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Lebre e Coelho: HQ nacional BL ganha capa variante pela NewPOP com pré-venda na Amazon

lebre e coelho newpop editora
Imagem Divulgação

A NewPOP Editora anuncia uma nova tiragem de Lebre e Coelho, HQ nacional do gênero Boys Love, com capa variante especial voltada para fãs e colecionadores. A pré-venda já está disponível na Amazon, com lançamento previsto para 6 de abril.

Por que a nova edição

O primeiro volume da obra esgotou, e a alta demanda pelo título motivou o relançamento. A nova edição chega como oportunidade para novos leitores conhecerem a história desde o início e para os fãs adquirirem uma versão exclusiva para coleção.

A história

Lebre e Coelho é completa em dois volumes e mistura humor, romance e drama. Leon acredita ter encontrado seu grande amor, mas sua falta de noção transforma qualquer plano em caos. Seu melhor amigo Franz tenta resolver as situações, mas as coisas saem do controle. A narrativa questiona se a lebre frenética vai conquistar o coelho tímido — ou se o jogo vai escapar das mãos dos dois.

Público e posicionamento

A obra faz parte do Selo Pride da NewPOP e dialoga diretamente com o público jovem adulto. A editora reforça, com o título, seu compromisso com narrativas diversas no cenário editorial nacional.

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Filme de Street Fighter ganha primeiro trailer; veja elenco e data de estreia

A Paramount Pictures divulgou o primeiro trailer do filme Street Fighter. A adaptação do clássico jogo de luta dos anos 1990 estreia nos cinemas brasileiros em 15 de outubro de 2026.

A história de Street Fighter

Ambientado em 1993, o filme acompanha os lutadores Ryu e Ken Masters, recrutados pela misteriosa Chun-Li para o World Warrior Tournament — um campeonato brutal que esconde uma conspiração mortal. Além de encarar adversários no ringue, os personagens são forçados a confrontar os demônios do próprio passado.

Elenco de Peso

Andrew Koji interpreta Ryu, Noah Centineo vive Ken Masters e Callina Liang está no papel de Chun-Li. O elenco ainda conta com David Dastmalchian como M. Bison, Jason Momoa como Blanka — o personagem brasileiro da franquia —, e Curtis “50 Cent” Jackson como Balrog.

Completam o time principal Joe “Roman Reigns” Anoai como Akuma, Cody Rhodes como Guile, Andrew Schulz como Dan Hibiki, Vidyut Jammwal como Dhalsim e Eric André como Don Sauvage. O trailer apresenta uma versão inédita de Ambitionz Az a Ridah, faixa criada por Tupac Shakur para Mike Tyson nos anos 1990.

O filme é dirigido por Kitao Sakurai e resulta de uma parceria entre a Paramount Pictures, a Legendary Pictures e a Capcom, detentora da franquia. A produção promete trazer para as telas elementos clássicos do jogo, como o Hadouken e outros golpes icônicos da série.

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A Noite de Baba Yaga: o thriller japonês premiado que explora identidade, gênero e violência

a noite baba yaga
Imagem Divulgação / Estação Liberdade

A noite de Baba Yaga, da autora japonesa Akira Otani, chega às livrarias pela Estação Liberdade com uma lista expressiva de prêmios internacionais e uma proposta que mistura thriller, drama psicológico e reflexões sobre poder, gênero e sobrevivência. O romance foi o primeiro livro japonês a vencer o CWA Dagger na categoria de ficção policial traduzida, em 2025.

Um romance de estreia premiado internacionalmente

Além do CWA Dagger, o livro conquistou o prêmio de melhor tradução pela escolha do editor no Crime Fiction Lover (2024) e o prêmio de romance de estreia no CrimeFest Specsavers (2025). Os reconhecimentos colocam Otani entre as vozes mais relevantes da literatura japonesa contemporânea.

