A editora Nova Fronteira lança em fevereiro o box 101 Melhores Contos Clássicos de Crime, Mistério e Suspense, uma coleção de luxo em dois volumes de capa dura que reúne obras fundamentais da literatura policial. A coletânea traz autores que moldaram o gênero, como Edgar Allan Poe, Arthur Conan Doyle, G.K. Chesterton, Charles Dickens e Wilkie Collins.
Dois volumes, 1.776 páginas de literatura policial
O box é dividido em dois volumes complementares. O Volume 1 apresenta 54 contos com atmosfera clássica, incluindo algumas das primeiras histórias de crime e mistério da literatura de língua inglesa — entre elas, o célebre “A Carta Roubada”, de Edgar Allan Poe. O Volume 2 reúne 47 narrativas de abordagem mais moderna, com temas psicológicos, sociais e políticos, além de vozes do Brasil e do exterior.
Ao todo, são 1.776 páginas organizadas em um formato de 15 x 6 x 23 cm, pensado tanto para leitores já familiarizados com o gênero quanto para quem deseja ingressar no universo da ficção policial.
Organização assinada por especialista do mercado editorial
A coletânea foi organizada por Janaína Senna, responsável pelo catálogo nacional da Ediouro e com mais de 20 anos de experiência no mercado editorial brasileiro. Doutora e pós-doutora em Letras, ela já trabalhou com inéditos de Rubem Fonseca, Carlos Heitor Cony e Laurentino Gomes, além de atuar na fixação de textos de Mário de Andrade e Guimarães Rosa.
A Blizzard Entertainment confirmou a chegada da colaboração entre Overwatch e o Projeto YoRHa, disponível no jogo até 23 de março de 2026. O evento traz cinco skins Lendárias inspiradas nos personagens do universo de NieR: Automata, além de uma Central de Evento exclusiva com desafios e recompensas.
As cinco skins da colaboração
O crossover transforma heróis do Overwatch em unidades androides e máquinas humanoides do universo YoRHa. As transformações são Kiriko como 2B, Wuyang como 9S, Vendetta como A2, Mercy como Comandante White e Lifeweaver como Adam.
Os visuais Lendários estão disponíveis em diferentes ofertas dentro do jogo.
Central de Evento e desafios exclusivos
Além das skins, a colaboração inclui uma Central de Evento dedicada, com desafios especiais e recompensas a serem conquistadas pelos jogadores durante o período do evento.
Como acessar
A colaboração Overwatch x Projeto YoRHa já está ativa e segue disponível até 23 de março. Os jogadores podem acessar o evento diretamente pelo jogo e conferir todas as ofertas e desafios disponíveis. Para mais informações sobre a colaboração, acesse o blog e encontre materiais no Gamespress. Confira também os perfis oficiais de Overwatch do Brasil no Instagram, X, YouTube e Facebook.
A banda japonesa GALNERYUSestá confirmada no Anime Friends 2026. O grupo se apresenta no dia 3 de julho, sexta-feira, durante o AF Festival — data dedicada aos shows de metal da edição, com início às 11h e encerramento às 23h.
Na mesma noite, o público poderá acompanhar também as apresentações de HANABIE. e MUCC.. Os ingressos já estão disponíveis.
Primeira vez no Brasil
A apresentação marca a estreia do GALNERYUS em território brasileiro, tornando o evento um marco para os fãs de power metal japonês no país.
“O Anime Friends sempre busca proporcionar experiências únicas para os fãs da cultura pop asiática, e a presença do GALNERYUS reforça esse compromisso. É uma banda muito aguardada por quem acompanha trilhas e artistas ligados ao universo dos animes”, afirma Juliano Aniteli, CEO da Maru Division.
Quem é o GALNERYUS
Fundado em 2001, em Osaka, pelo guitarrista Syu, o GALNERYUS é um dos principais nomes do power metal japonês. Com mais de duas décadas de carreira, o grupo combina técnica apurada, influências neoclássicas e arranjos de grande impacto.
Desde 2009, os vocais são de Masatoshi Ono, conhecido também por interpretar músicas do universo dos animes — entre elas “departure!”, tema de abertura de Hunter × Hunter.
Ligação com os animes
Além da carreira no metal, o GALNERYUS tem forte presença nas trilhas sonoras de produções japonesas. A banda assinou faixas como “HUNTING FOR YOUR DREAM”, encerramento de Hunter x Hunter, e “A FAR-OFF DISTANCE”, de Rainbow: Nisha Rokubou no Shichinin, entre outras músicas presentes em Mnemosyne e Donten ni Warau.
