No último dia 23 o Japão entrou em campo pela primeira vez na Copa do Mundo 2022 vestindo o uniforme com inspirações artísticas japonesas. Assim, com uma collab entre Adidas, os mangakás de Blue Lock e Giant Killing, o uniforme foi criado.
Patrocinadora da seleção nipônica, a Adidas mostrou pra quem quiser ver que o design das roupas teve referência a um elemento icônico do país. Ou seja, a combinação da arte do origami e com o esporte fez surgir o uniforme azul com linhas retas.
Sendo assim, a marca de roupas revelou que o “Kit Copa” da seleção colaborou com os mangakás Yusuke Nomura (Blue Lock) e Tsujitomo (Giant Killing). Inclusive, a iniciativa também é uma forma de motivar o interesse dos jovens pelo esporte, usando esse elemento tão característico do país.
Para divulgar essa parceria e mostrar um pouco como foi o processo de criação do uniforme, a Adidas publicou um vídeo que destaca a importância dos mangakás nesse processo.
Japão Kit Copa 2022
Bom, ao que parece esse fervor mostrado nos dois mangás acendeu a chama competitiva dos japoneses nesta Copa. Afinal, no seu jogo de estreia o Japão venceu a temida (principalmente para os brasileiros) seleção alemã de 2×1.
Este foi um momento histórico para a seleção, que há alguns anos não vencia de virada em Copas do Mundo. Então, para comemorar o momento, Yusuke Nomura publicou uma ilustração especial em seu Twitter.
Enfim, o Japão começou mostrando que, assim como Yoichi Isagi, protagonista de Blue Lock, eles vieram para vencer. Por isso, já coloca um despertador pras 7h de domingo (27), porque vai ter Japão e Costa Rica no Estádio Ahmed bin Ali. E aí, tá empolgado pra ver os Samurais Azuis em ação? Porque nós do Suco estamos!
Nota de atualização. A postagem foi atualizada e corrigida no dia 29 de novembro de 2022.
A Netflix revelou o trailer para a primeira parte de Nanatsu no Taizai: Ensa no Edinburgh (The Seven Deadly Sins: Grudge of Edinburgh), o novo filme da franquia que será dividido em duas partes. O vídeo revela a estreia mundial do filme para o dia 20 de dezembro e também mostra a música tema de SawanoHiroyuki[nZk]:XAI, “Lemonade”.
Yuuki Kaji está reprisando seu papel da série principal como Meliodas. Mikako Komatsu está dublando o filho de Meliodas, Tristan quando menino, enquanto Ayumu Murase está dublando Tristan quando adolescente.
A direção do longa está por conta de Bob Shirahata, além de Noriyuki Abe como diretor supervisor, Rintarou Ikeda como roteirista do projeto, e Alfred Imageworks e Marvy Jack estão animando. Kohta Yamamoto e Hiroyuki Sawano estão compondo a música.
Nanatsu no Taizai: Ensa no Edinburgh – Trailer
Sinopse:14 anos desde que o Reino de Liones derrotou o Clã Demoníaco e trouxe paz à terra, o Príncipe Tristan é atormentado por sua incapacidade de controlar dois grandes poderes: o poder do Clã Demoníaco de seu pai, Meliodas, que serviu como capitão dos Sete Pecados Capitais. como o Pecado da Ira do Dragão e o poder do Clã da Deusa de sua mãe, Elizabeth. Quando a vida de Elizabeth é ameaçada, Tristan foge do reino e segue em direção a Edimburgo, onde Deathpierce – que já foi membro de um grupo de Cavaleiros Sagrados do reino, as Plêiades do Céu Azul – mantém seu castelo. Mas quais são as intenções de Deathpierce?
A roda do destino começa a se mover e varre até mesmo os Sete Pecados Capitais…
Na foto, equipes de batalhas de robôs durante Rio Innovation Week realizada no Pier Maua, centro do Rio de Janeiro, RJ.
Dos dias 8 a 11 de novembro de 2022, o Píer Mauá abrigou a Rio Innovation Week 2022, uma interessantíssima feira de tecnologia e empreendedorismo. Assim, extensos armazéns chegavam mesmo a atravessar a rua, em meio à passagem dos VLT’s, paisagem típica do Centro do Rio de Janeiro.
