Início Site Página 17

Halestorm no Monsters of Rock 2026: Lzzy Hale entrega show de headliner e renova as energias do festival

halestorm monsters of rock 2026
Foto: Josué Sepe

O Halestorm chegou ao Monsters of Rock 2026 exatamente na hora certa. No meio de uma tarde longa e quente, a banda americana entrou em cena e renovou as energias do festival com uma apresentação intensa, precisa e emocionante. Para quem estava lá, foi o momento em que o evento deu uma virada.

E Lzzy Hale foi o centro de tudo isso.

Lzzy Hale: técnica, carisma e domínio de palco

Que mulher. Não há outra forma de começar. Lzzy Hale está em seu auge e o show no Monsters of Rock deixou isso evidente. Sua técnica vocal é impecável: alcance amplo, drives potentes e gritos que atravessaram o estádio sem perder precisão. Pode parecer exagero para quem não conhece, mas é exatamente ali, nesses momentos mais intensos, que ela demonstra o que realmente sabe fazer.

Além da voz, ela transitou com desenvoltura entre guitarra e teclado, mostrando uma frontwoman completa. A conexão com o público foi direta e genuína, e com autoridade total no palco.

Um setlist que soube equilibrar clássicos e novidades

O repertório foi um dos pontos fortes da noite. A banda dosou com inteligência hinos consolidados como “I Miss the Misery” e “Mz. Hyde” com faixas mais recentes e pesadas dos álbuns Everest e Back from the Dead, mantendo o público engajado do início ao fim.

Pessoalmente, senti falta de “Shiver”, minha favorita do último álbum. Mas Lzzy trocou por “Like a Woman Can” e é difícil reclamar muito. É uma baita música, especialmente ao vivo, onde ganhou ainda mais peso. O momento foi descrito por muitos como o ponto alto do show em termos de representatividade e emoção.

E faltou o cover de “Perry Mason”, de Ozzy Osbourne, que havia sido um marco na participação recente da banda no festival Back to the Beginning.

Quase 30 anos de estrada e energia de estreante

Há uma ironia interessante em ver o Halestorm sendo chamado de “nova geração do rock”, até por conhecidos próximos. A banda tem quase 30 anos de carreira. O que ficou claro no Monsters of Rock é que essa experiência toda se traduz em segurança, entrosamento e capacidade de ler o público, algo que bandas mais jovens ainda estão aprendendo.

Com uma galera que conversei, o show foi considerado como a apresentação destaque do dia, com autoridade de headliner. E depois de 9 anos sem vir ao Brasil, o retorno não poderia ter sido mais bem-vindo.

HALESTORM SETLIST – MONSTERS OF ROCK 2026

  1. Fallen Star
  2. Mz. Hyde
  3. I Miss the Misery
  4. Love Bites (So Do I)
  5. Watch Out!
  6. Like a Woman Can
  7. I Get Off
  8. Familiar Taste of Poison (trecho)
  9. Rain Your Blood on Me
  10. Solo de bateria de Arejay Hale
  11. Freak Like Me
  12. Wicked Ways
  13. I Gave You Everything

GALERIA HALESTORM – MONSTERS OF ROCK 2026

Fotos: Josué Sepe

PUBLICIDADE

Yngwie Malmsteen no Monsters of Rock 2026: virtuosismo absoluto para um público que queria outra coisa

malmsteen monsters of rock 2026
Foto: Josué Sepe

Yngwie Malmsteen foi, sem dúvida, o artista mais deslocado do Monsters of Rock 2026. Gosto bastante e sei reconhecer o gênio que ele é, principalmente nos três primeiros discos. Mas o que vi às 13h45, com o sol no topo e a galera ainda tentando achar sombra e cerveja, foi uma apresentação que dividiu o público de forma bastante clara.

Para os entusiastas da guitarra, foi uma vitrine de virtuosismo absoluto. Para a maioria do festival, foi o momento de respirar fundo antes das atrações que viriam depois.

Uma técnica que não se discute

Ninguém sobe a um palco do porte do Monsters of Rock sem merecer estar lá. Malmsteen reafirmou por que é considerado um dos maiores guitarristas da história, com arpejos, vibratos e velocidade que captura bem o estilo neoclássico que ele ajudou a definir.

Clássicos como “Far Beyond the Sun” e “Black Star” foram executados ainda com precisão. A banda de apoio esteve à altura (e do lado do palco), com destaque para o tecladista Nick Marino, que entregou vocais e agudos necessários para as canções originalmente gravadas por nomes como Joe Lynn Turner e Jeff Scott Soto.

