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Villainess in Love | Review

Villainess in love
Imagem Divulgação

2021 foi o ano para encerrar algumas das minhas obras favoritas de manhwas, e dessa vez foi a hora de Villainess in Love. A adaptação da novel de mesmo nome que foi licenciada em inglês pelo aplicativo Tapas e traz uma divertida história de romance, comédia e drama.

Lançado em 2019, a trama gira em torno de uma jovem que, após um acidente, acaba reencarnado como Yunifer Magnolia, a vilã de uma novel na qual seu fim é a morte após atormentar a protagonista original: Raelle. Porém, determinada a viver, Yunifer tem a sorte de entrar no mundo fantástico um ano antes de tudo acontecer. Agora ela quer manter a maior distância possível do protagonista da trama – Ishid – mas depois de ficar bêbada em uma festa, Yunifer acaba acordando ao lado justamente dele!

Villainess in Love reúne todos os clichês que permearam os manhwas de romance dos últimos dois anos: protagonista reencarnada na vilã de uma novel, noite de amor acidental após ficar bêbada, o protagonista que é apaixonado por ela enquanto a mocinha tenta manter distância… Enfim, apesar de eu não ser contra clichês (quando bem contados) o que realmente faz o diferencial nessa trama é a maturidade dos personagens, e eu não estou falando a respeito dos temas sexuais que são abordados, mas do fato deles serem tridimensionais e serem muito mais racionais que as típicas personagens burras de outras tramas.

Yunifer, nossa protagonista, tem como objetivo permanecer viva. Mas ao mesmo tempo ela lida com as situações que são apresentadas de maneira muito coerente e racional. Enquanto muitos outros títulos nós mordemos as unhas vendo a protagonista fugir do seu par amoroso, nesse a mocinha se entrega rapidamente com o pensamento claro de: o que for será, e se a coisa ficar feia eu saio de cena. Ou seja: Não espere uma trama envolta somente em romance. O que faz Villainess in Love ser tão carismático é justamente o cenário de tramas dramáticas em que ele se encontra.

Enquanto o amor de Yunifer e Ishid aflora ao correr dos capítulos, somos apresentados a várias problemáticas modernas: a violência doméstica, o controle parental, os relacionamentos tóxicos e controladores, os traumas infantis, além da política para poucos ao custo de muitos.

A forma como Lee Haron optou por contar a história é brilhante, além de não “passar pano” para personagens problemáticas (quaisquer que sejam suas razões). Além disso, a arte de R.Su é bem diferente do que vemos normalmente, os traços são mais “chapados” e minimalistas, mas ao mesmo tempo retratam muito bem todas as cenas e são bem coloridos.

Villainess in Love foi finalizado em 87 capítulos e não possui, até agora, tradução em português. Porém, ele pode ser encontrado completo em inglês no website e aplicativo Tapas.

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Parceria surpresa entre Bambam e Seulgi chocam a internet

Bambam single
Imagem Divulgação

Durante a tarde dessa quinta-feira (16) Bambam, do GOT7, em meio às promoções de seu novo single Who Are You, revelou através de um teaser no Twitter que a música terá participação de ninguém mais ninguém menos que Seulgi, do Red Velvet.

A parceria foi um presente de natal antecipado aos fãs, e promete entregar um belo e aclamado dark concept, daquele jeito que gostamos.

No teaser, podemos ver que Bambam não pretende seguir o visual de seu último lançamento, Ribbon. Nele, a música foi clean, para representar o momento de liberdade que o mesmo estava sentindo, após a liberação do contrato com a antiga agência. Dessa vez, veremos o rapper abusando de sensualidade, em um aparente romance possessivo.