Em 2012, o álbum Angel of Salvation representou um dos pontos altos da trajetória do grupo, conquistando destaque nas paradas japonesas e ampliando o reconhecimento internacional da banda. Desde então, o GALNERYUS mantém agenda constante de lançamentos e turnês.
Após 24 anos de carreira consolidada, a banda japonesa de Rock Visual kei, the GazettE, comunicou no dia 10 março de 2026, a demissão/expulsão do guitarrista AOI após conflitos internos.
A seguir, confira o comunicado oficial da banda:
A todos que permanecem nos acompanhando,
Gostaríamos de comunicar um aviso relevante a todos que deram suporte ao the GazettE.
Deliberamos pela exclusão do guitarrista Aoi do grupo, optando por trilhar rumos distintos de agora em diante.
Lamentamos profundamente por transmitir informações tão inesperadas àqueles que ansiavam por nossos próximos projetos.
Este cenário teve início quando Aoi se retirou unilateralmente dos compromissos da banda e adotou comportamentos que prejudicaram lançamentos e turnês já programados, além de condutas reiteradas que abalaram a credibilidade interna.
Na tentativa de preservar o the GazettE, buscamos insistentemente estabelecer um diálogo direto com ele. Contudo, todos os nossos apelos foram rejeitados, e o contato acabou restrito a comunicações via seu porta-voz.
Nesse intervalo, obrigações que deveriam ter sido honradas foram negligenciadas. Além disso, surgiram declarações recusando a presença em concertos — o que compromete diretamente o vínculo de confiança com nossos admiradores — somadas a exigências financeiras recorrentes que não tínhamos como acolher de forma razoável.
Adicionalmente, dados que não correspondiam à realidade foram divulgados externamente sem nossa autorização, e tópicos sensíveis sobre um integrante falecido foram abordados de maneira que julgamos totalmente descabida.
A conjuntura evoluiu para um nível que não poderíamos negligenciar, envolvendo inclusive apreensões sobre sigilo de informações.
Diante de um quadro que colocava em risco a sobrevivência do GazettE, tanto os músicos quanto a equipe enfrentaram um enorme desgaste psicológico. Após uma análise minuciosa, decidimos que seria inviável seguir compartilhando o mesmo propósito e dividindo o palco.
Sobre nossas ações futuras, pretendemos seguir adiante sem pausas. Em relação ao material previamente anunciado, faremos uma reavaliação e traremos mais esclarecimentos assim que o planejamento for consolidado.
Seguimos comprometidos em preservar nossa trajetória e em entregar música a todos que prezam e incentivam o the GazettE.
10 de março de 2026
Integrantes do the GazettE
Por fim, apesar de todos os últimos acontecimentos, os 3 membros remanescentes afirmam que vão continuar a fazer shows e também a produção de um novo álbum.
Você conferir a nota oficial publicada no site da banda clicando aqui.
A Netflix transformou mais uma vez a Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, em cenário de aventura para os fãs de One Piece: A Série – Rumo à Grand Line. Desta vez, é a icônica baleia Laboon que emerge nas areias cariocas para anunciar que a tão aguardada segunda temporada chegou ao streaming nesta terça-feira, 10 de março.
Estivemos por lá no último sábado (7), e registramos o público em peso na orla. A instalação segue aberta ao público até 14 de março, na altura da Av. Princesa Isabel, entre as barracas 44 e 45, e funciona diariamente das 10h às 17h, com entrada gratuita.
Uma experiência para dentro e fora da baleia
A ativação vai além de uma simples escultura: os visitantes podem explorar o interior e o exterior do Laboon em uma experiência imersiva que traz à vida um dos personagens mais emocionantes da saga criada por Eiichiro Oda.
Quem passar por todas as ativações internas da baleia ganha um cartaz personalizado de “Procura-se” — com nome e foto — inspirado nos originais da série. Esta é a segunda vez que One Piece ancora em Copacabana, consolidando a praia carioca como ponto de encontro dos Nakamas brasileiros.
A série é baseada no mangá de Eiichiro Oda, o mais vendido da história do Japão, com mais de 100 volumes publicados e 500 milhões de cópias vendidas no mundo. Desde sua estreia em 2023, a produção acumula números expressivos: ficou oito semanas no Top 10 Global, alcançou o primeiro lugar em mais de 75 países e se tornou a primeira série em língua inglesa da plataforma a estrear em 1º lugar no Japão. Com quase 100 milhões de visualizações, está entre as produções mais assistidas e baixadas de todos os tempos na Netflix.
