Hoje é sábado, dia 15 de abril, e as atrações no estande da NAGEM na CCXP Tour Nordeste não param! Começa às 11h30 com gameplay nos consoles PS4 e Playstation VR. As 13h30 os irreverentes Irmãos Piologo, criadores do Partoba, vão contar tudo sobre como bombar na internet. Na sequência, Gordox narra mais um campeonato de LoL, mas desta vez com um diferencial: a galera da INTZ vai estar por lá, jogando e interagindo com os gamers.
A caça aos cosplay continua com o aplicativo Hunters. Hoje mais dois monitores LG 29UM68-P serão dados como prêmio para o mais caçado e o maior caçador.
O robô de 2.60m da Samsung, que ontem animou quem estava no estande da NAGEM, vai estar por lá de novo neste sábado, mostrando todo seu gingado cibernético e encantando, principalmente, a criançada.
Vale lembra que a NAGEM é o único expositor de eletroeletrônicos no local e que durante todo evento o novíssimo note gamer da Samsung, o Odyssey, estará sendo vendido, com um brinde especial para os 10 primeiros compradores: um boneco Duratan, do World of Warcraft. Ainda na loja, produtos gamer e venda de licenciados e colecionáveis exclusivos.
O trailer de Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi foi revelado pela Disney/Lucasfilm nesta sexta-feira (14) no painel da franquia no Star Wars Celebration (confira mais detalhes AQUI), nos Estados Unidos
Star Wars: Episódio VIII – Os Últimos Jedi estreia em 14 de dezembro nos cinemas brasileiros e conta com Daisy Ridley, John Boyega, Adam Driver, Oscar Isaac, Mark Hamill e Carrie Fisher no elenco.
Fala galera! Este é o primeiro podcast do Suco de Mangá e conta com #BELLAN, Tetae Soket, onde comentamos sobre a volta de Shingeki no Kyojin (Attack on Titan) e do que podemos esperar nesta segunda temporada. EXPERIMENTE!
A CCXP Tour Nordeste, primeira edição fora de São Paulo da maior comic con do mundo, teve início nesta quinta-feira (13) e contou com diversas atrações especiais do mercado brasileiro, como Mauricio de Sousa, Lázaro Ramos, Taís Araújo e Diogo Vilela.
A equipe do Omelete, maior portal de cultura pop do país, deu as boas-vindas ao público: “A CCXP não veio para o Recife, foram vocês que trouxeram ela para cá, vocês que pediram”, disse Érico Borgo, um dos fundadores. “E podem ficar orgulhosos, porque o evento vai entrar para a história e vocês fazem parte disso”, reforçou Thiago Romariz, editor do portal, levando o público ao êxtase.
Crédito: Max Levay
Os painéis principais tomaram conta do Auditório Twitch, que conta com mais de 2400 lugares e recebeu Mauricio de Sousa, o convidado de honra. “Faz cerca de dez anos que não venho à Recife, a ‘Veneza brasileira’. Vocês não sabem, mas tenho sangue nordestino correndo nas veias”, disse o quadrinista, após ser recepcionado de pé pelo público.
Aos 81 anos e aparentemente incansável, o artista anunciou detalhes nas produções do próximo ano, os longa-metragens em live action, ou seja, personagens “em carne e osso”. O Turma da Mônica – Laços leva os personagens clássicos, ainda crianças, se envolvendo em brincadeiras, brigas e aventuras bacanas. Segundo Mauricio de Sousa, o filme está na fase de busca dos atores. O outro será a versão adulta dos personagens. O público vibrou ao ser exibido um teaser com o Floquinho “real”, o cachorrinho do Cebolinha.
Ele também aproveitou para apresentar dois projetos recentes da Mauricio de Sousa Produções que fogem às tradicionais histórias em quadrinhos: o Mônica Toy e o Bairro do Limoeiro. O primeiro é uma web-série de desenho animado, com episódios curtinhos, exibida apenas no canal oficial do YouTube. A sacada é que não tem dublagem e, por isso, é um produto universal, com mais de 240 milhões de views por mês. Brasil, Rússia, México e Estados Unidos são as maiores audiências. Já estão em produções spin-offs em versão toy. O segundo também é uma animação, só que resgata o antigo traço do quadrinista. “Eles pegaram desenhos de 40 anos atrás e remodelaram, com elementos modernos, em ritmo mais frenético”, revelou.
Crédito: WC Studio
O painel contou ainda com a participação do Marcos Saraiva, Bruno Honda e Sidney Gusman, gerente comercial, designer e editor, respectivamente, da Mauricio de Sousa Produções. Os três se intercalaram na apresentação da nova temporada da Turma da Mônica clássica, em parceria com o Cartoon Network; dos novos graphic solo dos personagens Chico Bento, Bidu e Penadinho; e o crossover da Turma da Mônica Jovem e a nova versão em capa dura dos Clássicos do Cinema.
Mister Brau: Lázaro Ramos, Taís Araújo e elenco contam as novidades da terceira temporada da série
No segundo painel do primeiro dia de evento, o assunto foi a terceira temporada da série brasileira Mister Brau, que estreia a terceira temporada na TV no próximo dia 18, mas já está disponível na plataforma da Globo Play. Os atores Lázaro Ramos, que entrou com a máscara de Chewbacca – personagem de Star Wars – já no clima do evento, Taís Araújo, Fernanda de Freitas, Marcelo Flores, Kiko Mascarenhas e a diretora Patrícia Pedrosa fizeram um bate-papo divertido e descontraído, mediado por Marcelo Forlani, editor e cofundador do Omelete.
Crédito: WC Studio
“Desta vez, a série está voltada à família, com três crianças adotadas por Michele e Brau, com temas que envolvem bullying, preconceito e machismo, mas sem perder a linha do humor. “A gente fica muito feliz de levar um novo tipo de família para a TV, de origem humilde mas que têm muito orgulho da sua negritude”, afirmou Lázaro, que deixou o gostinho de andar pelo showfloor do evento, já que nunca esteve em uma comic con.
Taís Araújo confirmou que sua personagem estará bem maternal e destacou um episódio, com participação especial da atriz Giulia Gam, que vai abordar o tema do machismo, em que se junta da “inimiga” Andrea (Fernanda de Freitas) em prol das mulheres. “A gente precisa reconhecer o machismo em nós mesmas e nos nossos companheiros, e entender que mudar um padrão é dificílimo. A voz deve ser nossa, porque os homens já falaram demais, mas, em segundo plano, eles precisam vir junto com a gente, afinal todos nós fazemos parte da sociedade”, defendeu.
A atriz Fernanda Montenegro participará mais uma vez da produção, como a mãe de Gomes (Kiko Mascarenhas), assim como o ator Ailton Graça, que volta como o pai de Michele, além da atriz pernambucana Fabiana Karla. O cantor Jonnhy Hooker também estará presente na série, dirigida também por Flavia Lacerda e com núcleo de Guel Arraes, todos pernambucanos, detalhe que foi ressaltado pelos atores.
Para não sair do clima do evento, o elenco ainda falou sobre a relação com o universo geek. “Nosso casamento começou a dar certo quando você passou a me acompanhar nesses filmes”, disse Lázaro a Taís. “Adoro ler quadrinhos e ver séries, gosto de Star Wars, mas nada é melhor que X-Men”, completou. Taís assumiu só acompanhar por conta do marido, enquanto Kiko Mascarenhas revelou-se fã de Downtown Abbey e The Walking Dead, mas confessou morrer de medo dos zumbis.
Lendário Diogo Vilela traz à CCXP Tour Nordeste episódio inédito de Prata da Casa
O primeiro episódio da série Prata da Casa, coprodução da Fox com a Casablanca, foi exibido com exclusividade na CCXP Tour Nordeste. O conteúdo inédito foi lançado pelos protagonistas da trama, os atores: Diogo Vilela, Françoise Forton e Rodrigo Pandolfo na tarde desta quinta-feira (13), no auditório Twitch, no Centro de Convenções de Pernambuco.
No seriado, o recém-solteiro Sérgio Henrique (Pandolfo) se muda do Rio de Janeiro para São Paulo e volta a morar com os pais após descobrir uma traição da ex-esposa. Maurício (Vilela) e Hercilia (Forton) são os pais de Sérgio, que disfarçam a falência do próprio casamento. Com 14 episódios, a produção deve estrear em maio deste ano.
Crédito: WC Studio
A direção é de André Pellenz, o mesmo responsável pelo longa-metragem Minha mãe é uma peça e do programa 220 volts. “Quando eu vi Minha mãe é uma peça, gostei e marquei ele como diretor. Eu estava fazendo Pé na Cova quando ele ligou dizendo que tinha um papel com a minha cara. Estou satisfeito com o resultado! Trabalhamos muito e acho que conseguimos algo diferente, um tom de comédia que quem assiste série em canal fechado vai entender”, contou Vilela.
Forton também contou como se envolveu no projeto: “Eu queria fazer algo diferente, mais comédia, me arriscar. Em novela são muitas tramas e personagens. Então, quando ele [o diretor] me chamou, eu pensei: ‘ninguém mais próprio para essa experiência’. Trabalhamos com muito prazer”.
Já Rodolfo repetiu a parceria com o Pellenz, que o dirigiu em Minha mãe é uma peça, onde interpretou o filho de Dona Hermínia, o Juliano. “Acho o roteiro bem escrito e o elenco maravilhoso. Tem a coisa do programa de humor, mas tem a amorosidade, toca pelo coração, porque todos os personagens são de verdade, e junto com a técnica vai agradar. Não é mais do mesmo, é história de uma família contada de uma maneira ímpar”, finalizou.
Painel da FOX Film trouxe conteúdo exclusivo dos aguardados Alien: Covenant e Planeta dos Macacos: A Guerra
O painel da Fox Film, mediado por Érico Borgo, editor e cofundador do Omelete, exibiu conteúdo inédito do filme Alien: Covenant, muito esperado pelos fãs da franquia desde Prometheus, de 2012. O sexto filme da série é estrelado por Michael Fassbender, Katherine Waterson, James Franco, e dirigido pelo aclamado Ridley Scott.
Na sequência, foi apresentada a animação brasileira Lino, de Rafael Ribas, que tem tecnologia da Dreamworks, além de As Aventuras do Capitão Cueca e do novo filme do brasileiro Carlos Sandanha, O Touro Ferdinando, que tem estreia prevista para dezembro deste ano.
Encerrando o momento com chave de ouro, foi a vez de ver cenas inéditas de Planeta dos Macacos: A Guerra, além de comentários dos atores sobre as gravações. O filme dá continuidade a Planeta dos Macacos: O Confronto, sucesso de bilheteria em 2014.
Takanori Nishikawa ou T.M. Revolution acaba de ser divulgado na página da Yamato Music, com um vídeo (veja abaixo) sobre sua vinda ao Brasil para a edição 2017 do Anime Friends. Esta é a primeira visita do grupo ao país, que deve interpretar os seus maiores clássicos como Heart of Sword, tema de encerramento de Rurouni Kenshin/Samurai X.
T.M. Revolution pela primeira vez no Brasil no terceiro e último dia de evento, no palco Arena Friends, a partir das 19h30 em 9 de julho no Anime Friends!
A edição de 2017 do Anime Friends acontece nos dias 07, 08 e 09 de julho no Transamerica Expo Center, próximo a estação de Santo Amaro em São Paulo.
Tóxico, adj. sm., que tem como significado 1. que ou o que envenena, que tem propriedade de envenenar, venoso; 2. que ou que produz efeitos nocivos ao organismo* – referência: Michaelis Online, dicionário brasileiro da língua portuguesa.
*Vou utilizar a compreensão de organismo como um todo, organismo vivo, com sua emoções e sensações, corpo e mente como um todo – não vejo porque separar ambos, nesse caso.
Assim, feitas as considerações iniciais, quis começar com a definição para um esclarecimento inicial. A pergunta que nos norteia hoje, tal como este texto não tem pretensão de ter uma resposta definitiva. Da mesma forma que (muito provavelmente) todos os textos da coluna.
O significado do dicionário serve para pensar em como “tóxico” tem um cunho negativo, contudo, que não necessariamente é algo ruim. Por vezes, precisa-se de algo corrosivo, seja para remover impurezas ou a casca, seja para trazer a tona outras coisas. E eis a função que o amor em Kuzu no Honkai desempenha seu papel – ou não-amor, para ser mais específica. Apenas em consequência de seus amores não correspondidos ou ausência de um amor, que muito dos personagens do núcleo principal veem a enfrentar sentimentos e questões que giram em torno desta.
Ademais, já adiantando, creio que sim, na série o amor tem um caráter tóxico. Ele desvela aparências e crenças, por vezes corroendo o caráter e valores dos personagens, todavia, também faz com que entrem em contato com suas qualidades menos desenvolvidas, seu lado sombrio, defeitos e imperfeições – características que os tornam humanos, afinal.
A grande questão, que faz com que tire meu chapéu (se eu tivesse um) para a série é que, ao contrário de romances típicos e tradicionais da cultura shoujo, Kuzu ressalta os “pontos negativos” de se amar. Não há todo aquele enfeite, rosas e arabescos. Por vezes, ele é curto e grosso. Direto, tal como a personalidade de Hanabi. Ela mesma afirma odiar o amor pois, diferente de estudos, esportes e cozinhar – atividades que com a prática e o empenho você vê resultados; o amor não é bem assim.
Entretanto, ainda assim é possível ver uma apreciação da dor e do sofrimento – vulgo “beleza da dor” – na obra. Ironicamente, logo nos primeiros capítulos, a própria protagonista questiona o que há de belo nisso. Somado a tal, há um condenamento de buscar conforto no físico, no desejo. Cria-se então um embate amor e desejo, que o segundo por si só, sem amor, é condenável. Eis o motivo de serem “lixo”, scum, kuzu.
Particularmente, tenho muitas inquietações sobre a moral por trás implícita (e explícita). Porém, considerando a cultura oriental e seus contrastes (de um lado idols puritanas e erogames rs), creio que não seja tão difícil de processar.
Bem, por hoje é isso. Peço desculpas pelo texto breve, no entanto, semana que vem compenso. Quis mais fazer um aquecimento para o próximo.
Quinta que vem, a parte final de Kuzu no Honkai vs Velvet Kiss: Obras de contrastes e aceitação da sombra.
Raito Yagami é um jovem estudante prodígio que leva uma vida considerada… Epa! Anime errado. Desculpe aí pessoal! Vamos ver… Ah! É essa aqui.
Usando referências de um anime como Death Note e baseado no mangá homônimo de Megane Mihoshi, Renai Boukun, também conhecido como The Very Lovely Tyrant of Love tem como premissa o envolvimento do colegial Aino Seiji e a cúpido Guri, além claro, das situações engraçadas que ambos são expostos em relação as trapalhadas da personagem Guri.
Kiss Note, mais conveniente que o Death Note
O que você faria se uma garota vestida de Shinigami aparecesse em sua porta lhe dizendo que caso você não beije, você morrerá? É praticamente com essa frase que o nosso protagonista se vê diante de uma piada e é daqui que partimos para a história.
Disposto a ouvir o que a garota Shinigami tem a dizer, Seiji acaba cometendo vários equívocos, além de descobrir que boa parte do que está acontecendo é culpa da garota, se não fosse por ela ter errado um ideograma e saído seu nome quando tentava unir dois “rapazes” num relacionamento BL (Boy Love), contudo, para piorar ainda mais a situação o Kiss Note apresenta regras bastante excêntricas do tipo: O humano cujo nome for escrito nesse caderno morrer… Errei de novo. Corrigindo… “A pessoa cujo nome estiver escrito neste caderno deve beijar alguém em 24 horas, caso contrário, a pessoa ficará virgem para sempre, alias, se um nome ficar sem par por 24 horas o mesmo ocorrerá como diz a primeira regra”. A par dessa ocorrência, Seiji se vê em apuros já que sua castidade poderá ser mantida para sempre e junto da causadora do problema parte em busca de um par o que torna as coisas ainda mais engraçadas.
Shinigami que não é Shinigami, mas sim cosplay e ainda tem espaço para anjo
A vida de Seiji só tende a piorar quando a sua parceira trapalhona escreve o nome de Hiyama Akane, uma yandere ao estilo Gasai Yuno que é amarradona pelo garoto e como se não bastassem os problemas, a guria ainda traça seu nome no caderno, o que resulta num cômico triângulo amoroso, ademais a mesma revela que ela não é um Shinigami, mas sim um anjo/cupido que tem como hobby o cosplay.
Um não é bom, dois piorou e três é pra acabar
Quando todos os problemas parecessem ser pequenos, eis que surge mais um, isto é, o satírico Kiss Note é roubado por ninguém menos que Kichougasaki Yuzu, irmã mais nova de Hiyama Akane e por quem a menina nutre um amor, adicionando assim um toque yuri a trama, porém nossa cúpido jamais se permitiria ver uma donzela apaixonada sem ser correspondida, então ela rabisca o nome de Yuzu no caderno o que traz ainda mais comidicidade.
Mas e aí é bom?
Bom seria pouco para definir esse primeiro episódio. É ótimo porque além de conseguir manter o que é proposto, ser uma comédia, Renai Boukun trabalha muito bem com as referências seja de forma direta com o Death Note, ou indireta com outros pontos como a transformação da Guri em anjo que lembra mais uma versão de Puella Magi Madoka Magica, Sailor Moon, Card Captor Sakura ou Pretty Cure, além disso, há as questões de termos usados entre os japoneses: yandere, yuri, boy love e o que mais vier a calhar, contudo o ponto mais alto do primeiro episódio é o esquema de usar contradições e equívocos para gerar as cenas engraçadas.
Contando com um elenco de renome que vai desde Kensho Ono (Kuroko No Basket) até Manami Numakura (a voz de Climber´s High! em Fuuka) e dirigido pelo estúdio EMT Squared, o mesmo de Kuma Miko e Nyanko Days, Renai Boukun é uma ótima pedida para quem deseja rir um pouco.
A abertura ficou a cargo do grupo de idols Wake Up, Girls! com a canção Koi? de Ai? De Boukun desu! E o encerramento “Suki” wo Oshiete é do duo smileY Inc.