A Bela e a Fera chegou de forma arrebatadora aos cinemas do Brasil. O filme, que estreou no dia 16 de março, registrou mais de 1,9 milhão de espectadores e R$34.2 milhões em bilheteria nos quatro primeiros dias de exibição. Com esse primeiro final de semana de estreia o filme atinge a marca de maior abertura do cinema brasileiro em 2017. O lançamento também se tornou o live-action número um do Disney Studios e é a sexta maior abertura da história do cinema no Brasil
A história e os personagens que o público conhece e adora ganham vida de forma espetacular na adaptação em live-action do clássico de animação da Disney “A Bela e a Fera”, um evento cinematográfico deslumbrante que celebra uma das histórias mais amadas pelo público.
No elenco do filme estão: Emma Watson como Bela; Dan Stevens como a Fera; Luke Evans como Gaston, o belo, mas superficial camponês que corteja Bela; Kevin Kline como Maurice, pai de Bela; Josh Gad como Le Fou, o lacaio sofredor de Gaston; Ewan McGregor como Lumière, o candelabro; Stanley Tucci como Cadenza, o cravo; Gugu Mbatha-Raw como Plumette, o espanador de penas; Audra McDonald como Madame De Garderobe, o guarda-roupa; Hattie Morahan como a feiticeira; e Nathan Mack como Zip, a xícara de chá; com Ian McKellen como Horloge, o relógio; e Emma Thompson como o bule de chá, Madame Samovar.
Dizer que o primeiro Homem de Ferro é o filme de herói mais importante dos últimos tempos não é exagero, foi ele quem abriu as águas para toda uma leva da nova cultura de super-heróis, mesmo que o Incrível Hulk tenha sido o primeiro filme de fato da Marvel Studios, Tony Stark tem a glória repousada em si por motivos que faz qualquer blockbuster atual ser um sucesso: A combinação de um enredo sólido, personagens convincentes, aspectos técnicos bem feitos e atores fazendo seu trabalho. O mesmo pode se dizer sobre Demolidor, a primeira série da parceira entre Marvel e Netflix, trazendo consigo tudo que já foi citado antes e até mais bem feito, elevando o jogo que até agora, contava com séries do mesmo tema com tom mais novelesco e arcos narrativos fracos. A primeira temporada de Demolidor é uma obra de arte do começo ao fim, sem tirar em por e desde sua abertura isso é notório.
Se prosseguisse essa analogia, as duas temporadas de Demolidor são os dois filmes do Homem de Ferro, Jessica Jones é Capitão América: O Primeiro Vingador, Luke Cage é o Incrível Hulk e Punho Ferro é o primeiro filme do Thor. Por quê? Porque a série é igual ao filme do asgardiano. Tedioso, clichê e com potencial desperdiçado.
A série narra história de Danny Rand, um filho de bilionários que após um acidente de avião que é encontrado por monges e o levam para a cidade mística de K’un Lun, retornando a civilização moderna após 15 anos, agora, um mestre do Kung Fu e com os poderes de uma entidade milenar, se envolvendo em batalhas para recuperar a empresa de sua família e destruir a organização do Tentáculo, seu inimigo jurado seu e de seus antigos mestres.
A que você veio, Danny Rand?
O problema da série começa exatamente em seu protagonista, Danny Rand, interpretado pelo ator Finn Jones, antigo Loras Tyrell de Game of Thrones. A direção de atores ruim, aliado ao roteiro horrível, traz para a série algo completamente diferente do que deveria ser um homem adulto que agora, com poderes e habilidades com Kung-Fu, traz um garoto no pior sentido. Jones consegue encarnar inicialmente, o mendigo gente-boa e futuramente, o empresário hipster, por mais desinteressante que seja, está plausível, dado que de inicio, tudo é novo e talvez os roteiristas estejam tendo dificuldade para começar a compreender o que é o personagem e seu tom, porém, conforme a história avança, Rand retrocede cada vez que o enredo pede que avance. Cada vez que se pede uma postura de um lutador profissional, Finn não consegue de forma alguma, entregar um lutador, só um garoto que é arrastado de problema a problema.
Arrastado e previsível, essa é a forma de descrever todo o arco narrativo de Punho de Ferro. A série pula de arco em arco, totalizando dois separados quase perfeitamente e um terceiro tempo integral que só é resolvido no final da série, e durante todo esse percurso tortuoso que o expectador é conduzido, através de buracos grotescos e até erros de produção, existe eternamente a sensação de que tudo leva a nada com dramas que ninguém se importa porque poucos entregam uma atuação que convença.
