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The Player Who Can’t Level Up: um roguelite que prende e que ainda tem ajustes a fazer

The Player Who Can t Level
Imagem Divulgação

Em um mundo onde praticamente todo jogador evolui sem parar, Kim Kigyu continua no nível 1 depois de cinco anos. Essa premissa — diretamente tirada do webtoon da Kakao Entertainment — é o ponto de partida de The Player Who Can’t Level Up, um action roguelite que chegou até mim em forma de demo, já localizada em português do Brasil.

A primeira coisa que me pegou foi o quão gostoso é jogar. O combate tem ritmo, as animações são satisfatórias e o Unreal Engine 5 entrega visuais sólidos para uma demo. Não demorou muito para eu estar concatenando habilidades, escolhendo bênçãos e gerenciando o medidor de Erosão como se estivesse no automático.

The Player Who Can t Level
Imagem Divulgação

Como funciona a progressão sem level up

A ausência de níveis tradicionais não significa ausência de progressão. O jogo compensa isso com um sistema de Ego Shards — fragmentos que você coleta ao longo das fases e combina para evoluir. Cada run te apresenta escolhas diferentes: aumentar velocidade de ataque, taxa de crítico, redução de dano recebido ou desbloquear habilidades especiais como “Corrente de Choque” e “Predador de Sangue”.

Esse é o coração do fator arcade que tanto me agradou. Cada tentativa é uma nova combinação. Cada combinação é um estilo de jogo diferente. Quem gosta de repetição sem ser enjoativa vai se sentir em casa.

The Player Who Can t Level
Imagem Divulgação

O sistema de Erosão muda tudo

Uma mecânica que merece destaque — e MUITA atenção — é o sistema de Erosão. Um medidor aumenta com o tempo e, se atingir 100%, o personagem começa a perder 5% de vida por segundo. Existe a “Ampulheta da Pureza” para controlar isso, mas o jogador precisa estar sempre de olho, pois achei BEM PERIGOSO e dá aquela adrenalina, o que adiciona tensão estratégica às decisões de exploração.

A torre em si é bem construída: elementos destrutíveis, baús escondidos com poções e itens, elevadores, armadilhas que cospem fogo e mini-chefes com barras de HP consideráveis — um deles chega a 18.000 pontos de vida, exigindo uso inteligente de transformações (ponto alto aqui) e habilidades. Se você morrer, dá pra reviver no mesmo momento UMA vez. Sim, aconteceu isso comigo…

The Player Who Can t Level
Imagem Divulgação

Pontos que precisam de atenção antes do lançamento

Nem tudo é perfeito, e seria desonesto não falar sobre o que me preocupa. O ponto mais sensível está nos cálculos de golpes e bônus. Em alguns momentos da demo, a combinação de melhorias parecia empurrar os números para um território perigoso. Se esse balanceamento não for ajustado, o jogo corre risco de ter um problema clássico de power creep — onde os jogadores ficam tão fortes que o desafio some. A não ser que criem mecânicas e dificuldades que resolva isso.

Falando em localização: recebi a demo já em PTBR, e foi bom constatar o cuidado com o público brasileiro. Mas os textos ainda estão extrapolando as caixas de diálogo em vários momentos. Não é nada grave — é o tipo de ajuste que a equipe dev resolve rápido — mas vale registrar.

The Player Who Can t Level
Imagem Divulgação

Veredicto da golada

The Player Who Can’t Level Up tem tudo para agradar fãs de roguelites e do webtoon para quem o leu. O que me segura de dizer que é um lançamento garantidamente sólido é justamente o balanceamento e se o estúdio resolver esse ponto antes do lançamento final, temos um título muito competitivo nas mãos.

JÁ COLOQUE NA SUA WISHLIST

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BABYMETAL abre venda de ingressos para apresentação única em São Paulo

babymetal show brasil
Cartaz Divulgação

O trio japonês BABYMETAL se apresenta no Espaço Unimed, em São Paulo, no dia 28 de novembro. Os ingressos estão disponíveis hoje, a partir das 10h, no site da Eventim. Os preços partem de R$ 395 para pista inteira.

O show é uma realização da 30e, maior empresa brasileira de entretenimento ao vivo, com o Itaú Unibanco como banco oficial por meio do Itaú Live.