A história: violência, proteção e dependência mútua

A trama acompanha Yoriko Shindō, uma mulher com habilidades marciais excepcionais e deslocada da sociedade, que é raptada pela Yakuza para servir como guarda-costas de Shōko Naiki — filha do chefe da organização, aparentemente frágil e envolta em mistério.

O que começa como uma missão de vigilância evolui para uma relação ambígua, marcada por tensão, fascínio e uma intimidade cada vez mais perigosa. Os papéis de vítima e agressora, protetora e prisioneira tornam-se intercambiáveis à medida que as duas personagens se aproximam.

a noite baba yaga
Imagem Divulgação / Estação Liberdade

Escrita enxuta e atmosfera densa

A prosa de Otani é descrita como crua e cortante, mas capaz de momentos de inesperada delicadeza. A autora constrói uma atmosfera que espelha o estado emocional das personagens, explorando os limites entre proteção e dominação, liberdade e aprisionamento.

O título do romance remete à figura do folclore eslavo de Baba Yaga — entidade sobrenatural cujas ações, boas ou más, dependem de quem a encontra. A referência reflete o espaço moral instável que o livro habita, onde perigo e afeto coexistem.

Quem é Akira Otani

Nascida em Tóquio em 1981, Akira Otani começou sua carreira escrevendo para a indústria de jogos eletrônicos. Estreou na literatura em 2018 com a coletânea de contos Kanpeki ja nai, atashitachi (Nós não somos perfeitas), seguida do livro de ensaios Douse karada ga meate desho (2019). Sua obra transita entre o noir, a literatura psicológica e o romance literário, com foco em questões de gênero e relações humanas.

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Shiboyugi: o anime que prova que direção criativa vale mais que ação e sakuga

Shiboyugi
Imagem Divulgação / Kadokawa

Esta é a história sobre um mundo ensandecido”.

São essas palavras que abrem os episódios de Shiboyugi. A ideia da obra não é nova, um misto de battle-royale com suspense que lembraria talvez um Mirai Nikki ou Danganronpa, pra citar dois exemplos mais marcantes. Quem é mais de assistir séries achará paralelos bem nítidos com Round 6, ainda mais com a questão de participar de uma série de jogos mortais pra conseguir escapar da penúria. Porém já deixo o disclairmer de que o autor destas linhas é um zero à esquerda quando o assunto são séries, então cesso minhas comparações de imediato.

De fato, história é a menor das preocupações da adaptação para anime da novel de Shiboyugi, ou “Jogar Mortais para Colocar Comida na Mesa”. Sua sinopse não ajudou a deixar o anime mais previsível. Mas, cracudo de maid que só, o poster estonteante de lindo ligou meu alerta. Um vem e vai daqui e um vem e vai de lá não sabia se assistia pelos visuais ou deixava a preguiça de arriscar topar com mais um anime edgy falar mais alto. Ui ui, sangue, olha como esse anime é de adulto…

Então veio a estreia de Shibouyugi e as pessoas piraram na internet. Fui ver o que aconteceu pra ter causado toda aquela comoção online.

E pirei junto.

UM ANIME FORA DO CONVENCIONAL

Por que? Porque Shiboyugi foi tudo menos convencional. O anime mostrou que tão importante quanto que história você quer contar é o como você vai contar. E a direção de Souta Ueno, que rendeu elogios pela abordagem original em Gimai Seikatsu, atingiu níveis de criatividade em Shiboyugi que me confrontou com uma triste realidade: os animes são mais previsíveis em suas fórmulas do que gostaríamos de admitir, dando alguma razão a Hiroki Azuma no seu famoso livro Otaku: Japan’s Database Animals. Com nossos gêneros, arquétipos, clichês, todos bem documentados e encabeçado em fanbases, formam uma cultura otaku que se autoreferencia numa intensa autofagia que tem a desvantagem de ser bem menos inovadora quando sobreposta à cultura cinematográfica (e aqui uso num sentido de cinéfilo mesmo).