Dentre os coadjuvantes, temos Colleen Wing (Jessica Henwick), a professora de artes marciais e ‘’side-kick’’ de Danny; Joy Meachum (Jessica Stroup), antiga amiga de infância; Ward Meachum (Tom Pelphrey) antigo bully também da infância de Danny e Harold Meachum (David Wenham), sócio de Wendell Rand. Todos aqui têm sua função de fazer o enredo prosseguir, mas nenhum tem uma presença marcante ou uma história boa, salvo Jessica que consegue em suas atuações durante as cenas de luta, consegue manter o ar de uma lutadora profissional e guerreira, contando até com o que chega de mais próximo das melhores lutas da série.
No aspecto técnico sofre da mediocridade no sentido mais básico da palavra, que é regular. Não existe uma identidade visual para a série, não há uma palheta de cor que realce o que seria a cor do personagem, verde, não há ângulos de câmera marcantes, nem cenas de lutas bem dirigidas, muito pelo contrario, não apresentado nada de novo do que já foi visto em Demolidor.
Para completar, a série peca até em sua promessa mais simples: Trazer o misticismo. Durante a série inteira, parece que todo roteirista tinha medo de usar o poder de Danny e quando usava, era em momentos rápidos ou necessários para que algo acontecesse. Não há misticismo em Punho de Ferro, nem um traço de algo mágico e facilmente poderia se dizer que a habilidade conferida ao protagonista não é a mesma da superforça de Jessica Jones ou a pele impenetrável de Luke Cage.
O herói indefensável
Com grandes promessas, a jornada de Danny Rand sofre e peca muito durante os arrastados 13 episódios, que facilmente poderiam ter sido 10, provando mais uma vez que a fórmula que a Netflix adotou para as séries Marvel já está começando a dar errado. A presença da Nick Fury dos Defensores cada vez se torna mais difícil se engolir, que aqui já se tornou uma obra do acaso.
Tudo que a série é, Danny Rand sofre. De uma falta de personalidade, de uma identidade própria, de uma atitude que prove a necessidade de se contar sua história, de um círculo de coadjuvantes que faça algo além de mover ele para frente. No final, temos uma série fraca e esquecível, fruto de uma combinação de uma escrita rasa provinda dos roteiristas como a incompetência de uma equipe que não soube fazer valer o potencial que a série poderia ter e dando a crer, que tudo foi montado pensando em Defensores e não em uma obra fechada em si.
A CCXP – Comic Con Experience, maior evento de cultura pop da América Latina e um dos maiores do mundo, confirma a presença do artista britânico Glenn Fabry na primeira edição da CCXP Tour Nordeste, que acontece de 13 a 16 de abril no Centro de Convenções de Pernambuco. O artista estará no evento todos os dias e ocupará uma mesa no Artists’ Alley, área destinada a quadrinistas e ilustradores.
Sua carreira começou em 1985 desenhando Slaine para a 2000 AD, com o escritor Pat Mills, com quem trabalhou também na tira de jornal Scatha em 1987. Seu trabalho seguiu em Crisis, Revolver and Deadline e, em 1991, assumiu a pintura das capas de Hellblazer, então escrito por Garth Ennis.
Continuou o trabalho com Ennis ilustrando capas da série Preacher, da Vertigo, obra que deu origem à série de TV homônima lançada em 2016, além de The Authority e Thor. Em 2003, Fabry desenhou uma história na antologia de Neil Gaiman, Endless Nights, e em 2005 trabalhou na adaptação de quadrinhos da série de TV de Gaiman, Neverwhere, com o escritor Mike Carey.
Glenn também trabalhou em Batman, Bloodshot, Creepy, Mad Magazine, Deadpool e muito mais. Seus projetos atuais incluem obras para Neil Gaiman em American Gods e para o diretor Duncan Jones, no novo livro e filme Mute.
“É uma honra poder trazer um dos ilustradores mais talentosos do mundo para o Brasil para se apresentar na CCXP Tour Nordeste. Os fãs podem esperar por um encontro incrível”, comenta Ivan Freitas da Costa, sócio da CCXP e curador da programação de quadrinhos do evento.
A CCXP – Comic Con Experience é o maior evento de cultura pop da América Latina e um dos maiores do mundo. A CCXP Tour Nordeste acontece de 13 a 16 de abril no Centro de Convenções de Pernambuco e espera receber de 60 a 80 mil visitantes. Os ingressos estão à venda pelo site a partir de R$ 79,99 (meia-entrada), que podem ser parcelados em até 06 vezes sem juros no cartão de crédito ou à vista por boleto. Para saber mais, acesse:
A CCXP – Comic Con Experience, maior evento de cultura pop da América Latina e um dos maiores do mundo, confirma o retorno ao Brasil do quadrinista norte-americano Paul Pope para participar da primeira edição da CCXP Tour Nordeste, que acontece de 13 a 16 de abril no Centro de Convenções de Pernambuco.
