O evento “Attack On Titan Final Season Special Event 2022” aconteceu no último domingo (13), no Japão, e lá uma nova arte promocional para a última parte da temporada final do anime surgiu. A estreia deve estar agendada para algum momento de 2023, então fiquem atentos a mais detalhes.
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Shingeki no Kyojin, também conhecido pelo título em inglês Attack on Titan, é uma série de mangá escrita e ilustrada por Hajime Isayama. É ambientado em um mundo onde a humanidade vive dentro de cidades cercadas por três enormes muralhas que os protegem dos gigantescos humanoides devoradores de humanos chamados de Titãs; a história segue Eren Yeager, que jura exterminar os Titãs após um Titã causar a destruição de sua cidade natal e a morte de sua mãe. Shingeki no Kyojin teve seus capítulos publicados na revista mensal de mangás shōnen Bessatsu Shounen Magazine da editora Kodansha entre setembro de 2009 a abril de 2021, com os seus capítulos compilados em 34 volumes tankobon.
Uma adaptação em uma série de anime de televisão do mangá foi produzida pelos estúdios Wit Studio (temporadas 1–3) e MAPPA (temporada 4). A primeira temporada de 25 episódios foi transmitida de abril a setembro de 2013, seguida por uma segunda temporada de 12 episódios transmitida de abril a junho de 2017. Uma terceira temporada de 22 episódios foi transmitida em duas partes, com os primeiros 12 episódios transmitidos de julho a outubro de 2018 e os últimos 10 episódios transmitidos de abril a julho de 2019. A primeira parte da quarta e última temporada foi transmitida entre dezembro de 2020 a março de 2021, e a segunda parte estreou em janeiro de 2022.
Shingeki no Kyojin tornou-se um sucesso comercial e da crítica mundial. Em 2022 bateu a marca de 110 milhões de cópias impressas de seus volumes tankobon em todo o mundo, tornando-se uma das séries de mangá mais vendidas de todos os tempos. Ele ganhou 15 prêmios, incluindo o Prêmio de Mangá Kodansha, Prêmio Attilio Micheluzzi e o Prêmio Harvey.
Attack on Titan – S01 – Trailer
Sinopse:Para escapar dos titãs, gigantes devoradores de homens, a humanidade se refugiou em cidades cercadas por enormes muralhas. Quando eles voltam a atacar, Eren Yeager se junta à luta para combater as criaturas.
O mais novo anúncio feito pelo estúdio MAPPA foi a adaptação em anime da light novel de Ren Eguchi e do ilustrador Masa. Assim, o anime é intitulado de Tondemo Skill de Isekai Hourou Meshi (Campfire Cooking in Another World with My Absurd Skill). A adaptação está prevista para chegar em janeiro de 2023 no Japão, e o estúdio Mappa publicou o primeiro trailer do anime, onde podemos ver a qualidade da animação.
Kiyoshi Matsuda está dirigindo o anime no estúdio MAPPA. Michiko Yokote (Cowboy Bebop, Rurouni Kenshin, xxxHOLiC, Shirobako) está supervisionando os roteiros da série, enquanto Nao Outsu (BEASTARS, ambas as temporadas) está adaptando os designs de personagens originais de Masa para animação. Por fim, Masato Kouda (KonoSuba, Domestic Girlfriend), Kana Utatade (KanadeYUK) e Kuricorder Quartet (tsuritama) estão compondo a música.
Campfire Cooking in Another World with My Absurd Skill – Trailer
Sinopse:Juntamente com outros três heróis, Mukouda Tsuyoshi, de 27 anos, é transportado para um mundo de fantasia para resgatar um reino de uma ameaça misteriosa. No entanto, logo fica claro que Tsuyoshi foi atraído para o ritual de invocação por acidente.
Nome mais que consolidado na sétima arte hollywoodiana, Spike Lee passou uma longa hora e um pouco mais com um público atento e ávido pela presença do diretor, que é inspiração de uma juventude negra ciosa de si e de sua história. Atentos como quem olha para um farol, entusiastas do trabalho de Spike Lee, alunos e profissionais da área de cinema marcaram presença maciça no último dia do Rio Innovation Week 2022. Fotos por BELGA.
Enquanto houve sim conversas sobre sua carreira e seu processo criativo, Spike Lee aproveitou a oportunidade do evento e de sua visita por pontos marcantes do Rio de Janeiro para ressaltar e reavaliar a relevância do negro na história. Citando o livro “Black People Invented Everything”, de Sujan Dass, como referência, Spike Lee exaltou os negros como precursores da arquitetura, pintura e demais marcos civilizatórios elencados pela autora do livro. Nisso ele rejeitou uma visão histórica do negro limitada à escravidão nas américas. Ainda no assunto, Spike Lee fez menção à sua visita no Cais do Valongo, famoso ponto histórico na região portuária do Rio de Janeiro e que durante décadas foi o maior ponto de movimentação do tráfico negreiro brasileiro, que foi um dos mais numerosos e duradouros da história humana, tendo sido o Brasil o último país a abolir a escravidão no continente americano.
