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Conexão global e essência utaite | Entrevista exclusiva com o fenômeno japonês Ado

ado entrevista
Imagem Divulgação

Em 2025, escrevemos duas matérias sobre esse ícone mundial que é a Ado. Em julho pudemos assistir uma apresentação sem igual nos cinemas e em agosto foi a vez do Brasil receber a gyaru de todos nós pela primeira vez, numa turnê mundial que marcou um ponto crítico na história de sua carreira.

Agora, chegou a vez do Suco de Mangá trocar uma ideia com a própria Ado! Quem a acompanha vê que, mesmo sendo um talento vocal extraordinário, seu charme como artista vem justamente do fato dela ser gente como a gente. Ela tem seu vlog, faz uma live ou outra cantando Uma Musume no Minecraft ou entregando o peak do entretenimento com Silent Hill f, rendendo vários registros de ouro pela comunidade.

E essa proximidade beira o desconcertante! Ado é ao mesmo tempo um dos maiores talentos da última década, uma monstruosidade nos palcos… e uma pessoa tão comum quanto é qualquer amigo otaku nosso. Com seus trejeitos, suas inseguranças e suas esperanças num mundo incerto, onde a magia do entretenimento se apresenta como uma salvação para sobreviver ao dia seguinte.

Cientes disso e das conquistas mais recentes de sua carreira, trocamos estas perguntas e respostas com a Ado, que você confere a partir de agora!


SUCO: É uma honra imensa poder falar com você! Pode nos contar um pouco sobre a experiência de ter tocado no Zipangu Festival, na Califórnia?

Ado: Dessa vez tive a oportunidade de performar num festival chamado “Zipangu” em Pasadena, na Califórnia. Foi minha primeira vez num festival exclusivo com artistas de j-pop e fiquei muito feliz de ver tanta gente comparecendo! Também me senti muito grata por poder ter a honra de encerrar o festival. A visão do público vista do palco foi tão comovente que até agora mesmo agora eu continuo sem palavras… quero muito ver como o Zipangu Festival vai crescer e seguir no futuro.

SUCO: Seu gosto pelos hambúrgueres do In-N-Out já é um fato bem famoso. Mas e quanto as redes japonesas? Quais lanchonetes do Japão moram no seu coração?

Ado: Kura Sushi. Pode ser um exagero, mas quase dá pra dizer que metade da minha vida foi salva pelo Kura Sushi. Toda hora que eu me sinto mal, eu vou em um Kura Sushi, relaxo, aproveito… e ainda faço isso aos 23 anos. Espero mesmo que todos possam ir no Kura Sushi sempre que puderem. Uma das melhores coisas daquele lugar é poder experimentar tudo quanto é tipo diferente de sushi.

Aliás, acho que muita gente quer provar ramen quando chega no Japão, mas se você pegar uma tigela cheia de ramen, só isso te deixa cheia. Lá no Kura Sushi você tem porções de ramen na medida certa, com caldo de shoyu, frutos do mar e miso. Dá pra curtir um ramen com sushi e as sobremesas são deliciosas, então eu realmente recomendo a qualquer um! Eu sinto que tenho que falar desse lugar sempre que posso. A loja deles em Los Angeles me salvou demais, muito obrigada.

SUCO: Ao mesmo tempo que você tem um lado pessimista, a energia que você exala ao longo de sua carreira dá a impressão completamente oposta para qualquer um que te vê ao vivo. Como você descreveria esse contraste?

Ado: Tendo a ficar pessimista porque sempre estou me comparando a outras pessoas, ou sinto que a pessoa que quero ser está longe daquilo que sou, a tal ponto que fico deprimida e penso “Por que sou assim?”.

Mas quando estou no palco, eu me sinto livre. É o único momento onde sinto que consigo ser a pessoa que quero ser. Acho que é exatamente isso que me dá energia nos shows.

SUCO: Sobre o livro “Vivarium: Ado e Eu”. Qual é a sensação de ter a história de sua vida publicada em livro?

Ado: Quando paro e penso, acho fascinante saber que minha vida viraria um livro. Não acho que alguma vez eu tenha tentado esconder quem sou, mas para falar de um evento, você tem que contar o que aconteceu antes que levou a isso e assim por diante. Acaba virando algo complicado e acho que é até natural, já que a vida em si é complicada. Para mim, todas essas coisas são parte importante que fizeram de mim o que sou hoje. Ao compartilhá-las, espero poder dar a oportunidade das pessoas entenderem minha identidade com mais profundidade.

Vivarium: Ado e Eu
Capa / Vivarium: Ado e Eu

SUCO: E sobre a música lançada para o livro, a “Vivarium”, a experiência de compor uma música foi tranquila ou as auto-críticas pesaram o processo?