Os fãs de ambos os grupos parecem animados para a parceria. O que não nos resta dúvidas é que uma música com um pouco de Monster e um pouco de If You Do não tem como dar errado. #ChegaLogoDia28

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Como foi a Bienal do Livro Rio 2021?

bienal do livro rio 2021
Foto: @sucodm / @fotobelga

Marcando a retomada dos eventos no Rio de Janeiro, a Bienal do Livro tomou conta do Rio Centro na sua vigésima edição e contou com painéis presenciais e virtuais, uma capacidade de público reduzida e medidas de restrição contra a Covid-19. O evento ocorreu entre os dias 3 e 12 de dezembro, com 42 painéis, 85 editoras e cerca de 250 mil visitantes.

Fotos por @fotobelga e @giucordeirofotos

Um Evento Menor e Mais Seguro

Com uma proposta de atrair o público com segurança, a Bienal apresentou menos livrarias e editoras, corredores mais largos e diminuiu pela metade a capacidade de visitação. Enquanto isso, cumpria com os protocolos contra a Covid-19, incluindo o acesso apenas para maiores de 12 anos com comprovante de vacinação, uso obrigatório de máscaras, dois turnos de visitação e totens com álcool em gel espalhados pelo local.

Apesar disso, o evento não estava vazio, ainda havia filas para entrar na feira, nas maiores editoras e para pegar autógrafos. Estandes maiores como da Submarino e Intrínseca, também tinham filas razoavelmente grandes para poder entrar. Além disso, a Bienal expandiu a praça de alimentação nas áreas cobertas e ao ar livre, com mais opções e muito mais assentos que nas edições anteriores.

bienal do livro rio 2021
Foto: @sucodm / @giucordeirofotos

Destaques

Um dos grandes destaques da Bienal foi o Boulevard Literário que voltou ainda maior depois do sucesso de 2019, contando com 18 módulos. Além disso, ainda teve livros de editoras como Pixel, HarperCollins, Ediouro e Astral Cultural, com a curadoria das livrarias Leonardo Da Vinci e Janela.

O evento também foi marcado pela presença virtual de autores internacionais como Junji Ito (Tomie), Julia Quinn (Os Bridgertons), Mariana Enriquez (Nossa Parte de Noite), Matt Ruff (Lovecraft Country) e Josh Malerman (Bird Box). É claro, ainda participaram autores nacionais como Karen Soarele (lançando A Deusa no Labirinto) e Thalita Rebouças (Fala Sério, mãe!), bem como artistas como Lulu Santos (que lançou seu livro “Lulu em Traço e Verso”), Fábio Porchat, Felipe Neto e Whindersson Nunes.

Ainda, a Bienal contou com vários cenários dignos de Instagram, como o letreiro #BIENAL DO LIVRO localizado bem na entrada do evento e o Espaço Metamorfoses para crianças. Diversos estandes também prepararam cenários para que os leitores pudessem compartilhar sua paixão pelos livros, como a Intrínseca, Submarino, Skoob, Editora Gente e OLX.

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Foto: @sucodm / @fotobelga

Perfil de Livros e Visitantes

Frequento a Bienal do Livro há muitos anos e foi a primeira vez que observei uma variedade tão grande de livros na área de ficção. A distribuição de gêneros literários estava bem equilibrada, incluindo não só mangás (como a Comix e Panini), mas também HQs, o que foi uma grata surpresa.

Além disso, muitos livros estavam com preços muito bons, desde modestos R$5 para livros mais antigos, de sebo e infantis, até a casa dos R$30 e R$40 para os títulos mais novos e famosos. Claro, havia exceções de edições especiais, mas no geral os valores estavam justos, tanto que vi muitas pessoas carregando sacolas de várias editoras ou vários livros de perfil variado.

Um ponto que também foi interessante foi ver pessoas de todas as idades e perfis comprando tantos livros variados, desde gêneros de romance a true crime, negócios e bem estar. Foi fascinante notar como mesmo os mais jovens das escolas visitando se interessavam muito pelos livros que falavam sobre aperfeiçoamento pessoal e organização financeira. Claro, não faltou o perfil de pessoas que levam listas enormes de livros para comprar e suas malas para poder levar tantos livros para casa. De acordo com dados divulgados pelo evento, a média foi de 8 livros comprados por pessoa.

