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Demon Slayer – The Hinokami Chronicles ganha trailer inédito

Demon Slayer - The Hinokami Kagura
Imagem Divulgação: SEGA

O grande sucesso dos animes agora vai conquistar o mundo dos games. O jogo Demon Slayer – The Hinokami Chronicles ganhou trailer inédito do Modo Adventure. O vídeo foca no arco Asakusa da obra original, onde Tanjiro tem seu primeiro encontro com Muzan Kibutsuji.

O Solo Mode acompanhará a história de Tanjiro ao longo da primeira temporada do anime até o arco Mugen Train e, como é possível ver pelos trailers, o game parece ser bem fiel à obra. Em um vídeo divulgado anteriormente pela SEGA, outras passagens do jogo podem ser vistas, como as lutas da Seleção Final, o confronto com Kyogai, o Oni do Tambor, e a tensa batalha contra Rui.

Além do Modo Adventure, o game de Demon Slayer terá o Versus Mode, onde os jogadores poderão ter batalhas de 1 vs 1 tanto offline quanto online, com multiplayer local. Até o momento, os personagens jogáveis confirmados para esse modo são:

  • Tanjiro Kamado
  • Nezuko Kamado
  • Zenitsu Agatsuma
  • Inosuke Hashibira
  • Giyu Tomioka
  • Rengoku Kyojuro
  • Shinobu Kocho
  • Sakonji Urokodaki
  • Sabito
  • Makomo
  • Murata

O modo conta com combinações de golpes especiais, incluindo estilos de Respiração, e Ultimates poderosas dos personagens. Confira abaixo todas as Ultimates reveladas até o momento, incluindo os especiais da Academia:

No site oficial do jogo já estão disponíveis os links para a pré-venda, cuja opção garante alguns bônus inclusos, desde avatares adicionais, personagens desbloqueados, até acesso antecipado ao game.

Demon Slayer The Hinokami Kagura Poster
Imagem Divulgação: SEGA

Demon Slayer – The Hinokami Kagura Chronicles está sendo produzido pelo Estúdio CyberConnect2, responsável pela produção de Dragon Ball Z: Kakarot e Naruto: Ultimate Ninja Storm.

A data de estreia do jogo está prevista para 15 de outubro, um ano após o lançamento de Demon Slayer: Mugen Train, e estará disponível para PS4 e PS5 com mídia física, e Xbox One, Xbox Series X|S e PC (via Steam) somente como mídia digital.

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Conheça The Shapeshifter, uma aventura para Game Boy

shapeshifter
Imagem Divulgação

Não é ilusão, é realidade. The Shapeshifter da Green Boy Games é um jogo conceitual de aventura para Game Boy. Compatível com os portáteis Nintendo Game Boy, Game Boy Color e Game Boy Advance e disponível apenas em mídia física.

The Shapeshifter é um jogo de aventura fantasiosa. Elliot, uma pessoa qualquer, que num final de semana nas montanhas se encontra com um elfo. Então o que poderia dar errado? Além de um poder de virar o animal que ele toca.

Assim toda a nostalgia está garantida, tanto no conceito pixelado de um jogo da época como o envolto do jogo. Cartucho, manual, a caixa com o padrão de Gameboy. A iniciativa da Green Boy é não deixar o clássico morrer, por isso que o chama atenção do projeto.

A campanha do arrecadamento alcançou 72 mil dólares e já iniciou o projeto The Shapeshifter 2 no Kickstarter. O alcance desse sucesso chamou a atenção de vários veículos e do Suco também! E então você é um jogador clássico que gosta de seus jogos na prateleira? The Shapeshifter é para você!

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Confira a programação da WitcherCon

witchercon
Imagem Divulgação

Com transmissão pelo Youtube e pela Twitch, a WitcherCon será realizada no dia 9 de julho a partir das 14 h (horário de Brasília). Para você não perder nada, o Suco tem algumas informações do que você pode presenciar.

Com vários paineis incluindo o universo do jogo e da série The Witcher, o evento promete aproximar todo o publico da franquia e os curiosos. então confira alguns dos painéis que vão rolar na conferencia:

  • Memórias do Caminho: histórias por trás dos jogos The Witcher: os desenvolvedores e figuras-chave da criação da série de jogos The Witcher discutem como eles dão vida a histórias em mundos digitais, enquanto também relembram seus momentos favoritos – e relíquias esquecidas – dos títulos.
  • Monster Slayer: viva a vida de um bruxo: a equipe da Spokko ajudará os jogadores a se prepararem para se tornarem bruxos, mostrando seu novo RPG de realidade aumentada baseado em localização.
  • The Witcher: Além dos Videogames da CD PROJEKT RED : conterá uma visão do processo criativo por trás dos itens do universo expandido de The Witcher, incluindo histórias em quadrinhos e o próximo jogo de tabuleiro – The Witcher: Old World.

Além disso haverá vários conteúdos da CD PROJEKT RED e da NETFLIX. Incluindo apresentações musicais do compositor Marcin Przybyłowicz e da banda de folk metal Percival, que trabalharam juntos na premiada trilha sonora original de The Witcher 3: Wild Hunt.

Então está pronto para jogar a moeda para o bruxo? A WitcherCon está chegando e espera por você! Confira a programação e detalhes adicionais no site oficial.

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BIOMUTANT | Review

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Imagem Divulgação

Biomutant é um RPG de ação em mundo aberto desenvolvido pela Experiment 101 e THQ Nordic que traz um interessante universo furry – personagens animais que apresentam personalidade e características humanas – em um cenário pós-apocalíptico.

Graças ao pessoal da NUUVEM, tivemos acesso ao jogo furry e trazemos agora para vocês um REVIEW sob minha ótima otimista – pois curti muito a estética do jogo – mas também como toda a problemática que carrega. Vamos lá!

Embarque neste mundo pós-apocalíptico Furry!

Vívido. Brilhante. Colorido. São três adjetivos que cabem muito bem no universo de BIOMUTANT. Das gramíneas musguentas a árvores e plantas contorcidas, o level design encanta na perspectiva estética, apresenta biomas diversos e áreas naturais de tirar o fôlego. De fato, e num primeiro momento, esta é a primeira impressão que temos do jogo. Não há dúvidas de que é muito bonito!

E os seres que habitam? Bem, o conceito dos personagens também segue uma linha que combina muito bem com a proposta do jogo e temos uma variedade interessante de mutantes antropomórficos e montarias, tudo para propiciar uma ótima imersão ao jogador.

Junto ao ambiente natural, temos as construções e áreas das tribos. Seguindo a mesma fórmula, elas se misturam de forma simbiótica as paisagens, de trincheiras escavadas até fortalezas em meio a um pântano. É difícil escolher qual arquitetura de tribo é a mais bonita e interessante.

Agora com o pano de fundo do mundo de BIOMUTANT, resta saber qual o nosso lugar e quem irá se aventurar nessa jornada. Assim como um bom RPG, criamos nosso personagem, mais uma vez lembrando, um antropomórfico. Acabei fazendo uma espécie de “guaxinim espadachim”, um samurai urbano – já que ele também atira com pistolas – e formatei dentro desse conceito durante toda a jogatina.

Não são muitas coisas que podemos customizar na parte física do personagem, ora um pelo diferente aqui e uma esticadela das ossadas ali. Mas como todo essa estética mutante antropomórfica é rara nos games, acaba sendo uma experiência bem interessante. Vale lembrar que algumas poucas coisas, como vestimentas, podem ser mudadas in-game. Já se você se cansou da penugem de seu bichado, existe um NPC barbeiro pronto para te ajudar a ficar mais garboso na sua caçada!

Para finalizar dentro dessa parte de criação, temos a classe (são seis no total). Sinceramente, achei que seria uma escolha DEFINITIVA, mas que nada, podemos variar de estilo e mudar de arma a qualquer momento no jogo. Parecido com Dark Souls, a sua classe inicial é mais importante nas primeiras horas…

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Imagem Divulgação

Escolhas e Desenho da História

Com um pano de fundo da ambientação montado, vamos para o desenrolar da trama. Gosto de separar BIOMUTANT em três grandes galhos de trama: passado, presente e futuro. E como funciona isso? Vamos lá!

O passado compreende no background do seu personagem. Conforme passamos por missões, mais da infância são revelados, desde treinos de Wung-Fu com sua mãe, aulas de natação, exploração e toda a cartilha da formação do herói. Para dar mais ênfase, os flashbacks são jogáveis e a mecânica de escolhas – que o jogo leva muito a sério – também está presente.

Já o presente, temos o que podemos fazer para avançar na história e junto dela, nossas escolhas dentro do sistema de Moralidade, uma dicotomia dentro do espectro da Escuridão e Luz. A regra é clara: ações boas melhoram o caminho da Luz; ruins, o caminho da Escuridão. Sim, do jeito mais Star Wars possível e com toques de Zelda: Ocarina of Time e Black Desert Online.

O futuro, o que nos resta? O mundo é vivo, e junto dele as nossas escolhas formarão consequências dentro da trama. A forma como resolveremos os problemas entre as Brigas de Tribos, ou a salvação da Árvore da Vida, é exclusivamente nossa – e isso é bem legal, um ponto positivo no design do jogo.

Parecido com Cyberpunk 2077 onde as escolhas definem até mesmo o tempo de jogatina, ora aceleram ou estendem sua campanha, é fato de que quando você termina a história central, não significa que esteja realmente completo. Característica de um game mundo aberto, há dezenas de sidequests, minigames e mapas para exploração; por sinal, muitas sidequests são até mais divertidas que as mainquests.

Você pode achar a história não muito interessante ou cativante, mas há um charme em BIOMUTANT, e o empenho da equipe da Experiment 101 em trazer este sistema complexo de Ação <> Reação no mundo é de tirar o chapéu, principalmente por não terem a verba de um game AAA.

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Imagem Divulgação

Jogabilidade Nostálgica

Um fator que me “pegou de jeito” foi de como o game me lembrou alguns jogos da RARE na época de Nintendo 64 como Conker’s Bad Fur Day e Jet Force Gemini. Não que de fato tenham uma inspiração ou correlação, mas foi algo que me trouxe do âmago esta lembrança nostálgica e me motivou durante a jogatina. Há cenas em BIOMUTANT que poderiam se encaixar perfeitamente nos jogos aí citados.

Além da questão estética e de como os cenários são propostos (simples), a jogabilidade também me remeteu a tais jogos do passado por serem mais “diretos”. Não quero dizer que as lutas são simplórias, até porque há muitas formas de combos ou mecânicas de armas, mas acredito que se o jogador estiver disposto a seguir apenas UMA LINHA de combate, ele consegue atravessar o jogo com isso.

Para a galera mais hardcore – não me enquadro nisso – há um sistema de bloqueio e esquiva. Não achei tão bem harmonizado como em um Soulslike (acho que nem é a ideia), e em alguns momentos achei um pouco travada como o personagem se esquiva, mas considero e relevo que são cartas interessantes para se tirar da manga contra alguns chefes. Se você for habilidoso com o controle e tiver um bom timing, use e usufrua dos contragolpes e cancelamentos das habilidades inimigas.

Já do lado do craft, assim como em Cyberpunk 2077, é possível terminar o game sem dar muita atenção por aqui, porém, para quem busca mais longevidade e diversão, é interessante criar armas específicas para os chefões como em um Megaman. De fato, é muito difícil repetir uma play, seja por seu equipamento ou como você escolhe desafiar mobs e chefes; cada combate é único.

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Imagem Divulgação

Das Problemáticas

Já citado todos os pontos de que gostei muito em BIOMUTANT, vamos para seus problemas. Já antecipo de que como joguei uns bons dias após seu lançamento, diversos patches já vinham corrigindo seus erros e não sofri de glitches e quedas de quadros, algo muito citado na comunidade.

Quanto a sua performance, em meu i5 10400F + RTX 2060, foi possível extrair o máximo de seu gráfico sem nenhum problema, porém, ressalto que para um melhor desempenho, tenha em mente instalar o game em um SSD (de preferência num NVMe), para assim não ter problemas de carregamento de texturas em áreas mais abertas.

Talvez o ponto que mais tenha me incomodado é a repetição de missões e suas fórmulas simplórias de “ache um número x de itens” ou “derrote todos os inimigos do mapa”. Parece que foram indexadas apenas para cumprir seu lugar no mapa e encher mais “linguiça”. Pessoalmente, prefiro algo mais próximo de um Zelda BOTW, onde os inimigos estão no mapa sem nenhuma motivação aparente e vão apenas proteger o seu território, assim economizavam mais tempo e focariam mais no worldbuilding. Saliento de que gostei muito do sistema “war” de dominação de tribos e regiões, algo trabalhado em jogos como AC Odyssey e AC Valhalla, e também nos dois jogos Middle-Earth Mordor.

E o narrador? EU ADOREI logo de início ter um narrador do jogo e que me acompanharia por toda jornada. Aí depois de algumas horas, ou dezenas, você acaba se enchendo um pouco, sabe? Similar ao que comentei esses dias em Maneater, gosto da perspectiva em terceira pessoa e no caso do jogo do tubarão, combina perfeitamente pois não é o tempo todo. Talvez aqui em BIOMUTANT, ter momentos chave sendo narrados e nos diálogos do mundo ter apenas uma legenda (já que falam em um idioma caricato-animalesco) ajudaria. Fica aqui a provocação: será que tudo em um jogo deveria ser DUBLADO?

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Imagem Divulgação

Meio, Ambiente e Mutação

E vamos com mais uma provocação. Quando um jogo me apresenta escolhas, e como aqui de moral “Luz e Trevas”, gosto sempre de selecionar as mais diferentonas e contrárias da jornada do herói comum e corrente. Com BIOMUTANT não foi diferente! Já de início, optei pelo lado sombrio da aventura e sempre que possível, aplicava o modo caótico pensando: “até onde o jogo pode me levar?”.

É fato que a direção que o jogo te leva é em salvar a Árvore da Vida, trazer um olhar mais sustentável e ser family friendly com o Meio Ambiente. Até aí tudo certo, mas para quem optou o lado da “Luz”, não é? Em alguns momentos da narrativa, os diálogo levavam para contra o que eu queria, tiravam um pouco dessa liberdade ser mais caótico; acho um pouco frustrante, já que, se a proposta é ter esta dicotomia, que exerça em sua totalidade.

É fato que o jogo é muito divertido, colorido, traz uma temática importante e roteiro interessante, e bem, te faz querer ver “no que vai dar” este mundo totalmente destruído, claramente uma analogia com nossa realidade e quanto a isso, tudo certo. Mas é fato também de que os problemas de BIOMUTANT, muitas vezes não tão explícitos (tirando os crashes relatados no PlayStation 4), comprometem o abrilhantamento deste jogo que tenta ser um AAA, mas sem alma.

Um jogo grandioso, se manter dentro deste calibre de campanha de mundo aberto, deve impactar com sua identidade única e ir além da estética. Talvez mais alguns anos de produção, comprometimento de world building e detalhes do mapa/campanha teriam dado a BIOMUTANT sua identidade e lugar devido na indústria dos jogos de mundo aberto. Ainda assim, vale a jogatina!

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O Top 100 dos idols de K-Pop mais pesquisados no Google em 2021

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Imagem Divulgação

Que o K-pop caiu no gosto popular, isso é inegável! E o que seria do K-Pop sem os idols? Levando isso em consideração, a conta “K-Pop Idol Charts”, do Twitter, fez um levantamento dos idols mais pesquisados no google nos últimos seis meses de 2021. A análise foi feita através do Google Trends, e conta com dados a partir do dia 1º de janeiro até o dia 28 de junho de 2021.  

Todos os integrantes do grupos de K-Pop BTS e BLACKPINK tomaram as 13 primeiras colocações, dividindo espaço com IU e Eunwoo, do boygroup ASTRO. Jungkook lidera o ranking com 600.00, e em seguida vem V, com 563.64; Jimin, com 409,09; Suga, com 303.00; Lisa, com 300.00; Jennie, com 281.82; IU, com 263.64; Jin, com 218.18; Eunwoo, com 200.00; Rosé, com 190.91; RM, com 181.82; Jisoo, com 172.73 e J-Hope, com 163.64. 

Entre outros artistas citados, está Hyunjin, que retornou recentemente para as promoções do Stray Kids, e ocupa a posição 15º na escala mundial de pesquisas, com 81.82 acessos, perdendo apenas para G-Dragon, que ocupa a 14º posição com 100.00. 

Além deles, aparecem na lista, integrantes e ex integrantes de grupos como EXO, Miss A, GOT7, Red Velvet, Twice, NCT, Momoland, SHINee, Girl’s Generation, 2ne1, MAMAMOO, ITZY, 2PM, f(x), Tomorrow x Together, Super Junior, Girl’s Day, IZ*ONE, I.O.I, Gugudan, Monsta X, Wonder Girls, Seventeen, Wanna One, SS501, TVXQ, JYJ, Kara, After School, April, BTOB, (G) I-DLE e outros membros do Stray Kids

Confira abaixo o ranking detalhado:

E aí? Seu idol favorito apareceu na lista?

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Primeiro trailer de Chainsaw Man é divulgado

Chainsaw Man Anime Trailer
Imagem Divulgação: MAPPA

Confirmado no fim do ano passado, o anime de Chainsaw Man tem seu primeiro trailer oficial divulgado para o público. O vídeo promocional foi transmitido pela primeira vez durante o evento de comemoração de 10 anos do Estúdio MAPPA, que além de ser responsável pelo novo anime, também é conhecido por Jujutsu Kaisen, Dorohedoro, e pela última temporada de Attack on Titan.

A equipe de produção será composta da seguinte forma:

  • Direção: Ryuu Nakayama (One Punch Man, Raison d’être)
  • Roteiro: Hiroshi Seko (Jujutsu Kaisen, Vinland Saga)
  • Design de personagens: Kazuyaka Sugiyama (Mushoku Tensei)
  • Música: Kensuke Ushio (A Voz do Silêncio, Devilman: Crybaby)

Chainsaw Man é originalmente um mangá escrito por Tatsuki Fujimoto, lançado em 2018 pela Weekly Shonen Jump. A obra teve seu último capítulo lançado no começo de dezembro de 2020, totalizando 11 volumes impressos. No Brasil os dois primeiros volumes já foram comercializados e o terceiro volume está disponível para a pré-venda. A responsável pela distribuição do mangá em solo brasileiro é a Panini.

Sinopse: Denji é um jovem extremamente pobre que junto de Pochita, seu demônio de estimação, trabalha feito um condenado como Caçador de Demônios para pagar a imensa dívida que possui. Mas sua vida de miséria está prestes a mudar graças a uma traição brutal!! Aqui começa a história de um novo anti-herói que com um demônio em seu corpo, caça demônios!

Até o momento a adaptação para anime de Chainsaw Man ainda não possui data de estreia.

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Crimson-sensei, a virtual mangaka | Suco Entrevista

crimson
Imagem Divulgação

Hoje trazemos para vocês uma entrevista muy caliente com uma gigante da indústria dos mangás… de cultura! Pois é minha gente, Crimson pode não ser um nome muito conhecido nas bandas de cá do globo, mas a mangaká é uma veterana no mundo dos hentais (que no Japão é mais chamado de eromanga). Ela está ativa na cena desde pelo menos 2001; são vinte anos bem vividos de estrada e contando!

Para se aproximar um pouco de seu público, Crimson decidiu criar seu próprio canal no Youtube, não como pessoa física… mas como uma Vtuber (ou Virtual Mangaka, como ela se auto denomina)! Embarcando assim nessa sensação que foi o fenômeno de 2020, Crimson começou o canal com uma modesta expectativa de 10.000 inscritos. Hoje ela conta com mais de 160.000 inscritos, entre lives e pequenos vídeos com momentos com suas assistentes. Aliás, ela não é o único exemplo de uma mangaká que começa um canal do youtube como uma vtuber: temos a recém-casada autora de Himegoto, Tsukudani Norio, e a autora da série Ane Naru Mono, Pochi-sensei. Não é tão raro assim encontrar mulheres envolvidas com mangás interagindo de forma mais direta no Youtube.

crimson sensei logo
Logo do canal de Crimson (Imagem Divulgação)

Não é só pelo seu traço original, ou talento com anatomia ou mesmo sua voz absurdamente suave e de quebrar a compostura que ela chamou a atenção; o que realmente destaca a Crimson como autora é a total liberdade e despudor com que ela explora qualquer tema em seus mangás; temas que inclusive seriam motivo de ultraje aqui (e não, eu não falo entre as senhorinhas religiosas e recatadas). São histórias de deixar os cabelos em pé, se você não tiver a maturidade necessária para saber separar a ficção do real.

[NOTA DO EDITOR] Aqui na equipe do SUCO, acompanhamos o anime Aoi Sekai no Chuushin De (World War Blue), uma paródia da guerra dos consoles Sega vs Nintendo em três episódios, adaptados do mangá de Crimson. Um sentimento de nostalgia e felicidade foi tomado aqui em nosso QG!


É com essa admiração que entramos em contato com a Crimson convidando-a para uma curta entrevista e esta que você confere agora:

ENTREVISTA COM CRIMSON

Suco: Muitos dos seus eromangas contam histórias que envolvem episódios intensos. Prazer e medo parecem misturar-se, criando um ambiente ambivalente. Dito isso, queria saber mais sobre o seu processo criativo. O que te inspira a escrever as histórias que você escreve?

Crimson: Realmente esse é um padrão que existe até certo ponto, mas não é como se eu tivesse algum grande estímulo. Pois eu acredito que quando você vai construir uma história, você acumula pequenas coisas do dia-a-dia na hora de cria-la. Desde alguém com quem eu tenha encontrado, até algum programa ou comercial de TV completamente nada a ver, eu acabo sintetizando alguma coisa que eu tenha sentido delas para dali criar uma história.

Suco: Algumas amigas foram positivamente chocadas com a intensidade de suas histórias. Uma curiosidade que fica é: o que Crimson-sensei sente ao ler uma de suas próprias histórias? Você poderia falar mais sobre isso?

Crimson: Com certeza eu também gosto muito de ver o desenvolvimento da obra, mas não só disso como também da sensação erótica que ela passa. Acho que se eu lesse meu próprio trabalho e não conseguisse sentir essa sensação, eu não teria durado nisso esse tempo todo. Eu leio, me sinto motivada em continuar daquele jeito e é assim que a próxima obra acaba saindo.

crimson
Dona de um traço inconfundível, não só de boa anatomia vivem as protagonistas dos contos eróticos de Crimson; também é possível perceber que a mangaka tem um refinado senso estético, a julgar pela escolha nas roupas e seus detalhes

Suco: Outra dúvida que existe é sobre a participação feminina na produção e consumo de eromangas. Você poderia descrever suas impressões? Entre sua própria experiência, de suas assistentes e de demais conhecidas, como você descreveria a presença feminina no mundo dos eromangas?

Crimson: Eu acho que mangaka é uma profissão que tem pouco a ver com gênero. No final das contas, o que os fãs vão entrar em contato é com uma obra e com seus personagens. Mas daí se algum fã mais hardcore dessa história quiser imaginar que tipo de pessoa é esse mangaka, ou qual é seu gênero, tudo bem também. Eu também apareço no YouTube como um avatar de uma moça de cabelos negros, mas eu bem poderia ser na verdade uma loira russa de dois metros de altura, né?

Suco: Seu estilo é bem único, principalmente nas feições dos rostos. Pode nos contar um pouco sobre suas inspirações artísticas ao longo desses 20 anos em que você vem desenhando? Alguém ou algum estilo em especial lhe inspirou?

Crimson: Sobre a parte de desenhar rostos, eu já fiz vários doujinshis da Shonen Jump, então eu acho que acabei sendo influenciada pelos designs dessas obras mais famosas. Desses mangakas que mais me influenciaram, um deles seria o Nobuhiro Watsuki, de Rurounin Kenshin. Outra influência seria talvez Kentaro Yabuki, de To Love-Ru. Quanto a inspiração para desenhar no geral, eu costumo receber de vídeos adultos.

crimson
O currículo de paródias é extenso e já deu de tudo: Fire Emblem, Death Note, Final Fantasy, Fullmetal Alchemist, Bleach, Yu-Gi-Oh e outras pérolas ocultas de época como Eyeshield 21, Tales of the Abyss e Love Hina

Suco: “Cosplayer Kyousei Zecchou” (355108) foi um dos seus trabalhos que mais me impactou, porque mesmo sendo uma obra de ficção, você parece escrever face a face com uma realidade difícil de se falar sobre. Com ou sem um cosplay amaldiçoado, você ainda fala sobre o preço da fama sobre “ser uma presa do desejo dos homens”, sobre “se tornar um alvo do desejo”. Em resumo, sobre coisas “inevitáveis que talvez jamais mudarão”. Você já chegou a sentir algum receio em publicar algo com um conteúdo mais plausível? Como é escrever sobre assuntos complexos?

Crimson: Meu mangá é basicamente apenas um mangá erótico (eromanga), então eu não procuro colocar nenhuma mensagem social além do necessário. Claro, eu não vou me importar se alguém o ler de uma forma mais profunda, mas eu mesma não penso muito nessas coisas. Para mim o mais importante é o quanto o leitor conseguirá se excitar.

IMPRESSÕES FINAIS

Antes de fecharmos o artigo, uma palavrinha final, porque as respostas da sensei a merecem. Elas podem parecer um banho de água gelada para quem fosse esperar algo de tom mais ocidental. Pois este é o jeito como consumimos arte e cultura deste lado do globo: engajados, ultrajantes, afrontosos, cheios de dedos apontados e com tudo na ordem do dia em prioridade, menos a obra que está na nossa frente.

Mas é aí onde mora a riqueza das respostas da Crimson; não se trata apenas do seu Método Marta Suplicy para escrever e receber inspiração para desenhar (Relaxa e Goza!), mas na intenção pura, simples e direta de fazer o que quer porque é o que gosta de fazer. Não há nada de muito mirabolante ou revolucionário, nem há mesmo tal necessidade disso em primeiro lugar. Essa entrevista lembra que a vida é rica demais para ser resumida a uma bandeira.

to love ru crimson tomoe
As referências mencionadas anteriormente pela sensei. To Love-Ru, desenhado por Kentaro Yabuki e Rurounin Kenshin, de Nobuhiro Watsuki. Ao lado temos Tomoe, uma das personagens centrais na vida de Kenshin Hiruma. Agora, quem desenhou qual Tomoe? Vocês conseguem adivinhar?

Por último, um detalhe mais simples, mas não menos importante. Para meus chegados que mexem com arte ou para qualquer pessoa que esteja lendo isso aqui, meio desmotivada, a maior lição que você pode aproveitar das palavras da Crimson-sensei é essa: amar sua própria criação importa mais que tudo. Ser reconhecido faz bem para a nossa autoestima, sem dúvida, mas não é bom deixar que os números virem prioridade. É amando sua própria arte que você terá o combustível para continuar fazendo o que faz por mais de década.

O autor agradece profundamente ao incentivo dos amigos próximos para a realização dessa entrevista e principalmente à Srt.ª Chinatsu Yoshida que fez pacientemente a mediação dessa entrevista. E é lógico, meus mais calorosos agradecimentos à Crimson-sensei pelo seu tempo em responder às perguntas!

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Dreamscaper, Anuchard, Coromon e muito mais! Confira os anúncios da Freedom Games

Freedom Games

Dreamscaper, Coromon e Anuchard são alguns dos RPGs anunciados pela Freedom Games durante seu primeiro showcase transmitido na E3 2021. Com vários títulos independentes, a publicadora apresentou um conjunto diversificado de opções que devem agradar todos os tipos de jogadores. Confira:

Dreamscaper

Um RPG de ação rogue-lite (mecânicas menos duras e punitivas) desenvolvido pela Afterburner Studios. Que em diferentes ambientes alternados entre o dia e a noite, levam os jogadores para explorar o subconsciente ao anoitecer e descobrir artefatos ao conquistar seus pesadelos. E no decorrer do dia, conhecer a cidade de Red Haven e construir relacionamentos para desbloquear poderes em seus sonhos. 

Coromon

Domestique criaturas e lute contra treinadores em Coromon qualquer semelhança é mera coincidência o RPG desenvolvido pela TRAGsoft, que chegará aos consoles Xbox e Steam no primeiro trimestre de 2022. Trazendo uma história envolvente com um estratégico combate por turnos e quebra-cabeças desafiadores. 

Ancuchard

Restaure a civilização de StellarNull enquanto explora a misteriosa masmorra subterrânea de Ancuchard. Desenvolvido em parceria com a Microsoft por meio do Xbox Diversity Fund,  o RPG de ação chega aos sistemas PC, Xbox One e Xbox Series X | S no primeiro trimestre de 2022.

One Lonely Outpost

Conheça  um planeta distante, crie uma colônia agrícola e comece uma comunidade em One Lonely Outpost. Dos estúdios Aurorian, o mais novo jogo de aventura em 2D deve chegar ao Steam Early Access no primeiro trimestre de 2021.

Cat Cafe Manager

Cat Cafe Manager é um jogo de simulação desenvolvido pela Root Games que chega ao PC e ao Nintendo Switch no início de 2022. Onde os jogadores devem restaurar um bistrô familiar focado em felinos. 

To The Rescue!

Com a mesma temática de Cat Cafe Maneger, To the Rescue! é um simulador sobre um abrigo para cães, que possui parceria com a Fundação Petfinder para doar 20% de seus lucros e apoiar a adoção de seus animais. O jogo tem data de lançamento prevista para o terceiro trimestre de 2021.

Freedom Games também anunciou as próximas versões de console de Airborne Kingdom e revelou trechos da jogabilidade de Monster OutBreak da desenvolvedora Game Munchers. Para mais informações visite o site oficial clicando AQUI 

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