Retorno ao Brasil após passagem marcante em 2024

A apresentação marca o retorno da banda ao país. Em 2024, o grupo se apresentou no Knotfest Brasil e em uma noite esgotada na Audio, em São Paulo. Desta vez, a turnê é descrita como a maior da carreira do trio.

Sobre o BABYMETAL

Fundado no Japão, o BABYMETAL criou o subgênero chamado kawaii metal, fusão da agressividade do heavy metal com as melodias do J-Pop. O grupo acumula mais de 3 bilhões de streams nas plataformas de áudio e uma base de fãs global.

Entre os marcos da carreira estão o álbum Metal Galaxy (2019), que chegou ao topo da Billboard de rock e hard rock, e uma performance como headliner na Wembley Arena — feito inédito para um artista japonês. O grupo também já recebeu elogios de Lars Ulrich (Metallica), Robert Halford (Judas Priest) e Gary Holt (Slayer), além de colaborações com Tom Morello, Bring Me The Horizon, Electric Callboy e Poppy.

No show, o público pode esperar faixas como “Gimme Chocolate!!”, “Pa Pa Ya!!” e “Headbangeeeeerrrrr!!!!!”, além de músicas do novo álbum, incluindo “RATATATA”, com a banda alemã Electric Callboy, e “from me to u”, com Poppy — as duas somam mais de 150 milhões de streams no Spotify.

Ingressos e serviço

  • Data: 28 de novembro (sábado)
  • Local: Espaço Unimed — Rua Tagipuru, 795, Barra Funda, São Paulo
  • Abertura dos portões: 18h
  • Vendas: eventim.com.br/BABYMETAL

Setores e preços (inteira):

  • Pista: R$ 395
  • Pista Premium: R$ 635
  • Mezanino: R$ 675
  • Pacote VIP 3 — The Metal Initiate: R$ 1.435
  • Pacote VIP 2 — The Metal Oath: R$ 1.785
  • Pacote VIP 1 — The Fox God’s Chosen: R$ 3.285

Os pacotes VIP incluem ingresso para Pista Premium, acesso antecipado à venue, itens de merchandise exclusivos, credencial e cordão edição limitada e acesso à loja oficial da turnê. O pacote VIP 1 ainda conta com host dedicado e uma coleção especial com passaporte carimbado do show.

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Show “Pokémon Curtir a Noite” é anunciado em comemoração aos 30 anos

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Imagem divulgação.

A The Pokémon Company International anunciou mais um espetáculo que envolve as comemorações de 30 anos da franquia Pokémon. Com intuito de unir os fãs de música eletrônica e os fãs da franquia, o show “Pokémon Curtir a Noite” marca mais um momento dessa festa.

O evento ocorrerá em parceria com a EDM e marca a presença de Marshmello como atração principal e Alison Wonderland como artista convidado. O público poderá contar com uma atmosfera única e repleta de energia, na qual o mundo Pokémon dará vida a um espetáculo sem barreiras.

O evento ocorre no dia 24 de outubro no Intuit Dome, em Los Angeles, Estados Unidos, e no dia 10 de novembro, na Arena The O2, em Londres, Inglaterra. Infelizmente não haverá essa celebração para as terras tupiniquins. Além disso, está previstoPokémon Curtir o Dia” para Nova York (EUA), Cidade do México (México), Bordeaux (França) e Dresden (Alemanha) ainda em 2026.

Lembrando que esse show faz parte da campanha “Qual o seu preferido?” Que visa aproximar pessoas pelo amor em comum por Pokémon. Com essa jornada audiovisual, fãs poderão ficar atentos a produtos comemorativos no Pokémon Center! então, mesmo não podendo estar lá, você consegue algo único enquanto durar os estoques. Movimente as redes sociais, diga o seu Pokémon preferido e chame a atenção como um Oricorio clamando por um Poké Show no Brasil!

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Color Bar – Blue | Suco Apresenta

Color Bar – Blue editora Conrad
Conrad | Divulgação: Suco de Mangá

Que tarefa difícil é escrever sobre uma HQ que você mais sente do que lê, mas vou tentar. Com 48 páginas, todas desenhadas em azul e três pequenas histórias, Color Bar – Blue é uma publicação quentinha e impactante.