O show ainda teve os elementos teatrais de sempre: poses congeladas, arremesso de palhetas, troca constante de guitarras e o momento em que tocou com os dentes. Para quem conhece Malmsteen, é parte do pacote.

O problema: a plateia não estava lá para isso

E o problema do contexto? Malmsteen é o único nome de metal neoclássico em um festival majoritariamente voltado para o hard rock clássico e isso pesou. A plateia permaneceu em grande parte estática, sem absorver a “aula” de shredding que acontecia no palco.

A tentativa de conectar com o público via “Smoke on the Water” e outros clássicos do hard rock não foi suficiente para virar o jogo. O setlist também gerou críticas: muitas músicas tocadas apenas em trechos, sem conclusão, incluindo o próprio clássico de abertura “Rising Force”. Hits populares como “You Don’t Remember, I’ll Never Forget” ficaram de fora. Na verdade eu esperava algo como “I Am A Viking”, minha favorita do guitarrista.

Gênio fora do lugar certo

Fora da música, dois detalhes chamaram atenção. O primeiro: Malmsteen demonstrou irritação visível com a equipe técnica durante o show, gesticulando repetidas vezes pedindo mais volume na guitarra e no microfone. O segundo: a imponente parede de amplificadores Marshall que dominava o palco levantou comentários de que parte da estrutura seria apenas cenográfica, com o som real vindo de equipamentos posicionados embaixo do palco.

Yngwie Malmsteen não deu um show ruim. Deu o show que sempre dá, com a qualidade que sempre entrega, mas o público não estava preparado para isso.

YNGWIE MALMSTEEN – SETLIST MONSTERS OF ROCK 2026

  1. Rising Force
  2. Top Down, Foot Down
  3. No Rest For The Wicked
  4. Soldier
  5. Into Valhalla
  6. Baroque & Roll
  7. Relentless Fury
  8. Now Your Ships Are Burned
  9. Wolves At The Door
  10. Paganini’s 4th
  11. Adagio
  12. Far Beyond The Sun
  13. Bohemian Rhapsody [Queen]
  14. Fire And Ice
  15. Evil Eye
  16. Smoke On The Water [Deep Purple]
  17. Trilogy (Vengeance)
  18. Badinere
  19. Solo de guitarra
  20. Black Star
  21. I’ll See The Light Tonight

GALERIA YNGWIE MALMSTEEN

Foto por: Josué Sepre

PUBLICIDADE

Extreme no Monsters of Rock 2026: muito além de “More Than Words” — e Nuno Bettencourt roubando a cena sob a chuva

extreme monsters of rock 2026
Foto: Josué Sepe

Conheci o Extreme como muita gente: por “More Than Words”. Mas nos últimos anos fui descobrindo o resto do repertório — e o álbum SIX (2023) foi uma grata surpresa. Então chegar ao Monsters of Rock 2026 e ver “RISE” ao vivo foi de tirar o fôlego. Um dos melhores solos de guitarra dos últimos anos, na minha opinião, tocado por um dos guitarristas mais estilosos que existem.

Nuno Bettencourt é incrível. Estiloso, talentoso, guitar hero de verdade. E ainda fala português, o que proporcionou alguns dos momentos mais descontraídos e genuínos de toda a tarde.

Gary Cherone, 64 anos, mais vivo do que nunca

Se havia alguma dúvida sobre a vitalidade da banda, Gary Cherone tratou de eliminar. O vocalista correu e pulou pelo palco durante todo o show, mantendo a qualidade vocal e o carisma intactos. Com 64 anos, entregou uma performance que envergonharia artistas bem mais jovens.

A energia da banda não vacilou nem quando a chuva intensa chegou logo no início do show.

Nuno Bettencourt e o centro gravitacional do show

O guitarrista foi o ponto focal da apresentação. Seus riffs e solos intensos dominaram os melhores momentos do set, com destaque para a instrumental “Midnight Express”, que funcionou como uma vitrine completa do seu virtuosismo técnico.

Nuno ainda brincou com o público em português sobre quem estava presente no Hollywood Rock de 1992, a primeira vez que a banda pisou no Brasil. Uma conexão histórica celebrada com humor e afeto genuíno.

SIX provando que a banda não vive só do passado

As músicas do álbum SIX foram muito bem recebidas. “#REBEL” e “RISE” mostraram uma banda atual, com material novo de qualidade — algo que muitos veteranos do rock não conseguem mais entregar com a mesma convicção. Para quem conhece o disco, ouvir “RISE” ao vivo foi um momento à parte.

