Neymar Jr. estreia no mercado de bebidas funcionais da China com Ranbushui, uma bebida isotônica desenvolvida em parceria com a OriLabo. O lançamento foi conduzido pela agência Y’ALL por meio de uma ativação digital no Douyin — a versão chinesa do TikTok — que reuniu aproximadamente 7 milhões de espectadores em transmissão ao vivo.
O produto e a parceria com a OriLabo
A Ranbushui é posicionada como uma bebida funcional de hidratação voltada para desempenho, recuperação e bem-estar. A fórmula combina eletrólitos e micronutrientes, com zero açúcar e zero calorias, e foi desenvolvida em colaboração com o atleta para atender tanto à prática esportiva quanto a um estilo de vida ativo.
A OriLabo, parceira no desenvolvimento do produto, é uma marca emergente de bebidas saudáveis já consolidada na China, onde lidera as vendas de suco de mirtilo (blueberry).
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Lançamento via live commerce no Douyin
A estratégia de entrada no mercado chinês apostou no live commerce — formato em que transmissões ao vivo em redes sociais funcionam como canal direto de venda e descoberta de produtos. Durante a transmissão no Douyin, Neymar apresentou a bebida ao público local e interagiu com fãs em tempo real.
As filmagens da campanha e a condução da live foram responsabilidade da Y’ALL, agência encarregada da produção local. “Nosso desafio foi traduzir o lançamento da bebida em uma experiência digital autêntica para o público chinês. Hoje, o Douyin é uma das plataformas mais poderosas para descoberta e compra, e a transmissão ao vivo nos permitiu apresentar Ranbushui de forma direta e interativa”, afirma Yuji Nakamura, CMO da agência.
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Neymar no mercado de marketing e inovação
O lançamento da Ranbushui reforça a atuação de Neymar em iniciativas que combinam esporte, entretenimento e consumo digital. Com forte presença nas redes sociais e milhões de fãs ao redor do mundo, o atleta segue expandindo sua participação em projetos de marketing e inovação além dos campos.
A Riot Games confirmou presença oficial na gamescom latam 2026 com um estande de 200 m² dedicado ao universo de Runeterra. O espaço reunirá quatro títulos — League of Legends, Wild Rift, Teamfight Tactics (TFT) e 2XKO — em uma experiência voltada para gameplay, competição e interação com desenvolvedores globais.
Duas estreias históricas no Brasil
A edição deste ano marca um momento inédito para o público brasileiro: pela primeira vez, TFT e 2XKO terão espaço em um grande evento de games no país.
No caso do TFT, os visitantes poderão testar as mecânicas do Set 17 diretamente em tablets disponíveis no estande. A dinâmica inclui atividades de recompensas baseadas no novo set, além de showmatches com pro-players que prometem elevar o nível da competição estratégica no palco.
O jogo de luta 2XKO chega ao evento com máquinas de arcade, permitindo que os fãs experimentem novos campeões e formatos em primeira mão. O estande adotará o sistema “vencedor fica”, com mini torneios e premiações instantâneas para quem se destacar nos controles.
Wild Rift: gameplay para 10 jogadores simultâneos
A área de Wild Rift contará com uma estação para até 10 jogadores ao mesmo tempo. Além de testar novos campeões — a serem anunciados como parte do próximo patch —, o público poderá participar de atividades temáticas como o “Saco de Pancadas da Vi” e o “Arco e Flecha da Ashe”, com distribuição de brindes exclusivos.
A programação também inclui showmatches, torneios rápidos e a chance de jogar ao lado de influenciadores da comunidade do game.
League of Legends
O ecossistema se completa com o espaço dedicado a League of Legends, onde os jogadores podem vivenciar de perto as últimas atualizações ao lado de outros fãs, celebrando o universo e a comunidade em um ambiente vibrante e apaixonante.
Booth Stage e presença de desenvolvedores
O Booth Stage será o ponto central da experiência, com apresentações de cosplay, ativações com o público e estações de gameplay espalhadas pelo espaço.
Um diferencial desta edição é a presença de desenvolvedores globais da Riot Games, que participarão de painéis ao longo do evento. As conversas vão explorar os bastidores de criação dos jogos e oferecer insights sobre o universo de Runeterra diretamente de quem os constrói.
