sikera record death note
Imagem Divulgação
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No último domingo foi ao ar uma reportagem no Domingo Espetacular (Record) sobre crianças e adolescentes que consomem animes que fazem apologia à violência, o que nos faz recordar de uma situação parecida, que ocorreu nos anos 2000 com a animação Yu-Gi-Oh!, e como o anime virou alvo de polêmicas satanistas no Brasil.

Voltando à Death Note, que é o assunto da vez …

A animação que tem classificação etária para 18 anos, foi lançada em 2006 no Japão e no Brasil chegou em 2009. Ele conta a história de um estudante que encontra, um caderno, o Death Note, e segundo as instruções do próprio livro, quando o nome de alguém é escrito ali a pessoa morrerá em alguns segundos. O rapaz então usa desse “poder” para acabar com os delinquentes da cidade e, ao ver dele, tornar-se um herói.

A emissora causou polêmica dizendo que a animação traz danos a saúde mental dos jovens, uma vez que, crianças e adolescentes tem acesso para comprar objetos e brinquedos relacionados ao desenho, podendo assim ter ser próprio “caderno da morte”.

Ainda essa semana, no programa Alerta Nacional (REDE TV) o apresentador Sikêra Júnior, complementa a reportagem da outra emissora, reafirmando os riscos que o brinquedo traz. Ele diz: “[…] Em alguns países esse filme está proibido, sabe porque senhoras e senhores? As crianças começaram a comprar o livro, escondido dos pais, e anotar o nome das pessoas que elas queriam que morresse, a maioria tinha o nome da mãe da criança […]“.

A notícia sensacionalista causou tumulto na internet, trazendo comentários como:

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” O apresentador trata o assunto como se o brinquedo fosse realmente funcionar”

“Oh não, um livro em branco! Deixem suas crianças longe desta periculosidade”

“Sikêra perdeu meu respeito, outro alienado fanático que não sabe o que está falando”

E aí, qual sua opinião sobre o assunto?

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