Apesar de não ter contado com os 3 pavilhões que sempre ocupa no Rio Centro e a ausência de estandes clássicos de editoras e livrarias, bem como de editoras com perfil mais acadêmico e de não-ficção, o evento superou as expectativas dos expositores e visitantes. Além disso, a Bienal foi bem organizada e cumpriu com sua proposta de um evento menor, mas mais seguro.

bienal do livro rio 2021
Foto: @sucodm / @giucordeirofotos

ÁLBUM DE FOTOS (GIULIA) – DRIVE

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ÁLBUM DE FOTOS (BELGA ) – DRIVE

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Conheça 5 jogos feitos para ajudar no combate à depressão e ansiedade

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Celeste (Imagem Divulgação)

Jogos online foram a salvação de muitas pessoas durante o período de isolamento social. De acordo com um estudo feito pelo Programa Xbox Research Accessibility Community Feedback, 84% das pessoas afirmaram que os games ajudaram em relação à saúde mental no período mais forte da pandemia.

O Dr. Victor Kurita (CRM 98008 SP), médico focado na saúde física e mental dos gamers, se pronunciou sobre o assunto:

Após um dia estressante no home office, há quem encontre conforto em passar um tempo na frente da televisão ou do computador jogando alguma coisa. É importante ter a noção do quanto esse tempo é benéfico para a saúde mental.

Pensando nisso, o médico separou cinco jogos online criados especialmente para ajudar pessoas com transtornos de ansiedade e depressão.

Jornada do Acolhimento

Jornada do Acolhimento
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Criado em parceria com associações de psicólogos e psiquiatras, o jogo é feito propriamente para conscientizar os jogadores sobre a depressão. São quatro estágios que passeiam pela fase da descoberta, superação, esperança e cuidado.

Hellblade: Senua’s Sacrifice

Hellblade: Senuas Sacrifice
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O jogo foi criado a partir de eventos reais após a invasão viking nas ilhas Orkney e a personagem do Jogo, Senua, viaja para um dos mundos da Mitologia Nórdica. Enquanto a jornada dela acontece, o game mostra com clareza como se comporta uma pessoa com ansiedade e até mesmo com episódios de psicose.

Leia também: Hellblade: Senua’s Sacrifice | Review

Sea of Solitude

Sea of Solitude
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O jogo se passa na Alemanha após uma enchente devastadora e a personagem principal, Kay, passa pela cidade destruída totalmente solitária e sozinha. Entre os monstros que ela combate, ao longo do jogo fica implícito que isso tudo na verdade vem da protagonista, que passa por uma fase de depressão severa, mas vê um lampejo de esperança com outras representações artísticas de luz no meio da escuridão.

Celeste

Celeste
Imagem Divulgação

Com uma arte mais voltada para o que lembra os anos 80, a ideia do jogo é ajudar Madeline a sobreviver à seus demônios interiores. Isso acontece enquanto ela está na jornada de escalada de uma montanha até seu topo evitando a morte. A ‘luta’ é de uma pessoa com ansiedade e depressão e faz o jogador empatizar com a personagem, fazendo o possível para que ela chegue ao final.

Leia também: Celeste | Review

Flower

Flower
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O jogo não é desafiador, mas tem a intenção de trazer sentimentos e sensações boas ao jogador. Também sem diálogos, o arco narrativo é formado pelas artes visuais e emocionais. Ao controlar as pétalas que voam graças ao vento, o jogo é considerado como uma terapia para jogadores com depressão.

