A Devolver Digital em seu momento publisher junto com a desenvolvedora francesa Le Cartel Studio está tocando a campainha e saindo correndo, deixando o cartão de chegada de Heave Ho2.
Aperte os cintos com uma experiência entre 2 a 4 jogadores em modos competitivos ou cooperativos. De um jeito para vivenciar e vencer 8 mundos caóticos com seu próprio tempero temático. Agarre-se no que puder, segure no que der e balance sem parar para evitar a derrota.
Heave Ho2terá um modo online que trará a competitividade de você e seu grupo. Claro que, se um amigo está deixando a desejar chame ele para o modo Versus e resolva com ele essa falta de gingado. Com novos gráficos, novos dispositivos de interação e repleto de risos e caos, Heave Ho 2 é certeza absoluta de diversão nas noites com os amigos!
Com lançamento previsto para esse ano para NintendoSwitch2, Nintendo Switch e PC. Por fim, prepare o momento e confira o sucesso que foi sua primeira edição, que passou de um milhão de cópias para PC e foi um recordista da Devolver para Nintendo Switch 1. Vamos cooperar? Confira o site oficial abaixo e fique de olho.
A banda XLOV chega ao Brasil pela primeira vez em maio de 2026. O grupo, formado pelos integrantes Wumuti, Rui, Hyun e Haru, se apresenta no Tokio Marine Hall, em São Paulo, no dia 3 de maio, dentro de sua nova turnê internacional.
O show faz parte de uma agenda que vem consolidando o nome da XLOV no cenário do K-pop mundial. A apresentação contará com repertório especial, incluindo os principais sucessos do grupo e momentos exclusivos preparados para o público brasileiro.
XLOV: K-pop que desafia rótulos de gênero
A XLOV se destaca na indústria pop asiática por se posicionar como um projeto agênero. O grupo desafia padrões tradicionais e propõe uma identidade artística que vai além das convenções — uma proposta que vem ganhando reconhecimento internacional e ampliando o alcance do K-pop para novos públicos.
O próprio nome da banda carrega esse conceito. A combinação de “X”, que representa o desconhecido e a negação, com “lov”, que simboliza o amor inacabado, traduz a essência artística do grupo: questionar padrões, explorar novas possibilidades e ressignificar o amor e a identidade dentro da cultura pop.
Show imersivo com música, conceito e narrativa
Musicalmente, a XLOV transita entre o pop moderno e influências eletrônicas, com performances coreografadas de grande impacto. Cada show é concebido como uma experiência imersiva, unindo música, conceito e narrativa em uma produção visualmente intensa.
O público brasileiro pode esperar uma noite de alta produção, com visuais marcantes e uma mensagem forte de representatividade — características que definem a trajetória do grupo e sua proposta artística.
Informações sobre o show
Data: 3 de maio de 2026 Local: Tokio Marine Hall — São Paulo (SP) Banda: XLOV (Wumuti, Rui, Hyun e Haru)
A Darkside Books lança mais um título do mestre do terror japonês Junji Ito. Olhares, com texto de Soshichi Tonari e ilustrações do mangaká, chegou pelo Selo Caveirinha — a linha infantil da editora — em uma edição caprichada de capa dura, corte colorido e formato generoso de 20,5 × 27,5 cm.
O tamanho maior que o padrão não é detalhe: é escolha editorial inteligente. Em uma obra que vive de suas ilustrações, o espaço ampliado faz toda a diferença para apreciar o traço característico de Junji Ito.
O que é o livro
A história acompanha um menino que vê rostos em tudo ao redor. No início, ele guarda o segredo. Quando decide contar, os rostos ganham olhos vivos e passam a encará-lo sem parar — transformando curiosidade em compulsão e compulsão em terror.
Imagem Divulgação / Darkside Books
O conceito central é a pareidolia: o fenômeno psicológico em que o cérebro humano enxerga padrões familiares, especialmente rostos, em objetos inanimados, nuvens ou manchas aleatórias. É um mecanismo de sobrevivência evolutivo, e é também algo que qualquer leitor já viveu — o que torna a obra perturbadoramente pessoal.
A estreia de Junji Ito na literatura infantil
Este é o primeiro trabalho do mangaká voltado especificamente ao público infantil. O roteiro de Soshichi Tonari chegou a ele com um aval importante: venceu o Concurso de Livros Ilustrados de Histórias de Fantasmas da editora japonesa Iwasaki Shoten antes de qualquer ilustração.