A segunda temporada (já disponível) é co-showrunneada por Matt Owens e Joe Tracz. A terceira temporada, já confirmada, fica a cargo de Tracz e Ian Stokes. A produção executiva conta com a participação do próprio Oda, da Tomorrow Studios e da Shueisha.
SERVIÇO — Laboon em Copacabana
Local: Praia de Copacabana – RJ (altura da Av. Princesa Isabel, entre as barracas 44 e 45) Período: 6 a 14 de março de 2026 | Horário: 10h às 17h | Entrada gratuita Mais informações: www.visitelaboon.com
A Next Level confirmou a realização da NEXT Pijama Party, evento de K-pop com edições em São Paulo, Porto Alegre e Goiânia durante o mês de abril. As atrações principais são Hyelin, integrante do grupo sul-coreano EXID, e o DJ e produtor DJ Jason.
As atrações
Hyelin é reconhecida como um dos principais vocais da segunda e terceira geração do K-pop. Além da carreira com o EXID, ela acumula habilidades como violino, atuação e dança, e atualmente também desenvolve uma carreira solo como DJ.
DJ Jason é DJ e produtor sul-coreano com passagens por clubes e festivais na Coreia do Sul e em toda a Ásia. Seu trabalho transita por K-Pop, EDM e Hip-Hop, cobrindo desde a composição até a mixagem e masterização. Ele também é fundador da OMNISOUND Entertainment, agência voltada ao desenvolvimento de novos DJs e à produção musical.
O line-up conta ainda com os DJs Brian, Mike Fly e Rupp.
Conceito e programação
O evento tem proposta lúdica inspirada em uma grande festa do pijama. O dresscode é livre, mas a organização incentiva produções temáticas. Além das performances musicais, a programação inclui cover dance, pepero game, guerra de travesseiro e distribuição de algodão doce. A classificação é 18+.
A edição de São Paulo será open bar. Nas demais cidades, o formato segue sem essa inclusão.
São Paulo — 18 de abril (Open Bar) Vip Station | R. Gibraltar, 346 – Santo Amaro | 22h às 6h. COMPRE AQUI.
Porto Alegre — 24 de abril Uptown Club | Av. Venâncio Aires, 240 – Cidade Baixa | 22h às 5h. COMPRE AQUI.
Goiânia — 25 de abril Sol Nascente | Av. Eurico Viana, 4820 – Lot. Mansões Goianas | 22h às 5h. COMPRE AQUI.
Tales of Berseria marcou uma geração de fãs da franquia Tales quando chegou em 2017. Com uma narrativa mais sombria do que o habitual e uma protagonista movida por vingança, o jogo rapidamente conquistou espaço entre os JRPGs mais lembrados da década.
Agora, com Tales of Berseria Remastered, a aventura retorna para as plataformas atuais trazendo melhorias técnicas básicas, suporte a hardware moderno.
Mas será que esse retorno faz jus ao legado do jogo original?
Combate rápido e sistema de batalha viciante
A base da jogabilidade permanece praticamente intacta — o que, na prática, é algo positivo. O sistema de combate em tempo real continua sendo um dos maiores destaques do jogo.
Os confrontos acontecem em arenas abertas onde o jogador pode encadear combos, alternar habilidades e explorar fraquezas elementais dos inimigos. Velvet Crowe, a protagonista da história, possui um estilo de luta agressivo e extremamente fluido, permitindo sequências de ataques rápidos e devastadoras.
O sistema Soul Gauge continua sendo o coração do combate, determinando quantas ações o jogador pode executar antes de precisar reposicionar ou recuperar recursos. Esse equilíbrio entre ofensiva constante e gerenciamento estratégico mantém as batalhas sempre dinâmicas.
Mesmo anos após o lançamento original, o combate ainda se mantém moderno, responsivo e extremamente satisfatório.
Imagem DIvulgação
Narrativa sombria e personagens memoráveis
Um dos grandes diferenciais de Berseria sempre foi sua história. Em vez do típico herói salvando o mundo, o jogo coloca o jogador no papel de alguém movido por vingança.
Velvet é uma protagonista marcada por trauma e ódio, e sua jornada explora temas como justiça, moralidade e sacrifício. Ao longo da campanha, o jogador encontra personagens igualmente complexos, formando um grupo improvável que se desenvolve bastante ao longo da narrativa.
A química entre os personagens é reforçada pelos tradicionais Skits, pequenos diálogos opcionais que expandem a personalidade do elenco e adicionam momentos de humor e reflexão.
Para quem aprecia histórias mais maduras dentro do gênero, Berseria continua sendo um dos capítulos mais interessantes da franquia.
