma palavra não muito mais gentil, mas tão correta quanto, que é roubo. Usando a imagem, a voz de outra pessoa e agrupando tudo como se fosse sua, eu não acho que essa é uma boa forma de criar arte. Hoje eu acho que a IA tem algumas aplicações muito úteis, eu só não gosto quando ela é usada para deturpar a voz, rosto, e performance sem seu consentimento. Mas ela está aqui, a gente gostando ou não!

Pois é, não podemos fazer a tecnologia andar pra trás.

Sim, e bem, ela vai tirar o emprego de alguns de nós? Sim, eu acho que sim. Definitivamente para personagens menores, talvez NPCs que não sejam tão relevantes para a história principal, sejam feitos com IA agora. Mas ainda não acho que elas podem competir com a engenhosidade humana, sabe? A IA usa aquilo que já foi feito e a reprocessa de forma criativa e rápida. Humanos ainda conseguem se inspirar. Não acho que IA pode ser inspirada ainda. Ouvi uma ótima citação outro dia: “Se você não se importa com criar, porque eu deveria me importar para assistir?”

Podemos agora falar um pouco sobre Red Dead Redemption, é um dos meus jogos favoritos, e acredito ser seguro dizer que Arthur Morgan é um dos maiores personagens no gênero western, não apenas nos vídeogames mas no cinema também. Quando você estava construindo o personagem de Arthur Morgan, você teve alguma inspiração em grandes atores como Clint Eastwood ou John Wayne?

Acho que minha maior influência foi este ator japonês chamado Toshiro Mifune.

Ah, de “Throne of Blood”?

Sim, você o conhece. Ele trabalhou muito com Kurosawa, fez “Sete Samurais”, “Yojimbo”, e tudo mais. Eu acho que ele era fantástico, e gosto muito que esse cara conseguia ser muito estóico e perigoso num minuto, e no próximo irreverente e engraçado, e eu queria incorporar isso para Arthur. Clint Eastwood não foi uma grande inspiração pois quando você assiste os filmes dele, ele mal fala! Eu adoro Clint Eastwood, não me entenda mal, mas eu me inspirei mais em John Wayne pois ele tinha um senso de humor, uma sagacidade. Então ele foi uma influência também. E claro, Rob Wiethoff, que fez John Marston.

Ele também é um personagem incrível. Quando você começou a trabalhar em Red Dead Redemption 2, você já havia se familiarizado com a narrativa e história do RDR1?

Sim, eu havia acabado de terminar o jogo, e um mês depois, fui para meu primeiro teste. Eu nem sabia que era Red Dead Redemption quando fiz.

Arthur convive com uma grande variedade de pessoas na gangue Van Der Linde. Qual personagem da gangue você diria que é o que você mais gostou quando teve a experiência da história do jogo?

Sou um grande fã do John Marston, gosto do Charles Smith, acho que essas foram algumas das melhores relações que Arthur teve. Obviamente Dutch e Hosea foram grandes influências também, mas a orientação do Hosea foi encerrada muito cedo, e o Dutch se tornou um pouco tóxico, então acho que John e Charles.

A nossa página, Suco de Mangá, trabalha com um foco ligado um pouco em games, mas mais aprofundado em anime e cultura japonesa em geral. O quão familiar você diria que é com animes e cultura japonesa em geral?

Eu amo cultura japonesa! Não apenas Toshiro Mifune, mas adoro ler sobre Miyamoto Mushashi, ele era muito legal. Anime, alguns eu gosto, mas alguns são meio juvenis para mim. Eu tentei One Piece, mas não consegui curtir muito. Death Note eu gosto, esse é pesado, achei que foi muito bem escrito. E claro, Akira, é um clássico.

Você gostaria de deixar alguma mensagem especial para os seus fãs aqui no Brasil?

Muito amor pelo Brasil! Estive impressionado desde que cheguei aqui, tem sido uma experiência incrível encontrar com todos vocês. Foras-da-lei pra sempre! Até a próxima!