A proposta do Selo Caveirinha é não subestimar as crianças, apostando em narrativas que trabalham imaginação, solidão e a sensação de ser diferente. Olhares se encaixa com precisão nessa linha.
O que funciona e o que considerar antes de comprar
A exposição do protagonista é um dos pontos mais fortes da narrativa: ele não percebe de imediato que está sendo observado, e quando percebe, o comportamento se torna compulsivo. É uma construção de tensão eficiente, que ressoa porque parte de uma experiência real e universal.
E você já encontrou algum rosto pela casa? Registrei um na minha porta que está sempre me olhando :v
Foto: @sucodm / @brunobellan
O ponto de atenção fica na relação custo-benefício: 32 páginas por R$ 64,90 pode parecer caro. A qualidade da edição e a raridade do projeto — Junji Ito fora do mangá é evento — justificam o valor para colecionadores e fãs. Para quem comprar na loja oficial da editora, há marcadores exclusivos por tempo limitado.
Vale observar também que o nome de Junji Ito em destaque na capa pode gerar confusão: Olhares não é um mangá, mas um livro ilustrado. E por ser terror mesmo que em formato infantil, o estilo perturbador pode ser intenso para crianças mais sensíveis.
Vale a pena?
Para fãs de Junji Ito, sim. Para qualquer leitor que já sentiu aquela estranha sensação de ser observado por algo que não tem olhos — também.
Resident Evil Requiem é a mais nova entrada da icônica franquia de survival horror da Capcom. O jogo coloca o jogador no controle de dois protagonistas — Leon S. Kennedy, veterano da série, e Grace Ashcroft, uma novata do FBI — em uma narrativa dividida em três atos que alterna entre puro terror e ação frenética.
A promessa é reunir o melhor dos últimos 30 anos da franquia em um único título, e em boa parte, ela é cumprida.
Dois Protagonistas e Dois Jogos em Um
A principal aposta de Resident Evil Requiem está na dualidade entre seus protagonistas, e ela funciona muito bem. O jogo é estruturado em três atos: o primeiro focado em Grace, o segundo em Leon, e o terceiro alternando entre os dois. Essa divisão garante ritmo e variedade, já que os estilos de jogo são completamente diferentes.
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação
Grace Ashcroft começa a jornada de forma mais vulnerável, o que é uma escolha deliberada e eficaz. Ela se apoia em furtividade, resolução de puzzles e gerenciamento escasso de recursos — os pilares do survival horror clássico. Suas seções iniciais, ambientadas no Hospital Rhodes Hill, são o ápice do terror na série nos últimos anos, com tensão comparável a títulos clássicos como Resident Evil 2. Ao longo da campanha, ela cresce de forma orgânica, terminando o jogo como uma personagem completamente diferente de quando começou — uma evolução bem construída e satisfatória. O trabalho de dublagem de Stephany Custodi para Grace merece destaque especial: a performance é excelente e contribui muito para o desenvolvimento emocional da personagem.
Leon S. Kennedy, por sua vez, traz o que os fãs já conhecem e amam: ação refinada, combate fluido e uma presença carismática. Quem acompanhou o personagem no RE2 Remake e no RE4 Remake vai notar que ele está ainda mais interessante aqui. Um detalhe que não passou despercebido pelos jogadores é uma aliança no dedo de Leon, um elemento que pode indicar camadas adicionais de profundidade em sua jornada — e que certamente vai gerar muita discussão na comunidade.
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação
Mecanicamente, os dois personagens também se diferenciam de forma inteligente. Leon pode usar uma machadinha para aparar ataques e até mesmo pegar armas e ferramentas derrubadas por inimigos no cenário, incluindo serras elétricas. Grace, por sua vez, utiliza um coletor de sangue infectado para fabricar itens e munição especial, uma mecânica criativa que reforça seu estilo de jogo mais estratégico.
Zumbis com Personalidade: Um Conceito Perturbador e Brilhante
Um dos elementos que mais gostei em Resident Evil Requiem é a forma como os inimigos foram reimaginados. Os infectados do jogo mantêm resquícios de sua personalidade humana anterior — e isso os torna muito mais perturbadores do que os zumbis mecânicos a que estamos acostumados.
