WagakkiBand lança versão animada do videoclipe em tamanho integral de sua mais recente música, “Aria of Life”, que acaba de ser transmitida pela primeira vez como abertura do anime MARS RED (confira nosso Primeiro Gole AQUI).
Enquanto que o clipe original de “Aria of Life” já ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações, a versão animada, que acaba de ir ao ar hoje (19), mostra uma prévia do futuro do anime. A canção foi especialmente criada como uma colaboração entre música e anime, de modo a se complementarem.
Assista abaixo:
“MARS RED” foi escrito por Bun-O Fujisawa, com desenhos de Kemuri Karakara (“Donten ni Warau-Laughing under the cloud”, “Rengou ni Warau”). A composição e o roteiro da série foram criados por Junichi Fujisaku (roteirista de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex” e diretor, compositor e roteirista da série “Blood +”).
Sua história gira em torno da “16ª Força-Tarefa Especial”, também conhecida como “Código Zero”, que é uma unidade formada pelo governo japonês na era Taisho para combater os vampiros.
A série de TV anime vai ao ar na Yomiuri Telecasting Corporation e TOKYO MX, sendo que por aqui no Brasil, pode ser assistida na Funimation.
Junto de um trailer divulgado nesta segunda (19), a editora e desenvolvedora miHoYo (Genshin Impact, Honkai Impact), anunciou o registro para o Beta de seu jogo de Raciocínio Amoroso, Tears of Themis, sendo que o Teste do Beta Fechado terá início no dia 8 de maio.
Confira o trailer abaixo:
Tears of Themis une Romance, Raciocínio e Inteligência
Assumindo o papel de um advogado, o jogo traz uma trama que permeia o ambiente da advocacia, com interrogatório de testemunhas e suspeitos, conduzindo investigações em locais e examinando peças de evidência, o jogador vai ao tribunal para batalhas legais e traz justiça e paz de volta à cidade.
A jornada legal do jogador é acompanhada por quatro personagens masculinos principais, incluindo Luke Pearce, Marius von Hagen, Vyn Richter e Arten Wing, todos com sua própria identidade, personalidade, habilidades e experiência. Ao conduzir investigações e resolver quebra-cabeças com o apoio e assistência dos quatro personagens, o jogador cultiva relacionamentos e cresce com esses personagens por meio de todos os tipos de missões. O objetivo não é apenas desvendar os segredos da cidade de Stellis, mas também aprender sobre suas histórias e construir conexões especiais com aquela em que o jogador prefere se apoiar.
Imagem Divulgação
Quando e como jogar?
Tears of Themis abre seu registro de teste beta global inicial em seu site oficial em 19 de abril de 2021. O Teste Beta Fechado começará no dia 8 de maio. O título está disponível em chinês simplificado, chinês tradicional, inglês, japonês e coreano, com narração em chinês, japonês e coreano. Para obter mais informações e atualizações, visite o SITE OFICIAL ou siga no Twitter @TearsofThemisEN, Instagram @tearsofthemis_en, Facebook @ tearofthemis.glb e YouTube.
Na madrugada do último sábado (17), aconteceu a ‘Bang Bang Con 2021’, o festival online do grupo BTS. Ano passado foi a primeira edição do evento, que também foi realizado no mês de abril. Desta vez, diferente da anterior, a transmissão dos shows ocorreu por uma única noite.
A ‘Bang Bang Con 2020’ já havia sido um sucesso. O festival chegou a bater 2,24 milhões de espectadores simultâneos, número que foi batido no sábado. A segunda edição do evento marcou 2,6 milhões visualizações simultâneas, por volta das 3h da manhã, três horas após o início da live.
Com transmissão gratuita no canal do grupo no Youtube, o BANGTANTV, o ARMY pôde conferir três shows: BTS Live Trilogy Ep. 1 BTS Begins (Memories of 2015), o fanmeeting BTS 5th Muster (Magic Shop), gravado em 2019, durante o evento de aniversário de 6 anos do grupo,na cidade de Busan. E, fechando a noite com chave de ouro, para a felicidade dos fãs brasileiros, o BTS World Tour Love Yourself: Speak Yourself em São Paulo.
Ao longo da transmissão, os fãs subiram a tag #BANGBANGCON2021 nos assuntos mais comentados do Twitter no Brasil, chegando a mais de 1 milhão de tweets.
MARS RED traz releitura interessante de Salomé – tragédia em um ato de Oscar Wilde – nessa Temporada de Primavera 2021. Disponível na Funimation, o clássico teatral do autor irlandês toma nova face na produção do estúdio SIGNAL.MD ao reinterpretar a obra sob a ótica do período Taisho.
A adaptação do mangá homônimo de Kemuri Karakara desenrola-se no início do verão japonês de 1923, cinco anos depois da Guerra Europeia, e traz não só a verossimilhança com o contexto político-social do Japão dessa época, mas também a releitura de Salomé com um novo elemento incluso: os vampiros.
Somos apresentados a seis personagens durante a narrativa; o homem de poucas palavras, major Maeda Yoshinobu, o soldado tagarela Moriyama, a atriz vampira Misaki, o tenente-general Nakajima, o misterioso ator do teatro imperial, Defrott e a carismática jornalista Aoi Shirase.
É interligando as relações desses personagens, especificamente entre o major Maeda e a atriz Misaki, que a narrativa reinterpreta de forma interessante a tragédia em um ato de Wilde. Num misto de interpretações teatrais onde Misaki torna-se Salomé e Maeda o profeta Iokanaan, MARS RED usa-se da narrativa teatral para apresentar tanto a releitura do clássico teatral como a história dos dois personagens da animação.
Em meio a toda essa construção narrativa-teatral, temos vários enquadramentos cinematográficos que vão desde um plano de estabelecimento – a identificação de um local onde a cena irá se passar – até o close-up extremo, focando nos olhos e no estigma desenhado na língua da Misaki, e tudo isso acompanhado de uma bela e virtuosa trilha sonora.
MARS RED abre e encerra o primeiro episódio deixando questões a serem respondidas. Qual o mistério circula por volta de Defrott? Quem são os membros da unidade Code Zero? Quem mordeu a atriz Misaki?
Desse modo, essas e outras questões levantadas se bem respondidas, podem enriquecer toda a narrativa construída evitando assim que tudo vá por água abaixo.
Se ouvir as músicas dos animes já acende uma enorme empolgação, imagine essa música sendo tocada por uma orquestra!
Candlelight: O melhor do anime à luz das velas, é um evento que chegou em São Paulo, consistindo em uma orquestra a luz de velas, e nesse evento especial, as trilhas sonoras de Os Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball, Pokémon, Naruto, One Piece, Fairy Tail, One Punch Man, Neon Genesis Evangelion e muitos outros tocaram para emocionar e contagiar ainda mais os fãs.
Se você é fã de animes com toda certeza não perderá essa oportunidade exclusiva! O Evento irá acontecer no dia 28 de julho, na grande Sala São Paulo. As sessões disponíveis são às 19h e 21h. O valor é de a partir de 45 reais. Os lugares são reservados por zona! Então se apresse e escolha o melhor lugar.
De acordo com os protocolos de segurança à Covid-19, todas as medidas para a realização do Evento estão sendo feitas, assim todos poderão aproveitar o show com segurança e distanciamento.
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Se acha que só a Netflix têm entregado obras para o Oscar 2021, achou errado, Amazon Prime Vídeo aparece firme e forte com uma obra fantástica com nomes marcantes da história do esporte, da música e da política, brincando com uma visão mais teatral para os cinemas e rico em diálogos que intensificam a trama, Uma Noite em Miami divide opiniões por seu desenvolvimento lento, mas é unânime em qualidade e mensagem sobre a importância da luta racial por meio de quatro grandes nomes da história mundial.
A linguagem teatral foi muito bem explorada, intercalando entre planos abertos e fechados, sem cortes bruscos e muito bem editado, o que poderia ser algo cansativo, se mostrou bem lapidado e não te afasta do filme, pois casado com bom diálogo e belas atuações, Uma Noite em Miami consegue ser um grande filme para todos, contudo poucos o conseguiram digeri-lo, essa linguagem é devido a obra ser adaptada da peça teatral de mesmo nome de Kemp Powers.
Pense nos nomes envolvidos, Malcolm X (Kingsley Ben-Adir), o ex-lutador Muhammad Ali (Eli Goore), o ex-jogador Jim Brown (Aldis Hodge) e o cantor Sam Cooke (Leslie Odom Jr.), todos envolvidos na luta antirracista, mas é muito simples chamar assim, Malcolm tinha um propósito para seu povo, e com isso envolveu nomes grandes do esporte e da música, um encontro ficcional que apresenta ideias diferente de cada um sobre o que é a luta racial e a importância da representatividade, ou seja, do início ao fim temos diálogos muito amarrados em atores excepcionais, porém o ritmo do filme é sacrificado para algo mais lento e com barrigas, mas é tão rico em informação e carisma que mantém sua atenção de cabo a rabo.
O desenvolvimento lento incomoda quem não presta atenção no filme, porque o desenvolvimento do roteiro começa bem leviano, com o motivo de todos esses grandes nomes estarem “festejando” aquela noite, o que aparentava uma trama leve, foi se intensificando em todos os pontos, em rispidez entre os personagens, motivos de estarem naquele quarto de hotel, atuação do elenco e também a nossa atenção, sim, é capaz de largar o filme por causa da trama arrastada, mas a evolução do conjunto da obra acontece sutilmente e nós vamos juntos com ela, e terminamos o filme do mesmo jeito que eles encerraram a noite no quarto do hotel, refletindo em silêncio, que bela obra prima entregou Regina King, primeiro filme de sua história como diretora e entregou uma grandiosa produção.
Uma Noite em Miami está na lista das grandes obras escondidas e injustiçadas do Oscar, diante a grandiosidade de sua diretora e elenco talentosíssimo, apenas Leslie Odom Jr. no papel do cantor Sam Cooke recebeu duas indicações, o resto foi completamente ignorado, o que é bem triste pelo roteiro, pela diretora e até pelo resto do elenco, que essa obra seja lembrada pelo público, já que a academia a tratou como esquecível.
Obras que destacam divisões sociais, oprimidos e opressores em tela e todo conceito que envolve ricos e pobres tendem a trabalhar nosso raciocínio quanto a realidade apresentada de um país subdesenvolvido, no caso de O Tigre Branco destaca a conturbada Índia e sua corrupção que rege ambas as classes sociais, como te colocar em posição do que é uma realidade polarizada de escolhas erradas para o sucesso próprio e um modo “fácil e rápido” de se ganhar dinheiro, tudo isso em um gênero bem famoso e aclamado pelo público.
O filme não têm medo de brincar com o estereótipo indiano, a ideia é realmente esfregar na nossa cara a realidade de uma nação colapsada que se acostumou a viver do seu jeito, independente da opinião de quem assiste o filme, a obra te faz pensar e não concordar com ela, não há polêmicas ou opiniões divididas, a mensagem é clara em um roteiro trabalhado em clichês do gênero máfia, tudo é mais fácil se escolher o lado “certo”, dependendo do ponto vista.
Houve uma era de filmes que romantizaram o que era ser um bandido homicida, uma nação cresceu com filmes de Máfia e os defende firmemente (eu inclusive), poucas obras como a série Os Sopranos conseguiu desconstruir o glamour da máfia, quando saímos desse meio e vamos para qualquer outro mundo que não trabalha esse gênero, mas os clichês do mesmo, a maioria prefere criticar de ser uma péssima mensagem, O Tigre Branco atinge essa perfeição por esse tipo de conflito, porque não é possível que se assista essa obra e não absorva a mensagem, a não ser que você só goste filmes açucarados e felizes com mensagens positivas, daí não tem jeito, você vai chorar sangue com O Tigre Branco.
Sempre destacando a relação profissional entre patrão e empregado, a história sempre vai destacar o caminho do sucesso para ambas as classes, um rico tentando ficar mais rico com métodos legais e ilegais, o pobre em busca de seu lugar ao sol, o seu sucesso pessoal para que possa um dia dizer “eu consegui”, mesmo que ele tenha que pisar em outros pobres e ignorar sua família, o importante é a si próprio, não existe lado bom, existe o próprio lado e nada mais, isso é a Índia não só na ficção como na vida real.
Nós estamos acostumados a ficar do lado dos mais pobres porque quem realmente já passou por essa situação de pobreza, ou no mínimo entende isso, tende a se importar com quem realmente precisa, o rico está de bucho cheio em sua varanda gourmet então ele que permaneça por lá, o pobre cada vez mais fica mais pobre e vai perdendo uma coisa por dia, seja algum ingrediente que ficou mais caro, seja a segurança pela polícia militar, seja a esperança de dias melhores, isso no Brasil, agora na Índia, rotulada de o país mais democrático do mundo, consegue ficar muito mais abaixo do que nós aqui no ocidente e cair para o lado errado da moeda para conseguir sucesso na vida, e como muitos conseguem, se torna o lado “certo”, na verdade não é só lá que acontece isso, não é Brasil?
Diálogos metafóricos estão muito bem colocados para explicar algumas situações, mas chega um momento que fica muito explicativo, e esse tipo de artifício é usado no final e fica muito mastigado, a ponto de parecer que quis explicar o filme todo, e perde a carga emocional da cena que visualmente estava transmitindo outra mensagem, se perdeu um pouco durante o filme por causa da narração em off, comentando e explicando situações que nós conseguimos enxergar em tela, e não era nada absurdo de difícil porque, como dito antes, um roteiro clichê fez desse filme algo bem fácil de entendimento, então só se trabalha as camadas, não era necessário explicação e isso incomoda bastante, perde um pouco da experiência, mas não condena a obra em si.
O Tigre Branco conseguiu apenas uma indicação ao Oscar 2021, a categoria de Melhor Roteiro Adaptado está bem equilibrada, e essa obra pode vir forte, mas concorrendo com The Father e Nomadland, é capaz de não conseguir uma estatueta, mas o mundo nos guarda surpresas, nunca se sabe o que pode acontecer, mas a certeza é que independente de poucas indicações. O Tigre Branco é uma crítica social a uma nação abandonada por seu governo e te esfrega na cara sobre o se pensar sobre essa sociedade, e não procurar lado bom ou ruim em um drama social, filme que deveria estar sendo aclamado, mas parece subestimado.
O anuncio foi feito em três idiomas: Coreano, inglês e japonês.
“Olá BLACKHOLE ENTERTAINMENT. Primeiramente, muito obrigado a todos que amaram BLACK6IX, e sinceramente, obrigado aos BLACKPEARL. A BLACKHOLE ENTERTAINMENT está anunciando que os contratos exclusivos dos membros do BLACK6IX terminou, e todas as atividades do BLACK6IX chegaram ao fim. Nós agradecemos sinceramente por apoiar e amar BLACK6IX.
Nos comentários, os fãs reagem com tristeza e desejam o melhor para os meninos, em vários idiomas: “Eu vou sentir falta de vocês“; “Obrigada por tudo BLACK6IX, vocês sempre serão amados e lembrados!“; “Obrigada pelo trabalho duro! Eu amo vocês! Desejo tudo de melhor em suas vidas!!! Vocês têm meu apoio em tudo o que decidirem fazer“; “Sucesso para todos os membros! O Brasil te ama!“
O grupo formado por 6 integrantes, que debutou em 2017 com o single “Please“, tem um significado especial em seu nome: “Seis garotos com potencial infinito“. O último comeback do grupo foi em 2020, com o mini-álbum “Nice To Meet You“, com a faixa-título que recebeu um MV “Call My Name“.
Desejamos sorte e felicidade aos meninos que conquistaram o coração das fãs da América Latina!