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Do anime ao K-Pop: as vibes asiáticas do The Weeknd

the weeknd snowchild
Imagem Divulgação

Se você acha que o The Weeknd só vive no dark pop, talvez esteja perdendo metade da história. Ao longo dos anos, o cantor já flertou, e muito, com referências da cultura asiática, indo do anime ao city pop japonês, passando até pelo K-pop (ou quase isso). A gente reuniu alguns momentos que provam que o Abel tá mais conectado com esse universo do que parece.

Estética anime em “Snowchild”

Quando os artistas precisaram reinventar a forma de lançar clipes durante a pandemia, The Weeknd apostou na animação como o diferencial.

O clipe de “Snowchild” foi dirigido por Arthell Isom, que já trabalhou em produções como Gintama: The Movie, Uma Carta para Momo e séries recentes de Lupin the Third. Ele também fez história ao fundar o estúdio D’ART Shtajio no Japão.

O resultado? Um clipe totalmente animado, com estética de anime e produção feita por artistas japoneses, mostrando o cantor caminhando por um futuro meio distópico, cheio de referências à própria carreira. Um verdadeiro crossover entre pop ocidental e animação japonesa.

O mergulho no city pop 

Se tem uma prova forte de que Abel é obcecado por referências asiáticas, ela atende pelo nome de “Out of Time“. A faixa, do álbum Dawn FM, sampleia o singleMidnight Pretenders, da cantora japonesa Tomoko Aran, um clássico do city pop, gênero que surgiu no Japão e dominou o país entre os anos 70 e 80. Veja só se você reconhece esse ritmo:

E não para por aí, pois o clipe ainda traz participação de Jung Ho-yeon (sim, a estrela de Round 6) e referências visuais ao filme Encontros e Desencontros, dirigido por Sofia Coppola, que usa muitas referências da cultura asiática e estilo de vida de seu povo, como o costume de ir a karaokês como forma de se divertir entre amigos e casais.

E se você já se pegou ouvindo a música Plastic Love, da cantora Mariya Takeuchi, no Youtube, saiba que não está sozinho. O ressurgimento do city pop, que não fazia tanto sucesso desde os anos 80, foi impulsionado por algoritmos e a internet ajudou a colocar esse som novamente nas paradas por volta de 2019, e artistas como o The Weeknd souberam aproveitar muito bem essa estética em seus videoclipes.

‘K-Pop”… mas calma lá!

Sim, o The Weeknd faz parte de uma música chamada “K-Pop. E não, não é exatamente o que você está pensando! A faixa, em parceria com Travis Scott e Bad Bunny, faz parte do álbum Utopia, do Travis, e mistura afrobeats com um toque de, ao contrário do que todos imaginam de primeira, funk brasileiro.

O plot twist? O “K-Pop” do título não tem nada a ver com música sul-coreana. Na verdade, é uma gíria para “ketamine lollipop”, usada na letra como um duplo sentido provocativo, fazendo referência aberta ao uso de drogas recreativas. Ou seja, aqui Scott reuniu um time de peso da música pop atual para brincar com a globalização do gênero musical e com as expectativas do público, no que podemos chamar de um bait cultural.

Do falso K-Pop à parceria real com Jennie

Mas nem só de trocadilhos vive o homem. The Weeknd também já se aproximou de verdade do universo do K-pop.

Na série “The Idol, criada e roteiriziada por ele próprio e lançada em 2023, ele contracenou com Jennie, integrante do girlgroup fenômeno global BLACKPINK, que interpretou a personagem Dyanne. Os dois, junto com a atriz Lily-Rose Depp, que interpretou a protagonista Jocelyn, lançaram a música “One of the Girls, que mergulha em uma vibe bem mais sombria. A faixa explora relações intensas e desequilibradas, com temas pesados e uma estética que combina perfeitamente com o universo mais provocador da série.

Um popstar global de verdade

No fim das contas, The Weeknd prova que ser um artista global vai muito além de fazer sucesso no mundo todo. Ele literalmente bebe de diferentes culturas, seja no som, na estética ou nas colaborações. Anime, city pop, K-Pop ou referências cinematográficas … Ele pode até não ser um “otaku” assumido, mas que ele flerta com esse universo com frequência, isso é impossível negar.

