Os fãs da cena pop internacional já podem garantir presença em um evento exclusivo do grupo KATSEYE. O Cine Show do Beiramar Shopping abriu a pré-venda oficial de ingressos para KATSEYE: WILD HEARTS. O filme terá exibições limitadas nos dias 12 e 15 de agosto.
O lançamento antecipa o clima para a nova fase do girl group indicado ao GRAMMY®, acontecendo poucos dias antes da estreia do seu terceiro EP de estúdio, intitulado Wild.
Veja o trailer abaixo:
Bastidores, trajetórias e a força do fandom EYEKONS
Indo além do formato tradicional de filme-concerto, a produção mergulha nos bastidores do sexteto, reunindo cenas inéditas de bastidores, entrevistas exclusivas com as integrantes e materiais audiovisuais enviados diretamente pela base de fãs oficial do grupo, os EYEKONS.
O documentário faz um resgate completo do percurso das artistas:
A intensa fase de treinamento e competição durante o reality show Dream Academy;
A transição e os desafios enfrentados até a consolidação da carreira internacional;
Os momentos mais marcantes da convivência entre as integrantes e sua rápida ascensão nas paradas musicais globais.
Equipe de produção de peso
Com selo da Interscope Films e Boardwalk Pictures, em parceria com a HYBE x GEFFEN Records, KATSEYE: WILD HEARTS conta com a direção de Nadia Hallgren, cineasta de projeção internacional. O projeto também reuniu a mesma equipe responsável pelo sucesso da série documental Pop Star Academy, distribuída pela Netflix.
Aclamadas por publicações como Rolling Stone, Billboard, Vogue e The New York Times, as cantoras se estabeleceram como uma das grandes promessas da nova geração da música pop.
Serviço e pré-venda de ingressos
As sessões serão exibidas em datas e horários selecionados dentro da programação do cinema:
Datas das exibições: 12 e 15 de agosto
Local: Cine Show do Beiramar Shopping
Ingressos: Disponíveis antecipadamente pelas bilheterias físicas e pelo site oficial do Cine Show
Escolher um nick dentro da comunidade geek nunca foi só escolher um nome. Existe uma gramática visual ali, construída ao longo de duas décadas entre fóruns, servidores e salas de jogo, e ela diz bastante sobre onde a pessoa circula e há quanto tempo. Abaixo, os estilos que realmente circulam na comunidade brasileira, o que cada um carrega e onde eles quebram.
O espaço invisível, que sustenta quase todos os outros
Antes dos estilos vem a técnica que permite montá-los. Praticamente todo nick decorado precisa de espaçamento, e é aí que a maioria trava: Instagram, TikTok, Discord e os jogos removem a barra de espaço de campos de nome.
O Espaço Invisível resolve isso entregando o caractere invisível pronto para copiar, com ajuste de tamanho e quantidade. É um símbolo do padrão Unicode que conta como texto para o sistema mas não desenha nada na tela, e por isso sobrevive à limpeza automática que os aplicativos aplicam em espaço comum. Nenhum teclado digita esses códigos, então copiar é o único caminho.
O código mais usado é o U+3164, chamado Hangul Filler. Existe uma ironia divertida aí: o símbolo que a comunidade otaku brasileira usa para decorar nick é coreano, não japonês. Ele veio do bloco reservado ao Hangul e ficou popular justamente por ser o mais aceito pelas plataformas.
Letras largas: o estilo que veio da tipografia japonesa
Aquele nome espaçado que parece esticado não é efeito de espaço entre letras. São caracteres diferentes, do bloco fullwidth do Unicode, criado para que letras latinas ocupassem a mesma largura de um ideograma japonês em texto misto.
A adoção estética veio depois, pelo vaporwave, e voltou para a comunidade geek como marcador de nostalgia dos anos noventa. Hoje é o estilo mais associado a perfis de anime retrô, city pop e discussão de obras antigas. Funciona bem em bio e em nome de exibição, e mal em campos com limite curto, porque cada caractere largo ocupa uma posição igual a qualquer outra mas visualmente consome o dobro.