Ado: Meus conflitos internos tiveram um peso enorme no processo criativo.

Eu sou um tanto perfeccionista, mas ao mesmo tempo, se eu me atrapalho no começo, caio rapidinho num ciclo de pensar “Ah, esquece” ou “Não levo jeito”. Posso ser um tanto difícil nessa parte. Por causa disso, eu me pressiono demais pensando “Eu tenho que compor uma boa música!”.

O livro já estava feito, e como sou uma cantora, queria expressar quem eu sou pela música e não apenas na forma de livro. Foquei tanto em achar um jeito de transformar meus sentimentos numa boa música que quase exagerei em fazer de mim algo mais sofisticada que sou, ou tentar coisas as quais não estava acostumada.

Teve vezes em que usei palavras ou frases indiretas que eu não usaria normalmente. Tentei escrever uma letra que soasse como eu, mas ao mesmo tempo, me senti na obrigação de fazer essa letra soar bonita. Tive muitos problemas com esses conflitos dentro de mim.

SUCO: Em agosto, os fãs latino americanos tiveram a oportunidade e o prazer de ver seu show pela primeira vez! Visto do seu ponto de vista, como você descreveria essa experiência?

Ado: Fiquei muito feliz! Haviam tantos, tantos fãs cheios de paixão na América Latina. E é tão longe do Japão que, pra ser sincera, jamais achei que teria a chance de visitar o continente. Poder conhecer pessoalmente a cultura latino-americana me deixou apaixonada e saí de lá com a certeza de que a América Latina é um lugar maravilhoso.

SUCO: O novo single “Monstruo” fará parte de um filme baseado em um mangá de futebol. Por favor, nos conte um pouco sobre essa música.

Ado: Essa música é tema de um filme baseado em BLUE LOCK e a primeira coisa que eu comentaria é a forte influência latina. Já cantei outras músicas com elementos latinos antes, mas não no nível dessa música, que abraça bem a sonoridade latina. Essa também foi a primeira vez que usei o espanhol nas letras. O próprio título, “Monstruo” é em espanhol. Espero que o pessoal da América Latina fique feliz em ouvir palavras familiares a eles na música.

Uma das ideias centrais para a história original é ser “egoísta”. Geralmente essa palavra não é usada de maneira positiva, mas em BLUE LOCK, ser egoísta significa perseguir o seu ego, vendo até seus colegas de time como rivais, com esses estudantes dando tudo de si contra tudo e todos para virar o melhor atacante do mundo.

É uma situação e um mindset que não se associa normalmente com o futebol, mas acho que tem algo nisso muito bacana em usar essa motivação egoísta para irem além dos próprios limites e correr em busca de seus sonhos.

Essa ideia egoísta de despertar o monstro dentro de si para realizar seus sonhos é algo que está na nova canção “Monstruo”.

SUCO: Por último, sua paixão pela cultura pop japonesa é algo realmente admirável. Como você mesma toca no assunto, surge uma dúvida fundamental: o que cultura significa para você?

Ado: Eu acho que cultura é algo que expressa o que há de distinto em um país. Não dá pra entender a fundo um país apenas pela língua ou pelas pessoas. A Coreia tem o k-pop, França tem sua cultura e o Brasil tem sua própria cultura. Ao experimentar essas culturas, as pessoas descobrem coisas que as fazem pensar, “Então é esse tipo de cultura que esse país tem”, e isso desenvolve um interesse pelo país.

Acho que quando os japoneses e seus artistas continuam a explorar e desenvolver nossa própria cultura, eles contribuem para a melhora do seu país. Ao valorizar e focar na nossa cultura, aspectos novos e interessantes do Japão podem emergir, dando mais motivos para as pessoas ao redor do mundo se interessarem pelo Japão.

Para mim, a cultura vocaloid, a cultura de cantores nascidos na internet conhecidos como utaite e a cultura construída pelos seus criadores na internet são extremamente importantes. Tem muita coisa interessante esperando para ser descoberta nessas culturas. É por isso que quero continuar dando apoio e carinho a eles.

ado monstruo capa
Ado / Monstruo

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O Suco de Mangá agradece imensamente à Ado pelo seu tempo e pelas respostas valiosíssimas nesta entrevista!

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Lagum abre shows do Maroon 5 no Brasil durante celebração de dez anos de carreira

lagum banda
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Dez anos depois de lançar “2026”, música que imaginava um futuro distante, a Lagum chega justamente ao ano que dá nome à faixa vivendo um dos momentos mais especiais de sua trajetória. A banda mineira, formada por Pedro Calais, Chicão, Zani e Jorge, será responsável pela abertura dos três shows do Maroon 5 no Brasil. As apresentações acontecem em São José do Rio Preto, no dia 6 de setembro, São Paulo, no dia 8, e Salvador, no dia 10. Os ingressos estão disponíveis pela Ticketmaster.

