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PP Krit lança seu primeiro single solo; ouça agora!

PP Krit
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O ator e cantor tailandês PP Krit lançou na quinta-feira (12) seu primeiro single solo It’s Okay Not To Be Alright, cujo MV estreou no YouTube na madrugada de sexta (13) no canal oficial da Nadao Music.

PP fez sua estreia em grande estilo, com um visual fabuloso e figurinos que ora contrastam com a leveza da melodia. A letra fala sobre o processo de se desapegar e superar as lembranças de um amor passado, e como isso pode ser difícil e demorado. O jogo de cores e as metáforas visuais usadas em cenas que se passam em diferentes ambientes ajudam a contar essa história e ilustram o conflito interno e os sentimentos confusos que surgem em cada passo da jornada, deixando a mensagem de que, no fim das contas, tudo bem não estar bem. Confira:

“Mas ele já não tinha lançado outras músicas?” Sim, bem lembrado! No entanto, este é o primeiro lançamento musical solo de PP fora do universo dos aclamados lakorns I Told Sunset About You e I Promised You The Moon produzidos pela Nadao Bangkok, a história em dois atos que ele protagonizou com o também ator e cantor (além de ser seu melhor amigo) Billkin, e cuja trilha sonora foi cantada pelos dois. Em janeiro, eles também lançaram a música It’s So Good com Peck Palit e PEARWAH, também da Nadao Music.

Na semana passada (5) a dupla ganhou prêmios por sua atuação como Oh-Aew (PP) e Teh (Billkin) e pela OST de ITSAY e IPYTM no LINE TV Awards, e a Nadao lançou um vídeo especial para a premiação, onde eles cantaram um medley das duas canções principais de cada temporada, Skyline e Coming of Age.

Fun fact: Boss Naruebet Kuno, diretor do novo MV de PP, também dirigiu I Told Sunset About You.

Tanto It’s Okay Not To Be Alright quanto as faixas da trilha sonora de I Told Sunset About You e I Promised You The Moon estão disponíveis nas principais plataformas digitais.

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Slam Dunk | Filme ganha data e primeiro teaser

Slam Dunk Capa
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As primeiras novidades sobre o novo filme do lendário e renomado mangá Slam Dunk começam a aparecer! Nessa semana, o mundo teve acesso ao primeiro teaser promocional do longa-metragem de um dos mangás de maior sucesso da história. O projeto já tinha sido anunciado no começo desse ano.

Contudo, os fãs terão que esperar mais um pouquinho pelo próximo longa. Isso porque o filme ganhou previsão apenas para o final de 2022. Afinal, a produção está tão no começo ainda que nem nome o filme tem, por enquanto.

Por enquanto temos apenas 30 segundos, então dá uma conferida aí e já comece a acender aquela chama do hype:

Outra boa notícia é que Takehiko Inoue, criador da obra-prima, será o responsável pela direção e roteiro do longa. A produção do filme está por conta da Toei Animation.

Esse será o quinto filme baseado no mangá de Inoue, que também é famoso por ser o autor do clássico Vagabond. Além dos filmes, Slam Dunk teve uma adaptação para TV com três temporadas, também pela Toei. Porém o anime não cobriu toda a trama da obra original, sendo feito um final aberto.

Slam Dunk

Hanamichi Sakuragi é um colegial delinquente de topete ruivo, cansado de tomar fora das garotas que preferem os esportistas. Mas a sua vida começa a mudar quando se apaixona por Haruko, que o convida a jogar basquete no time da escola. Motivado pelo amor e pela popularidade, Sakuragi não pensa duas vezes e entra para a equipe de basquete do Colégio Shohoku.

Slam Dunk estreou em 1990 na Weekly Shonen Jump e teve seu encerramento em 1996, totalizando 31 volumes impressos. No Brasil, o mangá é comercializado pela Panini e pode ser encontrado na Amazon.

O título não apenas é considerado um dos mangás mais influentes e importantes de toda a história como também motivou muitos jovens a se interessarem pelo esporte. Assim como, por exemplo Capitão Tsubasa e, mais recentemente, Haikyuu, muitas crianças passaram a praticar os esportes relacionados aos títulos motivados justamente por seus heróis. Não é exagero falar que Slam Dunk foi um agente de impacto não apenas nas área do entretenimento e da literatura japonesa como, também, na paixão de muitos fãs pelo basquete.