Assista a entrevista com ROGER CLARK na íntegra em nosso canal: 

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Festival de Cinema Chinês tem abertura de gala no Rio de Janeiro

festival de cinema chines
Foto: @sucodm / Carol

A primeira edição do Festival de Cinema Chinês está acontecendo nesta semana no Rio de Janeiro. A cerimônia de abertura ocorreu na segunda-feira (04), no Cine Odeon, que é um dos cinemas mais clássicos da cidade, e contou com a presença dos representantes dos órgãos realizadores do evento, como a secretária de audiovisual do Ministério da Cultura Brasileira, Joelma Gonzaga, o presidente da IbrachinaThomas Law, a cônsul geral da China no RJ, Tian Min e o secretário-executivo da Administração Nacional de Cinema da China, Mao Yu.

Além deles, também estavam presentes os atores Zhang Yi e o diretor Mo Dai, do filme Jornada Sem Fim, que foi exibido naquela noite, marcando assim o início oficial do festival. Esbanjando simpatia, eles bateram um papo com a plateia após o término da sessão, em um debate mediado por tradutores brasileiros.

Antes da exibição, a imprensa foi recebida com um coquetel no hall do cinema, onde foram servidos aperitivos típicos da culinária chinesa com champagne e bebidas não-alcoólicas, e distribuídos brindes dos filmes a serem exibidos, como pôsters e panfletos.

festival de cinema chines
No debate: Ator Zhang Yi e diretor Dai Mo (Foto: @sucodm / Carol)

Em seguida, jornalistas e fotógrafos foram encaminhados para uma mini coletiva, onde as autoridades destacaram a importância do festival para estabelecer os laços culturais entre Brasil China. Eles também assinaram um documento de cooperação e produção, que estreita essa parceria.

“Nós queremos que muitas outras obras brasileiras circulem amplamente na China, e que muitas obras chinesas circulem amplamente pelo Brasil, e essa mostra marca o início dessa grande jornada.” disse Joelma Gonzaga.

“Quero dar as boas-vindas aos produtores e artistas de filmes chineses, e dizer que o Rio de Janeiro tem um simbolismo gigante para o Brasil e para o mundo. Então é muito importante ter esse Festival de Cinema como uma cooperação internacional. Esse ano é o ano da celebração dos 50 anos das celebrações diplomáticas Brasil-China, e é o momento de comemoração, que teremos o G20, com a presença do presidente Xi Jinping aqui no Rio de Janeiro, então queria dizer que aqui é o momento especial para o futuro dessa cooperação audiovisual entre Brasil e China”, afirmou Thomas Law em seu depoimento.

A sessão foi iniciada com muita euforia e apresentações. Artistas fizeram um grande dragão correr pela sala, levando animação aos espectadores.

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Foto: @sucodm / Carol

Mais uma vez, os representantes receberam o público com palavras calorosas.

“É uma grande satisfação estar aqui nesta cidade maravilhosa que é o Rio de Janeiro. Em nome da Administração Nacional de Cinema da China, quero dar as boas-vindas a todos os convidados e a plateia tão cheia desta sala”, recepcionou Mao Yu.

O filme Jornada Sem Fim é um drama policial baseado em fatos reais, que conta a história emocionante de Cheng Bing (Zhang Yi), um capitão de polícia que é preso após a morte acidental de um suspeito de cometer o assassinato brutal de uma menina de 14 anos, durante uma investigação. Após cumprir sua pena, ele e seus ex companheiros de equipe continuam a busca pelo outro criminoso que escapou da justiça, agora como cidadãos comuns.

Até a sexta-feira (8), serão exibidos nove filmes chineses no Cine Odeon, no Centro, e no cinema Kinoplex São Luiz, no Catete. Os ingressos são gratuitos e podem ser adquiridos pelo site Sympla.

Confira alguns vídeos nossos abaixo:

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