O convite ganha um significado ainda maior para os integrantes da Lagum, que cresceram ouvindo o trabalho do grupo norte-americano. Para Pedro Calais, vocalista da banda, a oportunidade trouxe lembranças da infância e de quando o primeiro álbum do Maroon 5 fazia parte de sua rotina. O músico destaca a influência do grupo em sua formação e celebra a possibilidade de dividir o palco com uma das bandas que ajudaram a inspirá-lo.

Convite representa um momento especial

Chicão, baixista da Lagum, também relembra a relação com o Maroon 5 e afirma que o convite representa um momento especial para a banda. Segundo ele, o grupo norte-americano foi uma das referências que despertaram seu interesse pela música e pela carreira como músico. A expectativa agora é aproveitar as apresentações para levar o som da Lagum a um público ainda maior.

A participação nos shows acontece em um momento marcante para a banda mineira, que celebra dez anos do lançamento de seu primeiro álbum. Para comemorar a data, a Lagum também prepara a turnê “Lagum em Todo Lugar”, que passará por dez cidades brasileiras e será produzida pela Live Nation. As apresentações ao lado do Maroon 5 funcionam como uma prévia do que os fãs poderão encontrar na nova turnê, além de ampliar o alcance da banda diante de milhares de espectadores.

Passagem antes do Rock In Rio

A passagem do Maroon 5 pelo Brasil acontece antes da apresentação do grupo no Rock in Rio, marcada para 12 de setembro. A turnê internacional “Love Is Like” reúne sucessos de diferentes fases da carreira da banda, que acumula três prêmios Grammy e diversos discos de platina.

Para a Lagum, os shows representam mais do que a abertura de uma apresentação internacional. Dez anos depois de imaginar um futuro chamado “2026”, a banda chega ao período previsto pela própria música celebrando uma década de carreira, novos projetos e a oportunidade de dividir o palco com um dos grupos que fizeram parte de sua formação musical.

O evento é realizado pela Live Nation Brasil.

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Além do Lacinho Rosa | O catálogo de Demi Lovato sem filtro Disney

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Demi Lovato passou boa parte da carreira tentando sobreviver à própria imagem. Enquanto o algoritmo insiste em prendê-la para sempre num acampamento de verão em Camp Rock ou numa coroa de plástico em Programa de Proteção para Princesas, a filmografia dela fora do império do Mickey é um estudo e tanto sobre intensidade, trauma processado em tempo real e um autodeboche que poucos artistas dominam tão bem.

A fase dramática na TV que você provavelmente esqueceu

  1. Prison Break (2ª Temporada, Ep. 4 – First Down)

  • O papel: Danielle Curtin.
  • O momento: 2006, pré-fama global, aparição do tipo “se piscar, perdeu” cruzando o caminho de T-Bag. O curioso não é a cena em si, é a distância entre essa adolescente qualquer de seriado policial e a Demi que, poucos anos depois, estaria cantando pro mundo inteiro em turnê própria — como se a indústria tivesse testado o produto em escala pequena antes de lançar a versão definitiva.
  1. Grey’s Anatomy (6ª Temporada, Ep. 22 – Shiny Happy People)

  • O papel: Hayley May.
  • O momento: o episódio mais citado da lista, e com razão. Ela interpreta uma adolescente diagnosticada com esquizofrenia que tenta arrancar os próprios olhos pra escapar de um ruído constante — até descobrirem que o problema é uma perfuração no ouvido interno, deixando-a ouvir a própria circulação sanguínea o dia inteiro. Rendeu People’s Choice Award aos 17 anos, e há algo quase premonitório em ver Demi, ainda tão jovem, interpretando alguém convencida de estar “louca” quando na verdade só estava sofrendo de um jeito que ninguém sabia nomear direito. A ficção, nesse caso, chegou primeiro.
  1. Will & Grace (11ª Temporada)

  • O papel: Jenny.
  • O momento: mãe de aluguel de Will, com um timing cômico adulto que não deve nada ao tom caricato das sitcoms teen que a formaram. É o tipo de participação pequena que só funciona porque a atriz já não está mais tentando provar nada a ninguém — o oposto exato da postura ansiosa dos papéis anteriores.

