Estamos de volta ao plano gótico de Innistrad, onde Vampiros, Lobisomens, Anjos, Humanos, Zumbis e Espiritos habitam e dão aquele frio na sua espinha. A nova coleção de Magic: The Gathering Innistrad: Caçadaà Meia Noite já está disponível no MTG Arena e cheia de mecânicas novas!
Começamos com a novidade sobre as cartas de dupla face que tiveram origem nesse plano. A Mecânica de Diae Noite agora tem uma alteração onde alguns cards definem o período e assim desencadeia algum efeito. Lembre-se que não apenas os lobisomens estão nessa mecânica e atente-se que uma virada de dia pode ser seu trunfo.
Enquanto que Perturbar vem como resquício da passagem da temível Emrakulno plano? Ou apenas os mortos querendo uma segunda chance? Cards com a mecânica Perturbar são poderosas pois são associadas a ela estar no cemitério e voltar para o campo de batalha mais poderosa ou horripilante. Após isso, apenas o exilio pode confortar essas almas.
E por fim a habilidade de Coventículo, o clássico da união faz a força. Então as cartas que tem essa habilidade olham para as suas criaturas no campo e se três delas tem poderes diferentes algo formidável acontecerá a seu favor.
Aproveite as novas mecânicas jogando o Magic Arena, gratuito, e se prepare para o evento de pré-lançamento no dia 24 de setembro, procure uma loja na sua região e se informe! Lembre-se de se proteger bem ou vai virar comida de Lobisomem!
Quem nunca ouviu falar do clássico momento dos videogames? Era só mandar o ↑↑↓↓←→←→BA e pronto, Konami Code usado! Comemorando a sua primeira aparição, a Konami Digital Entertainment Inc. está lançando um site com informações sobre a série de jogos Arcade Archives e produtos oficiais da Konami.
O Konami Code apareceu pela primeira vez no jogo Gradius de NES (Nintendinho), no dia 25 de Abril de 1986. Quando o ↑↑↓↓←→←→BA era ativado a nave do jogador era atualizada com todos os poderes. E foi assim que esse código começou a se popularizar e aparecer em outros jogos da Konami, como Contra, Sillent Hill3 e Dance Dance Revolution.
Além disso, o que seria de uma festa de aniversário sem música não é mesmo? Dessa forma a Konami traz os artistas DJ Tokyo Machine e DJ Nº2 com novos arranjos para jogos retrô na ArcadeArchives, disponível na Spotify.
Então aproveite e confira a série Arcade Archives produzida pela HAMNSTER Corporation. Com a ideia de reproduzir fielmente jogos clássicos, está na hora de mostrar ao mundo suas habilidades. Pontue alto em Gradius, com a nova batida do DJ Tokyo Machine, e Yie Ar Kung-Fu ao som de DJNº2, que também compôs para Gradius, Ganbare Goemon! Karakuri Dōchū e TwinBee e Salamander. Aproveite o aniversário e explore o ↑↑↓↓←→←→BA!
A medida que a primavera no Japão chega ao fim, os animes da temporada começam a saber seus rumos. Antes mesmo do outono, alguns títulos começam a receber anúncios de continuações. E esse foi o caso de The Duke of Death and His Maid.
No último domingo, a produtora divulgou por meio de seu canal oficial no Youtube o vídeo para a segunda temporada da obra. Apenas 15 segundos confirmaram a sequência do título, ainda sem data de estreia ou demais detalhes.
A adaptação do mangá teve seus primeiros 12 episódios na TV japonesa entre julho e setembro desse ano. Com o anúncio da próxima temporada, intitulada de Zoku-hen, podemos considerar que a série teve um sucesso considerável.
Em publicação desde 2017, The Duke of Death and His Maid teve sua adaptação responsável pelo estúdio J.C Staff. Aliás, a produção também teve participação da SMDE, estúdio afiliado responsável pelo CGI da animação e mesmo estúdio de projetos como Hi Score Girl. Inclusive, essa é uma das diferenças da obra, produzida inteiramente em computação gráfica.