A franquia Pokémon celebra os 30 anos de aventuras e histórias, no Brasil a história dessa grande franquia marca gerações. Para comemorar a primeira exibição do anime Pokémon na televisão Japonesa, o Shopping São José será a casa do evento especial que ocorre entre os dias 13 de março e 26 de abril.
Instalado na Praça de Eventos (Piso L1), o espaço contará com área dedicada ao Pokémon Trading Card Game (TCG), com atividades estratégicas e de pintura, estações de videogame com títulos oficiais da franquia, pintura digital interativa acessada por QR Code, piscina de bolinhas para o público infantil, e um espaço cenográfico inspirado no PokémonGO, com cenário para fotos e totens de carregamento para celulares.
O gerente de Marketing do Shopping São José, Vínicio Garcia retrata o orgulho de ser o hospedeiro do evento que marca essa grande franquia e que atravessa gerações de pais e filhos, amigos e colecionadores. “Estamos falando de uma experiência que vai muito além do entretenimento, é algo que mexe com a memória afetiva de muita gente”.
Então não perca a oportunidade de visitar e criar um laço com amigos fãs e família. O evento em comemoração aos 30 anos de Pokémon no Brasil acontece de 13/03 a 26/04 na Praça de Eventos (Piso L1) do Shopping São José (Rua Dona Izabel A Redentora, 1434 – Centro de São José dos Pinhais). As lojas funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h. Já a praça de alimentação e as opções de lazer funcionam de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 11h às 22h.
Parece que foi ontem que milhares de pessoas saíram de casa, povoaram praças e centros históricos em busca de Pokémon durante o lançamento de PokémonGo. Em comemoração aos 10 anos de seu lançamento, uma campanha especial está começando: GOMemories.
Para celebrar essa década de aventuras de PokémonGo, um treinador brasileiro terá a oportunidade de ir ao Pokémon GO Fest: Tóquio com um acompanhante! O Sorteio de 10º aniversário do Pokémon GO é exclusivo para o Brasil. Dessa forma para participar você deverá compartilhar suas histórias mais especiais com o PokémonGo e torcer para receber:
Ingressos para o evento: Entrada para o evento Pokémon GO Fest: Tóquio para o vencedor e um acompanhante.
Passagem aérea: Voo de ida e volta para Tóquio para o Treinador e acompanhante.
Acomodação: Cinco dias e quatro noites de hospedagem.
Verba para despesas: Cobertura adicional para refeições e transportes extras durante a viagem.
Compartilhar uma foto ou vídeo de uma memória pessoal e especial envolvendo Pokémon GO. Essa memória pode ser com seu Pokémon favorito adquirido, um momento com os amigos da comunidade, ou uma descoberta feita enquanto jogava.
Incluir as hashtags #GOMemories e #Sorteio na publicação e marcar a conta oficial de Pokémon GO na rede social da postagem.
Os Treinadores podem enviar apenas uma inscrição (X, Instagram ou TikTok). Para mais inspirações, os participantes também podem conferir sugestões no blog oficial de Pokémon GO ou nas redes sociais. Então compartilhe seus momentos e quem sabe você não terá um grande momento em Tóquio, Japão!
Pokémon Go está disponível gratuitamente na Google Play e na App Store. Confira no site todo regulamento do sorteio! Boa Sorte!
Confesso que cheguei a O Morro dos Ventos Uivantes pelo caminho mais moderno possível: o trailer do filme com Margot Robbie. Achei lindo, fui direto buscar o livro e ainda tive a sorte de encontrá-lo numa baita promoção na Amazon — em torno de 15 reais. Um mês depois, terminei o bendito. E olha, saí de lá com um turbilhão de sentimentos que vou tentar organizar aqui.
A História e Quem a Conta
O livro é narrado em camadas. Tudo começa com Lockwood, um homem urbano que serve como porta de entrada para o leitor. Mas é Nelly Dean, a governanta, quem assume o protagonismo da narração e carrega a história nas costas. E que diferença de estilo entre os dois. Enquanto Lockwood é mais direto e narra o que vê literalmente, Nelly tem toda a energia de uma fofoqueira das brabas — o que, dependendo do dia, pode ser cansativo ou extremamente divertido de acompanhar.
Essa estrutura de narradores em camadas é um dos traços mais marcantes da obra. Não é uma narrativa linear e simples. É preciso se entregar ao ritmo proposto por Emily Brontë para que a história comece a fazer sentido. Agradeço a minha companheira de leitura, a Doka, por já me alertar sobre isso.