O salto para o cinema independente e a dublagem

  1. O drama independente: Tow (2025)

  • Direção: Stephanie Laing | Elenco: Rose Byrne, Octavia Spencer, Dominic Sessa.
  • O papel: Nova, moradora de um abrigo para pessoas em situação de rua.
  • Por que importa: selecionado para seleção oficial do Festival de Tribeca, o longa marcou o retorno de Demi à ficção dramática em cinema depois de seis anos fora das telas. Nada de vaidade aqui — é papel coadjuvante, sem arco de redenção pessoal, sustentando o filme de dentro pra fora em vez de roubar cena. Depois de uma carreira inteira sendo o centro de qualquer narrativa sobre si mesma, há algo quase radical em aceitar ser só mais uma peça funcionando bem dentro do conjunto.
  1. As animações fora do padrão

  • Os Smurfs e a Vila Perdida (2017): dá voz à Smurfette, injetando energia bem mais autônoma numa personagem que, por décadas, existiu só pra preencher a cota de “a única garota da vila”. A ironia de uma mulher que passou a vida sendo reduzida à própria imagem dublar justamente a personagem historicamente reduzida à própria existência feminina não passa despercebida.
  • Encantado (Charming, 2018): dubla Lenore, ladra cética que zomba de conto de fadas — o oposto quase cômico da própria trajetória de Demi dentro do universo Disney, que viveu (e sobreviveu) o conto de fadas por dentro. Também assinou a produção executiva da trilha.

A estreia na direção e o desmonte da narrativa

Child Star (2024) — Documentário (Hulu / Disney+)

  • A premissa: codirigindo ao lado de Nicola Marsh, Demi investiga os custos psicológicos e financeiros do estrelato precoce.
  • O elenco de entrevistas: conversas sem blindagem com Drew Barrymore, Christina Ricci, Raven-Symoné e outros ex-astros mirins.
  • O diferencial: a recusa ao papel de vítima perfeita. O documentário funciona quase como metalinguagem da própria carreira dela — a habilidade rara de dar uma entrevista admitindo que a entrevista anterior era só fachada, e fazer isso com autoironia suficiente pra convencer quem assiste em vez de simplesmente cansar. É o tipo de honestidade que só existe depois de já ter mentido sobre a própria vida em público repetidas vezes e ter aprendido, na marra, o preço disso.

O veredito

Fora do circuito de coroa de plástico e acampamento de verão, a trajetória de Demi Lovato no audiovisual revela algo mais interessante do que só “artista pop que também atua”: um estudo de caso sobre o que sobra de uma pessoa depois que a indústria já extraiu dela tudo o que queria extrair, e ela resolve usar o que sobrou pra contar a própria versão da história. Não é uma sobrevivência discreta. É sobrevivência com crédito de direção.

Turnê “It’s Not That Deep”

A cantora Demi Lovato traz sua turnê “It’s Not That Deep” ao Brasil. A apresentação acontece no dia 15 de setembro na Suhai Music Hall, em São Paulo. Os ingressos estão à venda pelo site www.ticketmaster.com.br.

A era “It’s Not That Deep” retoma o som dance-pop de álbuns anteriores de Demi, celebrando liberdade e desinibição. O projeto foi precedido pelos singles “Fast”, “Here All Night” e “Kiss” — este último deu origem ao título do álbum, com o verso “não é tão profundo assim, a menos que você queira que seja”.

Acompanhe Demi Lovato nas redes sociais: Instagram | TikTok | YouTube | X | Website

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Mega Man Dual Override apresenta primeiro gameplay

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Imagem divulgação (fonte: Capcom).

A Capcom revelou o primeiro trailer de jogabilidade de Mega Man: Dual Override durante a Gamescom Opening Night Live. O décimo segundo capítulo principal da franquia clássica de plataforma chegará ano que vem.

O novo vídeo apresentou a estrutura dos estágios, novos chefes e mecânicas inéditas de combate. Além disso, a apresentação confirmou o retorno de Proto Man como personagem jogável na campanha. Confira abaixo o trailer:

O hiato da série principal e o resgate da nostalgia

O lançamento de Mega Man: Dual Override interrompe um hiato que durava desde 2018, quando Mega Man 11 chegou ao mercado. Nos últimos anos, a Capcom focou a gestão da marca no relançamento de coletâneas, como, por exemplo, a recente Mega Man Star Force Legacy Collection.

Aliás, o novo trailer também trouxe piscadelas para a velha guarda da franquia. O Mestre Robô Astro Man, visto originalmente em Mega Man 8 (1996), fez uma aparição rápida. Esse detalhe sugere que outros chefes clássicos podem integrar o elenco de vilões do novo título.

Mecânicas de jogo: Sistema Override e Chips Personalizados

Em termos de jogabilidade, o grande destaque é o sistema Override. Essa função permite que os robôs aumentem temporariamente seus atributos tanto de força quanto de velocidade. No entanto, a mecânica exige uso estratégico. Quando o efeito acaba, o personagem sofre uma queda temporária de desempenho.

A personalização do herói ocorre por meio do sistema de Chips Personalizados. O jogador pode equipar habilidades adicionais em Mega Man e Proto Man, como disparos rápidos, bolhas de proteção, assim como a capacidade de pairar no ar.

