Início Site Página 1562

Melhores Animes da Kyoto Animation | Top Suco

Fala galera! No Top Suco de hoje listamos e comentamos 7 animes de um dos estúdios mais queridos da galera: Kyoto Animation – e carinhosamente conhecido como KyoAni!

Confira também outros Top Sucos!

Menção honrosa: Full Metal Panic! Fumoffu

Pensou que íamos mencionar Munto mas evitamos o elefante no meio da sala. Enfim, Full Metal Panic! Fumoffu é o primeiro anime em que o estúdio é listado como produtor principal, e também o primeiro sucesso; apesar de ser uma continuação, é uma que pega um material original – uma light novel, por sinal, já naqueles tempos… – e transforma totalmente o que foi concedido, adicionando uma comédia romântica voltada para a satirização de estereótipos de anime no melhor estilo Excel Saga, que agradou muitos otakus fãs da série e pavimentou o caminho que o estúdio trilharia por algum tempo.

07. Kyoukai no Kanata

A história da meiga e pobre (em todos os sentidos aliás) garota amaldiçoada Mirai Kuriyama e seu crush assassino Akihito surgiu em boa hora, misturando elementos de histórias sobrenaturais como Noragami, romances bizarros a la Mirai Nikki e o fantástico estilo de animação do estúdio Kyoto Animation para criar um verdadeiro fenômeno sobretudo entre o público mais jovem no Ocidente. Apesar de sua popularidade possivelmente não ter sido tão imensa e universal quanto a dos títulos acima, é inegável que a história surgiu em um momento bem certo e não a toa gerou filmes, ao mesmo tempo em que surtiu críticas entre os fãs de longa data que acreditavam que os leves e “moe” Hyouka e Kyoukai no Kanata estariam descaracterizando o estúdio. Eu pergunto: descaracterizando ou provando sua versatilidade? Independentemente disso, é inegável que a história tocante de proporções imensas do romance desses seres improváveis foi muito bem executada, mesmo distante do padrão do estúdio até então.

06. Nichijou

Ficamos em dúvida nessa posição entre Nichijou e Lucky Star como exemplar da genialidade do Minoru Shiraish… quero dizer das comédias do Kyoto Animation, mas acabamos indo de Nichijou por ter virado um verdadeiro exemplo; não é incomum ouvirmos falar em comédia “estilo de Nichijou”. E o que é uma comédia estilo Nichijou? É aquela comédia que pega o melhor dos dois mundos: um nonsense histérico digno de Azumanga Daioh, personagens adoráveis e ocorrências mundanas à la Gekkan Shoujo Nozaki-kun, e mistura bem até dar em coisas incríveis, com um final tocante e que até hoje faz os fãs se perguntarem cadê a segunda temporada. Apesar de não ter alcançado tanta popularidade quanto as outras séries dessa lista, é inegável o sucesso de Nichijou naqueles que aceitaram o seu jeito diferentão e assistiram e riram.

05. Free!

Haters podem falar o que quiserem, mas o nível de popularidade de Free! não é um que poderia ser facilmente ignorado. O anime dos “nadadores semi-nus” (fonte: Internet) conquistou o coração de muitas fangirls sedentas por anime com fanservice de qualidade mundo afora, tapando um buraco da indústria ao mesmo tempo em que entrava em uma onda (trocadilho não-intencional…) de animes de esporte com bastante opções de shipping e outras tendências. De light novel premiada pela então jovem editora da KyoAni foi para comercial, de comercial virou frenesi na Internet, de frenesi virou anime com sequência e filme e milhares de fangirls pelo mundo todo. A história do jovem Haru, um rapaz sem-sal apaixonado por água que a princípio não tem certeza se quer ser nadador ou se quer ser nada e seus dramas – sempre com amigos de infância igualmente jovens, musculosos e com questões semelhantemente identificáveis – alcançou uma popularidade que o próprio estúdio não esperava e criou uma tendência e espaço para o surgimento e popularização de outras séries como Yuri on Ice; séries de bishounen (e esportes) que não se encaixam em nenhum gênero específico, mas conseguem atrair fangirls (e fanboys) por serem muito mais que simples fanservice masculino. Definitivamente influente. Gou nosebleed.gif.

04. Chuu2Koi

Chuunibyou Demo Koi Ga Shitai! – o que dizer do anime que popularizou entre uma geração de novinhos o termo “chuunibyou”, que é tão ruim mas todo mundo usa para se descrever quanto dizer que é “tsundere”? A história de como Yuuta, um rapaz que sofreu de chuunibyou e estava tentando se recuperar, se entrelaça de uma maneira muito irônica com as vidas de garotas tão estranhas quanto Rikka e Sanae é hilária e ao mesmo tempo muito envolvente. A questão é que no meio de toda a comédia e fofuras, de torcer para um ou para outro, Chuu2Koi mistura um pouco de magia e ali e acolá, e o que é fantasia e o que é realidade? A exemplo de seu antecessor Haruhi, é uma história de romance com bastante magia e comédia em doses certas. Para o público-alvo da série parece difícil não acabar torcendo por uma dessas garotas, e ao mesmo tempo sentir uma mistura de dó e inveja de Yuuta. Mesmo para quem não é o público, é difícil não ser cativado pelo carisma da produção do Kyoto Animation no seu ápice de caracterização.

03. Clannad

A parceria Kyoto Animation e Visual Arts/Key, popularmente conhecida como KeyAni, era grande favorita de vários fãs de ambos os estúdios. Depois do legado hoje considerado vergonhoso da parceria do estúdio Toei com Key, a empresa resolveu apostar no estúdio então popular por Full Metal Panic com Air TV – que merece menção honrosa aqui só pelos arrepios que a abertura causou em toda uma geração de otakus… – e não parou mais. Clannad foi a última parceria finalizada dos estúdios, que tiveram uma cisão por conta de divergências das chefias em 2010. Foi em Clannad, e sobretudo com a continuação Clannad After Story, que a maestria do trabalho conjunto dos mestres Jun Maeda e Tatsuya Ishihara atingiram seu ápice de popularidade e aclamação crítica (entenda: haters). A história que quebrou muitos corações (se você tem um coração e não chora com A Cena ouvindo Chiisana Te No Hira: como?) que todos amavam odiar foi a última criação incrível que essa parceria nos deixou, e foi digna.

02. K-On

https://www.youtube.com/watch?v=T6onB0yeuws

Até surgir K-On, o anime que até hoje é associado com o estúdio para muitos fãs da atual geração. K-On conta a história de um grupo de garotas que formam um clube de light music na escola. A protagonista Yui queria tocar em uma banda mas não sabia mais de música do que tocar maracas, e acabou se juntando a outras garotas que sabiam tocar mais que ela, como a bateirista genki Ritsu, a vocalista e guitarrista yamato nadeshiko Mio e a tecladista rica porém humilde Mugi. O estilo da arte moe foi o que realmente deu o ar da graca às aventuras (leia-se: alguns ensaios, outros shows e viagens e muitos Tea Times) dessas personagens, e caracterizou todo o estilo da arte de animes posteriores não só do estúdio, mas também de outros estúdios como Silver Link (em Kokoro Connect) e P.A. Works, criando um estilo de arte que caracteriza a década – e também tornando-se figura de linguagem para todo anime de slice-of-life de garotas-fofinhas-fazendo-coisas-fofinhas posterior.

01. Haruhi Suzumiya

O que dizer do fenômeno em termos de anime que formou uma legião de seguidores fiéis, os haruhiistas, nos idos de 2006? Conheça Haruhi, uma garota que é a deusa suprema do universo – mas que não faz ideia disso e que todo ser humano normal, como o narrador sarcástico Kyon, jura que é só uma menina completamente louca que acredita em criaturas que não existem e abusa sexualmente de coleguinhas. Baseado em uma light novel de ficção científica da Kadokawa, Haruhi foi um verdadeiro fenômeno, levou a popularidade do KyoAni ao espaço entre os fãs de “moe” – reconhecimento que o estúdio futuramente subverteria, e pisaria em cima com a segunda temporada… – tornou a Aya Hirano basicamente o equivalente japonês da Lindsay Lohan e Akihabara um palco de dança de Hare Hare Yukai. Não dá pra negar que a história, adaptada apenas em partes, é de qualidade muito boa, nem que a animação propositalmente malfeita do primeiro episódio e a ordem aleatória de exibição foram fatores que atraíram tanto fãs quanto haters, e tornaram Haruhi Suzumiya a poster-girl do Kyoto Animation por um bom tempo, até…

PUBLICIDADE

StarCraft | Blizzard confirma e anuncia versão remastered

StarCraft: Remastered era um sonho de muito jogador – e agora está para se realizar!

Brasil Game Cup (BGC) anuncia torneio de Overwatch, da Blizzard, para sua primeira edição carioca

StarCraft: Remastered virá com a versão clássica junto a expansão Broodwar, ambas reformuladas para uma resolução de 4K (3840 × 2160), preservando jogabilidade, áudios – estes serão remasterizados também – e que deve chegar ainda no verão americano, algo entre junho e agosto de 2017.

StarCraft: Remastered será lançado em versões para Windows e Mac.

PUBLICIDADE

No Game No Life Zero | Primero trailer é revelado

Revelado no Anime Japan 2017, No Game No Life Zero estreia em 15 de julho nos cinemas japoneses.

No Game No Life (Mangá) | Primeiro Gole

No Game No Life Zero abordará os acontecimentos do 6º volume da light novel, contando com a animação do estúdio Madhouse. Pra quem não sabe, a obra é do brasileiro Yuu Kamiya (confira também: Yuu Kamiya e Mashiro Hiiragi no Ressaca Friends), que conta com um volume de mangá lançado com sua parceira Mashiro Hiiragi e uma temporada em anime, também animados pelo estúdio Madhouse.

Assista a temporada completa na Crunchyroll. 

Um pôster de divulgação também fora divulgado (veja mais abaixo), e você pode conferi-lo em alta resolução AQUI. O longa animado contará uma história 6 mil anos antes da original encontrada na light novel de Yuu Kamiya. A produção conta com o estúdio Madhouse, e basicamente a mesma staff que fez o anime, com o diretor Atsuko Ishizuka, Jukki Hanada como chefe de animação, Kouji Oudate no design de personagens e Super Sweep na trilha sonora.

O cast de dubladores ficou com:

Yoshitsugu Matsuoka como Sora
Ai Kayano como Shiro
Youko Hikasa como Stephanie Dora
Yukari Tamura como JibrilYuka
Iguchi como Clammy Zell
Mamiko Noto como Feel Nilvalen
Miyuki Sawashiro como Izuna Hatsuse
Rie Kugimiya como Teto 

Shiro em No Game No Life Zero (Poster Divulgação)

Sinopse: Ele é um NEET e ela uma Hikikomori, mas na internet são uma lenda urbana, os irmãos que são gênios nos jogos, Sora e Shiro. Para os dois o mundo não passa de um jogo ruim, até que um dia “Deus” surge diante deles dizendo que irá levá-los para um outro mundo “Onde tudo se resolve através de jogos”?! Sora e Shiro, será que esses dois irmãos incapazes de viver em sociedade podem ser os “salvadores da humanidade” nesse outro mundo?

 No Brasil, a light novel e o mangá são publicados pela NewPOP Editora.

 

PUBLICIDADE

Highschool of the Dead | Autor morre aos 52 anos

Anunciado pela família somente agora, o autor Daisuke Satou teve complicações com uma doença no coração.

Berserk | Kentarou Miura encerra o hiato do mangá

Daisuke Satou morreu na última quarta-feira (22), com um funeral feito pela família feito em imediato. Ele tinha 52 anos e um dos seus trabalhos mais famosos foi com o roteiro do mangá Highschool of the Dead, junto ao ilustrador Shoji Sato. Vale lembrar que ele também trabalhou com Imperial Guards, um mangá que fez em conjunto com Yu Ito.

Daisuke Satou (Imagem Divulgação)

Fonte: Anime News Network

PUBLICIDADE

Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands | Review

Olá sucólatras, hoje vamos pegar nossas mochilas e viajar pelos relevos selvagens bolivianos como fantasmas do governo em busca de respostas. Preparem os cartuchos, afiem as facas e costurem a roupa camuflada pois é dia de Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands.

Confira também: Toren | Review

Selvageria Sul-americana

Você e seu grupo, uma unidade especial de Ghosts (Papa Emeritus curtiu isso), desembarcam nas selvagens terras Bolivianas que está sendo controlada por um dos maiores carteis de droga da América Latina, se não do mundo, conhecidos como Santa Blanca. A situação complica quando um agente secreto americano infiltrado no cartel é revelado e assassinado a sangue frio sendo assim a ponta do pavio para as agências de espionagem e enviar o seu grupo.

Com uma pegada clássica dos enredos de Tom Clancy, você e seu grupo de Ghosts “são” a solução que os Estados Unidos oferecem para a Bolívia, a fim de libertar a mesma desses terroristas. E plantar uma bandeira com a estrelinha depois com tratados de bens…

Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands (Clique para ampliar)

Lhamas, Aviões e Bunkers

Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands é um mundo aberto rico em detalhes geomorfológicos; é muito bonito ver as cadeias montanhosas e os lagos, além de animais selvagens ao longo do jogo. Os terroristas também entram nessa categoria. Contudo você é apresentado a situação real, um grupo de rebeldes, o cartel que controla o governo e os tiras locais que se forem provocados é melhor sair correndo.

Como um jogo de mundo aberto – nos moldes de GTA e The Witcher III – há muito o que ser explorado, principalmente com missões secundárias ao longo das províncias, o que também pode deixar alguns jogadores chateados com grandes deslocamentos entre uma missão ou outra. O jogo traz a experiência de um game tático com habilidades ao longo da evolução, e se comparando com seu irmão The Division, ele não chega a trazer algo tão rpgístico.

Você pode brincar de Rambo porém muitas missões vão falhar, pois querendo ou não, você e seu grupo são apenas quatro pessoas contra inúmeros guerrilheiros, mas você pode contar ajuda de alguns rebeldes.

Com aspecto de espionagem, você com auxílio de binóculos e dropes, pode usar de uma boa estratégia para não sofrer danos e baixas. Há também uma barra que você pode comandar seus parceiros para posições, realizar tiros sincronizados ou até mesmo meter bala sem dó ou piedade.

Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands (Clique para ampliar)

“És tu C4br0n!”

Como regra de ouro dos tempos atuais, temos o modo multiplayer. No Beta, os servidores deram uma derrapada sobre esse aspecto e o matchmaking não estava funcionando bem. Porém, dentro do mesmo mundo você e mais 3 amigos podem explorar e detonar o cartel, com um microfone – fica bem mais fácil de escolher as ações. Agora com o lançamento do jogo, esse problema foi resolvido, então quando você cair já dá para sair gritando para seu melhor amigo: “c4br0n, me cura!!!!”

Aproveitando, a dublagem dentro do jogo ficou muito boa. Sabemos que não é fácil reproduzir algumas silabas portuguesas e espanholas para os nativos americanos. Havia horas que eu parava para ouvir o dialogo dos rebeldes em espanhol, falando que o cara estava sendo traído ou as rádios falando do cartel ou dos rebeldes e algumas subcelebridades.

Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands (Clique para ampliar)

“Taca-lhe pau nesse carrinho, ghost recon!”

Bem, mundo aberto é legal – e as vezes cansativos -, mas o que não falta são bugs, e isso é frequente também em Wildlands. Às vezes você pode perceber pessoas dentro de paredes; alguns npcs brincando de teletransporte; a arma que você queria sair voando para debaixo de uma zona não acessível; o seu carro…. veículos ganharam um parágrafo especial!

A física dos veículos é algo que me incomodou um pouco. Até acho que a falta de extremo realismo é válida, mas você descer uma montanha e capotar e não amassar o teto do carro é estranho, assim como alguns movimentos com motocicleta na qual o jogo não permite você tomar um capote dando de frente a um muro de contenção – mas sim destruí-lo, sem cair da moto…

A IA do jogo é excelente, principalmente que existe a dificuldade do jogo e mais a das regiões. Provocar a milícia local para lidar com o cartel em lugares abertos é uma boa dica, desde que você fique escondido na sua. As missões de intel podem até apresentar um padrão repetitivo, mas isso é natural de se esperar nesse tipo de jogo, por exemplo: rouba avião, rouba helicóptero, entrega recompensa, aparece um caminhão persegue e rastreia ele, e assim vai o tempo do jogo.

Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands (Clique para ampliar)

Vamos para a Bolívia?

Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands é a nova proposta da Ubisoft, um mundo aberto com ação e táticas de guerrilha. Com comandos até que simples, mas que levam um tempo para a adaptação. A estética gráfica muito boa desde a customização de seu personagem e de suas armas às grandes paisagens e detalhes de relevo. Você e seus Ghosts estão preparados para desmantelar o Cartel Santa Blanca e trazer um fim a sua operação Kingslayer? A Alma de Ricardo “Ricky” Sandoval poderá descansar em paz?

Chamem os amigos para jogar essa aventura e até a próxima!

PUBLICIDADE

Evento do lançamento do livro “Mangás, Anime e a Psicologia” [VIDEO]

PUBLICIDADE

Game brasileiro Ballistic Overkill, da Aquiris Game Studios, chega ao Hype por R$9,99

A Level Up acaba de anunciar a adição de um game brasileiro ao catálogo do Hype, sua plataforma de venda de jogos digitais: Ballistic Overkill, do Aquiris Game Studios, já pode ser adquirido no Hype por apenas R$9,99.

Hype adiciona Robocraft à sua lista de jogos

Ballistic Overkill é um game nacional de tiro desenvolvido pelo mesmo estúdio do premiado jogo de corrida Horizon Chase e está à venda em Early Access, estágio em que um título pode ser comprado e jogado antes do seu lançamento oficial e a comunidade de jogadores tem a chance de dar seu feedback aos desenvolvedores.

Ballistic Overkill foi lançado originalmente como um game para Facebook, quando atingiu a incrível marca de 150 mil usuários ativos por dia, e chega aos PCs em 28 de março. Até lá, os usuários do Hype podem aproveitar para garantir o jogo por apenas R$9,99 e ainda ter direito à atualização para a versão final do game assim que ela for lançada.

Para conhecer todos os títulos do Hype, acesse AQUI!

PUBLICIDADE

Yu Yu Hakusho | Comemoração dos 25 anos do anime já começou!

yu yu hakusho

Foi anunciado no evento Anime Japan 2017 que Yu Yu Hakusho começará a comemorar os 25 anos do lançamento do anime. Produzido pelo estúdio Pierrot, Yu Yu Hakusho começou a ser transmitido em 10 de outubro de 1992.

A Despedida de Um Amigo | Para Sempre Naruto

A primeira parte desta comemoração começou com um cafeteria! Localizado no Adores Anime Plaza Ikebukuro, começará a servir os clientes entre o período de 28 de abril até 2 de julho, 2017. Os fãs já podem esperar alimentos inspirados no anime do detetive espiritual, bem como todo o universo da animação.

Em breve, mais atividades e informações serão reveladas desta comemoração tão especial!

Pôster de 25 anos de Yu Yu Hakusho (Poster Divulgação)

 

PUBLICIDADE