Apesar de “empreendedorismo” não ser a mais pop das palavras que temos por aí, é inegável que o assunto foi discutido e conversado à exaustão em várias frentes. Por exemplo, desde modelos mais tradicionais de negócios, como o ramo de restaurantes, às criptomoedas. Assim, mesmo para quem talvez torça o nariz para o assunto, a Rio Innovation Week foi uma feira de exposição tecnológica das mais interessantes como poucas vezes tivemos na cidade.
Entrando na tecnologia
Primeiramente, a entrada do evento possuía a típica estética de apresentação de feira tecnológica. Ou seja, de aparência futurista, clima etéreo e, para diferenciar, um elaborado jogo de espelhos. Inclusive, eles estavam empilhados em blocos, com luzes azuis bem chamativas e com robôs atendentes cumprimentando e interagindo com quem passasse. A entrada focava também em apresentações turísticas do Rio de Janeiro.
Então, após uma passagem por um fundo colorido tridimensional — ótimo ponto para tirar fotos e bugar um tanto a cabeça com a ilusão de ótica — a saída da entrada principal do Píer Mauá desembocava para um imenso corredor ao largo da costa da Baía de Guanabara. Talvez não o mais limpo dos pontos turísticos do Rio, mas, ainda assim, um belíssimo ponto para amantes de embarcações verem de perto vários navios, paisagem tipicamente natural do local. Enquanto o mar estendia-se ao horizonte, o espaço interligava o evento de uma ponta a outra.
Fotos durante Rio Innovation Week realizada no Pier Maua, centro do Rio de Janeiro, RJ.
As atrações da Rio Innovation Week
Logo no início havia um espaço dedicado a jogos e audiovisual no geral, a diferentes níveis: desde espaços free-to-play, torneios promovidos pelos estandes locais e ofertas de curso de design e modelagem 3D, até mostras educacionais que usavam, por exemplo, cenários feitos em Minecraft para ilustrar espécies ameaçadas de extinção.
Após passar pelo espaço mais lúdico do evento, os armazéns mais adiantes destinavam-se a áreas de intensa atividade. Por exemplo, a área da saúde e do agronegócio, este último comemorando o último dia a todo vapor com direito a grupo de pagode tocando para o público. Sim, o evento teve de tudo pelo visto. Além disso, neste armazém os produtores faziam exposição e venda de suas respectivas especialidades: mel, café, doces e até salsichas à moda alemã.
De qualquer forma, um pouco mais à frente o front tecnológico propriamente dito ocupava-se de exposições de carros, motos e iniciativas em colaboração com instituições já bem conhecidas como a Fundação de Apoio à Escola Técnica (FAETEC) e o Ibmec.
Por último, abandonado do olhar mais popular, mas concentrado pelos profissionais que vieram ao evento para aprender tudo aquilo que ele tinha a oferecer (e isso não faltou), o último armazém era o espaço dedicado à SEBRAE, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Nele tivemos uma série de painéis e palestras sobre os mais variados temas, como a participação e o envolvimento da universidade em colaboração com o empresariado (tema espinhento, mas relevante) e mesmo sobre o futuro da energia nuclear, tópico de altíssima relevância para quem quiser pensar num futuro sustentável de geração de energia limpa. Ele evoca medos, e por isso mesmo deve ser tratado com rigor.
Ao fim do retão, uma saída controlada guiava os pedestres para o espaço da Plenária R.I.W, onde vários empreendimentos se aglomeraram para trocar ideias e interesses em comum. Era um espaço dedicado a painéis, no geral, mas ali foi O local das maiores atrações que marcaram o evento, como as visitas do vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson e do diretor de cinema, Spike Lee, cujas coberturas vocês já podem encontrar com mais detalhes aqui no site.
Na foto, final da batalha de robôs, primeiro lugar ficou com a equipe da UFRJ, segundo lugar com a UERJ e terceiro lugar com a equipe da REDBONE, premiação seguiu com o reitor da IFRJ, Rafael Almada, durante Rio Innovation Week realizada no Pier Maua, centro do Rio de Janeiro, RJ.