O autor responsável por essa pequena preciosidade é Daniel Bretas, que publicou a obra pela Conrad, no selo HQ Para Todos.

Momentos

As três histórias dessa publicação são mais do que grandes sagas ou narrativas complexas cheia de reviravoltas — são momento impactantes. Aqueles que marcam quando acontecem e reverberam sempre que lembramos deles (seja como personagem ou como leitor).

Uma viagem ao Japão, uma disputa de tazos e uma ida ao circo são os eixos centrais de cada uma das narrativas. O que se articulam deles (em especial os dois últimos) são pessoas valentes, empatia e união.

Color Bar – Blue editora Conrad
Tazo | Conrad | Divulgação: Suco de Mangá

Muito além do físico, é a força espiritual de alguém que parece “frágil”, “pequena” ou “inofensiva” que impacta em diferentes vidas. Em Color Bar – Blue não há falas, mas tem diálogos, e mesmo sem superpoderes tem heroínas.

Diante de um valentão ou de uma fera, defenda aquilo que é importante para você. E, representada por pequenas garotinhas vem o ensinamento “coragem não é ausência de medo, mas a força para enfrentá-lo”.

Color Bar – Blue editora Conrad
Roar | Conrad | Divulgação: Suco de Mangá

Além disso, Daniel Bretas mostrou seu talento nos desenhos. Lindos, cheios de personalidade, originais e perfeitamente encantadores. Junto da sua habilidade de contar histórias, duas cenas me arrepiaram (e ainda me arrepiam): os amigos defendendo a salvadora dos tazos e a troca de rugidos da página final. 

Enfim, dê um abraço no seu coração e leia Color Bar – Blue. Para mim, com certeza é uma jóia modesta, mas que merece os holofotes.

Color Bar – Blue editora Conrad
Capa | Conrad | Divulgação: Suco de Mangá

Sinopse: Color Bar – Blue é uma seleção de histórias publicadas anteriormente em Color Bar, por Daniel Bretas e artistas convidados. Essas histórias têm como principal característica a ausência de balões de fala, sendo criadas para concorrer ao Silent Manga Audition, premiação japonesa para quadrinhos mudos. Reunindo Trip to Japan, Tazo e Roar, Color Bar – Blue, de Daniel Bretas, com participação de Ricardo Tokumoto, inaugura o HQ Para Todos 2.0, com 48 páginas, texto do autor e capa exclusiva da edição.

Conheça a HQ

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O 11º Tripulante | Review

O 11º Tripulante Editora JBC Moto Hagio
Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Uma prova espacial, 53 dias à deriva no espaço e um impostor no grupo de 10 pessoas. O 11º Tripulante é um mangá de 1975, sendo um dos pioneiros em ficção científica e em explorar questões de gênero. Quem trouxe esse clássico para o Brasil foi a Editora JBC em uma edição muito bem-produzida.

A autora da obra é Moto Hagio, um dos nomes mais importantes quando falamos em mangás de ficção científica, além de ser considerada a mãe dos shoujos modernos. Inclusive, com a publicação de O 11º Tripulante ela conquistou o prêmio Shogakukan em 1976.

Composto por duas narrativas, a edição brasileira faz jus à maestria da autora. Com 288 páginas, sendo várias delas coloridas, um pôster frente e verso, marcador de páginas, capa com verniz localizado e formato maior (18,0 × 25,6 cm), esse é um mangá que prende antes mesmo de começar a leitura.

O 11º Tripulante Editora JBC Moto Hagio
No planeta do Rei | Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Enredo

Imagine que você está fazendo a prova mais importante da sua vida. Um teste que é concorrido não apenas no seu planeta, mas em mais dezenas de outros planetas. Tudo o que você quer é entrar na Universidade Espacial e, para sua alegria, consegue chegar na última fase da prova.

O 11º Tripulante Editora JBC Moto Hagio
Local de aplicação da prova | Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Porém, não demora a perceber que tem algo errado. Em um grupo que deveria ter apenas 10 pessoas, vocês contam 11 tripulantes. Todos dizem que fizeram parte da prova e negam que são o impostor. Quem está mentindo?

É com esse suspense que começamos a jornada de O 11º Tripulante. A princípio, o desafio parece ser uma tarefa fácil: sobreviver a 53 dias dentro da nave, sem qualquer tipo de comunicação externa.