Kaomoji: a diferença entre o emoticon ocidental e o japonês
O emoticon ocidental se lê de lado e concentra a expressão na boca. O kaomoji se lê de frente e concentra tudo nos olhos, o que reflete uma diferença real de leitura facial entre as duas culturas, bastante discutida por quem estuda comunicação visual japonesa.
Na prática, kaomoji em nick funciona como assinatura. Um rostinho fixo no fim do nome cria reconhecimento em servidor grande, e há gente que carrega o mesmo há anos. O risco é técnico: kaomoji costuma combinar caracteres de blocos variados, e plataformas que filtram símbolos rejeitam o conjunto. Quando isso acontece, o caminho é reduzir o rosto a elementos mais comuns em vez de abandonar o estilo.
Katakana e hiragana: onde a comunidade acerta e onde erra
Katakana existe no japonês para transcrever palavras estrangeiras. Escrever um nome brasileiro em katakana, portanto, é o uso correto do sistema, não uma apropriação torta. É o mesmo que a própria língua faz com qualquer nome importado.
O erro comum é outro: pegar uma palavra em português, jogar num tradutor e usar o resultado em kanji sem saber o que aquilo significa em contexto. Kanji carrega camadas de sentido que o tradutor não entrega. Basta olhar como isso funciona no folclore, em que o nome do Issun Boshi descreve literalmente o tamanho do personagem, uma medida tradicional japonesa transformada em nome próprio. Nick montado no tradutor às vezes produz uma combinação que soa estranha ou involuntariamente cômica para quem lê japonês. Entre os dois, katakana é a escolha segura e a que a comunidade lê como bem informada.
Símbolos decorativos: o limite entre estilo e poluição
Estrelas, coroas, flores e setas formam o vocabulário decorativo mais antigo dos nicks, herdado direto dos fóruns e do MSN. Continuam funcionando, com uma regra que a comunidade estabeleceu por conta própria: um símbolo de cada lado do nome passa, três de cada lado vira ruído.
Há também uma questão prática pouco lembrada. Símbolos raros dependem de a fonte do dispositivo ter aquele glifo. Se não tiver, o leitor vê um retângulo vazio. Símbolos do bloco básico de setas, estrelas e formas geométricas são os que aparecem em praticamente qualquer aparelho, e por isso são os que sobrevivem.
Nick de personagem: o que a comunidade tolera
Usar nome de personagem é o estilo mais antigo e o mais debatido. A tolerância varia por contexto e vale conhecer o mapa antes de escolher.
Em servidor temático da obra, o nome do personagem é lido como participação e ninguém estranha. Em comunidade geral de anime, nome de protagonista muito popular tende a soar genérico, enquanto personagem secundário de obra específica funciona como sinal de repertório. Em jogo competitivo, a leitura muda de novo, e o nick de personagem costuma ser lido como escolha de iniciante.
Não existe regra objetiva, mas existe um padrão: quanto mais óbvia a referência, menos ela informa sobre você.
Onde cada estilo quebra
Nenhum estilo funciona igual em todo lugar, e a diferença raramente está documentada.
Estilo
Funciona melhor em
Onde costuma falhar
Letras largas
Bio, nome de exibição, Discord
Campos com limite curto de caracteres
Kaomoji
Discord, bio do Instagram
Apelido de jogo com filtro de símbolo
Katakana e hiragana
Quase tudo, incluindo jogos
Campos que aceitam apenas alfabeto latino
Símbolos decorativos
Bio e nome em redes sociais
Aparelhos sem o glifo, que exibem retângulo
Espaço invisível
Todos, com o código certo
Quando fica isolado no início ou no fim do texto
Essa última linha explica a maior parte das reclamações de nick que não salva. Muitos campos aplicam uma limpeza automática que remove o que estiver nas pontas do texto, e o caractere invisível some junto. Colado entre letras ou entre símbolos, ele permanece.