A sensação da feira
No entanto, entre os acessos que também davam rumo à sala de imprensa para que os demais veículos pudessem trabalhar os seus materiais, um dos espaços mais sensacionais possíveis paravam as pessoas no meio do caminho. Tratava-se do espaço de robótica, onde equipes de diferentes universidades não só faziam exposições como travavam batalhas de robôs em diferentes categorias. Equipes da UERJ, UFRJ, FGV e CEFET dividiram o espaço e entre uma apresentação e outra explicavam os meandros das categorias e funcionamentos da batalha de robôs para os visitantes.
Matheus, da equipe da UFRJ, descreveu em detalhes sobre o tamanho de força envolvida em robôs de leveza meramente aparente. Tudo isso por causa do uso de imãs nas arenas de metal, o que multiplicava o nível de força aplicada de modo que o peso alcançado ultrapassava facilmente a casa dos trezentos quilos. E para respeitar o orçamento dos projetos, muita matemática e cálculo em resistência de materiais era aplicado numa série de simulações, até um resultado cabível permitir a construção e os testes dos robôs prestes a entrar em combate.
Chegada a última apresentação de lutas de robôs e a premiação das equipes campeãs, às 19h30, o professor Rafael Almada, reitor do IFRJ, trouxe as palavras de parabenização para os alunos participantes do evento e entregou as medalhas de ouro, prata e bronze, respectivamente, para as equipes da UFRJ, UERJ e CEFET.
Vocês podem ver bem mais sobre essa beleza de evento na nossa galeria clicada pelo nosso querido Belga! Ficamos aí na torcida para que as previsões do futuro sejam gentis com as expectativas da Rio Innovation Week e que em 2023 de fato tenhamos mais feiras tecnológicas pela frente!
Está na hora de você dar aquela turbinada no seu conforto e com muita qualidade com os periféricos da HyperX que vão estar com até 62% de desconto na Black Friday e CyberMonday. Então venha junto com o Suco para desbravar as promoções e lojas parceiras do HyperX.
HyperX Alloy Core RGB – Teclado com padrão ABNT2, que inclui teclas como “ç” e “alt gr”, tem seis efeitos de luz RGB dinâmicos e três níveis de brilho ajustáveis. Para proporcionar máximo desempenho e durabilidade, o periférico possui retoiluminação RGB, estrutura sólida e reforçada, uma exclusiva barra luminosa e resistência ao derramamento de até 120 ml de líquidos. Além disso, suas teclas silenciosas, com feedback suave e alta velocidade de resposta aos comandos proporcionam ótima sensação tátil e uma verdadeira vantagem competitiva nas partidas. O periférico também conta com funções anti-ghosting e N-key rollover, que reconhecem o uso simultâneo de múltiplas teclas e impedem a ativação de cliques indesejados. Na Black Friday e Cyber Monday, o HyperX Alloy CoreRGB, que custa R$ 469,90, será vendido na Amazon por R$ 179,90, um desconto de 62%.
HyperX Alloy Core RGB
HyperX Stinger Core PS4 – Headset que oferece alta qualidade de som e extremo conforto, é ideal para maior imersão em games de PlayStation4 e para tarefas diárias no PC, como chamadas de vídeo e sessões de filmes e séries. Conta com drivers de 40mm para graves aprimorados, além de controle de mídia embutido no cabo, microfone com cancelamento de ruído e concha auricular que gira em 90º, perfeita para descanso no pescoço nos intervalos das partidas. Durante a Black Friday e CyberMonday, o HyperX Stinger CorePS4, que tem o preço sugerido de R$ 249,90, poderá ser encontrado na Amazon por R$ 129,90, um desconto de 48%.
HyperX Stinger Core PS4
HyperX Pulsefire Raid – Mouse com 11 botões programáveis para máxima personalização dos comandos, é perfeito para jogadores de games dos gêneros MOBA (Multiplayer Online Battle Arena) e MMO (Massive Multiplayer Online), por exemplo. O periférico permite a customização da sensibilidade em até 16.000 DPI e conta com switches Omrom, que suportam até 20 milhões de cliques por tecla. Além disso, o mouse se destaca pela precisão, fluidez e respostas rápidas, com perfeita adesão a diversos tipos de superfícies. O HyperX Pulsefire Raid tem preço sugerido de R$ 299,90, mas no período promocional poderá ser encontrado por R$ 169,90 no site da Fujioka, um desconto de 43%.