Por mais que existam muitos estudos que falem sobre como o uso excessivo de games pode ser prejudicial à saúde mental, outros debatem exatamente o contrário, como é o caso dos pesquisadores da Universidade de Oxford, que relacionam o modo de jogar com o bem-estar dos jogadores. Matti Vuorre, um dos autores do estudo, afirma que os jogos oferecem uma alternativa interessante e satisfatória em relação aos contatos restritivos da pandemia.

Por fim, Dr. Victor declara:

Apesar de muito tempo de tela não ser recomendado, os jogos online podem ser muito benéficos para a saúde mental, tanto para reduzir o estresse, quanto para apoiar o equilíbrio mental e ajudar com o relaxamento. Eles oferecem um escape, uma chance de deixar suas preocupações diárias para trás por um tempo e fazer algo completamente diferente.

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Mushoku Tensei (2º Cour) | Que EPISÓDIO 10 foi esse?!

Mushoku Tensei
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A temporada de Outono está impressionando muito com a segunda parte de Mushoku Tensei, dando aulas de narrativa, temática, roteiro e animação no âmbito Isekai. Triunfando e servindo de exemplo para todos os outros animes do gênero da atualidade, o episódio 10 (do 2º cour) veio e, meu amigo, o que foi isso?! Que EPISÓDIO foi esse?!

Introdução

O capítulo começa com nossos três personagens principais, os quais estão unidos em quase todos os episódios desta temporada, Rudeus, Eris e Ruijerd, dando seguimento a sua quest.

Até os dez minutos de episódio, parece que vai ser tudo tranquilo, até pelo fato dos personagens estarem bem “upados”, mas chega um momento, em um lugar gelado, que você sente que vai rolar algo diferente.

Particularmente (deixem nos comentários se aconteceu isso com vocês), momentos antes do bicho pegar, eu meio que estranhei, sabe? 

Com uma aparição repentina e aterrorizante de um… Bem, SEM SPOILERS, de um personagem chamado Orsted, e, daí para frente, é uma chuva de emoções, explicações e pancadaria.

Mushoku Tensei
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Por que o episódio foi um ponto fora da curva (sem spoilers)? 

Sabe aquele episódio que arrepia e lhe causa uma sensação diferente? Sim, você provavelmente já assistiu um episódio assim em obras, como Naruto, Shingeki no Kyojin, Bleach, entre muitos outros. É o episódio 10 de Mushoku Tensei.

Um checklist para você:

Animação que parece que feita especialmente para o episódio? Check!
Momentos de lutas para lá de inspirados? Check!
Tensão e situação crítica? Check!
Magias e porradas cruéis? Check!
Surgimento de um personagem monstruoso? Check!

Então, é visível que o episódio foi feito para ser o marco da segunda parte do anime.

Mushoku Tensei
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Mushoku Tensei
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Considerações

Pense que a segunda temporada Mushoku Tensei é um bolo, pensou? A cereja é o episódio 10. Mas, sendo bem franco, esta definitivamente NÃO é uma cereja qualquer.

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Conheça os Clãs de Pokémon Legends: Arceus

Pokemon Legends Arceus
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Um novo trailer disponibilizado no canal oficial do Pokémon traz novidades sobre personagens no jogo Pokémon Legends: Arceus. Conheça os dois clãs da região de Issui: o Diamond Clan (Clã Diamante) e o Pearl Clan (Clã Perola).

Cada um deles segue uma filosofia, o Diamond Clan prega a importância de valorizar o presente e viver o momento com seus aliados. Enquanto que o Pearl Clan defende a importância de valorizar a vasta e espaçosa terra que é compartilha com outras pessoas.

Com vestes parecidas mas ideias diferentes, você vai compreender a importância deles em Hisui e como eles trazem uma homenagem aos Pokémon, trazendo o título nobles (nobres). Mas não para por ai, porque o trailer apresenta os líderes desses clãs e temos mais detalhes sobre ambos.

