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Razer Gold ultrapassa 30 milhões de usuários

Razer gold
Imagem Divulgação

Para quem não sabe, a Razer Gold é um serviço de crédito virtual unificado da Razer que permite que você e jogadores ao redor do mundo desfrutem serviços oferecidos nos seus jogos preferidos. Com mais de 42 mil títulos disponíveis no catálogo de crédito entre games e entretenimento, a Razer Gold ultrapassou a marca de 30 milhões de usuários.

A novidade foi revelada durante a RazerCon e ainda contou com a revelação do patrocínio as finais de Call of Duty Mobile em Dezembro. Assim, Call of Duty Mobile em breve receberá o sistema de créditos para você usufruir ainda mais.

E ainda em comemoração à marca alcançada, a Razer Gold começou um projeto que integra a grande plataforma social Tik Tok. Então você poderá usar os créditos para moedas do Tik Tok até dezembro!

Enfim, você não pode deixar de conferir também mais jogos da Nuverse em parceria com a ByteDance, além de Ragnarok X e Dark Nemesis. Para saber mais sobre Razer Gold, clique aqui .

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Giselle, do AESPA, pede desculpa após dublar termo racista

Giselle Aespa
Imagem Divulgação

Em meio às promoções de sua nova música, Savage, o AESPA tem liberado alguns conteúdos para os fãs de seu trabalho. Assim, foi em um desses vídeos que a rapper Giselle se envolveu em uma polêmica nas redes sociais.

A idol aparece ao lado das integrantes Karina e NingNing, dublando a música Love Galore, da SZA. Acontece que um dos trechos da música possui uma palavra de cunho racista que foi dublada por Giselle.

Sobre isso, ela veio a público nas redes sociais oficiais do AESPA e disse:

Olá, aqui é a Giselle.

Eu gostaria de me desculpar por dublar uma palavra errada da música que eu estava cantando,  eu não falei aquilo intencionalmente, fui levada pelo momento em que a música de uma das minhas cantoras preferidas começou a tocar. Eu sinceramente peço desculpas. 

Vou continuar a aprender e ser mais consciente nas minhas ações.

O posicionamento de um artista da SM sobre racismo é novidade, visto que diversas vezes polêmicas como esta tendem a ser silenciadas pela empresa. Portanto, esperamos que a questão esteja sendo discutida entre os artistas da Coreia. Além disso, o vídeo já foi deletado pela SM.

 

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Bosozoku | A Gangue de Motociclistas do Japão

Bosozoku
Crédito: SC36 | Imagem Divulgação

No final da década de 1950, o Japão vivia um período de grande transformação após a Segunda Guerra Mundial, e os jovens japoneses começaram sua própria revolução com uma nova subcultura para aliviar toda a pressão social que havia na época, ou como uma simples forma de se divertir. Eles eram chamados de Bosozoku, uma gangue de motociclistas estilosos que já causaram muitos problemas.

Com suas motos personalizadas e barulhentas, os membros do Bosozoku brigavam com outras gangues, praticavam pequenos crimes, dirigiam perigosamente e faziam muito barulho nas pacatas cidades japonesas. Eles andavam em grandes grupos nos finais de semana, sendo o grande “dois caras numa moto” que causou medo e prejuízos no Japão.

Bosozoku
Crédito: @sanoivc | Imagem Divulgação

Eles eram fáceis de reconhecer com suas motos personalizadas com a bandeira do grupo, cabelos diferenciados e uniformes das gangues, principalmente o tokkofuku, que eram grandes casacos com bordados variados que continham o nome da gangue e ainda expressavam a individualidade dos membros. Essa moda toda acabou sendo reprimida pela força policial japonesa, com leis que chegam a proibir a confecção ou bordado dos tokkofuku, ou a personalização ilegal de motos. Apesar de tudo, o estilo do Bosozoku continua sendo uma referência não só para o mundo da moda, mas também de personagens de anime e mangá.

Os grupos eram geralmente compostos de jovens com idade entre 16 e 20 anos, que aproveitavam a sua juventude fazendo o máximo de barbaridades e aproveitando a vida antes de chegarem à vida adulta. Essa faixa de idade muito se deve à maioridade penal no Japão, que é de 21 anos, pois antes disso, os jovens são mandados para os Centros de Detenção Juvenil e não para a prisão.

