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Moonrise, Exception e Isekai Ojisan são os novos animes que chegam pela Netflix

Moonrise
Imagem Divulgação

Mais anúncios chegando pela Geeked Week da Netflix e entre eles a nova animação do estúdio WIT (Attack On Titan, Bubble), MOONRISE. Prepare-se para um anime emocionante e visualmente de tirar o fôlego que explora as vastas dificuldades de explorar o espaço sideral. MOONRISE ainda não tem data de estreia definida.

Confira o pôster promocional:

A Netflix também anunciou que Exception estava em andamento no ano passado, uma história do autor de ficção científica Hirotaka Adachi com designs de personagens do artista de Yoshitaka Amano, e direção de Yuzo Sato.

O enredo da obra é sobre um futuro distante, no qual os seres humanos foram forçados a deixar a Terra e migrar para outra galáxia. Uma equipe avançada de naves espaciais chega a um planeta que deve ser terra-formado. Cada membro da equipe é produzido por uma impressora 3D biológica.

A plataforma compartilhou no Twitter as primeiras imagens do novo anime para dar uma ideia do tipo de estética e ambiente do novo projeto. Ainda não foi revelada uma data de lançamento para Exception.

A outra animação é a comédia-fantasia, Uncle From Another World, que adapta o mangá Isekai Ojisan, de Hotondo Shindeiru, lançado no website da Kadokawa.

A estreia acontece em 6 de julho deste ano no Japão e, posteriormente, será distribuído pela Netflix ao redor do mundo.

Sinopse: Durante 17 anos o tio de Takafumi esteve em coma, até que em um determinado dia finalmente acordou.

Se apenas esse evento já não fosse inesperado o bastante, Takafumi descobre que durante o tempo em que seu tio esteve em coma ele, na verdade, havia sido transportado para outro mundo.

Agora dividindo o quarto com seu tio, que é literalmente mágico, Takafumi precisa ajudá-lo a se adaptar a duas décadas de diferença, principalmente quando estamos falando de videogames e tecnologias, já que seu tio é completamente viciado nisso.

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Pré-venda do AESPA registra mais de um milhão de vendas

aespa girls
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Gostando ou não, não tem como negar que o AESPA é um dos maiores grupos de kpop da quarta geração.

Com apenas dois anos de atividades, o grupo feminino marca grandes números desde a sua estreia. Com apenas 3 meses de lançamento do single de estreia Black Mamba, o AESPA já estava ganhando prêmios de stream no Inkigayo. Além disso, desde o lançamento a música ficou em primeiro lugar de várias plataformas, inclusive na China, que ultrapassa os 1 bilhão de habitantes.

Hoje com dois Daesangs e uma apresentação no Coachella no currículo, as garotas acabaram com qualquer expectativa dos haters de serem “One hit Wonder” ou seja, um grupo que lança uma música viral e depois não tem mais sucessos.

O novo álbum do AESPA, chamado Girls, tem sua estreia marcada para o dia 08 de julho, e com o single Illusion já disponível nas plataformas digitais, o álbum já conta com mais de um milhão de cópias na pré-venda!

Não tem como negar o poder que está geração do kpop tem, e o AESPA está caminhando para se tornar um dos nomes que não serão esquecidos no mundo da música.

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Junji Ito Maniac | Netflix anuncia anime das obras de Junji Ito

Junji Ito Netflix
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Junji Ito é um aclamado autor japonês de mangás de terror, conhecido por suas obras sombrias e impactantes. Dessa forma, a Netflix anunciou que está trabalhando em uma adaptação em anime para suas histórias. Segundo o autor serão 20 produções, entre elas foram reveladas três: Tomie, Souichi e The Hanging Balloons.

A novidade foi apresentada durante o Geeked Week, o evento da plataforma de streaming com as principais novidades da marca. A produção deve chegar à plataforma em 2023.

Confira o anúncio do autor:

Segundo Junji Ito, por se tratar de coletâneas de histórias, Tomie e Souichi não serão adaptados na íntegra. No entanto, ainda não foram revelados os contos específicos que serão produzidos pela Netflix.

Tomie foi a primeira obra publicada de Ito, em 1987, e é tida como uma das mais influentes de seu gênero no Japão. Souichi, por sua vez, é um dos personagens mais famosos do autor e protagonista de diversos contos, enquanto The Hanging Balloons é uma história destinada a refletir desejos suicidas e alucinações em massa.