Para você se situar, a obra se passa em uma região de charneca.
O Cenário Como Personagem
Uma das coisas que mais gostei no livro é a dualidade entre a vida campestre e a vida da cidade. Isso fica bem explícito ao longo de toda a trama. A região da Granja Thrushcross — nem sei falar isso direito kkk — e a casa no Morro dos Ventos Uivantes funcionam como um bolsão isolado do mundo — é difícil qualquer coisa externa influenciar o que acontece por ali, a não ser que venha por meio de algum personagem, como no caso do misterioso Heathcliff.
Essa oposição entre os dois ambientes é, na verdade, a espinha dorsal estrutural do livro. O Morro dos Ventos Uivantes representa o selvagem, o tempestuoso e o violento. A Granja Thrushcross representa o civilizado, o passivo e o educado, se personificarmos em Catherine. Os personagens vivem se cruzando entre esses dois polos — e é nesse cruzamento que toda a tensão da narrativa se sustenta.
Representação da casa no Morro dos Ventos Uivantes / FONTE
Heathcliff, figura central e enigmática, encarna essa dualidade de forma mais intensa. Sua origem misteriosa e sua aparência ambígua eram, para os leitores do século XIX, uma fonte de estranhamento profundo. Ele representa o “outro”, aquele que não pertence completamente a nenhum dos dois mundos — e é exatamente isso que o torna tão fascinante e perturbador ao mesmo tempo. Na minha fic, ele é um ser sobrenatural…
O Que o Livro Faz Muito Bem
Apesar de desafiador, O Morro dos Ventos Uivantes tem qualidades inegáveis. O ritmo da narrativa é ágil e agitado, sem momentos de estagnação prolongada. Quando a história engrena ali na sua metade, ela não para. A intensidade emocional é constante e opera em um nível elevado — não é um livro para quem quer uma leitura leve antes de dormir.
A riqueza de referências literárias também impressiona. Emily Brontë bebeu em Shakespeare, com ressonâncias claras de Hamlet, e falo isso por ter visto Hamnet recentemente, no folclore local, incluindo a figura do changeling e das fadas. Essa profundidade de camadas é o que torna o livro uma obra para ser lida várias vezes. Acredito que em cada releitura, novos detalhes surgem, novas interpretações se abrem.
Outro ponto que merece destaque é a segunda geração de personagens, que traz uma resolução mais serena para os conflitos. A educação e a leitura aparecem como ferramentas de reconciliação — o ato de ensinar a ler se transforma em um gesto de amor e reconstrução. É uma virada narrativa interessante, especialmente depois de tanto caos emocional nos capítulos anteriores.
O Que Exige Paciência do Leitor
Mas nem tudo é fácil. O livro tem seus pontos desafiadores, e é honesto falar sobre eles, já que quebrou minhas expectativas.
A violência da obra é intensa. Os personagens — e até os animais — frequentemente sofrem maus-tratos físicos, vivem em estado de insônia e angústia, e agem de formas cruéis uns com os outros, com muitas picuinhas. O pequeno Linton Heathcliff, por exemplo, é descrito sem meias palavras como um verdadeiro crápula. Não é uma leitura confortável.
O ambiente confinado também pode pesar. Toda a história gira em torno de, basicamente, duas casas. Isso cria uma sensação de pesadelo claustrofóbico — o mundo exterior quase não existe, e os personagens parecem presos em um universo próprio onde as regras sociais comuns simplesmente não se aplicam. A obra funciona quase como um espaço psíquico, um sonho — ou um pesadelo — em que a lógica da vida cotidiana fica do lado de fora. Acho que é uma característica forte de um romance gótico.
E tem a questão dos nomes. Os nomes se repetem muito — e isso não é acidente. É uma escolha proposital que cria um clima onírico, mas que também gera uma confusão danada, especialmente na segunda metade do livro, quando além de se repetirem, os nomes e as identidades começam a se misturar de formas que exigem atenção redobrada. A dica que dou é ter em mãos um diagrama ou uma árvore de personagens para não se perder. Só não coloco aqui por conta de spoilers, mas ajuda muito.
Contexto Histórico que Enriquece a Leitura
Vale saber que, na época do lançamento, romances como O Morro dos Ventos Uivantes eram vistos como entretenimento de massa para a classe média — comparáveis, em certo sentido, ao papel que o celular ocupa hoje. Não eram considerados “estudos sérios”. O tempo e as releituras foram os responsáveis por elevar a obra ao status de clássico da literatura inglesa.