Entre os novos chefes, a Capcom apresentou a Twinkle Girl. A personagem utiliza projéteis inspirados em fogos de artifício. Ao derrotar cada Mestre Robô, o jogador absorve suas armas especiais, que agora incluem um impulso aéreo no ataque carregado.

Em seguida a Capcom confirmou que o jogo já pode ser adicionado à lista de desejos nas lojas digitais. Para quem quer aquecer, diversos títulos da franquia estão em promoção temporária nas lojas do ecossistema da desenvolvedora.

A versão final de Mega Man: Dual Override será lançada oficialmente em 2027 para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch 2, Nintendo Switch bem como PC (via Steam, Epic Games Store e Microsoft Store).

Por fim, para mais detalhes sobre o game fique atento aqui no Suco e, (se quiser também) acesse o portal oficial clicando abaixo:

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E vocês, sucolinos e sucolinas? O que acharam do sistema de risco e recompensa do Override? Pretendem jogar com o Mega Man ou com o Proto Man em 2027? Deixem suas opiniões nos comentários!

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Onimusha: Way of the Sword ganha demo no Nintendo Switch 2

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Imagem divulgação (fonte: Capcom).

A Capcom apresentou novos trailers para Onimusha: Way of the Sword durante a apresentação da Gamescom Opening Night Live. Além disso, a demo do game recebeu novos conteúdos por meio de um patch e agora também está disponível no Nintendo Switch 2 e na Microsoft Store.

Confira o novo trailer “Os Desafios que Aguardam” de Onimusha: Way of the Sword abaixo:

Esse novo trailer exibiu primeiramente confrontos contra os chefes Ifuu e Burai, que utilizam ataques de vento e trovão. O vídeo também mostrou o duelo entre nosso prota Miyamoto Musashi e o vilão Dokyo. Além disso, a divulgação revelou os primeiros trechos de jogabilidade com a forma Oni totalmente desperta do protagonista.

Demo de Onimusha: Way of the Sword e a nova missão

O principal destaque do teste atualizado é a adição de uma segunda missão jogável. A fase se passa no Refúgio Oni. Este cenário introduz novos elementos de história e mecânicas adicionais de combate.

Confira abaixo o trailer desse nosso trecho:

Ao final do estágio, os jogadores enfrentam o chefe Daidara. O progresso obtido na demonstração não é em vão. Quem mantiver os dados salvos no console ou PC receberá o amuleto “Kubi Akari” na versão final do game.

A estratégia da Capcom para o lançamento em setembro

A liberação da demo no Switch 2 faz parte da etapa final de divulgação do título. O jogo chega às lojas no dia 4 de setembro de 2026. A expansão da demonstração para mais plataformas permite que a desenvolvedora teste o desempenho nos sistemas atuais.

Abaixo, resumimos o conteúdo disponível em cada edição em pré-venda:

  • Edição Padrão: Inclui o jogo base e os bônus de pré-venda (skin de espada “Maldição Selada” e amuleto “Komainu”).
  • Edição Deluxe: adiciona cosméticos extras e amuletos exclusivos para Musashi.
  • Edição Premium Deluxe: inclui todos os itens da Deluxe, trajes adicionais para os aliados e a trilha sonora digital.

Com o lançamento próximo, a demonstração serve como um teste prático de desempenho para os jogadores antes de realizarem a compra.

Por fim, a versão final de Onimusha: Way of the Sword será lançada oficialmente para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC (via Steam, Epic Games Store e Microsoft Store).

Ficou interessado? Então clique abaixo e escolha sua versão e plataforma:

Site oficial

E vocês, sucolinos e sucolinas? Pretendem testar a nova missão da demo no Switch 2 ou vão esperar as análises da versão final em setembro? Deixem suas opiniões nos comentários!

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Além da vida | A jornada da ceifadora em “Grim Trials”

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A morte nunca é o fim e em Grim Trials ela é o inicio da jornada de Avelin que é recrutada para se tornar uma ceifadora. Você Sucogamer que ama um hack n’ slash rogue–like deve mergulhar de cabeça ao som de Grim Trials que chama a adrenalina e a endorfina de vencer seus inimigos ao som do mais puro heavy metal. Está pronto para a jornada?

A Academia de Ceifadores

A queda de Avelin não é apenas uma coisa cotidiana, ela é escolhida para ser uma Ceifadora. Então você vai encontrar mentores na Acadêmia de Ceifadores, onde você vai descobrir aos poucos as mecânicas de Grim Trials, obter as missões e conhecer cada vez mais os personagens dessa saga.

