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exist†trace | Banda anuncia turnê na América Latina para 2027!

ExistTrace - Foto do artista
ExistTrace - Foto do artista

O quinteto feminino de Rock Visual-kei exist†trace confirmou sua primeira turnê na América Latina, ‘CHANGE THE GAME’ para abril de 2027. A turnê acontece em colaboração com a banda HEAD PHONES PRESIDENT e deve passar por vários países latinos, incluindo o Brasil.

ExistTrace x Head Phones President
ExistTrace x Head Phones President

Então, esta será a primeira vez de uma banda feminina de visual-kei se apresentando na américa Latina. A turnê é uma produção exclusiva da R.I.T Agency (Right in time Brasil), produtora que tem sido responsável por trazer diversos artistas da cena visual-kei para as américas.

Por fim, ainda não foram divulgadas informações sobre as vendas de ingresso, mas devem acontecer em breve, com comunicados nas redes sociais da banda e da produtora, então fiquem de olho.

Ouça ‘WHO I AM’, último mini-álbum do exist†trace lançado em novembro de 2025!

 

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Novo álbum do DIR EN GREY | Ouça ‘MORTAL DOWNER’!

DIR EN GREY - Foto do artista
DIR EN GREY - Foto do artista

A banda japonesa de Rock Visual-kei DIR EN GREY lançou no dia 8 de abril seu 12º álbum ‘MORTAL DOWNER’. Este é o primeiro álbum completo da banda quase quatro anos, desde o lançamento de “PHALARIS”, em 15 de junho de 2022.

Sendo assim, ‘MORTAL DOWNER’ foi um sucesso em sua primeira semana de lançamento alcançando a 4ª posição no Oricon Charts. Com 14 faixas, o álbum inclui também a canção ‘The Devil in Me’, lançada anteriormente (2024) como single.

Edições limitadas e deluxe do álbum incluem como bônus uma seleção de áudios ao vivo de sua turnê Europeia ‘TOUR25 WHO IS THIS HELL FOR? [mode of VULGAR & Withering to death.]’, além também de um Blu-ray com o vídeo ao vivo do show ‘TOUR25 Kagetsu’ realizado dia 10 de dezembro de 2025 no Zepp Haneda, em Tóquio.

Ouça ‘MORTAL DOWNER’ em sua plataforma de música favorita!

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Crimson Desert ultrapassa 5 milhões de cópias vendidas e consolida Pearl Abyss no mercado global

crimson desert 5 milhoes pearl abyss
Imagem Divulgação

A Pearl Abyss anunciou nesta quarta-feira (15) que Crimson Desert superou a marca de 5 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. O resultado reforça a posição da desenvolvedora sul-coreana entre as principais empresas globais do setor de games.

Recepção e desempenho no Steam

O jogo de ação-aventura de mundo aberto vem sendo elogiado pela crítica e pelos jogadores desde o lançamento. No Steam, Crimson Desert registrou pico de 276.261 jogadores simultâneos, número que reflete o engajamento expressivo de sua comunidade.

Entre os principais destaques apontados estão os visuais do jogo, desenvolvidos com a BlackSpace Engine, motor gráfico proprietário da Pearl Abyss, além do mundo aberto rico em detalhes e do sistema de combate imersivo.

Atualizações previstas para abril a junho

A Pearl Abyss revelou na última semana um panorama das próximas atualizações do jogo. As melhorias foram planejadas com base no feedback dos jogadores e incluem desafios ampliados, refinamento de jogabilidade e aprimoramentos de sistemas. As implementações estão previstas para o período entre abril e junho de 2026.

Plataformas disponíveis

Crimson Desert já está disponível para PlayStation®5Xbox Series X|SSteamEpic Game Store e Apple Mac.

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ASUS Zenbook S14 chega ao Brasil com Intel Core Ultra Série 3, tela OLED e até 27h de bateria

asus zenbook s14
Imagem Divulgação / ASUS

A ASUS anunciou o lançamento do Zenbook S14 no mercado brasileiro. O notebook é o primeiro da marca no país equipado com o processador Intel Core Ultra Série 3 e chega com tela OLED de resolução 2.8K, espessura de apenas 1,1 cm e peso de 1,2 kg. O preço parte de R$ 14.999 na Loja ASUS.

Design ultrafino com material exclusivo

Apesar do perfil compacto, o Zenbook S14 foi construído para durar. A tampa é feita em Ceraluminum, material exclusivo da ASUS que combina a leveza do alumínio com a resistência da cerâmica, garantindo durabilidade sem comprometer a portabilidade.

Desempenho e inteligência artificial integrada

O notebook roda o processador Intel Core Ultra 9 da Série 3, que entrega 40% mais desempenho multithread e 10% menos consumo de energia em relação à geração anterior. O chip ainda oferece até 50 TOPS de capacidade de processamento para tarefas de inteligência artificial.

Por ser um Copilot+ PC, o Zenbook S14 executa aplicações de IA localmente, sem depender de conexão com a nuvem. Isso resulta em respostas mais rápidas, maior privacidade e menor gasto energético.

Bateria que dura o dia todo

A bateria de 77 Wh garante até 27 horas de autonomia. Para recarregar, basta um cabo USB-C comum: em 49 minutos, o notebook recupera 60% da carga, sem necessidade de carregadores com conectores proprietários.

Conectividade completa

Mesmo com o design fino, o Zenbook S14 não abre mão das conexões. O modelo conta com duas portas USB-C Thunderbolt, uma USB-A 3.2 Gen 2, saída HDMI 2.1 e entrada para fone e microfone. A conectividade sem fio inclui Wi-Fi 7 com certificação ASUS WiFi Master Premium e Bluetooth 6.0.

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Journal with Witch: o anime sobre luto e recomeço que vai te fazer chorar (e refletir)

journal with witch ikoku nikki
Imagem Divulgação

Journal with Witch, ou Ikoku Nikki daqui pra frente, foi uma das estreias mais imperdíveis do recém-nascido ano de 2026. Sensível, tão tão sensível. Sensível e compassivo, porque foi impossível passar pelos episódios do anime alheios às dores e questões de seus personagens no geral e na dupla Asa e Makio, em particular.

Para este texto, algumas palavras sobre essa travessia no deserto que chamamos de vida, que o anime ilustra tão bem e a riqueza de suas protagonistas.

O CHOQUE

Nas últimas semanas, assistimos ao desenrolar de uma trama sobre trauma. Trauma e o processamento dessa quebra abrupta de realidade. A princípio Ikokku Nikki é uma história sobre luto, mas esse luto se insere num desafio mais amplo e universal: como viver bem?

A vida de Asa gira em 180 graus quando, sem rima nem razão, um acidente de trânsito ceifa a vida de seus pais. Como absorver o fato em plena adolescência? Não é como se houvesse Aquele apego romantizado à família; era um apego tão somente… normal. Uma família normal, que se parece com qualquer outra; um misto tolstoiano de uma família feliz que se parece com todas as outras e uma família infeliz que o é à sua própria maneira, do mesmo jeito em que alternamos entre a felicidade e a tristeza. No seu centro, o normal.

Dependendo do nível de elo que haja entre quem lê estas letras e sua família, a própria hipótese levanta lágrimas aos olhos. Uma hora seus pais estão lá. Outra hora não está mais. Não dá pra imaginar o que é mais doloroso, a perda repentina ou visualizar de pouco a pouco a lenta marcha rumo à velhice e o fim inevitável a nós todos. Seja como for (eu realmente não quero fazer esse exercício mental), a história do anime começa a partir da tragédia e temos uma Asa assustadoramente normal, alheia aos cochichos de terceiros até no funeral da família, onde os cochichos e as fofocas ainda importam mais do que a órfã.

Para o desgosto de uma única mulher.

VIDA À PAR

Quem aparece na vida da jovem menina é sua tia,  Makio, completa antítese do normal. Atípica em vários sentidos, Makio, que sempre viveu à par de tudo e de todos, não segurou o desgosto em ver tanta indiferença a uma menina que sequer sabe do que será a vida daqui pra frente. “Pra onde ela vai agora?”, “Não sei”, muito cochicho pra pouca atitude. Isso irrita profundamente a tia de Asa, que ironicamente viveu boa parte da vida alheia aos outros até então, principalmente à própria família.

Reagindo ao Absurdo testemunhado, Makio irrompe em Revolta, leva Asa para a sua casa e simplesmente a acolhe. Sem maiores pretensões; Makio não será uma mãe, pois ela própria nunca foi e muito provavelmente jamais será (tem ainda a questão se isso é uma escolha dela, mas isso é outra conversa). E acolher sua sobrinha tem o peso de revisitar assuntos que até então moravam na poeira de lembranças mal vasculhadas: sua relação conturbada e traumática com a irmã. Como sentir afeto e nutrir bons momentos com a cria de alguém que lhe feriu tanto? Sendo mãe e filha, é inevitável que certos traços da irmã de Makio se reflitam em Asa.

Makio nunca soube expressar essas dores. Seu refúgio no deserto foi a escrita. Domar a língua, expandir o seu mundo e os modos como expressá-lo expandindo sua linguagem; estas seriam as estratégias que levariam Makio a fazer da escrita o seu métier e, por acidente, sua carreira. Ao longo dos episódios, a escrita também virará arma na mão de Asa, que sempre nutriu um gosto pelo canto. Cantar por que? Escrever por que? Para quem? Para si e porque sim.

Sim sim, autismos e neurodivergências, eu sei que esses paralelos já devem ter sido feitos à essa altura. Eu diria até, para somar nesse sentido, que a fobia social de Makio muito lembra a de Bocchi, mas num estágio mais sóbrio, ciente de que o mundo não está nem aí e você tem que dar seu próprio jeito. Em Bocchi The Rock chega perto de ser fofo, mas aqui temos a realidade nua e crua. Tem que se fazer dar certo e ponto final.

journal with witch ikoku nikki
Imagem Divulgação

RECONCILIAÇÕES

O passar das semanas e dos meses entre Asa e sua tia vem com o pacote completo do processo de adaptação entre duas pessoas, cada uma ferida ao seu modo. Uma pelo luto, outra pelo rancor. Em Asa, temos um comportamento errático, que antes mesmo que se permita processar a morte dos pais, ainda tem que resolver uma questão que muitos jovens não conseguem responder plenamente aos 16 anos:

Meus pais me amavam?

A severidade da mãe da Asa, a austeridade do pai, esses comportamentos tão estranhos, como reagir a eles? Do pai pouco ou nada sabemos. Sequer sabemos por que ele aceita cuidar da filha com a mãe, mas se recusa a casar. E o estigma social (este digníssimo que habita as preocupações de tantos!) de não estar casado depois de certa idade, como a irmã da Makio lida com isso? Logo ela que sempre recriminou Makio por ser tão diferente de todo mundo? 

Há uma pista, o diário deixado pela mãe para os 20 anos da Asa. Seu nome, significando “amanhã”, foi escolhido com os desejos de que ela se tornasse quem ela quisesse ser. Um desejo típico de uma mãe à sua prole. Mas o que uma folha pode te dizer? Qual a garantia de que aquele “Eu te amo” seja verdadeiro. O que a mãe da Asa pode dizer na cara da filha? Nada. Ela não pode dizer mais nada. E então a ficha cai…

Aujoud’hui, maman et papa est morte

Os episódios de Ikoku Nikki nos levam pouco a pouco a caminhar os passos de uma garota que, somado aos desafios típicos da juventude, que tenta buscar a si e saber que “Eu” é esse, ainda tem de fazê-lo com o peso do luto nas costas, até o momento em que ele irrompe num choro de rasgar o peito, que te leva a chorar junto. Mamãe e papai se foram. A irmã, outrora odiada, se reflete no choro da avó que teve que enterrar uma filha e conviver com essa nova realidade. E no fim disso tudo, de tantos personagens distintos e com suas próprias tristezas, a pergunta que não quer calar.

