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ONE N’ ONLY | Grupo de J-Pop realizará encontro virtual com fãs brasileiros!

ONE N' ONLY
Imagem Divulgação

Boa notícia para o fandom Swag do Brasil: Nos dias 7 (sexta) e 8 (sábado) de Maio, o grupo de J-Pop ONE N’ ONLY, que chamou a atenção dos Brasileiros ao realizar desafios dançando funk no TikTok, realizará um encontro virtual com os fãs brasileiros através da plataforma Zoom via Sympla Streaming!

Os encontros serão divididos em três sessões para cada dia de video call, sendo a primeira sessão às 20h, a segunda às 21h, e a terceira às 22h. Durante 4 minutos, com tradução simultânea do japonês para o português e do português para o japonês, os fãs poderão conversar com os idols que estão ansiosos para conhecê-los, já que eles esperam conseguir realizar uma turnê pela América Latina após a pandemia!

Para mais informações e para adquirir os ingressos, clique aqui para o 1º dia, e aqui, para o 2º dia.

O GRUPO

O boygroup que é uma colaboração entre os grupos “Satori Boys Club (SBC)” e “EBiSSH“, debutou em 2018 e é agenciado pela empresa Stardust. Composto por Rei, Tetta, Naoya, Kenshin, Hayato e Eiku, o primeiro single lançado foi “I’M SWAG“, seguido de “Dark Knight” e “Category“.

Segundo o AminoApps, ONE N’ONLY teve um grande sucesso desde a sua estreia: Em menos de 24 horas, seus MVs alcançaram 1 milhão de visualizações! Além disso, o singleDark Knight” ficou em primeiro lugar nas paradas da Oricon e no Top 100 da Billboard do Japão!

E é aqui no Brasil que os meninos ganham popularidade cada vez mais, ao realizar desafios no TikTok dançando funk, como “Camisa do Flamengo” do MC Meno K & DJ 2L da Rocinha; “Som do Paredão“, do MC Vertinho e até mesmo o forró “Tapão Na Raba“, de Raí Saia Rodada. Na plataforma, o grupo já coleciona 1.7 milhões de seguidores, e seus covers brasileiros recebem entre 30 e 40 mil curtidas!

Em um vídeo de perguntas e respostas, lançado no canal oficial do grupo, diretamente para os fãs brasileiros, os 6 integrantes até mesmo se esforçam para falar em português! Confira:

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O Céu da Meia-Noite | Review

O Céu da Meia-Noite
Imagem Divulgação

A pandemia fez com que o cinema fosse obrigatoriamente para as nossas telas de celulares e televisores, com tudo indo pro serviço de streaming, ganha-se em acessibilidade para muita gente, mas perde em experiência cinematográfica, infelizmente alguns filmes vão sofrer com isso e um deles foi O Céu da Meia-Noite, original da Netflix que está concorrendo ao Oscar e é uma tentativa de explosão de cabeça que não passou de um estalinho por ser muito mastigado e por falta de apego emocional.

Entendo quem defende que os serviços de streaming são revolucionários, eu também acho isso, mas dizer que substituirá os cinemas, é um argumento muito burro ou ignorância, o cinema traz uma experiência de imersão muito maior que sua tela de computador, basta o cachorro da sua vizinha latir, o seu celular tocar ou qualquer distração pequena te tirar do filme, por isso que quando as pessoas dizem que maratonam séries com qualidade duvidosa, para não dizer ruins, aposto que 70% do tempo estavam mexendo no celular. São poucos os filmes de streaming que te prendem, mesmo você silenciando celular e fechando janela para ficar mais escuro, não há jeito de calar o cachorro do vizinho ou qualquer moto sem escapamento que passe na sua rua para quebrar sua imersão – imagina se for um filme ruim então, você não termina de assisti-lo.

Eu entendo a obviedade da linguagem em O Céu da Meia-Noite, por ser um filme do gênero Sci-Fi, ele se mostra mais difícil de imersão dentro de uma linguagem muito arrastada, então todos os elementos que te mastigam a trama se faz necessário, mas não por ser um filme difícil, o que não é, e sim por ser um filme chato. Sem brincadeira, em nenhum momento esse filme te prende, tentam um drama, colocam diálogos para você se apegar a personagens, e tentam rechear a trama com dificuldades aos mesmos para te causar alguma tensão, mas nada funciona, em nenhum momento esse filme consegue te preencher ou te emocionar, muito menos no grandioso plot twist do final, que mesmo quem não prestou tanta atenção na trama, não vai se emocionar, porque o roteiro se mostrou bem denso e dramático, mas só no papel, a direção não soube trabalhar essa história e o que tivemos em tela não foi um filme ruim, foi um desastre.

Se podemos apontar algum ponto positivo, eu cito a trilha sonora, ela é muito linda e gostosa de se ouvir, mas só fora do contexto da obra, trilha que te dá spoiler de vários momentos, tanto de drama quanto de mortes. Apesar de ser muito bem composta, foi colocado tempos antes das cenas, ou seja, todo o filme sofre spoiler das trilhas, não é difícil de ler essa linguagem porque a trilha sonora ela compõe uma orquestra junto com as cenas dos filmes, é possível contar nos dedos os filmes que sabem trabalhar o desenvolvimento da trama casado com a trilha sonora, O Céu da Meia-Noite chega a ser uma catástrofe, algo muito marcante negativamente que te decepciona a cada cena movimentada ou até contemplações de cenas abertas para trazer profundidade, é horroroso.

A questão que mais chama a atenção nesse filme é a sua indicação ao Oscar 2021, não faço a mínima ideia as categorias que ele concorre (Nota do Editor: Efeitos Visuais), mas sinceramente não há motivo para esse filme conseguir algum prêmio, talvez fotografia, nesse quesito ele é bem marcante, mas há concorrentes melhores. O personagem de George Clooney é muito bom, tanto que ele supre o filme em muitos momentos, mas também, há muitos outros atores que se destacaram em outras obras, talvez nem uma indicação sobraria para ele. A escassez de bons filmes nessa temporada de Oscar é gritante e chega a ser assustador algumas obras que estão sendo indicadas, algo a se refletir, não é só a ideologia conservadora da academia, é o padrão dos filmes, até os que citam representatividade e defendem as minorias estão sendo filmes fraquíssimos e esquecíveis.

O Céu da Meia-Noite é uma tentativa falha de grande obra, um desastre de desenvolvimento que apaga um plot maravilhoso, ofusca uma mensagem linda e te cansa de assistir.

ASSISTA NA NETFLIX

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Último capítulo de Attack on Titan ganhará páginas inéditas em volume compilado

Attack on Titan Manga Cover Eren
Imagem Divulgação: Kodansha

Um dos mangás mais populares e prestigiados do nosso tempo chegou ao fim no dia 9 de abril, completando 12 de publicação. O 34º e último volume de Attack on Titan, que será publicado em junho no Japão, contará com páginas inéditas que não foram incluídas no capítulo final.

De acordo com uma entrevista realizada pelo Editor e Gerente da Bessatsu Shonen Magazine, onde a obra foi publicada, Hajime Isayama vai não apenas adicionar novas páginas ao último capítulo, como também pode modificar algumas coisas já publicadas. Não seria a primeira vez que o mangaká faria alterações em Attack on Titan, já tendo mudado diálogos e expressões entre sua publicação na revista e nos volumes do mangá.

Na entrevista em questão, a capa do 34º volume foi mostrada por breves segundos, onde era possível ver Eren, Mikasa e Armin de um lado e seus companheiros do outro. No Japão, este volume terá duas edições limitadas, uma contendo os esboços dos capítulos 1-2 e a outra dos capítulos 138-139.

Attack on Titan foi escrito por Hajime Isayama e estreou em 2009 pela Bessatsu Shonen Magazine. Teve seu encerramento com o 139º capítulo, no dia 9 de abril. A demanda pela revista contendo o capítulo final foi tão grande que a edição terá que ser reimpressa no Japão. O último volume será publicado dia 9 de junho no Japão e ainda não tem previsão de chegada no Brasil.

A adaptação da obra para anime estreou em 2013 com 25 episódios. Desde então a série acumulou 75 episódios, e terá seu encerramento durante o inverno japonês, com a segunda parte da 4ª e última temporada.


[ATUALIZAÇÃO] A Gabi Xavier fez um vídeo bem bacana do que está por vir no Volume 34, enfatizando que a prática da revisão do capítulo da revista para o comum é comum e corrente na indústria dos mangás. 

Ouça também: PodSuco #6 – Attack on the Finale

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Filme de Demon Slayer será exibido pelo UCI Cinemas no Brasil

Demon Slayer Akaza
Imagem Reprodução: Ufotable

Já sabíamos que o tão aguardado filme chegaria ao Brasil, mas nesta terça-feira (13) a UCI Cinemas confirmou que irá exibir Demon Slayer: Mugen Train nas telonas brasileiras. O anúncio foi feito através de um post do Instagram, onde foi informado também que em breve a pré-venda dos ingressos será disponibilizada.

Após o grande sucesso de Demon Slayer: Mugen Train no Japão, parece que as apostas estão altas para o sucesso no Brasil. Além da UCI, as redes Cinépolis e Cinemark confirmaram a exibição do filme em suas salas. Ainda não foram divulgadas mais informações como data de estreia ou versão dublada.

Demon Slayer The Movie: Mugen Train estreou em outubro de 2020 no Japão e rapidamente se tornou um sucesso de bilheterias. Além de ficar em primeiro lugar por 12 semanas consecutivas, se tornou a maior bilheteria da história do Japão, desbancando o clássico de Hayao Miyazaki, A Viagem de Chihiro. Apenas no Japão o longa vendeu mais de 27 milhões de ingressos. O filme chegou a ser pré-indicado ao Oscar, mas não foi selecionado para concorrer ao grande prêmio.

O filme dá continuidade aos eventos do anime, que foi exibido em 2019 e conta com 26 episódios. Em abril deste ano a Netflix passou a exibir o anime em sua plataforma, com opção de dublagem em português. Originalmente Demon Slayer é um mangá escrito por Koyoharu Gotouge, lançado em 2016 pela Weekly Shonen Jump. A obra se encerrou em maio de 2020, somando 23 volumes impressos.

Sinopse: Japão, era Taisho. Tanjiro, um bondoso jovem que ganha a vida vendendo carvão, descobre que sua família foi massacrada por um demônio. E pra piorar, Nezuko, sua irmã mais nova e única sobrevivente, também foi transformada num demônio. Arrasado com esta sombria realidade, Tanjiro decide se tornar um matador de demônios para fazer sua irmã voltar a ser humana, e para matar o demônio que matou sua família. Um triste conto sobre dois irmãos, onde os destinos dos humanos e dos demônios se entrelaçam, começa agora.

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Those Snow White Notes | Primeiro Gole

those snow white notes
Imagem Divulgaçao

Those Snow White Notes ou, no original, Mashiro no Oto, é um anime da Temporada de Primavera de 2021.

O slice of life, baseado no mangá de mesmo nome, vem como uma boa promessa da temporada. Além disso, coloca os holofotes no estúdio Shin-Ei Animation, que não possui muitas obras grandes no portfólio, mas que pode se destacar desta vez.

Você pode acompanhá-lo através da Crunchyroll, que disponibilizará os 12 episódios às sextas-feiras.

Amor pela música transmitido de avô para neto

Sawamura Matsugorou era um profissional com um talento lendário para o shamisen, encantando a todos que o ouviam tocar, inclusive seu neto, Sawamura Setsu.

Setsu, admirado pelo talento de seu avô, sempre o imitava tocando, algo que deixava Sawamura extremamente irritado e decepcionado.

Em seus últimos dias ainda vivo, Sawamura exigiu que Setsu parasse de tocar shamisen até que encontrasse seu próprio som, algo que chocou o garoto.

Após seu falecimento, Setsu vai à Tokyo em busca de algo, uma resposta, um caminho, seu próprio som, para, enfim, voltar a fazer o que mais ama: tocar shamisen.

Intensidade, muita música e personagens interessantes

O primeiro episódio do anime já é intenso. Tudo acontece muito rápido, dramas são mostrados e resolvidos em sequência, personagens são apresentados sem muita enrolação.

Não parece que vão se alongar em tramas menos importantes, sendo bastante objetivos em alguns pontos. Para um anime de 12 episódios, esse artifício pode torná-lo bastante dinâmico ou extremamente raso, mas só com o tempo para descobrirmos.

Os personagens também se mostram interessantes. Setsu poderia ser bastante clichê, mas parece que seguirá por outro caminho. Yuna, personagem que ajuda Setsu, mostrou o poder feminino, apesar de deixar seu coração falar mais alto em alguns momentos que precisavam de mais pulso firme. Taketo, namorado de Yuna, parece ser um elemento misto na trama, idiota em alguns momentos, mas alívio cômico em outros.

Além disso, temos a música. Após Kono Oto Tomare! dar destaque ao koto, agora é a vez de Those Snow mostrar o brilho do shamisen, outro instrumento de cordas tradicional japonês.

Logo no início, nos primeiros minutos, já nos é mostrado o poder do instrumento de cativar as pessoas, inclusive nós, espectadores.  E, ao longo do episódio, só reforçam essa ideia. O anime não veio para brincar!

Produção de aplaudir de pé

Esse anime não possui uma grande animação, como aquelas que te deixam de queixo caído. Mas ela já se mostra extremamente eficiente, inclusive nas cenas em que os personagens tocam o instrumento. Não são aquelas cenas congeladas ou extremamente duras. Há uma fluidez que te envolve, se tornando impossível não admirar a rapidez da animação dos dedos tocando o shamisen.

Uma promessa da temporada

Se você está procurando aqueles animes que irão se destacar na temporada, Those Snow White Notes pode ser um deles. Entregou o que tinha para entregar nesse primeiro episódio e já nos deixa ansiosos para o próximo. Ainda não dá para saber se seguirá a fórmula mais comum de animes de música, mas a tendência é ser original, mesmo bebendo da fonte.

ASSISTA AGORA NA CRUNCHYROLL

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Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge é anunciado para Nintendo Switch

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Imagem Divulgação

Agora a turma do Nintendo Switch poderá pedir uma pizza enquanto a Dimensão X se aproxima. Anunciado hoje pela Dotemu e a Tribute Games em parceria com a Nickelodeon, Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge chega ao Switch!

A revelação foi durante a Nintendo Indie World Showcase com direito a um novo trailer! Confira um pouco da ação e pancadaria das tartarugas:

Além disso foi revelado a participação de Tee Lopes na trilha sonora de Teenage Mutant Ninja Turtles: Shredder’s Revenge! O compositor tem um grande currículo na bagagem que inclui Sonic Mania, League of Legends e outros.

Então o hype só aumenta enquanto as ruas de Nova Iorque são tomadas pelas forças de Shredder. Você já pode adicionar a lista de desejos da Steam e confira as novidades sobre o novo jogo da Dotemu e Tribute Games nas redes sociais e aqui no Suco!

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MINARI estreará em 22 de abril nos cinemas brasileiros!

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A espera está acabando: MINARI – EM BUSCA DA FELICIDADE, que ganha dia após dia visibilidade e reconhecimento, chegará aos cinemas brasileiros no dia 22 de Abril!

O drama produzido pela A24 Films e distribuído pela Diamond Films, foi dirigido e escrito por Lee Isaac Chung, com produção executiva de Brad Pitt. Além disso, é estrelado por Steven Yeun, o eterno Glenn de The Walkind Dead!

Com grande sensibilidade e delicadeza, o filme conta sobre as raízes de imigrantes sul-coreanos que perseguem o sonho Americano, em busca de uma vida melhor. Além de Steven Yeun e a premiada Youn Yuh-Jung, o longa também traz as atuações marcantes de Alan Kim, Yeri Han, Noel Kate Cho e Will Patton.

RECONHECIMENTO INTERNACIONAL

Minari seguiu um rumo de reconhecimento e premiações. Vencedor dos prêmios do Grande Júri e do Público no Festival de Sundance 2020, o filme já ganhou o Globo de Ouro na categoria “Melhor filme em língua estrangeira”, e a atriz Youn Yuh-Jung, já coleciona dois prêmios na categoria “Melhor Atriz Coadjuvante”, sendo um no SAG 2021, e outro diretamente do Reino Unido, o BAFTA 2021.

O filme recebeu também 6 indicações ao Óscar 2021, sendo estas nas categorias “Melhor Filme”, “Melhor Roteiro Original”, “Melhor Trilha Sonora”, “Melhor Ator”, com Steven Yeun; “Melhor Direção”, com Lee Isaac Chung e “Melhor Atriz Coadjuvante”, com Youn Yuh-Jung.

O FILME

A Diamond Films Brasil publicou neste mês a sinopse, o pôster e o trailer para o Brasil, confira:

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MINARI – EM BUSCA DA FELICIDADE acompanha um casal coreano que muda, junto com seus dois filhos pequenos, para uma pequena fazenda no Arkansas, Estados Unidos, em busca do sonho americano. A rotina da família se transforma com a chegada de Soonja (Youn Yuh-Jung), a avó fora dos padrões que veio morar com eles. Em meio à instabilidade e aos desafios desta nova vida, o filme mostra a resiliência da família e o que realmente importa em um lar.

Ansiosos?

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On the Rocks | Review

on the rocks
Imagem Divulgação

Não importa a qualidade do filme, se a história faz sentido ou se o casal têm química, a presença de Bill Murray no elenco engrandece qualquer obra, mesmo se ela for a mais simples e clichê comédia romântica a qual foi popular nos anos 2000. Sofia Coppola copia o próprio filme e entrega uma bela obra para assistir entre namorados ou casados nas sessão da tarde, On the Rocks atinge o objetivo de diversão e fofura de um casal que estampa a sociedade nas últimas três décadas.

Músicos, pintores, fotógrafos e muitas outras profissões que rodeiam o mundo das artes tendem a abusar da fórmula do seu próprio sucesso, mas se é isso que pede seu público, quem é o artista para discordar daquilo que o faz um sucesso, o cineasta é uma das principais profissões que sofre com isso, por isso muitos que não estão a ativa demoram para entregar alguma coisa, tanto Tarantino quanto Spyke Lee sabem bem entregar a mesma fórmula de filmes e conseguem ser exaltados, pois são gênios incontestáveis, mas quando o nome não está na mídia, muitos preferem diminuir o nome envolvido, e esse nome é Sofia Coppola; pode não ter a mesma grandeza, sabe entregar uma boa obra.

Em 2003, Sofia Coppola trabalhou com Encontros e Desencontros, um filme que traz Scarlett Johansson e Bill Murray se encontrando em Tóquio, lugar onde ninguém fala inglês, com isso eles se conhecem e começam a se divertir pelo Japão, nisso rola um interesse mais amoroso, em On the Rocks a relação é diferente, temos um conflito amoroso entre um casal bem clichê de comédias românticas, e em paralelo temos o papel de Bill Murray sendo o pai da esposa desse casal, interpretada pela Rashida Jones, famoso sogro que coloca pensamentos errados na filha, e o que mais aparece na crítica é a relação desses dois filmes, pois bem, não existe relação, porque é o mesmo filme.

Mesmo que se mostre com elementos e plots diferentes, a construção da trama é idêntica, muito bem feita, trabalha nosso imaginativo com ideias baseadas em nada que não seja desconfiança, uma lição de moral para muitos casais por aí, essa ideia de “fé nas malucas? Só quem vive de contos de fadas defende essa ideia, muitas vezes essa “maluca” nasce por argumentos errados vindo de amigos e família, On the Rocks trabalha o ciúmes onde tudo o que você olha parece que existe traição, e junto com o jogo de cenas, entregou uma bela comédia romântica para assistir com o seu amor. Pode-se dizer que é o filme mais leve e simples da diretora, bem parecido com as produções do Woody Allen, isso explica On the Rocks nas premiações da academia.

Ainda sobre as premiações, Coppola é uma excelente diretora que se repete muito, até aí muitos outros fazem isso também, não é demérito, todos os anos têm uma comédia romântica exaltada, é a vez de On the Rocks. Aliás, o nome de Bill Murray chama a atenção de todo mundo, um nome forte consegue engradecer muita coisa e chama muita a atenção, apesar de seu personagem ser a grande relevância nesse filme, não se viu nada grandioso a ponto de premiações, Bill Murray merece todo o prestígio por sua história, mas dessa vez fez um personagem que não briga estatuetas.

On the Rocks é um grande filme, aquela sessão da tarde gostosa, um filme na média pra assistir debaixo da coberta, questionável sua presença nas premiações, mas sabemos que qualquer obra parecida com as de Woody Allen vai aparecer por lá. Sofia Coppola foi estratégica, como diria no futebol, jogou com o regulamento debaixo do braço, mas isso não apaga o abraço quentinho de um clichê romântico como foi On the Rocks.

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