Um detalhe que vale saber
Como o caractere invisível é texto real que não aparece na tela, ele também é usado para esconder conteúdo em mensagens de aparência comum. A aplicação mais chata para quem participa de comunidade é o link de golpe que recebe símbolos ocultos no meio do endereço para escapar de verificação automática e parecer legítimo.
Se um link aparentemente normal chegar por servidor ou por mensagem direta e algo não bater, cole o endereço no detector do Espaço Invisível antes de clicar. Ele mostra quais caracteres ocultos estão ali e em que posição. É o mesmo recurso que decora o seu nick, usado do outro lado.
O público leitor de quadrinhos no Brasil ganha um lançamento nacional de peso. A NewPOP Editora anunciou o lançamento de A Garota da Noz #1, primeira obra autoral publicada no país do quadrinista baiano Lucas Paixão.
O autor, que já colaborava com a editora ilustrando capas de outros títulos, construiu uma carreira internacional de destaque ao radicar-se em Taiwan. Em 2024, Paixão consagrou-se vencedor do prêmio de Quadrinho do Ano na 15ª edição do Golden Comic Awards, a principal honraria do setor no país asiático.
A edição física brasileira chega em formato full color (100% colorido) e acabamento gráfico especial.
Uma jornada de autodescoberta e perdas no auge do futebol
A narrativa acompanha a história de Lúcio Santos, um jovem atleta brasileiro no auge da carreira futebolística, dividido entre treinos intensos, contratos publicitários e compromissos com a imprensa. Apesar do sucesso, Lúcio carrega a dor de não ter conseguido se despedir da pessoa que mais amava.
Tomado pelo remorso e pela culpa, o jogador toma uma atitude drástica e desaparece diante de milhares de torcedores em plena cerimônia de abertura da Copa do Mundo. A fuga o leva até uma ilha isolada, onde seu caminho cruza com o de uma jovem misteriosa capaz de silenciar os ruídos do mundo ao seu redor.
A obra une romance, drama, aventura e toques de humor em uma narrativa focada no amadurecimento e na busca por reconstrução pessoal.
Ficha Técnica: A Garota da Noz
A publicação no Brasil será dividida em duas edições:
Título: A Garota da Noz #1
Autoria: Lucas Paixão
Editora: NewPOP
Volume: 1 de 2 (Obra completa em 2 volumes)
Páginas: 256 páginas (100% coloridas)
Formato: 15 x 21 cm
Acabamento: Capa cartonada com cor especial, orelhas e miolo em papel couché fosco
E se toda vez que você tivesse um sentimento intenso surgissem orelhas e um rabo de raposa no seu corpo? Pois é com isso que Akiha tem que conviver. No boys loveCiúme cor de Raposa, Akiha precisa lidar com o espírito de raposa que vive dentro dele e com um universitário fofo e bonitão tentando ajudá-lo.
A obra foi escrita por Machi Suehiro, autora especializada em títulos LGBTQIA+, como Dear Signal, Fake Fact Lips e Aimai na Wolf (inclusive, já quero todos).
Quem trouxe o mangá para o Brasil foi a Editora JBC, numa edição de volume único com 200 páginas e marcador de brinde. Então, vamos de review!
Raposa travessa
Primeiro encontro | Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá
A premissa de Ciúme cor de Raposa é bem simples. Akiha, um jovem de 18 anos que recém entrou na universidade, vem de uma família cujos membros são facilmente possuídos por um espírito de raposa.
Para contextualizar um pouco, no folclore japonês, a raposa é vista tanto como espírito quanto como uma divindade menor. Elas possuem inteligência muito avançada, longevidade e poderes mágicos — por exemplo, conseguem alterar sua aparência para se parecerem com humanos.
Além disso, a personalidade das raposas transita entre travessa e benevolente, podendo ser trapaceiras, guardiãs, boas amigas e esposas. Por isso, dependendo da situação, elas podem ajudar ou enganar.