O Duque da Morte e sua Maid
Imagem Divulgação
A maldição do Jovem Duque é angustiante tanto quanto agonizante: qualquer coisa que ele toca, imediatamente, morre. Devido a esse infortúnio, sua família o isola em uma mansão afastada para que não tenha que lidar com a miséria do jovem. Contudo, o duque não está sozinho. Felizmente, sua mais fiel serva Alice o acompanha nas tarefas do dia a dia. Eventualmente, a paixão entre os dois nasce, embora qualquer tipo de contato físico seja mortal. Então, para que possa, enfim, concretizar esse amor, o Jovem Duque e sua Maid devem quebrar a maldição.
A obra original criada por Koharu Inoue está em publicação desde 2017 pela revista Sunday Webry. Seu anime estreou em julho desse ano e aguarda por uma data de estreia de sua sequência direta. Você também pode conferir o Primeiro Gole de The Duke of Death and His Maid aqui no Suco!
Deathloop teve seu lançamento no último dia 14 de setembro para Playstation 5 e PC, e foi desenvolvido pela Arkane Lyon, mesma desenvolvedora de Dishonored: Death of the Outsider, e distribuído pela Bethesda.
O game veio com a proposta de oferecer muito “tiro, porrada e bomba” aliado a sangue e humor. Será que entregou tudo isso mesmo? Vem com agente para descobrir na nossa REVIEW sucolina!
Noites Mal dormidas!
Na pele de Colt iniciamos nossa aventura na beira de uma praia. Segundos antes ele parecia estar sonhando, tendo um baita de um pesadelo na verdade, onde era assassinado por uma garota a sangue frio. Ao caminhar um pouco, já tendo o controle do personagem recebemos um contato por rádio – o primeiro de muitos – uma garota chamada Julianna que nos revela que o que houve anteriormente não foi um pesadelo e sim um fato real, e que Colt está preso em um eterno ciclo temporal que dura 1 dia, ou reinicia quando nosso personagem morre. A garota faz questão de dizer que já o matou várias vezes e que quer fazer isso eternamente para preservar o Ciclo.
Alguns passos adiante, adquirimos nosso primeiro item chamado Hackamajig, uma bugiganga criada pelo próprio Colt e que lhe ajudará muito durante nossa jornada, pois é capaz de hackear alguns itens, como antenas para abrir portas e torretas por exemplo. Logo entendemos o que está por vir: após um acidente em Blackreef, ilha onde se passa nossa aventura, um misterioso fenômeno causou uma anomalia no espaço-tempo, resultando assim o ciclo temporal infinito de Deathloop.
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Como quebrar o Ciclo?!
Um pouco mais adiante no game entendemos em que estamos nos metendo. Primeiro fato descoberto é sobre a AEON, um grupo criado com o intuito de preservar e estudar o ciclo, sob a bandeira de que o lado bom, e pra eles único, de se ter um loop temporal eterno é que as pessoas, obviamente, poderão viver para sempre e serem livres pra fazer o que quiserem, já que renascerão no dia seguinte.
Em seguida somos apresentados aos oito visionários, dentre eles Julianna, estes por sua vez, são membros da AEON e estão dispostos a tudo para entender e proteger o fenômeno. Colt então entende finalmente o que precisa fazer se quiser quebrar o ciclo, matar todos os visionários no mesmo ciclo, ou seja, no mesmo dia, para isso nosso protagonista tentará usar o ciclo ao seu favor!
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A morte é nossa melhor amiga!
Como mencionado mais acima, cada vez que Colt morre o ciclo temporal se reinicia, o personagem começa a usar isso a seu favor, pois apesar do reinicio do Loop temporal, todas informações e conhecimentos adquiridos são preservados, um exemplo disso é o primeiro código que adquirimos. Após morrer e voltar ao início, já sabemos onde ele está marcado e podemos abrir uma porta que não poderia ser acessada no ciclo anterior, então aqui a morte literalmente é um reinicio e em muitos casos morrer será uma arma e uma oportunidade, ou mesmo será necessária para corrigir, prever e agir de antemão diante dos próximos acontecimentos.
Com essas informações, cabe à Colt, entre idas e vindas e muitas mortes, descobrir cada detalhe sobre os visionários, seus Hobbies, personalidades, qualidades, defeitos, fraquezas, virtudes e o principal, saber o que cada um está fazendo e quando estão fazendo para conseguir fazer com que seu minucioso plano dê certo e que o ciclo finalmente se quebre. Mas claro que isso não será tarefa fácil e cabe a você no controle de Colt conquistar esse objetivo, ou pelo menos descobrir se é possível.
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Blackreef: A ilha que nunca morre!
A ilha de Blackreef, tem, quatro distritos para serem explorados, cada um com suas peculiaridades que vão do grande aglomerado de casas e pessoas de Upaam, até áreas mais remotas cercadas por laboratórios como O Complexo, cenários retro futuristas inspirados nos anos sessenta e com lindos visuais, que só a nova geração de consoles, em um bom PC, podem proporcionar.
Além do mais, um ciclo completo contém quatro períodos, manhã, meio dia, tarde e noite. Em cada período do dia, coisas diferentes acontecem e isso fica muito claro desde o começo de Deathloop mesmo para aqueles jogadores que preferem fazer apenas as missões principais, então a dica aqui é, explorar todos os distritos nos quatro períodos do dia, e tentar memorizar o distrito e período do dia em que estava aquele item que você por algum motivo deixou pra trás, afinal se você for em um horário diferente pode ser que o objeto não esteja mais por lá, ou mesmo que você não tenha acesso aquela área.
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Tiro porrada e bomba ou furtividade? A escolha é sua!
A gameplay, e eu diria até a dificuldade, do jogo pode variar de acordo com maneira que você joga ou queira jogar, gosta de sair matando todos? Aqui você pode, e quanto mais barulho fizer mais reforços podem chegar deixando a sua gameplay mais frenética e sangrenta.
A furtividade e cadência é uma ótima opção também, e uma simples arma com silenciador por exemplo, facilita e muito sua vida em Deathloop. Em vários momentos, se o jogador quiser, simplesmente ir adiante sem olhar para trás pode ser uma opção válida.
Jogue com Julianna e preserve o Ciclo
O multiplayer de Deathloop, é bastante peculiar, mesmo se optar por jogar offline durante a sua campanha com o Colt, Julianna, sua arquirrival, irá invadir seu mundo diversas vezes como IA para tentar te matar e, consequentemente, preservar o ciclo.
A única diferença, é que se deixar o game no modo Online, que já vem selecionado por padrão, outro player aleatório poderá invadir seu mundo na pele de Julianna, deixando a gameplay ainda mais divertida e transformando sua partida em um PvP 1 vs 1, há também uma terceira opção onde somente amigos poderão invadir seu mundo. O legal aqui, é que o PvP casou muito bem com a história do jogo já que nossa arquirrival busca nos matar o tempo todo durante a campanha.
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Toda a beleza e recursos que a atual geração de consoles pode proporcionar!
Apesar de estarmos em um momento ainda considerado de transição, onde muitos jogos estão saindo para ambas as gerações, Deathloop já está em um grupo, que tende a ser cada vez maior, de jogos exclusivos da geração atual, e isso pode ser notado no lindo visual aliado a fluidez que só os novos consoles podem proporcionar.
Jogando no Playstation 5, é impossível não notar como o game utiliza bem os recursos do feedback tátil e os gatilhos adaptáveis do Dualsense, falando desse último recurso é possível sentir o “peso” da arma a cada tiro o que ajuda a deixar o game ainda mais imersivo.
Como já tem se tornado padrão nos games para consoles da geração atual, o jogador pode optar por três opções de gráficos diferentes:
Modo Desempenho, que prioriza os 60 fps e deixa a resolução próxima aos 1440p
Modo Ray tracing, prioriza a resolução deixando-a próxima ao 4K, com ray tracing e 30 fps
Modo qualidade visual, que seria um modo intermediário entre os dois anteriores
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“GOTYLOOP”?
Se você busca ser surpreendido durante a história, ou mesmo busca algo mais profundo, talvez possa se decepcionar, afinal, boa parte da história já é nos apresentada logo de cara no tutorial do game. A grande sacada aqui, é como Colt monta todo esse grande quebra cabeça para tentar realizar seu objetivo, se é que isso é possível, ou seja, a cereja do bolo aqui não é o que temos de fazer, mais sim como solucionaremos as adversidades durante nossa aventura, inclusive nos dando a liberdade de jogarmos da maneira que acharmos melhor.
Apesar de aparentar ser repetitivo, cada ciclo é, para o protagonista, uma oportunidade de agir diferente, corrigir o que deu errado, manter o que deu certo, prever o futuro, e o jogador, quando menos esperar, irá estar fazendo o mesmo, mudando suas estratégias quando achar necessário, podendo fazer diferente tendo a seu favor uma arma tão importante quantos as várias armas de fogo que usamos durante o jogo, o conhecimento, e aí sim, estaremos entendendo que a história é só uma coadjuvante nesse universo de tantas possibilidades.
Com muito sangue, uma boa pitada de humor, e ausência de grandes títulos, que acabaram sendo adiados para o próximo ano, Deathloop tem tudo para te surpreender e é sem dúvidas uma ótima opção para os amantes do bom e velho tiro em primeira pessoa. Os mais animados já estão chamando o game carinhosamente de #GOTYLOOP, mas isso é um assunto para um outro dia.
Talk To My Back, obra da mangaká Murasaki Yumada, receberá uma edição compilada pela editora canadense Drawn & Quarterly em inglês, traduzida por Ryan Holmberg. O lançamento, que está previso para julho de 2022, terá 368 páginas e US$ 29, 95. A obra foi serializada nos anos 80 pela Garo e não possui versão traduzida para português.
Murasaki Yamada nasceu em Tóquio em 1948 e faleceu em maio de 2009, enquanto trabalhava como professora na universidade Kyoko Seika. A renomada mangaká é considerada uma figura importantíssima no cenário da produção de mangás shōjo pelas mensagens feministas transmitidas através de suas obras, algo que era incomum nesse tipo de conteúdo durante sua época de atuação.
Ela fez sua estreia em 1969, pela revista de mangá alternativa COM, da Mushi Production. Yamada também publicou títulos na Monthly Manga Garo de Seirindo e outras revistas alternativas. Ela chegou a concorrer a uma vaga na Câmara dos Vereadores do Japão em 1989, almejando ser parte da organização política do Clube Chikyū.
Sinopse, disponibilizada pela D&Q: “Situado em um complexo de apartamentos nos arredores de Tóquio, Talk To My Back de Yamada Murasaki (1981-84) explora o desgaste dos sonhos da classe média suburbana do Japão por meio do relacionamento de uma mulher com suas duas filhas enquanto elas amadurecem e afirmam sua independência, e com o marido, que trabalha até tarde e vê a esposa como pouco mais do que uma empregada doméstica.”
Da Tailândia para o mundo! LALISA, single de Lisa, do BLACKPINK, estreou em 84º lugar na Billboard Hot 100 esta semana. Além disso, a cantora também ocupou a 2ª posição na Billboard Global 200 e Billboard Global Excl. US charts.
The Global 200 top 10 (chart dated Sept. 25, 2021)
Lisa fez sua estreia solo com LALISA na sexta-feira, dia 10 de setembro, depois de muita espera de seus fãs. O videoclipe do single já marca mais de 184 milhões de visualizações no YouTube, além da artista ter batido a marca de 6 milhões de ouvintes mensais no Spotify.
Além de Lisa, outras duas integrantes do BLACKPINK já lançaram seus solos: Jennie, em novembro de 2018 com SOLO, e Rosé, em março deste ano, com On The Ground. Agora, os blinks aguardam ansiosos pelo solo de Jisoo, a integrante mais velha do quarteto.
UNSIGHTED, do estúdio brasileiro Studio Pixel Punk, tem seu lançamento confirmado para dia 30 de setembro pela Humble Games.
No game de ação ao estilo metroidvania, assumimos o controle da androide Alma, com o propósito de salvar seus amigos de se tornarem Unsighted; máquinas de matar sem consciência.
Para isso, irá explorar toda a imensidão de Arcadia, com a finalidade de achar Anima, a fonte de energia que dá consciência a todas as criaturas autômatas do mundo.
Ela também busca recursos como armas e upgrades especiais, bem como atalhos ou caminhos alternativos, que a ajudem a percorrer as ruínas de Arcadia mais rapidamente.
E você vai querer ser rápido em UNSIGHTED, isso porque segundo sua descrição:
“Fique parada demais em um local, e você pode descobrir que NPCs importantes já se tornaram Unsighted antes de encontrá-los. Salve ou drene outros autômatos de sua anima para sua própria sobrevivência.
A constante passagem do tempo pode resultar em finais completamente diferentes, e permite que campanhas futuras se mantenham novas e excitantes.”
Para te ajudar a não perder ninguém importante, é possível customizar Alma com as diversas armas e upgrades encontrados em Arcadia. Evoluindo as habilidades da maneira que mais se adapte melhor ao seu estilo de jogo.
Nesse sentido o game parece mesclar bem o modo campanha entre explorar um pouco mais o ambiente e se apressar em chegar ao objetivo.Além disso, ele também conta com um modo cooperativo, um modo Boss Rush e Dungeon Raid.
UNSIGHTED estará disponível já no lançamento para Xbox Game Pass no Xbox One. Isso graças a um acordo entre a Humble Games e a Microsoft. Dia 30 de setembro o game também sai para PC, PlayStation 4 e Nintendo Switch.
O mangá Kiss x Sis, escrito e ilustrado por Bow Ditama, lançou seu capítulo final na décima edição de 2021 da revista Monthly Young Magazine. O autor aproveitou a publicação para agradecer o suporte de todos os fãs que acompanharam a história ao longo de seus quinze anos em serialização.
Para alguns fãs, ainda há esperança de que algo novo seja anunciado para o futuro da história até 18 de novembro, que é quando o último volume compilado da obra será lançado no Japão. Até então, não foi feita nenhuma declaração sobre o assunto.
Mais sobre Kiss x Sis
O mangá esteve em três diferentes revistas ao longo de seus quinze anos de história, tendo começado a ser serializado em dezembro de 2005 pela Bessatsu Young Magazine. Em setembro de 2008, Ditama passou a publicar a obra na Weekly Young Magazine, onde permaneceu até dezembro de 2009. Desde então, a Monthly Young Megazine tem sido a grande responsável pela publicação dessa história que conquistou tantos fãs ao longo dos anos.
A obra serviu de inspiração para um anime produzida pela Feel Studios , lançada em abril de 2010. A adaptação conta com doze episódios dirigidos por Munenori Nawa e roterizados por Katsumi Hasegawa. Além disso, uma série OVAs (Original Video Animations) foi lançada de dezembro de 2008 a abril de 2015.
Sinopse: “Keita Suminoe é um estudante do último ano do ensino fundamental que vive com seu pai, madrasta, e duas meio-irmãs gêmeas mais velhas, Ako e Riko. Desde o segundo casamento de seus pais na infância, os irmãos sentem-se carinhosamente afetivos e solidários um com o outro. Atualmente o trio percebe que seus antagonistas estão visivelmente menos platônicos; Ako e Riko frequentemente flertam e cobiçam Keita, apesar de ele, devido a sua tensão, lutar para impelir eles de suas ações mas no fundo sabendo que gosta de tais atos.”