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Wendy, Red Velvet, novamente é acusada de racismo

Wendy
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Reconhecida através de um dos maiores girlgroups do Kpop, Wendy se envolveu novamente em uma polêmica na internet, dessa vez ao aparecer em um vídeo onde podemos ver a cantora gesticulando de forma pejorativa, para segundo ela, representar uma fala negra.

Esse é o quarto escândalo de racismo envolvendo a idol de vinte e sete anos, que nunca falou sobre o assunto, ou pediu desculpas pelos seus atos considerados ofensivos pelo público.

Entre hashtags de protestos os fãs pedem para que ela deixe o Red Velvet levantando inclusive que essas atitudes prejudicam diretamente o grupo, e as outras integrantes que acabam recebendo hate, mesmo não estando presentes no momento do vídeo.

O Red Velvet foi um dos grupos que em 2021 muitos cogitaram um disband, visto que as garotas parecem estar focando em projetos solo, e os termos de contrato do grupo com a SM não foram aliviados, mesmo com a influência gigante das artistas.

Contrariando os rumores, o kgroup tem comeback marcado ainda para Agosto, e a participação da Wendy nas promoções até o momento permanece garantida.

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Anime de “Blue Lock” tem estreia para 2022 e ganha teaser

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Publicada desde 2018, a obra premiada de futebol, Blue Lock, criada por Muneyuki Kaneshiro e Yusuke Nomura já é um sucesso com milhões de cópias vendidas. Com isso, surgiram rumores de uma adaptação em anime, e, o anúncio oficial chegou: Blue Lock tem estreia prevista para 2022!

Confira o teaser oficial:

Equipe divulgada

Primeiro, o estúdio 8bit é responsável pela produção do anime enquanto a direção vai ser de Tetsuaki Watanabe com o auxílio de Shunsuke Ishikawa. Além do mais, o roteiro é por Taku Kishimoto com revisão do próprio Kaneshiro, enquanto a equipe de dublagem dos personagens tem Kazuki Ura como Yoichi Isagi, Tasuku Kaito como Meguru Bachira, Yuuki Ono como Rensuke Kunigami e Soma Saito como Hyōma Chigiri.

Por fim, veja a sinopse oficial divulgada:

 “Após refletir sobre o atual estado do futebol japonês, a Associação de Futebol Japonesa decide contratar Jinpachi Ego, um treinador enigmático e excêntrico, para alcançar o sonho de conquistar a Copa do Mundo. Acreditando que falta ao Japão um artilheiro que tenha fome de gols, Jinpachi dá início a Blue Lock – uma estrutura parecida com uma prisão onde 300 atacantes talentosos de diferentes escolas do país são isolados e jogados uns contra os outros. O sobrevivente da Blue Lock ganhará o direito de ser o artilheiro do time nacional, enquanto os outros que forem derrotados serão banidos e nunca mais poderão entrar para o time. Um dos selecionados para esse projeto é Yoichi Isagi, um atacante que falhou na missão de levar sua escola para o torneio nacional. Após escolher passar a bola para um colega de time que perdeu o gol ao invés de marcar por si mesmo, ele não consegue deixar de pensar se as coisas teriam sido diferentes se ele tivesse sido mais egoísta. Usando essa oportunidade de ouro dada pelo Projeto Blue Lock, Yoichi tem como objetivo acabar com suas dúvidas e buscar seu maior desejo: se tornar o maior atacante do mundo e liderar o Japão na Copa do Mundo.”

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Entenda a condenação de três anos de Seungri, ex integrante do Big Bang

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Nessa quinta-feira (12) o tribunal militar da Coreia do Sul, divulgou a condenação do cantor aposentado Seungri, após a investigação sobre seu envolvimento em casos de prostituição.

Para aqueles que não sabem, ou não faziam parte da comunidade do kpop, em 2019, foi exposto na mídia, que Seungri seria responsável pela promoção de jogos ilegais, prostituição e o consumo de drogas em seus estabelecimentos.

