Recentemente a Netflix divulgou as primeiras imagens da segunda temporada de The Witcher, com previsão de estrear em algum momento de 2021. As fotos mostram Geralt de Rívia, personagem de Henry Cavill, de armadura nova, veja (na capa) e abaixo:
the Witcher
Sinopse da temporada 2: Convencido da morte de Yennefer na Batalha de Sodden, Geralt de Rívia leva a Princesa Cirilla ao lugar mais seguro que conhece: Kaer Morhen, onde passou a infância. Enquanto os reis, elfos, humanos e demônios lutam pela supremacia fora das muralhas do Continente, a garota enfrenta um perigo muito maior: seu próprio poder.
Abaixo também é possível ver o traje da personagem Ciri, interpretada por Freya Allan (ou sua dublê), em imagens vazadas pelo site Redanian Intelligence dos bastidores da gravação.
Baseada na série best-seller de livros de fantasia, THE WITCHER é uma saga épica sobre família e destino. Geralt de Rívia, um caçador de monstros solitário, luta para encontrar seu lugar em um mundo em que as pessoas com frequência são piores do que as feras. As circunstâncias o levam a uma poderosa feiticeira e a uma princesa com um perigoso segredo, e os três têm de encarar juntos a turbulência crescente do Continente. A primeira temporada está disponível na Netflix.
Chamando todas as netas das bruxas que eles não puderam queimar, essa temporada é de vocês! Herdeira temática de Little Witch Academia, The Journey of Elaina (Majo no Tabitabi) é um desses animes de fantasia que brotam de tempos em tempos e enchem nossa vidinha mundana de ares mágicos, assim como The Ancient Magus Bride fez outrora conosco. Confira um pouco aqui neste Primeiro Gole!
MENINA PRODÍGIO
Aqui vemos a história de Elaine, uma garota de nome inusitadamente bem brasileiro que se encanta com as histórias de uma bruxa que viaja pelo mundo inteiro. Cheio de brilho nos olhos, ela ainda bem pequena pergunta aos pais se eles a deixariam viajar tal como a bruxa de seu livro. Pensando ser mais o caso de um gosto passageiro de criança, os pais da Elaine aceitam o pedido.
O que eles não esperavam é que a menina levaria a promessa a sério. Beeeeem a sério. Devorando livros e mais livros, Elaine bate um recorde na prova para aprendiz de bruxa, gabaritando os exames com meros 14 anos. O passo seguinte é que se mostra dificultoso, pois ela precisa de uma bruxa formada que a tutele e que a reconheça como uma bruxa depois de um período de treinamento. E ninguém quer aceitar uma garota que conseguiu tanto tão rápido.
TODO MUNDO É IGUAL A TODO MUNDO
Depois de muita porta batida na cara, Elaine encontra Fran, a Bruxa da Poeira Estelar. Esta dama lindíssima e de espírito leve como o jeito que dançava com as borboletas resolve aceitar Elaine como sua aprendiz. Não sem antes fazê-la passar por poucas e boas, virando quase que uma empregada doméstica por um mês inteiro, fazendo jantar, arrumando a casa, comprando coisas na rua, tirando aranha do banheiro e tudo o que a fizesse desanimar de se tornar uma bruxa.
Todo esse plano de frustrar Elaine de se tornar uma Bruxa vem da preocupação de seus pais de que sua filha viesse a se deixar levar pela própria capacidade e começasse a diminuir as outras pessoas que não tivessem chegado no seu patamar. Fran resolve mostrar a ela que existem outras pessoas no mundo melhores que a gente e que no fundo, ninguém é melhor ou pior do que ninguém. Lição essa que sua mãe se preocupava em passar.
A JORNADA DA BRUXA DAS CINZAS
Apesar da humilhação que levou Elaine às lágrimas, Fran se mostra compassiva à determinação que a jovem aprendiz demonstrava. Mesmo sendo um pouco arrogante no começo, ela se mostrava trabalhadora, diligente e disposta a tudo para se tornar uma Bruxa completa.
Assim, depois de 4 anos de estudos intensos, a Bruxa da Poeira Estrelar encerra seus ensinamentos e batiza sua nova semelhante como a Bruxa das Cinzas. Não por algum motivo épico ou profundo, mas simplesmente porque Elaine tem cabelos acinzentados. Despedindo-se de seus pais e disposta a cumprir algumas promessas com eles antes de partir, Elaine termina sua formação com 18 anos e enfim resolve realizar seu sonho de infância de viajar ao redor do mundo.
9 Monkeys of Shaolin tem a essência do filmes de kung-fu antigos para um beat–up nunca visto antes. Você é WeiCheng, um pescador que viu o massacre de seus amigos e familiares durante um ataque pirata. Dessa forma você começa sua jornada shaolin para se vingar com muita ação e golpes fatais.
Para você que procura algo retro e estilo arcade, o game promete essa atmosfera recheada de opções. Você pode optar por 3 estilos de luta enquanto acompanha uma narrativa heroica. Além disso você vai conferir uma imersão histórica da China Medieval durante as fases enquanto testa os caminhos e habilidades marciais na progressão.
Com várias fases e abraçando o modo cooperativo, o jogo está com uma demo disponível e tem lançamento previsto para o dia 16 de outubro de 2020. Teste seu potencial e seja um verdadeiro shaolin dos filmes. Desenvolvido pela SobakaStudio, 9 Monkeys of Shaolin chega para PlayStation 4, Xbox One e One X, Nintendo Switch e PC (Steam).
Demon Slayer (Kimetsu no Yaiba) foi considerado o melhor anime do ano e segue sendo o queridinho de muitos fãs. Uma das coisas mais emblemáticas no anime é o estilo de respiração usado para matar demônios e as empolgantes técnicas com espadas dos espadachins. Agora, a Tamashii Nations lançou um item que vale ouro para os colecionadores: uma réplica em tamanho real da espada do nosso querido Tanjiro Kamado.
Confira o vídeo promocional:
https://youtu.be/p94Cs-S7u9A
A espada de 88 centímetros será lançada no Japão em fevereiro de 2021 e a venda para outros países ainda está sendo estudada. O item irá custar 7,700 ienes (cerca de 410 reais).
A réplica da espada irá reproduzir falas icônicas de Tanjiro, gravadas por Natsuki Hanae, o dublador do protagonista. Com mais de 70 frases disponíveis, algumas delas serão dos momentos de batalha contra demônios e outras dos momentos de reflexão de Tanjiro. Além disso, a espada também irá tocar Gurenge, a música tema do anime.
Sinopse:
Japão, era Taisho. Tanjiro, um bondoso jovem que ganha a vida vendendo carvão, descobre que sua família foi massacrada por um demônio. E pra piorar, Nezuko, sua irmã mais nova e única sobrevivente, também foi transformada num demônio. Arrasado com esta sombria realidade, Tanjiro decide se tornar um matador de demônios para fazer sua irmã voltar a ser humana, e para matar o demônio que matou sua família. Um triste conto sobre dois irmãos, onde os destinos dos humanos e dos demônios se entrelaçam, começa agora.
Toda temporada sempre tem um anime que eu jamais saberia da existência e alguém acaba me recomendando porque é “a minha cara”, e o da Temporada de Verão 2020 foi Mr. Love Queen’s Choice. Inspirado em uma Visual Novel Mobile do tipo harém invertido, a animação tentou recriar os primeiros episódios do jogo que é um sucesso em diversos países.
Por ser uma jogadora ativa de Visual Novels, principalmente desse tipo especifico, eu fiquei bastante animada com os primeiros trailers. E após o primeiro episódio do anime, eu fui correndo adquirir o game (que é gratuito) para ter minha própria experiência. Agora, após o fim da temporada, eu me pergunto o quanto isso me influenciou ao tecer essa opinião.
Se você está perdido sobre o que é Mr. Love, eu explico: a trama gira em torno de uma produtora de televisão que está encerrando seu programa após a baixa audiência. O programa em questão é um show que aborda eventos “paranormais” ou ainda “milagrosos” que a ciência não pode explicar. Enquanto ela busca ajuda para fazer um último episódio sensacional, ela acaba esbarrando com pessoas que tem poderes especiais, aqui chamados de “Evols”, humanos que evoluíram além do esperado.
Se você for nos comentários do trailer do anime você verá várias pessoas que jogaram o game falando que todos iriam se surpreender com a trama, isso é, porque apesar de aparentar ser uma história fofa e simples, há vários momentos dramáticos e sanguinolentos no game. Entretanto, o estúdio responsável (Mappa) optou por uma abordagem menos tensa, e – apesar de haver alguns momentos mais dramáticos – o anime em si não contém nenhum conteúdo adulto.
Quanto ao design, animação e trilha sonora eu tenho ótimos elogios ao estúdio. Apesar da abertura e encerramento serem facilmente esquecíveis, a produção é bonita e os efeitos audiovisuais estão no ponto, mais uma vez a Mappa conseguiu entregar um material de qualidade. Quando falamos de roteiro, a história não é a mesma.