Como lidar com a dor?

journal with witch ikoku nikki
Imagem Divulgação

A VIDA CONTINUA

Asa, você acha que sua vida acabou?”. A pergunta vem direta como uma bala de canhão. É o tipo de pergunta que te faz acordar pra vida e essa é a resposta mais curta e grossa que a história tem para nos contar. A vida é uma despedida atrás da outra; sucessão de lágrimas, mas também sucessão de risos. Não há outra coisa a fazer senão sermos quem somos.

Este último ponto é tocado em Ikoku Nikki de maneira calorosamente sensível. Vários personagens entram em conflitos pessoais e sociais para poderem enfim ser quem elas verdadeiramente sentem, naquele momento, que são. E esses comentários sociais são feitos sem aquela necessidade de soar um palestrinha condescendente que te dá lição de moral com um ar esnobe. Eles são feitos com o pé no chão de quem entende que tratam-se de dores reais e pessoais, ao invés de idealizadas e conjunturadas.

Enquanto supera-se um problema após o outro, a vida apresenta seus prazeres. A arte, a música, a escrita, esses pequenas talhas do espírito humano sobre o mundo, que nasceram, nascem e continuarão a nascer da tragédia, da reflexão, da contemplação e de tantas outras experiências humanas, sejam elas parecidas com algum dos personagens de Ikoku Nikki, sejam eles diferentes.

E tais coisas testemunhamos sim em Ikoku Nikki. Saímos dessa experiência um tanto melhores pela qualidade e fina sensibilidade do anime, que é mais que recomendado, principalmente por ter começo, meio e fim, Coisa rara! Joia rara!

journal with witch ikoku nikki
Imagem Divulgação

QUANDO MENOS É MAIS

Antes de fechar este texto, uma nota póstuma. Póstuma porque uma entrevista com a diretora de Ikoku Nikki acendeu uma discussão interessantíssima na internet, que me jogou de volta às pressas para este texto.

Não é gratuito que nada tenha sido dito até agora sobre produção, animação, etc. Não é que Ikoku Nikki tenha sido mal produzido; nada mais longe disso! As alegorias que se sobrepõem às situações passadas por Asa não são nada aquém de brilhantes! A passagem no deserto para representar a travessia incerta e árdua da vida, o olhar para o abismo ao se perguntar sobre os sentimentos da falecida mãe, a sensação de estar numa terra estrangeira ao testemunhar duas mulheres adultas conversando; artisticamente a animação do anime não deixa nada a desejar. Ela só não é o foco.

Nas palavras da diretora, Miyuki Oshiro, republicadas pela conta do Anime Updates no Twitter:

Se a animação se destacar demais, ela pode nos distrair da história, então eu evitei exagerar, mas fiz questão que a animação fosse meticulosa. Não é uma obra que se apoie em animações chamativas.

Claro, é bom que haja boa qualidade, mas quando há movimentos demais, nossos olhos são voltados para esse movimento. Mesmo nas cenas onde eu quero que a atenção esteja voltada para a performance dos atores ou na música, se a animação é excessiva, ela rouba nossa atenção. Talvez seja isso o que alguns chamam de sakuga (animações incríveis), mas às vezes não é isso que quero passar. Decide onde mover as coisas e onde não movê-las é algo do qual sempre estive ciente desde a fase de roteiro” (tradução nossa)

O sábio comentário da diretora levantou um ponto que já foi levantado em outros textos nossos, principalmente na review mais recente sobre Shiboyugi: tem vezes onde menos é mais. É o tipo de pensamento repudiado por um Malmsteen da vida; mas, a arrogância de um guitarrista tão virtuoso quanto infeliz como o Malmsteen não deve ser considerada. Então avancemos no raciocínio:

O comentário reacendeu uma discussão sobre até que ponto um bom anime pode ser resumido pela soma de seus frames. Ele tem lutas épicas? Ele farma aura? Ele rende edits com trocentas visualizações no TikTok? É claro, ninguém há de negar que exista sakuga (o oitavo episódio de Frieren, meu Deus!), que ele é bom e que existam comunidades de fãs dedicados ao seu apreço. Comunidade essa que não raramente consegue falar sobre animação com muito mais fluidez do que este que escreve.

Mas nem sempre o sakuga é apropriado. Nem toda história o exige. Você pode ter um excelente anime com uma animação mais austera, mas nem por isso menos impactante no uso de suas animações. Timing é tudo. E o tipo de história que tivemos em Ikoku Nikki demanda o tipo de atitude cada vez mais em falta no nosso dia a dia inundado de distrações, mas nem por isso menos importante:

Pare, reflita, contemple.

ASSISTA AGORA NA CRUNCHYROLL

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Dirty Honey aquece o Monsters of Rock 2026 e com Minecraft, trouxe uma nova geração para o rock

dirty honey monsters of rock 2026
Foto: Josué Sepe

Eu não conhecia o Dirty Honey antes do festival. Ouvi o disco homônimo de 2022 nos dias que antecederam o Monsters of Rock 2026 — e acabei chegando lá já fã. No palco, a banda confirmou tudo o que o álbum prometia: mais maduros, mais densos e com uma entrega de veteranos que contrastou bem com a abertura do Jayler logo antes.

A apresentação começou às 12h30, no pico do calor. Era impossível ignorar a temperatura, mas o Dirty Honey ignorou. E quem estava na grade, suado e de cerveja na mão, também esqueceu o sol rapidinho.

Marc LaBelle: o frontman que desceu ao público e ganhou o festival

O grande nome da tarde foi o vocalista Marc LaBelle. Com uma energia que evoca Axl Rose nos anos de ouro, ele não ficou parado atrás do microfone e até desceu para o público mais de uma vez.

LaBelle impressionou nos tons ultra-agudos, bem na vibe setentista mesmo. Ao lado dele, gostei demais do guitarrista John Notto, com riffs quentes e cortantes, se é assim que posso dizer. Justin Smolian no baixo e Jason Ganberg na bateria não fizeram feio, e completaram na cozinha muito bem.

De Minecraft ao Monsters of Rock: como “When I’m Gone” chegou a uma nova geração

Um dos pontos mais curiosos da apresentação foi o impacto de “When I’m Gone” entre o público mais jovem. A música entrou na trilha sonora de Um Filme Minecraft e ganhou fôlego renovado, atraindo uma fatia de ouvintes que talvez nunca tivesse chegado ao hard rock pelos caminhos tradicionais. No festival, isso foi visível: rostos novos cantando junto uma banda que muitos descobriram pelo jogo.

Não é à toa que São Paulo é a segunda cidade no mundo que mais escuta o Dirty Honey no Spotify. Fazia muito sentido!

Repertório coeso e uma inédita que animou o público

O setlist equilibrou bem hits consolidados como “Rolling 7s” e “When I’m Gone” com músicas mais frenéticas, como “Won’t Take Me Alive”. O momento mais curioso ficou por conta de “Lights Out”, inédita que deve integrar o terceiro álbum de estúdio da banda.

Alguma crítica existe, claro. O Dirty Honey ainda trabalha dentro das fórmulas estabelecidas do hard rock clássico, sem grandes rupturas com suas influências. Mas no contexto de um festival deste porte, casou bem e soou mais como consistência do que limitação.

SETLIST DIRTY HONEY – MONSTERS OF ROCK 2026

1. Gypsy

2. California Dreamin’

3. Heartbreaker

4. The Wire

5. Don’t Put Out the Fire

6. Another Last Time

7. Lights Out

8. When I’m Gone

9. Rolling 7s

GALERIA DIRTY HONEY – MONSTERS OF ROCK 2026

Fotos por: Josué Sepe

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Super Alloy Crush disponível em Acesso Antecipado

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Imagem divulgação.

O belo pixel art frenético que traz roguelike à flor do chip, Super Alloy Crush, está em acesso antecipado na Steam! O game da desenvolvedora Alloy Mushroom e publicado pela Neverland Entertainment, a sequência Super Alloy Crush, está com preço de R$38,49 e já disponível para você começar suas aventuras.

Assuma o papel de dois Caçadores Cósmicos, Muu (n.º 2) e Kelly, e embarque em uma aventura em alta velocidade para descobrir o planeta do tesouro definitivo: AE-38. No lançamento, o jogo também será oferecido em um pacote especial com desconto, incluindo seu antecessor, Super Alloy Ranger, além de Virtua Unlimited Project, Berserk Boy e Gravity Circuit.

Reúna seus amigos e mergulhe nesta explosiva aventura cósmica: não importa quantos inimigos estejam em seu caminho, abra caminho destruindo tudo! Comece agora!

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Vire o Mestre Pokémon em Pokémon Champions

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Imagem divulgação.

Chegou a hora de você mostrar seu conhecimento nas batalhas de Pokémon. A partir de 8 de abril de 2026, a franquia Pokémon recebe o novo jogo, que será a plataforma do formato de batalhas: Pokémon Champions. Com o lançamento gratuito para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2, a nova era começou e vai consagrar as melhores estratégias que só Pokémon pode oferecer ao longo de seus 30 anos.

Pokémon Champions traz o sistema de batalha clássico por turnos, com sistema de partidas casuais e competitivas. Você poderá adquirir Pokémon dentro do sistema de Recrutamento, podendo ser ele um Período de Teste ou Permanente. O teste permite que você recrute um Pokémon uma vez por dia sem gastar seus PV, os Pontos de Vitória, enquanto você gastará PVs se for adicioná-lo permanentemente.

Os Pontos de Vitória são a moeda do jogo que você vai ganhar batalhando, completando missões, e que servem para estilizar seu personagem e seu Pokémon, seja adicionando um novo, mudando habilidades ou alterando sua distribuição de pontos e natureza.

Outra forma de recrutar Pokémon é com os itens Quick Coupons e Teammate Tickets; eles ajudam a reduzir o tempo de espera de recrutamento e recrutar Pokémon de forma permanente, respectivamente. Obtenha-os com missões e aumente seu time e estratégia!

Começando hoje, você pode comprar um Pacote Inicial que traz esses itens para acelerar um pouco seu início dentro do jogo. Confira os detalhes aqui no site oficial. E aproveite o Dragonite como bônus de Download! Você só precisa baixar e jogar até o dia 31 de agosto e resgatar na caixa de entrada do jogo. Ele vem com a Dragonitite, que permite Megaevoluir ele nas suas batalhas, além de 100 Quick Coupons.

Outra forma de adquirir Pokémon é com o Pokémon HOME, em que você poderá trazer Pokémon de outros jogos e até mesmo de Pokémon GO e o recém-lançado Pokémon Legends: Z-A!

Agora, se você tem o Nintendo Switch e Nintendo Switch 2, corra para o Warm-up Challenge, o torneio que tem inscrições até o dia 12 de abril às 22:59, horário de Brasília, onde você e treinadores do mundo inteiro vão competir. Se você concluir três ou mais partidas com pelo menos uma vitória, você receberá uma Gardevoir e 100 Quick Coupons.

Pokémon Champions é a nova plataforma de batalhas que está disponível gratuitamente para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2 e, posteriormente, será lançado para mobiles! Seja o mestre Pokémon no 1v1 ou no 2v2, monte seu time e capture todos eles!

 

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