Voltando para nosso protagonista Akiha, o espírito que vive dentro dele toma conta de seu corpo para as mais diversas situações. Pode fazer o Akiha destruir plantações, beber até cair, ir para lugares desconhecidos e uma porção de outras coisinhas.
Assim, para conseguir controlar essa raposa, Akiha vai para Tóquio, na casa de parentes distantes que vivem em um templo. Ele tem esperança de que, com essa ajuda espiritual, conseguirá viver em paz e harmonia com o espírito que habita seu corpo.
Porém, ele não esperava conhecer Yukuri, um universitário lindo, fofo e protetor que atiça a raposa dentro de si.
Os animais amam Yukuri | Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá
Se espremer, cai mel
Esse mangá é um grande pote de mel. Akiha é aquele personagem que fica facilmente envergonhado, além de ser muito fofinho com as orelhinhas. Já o Yukuri é um príncipe, um meigo, tem aquela personalidade protetora e calma (menos quando mexem com o Akiha) que a gente ama.
Resumindo, a história é uma água com açúcar gostosinha de ler.
O primeiro encontro dos dois foi na estação de metrô, quando Yukuri “salva” Akiha de um assédio. Podemos dizer que, pelo menos para a raposa dentro dele, foi amor à primeira vista.
A partir disso, Yukuri quer proteger Akiha na universidade, na vida em Tóquio e da própria raposa. Com o seu charme e jeito meio mandão, ele consegue fazer alguns acordos com o espírito para deixar Akiha viver em paz, contanto que a raposa ganhe algo em troca depois (hehe).
Conflito de sentimentos | Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá
No meio disso, Akiha tenta compreender o que está sentindo pelo Yukuri. Afinal, quando a raposa assume seu corpo e faz investidas para cima do Yukuri, ele não acha de todo ruim. Na verdade, quer se aproximar do Yukuri estando consciente das suas ações.
Um boys love de respeito
Literalmente, de respeito. Uma das coisas que eu mais me encantei em Ciúme cor de Raposa é como o consentimento é reforçado aqui.
Nada dos beijos forçados e relações problemáticas dos boys love antigos, aqui o determinante é a vontade dos dois de fazer acontecer.
Yukuri, nosso divo bissexual, deixa bem claro que não terá nenhum contato físico com o Akiha quando ele não estiver consciente. Ou seja, não importa o quanto a raposa implore, se não tiver o consentimento do Akiha, nem beijinho vai ter.
Consentimento | Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá
Inclusive, logo no começo do mangá, Yukuri dá um selinho surpresa em Akiha e ele mesmo pede desculpas depois. Ou, mesmo numa cena mais hot, quando os dois já estão envolvidos, Yukuri “fará coisas” somente se tiver a certeza de que é a vontade do Akiha, não apenas da raposa dentro dele.
Isso contrasta com o “antagonista” da história, que fica interessado em Akiha, mas ultrapassa os limites e força uma aproximação. Assim, fica nítida a posição de predador dele, totalmente diferente da relação consensual com Yukuri.
Impressões finais
Esse mangá é uma aula de romance. É fofo, engraçado, tem conflito, consentimento, tem hot, desenvolvimento da relação, enfim. Me encantei profundamente.
De qualquer forma, se eu tiver que citar alguma coisa, é que eu achei meio estranho o Yukuri ser um dos parentes distantes. Se ele é um primo em milésimo grau ou coisa parecida, não ficou claro. Porém, considerando todos os pontos positivos da história, é algo que dá pra relevar.
Então, se você tem mais de 18 anos e quer ler um boys love beirando a perfeição, corre ler Ciúme cor de Raposae se prepare para derreter o coração!
Mais de 25 anos após a estreia do anime na televisão, a distribuidora Paris Filmes divulgou o cartaz oficial de ONE PIECE O Filme. A produção chegará às telonas brasileiras em uma versão inédita totalmente dublada em português, dando início a uma maratona de três longas-metragens clássicos da franquia no cinema.