Imagem DIvulgação
Trilha sonora e ambientação
A trilha sonora mantém o padrão de qualidade da série, misturando composições épicas com momentos mais introspectivos que acompanham bem o tom da narrativa.
Um destaque especial vai para a música de abertura “BURN”, interpretada pela banda japonesa FLOW. A faixa é usada na introdução do jogo e combina perfeitamente com a atmosfera intensa da história de Velvet, trazendo uma energia que prepara o jogador para a jornada de vingança que se inicia logo nos primeiros minutos.
A música foi lançada originalmente como parte do single “Kaze no Uta / BURN” em 2016 e acabou se tornando uma das aberturas mais lembradas da franquia Tales.
Para celebrar o jogo e a música, a banda também re-gravou um videoclipe especial de “BURN”, reforçando a ligação entre o grupo e o universo de Berseria.
As cidades, templos e paisagens marítimas continuam oferecendo uma ambientação agradável para exploração. Mesmo sem grandes mudanças visuais nesta nova versão, o estilo artístico do jogo ainda se sustenta bem.
O problema do remaster
Apesar de trazer o jogo para as plataformas atuais, Tales of Berseria Remastered apresenta pouquíssimas melhorias visuais perceptíveis em relação à versão original de 2017.
Texturas, modelos e iluminação permanecem praticamente iguais. Em muitos momentos, a sensação é simplesmente de estar jogando a mesma versão antiga rodando em hardware mais recente.
Imagem DIvulgação
Ou seja: o remaster funciona bem tecnicamente, mas não entrega o salto visual que muitos esperavam.
Conclusão
Tales of Berseria continua sendo um excelente JRPG, com uma história marcante, personagens memoráveis e um sistema de combate extremamente divertido.
Esta nova edição facilita o acesso ao jogo nas plataformas atuais e adiciona a importante localização em português, o que certamente amplia seu alcance.
Por outro lado, como remaster, ele acaba sendo conservador demais, trazendo poucas melhorias perceptíveis em relação à versão de 2017.
Ainda assim, para quem nunca jogou ou deseja revisitar essa história, continua sendo uma experiência que vale a pena.
O anúncio do retorno a Kanto em Pokémon FireRed & LeafGreen (FRLG) traz mais do que apenas nostalgia; traz uma oportunidade de revisitarmos as raízes do que viria a se tornar o Pokémon VGC (Video Game Championships).
Com efeito, embora o formato oficial de “Doubles” como conhecemos hoje só tenha se consolidado anos depois, foi na terceira geração que o DNA competitivo de Pokémon foi reescrito.
O Cenário Competitivo na Época (2004-2005)
Quando FRLG chegaram ao Game Boy Advance, o mundo competitivo era “tudo mato”. Sendo asim, aqui estão os pontos principais que definiam as batalhas naquela era, especialmente na região de Kanto.
1. A Revolução das Abilities e Natures
Embora tenham surgido em Ruby & Sapphire, foi em FRLG que vimos os Pokémon clássicos de Kanto ganharem personalidades mecânicas. Ver um Arcanine com Intimidate ou um Gengar com Levitate mudou completamente a forma como montávamos times. Antes, um Pokémon era apenas seus status e tipos; a partir daqui, ele passou a ter uma função tática passiva.
2. Sem Divisão Físico/Especial
Este é o choque mais comum para jogadores modernos. Em FRLG, o tipo do ataque determinava a sua categoria (Físico ou Especial), e não o golpe em si.
Especial: Fire, Water, Grass, Electric, Ice, Psychic, Dragon, Dark. Físico: Normal, Fighting, Flying, Poison, Ground, Rock, Bug, Ghost, Steel. Isso significava que um Shadow Ball de Gengar era físico (mesmo ele sendo um atacante especial primário) e um Fire Punch de Hitmonchan era especial. Dominar essa lógica era fundamental em batalhas no continente de Kanto.
3. O Nascimento do Formato Doubles
O VGC oficial começa em 2008, mas as sementes já foram plantadas. Torneios como o Pokémon Journey Across America (2006) já utilizavam o formato de Batalhas em Dupla. FRLG introduziu monarcas que dominariam o cenário por décadas, como o suporte de Clefable e o poder ofensivo de Tauros e Snorlax.
No fim das contas, jogar FireRed e LeafGreen hoje é mergulhar na história do que a gente ama. É muito massa ver como tudo começou e como essas regras “das antigas” moldaram o jeito que a gente joga VGC até hoje. Falando nisso, Kanto segue relevante, não só nostálgico. Por isso, no próximo texto, vamos trocar uma ideia sobre como essa jornada pode te dar uma força no competitivo atual, especialmente enquanto não liberam o HOME. Fica de olho!