Souta Ueno definitivamente tem o mesmo ardor pelo cinema de um Hideo Kojima da vida; de quem já viu de tudo um muito e expandiu pra muito além de Hollywood e Cannes. E essa paixão é aplicada em suas direções em animes (vá saber como!), formando uma experiência audiovisual completamente fora da curva. O que se espera de um anime, ainda mais nestes anos, é ação a rodo, aura a rodo e muito material para edit de TikTok poder divulgar o trabalho da produção internet afora.

Shiboyugi
Imagem Divulgação / Kadokawa

ASSISTIR É CONTEMPLAR, PERO NO MUCHO

Shiboyugi não tem nada disso. Na verdade, o seu extremo oposto. Porque enquanto Frieren volta e meia é elogiado por trazer de volta o elemento contemplativo à experiência de assistir animes em tempos de lapsos constantes de atenção, Shiboyugi cai naquele meme do cinéfilo e sua predição pelo cinema iraniano em preto e branco. Fotografias panorâmicas que não se importam em detalhar as personagens, longuíssimos momentos estáticos que te obrigam a se colocar no ritmo do anime (principalmente no quinto episódio!), a dinâmica desse anime realmente não é pra qualquer um. Ele tem lá suas cenas de ação, mas no todo é vagaroso, o que rende algumas reclamações de espectadores mais ansiosos. E o pior de tudo é que não dá pra reclamar de quem não gosta, pois como eu disse, não é pra qualquer um. Escrevo isso com uma risada no rosto, lembrando o comentário de um amigo que “esqueceu que meu anime favorito é Mushishi”.

Sim, a experiência contemplativa soma pontos pessoais à experiência. Mas não é porque este colunista gosta de viajar vendo anime. Souta Ueno constrói suas cenas no passo certo para criar a tensão das situações vividas pela Yuki e as demais jogadoras dos jogos mortais. E não somente! Shiboyugi é os jogos vividos, morridos e sobrevividos pelas personagens, bem como o peso dos traumas e remorsos pós-jogo.

A ESTRUTURA DO ANIME

Com um primeiro episódio de quase cinquenta minutos digno de aplausos pois absolute cinema, o anime de Shiboyugi se presta a apresentar, na medida do possível, o universo da light novel em formato audiovisual. Se adaptar um mangá já vem com seus percalços, adaptar uma light novel eleva essas dificuldades à décima potência. Pra listar aqui algumas delas, quase sempre um anime vai adaptar uma obra inacabada e quem viu Gintama sabe como isso é arriscado. Outro problema está no público, que quase sempre entende patavinas sobre a diferença entre mídias e esperará a mesmíssima estrutura narrativa de um texto transplantado vis-a-vis à estrutura narrativa audiovisual. No todo, vira uma dor de cabeça generalizada. Vira bagunça, vira discussão online… nessas horas é melhor desligar o celular e esperar o hate em Fate Strange Fake passar.

Minto, Shiboyugi. É sobre Jogos Mortais Moe que falávamos. Pois bem. Após o primeiro jogo, o resto do anime apresenta o restante dos jogos em partes, o que é inevitável quando se está preso a um formato de vinte minutos. Há mais um jogo para introduzir uma rival à Yuki, um quinto episódio primoroso demonstrando um acesso de culpa do sobrevivente numa personagem cujo objetivo final é completar noventa e nove jogos. Quando ela finalmente consegue completar seu trigésimo jogo, Shiboyugi finaliza com um flashback; um dos primeiros jogos de Yuki, particularmente traumático e que apresenta as razões da protagonista.