Com 12 episódios, Mr. Love optou por adaptar os primeiros 16-17 capítulos do game, excluindo alguns, e adicionando histórias extras, já que o jogo ainda não acabou, eles criaram o próprio final para o anime que é fraquíssimo.
Houve uma preocupação em adicionar os diversos personagens do jogo, e até mesmo adaptar de forma quase fiel o roteiro do game para episódios de anime, e é ai que fica o perigo. Por serem dois suportes completamente diferentes, o ritmo não funciona, e a animação de Mr. Love acaba ficando apressada, confusa e desinteressante.
Apesar de eu ter gostado bastante dos primeiros episódios, o último terço do anime é MUITO fraco, tendo vários momentos que eu terminei de assistir movida apenas pela força do ódio. Os interesses amorosos da protagonista são cativantes, mas várias adaptações deram mais o ar de vergonha alheia do que de romance.
Sinceramente? Anime esquecível, que não assistira novamente e tampouco recomendaria. Aliás, se alguém se interessasse pelo enredo, eu fortemente falaria sobre abandonar a animação e correr para o jogo, que é centenas de vezes mais interessante.
Sem necessidade de uma segunda temporada, Mr. Love Queen’s Choice é um anime que é ótimo se você assiste sem áudio, assim você pode apreciar a beleza da animação sem se frustrar com os problemas de roteiro.
Existe uma ilusão que muitos amantes do esporte vivem, principalmente nós brasileiros, a ideia que a vinda de um jogador ou um novo técnico para um time já é argumento de grandes mudanças e que muito títulos virão na temporada, até esse time perder dez ou onze jogos e nada mais prestar, muda tudo porque não deu certo. Esse imediatismo é o que mancha todo trabalho que poderia funcionar no futuro. Imagina em Ahiru no Sora, onde não existe jogadores, um objetivo ou sequer vontade o suficiente para montar um time, e quando se aparece uma luz, é ofuscada por uma grande fumaça de problemas, e mesmo assim foi ignorado só porque as partidas não soltam laser dos olhos como efeitos de velocidade, uma pena para todos esses otakus, pois perdem o segundo maior anime de basquete de todos os tempos.
O primeiro ponto a se destacar têm que ser a briga virtual entre o autor Takeshi Hinata e os estúdio Diomedea, envolvendo a animação que apelou para um visual ao estilo Kuroko no Basket, ao qual “ofendeu” o autor e com razão; a linguagem de Ahiru no Sora é diferente de uma forma gritante, não é cheio de ação ou um atropelo de trama, aliás é totalmente o contrário. Argumento esse que vale o questionamento, o jeito de como a trama do anime caminha, junto com seus elementos que constroem cada personagem, do mais ao menos importante, não faz dele uma obra mais direcionada para o público seinen do que shounen?
Um anime adaptado de um mangá seinen, como o próprio termo diz, é direcionado para o público adulto, não necessariamente precisa ter sexo ou violência, mas a linguagem dele ser muito arrastada, junto com o desenvolvimento de personagem e plots de fortes emoções que não relacionada a ação não me pareceu algo tão shounen assim, e como todos sabem, o “jovem” não gosta de coisas demoradas ou arrastadas, é oito ou oitenta. Isso é apenas uma opinião baseada no “achismo”, mas esse anime pode ter sido vendido errado, e mais, muitos preferem defender esses elementos na trama quando se trata do gênero isekai.
A desistência de alguns otakus pra esse anime é plausível, como dito antes, esse anime é tão cirurgicamente amarrado e trabalhado em cada ponto que dificilmente a trama não vai ser aquele caminhar lento de uma tartaruga. Em um momento, este aspecto chega a ser exagerado, mas justificável, no momento em que uma das partidas de basquete duram cerca de dez episódios, regado de flashbacks, plot twists, lances e jogadas do basquete, além da construção de literalmente os cinco jogadores de cada time e alguns reservas, argumento suficiente para entender o porquê muitos desistiram da animação.
Junto com Slam Dunk e talvez superando Haikyuu, o modo como Ahiru no Sora apresenta o que significa um trabalho árduo de alguém que segue um sonho, mesmo ele sendo impossível é algo que já é maravilhoso, e a cada fracasso, sempre vai ter um ser humano a mais na sua vida para te questionar: sério que você ainda acredita nisso? Pra que tentar tanto? Aceita, isso não vai dar certo, é burrice! E sempre alguém do seu lado, seja amigo ou família, que vai te jogar para baixo, te deixando aquela dúvida: Será que realmente estou sendo teimoso com algo que já está fadado ao fracasso? Um pensamento que poucos absorveram em Ahiru no Sora, por causa do grande centro do anime, o time Kuzu, todos eles.
O protagonista Sora chega em uma escola e entra para o time de basquete, time esse que não passa de um bando de moleque que senta no fundão da sala e só quer briga com outras escolas, tudo para dar errado, o que não é imaginado é a dimensão do quanto problemático foi esse bando de delinquente tentar jogar basquete e achar que vão chegar em algum lugar, mesmo com suas ambições construídas e defeitos, seja ele habilidade ou algo mais pessoal apresentados, nada parece servir de combustível para superar as próprias expectativas. Cada momento do anime, um novo fundo é cavado para esse poço e ali se vê o que é a morte da esperança, que para muitos é justificável para fazer com que alguém seja amargurado para o resto da vida por sonhos mortos, em Ahiru no Sora há essa divisão, e te traz a incerteza daquilo que muito pensaram quando chegaram no limite e fracassaram, e agora? Só que para todo problema há uma solução, seja ela grandiosa ou minúscula, independente se você acredita ou não, esperança e sonhos é o que fazem muitos continuar, essa esperança está no protagonista Kurumatani Sora. Você termina de assistir os cinquenta episódios e a única coisa que você quer fazer é abraça-lo e dizer que ele merece o mundo.
A caracterização para cada personagem é algo que desconstrói todo anime de esporte moderno, os conflitos gerados pelo passado moldaram cada um deles para que chegassem ao final dessa temporada de uma maneira bem extrema, confiança na base do fracasso conjunto, alguns com a cabeça avoada quanto a trabalho de equipe e achar que resolveriam tudo sozinho. Entretanto, outros entendem o basquete na prática, reconhecendo a própria limitação e até errando de forma grotesca no meio da partida, o início te joga no pessimismo de um bando de garotos que se intitulam “time”, e no fim chegam com novos problemas e limitações, mas que mentalmente se mostram um grupo mais maduro, ainda engatinhando como um time, foi preciso cada porrada na boca do estômago e catástrofes para que nós terminássemos o último episódio com uma única frase: “Eu acredito!”
Julgar aqueles que desistiram é errado, realmente não é um anime tão fácil, chamá-lo de ruim é ignorância, trama arrastada não é sinônimo de inferioridade. Ahiru no Sora dividiu o público por não ser um Kuroko no Basket, mas acertou em cheio no nível Slam Dunk de profundidade. Vale a experiência!
Organizado pela hamburgueria MR GEEKS, o campeonato de FIFA será realizado neste final de semana, no dias 03 e 04 de outubro, a partir das 14h, e tem como objetivo trazer vários gamers para duelarem entre si e que o melhor vença o jogo.
O evento será 100% presencial, onde será cumprida todas as regras da OMS (máscara, álcool em gel e distanciamento social) em um Playstation 4 e 2 telas simultâneas. Cada participante que comprar o ingresso (R$ 70,00 individual e R$ 130,00 em dupla) vai ter direito a um combo personalizado (Burguer, batata, refrigerante e Milk Shake).
O campeonato terá início às 14h e deve seguir até às 21h. Também haverá premiação para os vencedores. A Mr Geeks fica localizada no centro do Tatuapé. Na R. Azevedo Soares, 1126, em São Paulo.
A Ice Cream Roll, maior franquia de sorvete tailandês no Brasil, inaugura, nesta sexta-feira (2), mais uma unidade na cidade de São Paulo. Desta vez, o quiosque será no Shopping Center Norte, Zona Norte da capital paulista.
A rede, que chega a 23 lojas no país – sendo a 5ª na maior cidade do Brasil -, mantém os planos de expansão mesmo com a pandemia e deve inaugurar, até o final do ano, mais cinco unidades.
“Entendemos que este pode ser um momento importante para quem quer empreender e que deve ser aproveitado. Muitos shoppings estão com espaços disponíveis e em busca de novos negócios”, explica Roger Rodrigues, CEO da Ice Cream Roll.
O sorvete tailandês é o famoso “sorvete de rolinho”: é feito na hora e os clientes podem escolher entre 1,6 mil combinações de sabores, incluindo linha diet e 100% cacau, sabores de massa, cobertura e toppings. Além do sorvete, a Ice Cream Roll também oferece cinco diferentes sabores do Sundae Roll.
Ice Cream Roll Shopping Center Norte
Inauguração: 2 de outubro, sexta-feira. Endereço: Shopping Center Norte (Tv. Casalbuono, 120, Vila Guilherme, São Paulo – SP) Horário de funcionamento: das 12h às 20h. Pedidos: no balcão e via delivery pelo Uber Eats e iFood.