A visita veio à tona para lembrar o público brasileiro do peso traumático da experiência histórica da escravidão. Ancestralidade foi um assunto-chave e recorrente na fala de Spike Lee. O diretor achou bastante edificante poder se reconectar a seus ancestrais, saber de onde ele veio, de onde seu povo veio e quais as marcas trazidas pelo tempo e quais as marcas seu povo deixou no tempo. Foi ressaltada até como a arte vira uma ferramenta para lidar com os traumas, pela música, pela literatura e pelo cinema.
Foto: @sucodm / @fotobelga
Falando um pouco mais sobre cinema e sobre como Spike Lee se interessou pelo assunto e como sua mãe lhe influenciou imensamente com as visitas ao cinema, o mediador do bate-papo, professor da iniciativa Cinema Nosso, chamou à atenção o trabalho feito com jovens negros interessados em cinema, usando o material do diretor visitante como influência direta. A menção veio em cima do comentário de Spike Lee sobre a falta de participações mais diretas e mais abrangentes de negros nas produções cinematográficas brasileiras, restritas em sua maioria às associações com cenários violentos. Mostrou-se ainda indignado com os comerciais e propagandas sobre o Brasil que via no exterior, ora com loiras, ora com mulatas. As declarações nuas e cruas sobre a realidade racial arrancavam palmas e palavras de ordem da plateia, visivelmente emocionadas pela presença catártica de um ícone da arte afro-americana; o mesmo ícone que produziu o infelizmente atualíssimo Do The Right Thing (Faça a Coisa Certa), que mais de trinta anos após seu lançamento, continua sendo um retrato fidedigno da violência que ceifa e traumatiza a população negra.
O tom geral da conversa se manteve neste nível. O encontro de Spike Lee no último dia do Rio Innovation Week marcou o final dos quatro dias de evento com uma mensagem acolhedora e encorajante para jovens negros tomarem a rédea de suas vidas e serem donos e donas de suas histórias e de seus sonhos.
Ao término do painel, buscamos algumas palavras de pessoas que saíam do local para tentarmos captar impressões gerais do bate papo com Spike Lee. O diretor de cinema Geraldo Borowski frisou a importância histórica da carreira do cineasta para o cinema e para as pessoas, com sua abordagem da história dos movimentos negros até a questão da espiritualidade, questão essa que reforça a narrativa de seus filmes. Particularmente interessante para Borowski foi o testemunho de Spike Lee sobre seu trabalho com Michael Jackson para a produção de seu curta metragem aqui no Brasil.
Foto: @sucodm / @fotobelga
Cacau dos Santos foi, assim como este que vos escreve, uma das ouvintes que ficaram do lado de fora. O evento obedeceu um esquema rígido de entrada e todo mundo que chegou depois ficou de fora. Mas o encontro com a grande fã de Spike Lee foi rico em mostrar como seu trabalho impacta a vida de jovens mundo afora. De sorriso radiante e alegre, Cacau comentou extensivamente para nós como o cinema de Spike Lee foi uma janela de inspiração e de auto estima para e tantos outros. Tal ânimo vem de um sonho de trabalhar com cinema e ser um exemplo daquilo que o cineasta manifestou desejar ver para o Brasil: uma cena cinematográfica feita por mãos negras e com olhares negros. Assim como muitos sonhos mundo afora, a pandemia foi um freio busco para sua progressão. Nada que um encontro com um ídolo para ajudar a jogar combustível e ânimo para levar os projetos adiantes.
Por fim, Fernanda e Samara, duas alunas do projeto Cinema Nosso que co-protagonizou e mediou o evento principal, também se mostraram tremendamente satisfeitas com o painel. Fernanda ressaltou a genialidade de Spike Lee, a quem acompanhou atentamente seus trabalhos e mostrou-se entusiasmada pela oportunidade de ser uma ponta de lança, como cineasta, para a criação de obras que melhor representem a realidade racial negra no Brasil. De mesmo modo, Samara mostrou-se impressionada com a profundidade do diretor, os meandros de seu processo criativo e saiu do evento ainda mais admirada pela sua obra.
Por fim, resta reforçar os sentimentos de gratidão pelas pessoas que cederam um pouco de seu tempo para conversar depois da palestra e principalmente pelo Belga, nosso fera que proporcionou esta e todas as fotos pelo Suco da Rio Innovation Week, por registrar um tanto do que foi dito em áudio. O evento obedeceu um rígido programa de entrada e infelizmente nem tudo ocorre como planejamos. Mas para tudo dá-se um jeito. De um jeito ou de outro ouvimos mensagens importantes de Spike Lee, que permanece uma referência incontornável para uma multidão que lotou a Plenária R.I.W para encontra-lo e conhece-lo. E a causa do diretor também é a causa de vários simpatizantes e militantes do movimento negro. Esta é uma história que é tudo menos desconhecida. História esta da qual Spike Lee é personagem, testemunha e memorialista por meio de sua sólida produção cinematográfica.