Shiboyugi
Imagem Divulgação / Kadokawa

SURPRESAS POSITIVAS

Por que um jogo macabro num mundo doentio poderia ir além e virar um trauma, como é o caso desse último jogo? A imagética de Shiboyugi pode ajugar a explicar. Numa palavra, as personagens (vítimas?) do jogo não sangram. No lugar de sangue, há pelúcia; como se essas meninas fossem bonecas em meio a um jogo sádico. Aqui admito que esse elemento me atraiu ainda mais à obra. Carioca sou e de sangue meu dia a dia é cheio. Qualquer portal de notícias de rede social daqui terá todo o tipo de sangue e gore e piadas sádicas a um click na palma da mão. (hihi, morreu de covid kkkkk)

Se algum dia gostei de gore, esse dia não durou mais que doze horas. Por isso acho uma tremenda injustiça viver num mundo onde Blood C seja mais lembrado que Blood+, sendo que o primeiro marcou por causa de uma sanguinolência sem rima nem razão, enquanto no segundo havia Saya, Diva e Hagi. É a vida, pão e circo. Por isso bocejei com a proposta de Shiboyugi no começo. Um desperdício de beleza destinada à morte, o que, parando pra pensar, é o destino de toda a beleza, já diriam os budistas.

A quebra de expectativa em ver pelúcia ao invés de sangue, uma mecânica existente de fato na light-novel que garante a cura de qualquer ferida não letal (como a reposição de braços ou de pernas), dá um alívio inicial que permite a este espectador em particular, imerso num mundo violento e sanguinolento, a se permitir algum grau de alienação. Não dá pra ser cítrico o tempo todo.

Porém porém!!! Alguns episódios depois na psique de Yuki e as pelúcias passam a ter outro sentido: a visão de alguém que se acostumou a matar, se acostumou a deixar quem fosse preciso morrer e se acostumou a fazer da morte seu ganha pão. Isso não é feito sem um mínimo de dessensibilização, o que nossa protagonista “fantasma” definitivamente o é. O que não significa que Yuki seja uma assassina, mas uma sobrevivente. A diferença é fundamental nos últimos episódios. A sobrevivente mata porque é preciso para viver o dia seguinte; a assassina ganha gosto pela coisa. E não há pelúcia que consiga disfarçar a selvageria servida pela principal antagonista desta primeira temporada.

CONCLUSÕES

Adverti de primeira e segunda e advertirei de terceira: Shiboyugi não é pra todo mundo. Não foi feito para os impacientes. No mínimo do mínimo eu peço para que todos assistam o primeiro episódio, uma gema em si mesma. O restante do anime não diminui de qualidade; só requer a atenção e imersão nas medidas certas para apreciar com justiça este trabalho de animação completamente original.

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exist†trace | Banda anuncia turnê na América Latina para 2027!

ExistTrace - Foto do artista
ExistTrace - Foto do artista

O quinteto feminino de Rock Visual-kei exist†trace confirmou sua primeira turnê na América Latina, ‘CHANGE THE GAME’ para abril de 2027. A turnê acontece em colaboração com a banda HEAD PHONES PRESIDENT e deve passar por vários países latinos, incluindo o Brasil.

ExistTrace x Head Phones President
ExistTrace x Head Phones President

Então, esta será a primeira vez de uma banda feminina de visual-kei se apresentando na américa Latina. A turnê é uma produção exclusiva da R.I.T Agency (Right in time Brasil), produtora que tem sido responsável por trazer diversos artistas da cena visual-kei para as américas.

Por fim, ainda não foram divulgadas informações sobre as vendas de ingresso, mas devem acontecer em breve, com comunicados nas redes sociais da banda e da produtora, então fiquem de olho.

Ouça ‘WHO I AM’, último mini-álbum do exist†trace lançado em novembro de 2025!

 

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Novo álbum do DIR EN GREY | Ouça ‘MORTAL DOWNER’!

DIR EN GREY - Foto do artista
DIR EN GREY - Foto do artista

A banda japonesa de Rock Visual-kei DIR EN GREY lançou no dia 8 de abril seu 12º álbum ‘MORTAL DOWNER’. Este é o primeiro álbum completo da banda quase quatro anos, desde o lançamento de “PHALARIS”, em 15 de junho de 2022.

Sendo assim, ‘MORTAL DOWNER’ foi um sucesso em sua primeira semana de lançamento alcançando a 4ª posição no Oricon Charts. Com 14 faixas, o álbum inclui também a canção ‘The Devil in Me’, lançada anteriormente (2024) como single.