A iniciativa exibirá em sequência as primeiras produções cinematográficas do Bando do Chapéu de Palha, sempre acompanhadas por um curta-metragem especial exibido antes da atração principal.
Calendário de lançamentos e conteúdos extras
A distribuição nos cinemas nacionais foi organizada no seguinte cronograma de estreias:
17 de setembro – ONE PIECE O Filme: Luffy e sua tripulação saem em busca do lendário tesouro do pirata Woonan, precisando encarar a ameaça de Eldorago, um vilão usuário de Akuma no Mi. A exibição virá acompanhada do curta-metragem Carnaval De Dança Do Jango.
22 de outubro – ONE PIECE Aventura Na Ilha Espiral: Após o roubo do navio Going Merry e o sequestro de Nami por um bando rival, a tripulação precisa invadir uma ilha misteriosa para recuperar o que é seu. A sessão terá a exibição prévia do curta Mire! O Rei Do Beisebol Pirata.
03 de dezembro – ONE PIECE O Reino De Chopper Na Ilha Dos Animais Estranhos: Chopper se separa do grupo e vai parar em uma ilha repleta de criaturas exóticas, onde é aclamado como rei e precisa defender o local contra caçadores. A abertura da sessão contará com o curta Rei Do Futebol Dos Sonhos.
Vozes consagradas e equipe técnica
As produções contam com a direção de Junji Shimizu. No idioma original japonês, o elenco traz as vozes clássicas da animação: Mayumi Tanaka (Luffy), Kazuya Nakai (Zoro), Akemi Okamura (Nami) e Kappei Yamaguchi (Usopp).
Para a versão brasileira dublada, o projeto manteve a voz oficial dos personagens no país, reunindo Carol Valença (Monkey D. Luffy), Glauco Marques (Roronoa Zoro), Tati Keplmair (Nami) e Adrian Tatini (Usopp).
Para comemorar os 35 anos do lançamento de Akira nas telonas brasileiras, a Sato Company anunciou um evento especial para os fãs. O lendário longa-metragem dirigido por Katsuhiro Otomo terá exibições antecipadas em sua versão remasterizada em 4K no dia 9 de agosto de 2026, no Sato Cinema, localizado no tradicional bairro da Liberdade, em São Paulo.
O evento acontece mais de duas semanas antes do circuito comercial, permitindo que o público assista à nova cópia restaurada em tela grande antes da estreia oficial em todo o país, agendada para 27 de agosto.
O marco histórico do anime no Brasil
Lançado originalmente no Japão em 1988, Akira chegou aos cinemas brasileiros em 1991, fazendo história ao se tornar o primeiro anime exibido nas salas de cinema do país. A distribuição nacional foi realizada pela própria Sato Company, que agora celebra o legado de uma obra que marcou gerações e influenciou o cinema mundial e a cultura pop global.
A trama se passa em uma gigantesca metrópole chamada Neo-Tóquio e acompanha a história dos jovens Kaneda e Tetsuo. Após um acidente de moto envolvendo uma criança misteriosa, Tetsuo é levado por forças militares para instalações secretas, onde passa a desenvolver poderes paranormais descontrolados e a ser comparado à entidade conhecida como Akira.
Serviço e informações sobre as sessões
A exibição única acontece no próximo domingo com dois horários disponíveis na grade do cinema:
Data: 9 de agosto de 2026
Local: Sato Cinema
Endereço: Rua São Joaquim, 381 – Liberdade, São Paulo/SP
A plataforma de streaming KOCOWA+, especializada em entretenimento coreano com legendas profissionais em português, renovou seu catálogo com a chegada de quatro novos dramas coreanos. As novidades passeiam por histórias de suspense, vingança, comédia e reencontros amorosos.
Entre os destaques da seleção está o romance Amor no Cardápio, estrelado por Ha Seok Jin (O Caseiro) e por Ahn Hee Yeon (Hani, integrante do grupo de K-Pop EXID). O título aborda as decisões e sacríficos familiares que atravessam os relacionamentos.