HyperX Pulsefire Raid
HyperX SoloCast – Microfone perfeito para quem trabalha com internet, podcasts, música, narração, dublagem e outros conteúdos de áudio & vídeo, tem entrada USB, tecnologia Plug N’ Play, recurso tap-to-mute e LED vermelho para indicação de status. Utiliza um padrão de gravação cardioide que captura a voz de forma nítida, e se destaca pelo design compacto, com pedestal ajustável a diferentes posições e necessidades. Na Black Friday e Cyber Monday, o HyperX SoloCast, que custa R$ 449,90, poderá ser adquirido nos sites das lojas do grupo Via Varejo por R$ 299,90, um desconto de 33%.
HyperX SoloCast
Entre outras ofertas de destaque, os consumidores da Black Friday e Cyber Monday da HyperX poderão encontrar o microfone HyperXCloudStingerCore7.1, nas lojas do grupo B2W com 44% de desconto, por R$ 229,90, o HyperXCloudXStingerCoreXbox, na Magalu, com 47% de desconto, por R$159,90, e o HyperX CloudChatPS4, na Havan, com 53% de desconto, por R$300.
Então está preparado para a chuva de descontos e deixar seu lazer mais confortável e pronto para qualquer momento? Aproveite os descontos da HyperX e corra para não perder, a promoção dura enquanto tiver estoque!
Para mais informações sobre a HyperX e seus produtos, acesse o site.
Em uma passagem inédita pelo Brasil, JAY B irá desembarcar para um show único na casa de espetáculos VIBRA São Paulo, em 26 de novembro de 2022, com a turnê 2022 WORLD TOUR JAY B TAPE: PRESS PAUSE. Os fãs de K-POP e K-HIP-HOP, eufóricos pela visita do artista ao país, fizeram o anúncio do evento entrar para os tópicos mais comentados do Twitter no Brasil.
Os valores variam entre R$215 e R$1050 e estão sendo disponibilizados através do site Uhuu. Até o dia do show, os ingressos de inteira participam da promoção “Opus Friday” e estão com 50% de desconto, para os setores de Pista Premium e Pista Comum.
Lim Jaebeom, conhecido artisticamente como JAY B — também mencionado como Def em sua carreira solo —, é um dos cantores e compositores mais distintos da Coreia do Sul. Tendo estreado no K-POP como integrante do grupo GOT7, também criou renome na cena R&B com sua estética e lançamentos únicos. Agora o cantor embarca em sua turnê mundial para conhecer os fãs globais antes de seu alistamento militar obrigatório na Coreia do Sul.
Com a organização da NoiX Entertainment, o fenômeno chega ao Brasil neste sábado, 26 de novembro, e o show inédito trará aos fãs brasileiros um ambiente intimista e apresentações energéticas dos maiores sucessos do artista, com uma superprodução.
Foi revelado na edição mais recente da revista japonesa V-Jump, que o mangá de Dragon Ball Supervoltará a ser publicado, com um arco inédito, em Dezembro deste ano. É válido lembrar que a obra está em hiato desde agosto de 2022, após o lançamento do capítulo 87.
Dragon Ball, mangá criado em 1984 por Akira Toriyama, conta a história de Son Goku, um garoto extremamente forte e com um rabo de macaco que é criado em um lugar bastante afastado da civilização, porém, um dia, uma garota de cabelos azuis aparece procurando uma das 7 Esferas do Dragão que, quando reunidas, realizam um desejo da pessoa. Após 193 capítulos, a obra recebe uma continuação intitulada Dragon Ball Z, em 1989, com bastante foco em lutas contra inimigos que ameaçam o planeta e até mesmo o Universo, sendo publicado até 1995, juntando 519 capítulos ao todo.
Dragon Ball Super é a continuação direta do clássico, se passando após os acontecimentos da Saga Boo, do Dragon Ball Z. O mangá está em publicação desde 2015, adaptando o anime, que, até então, estava readaptando os dois filmes que foram lançados: Dragon Ball Z – A Batalha dos Deuses e Dragon Ball Z – O Renascimento de F, se divergindo bastante de como a obra animada é.
O novo arco se passará após um timeskip na obra, focando em Trunks e Goten, filhos, respectivamente, de Vegeta e de Goku, já mais crescidos, contando uma história prequela de ambos em relação ao filme Dragon Ball Super: Super Heroes, segundo e mais recente filme da franquia. O filme foi lançado no Japão no dia 11 de junho de 2022, após sofrer atrasos por conta de um ataque hacker à Toei Animation.