Se você já assistiu muitos animes, principalmente shonen, você já deve ter visto algum Bosozoku ou algum personagem com estilo Bosozoku. Alguns exemplos são Eikichi Onizuka de GTO, o Ryu da Espada de Madeira de Shaman King, a Saki Nikaido de Zombieland Saga e o Shotaro Kaneda de Akira.

Bosozoku Akira
Akira | Imagem Divulgação

Atualmente, o anime e mangá de Tokyo Revengers tem como temática o estilo de vida dos Bosozoku e retrata bem o que acontece com as gangues de motociclistas, apesar de ter um olhar bem shonen de “poder da amizade”. A própria gangue Tokyo Manji foi inspirada em uma das grandes gangues de Bosozoku do Japão, a Black Emperor, que já foi muito famosa e chegou a aparecer em várias fotos da polícia e em revistas sobre Bosozoku. Porém, hoje em dia eles tem uma loja online e promovem algumas festas…O que aconteceu com você, Mikey?

Bosozoku
Crédito: @sanoivc | Imagem Divulgação

Apesar de já ter sido esquecido por boa parte da população e terem muitos poucos membros ainda circulando pelo país, o Bosozoku permanece vivo e ainda inspira modas e histórias.

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“Ijiranaide, Nagatoro-san” tem segunda temporada anunciada

Ijiranaide, Nagatoro-san banner
Imagem Divulgação: Crunchyroll

O anúncio da segunda temporada de Ijiranaide, Nagatoro-san (Don’t Toy with Me, Miss Nagatoro) foi realizado através de uma imagem inédita no próprio site da obra. Com os dizeres que a produção já está acontecendo, o post oficial ainda informa que maiores detalhes serão anunciados em breve.

Veja a imagem abaixo:

Imagem Divulgação

Sobre Ijiranaide, Nagatoro-san

A animação é uma adaptação do mangá de mesmo nome, e que teve seu primeiro volume publicado em 2017 pela editora Kodansha, contando com dez volumes até então.

A história narra os dias de Naoto Hachiouji, um estudante que é provocado implacavelmente por Hayase Nagatoro, uma garota do primeiro ano que ele conhece na biblioteca enquanto trabalhava em seu mangá. Nagatoro realiza diversas travessuras com garoto, que acaba sendo forçado a atender aos seus caprichos. No entanto, com o tempo, uma amizade se desenvolve entre eles, e ambos passam a ser divertir juntos.


A primeira temporada do anime estreou em abril de 2021, e conta com 12 episódios que estão disponíveis na Crunchyroll.

Leia também: Ijiranaide, Nagatoro-san | Primeiro Gole

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Lost in Random | Primeiro Gole

lost in random
Imagem Divulgação

Lost in Random. Tá aí. Este é um título que não estava esperando NADA, e que veio como uma grata surpresa. Distribuído aqui no Brasil pela EA, foi desenvolvido pelos suecos da Zoink Games (FeStick it to The Man!) e traz um conto de fadas gótico e sarrista, em meio a um adventure com toques de RPG.

Apesar do game ser curtíssimo – talvez em “uma sentada” você zere – trago, literalmente, as primeiras impressões que tive ao adentrar no reino de Random. Lost in Random é aquele clássico exemplo de um jogo “indie” com retoques de AAA. Vamos entender um pouco mais dele? Não esquecendo, este é mais um conteúdo criado graças a nossa parceira Nuuvem, que disponibilizou o jogo pra gente.

Um conto de fadas aleatório

O reino de Random é um lugar soturno, de design cabuloso e bem Tim Burton. Ali, seu povo é governado por uma rainha e  mais: suas decisões são através da rolagem dos dados. Nada ali é tão altruísta; e sim, você está preso a Sorte (ou Azar), ou melhor, a Aleatoriedade.

Durante a gameplay, damos uma volta por seis regiões, cada uma referente a um lado do dado, e como se não bastasse a criatividade de seu design, sua história também é uma homenagem ao humor britânico, creio eu, com aquele tom de eloquência sarcástica. Essa mistura traz uma sinergia tão bacana e a sensação é nítida de estarmos jogando um conto de fadas animado.