Grim Trials convida você a enfrentar arenas de forma hexagonal onde inimigos tentarão derrota-lo, mas a vitória permite coletar recursos e suas almas. As almas permitem que você adquira Pontos de Alma que exploram habilidades pessoais e dos seus equipamentos, garantindo assim que aos poucos você molde um estilo de jogo que você goste.

Então explore as missões secundárias com Pytra, o fogo da Forja, Milyun, o tecelão dos equipamentos, e Ivanya, a bruxa das poções. Cada um deles com suas motivações vão abrir o leque de habilidades e apoio durante sua jornada. Avelin sempre tem uma arma corpo-a-corpo e uma besta carregada em mão para disparar virotes a longa distância, e com a mecânica de conjunto dos equipamentos você pode aumentar o dano da besta, ou a eficácia de poções ou aumento do ganho de Fervor para ataques especiais.

Dentre outros personagens que também vão lhe ajudar no momento oportuno, seu guia e mentor John é quem estimula a você seguir a frente e enfrentar a Arena de Desafios que vai testar suas habilidades e enfrentar os grandes pecados afim de te deixar mais próximo a um ceifador de verdade. Além de diálogos que trazem uma grande reflexão sobre a vida e que me deixou bem pensativo sobre. Verdadeiramente é muito bom a evolução do jogo com o tema muito importante, nossa vida!

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Desafio é a realidade

Sobre as mecânicas de jogo, é bem simples, você tem seus ataques normais, um especial que enche conforme você enche de porrada as criaturas da arena, um dash para esquivar e também serve para acelerar a movimentação. Grim Trials vai testar padrões e você vai adaptar a eles, porque conforme você avança as arenas em busca do chefe, os inimigos vão ficando mais fortes e com mais habilidades.

A arena também contêm armadilhas que com seu impulso, você sempre pode tomar um dano indesejado em uma investida ou desviada realizada. Mas o que torna o imprevisível é a criação de cada mapa, por mais que tenha um padrão do posicionamento dos inimigos é a forma que qual lado do hexágono vai abrir e o que lhe espera na próxima sala. E sua vida é muito importante, pois morrer significa voltar a academia, receber as almas coletadas da tentativa e reiniciar novamente a exploração em um mapa gerado.

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A criação de itens apresenta uma mecânica interessante: a de ranque de criação. De obra-prima à inferior, ela determina valor das características que são geradas, por exemplo a obra prima receberá o maior valor possível enquanto a inferior a menor, e a intermediária roda ali na média. Mas a forma de criar uma obra prima é você ter a acurácia perfeita nos Quick Time Event durante a forja, com o tempo você pega a manha.

Mas e o rogue-like? Toda vez que você limpa uma sala com inimigos você recebe uma Benção Divina, ela pode ser relacionada a sua investida, a ataques de curta ou longa distância, uma bonificação de poder ao entrar em uma nova arena, ou até mesmo cura. Então escolha aquilo que faz sentido ou que você que ter como estratégia para a tentativa a qual se encontra! E suas escolhas podem transformar as batalhas contra o chefe de cada desafio num mamão com açúcar, ou criar uma experiência única.

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Os Pecados Capitais e a ascensão

O belo trabalho da equipe da Glory Jam se mostra entre o colorido das artes em um tema profundo e o acompanhamento sonoro da banda Sigmun, que tem em sua bagagem um estilo gloom e doom metal, que acelera a batida no mais puro heavy metal dando adrenalina ao combate e as viradas decisivas durante as lutas contra os chefes. Grim Trials vai testar seus reflexos e a dificuldade é uma chave para você aprender o jogo. Mortes acompanham a questão de progressão de suas habilidades e de almas previamente coletadas.

Enquanto você não encontrar a sua formula perfeita e que os deus das habilidade da arena sorriem em seu favor, encare tudo como desafio mortal. As missões secundárias são essenciais para criar um conforto enquanto elas te dão as receitas para novos conjuntos e testes. Nesse ponto eu acho que os conjuntos poderiam ser liberados de forma total e não individual para que houvesse a ideia de testes durante a arena já criasse novas estratégias. Não há várias opções de armas como outros jogos do gênero, além da foice, machado e marreta o que pode deixar alguns fanáticos desapontados, mas elas são bem equilibradas entre si.

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O que eu acho que pode ser um incomodo é sempre ter que voltar a academia para entrar novamente no desafio da arena. Entendo que é para computar a as almas coletadas e dar uma chance de investigar se tem uma missão nova disponível e somente ali você pode alterar e colocar pontos na sua arvore de habilidades. Dado que o replay do jogo fica somente para comprar todas as habilidades e o desafio dos chefes sem os bonus das Bênçãos Divinas na área chamada Torre do Relógio, essa que poderia ser disponível desde quando derrota o primeiro chefe, e não atrás da sequencia de missões secundárias.