O líder do Diamond Clan é Adaman e seu parceiro é um Leafeon. Ele é meio esquentadinho e não gosta de perder tempo com as coisas, então age sem medir consequências. Enquanto que Irida, a líder do Pearl Clan, e seu Glaceon, sabe que o mundo está propondo um desafio e não confia em ninguém logo de cara, então se prepare para conquistar a confiança dela.

Além dos clãs de Hisui e o Galaxy Expedition Team, que é uma organização que estuda a região de Hisui, chegou a hora de conhecer a Ginkgo Guild. Uma guilda mercadora que vai auxiliar os jogadores vendendo produtos como frutas, ervas e outros itens.

Então o que você está esperando? Pokémon Legends: Arceus está em pré-venda e com o lançamento preparado no dia 28 de janeiro de 2022. E para você que tem Pokémon Brilliant Diamond ou Shinning Pearl poderão acessar uma pesquisa especial em Pokémon Legend: Arceus.

Dizem que ele é ativo durante as noites de lua nova e as pessoas tem pesadelos ao serem colocadas em sono profundo. Então você poderá ter o Mítico Darkrai no seu time além do Modern Team Galactic Set. A aventura em Hisui está esperando por você!

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tricot | Suco Interview

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tricot is releasing their new album, JODEKI, today! It’s their first release in more than a year. The album includes 12 songs and it is expected that it will bring sides of the band that we already know and also new ones. The name “Jodeki” means “good job”/”well done”.

tricot is a japanese alternative rock band that has debuted in 2010. Their sound harmonizes pop and emotional vocals with a complex rhythm. The group has already done lots of concerts overseas, including in Asia, Europe and United States. The four members, Ikkyu Nakajima, Motifour Kida, Hiromi Hirohiro and Yusuke Yoshida gave an interview for Suco. They talked about the new album and shared facts about the band and the members.

Which was the inspiration for the name of the new album, Jodeki?

Ikkyu: Well, I was on the train and popped in my head suddenly and I thought it sounded really cool.

About the album cover, how did the ideas for the two versions arise? (Album + DVD and Album + Blu-ray)

Ikkyu: The album title “Jodeki (means “well done” in English), we wanted convey the feeling of ‘pedigree’ on the jacket artwork, which we associated with a dog. So, “a Jodeki dog” (a good dog) ended up being on the CD cover.

tricot jodeki
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Which are the new aspects of the band that come up in this album?

Yoshida: I tried using synth bass more and played more guitar solos than usual. I thought that was fresh and inspiring.

Was there a song that was more complicated to create or to record?

Kida:  “INAI” has a tie-in with a TV drama, so it was difficult and fun at the same time to balance the requests from the drama creators as well as expressing it as a tricot song.

Was the order of the songs in the album planned or not?

Ikkyu: We decided the song order based on the vibe we felt after all the songs were done.

Why, between all songs in the album, Kayoko was chosen to be launched first just as its instrumental version?

Ikkyu: There are many fans who want to listen to tricot instrumentals. And I also wanted everyone to hear and experience the music before vocals are recorded. So we decided to digitally release the instrumental version before the complete versions of the songs.

Motoko Kida
Motifour Kida / Instagram / Twitter

The song “ティシューのように” highlights in the album because of its softness. Can you talk about the ideas behind this song?

Ikkyu: It’s the most laid-back song on the album, so the lyrics have a ‘we don’t care’ attitude which extends to the feeling of the song as well.

How do the group feel about the release of the new album?

Kida: Our vibe changes with each release, so I’m just happy that fans can listen to the newest tricot songs right now.

What is the sensation of starting a tour after COVID-19 world crisis?

Hiromi: The pandemic isn’t completely over, so I’m not 100% comfortable yet, but I’m happy to be able to go on an overseas tour for the first time in a while.

Have you already gone to all the places you’re going to visit through Walking X Walking tour? Or is it the first time in one of the countries or cities?

Yoshida: I’m excited to go to Spain for the first time!