Experiência e Surrealismo

Durante a jornada onde controlamos Even em busca de salvar sua irmã, Odd, conheceremos diversos personagens estranhões, calabouços bizarros em suas formas surrealistas e claro, travaremos combates contra enormes aranhas mecânicas e inimigos desafiadores; por aqui, é bom ter as melhores cartas no baralho para fazer combos poderosos…

Creio que o ponto forte de Lost in Random, seja de fato em sua narrativa, pois na questão da jogabilidade, ele é bem simplista, linear e muito condizente com o gênero ADVENTURE – apesar de ter elementos de RPG. As cidades e regiões, são “abertas”, mas quase sempre em direção ao próximo objetivo: na real, é muito difícil “se perder” em Random – curtiu o trocadilho, não é?

Itens ocultos? Existem! Missões opcionais? Existem também. Sinceramente, aconselho em sua primeira jogatina, seguir diretamente as missões principais, já que muita mecânica você acaba aprendendo durante o caminho e certamente você deverá ter esquecido um item lá atrás. Há backtracking, mas talvez essa questão de ficar vasculhando tire um pouco do foco da imersão que o jogo quer trazer – recomendo farmar numa segunda jogatina. 

E rolem os dados…

Com um foco mais em narrativa que em combates, Lost in Random vai agradar quem quer uma boa história, identidade única e carismática. Alguns combates me incomodaram aqui e ali, porém as batalhas contra chefes se tornam desafiadoras e muitas vezes divertidas – principalmente por suas mecânicas.

Não há muita variedade na sua jogabilidade, mas entendo que não deve-se criar algo muito complexo num jogo de 6 ~ 10 horas e voltado a uma faixa etária mais jovem. Por sinal, este item me incomodou, já que não há localização em português-brasileiro (nem áudio, e nem texto), o que pode afastar o público mais infantil.

Disponível para todas as plataformas, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One, Nintendo Switch e PC (Windows), Lost in Random vale o Gole, a jogatina e as rolagens de dados. Random Rules!

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Death Note: Após polêmicas editora anuncia reimpressão da obra

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Imagem Divulgação

Na última semana o anime Death Note tem aparecido muito nas matérias de emissoras brasileiras, sendo apontado como um série que incita a violência em crianças e adolescentes, uma vez que eles podem comprar o “caderno da morte” e escrever os nomes das pessoas que eles querem que  morram. Veja a matéria completa AQUI.

A Editora JBC, responsável pela impressão do mangá no Brasil, anunciou nessa semana, que fará a reimpressão da Black Edition, uma edição de luxo, para os colecionadores.

Na postagem a Editora descreve: “Não importa quantos anos se passem, a coleção de #DeathNote continua linda e carrega uma história genial escrita por #TsugumiOhba e ilustrada pelo talentoso #TakeshiObata! Só podia ser uma obra dessas para causar tanta discussão”, alfinetando as reportagens sensacionalistas da última semana e postando em seguida fotos da obra já impressa, sendo uma mostrando a classificação etária impressa na parte de trás.

Além da manifestação da editora, a banda brasileira Angra, que é grande fã de animes, postou nas suas redes sociais, uma montagem da abertura de Death Note com a sua música Angels and Demons, que faz crítica a Igreja Católica. Veja a matéria completa AQUI.


Sobre Death Note: 

Publicado pela Shonen Jump de 2003 a 2006, Death Note é uma obra da dupla Tsugumi Ohba (roteiro) e Takeshi Obata (desenho). No Brasil o mangá foi serializado em 12 volumes encadernados pela JBC, que posteriormente relançou em uma edição especial chamada de “Black Edition”, totalizando 6 edições.

Sinopse: Sem nada de interessante para fazer no Mundo dos Shinigamis, o Deus da Morte Ryuk deixa cair intencionalmente na Terra o seu Death Note. O caderno possui poderes macabros: a pessoa que tem seu nome escrito nele, morre! O Death Note acaba indo parar na mão de Light Yagami. Aluno exemplar, porém entediado, ao descobrir os sinistros poderes do caderno negro, ele decide virar um justiceiro e varrer a criminalidade da face da Terra. As seguidas mortes de criminosos em vários países diferentes acabam chamando a atenção da Interpol, que, por sua vez, pede ajuda ao maior detetive do mundo, conhecido apenas por ?L?, para resolver o caso. Inicia-se assim um frenético jogo de gato e rato entre Light e seu perseguidor implacável , enquanto Ryuk diverte-se com os acontecimentos que se desenrolam em decorrência do uso do Death Note.

Leia algumas matérias especiais sobre a obra:

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Emissoras brasileiras atacam o anime Death Note, por quê?

sikera record death note
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No último domingo foi ao ar uma reportagem no Domingo Espetacular (Record) sobre crianças e adolescentes que consomem animes que fazem apologia à violência, o que nos faz recordar de uma situação parecida, que ocorreu nos anos 2000 com a animação Yu-Gi-Oh!, e como o anime virou alvo de polêmicas satanistas no Brasil.

Voltando à Death Note, que é o assunto da vez …

A animação que tem classificação etária para 18 anos, foi lançada em 2006 no Japão e no Brasil chegou em 2009. Ele conta a história de um estudante que encontra, um caderno, o Death Note, e segundo as instruções do próprio livro, quando o nome de alguém é escrito ali a pessoa morrerá em alguns segundos. O rapaz então usa desse “poder” para acabar com os delinquentes da cidade e, ao ver dele, tornar-se um herói.

A emissora causou polêmica dizendo que a animação traz danos a saúde mental dos jovens, uma vez que, crianças e adolescentes tem acesso para comprar objetos e brinquedos relacionados ao desenho, podendo assim ter ser próprio “caderno da morte”.

Ainda essa semana, no programa Alerta Nacional (REDE TV) o apresentador Sikêra Júnior, complementa a reportagem da outra emissora, reafirmando os riscos que o brinquedo traz. Ele diz: “[…] Em alguns países esse filme está proibido, sabe porque senhoras e senhores? As crianças começaram a comprar o livro, escondido dos pais, e anotar o nome das pessoas que elas queriam que morresse, a maioria tinha o nome da mãe da criança […]“.

A notícia sensacionalista causou tumulto na internet, trazendo comentários como:

” O apresentador trata o assunto como se o brinquedo fosse realmente funcionar”

“Oh não, um livro em branco! Deixem suas crianças longe desta periculosidade”

“Sikêra perdeu meu respeito, outro alienado fanático que não sabe o que está falando”

E aí, qual sua opinião sobre o assunto?

Leia também: Death Note: Após polêmicas editora anuncia reimpressão da obra

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I Told Sunset About You e PP Krit conquistam prêmios no Seoul International Drama Awards

2021 seoul international drama awards
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Mais uma vez, o clima é de comemoração entre os fãs de um dos lakorns mais populares do último ano: I Told Sunset About You conquistou o prêmio de Drama Internacional do Ano, e o ator e cantor PP Krit (que faz o papel de Oh-Aew no drama) conquistou o Asian Star Prize, ambos no 2021 Seoul International Drama Awards.

O resultado já havia sido anunciado na última semana, mas a entrega dos prêmios foi realizada apenas na quinta-feira (21) durante a cerimônia na capital sul-coreana.

[Obrigado a todos os fãs ao redor do mundo por celebrarem conosco. Nossos parabéns aos vencedores.]

PP Krit, Billkin e Khunpol Pungpol Panyamit, que interpreta Bas, colega dos protagonistas e “interesse romântico” de um deles — e que foi também premiado por sua atuação como coprotagonista (Yniverse Awards 2020, Tailândia) —, tinham chegado em Seul já no início da semana, a tempo das entrevistas no Drama Talk Concert que antecederam a premiação.

Os fãs fizeram uma comparação entre a entrega dos prêmios a Billkin e PP e uma das cenas protagonizadas por seus personagens na sequência do drama, I Promised You The Moon, em que Teh diz a Oh-Aew que um dia eles estariam recebendo um prêmio internacional lado a lado.

[Oh-aew e Teh em uma premiação internacional na Coreia — eles realmente cumpriram seus sonhos e promessas na série.]

O fandom também lembrou o tamanho e a importância da vitória por ser uma produção com temática BL a conquistar o prêmio de drama estrangeiro mais popular em meio a uma indústria como a sul-coreana, que, mesmo com as crescentes produções apresentando essa temática, ainda é tão conservadora nesse quesito.

Desde o começo do ano, I Told Sunset About You, a produção e seu elenco vêm acumulando vários prêmios relacionados à sua popularidade, atuação, trilha sonora, direção, direção de arte e roteiro em diferentes eventos.

[“São tantos prêmios no currículo que ‘Mic Drop’ deveria entrar na playlist da OST no Spotify.” (A redatora, chorando de emoção, escrevendo o artigo.)]

Confira aqui a lista completa de ganhadores do 2021 Seoul Drama Awards!

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