O anime pode ser encontrado legendado na Crunchyroll e sendo exibido, dublado, pela Cartoon Network, Warner Channel e TV Bandeirantes, e o mangá é distribuído pela editora Panini aqui no Brasil.
SonicFrontiers foi lançado no dia 8 de novembro, sendo o mais novo título da franquia desenvolvido pela SonicTeam e publicado pela SEGA. Nessa nova aventura de Sonic, nosso herói e seus amigos são separados durante a busca das Esmeraldas do Caos, e assim isolado e solitário num lugar desconhecido, Sonic se deparara com uma tecnologia antiga. Então, entre o universo real e o cibernético, ele busca uma forma de salvar Amy, Tails e Knuckles. Porém, uma figura misteriosa e uma hordas de robôs tentam impedir Sonic. Seria mais um plano do Dr. Eggman?!
Sentindo o vento no rosto
Um mundo aberto em Sonic era o sonho de qualquer fã da franquia, principalmente no momento das tecnologias possíveis para desenvolver o jogo. O SonicAdventure (1998), do saudoso Sega Dreamcast, deu esse gostinho na época. Apesar de limitado, tinha um mundo onde Sonic e seus amigos exploravam com movimentação livre regiões como StationSquare, desvendando quebra-cabeças, acessando fases e melhorias para eles enquanto desenrolava o enredo.
Sendo assim, SonicFrontiers renova as expectativas de um novo caminho para a franquia. Afinal, com gráficos atuais ele traz ambientação com sombras e luz e os elementos fantasiosos do mundo de Sonic como molas, rampas, loopings e corrimões embutidos nos diversos ambientes (até me lembrou o modo de criação de parques do Tony Hawk’s Pro Skater). Ao mesmo tempo que você explora essas áreas, se sente numa grande fase com elementos marcantes, lembrando a radicalidade com que Sonic foi desenvolvendo. Além disso, claro, muitas referências.
Com a separação do Sonic de seus amigos, Amy e Tails, no início da história, você entra no universo cibernético chamado ciberespaço. Inclusive, aqui você terá acesso às fases e à nostalgia de lugares clássicos da franquia em 2D e 3D, como uma nuvem de banco de dados. Assim, como tal de uma fase de Sonic, você tem o tempo, contador de argolas normais e vermelhas, cada uma com seus 4 objetivos. Porém, por algum motivo você consegue voltar à realidade e descobrir uma antiga tecnologia que envolve este lugar e que, de alguma forma, tem relação com as Esmeraldas doCaos.
Então, as mecânicas do mundo aberto e de exploração começam. Nos pontos de reconhecimento você terá que resolver um quebra-cabeça ou chegar a um lugar designado. Com isso, além de revelar mais áreas do mapa, auxilia a encontrar com facilidade os inimigos poderosos, locais de importância com NPC’s e os pedestais com as fases no mundo cibernético.
Sendo assim, para prosseguir na história você deve encontrar engrenagens antigas que estão escondidas no mapa, principalmente nos grandes inimigos que protegem uma determinada região. Essas engrenagens são necessárias para abrir uma fase em um pedestal, e assim conseguir uma chave completando um dos 4 objetivos disponíveis. Essa chave leva a uma Esmeralda do Caos, e assim o jogo segue até você encontrar todas elas.
Divulgação: Steam
Sonic Frontiers Exploração
Então, é ai que o mundo aberto atua bem, pois você não precisa seguir a Fase 1-1 e depois a 1-2: se você estiver na área e com engrenagens suficiente, pode jogar a 1-6. Nesse ponto, a exploração e os caminhos apresentam fases, fazendo você ganhar um bom deslocamento pelo mapa e acesso a itens de memória de algum personagem.
Inclusive, esses itens são fundamentais para seguir o roteiro do modo história, que permite que você avance no jogo. Enfim, entre os colecionáveis existem os pontos de habilidade que permitem que o Sonic desenvolva técnicas de luta. Ainda, os Kocos que são as criaturas dessa ilha e que ajudam nos upgrades físicos no Sonic, como número de anéis e velocidade, além de poder de ataque e resistência com os frutos da ilha. Por fim e não menos importante, as moedas roxas fazem parte de um conteúdo adicional dentro do jogo, sendo obtidas em um evento noturno.