Seu verdadeiro nome é Lee Seung-hyun, com hoje trinta anos, tornou-se bem sucedido financeiramente, através da carreira de sucesso do seu antigo grupo Big Bang, sendo reconhecido mais de uma vez, como o grupo mais famoso e influente da Coreia na sua geração.

Em um primeiro momento, os fãs desconfiaram das acusações, ainda impactados pela decepção das notícias, e visto que outro integrante do grupo havia sido vitima de linchamento virtual por ter sido pego fazendo uso de maconha, droga ilegal na Coreia,  após um pedido publico de desculpas, e uma tentativa de suicídio, a internet pediu para que não atacassem os membros do Big Bang. 

Entretanto, no caso do Seungri, as investigações levantaram provas que justificam a sua condenação, e relatam que as condutas do homem causaram danos físicos e psicológicos as vitimas, fazendo com que o público se pergunte sobre apenas três anos de pena,  e um milhão de dólares como multa, é o suficiente para que o mesmo entenda a dimensão de seus atos.

Alguns empresários da empresa YG Entertainment ainda estão sendo investigados por promover serviços sexuais em troca de dinheiro, inclusive de algumas trainnes, que sonham em debutar.

Esse é o tipo de caso, que nos faz pensar sobre a verdadeira face das pessoas que acompanhamos na mídia. Mesmo que não seja da forma adequada, ainda assim podemos desfrutar de uma breve sensação de justiça.

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Free Guy: Assumindo o Controle | Review

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A gente vive uma geração que acha que tudo têm que ter um filme, a verdade é que ninguém sabe o que realmente quer, por isso é melhor deixar na mão de quem trabalha na área, porque irá sair muita porcaria, mas também será entregue coisas boas, e no caso de Free Guy: Assumindo o Controle é algo que beira do fenomenal absurdo de referências e do simplismo de trama que te conquista, mas ao mesmo tempo incomoda por sua duração.

Imagina você pegar o GTA, trazer toda a essência do Free Fire e fazer um jogo MMORPG, Free City, o jogo fictício dentro do filme é exatamente tudo isso. Bem genérico de Battle Royale, mesmo não sendo um, jogador sai matando outro jogador e os NPC’s que se cuidem! E é ai que entra o carismático Guy (Ryan Reynolds), que com todo respeito ao fã do ator, ele está muito bem no filme, mas como um bom NPC, ele some em tela, um protagonista que não se destaca em nada, completamente sem sal e esquecível, porque até o carisma de Ryan Reynolds não conseguiu engrandecer ele – e é lógico que era proposital por ele ser um NPC, o que não tira os defeitos dele ser esquecido em boa parte do filme, tanto que o Buddy (Lil Rel Howery) se destaca muito mais que ele.

Esse é o típico filme que não te deixa pensar, esse é o grande ponto, é loucura no estilo GTA mesmo, por mais que a normalidade esteja presa nos NPC’s, não tira toda a insanidade visual de cores, explosões e bizarrices que mostram o que é um jogo online, então toda essa loucura está de cenário e aparece de forma controlada na história do protagonista, então não se sente incômodo com isso, até o filme bater uma hora.

A duração é de 1h55, e sinceramente pela linguagem de filme genérico desses, ficar trabalhando história paralela incomoda e muito, pois já se têm a história do Guy, os conflitos da Molotov (Jodie Comer) e o arco vilanesco de Antwan (Taika Waititi); qualquer outra coisa que for desenvolvida nesse meio tempo desse tipo de filme fica chato, então pela metade para o fim do filme se gera uma barriga da história e por pouco não se desiste.

O arco final é o salva vidas do filme, é o às na manga, se ali não funcionar para você, o filme foi um desastre. É uma mistura de plot twist com cena de amor clichê e ação extrapolada que a Disney não teve vergonha de esfregar na cara o porquê ela está o pedestal do cinema moderno. O filme abusa de cada clichê e ainda consegue construir um arco final de se aplaudir de pé, como dito antes, é nesse ponto que o filme te conquista ou se salva, tudo por causa da linguagem moderna, acredito sim que é um filme que pode afastar as pessoas devido a isso, tá mais para frescura, pois o filme é incrível e divertido.