Lenda viva da 9ª arte que venceu quatro Prêmios Eisner – o “Oscar” dos quadrinhos –, Pope é responsável por obras inovadoras como THB, 100%, Heavy Liquid, além de uma releitura do homem-morcego em Batman: Ano 100.
Na CCXP 2016, Pope participou de um momento curioso durante um painel ao lado de Frank Miller, quando o quadrinista brasileiro Rafael Grampá, que estava lá de mediador, mostrou de surpresa um projeto no qual colaborou com Pope anos atrás, a distância. Foi uma animação que faria parte do filme As Aventuras de Kavalier & Clay – a adaptação do livro de Michael Chabon, dirigida por Stephan Daldry mas que nunca saiu. Pope participou da pré-produção, e parte da animação foi feita no Brasil por Grampá.
Nascido em 1970, na Filadélfia (Pensilvânia, EUA), Pope um dos autores mais cultuados do gênero, conhecido por quadrinhos independentes e também por trabalhos em grandes editoras. Despontou em 1995 ao iniciar a publicação de THB, uma história de ficção-científica situada em Marte no futuro que rendeu ao autor sua primeira indicação ao Eisner, como Melhor Série Nova. De lá pra cá, Pope fez história na arte sequencial, com obras publicadas em sua própria editora, a Horse Press, e também pelas consagradas Dark Horse Comics (como One-Trick Ripoff) e pelo selo Vertigo, da DC (como Heavy Liquid e 100%).
Em 2006, com a história Teenage Sidekick publicado na revista Solo da DC Comics, o autor recebeu o primeiro Eisner da carreira (Melhor História Curta). Pope recebeu mais dois Prêmios Eisner no ano seguinte, de Melhor Escritor/Artista e Melhor Série Limitada, com a publicação de Batman: Ano 100. A história, que se passa em 2039, exatamente 100 anos após a primeira aparição do Cavaleiro das Trevas, foi colorizada por José Villarrubia. Recentemente, em 2014, a graphic novelBom de Briga fez com que Pope recebesse o quarto Prêmio Eisner de sua carreira, o de Melhor Publicação para Adolescentes.
“Nos enche de orgulho ver um artista como Paul Pope, um dos quadrinistas mais inventivos e cultuados de sua geração, retornar ao Brasil para participar da nossa edição nordestina da CCXP. É uma satisfação para todos nós, fãs, que poderemos interagir mais uma vez com esse grande artista”, ressalta Ivan Freitas da Costa, sócio da CCXP.
A CCXP – Comic Con Experience é o maior evento de cultura pop da América Latina e um dos maiores do mundo. A CCXP Tour Nordeste acontece de 13 a 16 de abril no Centro de Convenções de Pernambuco e espera receber de 60 a 80 mil visitantes. Os ingressos estão à venda pelo site a partir de R$ 79,99 (meia-entrada), que podem ser parcelados em até 06 vezes sem juros no cartão de crédito ou à vista por boleto. Para saber mais, acesse:
A três semanas do início, a Brasil Game Cup (BGC), evento de games com competições de e-Sports, anuncia o torneio de Dota 2 como mais uma grande atração da sua primeira edição carioca, que acontecerá entre os dias 07 e 09 de abril, no Centro de Convenções SulAmérica. Dota 2 esteve presente em todas as edições anteriores da BGC, realizadas na Brasil Game Show (BGS), e, assim como Counter Strike: Global Offensive (CS:GO), promete agitar os fãs de esportes eletrônicos no Rio de Janeiro.
As inscrições para o torneio de Dota 2 da BGC Rio serão realizadas a partir do dia 20 de março em brasilgamecup.com.br . Serão 128 vagas para equipes brasileiras, que disputam as partidas da fase eliminatória nos dias 25 e 26 de abril. Os oito melhores times da primeira fase se classificam para as quartas-de-final e semifinais, dias 1º e 02 de abril, já com transmissão ao vivo nos canais oficiais da BGC no Twitch e YouTube.
Os dois melhores times do torneio se enfrentarão na grande final da competição, dia 08 de abril, no palco da BGC Rio.
Além das finais de Dota 2 e de CS:GO nos dias 08 e 09/04, respectivamente, a Brasil Game Cup já anunciou várias outras atrações para sua primeira edição no Rio de Janeiro:
Campeonato Retrô – com duelos de jogos clássicos
Drone Racing – espaço onde serão realizados campeonatos de drones e exposição de aparelhos
Cosplay Zone – palco para concursos de cosplayers com premiações diárias
Área Indie – espaço dedicado aos desenvolvedores independentes e que terá 26 estandes de estúdios brasileiros
Indie Meeting – área exclusiva para apresentações e palestras dos indies participantes
Evolução do Videogame – exposição com dezenas de consoles que representam cada uma das oito gerações dos videogames
Meet & Greet – local em que fãs poderão encontrar ídolos do universo dos games, pegar autógrafos e tirar fotos
Brasil Game Jam – competição em que estudantes universitários terão 48 horas para criar um jogo
Arena Free Play – onde os PC gamers poderão jogar à vontade
Loja Oficial – com milhares de produtos licenciados da BGC e da BGS
Para conferir de perto todas as atrações da BGC Rio, os interessados podem garantir seus ingressos em no SITE OFICIAL.