Ikumi Nakajima
Ikkyu Nakajima/ Instagram / Twitter

Is there a difference between doing a concert for Japanese fans and foreign public?

Kida: Although there are language differences, I feel there is no difference in terms of performing for the audience in front of me.

Which are the biggest thing you guys learned after 11 years of career?

Hiromi: I think it is very important to enjoy everything, even if it is a difficult task. And don’t stop taking on new challenges.

Does the members see each other more as a coworkers or as friends?

Ikkyu: I’d say he’s a friend.

Yoshida: I think he is both co-worker and friend.

Which are the songs of the album that each member considers more challenging in their instrument?

Kida: Throughout the album, I was conscious to play guitar with a tone that was not like a guitar, and I think that is especially true on “KAYOKO” and “Jodeki

Hiromi: I played the synth bass for the first time in “WALKING.” It was a different experience from the usual electric bass, so it was a fresh perspective.

Yoshida:  I’m happy that I was able to make “Jodeki” into a song that is cool and intense.

Hiromi Sagane
Hiromi Hirohiro / Instagram / Twitter

Ikkyu Nakajima, how do you take care of your voice to work in tricot and Genie High?

Ikkyu: I take two cod liver oil drops a day and drink a tablespoon of flaxseed oil every day. Also, I eat Ryukakusan throat candy like nobody’s business.

Ikkyu Najajima, what do you do to sustain the melody over a complex instrumental rhythm?

Ikkyu: I’m not particularly good at music theory, and if I think too hard, I get lost, so I just try to feel it.

Motifour Kida, which is your biggest musical influence?

Kida: Number Girl, ACIDMAN, Shiina Ringo, Hiatus Kaiyote and The Internet

Motifour Kida, which was the most difficult song to record on studio?

Kida: On the recording, I am operating the guitar effects with my feet while I’m playing, exactly like a live performance. So, it was difficult because there were many pedal steps on “Iitsukusu talk shimasu mamonaku

Hiromi Hirohiro, which are your main musical influences?

Hiromi: Shiina Ringo and Number Girl

Yuusuke Yoshida
Yusuke Yoshida / Twitter

Hiromi Hirohiro, which of the songs of the group is more difficult to perform live?

Hiromi: There are many difficult songs, but the song “Hako” ends if you lose track of it.

Yusuke Yoshida, which is your biggest musical inspiration?

Yoshida: King Crimson

Have you already heard Brazilian rhythms?

Kida: I’m not too familiar with Brazilian music, but I incorporate samba rhythms into tricot songs.

During composition process, does instrumental accompaniment or the melody that will be singed come first? Or it depends?

Kida: Mostly, I start with the instrument melody, but sometimes I come up with a song melody at about the same time or start with a song melody.

What do you know about Brazil?

Ikkyu: I’m not very familiar with it, but I have an impression that their soccer team is strong, am I right? I also love Brazilian coffee.

During pandemic, did you started having new hobbies?

Hiromi: I started my own YouTube channel. I mainly post about games and was really into a game called APEX.

Do you like to watch tv series or to read mangas? If the answer is yes, tell us which you like the most currently.

Yoshida: I like both, but I watch TV more.

Leave a message for Brazilian fans. Can we expect a concert in our country?

Ikkyu: I wanna eat Brazilian food. Of course I want to hold live shows.

Kida:   I hope we can go to Brazil in near future. I’m looking forward to our first live show in Brazil!

Hiromi: I hope you continue to listen to a lot of tricot music! I hope to go to Brazil someday.

Yoshida: I’m looking forward to going to Brazil someday. At that time, let’s enjoy together.