Se você gostou do que leu por aqui e de qualquer forma é fã de Hack ‘n Slash com elemento rogue-like como um Hades, por exemplo, Grim Trials entra na sua lista de jogos a se jogar! O desafio é ótimo e realmente é forte a leitura e o enredo do jogo. Disponível para Steam, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 5, Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 você poderá ver o desfecho do treinamento de Avelin e o que a vida após a sua morte tem a revelar. Grim Trials tem localização em português brasileiro para você não perder nenhum detalhe de enredo e de suas habilidades, então colete almas ceifador!

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38ª edição do Campinas Anime Fest agita o Liceu Salesiano em agosto

38 campinas anime fest
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Os fãs de anime, games, cosplay e cultura pop do interior paulista já têm data marcada para o próximo encontro. No domingo, 30 de agosto de 2026, o Liceu Salesiano recebe a 38ª edição do Campinas Anime Fest (CAF), trazendo uma programação completa dividida entre palcos temáticos, concursos e presença de quadrinistas no Artist Alley.

O evento contará com atrações simultâneas ao longo do dia nos palcos Anime Fest e Fan Expo, além de sessões exclusivas de fotos e palestras com convidados especiais.

Programação dos Palcos

Palco Anime Fest (Dança, Cosplay e Games)

  • K-Pop:

    • 11:00: Dança Livre

    • 12:00: Apresentações Solo, Duo & Trio

    • 13:00: Etapa Circuito

    • 14:00: Random Play Dance

  • Cosplay:

    • 14:45: Desfile Cosplay

    • 16:00: Desfile Mirim

    • 16:30: Etapa Circuito Cosplay

  • Just Dance:

    • 17:45: Concurso Just Dance

Palco Fan Expo (Palestras, Painéis e Karaokê)

  • 11:30: Karaokê Livre

  • 12:00: Concurso de Karaokê

  • 13:00: Quem é esse Anime Mon? – Palestra com Rafa (Canal Qualquer Coisa) (Fotos às 14h)

  • 14:00: Helluva Boss e o Universo Indie – Painel com os dubladores (Fotos às 15h)

  • 15:00: O Mundo Fantástico dos VTubers – Palestra com Mii Reis (Fotos às 16h)

  • 16:00: Mistérios, Terror e Jogos! – Palestra com Eu Hipe (Fotos às 17h)

Destaques do Artist Alley

O tradicional espaço dedicado aos quadrinhos e ilustrações autorais contará com a presença confirmada de artistas independentes como Lil Curto e Giovana Blankenburg, que estarão expondo artes exclusivas, prints e produtos temáticos durante todo o evento.

Serviço

  • Evento: 38ª Edição do Campinas Anime Fest

  • Data: 30 de agosto de 2026 (Domingo)

  • Local: Liceu Salesiano – Campinas/SP

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Harajuku Core em estado puro e a estreia avassaladora do Hanabie no Brasil

hanabie anime friends 2026
Foto: @sucodm / Eriki

Se na nossa matéria sobre a apresentação do MUCC achamos um momento aqui e ali de peso e headbang, o que veio a seguir para fechar a noite de sexta-feira do Anime Friends foi uma hora inteira de pura intensidade, mosh atrás de mosh e quatro moças com fofura e firmeza sonora de sobra! Assim podemos dizer em poucas palavras o que foi a estreia do Hanabie no Anime Friends 2026.

O Hanabie é um quarteto formado por Yukina (vo.), Matsuri (gui. & vo.), Hettsu (ba.) e Chika (dr.). Seu som está ali na linha do metalcore, mas o que pega de único nesse grupo é a imersão da banda na cultura pop japonesa. Pois vale lembrar que não é todo mundo no Japão que é otaku dos pés à cabeça como muitos são no exterior. Ser otaku é ser esquisito em qualquer lugar do mundo. Mas parte da alegria de viver nessa comunidade mora na atitude libertadora de abraçar essa esquisitice e ser feliz com o que ama, como é bem notável no caso louvável dos garotos do Real Akiba Boyz!