O mordomo, mesmo infectado, tenta desempenhar suas funções. A faxineira continua com seu instinto de limpeza — como varrer o sangue do chão caso o jogador deixe rastros e depois te atacar. O açougueiro causa pavor genuíno. Essa atenção ao detalhe humaniza os inimigos de uma forma que amplifica o horror, transformando cada encontro em algo mais do que um simples obstáculo a ser eliminado.
Na parte de Leon, a mistura inclui infectados com perfil de combate e militares da BSAA, o que mantém a variedade e impede que o combate se torne repetitivo.
Design de Cenário: Raccoon City de Volta à Glória
O design de Rhodes Hill é um dos grandes acertos do jogo. A inspiração nos dois primeiros títulos da franquia é clara e bem-vinda. Na primeira jogatina, a desorientação é parte da experiência — mas o ambiente é tão bem construído que, com o tempo, a navegação se torna intuitiva e prazerosa. É um design inteligente, típico de Resident Evil.
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação
Ver Raccoon City destruída com gráficos de última geração é, sem exagero, emocionante. A franquia sempre nos instigou a imaginar como a cidade estaria após os eventos clássicos, e Resident Evil Requiem entrega essa resposta com riqueza de detalhes. Para os fãs de longa data, certas áreas — incluindo a delegacia RPD — vão provocar uma nostalgia genuína e poderosa.
O fator nostalgia, aliás, é explorado com inteligência. O jogo usa referências à franquia de forma orgânica, sem transformá-las em mero fan service vazio. As músicas e temas clássicos integrados à trilha sonora reforçam essa conexão emocional. Após zerar o jogo, o jogador recebe um relatório detalhado de Grace que amarra elementos que vão principalmente do Code Veronica até Village — uma linha do tempo que satisfaz os fãs mais atentos à lore da série.
História: Boa, Mas Com Tropeços no Terceiro Ato
A narrativa de Resident Evil Requiem flui bem durante a primeira metade. Os personagens são envolventes, o mistério se desenvolve em bom ritmo e as reviravoltas funcionam. O problema aparece no terceiro ato, que sofre de um pacing acelerado demais — aquela sensação de que a história está sendo resolvida às pressas.
O principal prejudicado por esse ritmo atropelado é o antagonista principal, Victor Gideon. Apesar de ter um momento de destaque — incluindo uma perseguição de moto por Raccoon City com Victor armado com um RPG — sua história é excessivamente simples, e ele não chega perto do impacto memorável de vilões como Nemesis ou Birkin. É uma oportunidade perdida para um jogo de tamanha ambição.
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação
Os demais personagens secundários são competentes, mas vivem à sombra da dupla protagonista. Há muito conteúdo para agradar o fã antigo, e algumas passagens dos jogos clássicos — RE 0, 1 e 2 — permanecem em aberto, sugerindo que a Capcom já planeja desdobramentos futuros, seja em novos títulos ou remakes.
Som e Técnica: Quase Impecável
A mixagem de Resident Evil Requiem é primorosa. Cada detalhe sonoro foi pensado para imergir o jogador — dos ambientes às trocas de pentes nas armas. O design de som complementa perfeitamente o trabalho visual e reforça tanto os momentos de tensão quanto os de ação.
A RE Engine, conhecida por sua otimização em ambientes fechados, entrega uma experiência sólida na maior parte do tempo. Em configurações como a minha, um i5 10400F, 32 GB de RAM e RTX 4060, o jogo roda a cerca de 80 quadros por segundo em resolução 1440p no preset Alto, com efeitos de cabelo ativados. Uma performance impressionante, especialmente considerando a densidade visual do jogo.
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação
No entanto, em cenários abertos — particularmente ao chegar em Raccoon City — a engine demonstra algum esforço, com stuttering (travadinhas) na versão PC. Problemas com ray tracing e inconsistências na sensibilidade da mira em controles são alguns bugs que acredito que serão resolvidos. Nada que comprometa a experiência de forma crítica, mas pontos que merecem patches de correção.
A possibilidade de alternar livremente entre câmera em primeira e terceira pessoa para ambos os personagens é um diferencial importante. Essa flexibilidade permite que cada jogador customize sua experiência — quem prefere o terror imersivo da primeira pessoa tem essa opção; quem gosta da visão panorâmica da terceira pessoa também é atendido. Na sua primeira run eu recomendo Grace em primeira pessoa e Leon em terceira pessoa.