Mas, é claro, com um impostor que tentará sabotar a prova, a nave à deriva indo em direção a um sol escaldante, uma possível ameaça de epidemia interna, dezenas de explosivos dentro da nave e conflitos entre os membros da tripulação que não sabem em quem confiar. Fácil.

O 11º Tripulante Editora JBC Moto Hagio
No interior da nave | Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Assim, entre os personagens, acompanhamos mais de perto o protagonista, Tada, um rapaz com uma forte intuição — um tipo de telepatia; Frol, uma pessoa enérgica e espontânea; Rei, um monarca de um planeta pequeno e simples.

Suspense e intrigas

Nesse cenário, a história cresce com cada vez mais complexidade, seja na trama ou na construção dos personagens. Na primeira metade do mangá, ficamos apenas dentro da nave, tentando descobrir o impostor, conhecendo o passado de cada um deles e acompanhando os problemas que surgem na prova.

Já na segunda metade, a trama se passa no planeta do Rei, que entrará em guerra com seu planeta irmão. Aqui, o enredo político é mais denso, com estratégias de batalha, uma rede política intergalática e um apelo psicológico mais pesado para os personagens.

O 11º Tripulante Editora JBC Moto Hagio
Esquema geográfico dos planetas irmãos | Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá

De maneira geral, a história de O 11º Tripulante é bem complexa, não é um mangá leve de ler (o que de forma alguma é algo negativo). A autora se preocupou com a profundidade dos personagens, explicações históricas e científicas para os planetas e povos, além de misturar comédia e romance de forma muito natural, aliviando um pouco o peso da história.

Questões de gênero

Agora, gostaria de comentar sobre algo que achei incrível na história: uma pessoa intersexo. Frol não é homem nem mulher, mas quando chegar a uma determinada idade (e se passar na prova) poderá escolher seu gênero.

O 11º Tripulante Editora JBC Moto Hagio
Frol e sua batalha interna | Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Assim, no que para mim foi uma das falas mais marcantes do mangá, Frol diz que “prefere morrer a se tornar mulher”.

Afinal, no planeta de onde veio, as mulheres servem apenas para se casar (normalmente com homens muito mais velhos) e fazer as funções de casa, sem vontades e aspirações próprias. Enquanto isso, os homens podem escolher o seu destino, ter diversas mulheres, trabalhar, enfim. Ter uma vida que ele escolheu e não que foi imposta. Familiar, não concorda?

Por isso, a angústia e o medo de Frol se tornar mulher é tão impactante. Se eu pudesse escolher o meu sexo, será que escolheria ser mulher?

Ler esse mangá me fez refletir que o problema não é ser mulher, não é ruim ser do sexo feminino. O problema está em como as mulheres são vistas, tratadas e condicionadas. Então, sim, eu entendo Frol e não julgo seu medo e sua resistência.

Além disso, eu adorei como os outros personagens se relacionam e tratam Frol diante disso. Basicamente, no começo ficaram meio sem jeito, meio estranhos, mas depois as interações seguiram normalmente.

Também, Tada parece não ligar sobre o gênero de Frol, pois Frol continua sendo a mesma pessoa, independentemente de como se identifica.

Explicando o óbvio

Enfim, pra mim, O 11º Tripulante deu uma aula de gênero, tolerância e misoginia em plena década de 70. Ainda, ganhou um prêmio super consagrado que, hoje em dia, faria surgir gente caindo de árvore falando que “isso é lacração”.

Então, fica o recado pra comunidade otaku: visibilidade, diversidade, respeito e representação sempre existiram, pois pessoas diversas sempre existiram. Isso não significa “roubar” o espaço de ninguém, significa apenas não sermos invisíveis.

Dito isso, recomendo a leitura de O 11º Tripulante, um clássico forte, sensível e pioneiro, de uma autora que fez história nos mangás e merece todos os espaços que conquistou.

O 11º Tripulante Editora JBC Moto Hagio
Capa | Editora JBC | Divulgação: Suco de Mangá

Conheça o mangá

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Guns N’ Roses no Monsters of Rock 2026: sonho realizado e “Bad Apples” pela primeira vez desde 1991

guns n roses monsters of rock 2026
Foto: Josué Sepe

Era um sonho antigo. Guns N’ Roses foi uma das primeiras bandas que ouvi na vida — e nunca havia visto um show ao vivo. O Monsters of Rock 2026 foi a noite em que esse sonho foi realizado. E foi além do que eu esperava.

O show foi excelente. Dinâmico, emocionante, cheio de surpresas no setlist. Um dos melhores headliners que o festival poderia ter escalado e São Paulo respondeu com um estádio lotado, mesmo com a banda tendo passado pelo Brasil apenas seis meses antes.

Axl, Slash e Duff: o trio que ainda funciona

O entrosamento entre os três membros clássicos foi um dos grandes trunfos da noite. Slash continua sendo um destaque absoluto, com solos atemporais e seguem sendo o coração do som da banda. Axl demonstrou evolução vocal clara em relação a apresentações recentes, correndo pelo palco e interagindo com bom humor com o público. O cara tá com 64 anos de idade!

Mas o grande destaque pessoal da noite foi Duff McKagan. O baixista mandou muito bem nos backing vocals e assumiu os vocais principais em momentos específicos com segurança e presença. Uma peça fundamental que muitas vezes fica em segundo plano nas análises e não deveria.

Setlist com raridades e o momento “Estranged”

O repertório foi um dos pontos mais comentados da noite. A banda tocou “Bad Apples” pela primeira vez desde 1991, uma raridade que arrancou reações imediatas de quem conhecia. O set ainda incluiu “Dead Horse”, “Rocket Queen” e músicas recentes como “Perhaps”, “Atlas” e “Nothin'”, bem recebidas mesmo pelo público menos familiarizado com o material novo.

Para mim, o ponto alto foi “Estranged”, já que é minha música favorita da banda. Ouvir aquela introdução ao vivo foi um daqueles momentos que param o tempo.

O novo baterista Isaac Carpenter, que substituiu Frank Ferrer em 2025, deu uma cara mais punk, crua e energética, uma mudança que achei positiva no conjunto geral do som.

A homenagem a Ozzy Osbourne

Um dos momentos mais marcantes foi durante o cover de “Junior’s Eyes”, do Black Sabbath, quando fotos de Ozzy Osbourne foram exibidas no telão. Axl revelou ao público que Sharon e Ozzy ficaram surpresos com a escolha específica dessa faixa da era Never Say Die. Sinceramente, eu nem lembrava dessa música!

Um show mais “curto” e melhor por isso

A duração de cerca de 2h30 a 2h40, menor do que as habituais 3 horas da banda, tornou a apresentação mais dinâmica e menos desgastante. A produção também evoluiu: palco mais baixo e próximo do público, telão gigante e uma nova estética visual que abandona o tema das armas em favor de algo mais limpo, alinhado ao “World Tour 2026”.

Mas aí, me pegou: “Patience” e “Don’t Cry” ficaram de fora. A falta de Melissa Reese também foi sentida, especialmente nos momentos em que Axl precisou alcançar notas mais agudas, onde o Duff brilhava por aqui. Mas foram concessões dentro de um pacote que funcionou. Saí do Allianz Parque com o peito cheio.

GUNS N’ ROSES NO MONSTERS OF ROCK 2026

01) Welcome to the Jungle
02) Slither [Velvet Revolver]
03) It’s So Easy
04) Live and Let Die [Wings]
05) Mr. Brownstone
06) Bad Obsession
07) Rocket Queen
08) Perhaps
09) Dead Horse
10) Double Talkin’ Jive
11) Nothin’
12) You Could Be Mine
13) Civil War [com Voodoo Child (Slight Return), de Jimi Hendrix, como “outro”]
14) Junior’s Eyes [Black Sabbath]
15) Knockin’ on Heaven’s Door [Bob Dylan] [com “Only Women Bleed”, de Alice Cooper, de intro]
16) New Rose [The Damned] [Duff canta]
17) Atlas
18) Solo de Slash
19) Sweet Child o’ Mine
20) Estranged
21) Bad Apples
22) November Rain
23) Nightrain
24) Paradise City
Outro: The Writ [Black Sabbath]

GALERIA GUNS N’ ROSES MONSTERS OF ROCK 2026

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KIIRAS anuncia comeback em maio com o single “TA TA”; veja data de lançamento

kiiras k-pop
Imagem Divulgação

O grupo feminino de K-pop KIIRAS confirmou seu comeback para o dia 6 de maio com o lançamento do segundo single álbum “TA TA”. A faixa estará disponível a partir das 18h no horário da Coreia do Sul nas principais plataformas de música online.