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Cyberpunk: Mercenários | Netflix libera trailer e previsão de estreia

Cyberpunk: Mercenários
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A Netflix lançou o aguardado trailer do anime de Cyberpunk: Edgerunners (Cyberpunk: Mercenários), uma produção do Studio Trigger inspirado no game da CD Projekt Red, o Cyberpunk 2077. A série de animação tem previsão de estreia para setembro 2022.

Confira o trailer:

Situado na mesma Night City do game Cyberpunk 2077, o anime Cyberpunk: Mercenários contará uma história inédita, com direção de Hiroyuki Imaishi (Gurren Lagann, Kill la Kill, Promare), e design de personagens por conta de Yoh Yoshinari (Little Witch Academia), enquanto a trilha sonora será comandada pelo renomado compositor Akira Yamaoka (franquia Silent Hill).

O Studio Trigger é conhecido por diversos animes, como BNA: Brand New Animal, Promare, Darling in the Franxx, Little Witch Academia, Kill la Kill e mais.

Adam Badowski, Diretor de Cyberpunk 2077 e Head de Estúdio da CD PROJEKT RED, se pronuncia sobre a animação:

Devoramos quase toda a ficção cyberpunk existente para assistir, ler e jogar; é um gênero que deixa muito espaço para a criatividade e teve uma influência tão forte sobre nós. CYBERPUNK: EDGERUNNERS é a nossa carta de amor ao estilo cyberpunk como um todo e às histórias contadas de forma animada.

Alguns desenvolvedores da CD Projekt Red mostraram trechos inéditos do anime enquanto comentavam as cenas e toda a cultura do mundo de Night City. Confira:

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Jhope e TXT estarão no Lollapalooza

j-hope-Lollapalooza
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O amado e famoso festival americano Lollapalooza tem sua edição desse ano confirmada para os dias 28, 29, 30, 31 de julho, em Chicago. Assim, os artistas Jhope e TXT são os primeiros artistas sul coreanos a estarem na Headline do evento.

Quando perguntados sobre as escolhas, Perry Ferrel, um dos fundadores do evento relatou:

Estamos felizes em receber o Jhope e o TXT na família do Lollapalooza. Esses artistas tem o dom da comunicação, sua audiência global fala línguas diferentes mas apresenta uma intensa paixão pela sua música, e o Lolla é o lugar onde todos os gêneros de música vivem em harmonia. E eles são super estrelas do K-pop.

Realmente! O evento também irá incluir Charlie XCX e Metallica.

Então, além de um lugar que é praticamente a farofa da Gkay dos Estados Unidos, realmente é um dos eventos mais inclusivos da música hoje. Em um momento no qual a intolerância retorna as mídias, o posicionamento do Lollapalooza faz a diferença.

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O que a Lisa, do Blackpink estava fazendo com a Anne Hathaway?

anne hathaway lisa blackpink
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Enquanto o senhor YG, não libera o comeback do Blackpink, as garotas não estão paradas esperando o tempo passar, Lisa, Rose, Jisoo, e Jennie, tem se dedicado em seus projetos solo, e ao mundo da moda, no qual as quatro cantoras são muito influentes, visto que a maioria das marcas já perceberam que as it girls da Coreia, tem grande influência com o público e as tendências.

Tivemos Rosé no Met Gala, e dessa vez os blinks foram surpreendido pela presença da Lisa como embaixadora da Bulgari, ao lado de ninguém mais ninguém menos do que Anne Hathaway, atriz conhecida e amada aqui no Brasil por seus papéis em: O diabo veste prada, e O diário de uma princesa da Disney.

As artistas estavam com looks combinando, na cor amarela, e o evento ocorreu em forma de jantar, com algumas apresentações e o lançamento da primeira joia NFT.

Ou seja, designs únicos, de peças que não podem ser trocadas, ou vendidas.

Dona Lisa não é fraca não né?

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Mieruko-Chan | Mangá chega ao Brasil pela Panini

mieruko-chan
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A Editora Panini, lança esse mês no Brasil, o mangá Mieruko-chan (“A Garota Que Pode Vê-los”), um seinen sobrenatural que gira em torno da protagonista Miko Yotsuya, uma estudante que começa a enxergar seres extraordinários que as pessoas comuns não conseguem ver. Ela não tenta fugir e nem enfrentá-los, simplesmente faz de tudo para ignorá-los.

Nessa história, Miko passa por situações cômicas e perturbadoras junto de sua melhor amiga, Hana Yurikawa, que não percebe nada. Bem-vindos ao primeiro volume desta comédia sensacional com toques de horror!

Ficha Técnica
Periodicidade: Mensal
Formato: 13.7X20 cm
Classificação Etária: 18 anos
Número de páginas: 154
Tipo de capa: Cartão
Valor: R$ 34,90

A obra de Tomoki Izumi é publicada no website ComicWalker, plataforma da Kadokawa Shoten, desde novembro de 2018 e possui sete volumes impressos no Japão até agora.

Mieruko-chan ganhou uma adaptação para anime em outubro de 2021 pelo estúdio Passione, 12 episódios e está disponível no Brasil pela Funimation com dublagem e legendas em português (acesse AQUI). Confira o nosso Primeiro Gole AQUI!

Confira o trailer:

 

 

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Hiromi Uehara e sua rapsódia em vários tons no Rio de Janeiro

Hiromi Uehara Teatro Municipal RJ
Hiromi Uehara no Teatro Municipal (Foto: Renato Mangolin)

Na noite desta última quinta-feira, o histórico Teatro Municipal do Rio de Janeiro esteve lotado de gente para assistir a uma das maiores pianistas da atualidade. Com mais de vinte anos de carreira nas costas, Hiromi Uehara retornou à capital cultural do país para tocar principalmente o repertório de “Spectrum”, álbum de 2019.

As luzes apagadas e os devidos realizadores do evento anunciados, entre eles a Japan House, Hiromi Uehara apareceu prontamente num vestido laranja e serelepe saltou ao nível do seu piano Yamaha. O que se seguiu durante a próxima hora não poderia ser descrito com nada menos do que espetacular.

Kaleidoscope foi a música que abriu o concerto. A peça, que também abre o disco Spectrum, cai muito bem como abertura, pois apresenta de diferentes modos a artista que é a Hiromi, tal qual o caleidoscópio referido no título. Porque se é verdade que Hiromi é bastante conhecida como uma pianista de jazz e também é verdade que o jazz é uma presença esmagadoramente forte no seu estilo, impera nela sobretudo a vontade de experimentar e de escapar às definições convencionais.

Hiromi Uehara Teatro Municipal RJ
Hiromi Uehara no Teatro Municipal (Foto: Renato Mangolin)

E como isso é expresso tanto em Kaleidoscope como em suas demais músicas? Com ritmos quebradiços, melodias e harmonias sobrepostas, arpejos subindo e descendo como o arco de uma senóide, ou para usar uma analogia menos pedante, como as voltas de uma montanha russa. E falar numa montanha russa de emoções não é nada indevido, pois cada acorde que quebra sua sequência e te joga de volta num loop melódico é tocado com tamanha força que muito se assemelha ao susto do despencar de uma montanha russa. A apresentação, afinal, proporciona uma experiência que é tudo menos passiva.

Em Yellow Wurlitzer Blues é possível vislumbrar um lado meigamente travesso da Hiromi. Como implica o título, temos uma composição bastante animada, convidativa até, pois o gingado da música fazia mover cabeças, dedos e pernas ao ritmo do blues. Ainda falando em gingado, quem assiste a uma apresentação de Hiromi Uehara testemunha uma artista completamente envolvida com sua arte. Seu corpo também atua com as mãos às teclas.

O ritmo do blues envolve a pianista com gestos, sorrisos travessos, quando não até gemidos; e o furor do momento por vezes a prende à melodia, sustentando ao máximo possível. Esse último detalhe surpreende, porque manter uma sequência harmônica por tanto tempo pode parecer monótono, a princípio. Mas é aí que músicos costumam se dividir entre os adeptos do virtuosismo e os adepto do feeling. Hiromi, dando grande exemplo do último, sustentava as notas com tamanha paixão que ao final os aplausos eram mais que certos.

Hiromi Uehara Teatro Municipal RJ
Hiromi Uehara no Teatro Municipal (Foto: Renato Mangolin)

Com uma plateia plenamente animada e encantada com o talento e a forte presença de palco da pianista, Hiromi tirou um tempinho para umas palavrinhas para os presentes. Primeiro com o inglês e depois, com o auxílio de uma folha, num português surpreendentemente bem pronunciado, Hiromi expressou sua alegria por estar de volta ao Rio de Janeiro. Em sentimento compartilhável com todos nós, a pianista mostrou-se aliviada em poder se apresentar ao vivo após a passagem de anos tão difíceis e restritivos para todos nós que os vivenciaram.

Foi nesse sentimento de gratidão, a despeito de uma demonstração profundamente constrangedora de desrespeito à artista por parte do público que começou um princípio de confusão entre si, que Hiromi Uehara iniciou sua próxima canção, Place to Be. A composição de 2009 exalava esse sentimento caloroso de quem se sente grata por ter um lugar onde se possa estar. Onde uma pessoa pode ser alguém.