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação
O Que Poderia Ser Melhor
Além dos vilões pouco desenvolvidos e do ritmo irregular no terceiro ato, Resident Evil Requiem apresenta outras duas fragilidades que vale mencionar.
Os puzzles são a maior decepção. O jogo opta majoritariamente por entregar arquivos com senhas de cofres e instruções diretas sobre como interagir com determinados itens. A profundidade e criatividade dos enigmas encontrados em Resident Evil 7, ou nos clássicos da franquia, está praticamente ausente. Há um puzzle que gerou bastante discussão nas redes sociais, mas ele é uma exceção isolada em um jogo que claramente priorizou outros aspectos.
A outra crítica relevante é a ausência do modo The Mercenaries no lançamento. Trata-se de um conteúdo que muitos jogadores consideram essencial para a rejogabilidade da franquia, e sua falta deixa o jogo apoiado apenas em sua campanha principal — estimada entre 10 e 16 horas. Pessoalmente, não ligo tanto, mas será muito bem vindo.
Para Quem É Resident Evil Requiem?
Resident Evil Requiem funciona como uma carta de amor aos 30 anos da franquia. Ele pega o melhor do Resident Evil 7 e do Resident Evil 8 — a atmosfera, o horror visceral, a narrativa focada — e combina com o cenário urbano familiar do Resident Evil 2 e do Resident Evil 3, adicionando a jogabilidade de ação refinada do Resident Evil 4 Remake nas seções de Leon. É uma mistura ambiciosa que, na maior parte do tempo, funciona.
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação
Fãs de longa data vão se emocionar com os acenos ao passado da série. Novatos têm em Grace Ashcroft um ponto de entrada acessível e bem construído. E quem está no meio-termo vai encontrar um jogo tecnicamente sólido, com bons personagens, inimigos criativos e um design de cenário que é, por si só, uma experiência.
Em um ano marcado por lançamentos divisivos, Resident Evil Requiem se posiciona como um dos títulos mais completos de 2026 — e uma prova de que a Capcom ainda sabe muito bem o que está fazendo com sua franquia mais icônica.
Se você, caro leitor, clicou aqui, é porque já conhece a banda britânica de rock Sleep Token, formada em 2016, em Londres, Inglaterra. A banda é um coletivo mascarado anônimo liderado por um frontman apelidado de Vessel.
Eles são categorizados em muitos gêneros diferentes, incluindo metal alternativo, metalcore, post-rock/metal, metal progressivo e indie rock/pop. Depois de autopublicar seu EP de estreia, One, em 2016, a banda assinou com a Basick Records e lançou uma sequência, Two, no ano seguinte.
O grupo mais tarde assinou com a Spinefarm Records e lançou seu primeiro álbum completo Sundowning em 2019, que foi seguido em 2021 por This Place Will Become Your Tomb. Um terceiro álbum, Take Me Back to Eden, foi lançado em maio de 2023.
Okok, mas… O que tem de cientifico nessa banda?Onde a ciência se encaixa? Bom, caro leitor, é o que vamos tratar a seguir. A primeira vista, o nome de algumas músicas já nos fornece uma pista. Vamos a elas:
Água e alteração hidrotermal
A água é o principal agente de transporte geoquímico. Ela dissolve, carrega, precipita. Em Atlantic (Album: This Place Will Become Your Tomb, 2021), o oceano é quase um reator químico emocional, no trecho:
“Flood me like Atlantic” Demonstra a capacidade do oceano de atingir objetos, pessoas, qualquer coisa ao seu alcance. A água, por vezes, em sistemas naturais lixivia elementos, concentra elementos e reequilibra sistemas.
Na música, ocorre uma imersão emocional causadas tanto pela letra quanto pela lodia que cresce quase como a profundidade do oceano.
pH, alcalinidade e reatividade
Na música Alkaline (albúm: This Place Will Become Your Tomb, 2021), o próprio título já entrega nosso assunto, ilustrado no verso:
“She’s not acid nor alkaline”
Afinal, o que é alcalinidade?
É a capacidade da água de neutralizar ácidos, agindo como um “tampão” para manter o pH estável (pH – Potencial Hidrogeniônico, é uma escala de 0 a 14 que mede o grau de acidez ou alcalinidade (basicidade) de uma solução aquosa, baseada na concentração de íons de hidrogênio.