Free Guy é uma bagunça linda de se assistir, se divertir com Ryan Reinolds e companhia e gritar na presença de streamers famosos e referências fortes – e uma certa aparição que quebra a cara de muita gente aí na internet e que eu gosto disso, não falarei por ser um grande spoiler. O que parecia um filme comum, ele chama muita atenção a ponto de coloca-lo entre as grandes produções do ano, se o protagonista é um NPC, o filme em si passou longe de passar de ser um NPC em 2021.

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L’Arc-en-Ciel anuncia show comemorativo

L'Arc-en-Ciel
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Mal passaram os shows no Santuário Heian, os fãs de HYDE já podem abrir a carteira novamente. Isso porque sua banda, L’Arc-en-Ciel, anunciou recentemente um show online para comemorar seus 30 anos de carreira.

Conforme a Live Nation Japão informou na última quarta-feira (11), o L’Appy Birthday! será transmitido pela plataforma de streaming Veeps.

O concerto foi gravado no Makuhari Messe, entre os dias 29 e 30 de maio.  Isso significa que não será uma apresentação ao vivo, como ocorreu as de HYDE, no primeiro fim de semana de agosto. As vendas para a transmissão estarão disponíveis até o dia 23 de agosto e os ingressos custarão US$30 (aproximadamente R$ 157,50) no site da Veeps.

Já o link da apresentação ficará disponível a partir do dia 22 de agosto, às 20h até às 10h59 do dia 23, ambos no horário de Singapura.

E para quem gosta de surpresas, a banda não fará por menos. Além de grandes hits, é esperado um novo single, após cinco anos sem um lançamento.

Confira, a seguir, o post da banda em seu Instagram oficial, anunciando o espetáculo:

Fontes: Site oficial do L’Arc-en-Ciel; The Straits Times; Veeps

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Mercado de animes tem primeira queda em 10 anos

animes dinheiro noragami capa
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Pela primeira vez em uma década, o mercado de animes não teve crescimento de lucros. Isso é o que o portal de notícias japonês Yahoo! News Japan afirma, conforme matéria publicada recentemente.

Apesar dos grandes sucessos de bilheteria de filmes como Violet Garden e Demon Slayer, a indústria de animações japonesas para televisão não tiveram, pela primeira vez em 10 anos, crescimento algum no ano de 2020.

Com base nos valores arrecadados e nas vendas da indústria, o mercado de animes teve, no ano passado, uma queda de 2% comparada ao ano anterior. Esse fenômeno segue na direção contrária do que vinha acontecendo desde 2011. Por 10 anos, com a expansão do mercado de animes a nível global, a indústria registrou apenas porcentagens de crescimento em lucros.

Mas por que isso aconteceu?

Um dos grandes fatores por essa queda foi a pandemia do Covid-19. Afinal, muitas produções previstas para o ano tiveram adiamentos ou suspensões por causa da pandemia. Todo o calendário feito para o período assim como os lucros previstos com as produções foram modificados. No começo do pandemia, não havia nenhum tipo de planejamento para esse tipo de emergência.

Aliás, podemos levar em conta que não apenas os projetos de animação foram interrompidos como também todo o plano de divulgação e promoção também. É muito comum que as produtoras e responsáveis pelos títulos façam diversos eventos especiais para promover animes que estão para lançar, e esse é um lucro importante que também fez falta.

A falta do lucro obtido com vendas e com um calendário todo esburacado também impactou os ambientes internos dos estúdios. Questões como os altos custos dos equipamentos e as pendências referentes ao pagamento pela mão de obra são pontos que impactam no mercado. Principalmente com o grande número de funcionários terceirizados pelos estúdios. Pudemos acompanhar problemas recentes como o caso do estúdio MAPPA, acusado por más condições de trabalho e falta de pagamento aos funcionários.

Outro detalhe interessante que não podemos deixar passar batido é o crescimento das animações chinesas no mercado. Com obras muito bem produzidas e de ótima qualidade, os estúdios chineses começam a aparecer para disputar um espacinho em um mercado que antes era composto principalmente por estúdios japoneses. Logo, as produtoras de anime devem parar e refletir para saber se não acabaram estagnando o processo de criação e promoção devido a um período tão longo sem um leque tão grande de concorrentes fora do país.

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