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tricot | Suco Entrevista

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Imagem Divulgação

O grupo tricot está lançando hoje seu novo álbum “JODEKI”, o primeiro lançamento em mais de um ano. O álbum conta com 12 faixas e promete trazer aspectos já consagrados do grupo, assim como novidades. O nome “Jodeki” quer dizer “bom trabalho”/”muito bem”.

tricot é uma banda japonesa de rock alternativo que foi formada em 2010. Seu estilo une pop, vocais emocionantes e um ritmo complexo. O grupo já fez shows em diversos países, passando pelo continente asiático, europeu e norte americano. Os quatro integrantes, Ikkyu Nakajima, Motifour Kida, Hiromi Hirohiro e Yusuke Yoshida conversaram com o Suco e contaram sobre seu novo álbum, assim como compartilharam fatos sobre a banda e cada integrante.

De onde veio a inspiração para o nome do novo álbum, “Jodeki”?

Ikkyu: Bom, eu estava em um trem e surgiu na minha cabeça de repente. E eu achei que soava muito bem.

Sobre a capa do álbum, de onde veio a ideia para as duas versões (Álbum + DVD e Álbum + Blu-Ray)?

Ikkyu: O título do album, “Jodeki”, significa “muito bem”. Nós quisemos comunicar a ideia de “pedigree” no design da jaqueta, que nós associamos ao cachorro. Então o bom cachorro (Jodeki dog) acabou se tornando a capa do CD.

tricot jodeki
Capa Divulgação

Quais novos aspectos da banda vêm à tona através do álbum?

Yoshida: Eu tentei usar mais meu sintetizador de baixo e toquei mais solos de guitarra do que normalmente. Imaginei que daria frescor e seria inspirador.

Alguma das músicas trouxe um maior desafio no momento de criação ou gravação?

Kida: A música “INAI” (いない) está vinculada com um drama de TV, então foi difícil e, ao mesmo tempo, divertido balancear os pedidos dos criadores do drama e expressá-la como uma canção do tricot.

A ordem das músicas no álbum foi planejada ou não?

Ikkyu: Nós decidimos a ordem de acordo com a sensação que tivemos quando todas as músicas estavam prontas.

Por que, dentre as músicas do álbum, Kayoko foi escolhida para ser lançada antes, assim como sua versão instrumental?

Ikkyu: Há muitos fãs que querem ouvir as versões instrumentais. E eu também queria que todos pudessem ouvir e ter a experiência da música antes da voz ser gravada. Então decidimos divulgar o instrumental digitalmente antes da versão completa das músicas.

Motoko Kida
Motifour Kida / Instagram / Twitter

A música “ティシュー” se destaca no álbum por sua suavidade. Podem falar um pouco sobre as ideias por trás dessa canção?

Ikkyu: É a música mais descontraída do álbum. A letra traz uma atitude de “nós não ligamos” que também se estende à sensação que música passa.

Como o grupo se sente quanto ao lançamento do novo álbum?

Kida: Nossa vibe muda de acordo com cada lançamento. Então estou simplesmente feliz que os fãs possam ouvir as mais novas músicas do tricot agora.

Qual a sensação de poder fazer uma tour após a crise do COVID-19?

Hiromi: Como a pandemia ainda não acabou totalmente, não estou 100% confortável ainda, mas estou feliz de poder ir para fora do país pela primeira vez em algum tempo.

Vocês já fizeram shows em todos os locais que vão passar pela Walking X Walking ou algum deles será a primeira vez?

Yoshida: Estou animado para ir à Espanha pela primeira vez!

Ikumi Nakajima
Ikkyu Nakajima / Instagram / Twitter

Existe diferença entre se apresentar para o público do Japão e para espectadores no exterior?

Kida: Apesar de haver diferença entras as línguas, eu sinto que não há diferença quanto a performar para a audiência à minha frente.

Tendo completado 11 anos de carreira, quais os maiores aprendizados conquistados até agora?

Hiromi: Eu acredito que é importante aproveitar tudo, mesmo as tarefas difíceis. E não parar de aceitar novos desafios.

Os integrantes se veem mais como colegas de trabalho ou amigos?

Ikkyu: Eu diria como amigo.