Alcalinidade controla:
Mobilidade de metais
Precipitação de carbonatos
Equilíbrio químico de sistemas aquosos
A letra brinca com a dualidade (polaridades químicas) para falar de ambiguidade emocional (ou transformação?) ou até mesmo do próprio amor.
Granito, resistência e fratura frágil
Em Granite (álbum: Take Me Back to Eden, 2023), temos o granito, uma rocha ígnea intrusiva extremamente dura e resistente, formada pelo resfriamento lento do magma com cristais visíveis de quartzo (sílica), feldspato (aluminossilicatos de potássio, sódio ou cálcio) e mica (grupo de minerais de silicato – sílica) como foco principal.
“Sulfur on your breath” / “Granite in my chest”
Embora o granito possua baixos teores de enxofre, este é usado para ilustrar a influência corrosiva (pois, uma de suas formas é o ácido sulfúrico). Em sua forma elementar (sólida), o elemento pode cuasar irritações na pele, olhos e trato respiratório, conversando muito bem com a temática da canção de “conflito emocional”.
Mas aqui vem o detalhe geoquímico interessante: o granito é resistente à compressão, mas é frágil sob tensão. Ele não dobra. Ele fratura. O que simbolizando a rigidez e o peso emocional que se instala, dentro de um relacionamento, sugerindo que algo sólido está sendo lentamente corroído por essa convivência. Ou seja, até o que parece maciço, estável, guarda “veios” (“rachaduras”) internos (as).
E então, caro leitor, gostou de saber dessas curiosidades?
Totalmente gratuito, o novo conteúdo de SonicRacing: CrossWorlds já encontra-se disponível nos circuitos e acelerando. A chegada de Tangle &Whisper traz seus temas a Jukebox em CharacterSelect e Result, além dos emotes!
Diretamente dos quadrinhos da IDW, você poderá vencer as corridas entre mundos de Sonic Racing:Crossworlds na sua plataforma preferida. Disponível para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, PC, chegando para Nintendo Switchno dia 26 de março de 2026, acelere com Sonic e seus amigos!
O Farol Lego de GothanCity traz o anúncio da Warner Bros. Games e da DC com uma nova cinemática de LEGO Batman: Legado Cavaleiro das Trevas. O trailer traz uma recriação de uma clássica cena de 1989, confira:
Reimaginada com o humor característico do universo LEGO, a cena tem como pano de fundo a música “Partyman”, do lendário músico Prince, faixa que marcou época ao integrar a trilha sonora do clássico. Coringa invade o Museu de Gotham City, transformando seus blocos em sua galeria de arte pessoal!
LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas já está disponível para pré-venda no PlayStation5, XboxSeriesX|S e PC (Steam e Epic Games Store). Além disso, antes do lançamento oficial em 29 de maio de 2026, quem fizer a pré-venda da Edição Deluxe terá acesso antecipado de 72 horas a partir de 26 de maio de 2026. Todos os jogadores que fizerem a pré-venda receberão o traje do Batman de O Cavaleiro das Trevas no lançamento, inspirado na aclamada série de quadrinhos.
Do mesmo modo, os jogadores também poderão desbloquear o traje do Batman da Era de Ouro no lançamento. Baseado no visual de estreia do Batman em Detective Comics #27 (1939), disponível para usuários elegíveis que criarem uma conta da Warner Bros. Games, bem como para aqueles que já possuem uma conta. Salve Gotham e seus blocos!
A Nerial e a Devolver lançaram uma nova aventura ambientada no universo de TheWitcherpara PC e mobiles. Reigns: TheWitcher traz um grande momento da CDREDPROJEKT e a série Reigns, e sua ambientação Sombria.
Faça suas escolhas e aventure-se deslizando o dedo entre aldeões furiosos e criaturas místicas atrás das sombras. A Lenda de Gerald será contada por Dandelion, o Bardo mais famoso das tavernas de Rivia, eternizando a lenda do Bruxo com um pouco a mais da realidade.
Atenda os pedidos, escolha aquilo que te faz sentido, para o bem ou para o mal. A história de Gerald está em suas mãos! Reigns: The Witcher espera por você agora! Baixe já clicando abaixo: