Os atores tailandeses Tul Pakorn e Max Nattapol postaram na última terça (8) em seus perfis do Instagram duas sequências de fotos em comemoração ao Mês do Orgulho. Nas fotos, eles aparecem abraçados, com as unhas pintadas nas cores da bandeira do orgulho, segurando a bandeira, e com camisetas onde vemos escrita a palavra “PRIDE”. Ambos são ativos na militância pelos direitos humanos e pelo movimento LGBTQIA+, principalmente Pakorn.
A dupla é conhecida pela parceria de longa data na indústria BL tailandesa, sendo o shipp mais duradouro — e talvez o mais popular — do setor atualmente, tendo já trabalhado durante seis anos em projetos conjuntos. A popularidade vem não só da química nas telas, mas do fato de os atores serem, além de parceiros, amigos muito próximos e brincalhões, e que não tem vergonha de mostrar o carinho e o cuidado que têm um com o outro.
Os atorescomeçaram a parceria no lakorn Bad Romance (2016), onde interpretaram o casal secundário Korn e Knock. O casal fez tanto sucesso que teve sua história contada na prequelTogether With Me (2017) e na sequência Together With Me: Next Chapter (2018). Mesmo quando Max atuou no lakorn Innocence (2018), da antologia Bangkok Love Stories, o colegaganhou uma ponta no papel de um personal trainer.
O trabalho mais recente da dupla foi o lakorn Manner of Death (2020-21), baseado na novel de mesmo nome da autora tailandesa Sammon, onde interpretaram o Dr. Bunnakit (Tul), um médico legista que volta para sua cidade natal, e Tan (Max), um misterioso e charmoso professor do ensino médio nessa mesma cidade. Juntos, eles precisam investigar a morte de sua amiga em comum, Janejira, e acabam dando de cara com um esquema muito mais sinistro e complexo do que imaginavam. Teoricamente, este foi o último trabalho dos atores como um casal na telinha, visto que Tul anunciou que logo iria para o exterior para estudar.
Max recentemente assumiu seu relacionamento com a atriz Mook Worranit, o que acabou com a fanfic de alguns fãs, mas que não alterou em nada a amizade e carinho entre os dois.
O apoio aberto e constante de figuras como Max e Tul é muito significativo para o movimento na Tailândia, um país que, apesar de ter a indústria de dramas BL mais popular da Ásia atualmente e que mais exporta esse conteúdo mundo afora, ainda carrega muitos preconceitos e estereótipos contra a comunidade.
E hoje vamos com Hood: Outlaws & Legends, um título bem falado e com uma crítica bem dividida, mas que mesmo assim, me interessei – e bastante – pela premissa do game: um jogo de assalto PvPvE inspirado nas histórias de Robin Hood.
Produzido pela Sumo Digital e distribuído pela Focus Home Interactive, a nossa parceira Nuuvem nos cedeu uma cópia do jogo para PC, tornando assim possível o REVIEWque lhes trago; mas vale lembrar que o game também saiu para PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X no início de maio.
Como funciona o sistema de jogo?
Como dito anteriormente, Hood: Outlaws & Legends é um jogo de assalto em um ambiente Bretão – apesar de que algumas vezes lembra também raids nórdicas. Você e mais três companheiros investem contra uma fortaleza murada em busca de um baú de tesouro e para tal, devem passar por desafios que unem sua habilidade de Furtividade com a de Combate.
Dividi o game em quatro momentos:
Você e os aliados devem achar um modo de invadir a fortaleza. Nesse início do game, é interessante o grupo já tentar desenhar uma estratégia, caso queiram algo mais furtivo – já que é a ideia do jogo. É bom ficar claro para a equipe, principalmente para os “guest” que são encontrados pelo servidor, de que deve haver uma harmonia entre as quatro classes, já que cada uma possui uma função definida.
Após a tomada de decisão, seguimos rumo a fortaleza e o controle do ambiente é vital até dar de encontro com o Xerife. É aqui que a coisa complica: devemos roubar a chave que está em seu cinto, de preferência, sem ele perceber. Vale lembrar que o Xerife é indestrutível e te “mata” com um só golpe.
Na sequência devemos adentrar na igreja e seguir em busca da sala trancada. Considero esta a parte mais tranquila dentre as quatro fases, a não ser que o grupo seja avistado e/ou saia “esperneando” com o baú até a zona de extração, que fica numa região fora da área murada em direção ao rio (com um barco à sua espera).
Na quarta e última fase é onde o bicho pega! Devemos colocar o baú em um guincho e girar manivelas até ser colocado dentro do barco. Aqui o time inimigo terá em sua vantagem os npcs do jogo para a contenção – e pior: caso você perca o controle da manivela, a extração se inverte e o time adversário pode ganhar a partida sem fazer todo o percurso e trabalho que você teve.
Se você não seguiu nada disso? Bem, resta você assassinar todos os NPCs e jogadores, sem nenhum aspecto de furtividade e tentar assim mesmo a sorte na extração. Alguns times utilizam da Força Bruta como estratégia. Falaremos um pouco disso mais a frente…
Imagem Divulgação
Os Quatro Personagens
Outro fator que me chamou bastante a atenção no jogo, é como ele traduz bem um grupo de RPG clássico medieval. Para os fãs da mitologia de Robin Hood, também é um prato cheio para se identificarem com os quatro personagens: Ranger, Brawler, Mystic e Hunter.
Os que preferem a força bruta, o combate corpo-a-corpo e altas taxas de dano maciço, temos João Pequeno, o The Brawler. Confesso que é dos mais fáceis para se começar a jogar e tem uma Ult muito importante na fase final do game, onde você entra em fúria com golpes que não custam stamina.
Já do lado mais “protagonista” de ser, temos Robin, The Ranger, especializado em neutralizar inimigos em média/longa distância e traz alguns features como abaixar cordas de escalada e flechas especiais. Sua Ult achei interessante em mid-game, caso a furtividade não dê certo ou juntem inimigos próximos a igreja.
Já a minha classe preferida é a Marianne, The Hunter. A sorrateira se assemelha bastante a classe Ladino dos RPGs clássicos de mesa e além de ser muito esperta para não ser vista, possui bomba de fumaça para atrapalhar os inimigos e uma ULT bem útil para roubar a chave do Xerife: você pode ficar invisível por um determinado período de tempo.
Já o Tooke, The Mystic, apesar do nome, ele não é tão “linha de trás” assim. Possui um bom dano de corpo-a-corpo, consegue curar aliados e ainda tem bombas de ácido na média distância. É um personagem de controle e na minha visão, por conta de sua complexidade, é o mais difícil de pegarmos o jeito.
Imagem Divulgação
Cooperação não é tudo
Com o jogo apresentado, vamos aos prós e contras, definitivamente. De cara, achei a HUD amigável e antes das partidas podemos dar uma volta na vila/acampamento. Sei que a ideia do jogo não é trazer elementos de lore tão desenvolvidos, mas senti falta de mais imersão nessa questão. Alguns NPCs resolveriam bem – mas ok, sei que o jogo quer ser o mais direto possível.
Cooperação. Este é um fator importante dentro da jogatina e bem, se teu time tiver uma boa harmonia, a chance de vitória é “ok”. E por quê disso? Bem, mesmo que você faça todos os passos para ser o mais furtivo possível, o modo PvPvE traz tanta aleatoriedade as estratégias que é bem fácil ser identificado no mid-game em diante. Em resumo, cooperação é importante, mas a Sorte (com base na aleatoriedade) é um fator de peso caso almeja AQUELA EXTRAÇÃO PERFEITA. Isso possibilita que o time utilize apenas da FORÇA BRUTA, sem nenhuma estratégia, e foque no play. Não sei até onde isto pode ser ou não benéfico para a mecânica idealizada ao jogo.
O jogo é lindo, não podemos mentir. As texturas de cenários e efeitos da natureza estão de acordo com o atual momento da indústria, assim como os modelos dos personagens. O que me incomodou de fato, foi a IA dos NPCs. Fraquíssima! Parece que não tiveram nenhum cuidado por aqui e programaram algo bem genérico; se não fosse pelo Xerife, seriam um amontoado de bonecos com pontos de vida. Não haveria nenhum desafio aqui, se não fosse o time adversário.
Quanto a customização, ela é bem simples e podemos mexer alguns cosméticos e habilidades conforme evoluímos nosso RANK. Aqui um problema: o jogo ainda não possui um servidor LATAM, o que dá margem para pings altos, ou seja, estamos em desvantagem. Fora o pareamento de Jogadores que desbalanceado, onde é fácil você com nível baixo jogar contra alguém MUITO MAIS ALTO. Provavelmente, este é um problema mais recorrente em dias da semana, onde os servidores estão com menos pessoas.
O que pode ser recompensador?
Com as problemáticas abordadas, arrisco em dizer que Hood: Outlaws & Legends é uma joia que ainda pode ser lapidada, e em sua versão 1.4, já tivemos balanceamento de danos e combates, um aperfeiçoamento no matchmaking, e outras correções de bugs, entretanto, ainda não traz uma recompensa Custo x Benefício tão satisfatória, pelo menos aqui no Brasil.
Mesmo sem um modo campanha, o que torna minha maior crítica ao seu “alto preço”, Hood: Outlaws & Legends traz uma experiência agradável, um play fluído e cinco mapas de visuais estonteantes. Acredito que o conteúdo não pare por aí, já que em poucas horas você se familiariza e “decora” tudo o que tem do jogo, então novos mapas ou quem sabe, personagens, possam surgir no futuro. Porém, para que isto ocorra, a comunidade tem de se manter ativa e se interessar pela repetição da jogatina.
É hora que as bruxas do universo do The Witcher vão pairar sobre os tabuleiros do Gwent. A nova expansão Era Uma Vez Uma Pira é a primeira de três da Price of Power que chega gratuitamente para PC, macOs (Apple m1), iOS e Android.
Então já comece a jogar para conquistar 26 novas cartas e novas estratégias enquanto escalona nos ranques. Consiga novos avatares e outra novidades cosméticas durante a jornada. Não deixe de conferir as ofertas diárias e se tiver interesse, adquira o Passe de Expansão Price of Power garantindo uma moeda exclusiva e acesso instantâneo as cartas da coleção.
Como dito, Gwent: The Witcher Card Game é gratuito e conta com você para esquematizar a Pira e os momentos de magia de Gwent. Além de competir com vários jogadores você pode chegar ao topo e participar de grandes torneios! Jogue agora mesmo!
Chivalry2 é um slasher multiplayer em primeira pessoa inspirado em épicas batalhas medievais e já está disponível para você! Com ação e momentos icônicos de era, se não cinematográficos, conte com chuva de flechas, armadilhas, catapultas e chamas.
O segundo jogo da franquia vem para melhorar o que Chivalry: Medieval Warfare dominava. Além de uma experiência de um sistema de combate em primeira pessoa, você se vê coberto de ataques num caos de aço no campo de batalha. Contudo aproveite vários modos de jogo e encontre aquele que mais lhe agrada ou então enfrente a fúria de 64 pessoas ao mesmo tempo!
Chivalry 2já está disponível com suporte Cross-Play para PC (via Epic Games Store), PlayStation 4e PlayStation 5, a família de dispositivos Xbox One, e para Xbox Series X|S. Fique atento as redes sociais da Tripwiree da Torn Banner Studios, com distribuição realizada pela DeepSilver, junte-se ao discordde Chivaly 2 e fique atento as novidades aqui do Suco!
Os ermos clamam por vida e você tem uma tarefa de rejuvenescer a terra a sua maneira. Dos desenvolvedores da Free Lives (Broforce) com a renomada reciclada e ecologicamente correta Devolver Digital,Terra Nil.
Está na hora de expandir e recriar os ecossistemas desaparecidos. Baseado em clássicos de estratégia, é hora de inverter os papeis ao criar locais, fauna e flora combinados criando ecossistemas. Além de elementos de clima e relevo, percorra o planeta e busque recria-lo.
Aproveite os cenários pintados à mão de Terra Nil e polinize a vida. Tudo respira, menos os rochedos, visite o site e não esqueça de plantar a sementinha na agenda a partir de 16 de junho como parte do Steam Next Fest.
EXO voltou, ontem, com tudo em “Don’t Fight The Feeling”! O mini-álbum é um especial de comemoração dos 9 anos de aniversário do grupo, e o fandom passou por longos 2 anos de espera. E sem dúvidas, valeu a pena esperar todo esse tempo, já que o mini-álbum lidera no chart “Top Album” do iTunes em 85 países, incluindo o Brasil!
Quer mais? O MV ficou em #1 no YouTube, deixando para trás até mesmo “Butter”, do BTS, além de ser o MV de todos os artistas da SM Entertainment a receber mais visualizações, likes e comentários em apenas poucas horas de lançamento!
No iTunes, logo após o lançamento mundial de ontem, o mini-álbum “Don’t Fight The Feeling” alcançou o primeiro lugar na plataforma digital no total de 85 países, sendo estes: Brasil, México, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália, Bélgica, Espanha, Egito, Taiwan e entre outros.
Além disso, na Coreia do Sul, a faixa título também intitulada “Don’t Fight The Feeling” ganhou o topo dos charts das plataformas de streaming como a NAVER VIBE, a Bugs Music e a Genie Music. O álbum também bateu o primeiro lugar em vendas na loja online de álbuns Hanteo!
Sobre o recorde no YouTube, o MV tornou-se o vídeo mais visualizado da SM Entertainment, o berço de grupos como Super Junior, Girls Generation e Red Velvet, em apenas poucas horas de lançamento! Foram 13 milhões de visualizações, 1 milhão de comentários e 2 milhões de likes bem nas primeiras horas, algo nunca visto antes!
[ NEW RECORD ] "DFTF " has broke all records of EXO's & SM's Music Videos & reached 13Million ( 13,000,000 ) Views On YouTube just in the first few hours of its release!????????#EXO@weareoneEXO
— EXO BREAKING NEWS (@EXOBreakingNews) June 7, 2021
Ainda no YouTube, ontem, o MV do boygroup ficou em primeiro lugar no “YouTube Music Videos Worldwide Trends“, no tópico “vídeos mais assistidos das últimas 24h”, deixando para trás Bad Bunny, Rauw Alejandro e até mesmo BTS, com Butter!
Além disso, o áudio da música “Paradise” conquistou diversas colocações ao redor do mundo na categoria “ON TRENDING“, também em menos de 24h.
.@weareoneEXO's "Paradise" Audio is now trending in some countries on YouTube!
Sem dúvidas, o poder e a popularidade do EXO são capazes não apenas de quebrar recordes, mas também barreiras geográficas e idiomáticas! Os recordes em menos de 24h falam por si! Parabéns ao fandom e ao grupo pelas conquistas!
Durante uma entrevista no programa Manganuma,Tohru Fujisawa afirmou que GTO: Paradise Lost será o último mangá da série GTO. A obra que é a continuação de GTO: Shonan 14 Days será o encerramento desta franquia com mais de 20 anos.
Juntamente com essa revelação, o mangaká diz que pensa em voltar a trabalhar em alguns dos seus mangás não terminados. No entanto, devido ao tempo que já se passou essa pode ser uma tarefa difícil. Ele complementa que talvez continue as obras com novos protagonistas.
Great Teacher Onizuka, ou apenas GTO, como é mais conhecido, foi lançado em 1997 pela Weekly Shonen Magazine. A obra conta com 25 volumes impressos, que foram lançados até 2002. Então, em 2009 ganhou sua primeira continuação, GTO: Shonan 14 Days, com 9 volumes lançados até 2011. Agora, a última e mais recente continuação é a Paradise Lost, que possui 14 volumes até o momento.
Além da versão em quadrinhos, todas as histórias ganharam adaptação para anime, sendo que a primeira delas, exibida em 1999, pode ser vista pela Crunchyroll.
Sinopse: O jovem Eikichi Onizuka de 22 anos decide se tornar um professor, embora inicialmente pelos motivos errados, ele logo descobre sua vocação: transformar a escola num lugar divertido. O problema é que Onizuka está sempre se metendo em confusões e sendo responsável pelos alunos mais problemáticos. Sendo ele mesmo muito problemático e polêmico, o resultado são as palhaçadas mais absurdas, para cada boa ação de Onizuka, ele consegue cometer o dobro de erros e se enfiar nas situações mais ridículas por pura falta de noção.
Faltam poucos dias para o início da E3 2021 e para aumentar um pouco a expectativa, o SUCO reuniu o que podemos esperar de anúncios do evento(alguns confirmados, outros especulados). Confira!
Halo Infinite – Vale lembrar que o lançamento do aguardado título ainda está previsto para 2021.
Outros: Batora: Lost Haven, Beasts of Maravilla Island, Black Book, Chernobylite, Death Trash, Death’s Door, Endling, Eternal Cylinder, Kitsune Tails, Kung Fu Kickball, Lamentum, Loot River, Moonglow Bay, Onsen Master, Run Die Run Again, Sable, Series Cleaners, Severed Steel, Shadow Warrior 3, Starfield, Trifox, White Shadows.
Take Two Interactive (Inclui a Rockstar Games e a 2K Games)
Muito provavelmente NÃO haverá anúncios da empresa, já que eles realizarão um painel sobre “Diversidade, Equidade e Inclusão”.
Nintendo
Especulações:
Bayonetta 3 – Hideki Kamiya promete novas informações sobre o desenvolvimento do projeto em 2021.
Aniversários de The Legend of Zelda e Pokémon abrem portas para possíveis anúncios das duas franquias – fãs especulam The Legend of Zelda: Breath of the Wild 2 (Eiji Aonuma também prometeu mais informações do jogo)
Fãs especulam um remaster para o Switch do The Legend of Zelda: Wind Waker, entrando na onda do remaster para Nintendo Switch de Skyward Sword.