Chainsaw Man está com anime saindo na Temporada de Outono 2022 (de Outubro a Dezembro) de 2022 e, claro que, é inevitável não falar de como anda a história no mangá.
O último capítulo do mangá de Chainsaw Man, que saiu no último dia quinze (15), trouxe novas informações sobre os rumos que a história irá tomar.
Chainsaw man, mangá de Tatsuki Fujimoto, mesmo autor de Fire Punch, conta a história de Denji, um jovem que realiza trabalhos bem difíceis para conseguir juntar dinheiro em um mundo que demônios existem e se alimentam de pessoas, sempre na companhia de um demônio chamado Pochita. Um dia ele quase é morto por um demônio e faz um contrato com Pochita, que substitui o seu coração, para poder viver uma vida melhor, seu sonho.
O mangá publicado na revista Shonen Jump+, trouxe continuidade a batalha do capítulo anterior, 110. Após desmaiar lutando contra Yuuko, que fez um contrato com o Demônio da Justiça, que estava atacando as pessoas da escola por elas cometerem, na visão da personagem, bullying, o Demônio da Guerra, no corpo de Asa, amiga de Yuuko, se depara com o Chainsaw Man que havia derrotado Yuuko. O Demônio da Guerra tenta atacar, mas o Chainsaw Man é levado. À noite, Asa acorda no meio da noite e alguém bate à porta, era Yuuko que conseguiu se controlar após a batalha na escola.
O capítulo deu continuidade a conversa entre as duas. Yuuko diz que estava ali para se despedir da primeira amiga que fez no colégio e que se arrepende de ter feito o contrato com o Demônio da Justiça, pois aquilo que ela fez não era justiça e revela que só aceitou o contrato para ficar tão forte quanto o Chainsaw Man. Asa dá o tênis que Yuuko havia emprestado a ela e fazem uma promessa para devolver. Yuuko se despede e sai pulando de prédio em prédio até se deparar com o demônio mais temido, o próprio Chainsaw Man.
O mangá conta com, atualmente, 111 capítulos, juntando a primeira parte, escrita de 2018 a 2020, e a segunda parte, de julho de 2022 em diante.
Lançada ano passado, a primeira temporada de Young Royals precisava ser acessível o suficiente para que o público da Netflix ficasse maravilhado com o drama desde o início, mesmo que, de certa forma, o resultado fosse extremamente desanimador.
Felizmente, a segunda temporada, livre de toda essa formalidade, acaba transcorrendo de maneira mais livre e mais focado em seus principais eixos narrativos. Aqui, a história de amor entre um príncipe e um plebeu ganha sentido próprio, distanciando-se do previsível e, sobretudo, evidenciando uma identidade particular pra lá de estimulante.
Para analisarmos essa continuação, precisamos entender que Young Royals surgiu como uma obra repleta de aderência a assuntos políticos e sociais presentes em duas realidades opostas. Esse fato, por si só, pareceu pouco utilizado anteriormente, pois o que víamos era um retrato batido de temas juvenis cheios de controvérsias sexuais e problemas com uso de entorpecentes. Esses temas, por sua vez, já tinham sido retratados em outras produções do tipo, como Skins (2007), Skam (2015), Elite (2018) e, até mesmo, Euphoria (2019).
Um upgrade na história
Entretanto, agora há uma tentativa da própria Netflix de fazer com que Young Royals tenha maior independência contextual de seus eventos. Ou seja, os problemas adolescentes aqui vão muito além daquilo exposto anteriormente ou em qualquer outra série de jovens problemáticos. Por exemplo, observe a questão levantada sobre as consequências da violação da privacidade dos protagonistas Wilhelm (Edvin Ryding) e Simon (Omar Rudberg). Os percalços jurídicos e, principalmente, sociais dessa ocorrência, são retratados com seriedade e realismo. O mesmo acontece com as contradições da família real, agora mais destacadas no propósito de servir como pano de fundo para os acontecimentos da série — um baita acerto.
Outro ponto positivo, merecidamente, vai para as atuações, com destaque na performance de Edvin e Omar. Afinal, juntos eles exibem seus sentimentos de maneira natural, o que demonstra uma clara evolução se compararmos com o trabalho oferecido em 2021. No entanto, apesar das boas combinações, é impossível não manifestar insatisfação com o arco secundário, formado por August (Malte Gårdinger) e Sara (Frida Argento). Apesar de soar interessante e expandir as possibilidades do roteiro, é inegavelmente repetitivo demais.