Sim, eu deixei para falar que SonicFrontiers apresenta um sistema de tempo, o que deixa a ambientação ainda mais deslumbrante. A Chuva de Meteoros é um evento casual em que caem fragmentos estrelares que servem como moedas para um caça-níquel (não podia faltar né?) que recompensa o jogador com as moedas roxas de Pescaria.
Para quem conhece BigTheCat, ele faz uma participação especial num minijogo de pesca no qual você pode trocar o que você fisgou por itens dentro do jogo. Por exemplo, engrenagens, chaves, memórias, Kocos e um conteúdo exclusivo do Dr. Eggman. Então você pode aproveitar isso para conseguir algum coletável que falta à sua progressão.
Imagem Divulgação
“Ready……. GO!”
Honestamente, eu esperava muita coisa nesse SonicFrontiers baseado no que o SonicAdventure propôs em sua época. Posso estar sendo muito saudosista, mas aquilo marcou muito a franquia. As habilidades de SonicFrontiers são meramente para os combates, não existem acessórios espalhados pelo universo que garantem uma nova habilidade física, pois o Sonic traz um arsenal já fixo.
Além disso, a movimentação do Sonic no mundo é maravilhosa e altamente reativa, mas fique atento, pois leva um tempo até acostumar quando você entra num circuito de obstáculos. Afinal, a câmera pode mudar com uma imersão do 3D para sequências 2D, travando a liberdade do Sonic. Juntamente com isso, o jogo quer que você complete o obstáculo e trava câmera de um ponto a outro, até entender que você está numa zona de livre de movimentação.
De qualquer forma, a mecânica de escalada é pontual e uma novidade, mas pode ser frustrante em alguns momentos. Por exemplo, algumas vezes a verticalização do jogo é imensa e entre correr na escalada e escalar em si, o comportamento do controle é totalmente diferente e desconfortável. Eu senti muito que algumas ações pré-definidas podem trazer alguns erros de movimentação e locomoção, como entrar no corrimão e pular e dar dash. O corrimão tem um comportamento que ao realizar essa sequência, tira o Sonic desse momentum, fazendo com que ele conheça o clássico “Fora dos Limites”, e volte desde o inicio do obstáculo.
Esse comportamento reflete nas fases do ciberespaço, porém lá ainda carrega um Sonic meio travado que vem desde os últimos jogos. Esse comportamento de velocidade contra fluidez faz o Sonic ficar fixado em ir pra frente, muito diferente da resposta rápida que se tem no mundo aberto ou no seu primórdio moderno.
Entretanto, méritos ao sistema de combate que propõe que você explore uma fraqueza do inimigo, compreenda como ele age e assim executar um contra-ataque com velocidade. Me diverti muito com as habilidades dele, porém gostaria de ver um sistema no qual você poderia deixar habilidades ativas e desativadas.
Divulgação: Steam
Um passo de cada vez
Eu vejo SonicFrontiers como um grande teste da SonicTeam, primeiramente na questão de evolução tecnológica para as plataformas atuais. Mas quanto a história de SonicFrontiers? Eu achei ela coerente, mas um feijão com arroz que levanta a discussão “o feijão é por cima, por baixo ou separado do arroz?”
O roteiro traz apenas o Sonic em busca de libertar seus amigos presos no ciberespaço e a Sage, a menina cibernética, tentando impedi-lo. Além disso, tirando alguns momentos de real importância da história da ilha, algumas conversas com Amy, Tails, Knuckles e Sage são mera formalidade para encaixar uma piada ou relembrar um momento da franquia. Ainda assim, elas passam mensagens para nós, do tipo “por mais que esteja difícil o memento, temos que aproveitar o máximo, e esperar que o amanhã seja melhor e buscar novas experiências, ver o valor da vida, para não cair no esquecimento como as ruínas das Ilhas Starfall”.
Ao mesmo tempo, por mais que o protagonismo seja do Sonic, Dr. Eggman rouba todo os méritos na narrativa e digo mais, quase sem mexer um dedo! Sage é o novo sistema de Eggman com uma IA (Inteligência Absurda!#piada) fora do padrão que busca tirar seu criador do ciberespaço e por isso, tenta impedir o Sonic a qualquer custo. Porém, com a missão e o fervor do OuriçoAzul, Sage vai moldando seus sentimentos e aos poucos vai se transformando.