E isso é verdade não só no conceito do Hanabie como um todo, como na Yukina em especial! Para ilustrar isso, basta ver a reação de alegria da vocalista quando perguntamos, na coletiva de imprensa, se alguns exemplos de bandas de anime a influenciaram quando mais nova, como a Houkago Tea Time, de K-On. Alegria essa que nem esperou a tradução da intérprete!

hanabie anime friends 2026
Foto: @sucodm / Eriki

Estiveram presentes nessa coletiva apenas Yukina e Matsuri. Com Matsuri, sanamos uma dúvida bem específica, que tem muito a ver com como este colunista conheceu o Hanabie. Na ativa desde 2015, a banda estreou sua primeira anisong no seu décimo aniversário, com a exibição de Momentary Lily. Com visuais e animações muito bem feitas e zero medo de ser feliz com fanservice, o anime sofreu seus preconceitos por ter sido animada pelo estúdio Go Hands, meio infame no meio otaku por conta de algumas produções de qualidade duvidosa. Não era esse o caso, definitivamente. A começar pela abertura, Oishii Survivor, do Hanabie, que derrubou da cadeira todo incauto que não conhecia a banda até então. (presente…!)

hanabie anime friends 2026
Foto: @sucodm / Eriki

Por isso perguntamos sobre a composição de uma abertura que parecia tão comum como qualquer outra pra então irromper nos berros de Yukina e num metal de altíssima qualidade! Em sua resposta, Matsuri demonstrou entender muito bem pra qual tipo de anime ela estava compondo uma abertura: um anime recheado de ação, mas uma ação acompanhada do dia a dia e das refeições de garotas tentando sobreviver num mundo meio apocalíptico. Por isso Oishii Survivor: sobrevivências deliciosas!

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Foto: @sucodm / Eriki

Agora, quem vê cara não vê gogó. O que faltava de altura na vocalista, mais que sobrava em potência vocal e muita, mas muita energia pra pular por todo o palco com a confiança e a certeza de quem sabe para onde está saltando. O que depois de certo momento impressiona e muito. O show começou com a declaração de amor, OTAKU Lovely Densetsu, um convite pra ser fã e ser feliz. E não eram precisas muitas palavras para fazer com o público gritasse em coro na música seguinte, NEET Game!

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Em Karu Garu Everyday, pelúcias de tanuki trouxeram ainda mais fofura para o palco. Yukina tentou explicar para a plateia o “fure fure!” das líderes de torcida japonesas, sem muito sucesso, mas o povo foi esperto em acompanhar o “fure fure! go go!”. Enquanto a vocalista conduzia a plateia, dando atenção a cada ponta do palco, Matsuri sustentava bem suas partes vocais sem falhar em nada com o peso de suas batidas na guitarra. E nota-se um bom uso das músicas compostas em drop C, com muitos usos das cordas soltas, dando mais liberdade para o canto.

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Em Be The Gal, Hettsu honrou cachaceiros e cachaceiras icônicos que fizeram parte da história do rock (um salve pra Kikuri de Bocchi the Rock!) virando uma lata inteira de cerveja na introdução da música. Nem uma mais, nem uma a menos, apenas uma, o suficiente para os aplausos da galera. O show prosseguiu nessa mesma vibe, retilínea, mas intensa, com rodas de mosh abrindo de tempo em tempo. Algumas cotoveladas aqui e lombares inflamadas ali para o dia seguinte. Ou uma torção no pé, para o caso de algum amigo desafortunado. Mas tudo feito na camaradagem, onde cada um se ajudava ao perder algo no meio da brincadeira – e é aqui onde tenho que agradecer à boa alma que catou minha credencial do chão! Tal era o clima saudável que eventualmente as meninas se juntaram à energia do mosh provocado pelo som do Hanabie!

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Foto: @sucodm / Eriki

Entre essas músicas e satisfações pessoais como a presença da própria Oishii Survivor no setlist, Spicy Queen também foi tocada! A música acabou servindo como comemoração aos dez anos do Hanabie, além de contar com uma anedota sobre a passagem da banda nos EUA. Tivemos a oportunidade de perguntar para Yukina e Matsuri, afinal, se alguma das integrantes da banda se dava bem ou era fã de comida apimentada para o “frango frito de Nashville” merecer uma menção honrosa.

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Foto: @sucodm / Eriki

Bem humoradas que só, Yukina contou que o azarado em questão que mordiscou e chorou por todos os poros em Nashville foi um staff da banda. E o episódio ganhou uma memória no verso final de Spicy Queen. Seja o calor da picância, seja o calor do palco principal, as garotas do Hanabie ainda são típicas em preferir doces.

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Não foi possível deixar de notar que o calor naquela noite de sexta-feira parecia não fazer muito bem à Chika. A baterista deu tudo de si, mas dava pra perceber que a pegada na bateria vez ou outra vacilava, como quem não se sentia bem. “Coisa do calor”, poderia-se facilmente imaginar. Mas a verdade é que turnês são cansativas. O Hanabie fez uma senhora passagem pela América Latina ainda depois do Anime Friends. E agora temos a notícia de que a baterista, Chika, entrará em um hiato para cuidar da saúde.

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Foto: @sucodm / Eriki

Nada mais justo! Fechamos essa matéria não só com sentimentos de agradecimento ao Hanabie pelo show maravilhoso, como também desejamos toda a melhora e boa saúde para Chika neste momento de repouso!

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