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Jayler abre o Monsters of Rock 2026 com show visceral e deixa boa impressão no público brasileiro

jayler monsters of rock 2026
Foto: Josué Sepe

Eu não sabia muito bem o que esperar. Quando o nome Jayler apareceu como abertura do Monsters of Rock 2026, a curiosidade veio misturada com ceticismo. Mas o que começou como uma dúvida terminou em satisfação e foi uma ótima forma de começar esta edição do festival.

A banda britânica subiu ao palco às 11h30, com o estádio ainda longe da lotação e o sol já fazendo seu papel ingrato. Mesmo assim, os meninos entregaram um show visceral, cheio de gritos (incomodava alguns kkk), peso e rock n’ roll de verdade. Para uma estreia internacional, a primeira vez dos meninos por aqui e fora da Europa, foi mais que digno.

James Bartholomew: o grande destaque do show

Se há um nome que ficou na cabeça de quem estava lá, é o do vocalista James Bartholomew. Com domínio técnico vocal fora do comum para alguém tão jovem, ele também demonstrou uma presença de palco energética, interagindo com a plateia de forma  divertida, mesmo que tenha escorregado em um “Boa noite!” no início do show, com o sol alto no céu.

O uso da gaita por Bartholomew foi um dos pontos altos da apresentação. Nas músicas “Down Below” e “Riverboat Queen”, o instrumento adicionou uma camada orgânica ao som da banda, diferenciando o Jayler do rótulo de simples cover dos anos 70 ao vivo.

A sombra do Led Zeppelin — e por que isso é mais complexo do que parece

Sim, as comparações com o Led Zeppelin existem e são inevitáveis. O visual, os cabelos longos, os trejeitos — tudo pesado para a vibe dos anos 70. Mas convenhamos: quantas bandas no mundo não soam como Black Sabbath e ninguém questiona? O Jayler bebe nessa fonte sem negar, e há algo autêntico nisso. É uma homenagem à estética setentista, não uma cópia preguiçosa.

O que o show deixou claro é que a banda faz muito mais sentido ao vivo do que nas gravações de estúdio. A “cozinha” pesada, formada por baixo e bateria, e os solos de guitarra carregados de feeling ganham outra dimensão no palco. É ali que o Jayler encontra sua identidade.

Um bom respiro antes dos monstros entrarem em cena

Fundado em 2022 e com integrantes na faixa dos 20 anos, o Jayler é a banda mais jovem do Monsters of Rock 2026. O Brasil, curiosamente, é o país que mais interage com o grupo nas redes sociais — o que ajuda a explicar a boa recepção mesmo em um horário de abertura.

O Jayler cumpriu com excelência o papel de banda de abertura: aqueceu o público, entregou qualidade técnica e deixou quem chegou cedo com uma boa impressão. Foi um respiro refrescante antes que os gigantes do festival tomassem conta do palco.

SETLIST JAYLER – MONSTERS OF ROCK 2026

  1. Down Below
  2. The Getaway
  3. No Woman
  4. Riverboat Queen
  5. Lovemaker
  6. I Believe to My Soul (original de Ray Charles)
  7. Need Your Love
  8. Over the Mountain
  9. The Rinsk

GALERIA JAYLER – MONSTERS OF ROCK 2026

Fotos por: Josué Sepe

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Anna Tsuchiya faz show inédito no Brasil amanhã; ingressos disponíveis

ANNA TSUCHIYA nana show 2026
Imagem Divulgação

Anna Tsuchiya chega ao Brasil nesta terça-feira, 14 de abril, para uma apresentação única no Cine Joia, no bairro da Liberdade, em São Paulo. O show faz parte da Anna Tsuchiya World Tour 2026 “BLVCK PHOENIX”, primeira turnê da artista na América Latina, que já passou pelo México, Chile e Argentina. Os ingressos estão disponíveis a partir de R$ 200 no site Sympla.