Conheça as quatro novidades do KOCOWA+
Amor no Cardápio
A trama acompanha Kim Mu Jin e Ham Gyu Rim, dois jovens que se apaixonaram no passado, mas acabaram separados pelas circunstâncias. Oito anos mais tarde, o destino os reúne novamente, reacendendo antigas feridas e sentimentos que jamais desapareceram.
Status: Já disponível na plataforma.
Uma Esposa de Matar
Protagonizado por Gong Hyo Jin (O Sol do Mestre), o drama segue a história de Yoo Bo Na. Durante o dia, ela atua como funcionária de escritório, esposa e mãe. À noite, assume a identidade de Kingfisher, uma caçadora e assassina implacável que persegue criminosos impunes.
Estreia: Já disponível na plataforma.
A Armadilha do Desejo
Após ser vítima de uma falsa acusação de assassinato, Go Eun Seol perde tudo o que conquistou. Decidida a provar sua inocência e desmascarar os culpados, ela entra em rota de colisão com Cho Mi Ran, uma mulher ambiciosa que não medirá esforços para proteger seus interesses.
Estreia: 10 de agosto.
Vínculos de Família
A narrativa acompanha três mulheres marcadas por traumas: Na Ji Ni, culpada desde o nascimento por problemas familiares; No Yeong Ju, que viu a vida ruir após uma traição; e Na Se Ri, que esconde medos sob uma fachada perfeita. A morte do homem responsável por suas dores obriga o trio a se unir e encarar seus fantasmas.
Status: Já disponível na plataforma.
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O estúdio independente ProbablyMonsters anunciou oficialmente a data de lançamento de seu novo projeto original. O RPG de ação e aventura com temática gótica Crimson Moon será lançado no dia 1º de setembro de 2026 para PC (via Steam e Epic Games Store), PlayStation 5 e Xbox Series X|S, chegando ao mercado brasileiro pelo valor de R$ 74,99.
Com influências visuais do Alto Renascimento e foco na rejogabilidade, o título aposta em uma experiência de alta qualidade a um preço acessível, podendo ser jogado tanto individualmente quanto em modo cooperativo.
Veja o trailer abaixo:
Batalhas em Gildenarch e Edição Deluxe
Em Crimson Moon, os jogadores assumem o papel dos Nefilim, híbridos imponentes entre humanos e anjos encarregados de proteger a humanidade. A jornada se passa na cidade sombria de Gildenarch, onde os participantes enfrentam hordas de inimigos usando um sistema de combate que une precisão, brutalidade e evolução de habilidades.
Aqueles que cruzarem os três distritos da cidade enfrentarão chefes mundiais épicos para liberar a batalha final contra uma ameaça infernal.
Além da versão padrão, a desenvolvedora revelou a Edição Deluxe, que custará R$ 112,49 em todas as plataformas. O pacote inclui:
Acesso ao conjunto de Armadura Cerimonial;
Item cosmético para arma Machado dos Deuses;
Garantia de acesso a uma futura expansão de história do jogo.
“Criamos Crimson Moon como um RPG de ação e aventura intenso, mas acessível, que oferece uma experiência premium por um preço justo. Com uma direção de arte inspirada no gótico, suporte ao modo cooperativo e uma trilha sonora épica de metal, criamos algo realmente único para os jogadores”, destaca David Lesperance, gerente geral e diretor do jogo.
Trilha sonora original com grandes nomes do Heavy Metal
Um dos grandes destaques do projeto é o seu departamento sonoro. Liderada pelo compositor Chris Wilson e pelo gestor musical Steve Pardo, a equipe escalou artistas consagrados da cena do heavy metal para compor quatro faixas originais destinadas às lutas contra os chefes do jogo.
A lista de colaboradores conta com membros e músicos das bandas HEALTH, Ice Nine Kills (Ricky Armellino), Periphery (Misha Mansoor), Oni e o guitarrista Jared Dines. Prévias das músicas serão disponibilizadas nas redes sociais do estúdio antes da estreia do game.