Outro contexto histórico é você conhecer Wuthering Heights da Kate Bush (ou do Angra).
Mas e aí, vale a leitura?
Sim — mas com expectativas ajustadas.
O Morro dos Ventos Uivantes não é um romance de amor bonito e tranquilo. É intenso, violento, confuso por vezes e absolutamente envolvente. Acredito que uma segunda leitura traz muito mais clareza e uma experiência imagética bem mais rica, porque aí já se conhece o quebra-cabeça completo e é possível perceber as picuinhas e os detalhes que na primeira vez passam despercebidos.
Se você ainda não leu, aproveite uma promoção — como eu fiz — e mergulhe nesse clássico sem julgamentos prévios. O Morro pode te prender por um bom tempo.
A menos de dez dias do lançamento mundial, aPearl Abyss revelou as especificações de desempenho de Crimson Desert para todas as plataformas confirmadas: PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Apple Mac.
Motor gráfico próprio como diferencial técnico
Crimson Desert é desenvolvido na BlackSpace Engine, motor gráfico proprietário da Pearl Abyss. A tecnologia sustenta um mundo aberto ambientado no continente de Pywel, com cenários variados e detalhados, combate dinâmico e amplas possibilidades de exploração.
Para PC, os requisitos detalham as configurações de hardware recomendadas para cada nível de qualidade gráfica. Já para consoles, as informações indicam as resoluções e taxas de quadros esperadas em cada sistema.
Nick “Tasteless” Plott e Dan “Artosis” Stemkoski foram os escolhidos como capitães da primeira Blizzard Classic Cup da história. A dupla, conhecida coletivamente como “Tastosis”, está há quase duas décadas ligada à história dos esports da Blizzard— principalmente como comentaristas — e agora assume um papel inédito na competição.
Na BlizzCon 2026, Tasteless e Artosis não ficarão apenas atrás da mesa de transmissão. Como capitães, eles serão responsáveis por selecionar e liderar equipes de estrelas em disputas por quatro títulos clássicos da Blizzard.
Os jogos da competição
A Classic Cup reunirá quatro franquias icônicas da Blizzard em um único palco competitivo:
Heroes of the Storm
StarCraft: Remastered
StarCraft II
Warcraft III: Reforged
Mais detalhes em breve
A Blizzard Classic Cup é apenas uma parte da programação de esports planejada para a BlizzCon 2026. Informações sobre formato, premiação e a grade completa de competições ainda serão divulgadas pela empresa.
O cantor e compositor japonês Kiro Akiyama lançou nesta quarta-feira (11) seu quinto álbum de estúdio, Magic if. O trabalho já está disponível nas principais plataformas de streaming em todo o mundo.
Com oito faixas inéditas, o projeto representa o trabalho mais ousado do artista até hoje. Akiyama expõe sua vulnerabilidade de forma direta, abordando temas como solidão e dor emocional com uma honestidade que marca uma virada em sua trajetória musical.
O conceito por trás de Magic if
O título do álbum é uma referência a uma técnica teatral em que atores se perguntam “E se eu fosse…?” como forma de explorar novas perspectivas e estados emocionais.
Inspirado por esse conceito, Akiyama aplicou a mesma lógica à sua escrita. Questões como “E se eu tivesse vivido uma vida diferente?” ou “E se o mundo não fosse assim?” guiam as letras e ampliam o alcance temático do disco em relação aos trabalhos anteriores.
“Completei meu quinto álbum. Para cantar sobre uma gama mais ampla de coisas do que o habitual, criei algumas hipóteses do tipo ‘e se’. O disco também inclui músicas com um sabor ligeiramente diferente do que fiz antes, então espero que todos se animem com isso.” — Kiro Akiyama
Uma janela para o mundo interior do artista
Mais do que introspecção, Magic if funciona como um convite. Ao longo das oito faixas, o ouvinte é convidado a acessar os pensamentos e emoções de Akiyama com uma sinceridade pouco comum — tornando o álbum uma das entregas mais pessoais de sua discografia.
Magic if está disponível agora em todas as principais plataformas de streaming.
Capa Divulgação
M1. DO NOT DISTURB
M2. Quest ※ OP theme to TV Anime “The Banished Court Magician Aims to Become the Strongest”