Quem é Anna Tsuchiya

Anna Tsuchiya é cantora, compositora, atriz e modelo japonesa com carreira solo iniciada em 2005. Ela é conhecida internacionalmente por ser a voz de Nana Osaki no anime NANA, interpretando canções como “rose” e “kuroi namida” — trilhas que marcaram gerações de fãs da cultura pop japonesa ao redor do mundo.

Sua discografia mistura rock, punk e pop, com uma estética marcante e atitude autêntica. Além da música, a artista tem passagens pelo cinema, televisão e pelo mercado da moda, consolidando-se como um dos nomes mais influentes da cultura pop japonesa.

O que esperar do show

Produzido pela W+ Entertainment, o show promete performances energéticas e forte presença de palco. O repertório inclui músicas da trilha sonora de NANA e sucessos de diferentes fases da carreira da artista, com foco em proporcionar uma experiência imersiva para o público.

Ingressos e serviço

  • Data: 14 de abril de 2026 (terça-feira)
  • Local: Cine Joia — Praça Carlos Gomes, 82, Liberdade, São Paulo – SP
  • Venda: bileto.sympla.com.br

Valores:

  • VIP (foto individual, autógrafo, entrada antecipada + ingresso pista): R$ 900
  • Pista: R$ 200 (meia-entrada) | R$ 400 (inteira)
  • Mezanino: R$ 250 (meia-entrada) | R$ 500 (inteira)

Todos os ingressos estão sujeitos à taxa de conveniência.

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Motivos para não perder os shows do The Weeknd no Brasil

the weeknd show brasil rio de janeiro sao paulo 2026
Imagem Divulgação

Faltam apenas 15 dias para o primeiro show do The Weeknd no Brasil, e a contagem regressiva já começou para os fãs que querem viver uma das experiências mais intensas e icônicas do cenário pop atual. O cantor canadense desembarca no país para três apresentações neste mês, no dia 26, no Estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro, e nos dias 30 de abril e 1 de maio, no Morumbis, em São Paulo.

Se você ainda está em dúvida se vale a pena garantir presença nesse mega espetáculo, aqui vão alguns motivos que mostram por que esses são simplesmente uns dos shows mais imperdíveis do ano:

Uma turnê que reúne todas as eras

Não é novidade que The Weeknd lota estádios em qualquer lugar que for, mas desta vez tem um diferencial: a fase atual da turnê After Hours Til Dawn Stadium Tour reúne o melhor de três álbuns, After Hours, Dawn FM e o mais recente Hurry Up Tomorrow, formando uma espécie de trilogia. Quem esteve nos shows de 2023 no Brasil já sabe do que ele é capaz. Foram apresentações memoráveis, com mais de 40 músicas em cerca de duas horas. Hits como “Can’t Feel My Face”, “I Feel It Coming“, “Starboy” e “Blinding Lights” dividiram espaço com parcerias como “La Fama” , “Love Me Harder” e “Save Your Tears“, em performances eletrizantes. Agora, a promessa da setlist é ainda maior, incluindo faixas mais recentes como “Cry For Me”, “Timeless“, “Baptized in Fear”, “Open Hearts” e “Hurry Up Tomorrow”.

Anitta no palco de novo? Temos!

Os shows ainda contam com a participação da nossa brasileiríssima Anitta, que irá abrir as apresentações da turnê tanto no Brasil quanto no México, e também é esperado que ela apareça durante o show principal. Os dois já colaboraram no single “São Paulo”, lançado em 2024, cujo clipe viralizou com a icônica estética da “barriga de grávida”, que virou fantasia recorrente em carnavais e halloweens mundo afora. Na última passagem do cantor por terras brasileiras, quando se apresentou em São Paulo, no Morubis, em novembro do ano passado, Anitta surgiu de surpresa no palco, levando o público ao delírio. Por ter sido um show classificado como único e exclusivo, muitos fãs ficaram de fora, e agora, a chance de ver esse momento ao vivo, e já confirmado, deixa tudo ainda mais especial e aguardado.