Gratidões externadas, Hiromi voltou à sua habitual apresentação com composições que se assemelhavam à sua abertura.  Valem aqui a menção de duas semelhanças no estilo da pianista, a fim de comparação, para que o leitor ou a leitora possam melhor visualizar o estilo de Hiromi Uehara. Aos fãs de Kingdom Hearts, a intensidade rítmica de seu piano a muito lembram as trilhas de ação em The World That Never Was, tocadas principalmente em piano. E aos fãs de j-rock, é impossível não traçar um paralelo com o músico Yoshiki do X Japan, principalmente no trato por vezes violento que Hiromi se expressa ao piano, dependendo da intensidade do momento.

Hiromi Uehara Teatro Municipal RJ
Hiromi Uehara no Teatro Municipal (Foto: Renato Mangolin)

Na última música antes de sua conclusão, o Teatro foi tomada por um forte breu, com apenas três holofotes destacando a artista. Ao melhor estilo “menos é mais”, uma melodia mais leve feito uma pluma evidenciou não só a versatilidade de Hiromi Uehara, que transita entre o melódico e o virtuoso com plena naturalidade, como denunciou a imensidão de ruídos que nos rodeiam. A culpa não poderia ser do público, evidentemente.

Nada mais natural umas tosses ali ou um ajeito no assento aqui. O que impressiona aqui é o fato desses gestos tão naturais terem se assemelhado a explosões de granadas diante de tamanha leveza tocadas pelas mãos de Hiromi. Todos os parabéns aí vão para o trabalho de iluminação, porque o enfoque visual estrito à artista ajudava e muito a redirecionar nossa atenção para aquilo que importava.

A “Rapisódia em Vários Tons de Azul” foi o grand finale do show de Hiromi Uehara. Aqui palavras faltam para explicar a magnitude do que foi apresentado. A composição de mais de vinte minutos foi tocada com a mesma naturalidade com que se inspira e expira os pulmões para respirar.

Hiromi Uehara Teatro Municipal RJ
Hiromi Uehara no Teatro Municipal (Foto: Renato Mangolin)

É simplesmente inacreditável testemunhar tamanha proeza com um instrumento ao vivo, tal qual é a destreza que Hiromi demonstra seguidas vezes em suas notas, que deslizam suaves como seda aos ouvidos. E em Rapsody in Many Shades of Blue entendemos a fama que Hiromi Uehara conquistou como uma artista que experimenta tantos estilos de uma vez, alcançando a proeza de mesclar com tamanha naturalidade e imediatamente um após o outro, tanto Bach como John Coltrane. A conclusão da peça deixou evidente a qualquer um o final épico de um show e os aplausos de pé foram inevitáveis.

Tão inevitável quanto os aplausos calorosos foram os pedidos de bis, que foram prontamente atendidos. Chamando as palmas do público para acompanhá-la em sua última música do dia, Hiromi aceitou contente e chamou à cena as palmas tímidas de pessoas aqui e ali que não resistiram em lhe acompanhar, mesmo sob fortes olhares de reprovação do entorno. A timidez deu lugar ao furor generalizado, finalizando o concerto de maneira plenamente festiva.

Hiromi Uehara já demonstrou que não gosta de ser definida de um jeito x ou y, pois não apetece à pianista, a ideia de se limitar a um estilo ou jeito de tocar. Justo. É evidente que o jazz não a define. Compõe, mas não define. Porém, uma palavra define a artista de forma clara, cristalina e inegável sem a limitar em nada. Hiromi é plenamente dionisíaca.

Hiromi Uehara Teatro Municipal RJ
Hiromi Uehara no Teatro Municipal (Foto: Renato Mangolin)

A palavra já foi usada com mais frequência, principalmente quando Nietzsche já esteve mais em moda. Mas fato é que tal qual o deus grego das festas, do furor e do vinho, Hiromi Uehara é uma artista que intoxica e se deixa intoxicar pela sua melodia, como quem cai de cabeça no mandamento de Baudelaire: embebedar-se de álcool ou de poesia ou, no caso de Hiromi, de música. Sua disposição sem fim em experimentar de tudo um pouco que a música tem a oferecer casa com o caráter atribuído a Dionísio de ser aquele quem traz o furor, a excitação e a alegria onde quer que pise.

A esta definição Hiromi Uehara não escapa. Ela não só é uma das melhores pianista vivas, como é sem dúvida uma das artista mais dionisíacas de nosso tempo.

Hiromi Uehara Teatro Municipal RJ
Hiromi Uehara no Teatro Municipal (Foto: Renato Mangolin)

Leia também: Piano no Mori (Forest of Piano) | Review

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