O show também teve uma homenagem discreta: a introdução de “We Will Rock You”, do Queen, antes de “Play With Me”.

O momento “More Than Words” — e o eterno peso de um hit

Inevitavelmente, “More Than Words” foi o ápice emocional da noite. Um coro uníssono tomou o Allianz Parque, com um mar de celulares acesos e uma catarse coletiva que poucas músicas conseguem provocar. O fenômeno do one-hit wonder tem seus custos e parte do público ficou aguardando ansiosamente por esse momento, tratando o restante do repertório técnico como fundo musical. Mas quem prestou atenção ao show inteiro saiu com muito mais do que essa música.

Por ser um show de festival, o tempo foi limitado a pouco mais de uma hora, o que impediu a execução dos medleys em homenagem a Ozzy Osbourne e Black Sabbath que a banda vinha fazendo em outras datas da turnê. Uma pena, mas o que foi entregue já justificou cada minuto.

EXTREME SETLIST – MONSTERS OF ROCK 2026

  1. It (’s a Monster)
  2. Decadence Dance
  3. #Rebel
  4. Play With Me [com “We Will Rock You”, do Queen, de intro]
  5. Am I Ever Gonna Change
  6. Thicker Than Blood
  7. Hole Hearted
  8. Midnight Express [só com Nuno]
  9. More Than Words
  10. Get the Funk Out
  11. Rise

EXTREME – MONSTERS OF ROCK 2026

Fotos por: Josué Sepe

PUBLICIDADE

De volta à São Paulo, Criolo encerra a turnê que celebra seus 50 anos levando para o palco diversidade e representatividade.

criolo 50 espaco unimed sao paulo 2026
Foto: Yasmim Secron

O encerramento da turnê “Criolo 50” ocorreu na última sexta-feira (10), no Espaço Unimed, em São Paulo. De volta à cidade natal, o artista conduziu um espetáculo marcado pela emoção e diversidade, diante de um público que lotou a casa e cantou o repertório do início ao fim. Criolo revisitou sucessos de diferentes fases e sonoridades, mostrando o caráter multifacetado da sua discografia.

Assim que entrou no palco, o Criolo agradeceu a presença do público e afirmou que o show carregava um significado especial. Para ele, realizar a última apresentação da turnê na cidade que contribuiu para sua formação musical e pessoal era simbólico.

A setlist transitou entre o rap – espinha dorsal da carreira do cantor – e gêneros como samba, reggae, MPB e afrobeat. Esse mosaico de influências destacou a capacidade que Criolo tem de transitar por diferentes estéticas sem perder a identidade e a coerência. A seleção de faixas dos álbuns “Nó na Orelha”, “Convoque seu Buda” e “Espiral de Ilusões” contemplou tanto o público de longa data quanto os ouvintes mais recentes, aspecto refletido na recepção calorosa da plateia, que ressaltou o caráter plural e coletivo das obras do artista.

No palco, contribuindo para a construção da atmosfera do espetáculo, Criolo esteve acompanhado por DJ DanDan, Bira Sax, Bruno Buarque, Ed Trombone, Gustavo Souza, Ricardo Rabelo e Xeina Barros. A apresentação contou ainda com as participações especiais da DJ Pathy Dejesus – que abriu a noite tocando o melhor do rap e do hip-hop – e do Pagode da 27.

criolo 50 espaco unimed sao paulo 2026 (1)
Foto: Yasmim Secron

Para a surpresa de todos, entre uma apresentação e outra, o artista revelou a preparação de um novo projeto. Durante o Coala Festival, previsto para os dias 12 e 13 de setembro, no Memorial da América Latina, está programado um show especial em comemoração aos 15 anos do álbum “Nó na Orelha”.

“Criolo 50”, além de celebrar a trajetória de um dos nomes atuais mais relevantes da música brasileira, também dialogou com as nuances culturais presentes no cotidiano de cada pessoa, de forma sofisticada e inovadora.

Após dez meses de excursão pelo país, o encerramento da turnê em São Paulo não representou o fim, mas a continuidade. Criolo reafirmou o compromisso com a irreverência, mostrando, ao se despedir de um ciclo, a mesma inquietação que moldou sua carreira. O adeus, na verdade, sinalizou a possibilidade de novos caminhos e desdobramentos de futuro.

Confira os melhores momentos de Criolo 50: 

PUBLICIDADE

Lynyrd Skynyrd no Monsters of Rock 2026: emoção, lenda e “Free Bird” encerrando a noite com mais de 10 minutos de pura catarse

lynyrd skynyrd monsters of rock 2026
Foto: Josué Sepe

O que falar do Lynyrd Skynyrd? Uma lenda do rock, ponto. Mas no Monsters of Rock 2026, o que ficou não foi só a admiração pela discografia clássica — foi emoção mesmo, visceral, a que aperta o peito. Quando a banda emendou “Tuesday’s Gone” em “Simple Man”, aqui o pai chorou. Sem cerimônia.

Foi um dos momentos mais marcantes de todo o festival e provavelmente de muita gente que estava lá.

Uma execução à altura da lenda

Tecnicamente, o show não deixou nada a desejar. O trio de guitarristas formado por Rickey Medlocke, Damon Johnson e Mark Matejka conferiu um som encorpado e vivo ao southern rock da banda, com o tecladista Peter Keys completando uma formação sólida e entrosada. Johnny Van Zant conduziu o show com simpatia e presença, atuando como um mestre de cerimônias acessível que manteve a conexão com o público durante toda a apresentação.

O setlist foi cirúrgico: focado nos dois primeiros álbuns da banda — Pronounced ‘Lĕh-‘nérd ‘Skin-‘nérd e Second Helping — garantindo que os pilares clássicos do grupo fossem o centro da noite. Houve alguns momentos em que escolhas como “Down South Jukin'” e “The Needle and the Spoon” quebraram um pouco o ritmo crescente, mas eram exceções em um set majoritariamente afinado com o que o público queria ouvir. Deixa os meninos tocar…

O peso de um retorno sem Gary Rossington

Este foi um dos primeiros retornos da banda ao Brasil sem Gary Rossington, o último membro fundador, falecido em 2023. Essa ausência deu uma carga emocional extra a cada homenagem ao longo da noite, especialmente em “Tuesday’s Gone”, que ganhou um peso diferente diante disso.

A questão sobre autenticidade existe e é legítima: nenhum membro da formação original que gravou os discos dos anos 70 está mais em cena. É um debate honesto. Mas o que o show entregou, em termos de emoção e respeito ao legado, deixou essa discussão em segundo plano para quem estava presente.

“Free Bird” e o dueto impossível com Ronnie Van Zant

O encerramento foi o ápice espiritual e musical da noite. “Free Bird” durou mais de 10 minutos, como esperado e durante a performance, o telão exibiu vídeos dos integrantes falecidos enquanto a banda tocava acompanhando uma gravação da voz de Ronnie Van Zant. Um dueto entre o passado e o presente que parou o Allianz Parque.

A banda ainda prestou homenagem ao Brasil exibindo a bandeira do país no telão e mesclando-a com a americana no encerramento. Lenda é lenda. E o Lynyrd Skynyrd provou isso mais uma vez.

LYNYRD SKYNYRD SETLIST – MONSTERS OF ROCK 2026

  1. Workin’ for MCA
  2. What’s Your Name
  3. That Smell
  4. I Need You
  5. Gimme Back My Bullets
  6. Saturday Night Special
  7. Down South Jukin’
  8. Still Unbroken
  9. The Needle and the Spoon
  10. Tuesday’s Gone
  11. Simple Man
  12. Gimme Three Steps
  13. Call Me The Breeze [J. J. Cale]
  14. Red White & Blue (Love It Or Leave) — trecho
  15. Sweet Home Alabama
    Bis:
  16. Free Bird

GALERIA LYNYRD SKYNYRD – MONSTERS OF ROCK 2026

Fotos: Josué Sepe

PUBLICIDADE

Barão Vermelho abre turnê com show especial no Rio

barao vermelho 2026
Imagem Divulgação

A contagem regressiva já está nos momentos finais! Está chegando o tão aguardado reencontro do Barão Vermelho, que está de volta aos palcos em 2026 com a turnê “Encontro – Pro Mundo Inteiro Acordar”, e vai acontecer justamente em casa. O show do dia 30 de abril, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, promete ser daqueles que misturam nostalgia, hits e muita história do rock nacional.

Com a formação clássica, composta por Roberto Frejat, Guto Goffi, Mauricio Barros e Dé Palmeira, ao lado de Fernando Magalhães, a banda revisitará mais de 40 anos de estrada nessa noite que entrará para sua trajetória. E sim, podem esperar um repertório recheado de clássicos que atravessaram gerações, como ”Pro Dia Nascer Feliz”, ”Bete Balanço”, “Maior Abandonado”, ”Por Você”, e os sucessos que marcaram época com Frejat, como “Todo Amor Que Houver Nessa Vida“, “Codinome Beija-Flor” e “Puro Êxtase“.

O show no Rio ganha um peso ainda maior por ser na cidade onde tudo começou, e de onde veio Cazuza, primeiro vocalista e eterno ícone da banda. Apesar da turnê focar na formação que seguiu como quarteto a partir de 1985, após a saída do líder para carreira solo, a presença dele na história (e no coração dos fãs) segue sendo impossível de ignorar.

Outro destaque que promete deixar tudo ainda mais especial é a participação de Ney Matogrosso, confirmada tanto no show do Rio quanto na apresentação de São Paulo, no dia 23 de maio, no Allianz Parque. Ney ajudou na popularidade do Barão ao gravar ”Pro dia nascer feliz”(1983), que foi um dos maiores sucessos da parceria de Cazuza com Frejat.

Realizada pela 30e e apresentada pelo Itaú, a turnê já chega com expectativa alta, principalmente para o público carioca, que vai ser o primeiro a viver esse reencontro histórico ao vivo. Ao todo, a turnê passará por Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte e Porto Alegre.

Os ingressos seguem disponíveis para o público geral pelo site da Eventim. Se a ideia é se emocionar, reviver memórias e cantar junto do início ao fim, melhor garantir logo seu lugar. E se você for carioca ou estiver pela Cidade Maravilhosa, se apresse para não perder, porque quando o Barão toca no Rio, a chance de virar um espetáculo sensacional é enorme!

PUBLICIDADE

A Casa do Sol: NewPOP conclui publicação do mangá shoujo premiado de Taamo com volumes 12 e 13

a casa do sol manga newpop
Capa Divulgação

A NewPOP Editora encerra neste mês a publicação de A Casa do Sol, mangá da autora Taamo. Os volumes finais, 12 e 13, já estão disponíveis em pré-venda na Amazon, completando a coleção com 13 volumes no Brasil.

Série premiada pelo Kodansha Manga Award

A Casa do Sol venceu o Kodansha Manga Award na categoria shoujo em 2014, um dos prêmios mais relevantes do mercado de mangás japoneses. O reconhecimento consolidou a obra como referência no gênero e contribuiu para sua repercussão internacional.

No Brasil, a série é publicada pelo Selo Sakura, da NewPOP — primeiro selo brasileiro dedicado a obras shoujo, josei e títulos voltados ao público feminino, incluindo produções coreanas.

A história

A trama acompanha Mao, que na infância encontrava acolhimento na casa do vizinho Hiro. Anos depois, mudanças em sua estrutura familiar a deixam sem um lar, e ela passa a morar com Hiro, que vive sozinho desde a perda dos pais.

A convivência entre os dois dá início a uma rotina compartilhada marcada pela aproximação gradual, pelo desenvolvimento de sentimentos e por descobertas emocionais. A obra combina romance, comédia e drama ao abordar amadurecimento, vínculos afetivos e reconstrução de laços.

Onde comprar

Os volumes 12 e 13 de A Casa do Sol estão disponíveis em pré-venda na Amazon.

PUBLICIDADE

Nosso Segredo: novo mangá BL da NewPOP traz romance entre proprietário e inquilino; pré-venda aberta

nosso segredo manga boys love
Capa Divulgação

A NewPOP Editora anuncia Nosso Segredo, novo título do Selo Pride voltado ao público adulto. O mangá boys love chega ao Brasil em abril e já está em pré-venda na Amazon.

A obra faz parte da parceria exclusiva firmada em 2019 entre a editora e a revista Mimosa, focada em histórias de relações intensas e contemporâneas do gênero.

A história

Yukiteru se muda para Tóquio para começar a vida universitária e passa a morar em uma pensão administrada pelo reservado Sr. Ando. Um acontecimento inesperado transforma a convivência entre os dois e dá início a uma relação marcada por tensão, intimidade e descobertas. Ao longo da narrativa, Nosso Segredo explora desejo e amadurecimento emocional, abordando inseguranças e curiosidades típicas do início da vida adulta.

Além da história principal, o volume inclui o conto A Cor de um Amor, que acompanha o encontro e o desenvolvimento da relação entre dois estudantes.

Selo Pride

O lançamento reforça o compromisso da NewPOP em ampliar a presença de narrativas LGBTQIAP+ em seu catálogo, trazendo ao público brasileiro histórias diversas e envolventes por meio do Selo Pride.

COMPRE AGORA NA AMAZON

PUBLICIDADE