Uma conexão única com o público brasileiro

Quem estava no Engenhão em 2023 nunca esquece que mesmo com atraso e embaixo de uma forte chuva, The Weeknd subiu ao palco e entregou uma performance histórica. O show ficou marcado por imagens impressionantes e uma energia surreal, viralizando mundo afora. O próprio artista já declarou em entrevistas que aquela foi uma das apresentações mais memoráveis da carreira, destacando especialmente a vibração do público carioca durante a música “Blinding Lights”.

Um espetáculo visual imersivo

Se tem uma coisa que ele sabe fazer é criar experiências. No show de São Paulo no ano passado, The Weeknd levou uma megaestrutura com telões gigantes e visuais cinematográficos que transformaram o espetáculo em uma experiência sensorial. É mais do que um um concerto, é uma viagem pelas narrativas dos álbuns, com uma estética que mistura o lúdico e o sombrio, criando um clima intenso, envolvente e extremamente marcante.

Cada show é único (e o Brasil sempre surpreende)

Assistir a um artista desse porte ao vivo já é especial, mas em solo brasileiro tudo ganha um toque a mais. O público é conhecido pela energia e pela total entrega, e sempre existe a possibilidade de surpresas. Será que Anitta será a única convidada? Novas músicas podem entrar na setlist? Com mais de 40 faixas previstas, segundo apostas da imprensa, o show promete ser longo, completo e cheio de momentos inesquecíveis. E se tem uma coisa que não temos dúvida, é de que vamos entregar tudo e mais um pouco novamente, afinal, não há nada como o público brasileiro!

Se você quer viver tudo isso de perto, esta é a sua chance! Os ingressos para os shows de The Weeknd no Brasil ainda estão disponíveis no site da Ticketmaster, e a procura está altíssima. Garanta o seu lugar agora e prepare-se para uma noite inesquecível, porque esse é o tipo de espetáculo que você não vai querer ver apenas pelas redes sociais.

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Taemin faz apresentação histórica no Coachella 2026

Imagem Divulgação

Faltava pouco para o público que estava no Coachella neste sábado, 11 de abril, entender que estava prestes a ver um momento histórico. Taemin fez sua estreia no festival mais famosos dos Estados Unidos e mais queridinho pelas celebridades mundiais, e já chegou quebrando barreiras! Ele se tornou o primeiro idol de K-pop a se apresentar como solista no festival. E este marco não foi só marcante para a carreira dele, como o show foi impactante do começo ao fim.

A apresentação aconteceu no palco Mojave, reunindo cerca de 15 mil pessoas e ocupando toda a capacidade do espaço. Mesmo dividindo o dia com ninguém menos que Justin Bieber como headliner, Taemin brilhou e garantiu seu lugar entre os destaques, ficando em terceiro entre os shows mais comentados nas redes sociais.

taemin coachella 2026
Imagem Divulgação

Logo na abertura, o tom já estava estabelecido. Taemin iniciou com “Sexy In The Air” em uma performance enigmática e visualmente marcante. Ele surgiu de dentro de um casulo que se parecia muito com a sua própria lightstick, criando uma atmosfera quase mística e carregada de significado para os fãs. Era mais do que um show, era quase um culto.

O visual também chamou atenção. Apostando na nostalgia, o cantor trouxe de volta o cabelo e figurinos que remetem à era do álbum ACE, lançado em 2014, quando ele iniciou sua carreira solo paralelamente ao seu grupo SHINee. A escolha foi vista como uma homenagem à própria trajetória, e aqueceu o coração dos fãs mais antigos.

Mas quem esperava performances baseadas apenas na sensualidade encontrou algo diferente. Tiveram coreografias mais sensuais, afinal, é uma marca registrada do artista, mas ele entregou bem mais que isso. Mais sóbrio e mais maduro, o astro apresentou um espetáculo que priorizou o lado artístico, com foco na narrativa, dança impecável e na expressão corporal refinada. Sem apelações, ele mostrou que evolução também é saber se reinventar dentro da fase atual que está vivendo.

E teve novidade na setlist. Alem de performar grandes hits queridinhos do público, como “Want“, “Guilty” e “Advice“, o cantor surpreendeu ao lançar seis músicas inéditas durante o show, incluindo “Permission“, “Parasite”, “Frankenstein”, “Let Me Be The One“, “Sober” e “1004“. Algumas dessas faixas têm uma pegada dançante, com forte inspiração no som de Michael Jackson nos anos 80, referência que os próprios internautas não demoraram a apontar. Nas redes, muitos compararam ambos os artistas, destacando a presença de palco e domínio corporal.

E assim como Taemin se inspira no Rei do Pop, de quem é assumidamente fã, ele também já chegou no patamar de ser visto como inspiração para uma nova geração. Com dezoito anos de carreira, é frequentemente chamado de “Idol dos Idols”, justamente por ser citado como referência por diversos artistas mais novos do K-pop.

Um destaque foi a apresentação de “Let Me Be The One“, em um dos momentos mais leves e descontraídos do show, com Taemin vestindo um terninho executivo e explorando uma vibe mais divertida no palco.

Entre os momentos mais comentados, “Heaven” foi um verdadeiro espetáculo à parte. Vestido de branco, Taemin performou diante de um telão com imagens do céu, envolto em fumaça que simulava nuvens. O resultado foi um momento poderoso, quase catártico, altamente visual e emocional, que rendeu takes que rapidamente viralizaram nas redes.

E claro, não poderia faltar “Move”, um dos maiores hits da carreira. A performance trouxe toda a essência da música: uma dança leve, sensual na medida certa, cheia de tensão e movimentos suaves e magnéticos que hipnotizam o público. Mesmo quase dez anos anos após o lançamento, a faixa segue sendo um dos pontos mais altos de qualquer show do artista, e no Coachella não foi diferente.

Pra encerrar com chave de ouro, o popstar apostou em um momento mais íntimo e cheio de emoção. Ele finalizou o show no piano com a emotiva e inédita “1004 (Angel)”, e conseguiu mudar completamente o clima do festival por alguns minutos. Mesmo sendo novidade, muitos fãs já interpretaram a faixa como uma possível homenagem ao grande amigo e ex colega de palco Jonghyun, integrante do SHINee que faleceu em 2017. Taemin ainda sente muito a perda, e o movimento final entregou esse sentimento. Antes de sair do palco, ele mandou um beijo para o céu e depois outro para a plateia. Um gesto simples e bonito, em gratidão a todos que tornaram esse momento possível.

Equilibrando conceito, nostalgia, inovação e maturidade artística, Taemin não só fez sua estreia, ele deixou sua marca. E agora, vem os fatos: quem viu ao vivo, viveu um momento histórico. Quem não viu… já correu para a internet.

E falando nisso … O que o público achou? Se prepara, porque os comentários das redes sociais estão simplesmente imperdíveis, e a gente separou os melhores pra você conferir logo abaixo.

E não para por aí! Taemin se apresentará novamente no segundo fim de semana do festival, dia 18 de abril. Vem aí mais uma parte da história sendo feita!

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Jackson Wang no Brasil: tudo sobre a era Magic Man II

JACKSON WANG
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Faltam apenas duas semanas para os shows do Jackson Wang no Brasil, e a ansiedade já está batendo forte! O ídolo queridinho por todos os fandons se apresenta no dia 23 de abril, no Suhai Music Hall, em São Paulo, e no dia 25 de abril, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro.

Os “Jackys” brasileiros simplesmente não estão sabendo lidar, principalmente os cariocas, que vão receber o cantor pela primeira vez na Cidade Maravilhosa. Dessa vez, o astro desembarca por aqui com a turnê Magic Man 2, baseada no seu terceiro álbum de estúdio, que leva o mesmo nome. O projeto dá continuidade à era Magic Man, do seu segundo álbum solo, que furou a bolha e virou um hit global.

MAGIC MAN vs MAGIC MAN II: O QUE MUDOU?

Jackson, conhecido mundialmente como integrante do grupo de K-Pop GOT7 e também por sua carreira solo, além de ser CEO da própria gravadora e grife de moda, a Team Wang, revelou em Magic Man uma nova faceta artística. Foi ali que nasceu o alter ego “Magic Man”, criado para expressar sua versão mais autêntica até então. Segundo o próprio artista, essa persona o permitia explorar e ao mesmo tempo esconder suas emoções mais sombrias, trazendo à tona sentimentos que ele não costumava mostrar em público.

A era foi marcada por hits intensos e apresentações cheias de teatralidade, misturando letras profundas com performances impactantes. Entre músicas dançantes e baladas, Jackson traçou uma narrativa linear que abordou temas como liberdade, relacionamentos, curtição e até questões mais delicadas, como solidão, pressão profissional e saúde mental. Tudo isso sem medo de julgamentos, abraçando seu “verdadeiro eu”.

Esse conceito ficou bem claro no single Come Alive, um de seus clipes mais teatrais, onde ele usa a encenação lúdica para brincar com o teor picante da letra, revelando seu apreço por esse tipo de arte.

Já na eletrizante Blow, o artista surge mais rebelde, fumando e desafiando padrões de gênero ao usar um corset. O clipe entrega uma estética impecável e reforça um posicionamento que sempre esteve presente na carreira dele: questionar as normas sociais.

Em Cruel, vemos um Jackson mais provocador, explorando o desejo de forma crua, envolvente e sensual. Um dos momentos mais comentados da performance é quando ele “toca” sua dançarina como se fosse uma guitarra, mostrando uma ousadia que surpreendeu até os fãs mais antigos.

Mas, apesar do teor mais efusivo do álbum, nem tudo são se trata de excessos. Em Dopamine, o cantor expõe a busca desesperada por alívio emocional e a resposta encontrada no prazer instantâneo, refletindo sobre o peso da vida de celebridade sob pressão constante.

Blue traz um dos lados mais íntimos do artista. A faixa fala sobre vulnerabilidade e a procura por conforto emocional em meio ao caos, usando a cor azul como símbolo de tristeza e solidão em um clipe sensível e visualmente lindo.


E AGORA? O CAPÍTULO FINAL DE MAGIC MAN

Depois de uma pausa de aproximadamente um ano fora dos holofotes, Jackson voltou à ativa lançando o álbum Magic Man II, continuação da jornada do alter ego que, segundo ele, também representa o seu fim.

Agora, o artista entra em uma fase mais madura e parece pronto para deixar o “Magic Man” para trás e seguir apenas como Jackson Wang. O novo álbum mergulha em temas como decepções, família e gratidão pela própria trajetória.

O primeiro single dessa nova era foi High Alone, mais um trabalho visual forte. No clipe, vemos o personagem preso em um tanque de água, observado por uma plateia que assiste, empolgada, sua tentativa de escapar, uma metáfora clara sobre a toxicidade da indústria do entretenimento.

Em GBAD (“Gotta Be a Dick”), Jackson fala sobre a dor de ser traído por um amigo (algo que ele revelou ter vivido recentemente) e como isso mudou sua forma de enxergar relações pessoais com menos ingenuidade.

A faixa Buck traz forte influência do hip hop americano e coreografias complexas, mostrando que ele continua conectado às suas referências musicais.

Já o momento mais fofo do álbum fica com a música Sophie Ricky, uma linda homenagem aos seus pais, com quem mantém uma relação super próxima. Ele mora com eles quando está na China e sempre os menciona com muito carinho em entrevistas.

E fechando com chave de ouro, Made Me a Man é a faixa mais pessoal do projeto. Nela, Jackson agradece ao seu personagem que o acompanhou no fim dos seus vinte e poucos anos e tudo o que viveu com ele, marcando o fim de um ciclo e o início de outro.

Ficou com vontade de conferir esse espetáculo ao vivo, né?

Os ingressos para os próximos shows no Rio e em São Paulo estão à venda pela Ticketmaster. Ainda dá tempo de garantir seu lugar nessa imersão sensacional! 

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Mergulhe em Darwin’s Paradox!

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Imagem divulgação.

Da desenvolvedora francesa ZDT Studio, embarque numa aventura cinematográfica recheada de quebra-cabeças, perigos e descobertas. Com o lançamento pelas mãos da Konami Digital Entertainment Inc., Darwin’s Paradox! promete inovação e diversão:

A jornada de Darwin é simplesmente um mundo caótico em que nosso querido Polvo foi arrancado de seu habitat. Porém, inteligente e guiado pela curiosidade, irá se adaptar e inovar soluções para escapar da UFOOD INC. para sobreviver.