Yoshida: Acho que tanto colega quanto amigo.

Qual música do novo álbum cada um dos integrantes considera mais desafiadora para seu instrumento?

Kida: Ao longo do álbum, eu estava, de forma consciente, tocando a guitarra com um timbre que não soa como o instrumento. Acho que isso realmente aconteceu em “KAYOKO(カヨコ) e “Jodeki(上出来).

Hiromi: Eu toquei o sintetizador de baixo pela primeira vez em “餌にもなれない”. Foi uma experiência realmente diferente do que tocar o baixo elétrico, foi uma nova perspectiva.

Yoshida: Eu estou feliz que eu fui capaz de fazer a música “Jodeki” legal e intensa.

Hiromi Sagane
Hiromi Hirohiro / Instagram / Twitter

Quais cuidados você tem com sua voz para manter as atividades no Genie High e no tricot, Ikkyu Nakajima?

Ikkyu: Eu tomo duas gotas de óleo de fígado de bacalhau por dia e bebo uma colher de sopa de óleo de linhaça todos os dias. Além disso, como pastilhas para a garganta como ninguém.

Como você faz para manter a linha melódica sobre a rítmica instrumental complexa?

Ikkyu: Eu não sou muito boa em teoria musical. Se eu penso muito, me perco. Então tento simplesmente sentir.

Motifour Kida, quais suas maiores influências musicais?

Kida: Number Girl, ACIDMAN, Shiina Ringo, Hiatus Kaiyote e The Internet

Motifour Kida, qual foi a música mais difícil de se gravar no estúdio?

Kida: Na gravação, eu opero os efeitos da guitarra com o pé enquanto toco, exatamente como seria ao vivo. Então foi difícil na “Iitsukusu talk shimasu mamonaku” porque tinham muitos pedais.

Hiromi Hirohiro, quais as suas maiores influências musicais?

Hiromi: Shiina Ringo e Number Girl

Hiromi Hirohiro, qual das músicas do grupo dá mais trabalho de performar ao vivo?

Hiromi: Tem muitas músicas difíceis, mas “Hako” acaba se você perder o tempo dela.

Yuusuke Yoshida
Yusuke Yoshida / Twitter

Yusuke Yoshida, quais são as suas maiores inspirações?

Yoshida: King Crimson

Você já ouviu ritmos brasileiros?

Kida: Eu não estou muito familiarizada com música brasileira, mas eu incorporei ritmos do samba em músicas do tricot.

Nos processos de composição, o que vem primeiro: instrumental ou melodia? Ou não há uma regra?

Kida: Geralmente, começamos com a melodia instrumental, mas às vezes eu penso na melodia da canção primeiro ou ao mesmo tempo.

O que vocês sabem sobre o Brasil?

Ikkyu: Não estou muito familiarizada, mas tenho a impressão de que o time de futebol é bom, estou certo? Eu também amo café brasileiro.

Ao longo do período de pandemia, vocês passaram a ter novos hobbies?

Hiromi: Eu comecei meu próprio canal no YouTube. Eu posto principalmente sobre jogos e eu estava realmente gostando de um chamado APEX.

Vocês gostam de acompanhar séries e mangás? Se sim, falem do que mais gostam no momento.

Yoshida: Eu gosto de ambos, mas assisto mais TV.

Deixem uma mensagem para seus fãs brasileiros. Nos conte se podemos esperar um show de vocês por aqui!

Ikkyu: Eu quero comer comida brasileira. E claro, quero fazer shows ao vivo.

Kida: Eu espero que possamos ir ao Brasil no futuro próximo. Estou empolgada para nosso primeiro show ao vivo no Brasil!

Hiromi: Eu espero que você continue ouvindo muita música do tricot! Eu espero ir para o Brasil algum dia.

Yoshida: Eu espero ir para o Brasil algum dia. Quando o momento chegar, vamos aproveitar juntos!

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Imagem Divulgação

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