Edições limitadas e deluxe do álbum incluem como bônus uma seleção de áudios ao vivo de sua turnê Europeia ‘TOUR25 WHO IS THIS HELL FOR? [mode of VULGAR & Withering to death.]’, além também de um Blu-ray com o vídeo ao vivo do show ‘TOUR25 Kagetsu’ realizado dia 10 de dezembro de 2025 no Zepp Haneda, em Tóquio.

Ouça ‘MORTAL DOWNER’ em sua plataforma de música favorita!

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Crimson Desert ultrapassa 5 milhões de cópias vendidas e consolida Pearl Abyss no mercado global

crimson desert 5 milhoes pearl abyss
Imagem Divulgação

A Pearl Abyss anunciou nesta quarta-feira (15) que Crimson Desert superou a marca de 5 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. O resultado reforça a posição da desenvolvedora sul-coreana entre as principais empresas globais do setor de games.

Recepção e desempenho no Steam

O jogo de ação-aventura de mundo aberto vem sendo elogiado pela crítica e pelos jogadores desde o lançamento. No Steam, Crimson Desert registrou pico de 276.261 jogadores simultâneos, número que reflete o engajamento expressivo de sua comunidade.

Entre os principais destaques apontados estão os visuais do jogo, desenvolvidos com a BlackSpace Engine, motor gráfico proprietário da Pearl Abyss, além do mundo aberto rico em detalhes e do sistema de combate imersivo.

Atualizações previstas para abril a junho

A Pearl Abyss revelou na última semana um panorama das próximas atualizações do jogo. As melhorias foram planejadas com base no feedback dos jogadores e incluem desafios ampliados, refinamento de jogabilidade e aprimoramentos de sistemas. As implementações estão previstas para o período entre abril e junho de 2026.

Plataformas disponíveis

Crimson Desert já está disponível para PlayStation®5Xbox Series X|SSteamEpic Game Store e Apple Mac.

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ASUS Zenbook S14 chega ao Brasil com Intel Core Ultra Série 3, tela OLED e até 27h de bateria

asus zenbook s14
Imagem Divulgação / ASUS

A ASUS anunciou o lançamento do Zenbook S14 no mercado brasileiro. O notebook é o primeiro da marca no país equipado com o processador Intel Core Ultra Série 3 e chega com tela OLED de resolução 2.8K, espessura de apenas 1,1 cm e peso de 1,2 kg. O preço parte de R$ 14.999 na Loja ASUS.

Design ultrafino com material exclusivo

Apesar do perfil compacto, o Zenbook S14 foi construído para durar. A tampa é feita em Ceraluminum, material exclusivo da ASUS que combina a leveza do alumínio com a resistência da cerâmica, garantindo durabilidade sem comprometer a portabilidade.

Desempenho e inteligência artificial integrada

O notebook roda o processador Intel Core Ultra 9 da Série 3, que entrega 40% mais desempenho multithread e 10% menos consumo de energia em relação à geração anterior. O chip ainda oferece até 50 TOPS de capacidade de processamento para tarefas de inteligência artificial.

Por ser um Copilot+ PC, o Zenbook S14 executa aplicações de IA localmente, sem depender de conexão com a nuvem. Isso resulta em respostas mais rápidas, maior privacidade e menor gasto energético.

Bateria que dura o dia todo

A bateria de 77 Wh garante até 27 horas de autonomia. Para recarregar, basta um cabo USB-C comum: em 49 minutos, o notebook recupera 60% da carga, sem necessidade de carregadores com conectores proprietários.

Conectividade completa

Mesmo com o design fino, o Zenbook S14 não abre mão das conexões. O modelo conta com duas portas USB-C Thunderbolt, uma USB-A 3.2 Gen 2, saída HDMI 2.1 e entrada para fone e microfone. A conectividade sem fio inclui Wi-Fi 7 com certificação ASUS WiFi Master Premium e Bluetooth 6.0.

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