Mais informações sobre o torneio de Dota 2 na BGC Rio estão disponíveis no vídeo abaixo:
Serviço – BGC Rio de Janeiro 2017
Quando: 07 a 09 de abril de 2017 Onde: Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro Endereço: Av. Paulo de Frontin, 1 – Cidade Nova, Rio de Janeiro – RJ
Ingressos (até 17/03/2017): Individual (meia-entrada) –R$ 55 (ingresso para 1 dia de evento – 07, 08 ou 09 de abril). Passaporte (meia-entrada) –R$ 110 (acesso a todos os dias de evento – 07, 08 e 09 de abril)
Premium – R$349 (acesso a todos os dias de evento, com entrada diferenciada, sem filas e local VIP na plateia do campeonato).
Todos os ingressos disponíveis podem ser adquiridos em opções combo que incluem a publicação “Brasil Game Show – O livro”, que conta a história da BGS, por um acréscimo de apenas R$20.
Produzido pela A-1 Pictures, conta na direção o estreante Tatsuna Minamikawa e Shoji Yonemura no roteiro – que também trabalhou na série de TV. O longa abordará um local chamado Dragon’s Tomb, tipicamente um cemitério de dragões (isso me lembra Caverna do Dragão o.o’). Porém, apesar de ser um cemitério, não quer dizer que tudo esteja morto… E não é que eles despertam um poder adormecido, o Dragon Cry – e que é capaz de destruir o mundo todo?
Pode comemorar! O estúdio BONES acaba de confirmar TRÊS filmes de Eureka Seven! Intitulado Koukyoushihen Eureka Seven Hi-Evolution, a trilogia de filmes de Eureka Seven começará a ser produzida ainda este ano, com o primeiro dos três longas a ser lançado ainda em 2017, enquanto o segundo e terceiro em 2018 e 2019, respectivamente.
Toda a animação será remasterizada (ou até mesmo refeita), começando a contar os acontecimentos uma década antes da primeira série de Eureka Seven (o mangá você pode ler no mangaowl), com o fenômeno “O Primeiro Verão do Amor”, até a finalização da trama original, com um possível final alternativo.
Aparentemente grande parte da staff que trabalhou com a produção do anime está de volta, como o diretor Tomoki Kyoda e o roteirista Dai Sato. Um vídeo de quase um minuto fora divulgado (junto com as três imagens acima), onde podemos ouvir a faixa “Acperience 7” do duo eletrônico Hardfloor. Confira abaixo:
Sinopse: Renton éum garoto que sonha um dia pilotar pranchas de “surf aéreas” movidas a Trapar, uma fonte de energia alternativa na Terra. Ele vive uma pacata e monótona vida com seu avô, mas tudo muda no instante em que ele conhece uma jovem chamada Eureka e seu robô Nirvash. Como o garoto busca um pretexto para “motivar sua vida”, ele decide que protegeria Eureka até o fim da sua vida. Amor a primeira vista. Renton então se junta ao seu ídolo Holland, líder dos revolucionários Gekkostate, que buscam a liberdade do povo e direitos que são constantemente privados pelo governo. Finalmente o garoto terá a chance de sentir o vento em seu rosto do seu tão adorado sonho, mudando tudo aquilo que ele conhecia.
Especializada na venda de artigos para o público nerd, a loja Tio Gêra é confirmada na primeira edição da CCXP Tour Nordeste, que acontece de 13 a 16 de abril no Centro de Convenções de Pernambuco.
A empresa marca presença com um estande próprio recheado de colecionáveis, jogos e outros produtos geeks de marcas famosas, como: POP! Funko, Galápagos Jogos, Piziitoys, Studio Geek, Devir Brasil, Copag (Pokémon e Battle Scenes), Iron Studios e muito mais.
A CCXP – Comic Con Experience (www.ccxp.com.br) é o maior evento de cultura pop da América Latina e um dos maiores do mundo. A CCXP Tour Nordeste acontece de 13 a 16 de abril no Centro de Convenções de Pernambuco e espera receber de 60 a 80 mil visitantes. Os ingressos estão à venda pelo site a partir de R$ 79,99 (meia-entrada), que podem ser parcelados em até 06 vezes sem juros no cartão de crédito ou à vista por boleto. Para saber mais, acesse: