Na quinta-feira da última semana (30), a Editora Panini anunciou através de uma live do Anime Friends, que o mangá Horimiya será publicado no Brasil. Assim, o lançamento está previsto para o mês de dezembro.
A obra poderá ser adquirida em formato 13,7cm x 20cm, em papel offwhite e com marcador de página especial em seu primeiro volume. Além disso, a publicação será mensal e o valor divulgado é de R$ 29,90. O mangá já está em pré-venda e pode ser adquirido na loja online da editora.
A obra já possui 16 volumes encadernados em seu idioma original. Atualmente, a Yen Press é a responsável pela publicação em inglês do mangá.
Mais sobre Horimiya
Imagem de Capa (Panini Divulgação)
Bom, o mangá começou a ser publicado em 2011 pela Monthly G Fantasy. Assim, a história se tratava de um spin-off de Hori-san to Miyamura-kun, outro mangá escrito por HERO e Daisuke Hagiwara. Sua serialização terminou em 13 de março de 2021.
Já em janeiro deste ano, o mangá recebeu uma adaptação para série anime pela CloverWorks, que também é a responsável pelo anime de sucesso The Promised Neverland.
Sinopse: O doce e levemente ácido gostinho da juventude!! De um lado, Hori-san, que à primeira vista faz o tipo patricinha, mas na verdade é uma garota simples e prendada. Do outro, Miyamura-kun, que na escola emana um ar negativo com seus óculos e aparência sem graça, quando na verdade é um gato cheio de piercings. O que acontece quando o acaso faz com que esses dois, que parecem ser tão diferentes, mas têm tanto em comum, se encontrem.?!
Não é mais hobby ou profissão do futuro criar conteúdo e transmitir ao vivo, agora é um objetivo de carreira. Nesse momento o CNB LG UltraGear, organização de eSports e plataforma em fomentar novos talentos, abriu uma seleção de novos talentos com LG UltraGear Streamers Show.
Desta forma, a primeira seletiva vai escolher 5 streamers para um contrato com o CNB e receber mensalmente R$1.500,00 para realizar streams. Além disso, os selecionados ganharão um treinamento especial com profissionais, um monitor gamer LG UltraGear, óculos para jogos Fhocus Gamer, kitstream da Elgato com Stream Deck Mini, Microfone Wave:1 e Key Light, e um kit periféricos da Corsair.
Bom demais não é mesmo? Então fique atento que as inscrições vão até dia 2 de novembro e custam R$ 30,00. Para participar é simples, basta ter um canal de stream (Twitch, Facebook, Nimo, Booyah, Trovo, YouTube ou Bigo) com até 50 mil inscritos e o mínimo de 13 anos até a data de inscrição. Não se preocupe com a questão de equipamentos, gênero ou região, a peneira quer a sua participação.
Atente-se nas categorias: League of Legends, Valorant, Fortnite, Free Fire e Variados, modalidade livre para transmitir outros jogos, podcasts ou apenas interagir com o público. Caso você queria adicionar uma categoria a mais na inscrição adicione R$5,00 no valor para cada.
Então anote ai o que você precisa saber: A primeira etapa da peneira da LG Ultra Streamers Show é uma prova teórica que vai testar desde os conhecimentos técnicos de stream até perfil e comportamento. Entre 4/11 e 10/11, os inscritos devem acessar a plataforma no site da peneira e responder remotamente 60 questões de múltipla escolha. Todos que atingirem a nota de corte (60 pontos, de um total de 120) passam para a segunda etapa, em que será preciso enviar um clipe de até 90 segundos com os melhores momentos de uma live recente do competidor.
Para ajudar, os inscritos terão acesso a um pacote de três aulas sobre streams com o streamer profissional Maurício Perônio. Entre 19/11 e 22/11, esses clipes serão publicados na plataforma da seletiva para escolha do público e os 100 mais votados de cada uma das cinco categorias avançam para a próxima etapa.
Na terceira fase, os competidores deverão enviar um novo clipe, dessa vez de até 120 segundos, com outros momentos importantes de suas transmissões, e os jurados da Streamers Show vão reagir e votar ao vivo em cada clipe. A reação e os votos dos jurados acontecerão em live e os dez melhores de cada categoria avançam para a grande final, a quarta e última fase.
Na final, além de enviar um novo clipe de até 120 segundos com destaques de suas streams, cada finalista vai participar de uma live especial na Twitch do CNB, em 18 e 19/12, para conversar com os jurados e o público do chat e provar que quem sabe faz ao vivo. Ao final da live, os três mais votados pelos jurados de cada categoria seguem para voto popular. O candidato mais votado pelo público em cada uma das cinco categorias será contratado e fará parte da network do CNB LG UltraGear.
Está pronto para o desafio? Confira os detalhes AQUI e boa sorte!
A mais nova expansão de Gwent: The Witcher Card Game chegou. Price of Power: Colheita da Agonia chegou, gratuitamente, para PC, macOS (Apple M1), iOS e Android. Agora prepare seu baralho paras as novidades e os frutos que a colheita pode oferecer.
A terceira e última parte do conjunto Price of Power traz 26 novas cartas, com quatro raridades por facção e duas neutras. Com o foco no Vale das Flores, o verão acabando e a alegria e despreocupação. Assim, Os Ventos do Norte trazem fogo e um exercito em marcha para o massacre eminente.
Então tenha esperança e abra os barris de Colheita da Agonia, disponível para compra na loja do jogo. Ainda quer uma bonificação? Confira o Passe de Expansão de Price of Power com 30% de desconto até dia 16 de Novembro, que vem com todas as 117 cartas do conjunto de expansão, cartas premium, um tabuleiro novo, 8 avatares, visual de verso de carta, novo visual de líder Octavia Hale “Caça-bruxos” e a moeda de pira animada.
Além disso, a loja traz o combo Colheita da Agonia, com 6 avatares, todas cartas premium e o visual “Caça-bruxos” de Octavia. Confira mais clicando AQUI.
GWENT: The Witcher Card Game está disponível gratuitamente para PC no GOG.COM e no Steam, dispositivos macOS equipados com Apple M1, assim como para Android e iOS. Para mais informações, visite playgwent.com.
Vocês conseguem imaginar um meme, repetido à exaustão, convencer uma pessoa a assistir um anime? Lógico que já, não vou fingir que vivi uma experiência única. É isso mesmo o que aconteceu. Alguém muito apaixonado por Aria resolveu criar um perfil onde todo dia temos uma Akari correndo atrapalhada em meio a “Awawa awa awawawawawa awa”.
INTERESSE POR OSMOSE
Memes nos ensinam duas coisas: a primeira é que alguma dose de repetição, ao contrário do que boa parte dos pedagogos querem, realmente ajuda a criar o hábito e o aprendizado. É como musculação ou treinar algum instrumento. A segunda coisa que ensina, é que o mundo é vasto como o oceano. São muitas piadas internas, muitos nichos e muitos mundinhos paralelos impossíveis de serem conhecidos totalmente em apenas uma vida.
É desse tipo de surpresa que digo quando fui ver do que tratava-se Aria the Animation. A princípio, um anime “velho” (2005, tenho que admitir, são 16 anos, tá velho). Até aí tudo bem. Isso, claro, até perceber que tinha mais duas temporadas, uma delas com 24 episódios, mais um OVA e um filme (!) estreado agora em 2021 (!!!) cujo poster inevitavelmente “””spoila””” o decorrer das coisas, ainda que você olhe de relance, mas aí já é culpa nossa que pegamos o bonde já quase no ponto final.
Aria foi um caso de “fui pelo meme, fiquei pela emoção”. Foi uma surpresa das mais positivas e, como já tem um bom tempo que não escrevo nada para cá, resolvi seguir uma dica. Afinal, quem escreve sabe bem do que falo, mas não é todo dia que se escreve uma página de texto, muito menos passando 12 horas por dia na rua trabalhando. A dica que venho seguindo é essa: escreva daquilo que o coração está cheio.
Setembro foi um mês com uma temática importante, mas não menos pesada. E escrever em meio a esse clima pode te jogar num buraco sem fundo. Então enquanto eu vou cauterizando o assunto na gavetinha pouco a pouco, vamos falar um pouquinho sobre Aria.
SOBRE A FRANQUIA
Apesar de Aria ter essa longevidade toda, a premissa da franquia é bem simples. Num futuro distante, onde a colonização espacial virou realidade, o planeta Aqua é lar de Neo Venezzia, uma reconstituição da Veneza do nosso planeta Terra (aqui chamada de Manhome). É nessa cidade onde as Undines trabalham; gondoleiras que transportam turistas pelas belas águas de Neo Venezzia, com paisagens e monumentos que muito lembram a cidade original.
É aí onde mora Akari, aprendiz de Undine pela Companhia Aria, treinada pela melhor gondoleira de Neo Venezzia, Alicia (dublada pela voz estupidamente bela de Sakura Obata, a Irisviel de Fate). A menina sempre sonhadora e sempre vislumbrada com as coisas ao seu redor treina com outras duas meninas, cada uma delas pertencente a uma empresa concorrente: Aika, da Companhia Himeya e Alice, da Orange Planet.
A ambientação é gigantesca mas também neste caso, Deus mora nos detalhes. Não esperem de Aria um sci-fi. As gondolas em planetas extraterrestres são apenas um pretexto (pelo menos para a primeira temporada) para valiosas lições de vida e momentos emocionantes, como o prazer de receber uma correspondência de um ente querido e os sentimentos nela contidos, ou o carinho de quem é duro com sua educação por te ter em alta estima ou mesmo sobre a beleza de praticar o bem mesmo sem ninguém perceber. Essa lista são resumos bastante indignos da sensação de paz que cada episódio te dá, com situações cômicas e uma deliciosa trilha sonora inspirada numa bossa nova ao estilo do bom e velho João Gilberto.
Imagem Divulgação
A PRECIOSIDADE DO TEMPO PRESENTE
Mas para ficarmos na lição mais impactante do The Animation, a primeira temporada de 12 episódios de 2005, temos aqui a situação onde Akari, Aika e Alice estão ouvindo histórias de suas respectivas senpais. Da reminiscência do passado à percepção do momento presente, trabalhoso e com menos tempo para encontrar suas amizades, Alice se entristece ao notar que um dia chegará a vez delas três se tornarem Primas (Undines mais experientes) e que os dias de treinamento, divertidos à sua maneira, chegarão ao fim.
É com uma sabedoria ímpar que Alicia lembra às meninas que seria mais triste ainda perder de vista a diversão dos dias de hoje tendo somente as diversões de ontem em mente. Os momentos alegres vem e vão, mas o que está sempre presente é o agora, esse instante único que carrega consigo uma alegria a ser sucedida por outra, mesmo em dias onde estaremos tristes e chateados (que segundo a Avó, a maior de todas as Undines e fundadora da Companhia Aria, são o tempero que ajuda a vida a parecer mais agradável).
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Não sei se sou eu que ando mais emotivo às mensagens positivas de animes slice-of-life (Hanayamata foi outra joia que emocionou igual, mas dele falaremos em outra ocasião), mas pode ser que uma reflexão sobre o tempo e o jeito como incorporamos nossa experiência com o tempo seja mais íntimo e ressoe mais em mim mesmo, como graduado em História que sou. Afinal, mais do que uma decoreba de nomes, datas e fatos, um historiador bem prezado tem a todo o momento o problema do tempo em mente. Como nos enxergamos cronologicamente? Como o dividimos? O quanto vale o nosso passado, o quanto o enxergamos e qual a distância de futuro que habita o nosso horizonte?
Para além de questões mais… filosóficas por assim digamos (Filosofia do Tempo é algo real e é a matéria prima de todas essas discussões), essa lição em Aria impacta a nós mesmos, pessoas ora depressivas com excesso de passado (e, por consequência, excesso de arrependimentos), ora ansiosas com excesso de futuro (e excesso de preocupações). Pois o que está sendo chamado para a nossa experiência cotidiana é a contemplação, por um segundo que seja, do agora vivido. A preciosidade do tempo presente é evocada, coisa difícil pois quase intangível.
Certas ideias são mais tangíveis do que outras. O passado é a somatória de todas as experiências e ontens vividos guardados, vividos e esquecidos pela memória. O futuro é a especulação de todas as possibilidades e amanhãs prováveis e improváveis. E no meio disso tudo? Temos a experiência presente, mais difícil de ser apreendida, porque pode perder-se numa expectativa de um futuro vindouro ou num transe nostálgico.
O que Aria (também) acaba fazendo e fazendo bem, é convidar a nós que saboreamos cada experiência vivida com a atenção e o carinho que lhe é devido. Para que sempre possamos falar “Aqueles também foram bons tempos”, ao invés de “Aqueles foram bons tempos”.
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Encerro aqui meu recorte. Ainda temos três temporadas e alguns longas de Aria pela frente, onde só então poderemos ter alguma real noção dessa joia que habita o tesouro do mundo dos animes. Até breve!
Se você já viu algum dos MV’s do girlgroup AESPA sabe que as garotas contam sobre a relação entre elas e inteligências artificiais, chamadas æ, e que são atormentadas por um vírus, que carrega o nome da músicas de estreia das garotas:Black Mamba.
Agora pega o papel e a caneta para entender as teorias!
“Me leve para outra dimensão. Eu estou no centro do mundo, você está no flat”
FLAT é o mundo onde as nossas versões digitais vivem, e para acessar o mundo real, as AESPAS atravessam um portal chamado P.O.S (Port Of Soul). Assim, criam com os humanos uma relação onde compartilham sentimentos, como se fossem sincronizados, chamada SYNK.
Nesse contexto, a história contada pelas meninas no Debut, é que essa conexão está sendo interrompida pela BLACK MAMBA, o vírus que gera o synkout, ou seja, a quebra da conexão entre você e sua AE.
Percebemos pelos clipes anteriores que a Karina é a que mais foi afetada, e muitos fãs afirmam que ela está sendo dominada pela Black Mamba, e por isso a conexão com a AE está falha.
Nesse novo comeback, chamado Savage, vemos as garotas moldando a inteligência artificial para enfrentar a Black Mamba, que sempre está em volta e de olho nas garotas. No entanto, com uma ajudinha da NAEVIS, guia e guardiã das meninas, elas desbloqueiam uma nova versão de si, também virtual, mas que parece pronta para enfrentar o vírus.
Já estou ansiosa para o próximo MV, porque vemos as garotas atirando em direção a Mamba, mas eu duvido que esse seja o fim. Na verdade, para o Aespa, que alcançou mais de treze milhões de visualizações nas primeiras horas de estreia, é com certeza o começo.
Só eu que acho que esse roteiro precisa virar um kdrama?
Completando um mês desde o seu primeiro lançamento, INVentário reúne, até o momento, 19 faixas resgatadas dos HDs da Fresno. As mais recentes são “INV016: POST-APOCALYPTIC LIFELINE”, “INV017: ELES ODEIAM GENTE COMO NÓS”, “INV018: BAKA (feat. MAGIC OF LiFE)” e “INV019: ELEVATOR BEAT”, já disponíveis na playlist (ouça aqui) revelada aos poucos por Lucas Silveira (vocal e guitarra), Gustavo Mantovani (guitarra) e Thiago Guerra (bateria).
“Chegamos a um ponto do INVentário em que já deu pro pessoal começar a ter uma noção de qual era o nosso objetivo”, comenta Lucas. “Nada nesse mundo é aleatório e a nossa intenção era justamente ter a maior amplitude possível numa sonoridade, fazer com que as pessoas ficassem cada vez mais acostumadas com o quão diferente a gente consegue ser e o quão livre a gente consegue ser musicalmente”, ele adiciona.
Credito: Camila Cornelsen
Com letra em inglês, “INV016: POST-APOCALYPTIC LIFELINE” é feat platônico com a cantora norte-americana Phoebe Bridgers. “Eu sou obcecado pelo trabalho da Phoebe e essa música foi inspirada no que as canções dela me fizeram sentir”, conta Lucas. A história é sobre querermos viver um momento especial de um jeito menos apocalíptico.
“INV017: ELES ODEIAM GENTE COMO NÓS”, por sua vez, tem como inspiração o atual cenário político do Brasil. A “indireta” chega, inclusive, pelo número escolhido para a faixa. “Parece que, de 2015 pra cá, principalmente depois de o Bolsonaro ter sido eleito, muita gente se sentiu livre – e até incentivada – a destilar o ódio. Mas essa música é exatamente sobre como eles nunca vão conseguir vencer”, reflete o vocalista.
A paixão de Lucas por animes foi a responsável por ele conhecer a banda japonesa MAGIC OF LiFE, que participa da faixa “INV018: BAKA”. Depois de descobrir que eles cantavam a abertura do desenho “Yowamushi Pedal”, um de seus preferidos, Silveira publicou nas redes sociais falando sobre a banda. “Um dos integrantes me respondeu e misteriosamente me colocou em contato com o produtor deles. Duas semanas depois, já tínhamos algo criado em conjunto. Precisou de um tempo pra cair a ficha que tínhamos um feat com eles”, recorda. O resultado é uma música cantada em português e japonês, com uma sonoridade pop punk e hardcore, que fala sobre um romance com final turbulento.
Imagem Divulgação
A instrumental “INV019: ELEVATOR BEAT” é a mais recente de INVentário e funciona como uma sala de descompressão. “Depois de uma música de quatro minutos, cheia de intensidade, esse é o momento para relaxar”, explica Lucas.
Com o percurso percorrido até aqui, INVentário é capaz de amplificar o desejo que a Fresnotem ao propor uma série de lançamentos, que está longe de ser uma sequência de lados B, mas, sim, “um projeto com músicas que não devem ficar perdidas e que encontraram a hora de chegar ao público”.
Imagem Divulgação
Ficha Técnica:
“INV016: POST-APOCALYPTIC LIFELINE” Composição: Lucas Silveira
“INV017: ELES ODEIAM GENTE COMO NÓS” Composição: Lucas Silveira
“INV018: BAKA (feat. MAGIC OF LiFE)” Composição: Lucas Silveira e Takatsuto Nobuyuki
“INV019: ELEVATOR BEAT” Composição: Lucas Silveira
Tendo registrado no ano passado os padrões dos personagens de Demon Slayer, a Shueisha teve seu pedido de direitos autorias negado em setembro deste ano. Assim, dentre os desenhos que a editora tentou patentear estavam os de Tanjiro, Nezuko e Zenitsu.
Tudo começou no meio do ano passado, quando a Shueisha registrou os padrões no banco de dados japonês J-PlatPat, mas em maio deste ano teve o pedido negado. No entanto, a editora entrou com um recurso em julho deste ano, novamente em vão.
Em relação à estampa do Tanjiro, exclusivamente, o Escritório de Patentes do Japão observou que este é um padrão muito utilizado, e que sua aparição em Demon Slayer não faz com que seja exclusivo. Então, a Shueisha contra-argumentou dizendo que a estampa de Tanjiro é diferente, pois possui quadrados e retângulos, além de ser delimitado por uma borda preta. No entanto, não adiantou. O Escritório de Patentes seguiu com o argumento que o padrão carece de traços mais significativos para ter direitos autorais sobre ele.
De qualquer forma, os apelos da Shueisha não foram todos descartados. Em junho deste ano os padrões de Giyuu Tomioka, Shinobu Kocho e Kyoujurou Rengoku ganharam o registro de marca autoral pela editora. Desta forma, capinhas de celulares, softwares de video games, toalhas, dentre outros, com as estampas dos personagens acima agora possuem marca registrada.
Por fim, a Shueisha tem três meses para enviar um novo apelo para as estampas de Tanjiro, Nezuko e Zenitsu.
O drama sul-coreano de mistérioHello Monster (2015) ganhou uma versão tailandesa este ano, Remember You, que estreou hoje (5) na Netflix sob o nome Eu Me Lembro de Você. O lakorn foi produzido pela True CJ Creations e transmitido pelo canal tailandês True4U — o último episódio foi ao ar na Tailândia esta manhã (10h, BRT / 20h, ICT).
Na trama, o genial detetive Tanwa — ou “Tony” (“Petch” Paopetch Charoensook), especialista em traçar perfis, se alia à detetive Aye (Belle Kemisara Paladesh) para investigar um caso com o qual ele tem uma ligação pessoal. Durante a investigação, ele busca resolver os enigmas de seu passado e encontrar seu irmão, que está desaparecido desde a infância, entrando em um jogo perigoso.
Ao comparar os teasers do original com o do remake, já podemos notar uma diferença de ares: os teasers do drama estrelado por Seo In-guk (Lee Hyun) e Jang Na-ra (Cha Ji-an) transmitem mais leveza e comicidade, focando no arco romântico do enredo; enquanto isso, apesar de não ter sido disponibilizado com legendas, o teaser do lakorn liberado em julho já vinha com a promessa de um clima mais sombrio, e colocando em maior evidência os personagens Tanwa e Paytai, o advogado interpretado por Tay Tawan Vihokratana, que corresponde ao personagem de Park Bo-gum em Hello Monster, Jung Sun-ho. Confira:
Apesar de ter tido uma das audiências mais baixas durante o período de transmissão na Coreia do Sul, Hello Monster (também conhecido como I Remember You) fez sucesso com o público internacional, trazendo várias reflexões sobre neuropatias, traumas e outras questões psicológicas durante a busca pelo assassino.
Uma das falas mais populares pertence ao criminoso do passado, Lee Jun-ho, interpretado por D.O. (EXO), e serve para exemplificar os debates trazidos:
Existem crianças lindas desde o nascimento; e existem crianças para quem as pessoas disseram ‘Como é linda, é tão linda!’, e então elas eram lindas. Existem crianças que são estúpidas desde o nascimento; e existem aquelas que se tornaram estúpidas porque alguém lhes disse ‘Você é tão estúpida!’, e então elas se tornaram estúpidas. E também há aqueles que já nascem como monstros; alguém os viu como monstros, os chamou de monstros, e eles se tornaram monstros. (Lee Jun-ho, eps. 1 e 2)
Os 16 episódios de Remember You já estão disponíveis na Netflix com legendas em português, como você pode conferir clicando AQUI.