Teaser revela conceito do novo single

No dia 15 de abril, o grupo divulgou uma imagem “Coming Soon” em seus canais oficiais nas redes sociais. O material apresenta um chaveiro prateado com detalhes kitsch e pingentes como corações, laços e estrelas acompanhados do logo da nova faixa, sugerindo um conceito criativo e distinto do trabalho anterior.

Uma nova direção para o grupo

“TA TA” chega após a faixa de estreia “BANG BANG!”, lançada em novembro, e da música especial de Natal “KIIRASMAS”, de dezembro. Com o novo single, o grupo sinaliza uma evolução de conceito em relação à imagem de energia e ambição que marcou o debut. O título curto e de pronúncia fácil reforça a proposta de uma faixa de impacto imediato e alto potencial de memorização.

kiiras ta ta comeback
[Foto: Leanbranding]

Lançamento

“TA TA” será lançado em 6 de maio às 18h (horário da Coreia do Sul) nas plataformas de streaming. Acompanhe também nas redes sociais: INSTAGRAM | TIKTOK | YOUTUBE | FACEBOOK | X

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The Cool Rhyno: startup brasileira lança plataforma de monetização para criadores sem depender de algoritmos

Cofundadores da Rhyno o CEO Felipe de Medeiros e a CMO Larissa Much
Cofundadores da Rhyno o CEO Felipe de Medeiros e a CMO Larissa Much

A startup brasileira The Cool Rhyno anunciou seu lançamento oficial após uma fase beta que movimentou mais de R$ 400 mil em 20 mil transações em apenas dois meses. A plataforma já conta com mais de 200 criadores ativos e propõe um modelo de monetização direta, sem dependência de algoritmos ou publicidade instável.

O problema que a Rhyno quer resolver

Criadores de conteúdo enfrentam uma limitação estrutural: constroem audiências, mas não controlam o alcance nem a receita. Dependem de algoritmos para chegar ao próprio público e de publicidade variável para monetizar.

A Rhyno nasce para mudar esse modelo, reunindo em um único ambiente apoios financeiros, mensagens, produtos e ferramentas de engajamento para transmissões ao vivo. “Criadores constroem comunidades, mas não controlam sua própria receita. A Rhyno nasce para mudar esse modelo, permitindo monetização direta e sem burocracia”, afirma Larissa Much, CMO e cofundadora da empresa.

Como funciona a plataforma

A proposta central é ser uma infraestrutura para o criador, e não mais uma plataforma que depende de alcance orgânico. Entre os principais recursos estão a taxa de apenas 2% sobre donates — descrita pela empresa como a menor do mercado —, saque gratuito e integração com Twitch, Kick, YouTube e Streamlabs em um único painel.

A plataforma também permite a criação de loja de produtos físicos personalizados em menos de cinco minutos, sem necessidade de estoque ou logística própria. A Rhyno produz e entrega os itens enquanto o criador recebe sua margem.

Para engajamento durante as lives, a startup oferece dinâmicas como o Musicthon — ferramenta em que a comunidade disputa músicas por meio de donates —, metas em cadeia e alertas personalizados.

Resultado na prática

Durante a fase beta, o streamer Stoompay aumentou em cinco vezes sua receita por live ao ativar o Musicthon. A monetização passou de cerca de R$ 50 para R$ 500 por transmissão. Segundo dados internos da empresa, criadores que utilizaram dinâmicas gamificadas registraram aumentos de até 500% em transmissões específicas.

Origem da startup

A Rhyno foi criada por empreendedores com experiência em estruturação de startups que migraram para o universo da criação de conteúdo e identificaram de perto a dificuldade de monetizar. “A Rhyno é uma ferramenta criada por quem já esteve do outro lado. Entendemos a dinâmica da live, a pressão do algoritmo e a relação real com a comunidade”, diz Larissa.

Embora o foco inicial seja em streamers, a plataforma também atende criadores que desejam vender produtos físicos personalizados ou receber apoio direto da comunidade fora do modelo publicitário. Mais informações estão disponíveis no site e no Instagram da The Cool Rhyno.

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