E para fomentar a franquia e curiosidade temos a origem da criatura Chaos, com seus primordiais: os Kocos. Essas criaturas viveram no universo há muito tempo, mas uma força misteriosa criou um êxodo onde os Kocos, com o auxilio das Esmeraldas do Caos, são atraídos para Angel Island em sintonia com a Esmeralda Mestre. Essa parte em si foi um capitulo inteiro, com um mapa simples. No entanto, do meu ponto de vista, poderia estar incluso no final, pois são as seis torres verticalizadas como uma gauntlet das mecânicas do game. Por que tanta cisma com verticalização?
Então, para toda história existe uma trilha, e por mais belo que seja os arranjos, para um jogo que sempre propôs intensidade e velocidade, faltou na partitura esse a frenesi. Afinal, ela só aparece nas musica autorais contra os chefes de cada área. Faltou um dinamismo para que quando o Sonic estivesse em ações radicais a trilha ganhasse intensidade, um detalhe mais rock que foi marcando a geração moderna. No ciberespaço isso melhora, mas a sensação é que a proposta não traz a essência de anos e anos de fabulosas trilhas, e acho que num todo foi um pé pra trás da SonicTeam.
Houve uma repaginada nas vozes, até porque nenhuma é eterna, mas acho que faltou um pouco mais de emoção na língua inglesa. A voz do Sonic pareceu focar em deixar mais adulto, mas não combina com o estilo e com as linhas, que geralmente envolve uma ironia ou piada.
Divulgação: Steam
Considerações Finais
Sonic Frontiers foi um desafio para a Sonic Team, uma proposta nova para dar uma novo caminho para a série, pois após o Generations não houve grandes inovações. Assim, o poder de controlar Sonic para qualquer lugar é a chave principal do sucesso de SonicFrontiers. Claro que gostaria de ter a oportunidade de controlar outros personagens, ver ações e interações no mundo aberto, mas por enquanto este é o pilar para futuras ideias.
Sonic Frontiers equilibra diversão e desafio, permitindo jogar no seu ritmo, sendo de ação em fases ou exploração e colecionismo nos mundos. Com uma história que traz nostalgia aos fãs da franquia, ele peca um pouco nos momentos finais entre seus mini games e o chefe final.
Fico triste que um jogo construído tão belamente com efeitos de luz e sombra, paisagens e texturas bem feitas, não tenha um modo de fotografia. Gostaria muito de tentar pegar a ambientação de vários focos e não um muito fixado. Mas quem sabe a SonicTeam não veja essa matéria do Suco e em Sonic Frontiers2 temos outros personagens jogáveis, upgrades personalizados e fotos.
Divulgação: Steam
E ai, você jogou SonicFrontiers? Qual a sua opinião? Não jogou ainda? Então procure jogar sim! Adquira ele para sua plataforma e aproveite a localização para Português do Brasil para não perder nenhum detalhe de mecânica e história!
É eita atrás de vixe! Mais uma confirmação de peso para a CCXP 22, ela, Marvel Studios! Ninguém menos do que Kevin Feige aterrissa em terras brasileiras para o painel do estúdio que acontecerá na quinta-feira (1 de dezembro).
Não só ele, como o elenco de Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania também estão chegando para bater um papo sobre o filme que abre a Fase 5 da Marvel e deve ser o grande destaque do painel. Entre os atores confirmados teremos Paul Rudd (Scott Lang/Homem-Formiga), Evangeline Lily (Hope/Vespa) e Jonathan Majors (Kang, o Conquistador). Além deles, o diretor Peyton Reed também marcará a presença.
Além de tudo isso, também foi anunciado também que Guardiões da Galáxia Vol. 3 será uma das atrações do painel mas o elenco do filme não foi confirmado para o evento, por enquanto (quem sabe, né?). Quem mais acha que o trailer vem aí?
As novidades foram divulgadas via Twitterpela conta oficial da CCXP.
A Marvel Studios estará na #CCXP22 e com um time de peso! Vamos ter novidades de “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” e a presença de Paul Rudd, Evangeline Lilly e Jonathan Majors, além de um painel de Guardiões da Galáxia Vol. 3 para agitar o Pavilhão no dia 1/12. pic.twitter.com/2wBVSVpBut