Darwin’s Paradox! está com preço sugerido de R$142,50 e está disponível para PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Xbox Series X|S, Epic Games Store e Steam!

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“Flauta de Bambu”: novo romance infantojuvenil cruza cultura japonesa e amazônica em história de identidade e pertencimento

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Capa Divulgação / Editora Rocco

A Editora Rocco lança Flauta de Bambu, novo romance infantojuvenil de fantasia da escritora paraense Giu Yukari Murakami. Com 328 páginas, o livro acompanha Aiko, uma menina de 13 anos que vive em Belém do Pará e precisa encontrar a amiga perdida de sua avó japonesa — uma missão que a leva a descobrir suas próprias raízes e seu lugar no mundo.

A história: entre Belém e o Japão, uma busca pela amiga perdida

Aiko é uma adolescente comum: enfrenta bullying na escola ao lado do amigo Nilo e convive com as brigas constantes dos pais. Tudo muda quando sua avó Masumi, exímia contadora de histórias, pede que ela encontre Kimiko — uma amiga perdida décadas atrás durante a travessia de navio do Japão para o Brasil, em meio aos horrores da guerra.

Já idosa e com a saúde fragilizada, Masumi volta a sentir a presença da amiga por meio da música de uma flauta de bambu, instrumento que ambas tocavam quando crianças. Movida pelo amor à avó, Aiko aceita a missão e embarca em uma jornada que mistura tradições japonesas, cultura amazônica, criaturas sobrenaturais e a magia do Akai Ito — o fio vermelho do destino que, na tradição japonesa, conecta pessoas destinadas a se encontrar.

O símbolo da pororoca e o “encontro das águas”

A pororoca — o encontro entre o rio amazônico e o mar — é a imagem central que estrutura o livro. A própria autora explica que a estética da obra é baseada nesse fenômeno, representando o cruzamento entre a ancestralidade japonesa dos personagens e a vida nortista que os cerca.

O livro traz referências a youkais, espíritos e criaturas sobrenaturais da tradição japonesa, ao lado de criaturas da mitologia amazônica, criando uma dualidade cultural que percorre toda a narrativa.

Representatividade amarela na ficção infantojuvenil brasileira

Para Giu Yukari Murakami, escrever sobre uma protagonista nipo-brasileira é tanto uma escolha criativa quanto uma necessidade. “Trabalhar esses temas não é apenas uma vontade, mas uma necessidade de trazer maior representatividade amarela para obras de ficção”, afirma a autora. “Somos brasileiros e protagonistas de histórias incríveis como outras pessoas.”

Paraense de 29 anos com ascendência japonesa, Giu transferiu para Aiko sentimentos vividos na própria pele: a dupla identidade, a autocobrança, o calor de Belém, a vontade de comer karê em dias quentes e a sensação de não se encaixar. “Eu adoraria ter lido uma história como essa quando tinha 13 anos”, diz.

Fantasia como espaço de pertencimento

A fantasia, gênero central do livro, é descrito pela autora como um espaço de refúgio e liberdade criativa. Fã de sagas como Percy Jackson e Desventuras em Série, e de animações como filmes do Studio Ghibli e Little Witch Academy, Giu canalizou essas referências para criar um livro ambientado na Amazônia com elementos sobrenaturais das duas culturas que formam sua protagonista.

A mensagem central de Flauta de Bambu é a de que o pertencimento pode ser construído, não apenas herdado. “Não importa se esse lugar já veio definido, você é capaz de construir um para si também”, resume a autora.

Sobre a autora

Giu Yukari Murakami publicou seu primeiro livro em 2017 e desde então colabora com revistas literárias e coletâneas no Brasil, nos Estados Unidos e no Japão. É vencedora do Prêmio Fox-Empíreo de Literatura e semifinalista do Prêmio LOBA Festival 2025.

Adquira “Flauta de Bambu” no site da editora.

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