No geral, não há como negar o quão atraente se tornou Young Royals em sua segunda temporada. Com acréscimos importantes, a série se desenvolve a partir de condições projetadas para uma continuação futura. Enfim, vamos esperar e ver qual será o desfecho do que já pode ser considerada uma das melhores atrações da Netflix.
Após 25 temporadas AshKetchum, da cidade de Pallet, e seu parceiro de aventuras Pikachu enfim alcançaram o topo. Nesse último final de semana, Ash se sagrou campeão dos campeões ao vencer Leon, campeão de Galar. A batalha de 6 contra 6 aconteceu no Torneio dos Oito Mestres do Campeonato de Coroação Mundial de Pokémon.
Durante todo esse tempo acompanhamos momentos e batalhas até o aguardado dia no qual Ash sonhava. Além de seus títulos na Batalha da Fronteira e ser o primeiro Campeão da Região de Alola, a temporada de Pokémon Jornadas trouxe uma formula diferente para a animação, escapando das clássicas batalhas de ginásio.
Sendo assim, Pokémon Jornadas traz a nostalgia em todos os momentos da animação, de região a região, batalhas e reencontros. Um novo time com um elo implacável. “A determinação e perseverança de Ash para atingir seu objetivo de ser tornar o melhor Treinador de Pokémon do mundo durante 25 temporadas representa, da melhor forma possível, o que é ser um Treinador”, disse Taito Okiura, vice-presidente de marketing da The Pokémon CompanyInternational.
Então para você não perder nenhum momento fique atento à Netflix que exibirá Pokémon Jornadas Supremas. Confira cada momento de Ash, Pikachu, Gengar, Dragonite, Lucario, Sirfech’d e Dracovish e comemore os 25 anos do anime!
O drama The Golden Spoon, do canal MBC, se envolveu em uma polêmica após liberar um vídeo com filmagens das gravações. Nelas, o ator principal, Yook Sungjae, quase não aparece, em relação a estrela coadjuvante Son Woo Hyun.
Os fãs ficaram decepcionados ao perceber que o Sungjae estava tendo pouco destaque, mesmo sendo o ator principal da série, acusando a emissora de estar sendo imparcial nas distrubuições de tela.
Rapidamente o canal se posicionou, e em nota oficial eles garantiram que o favoritismo não aconteceu, e que o ambiente de gravação foi muito respeitoso e amigável. Sendo assim, os atores de papéis menores foram tão valorizados quanto os principais.
Baseado em uma webtoon muito famosa e de mesmo nome, The Golden Spoon vai retratar a história de dois adolescentes: um rico, e um muito pobre. Este último compra uma colher dourada capaz de fazê-lo trocar de lugar com quem escolher.
A escolha de Sungjae, do BTOB, agradou não só os fãs, mas todo o público. Afinal, o ator ocupa a posição de um dos queridinhos, principalmente pelo seu papel no drama mundialmente famoso: Goblin.
41 anos após a estreia e exibição da animação Urusei Yatsura, de Rumiko Takahashi, no Japão a “Turma do Barulho” retorna com um remake. Então, aqui eu apresentarei sobre a descrição da professora Linda Hutcheon em Uma Teoria da Adaptação.
O que é uma adaptação? Ela precisa ser cem por cento fiel à obra original?
A professora Hutcheon vai falar que a adaptação compreende “um processo de criação”, envolvendo “tanto uma (re-)interpretação, quanto uma (re-)criação, e dependendo da perspectiva, isso pode ser chamado de apropriação ou de recuperação”.
Portanto, a adaptação é uma das formas de contar histórias de um para o outro, por exemplo, de um romance para um filme ou animação. No entanto, os elementos dessas histórias, enredo, personagens, tempo, espaço, ambiente e narrador é o que trazem a tão discutida fidelidade artística.
Então, não necessariamente a adaptação precisa ser fiel, desde que ela respeite os elementos narrativos. É aí que entra uma das obras do barulho.
O remake manteve todos os elementos narrativos que a obra original trouxe; um Ataru Moroboshi mulherengo, a bela e sensual Lum, a amiga de infância Shinobu, o monge sem noção alguma e outras personalidade lunáticas que são tão marcantes dentro e fora da obra. O recheio das muitas paródias do gênero de ficção cientifica e a zombaria de tudo e todos, que vai de um filme a personalidades importantes do Japão.
A maneira como os acontecimentos são transmitidos sofreram poucas mudanças – mudanças essas que não afetam o que citei acima – e o teor cômico, absurdo e pastelão se mantiveram.
A conclusão que cheguei a respeito desse remake é que ele serve tanto para os expectadores mais novos quanto para os mais velhos. Afinal, passados 41 anos, Urusei Yatsura ainda tem aquele poder bizarro de atrair o público.