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‘VISIONS’ | Ouça o novo single de Akane Kumada com Takuma Terashima!

Akane Kumada
Imagem Divulgação

No dia 28 de outubro, Akane Kumada lançou digitalmente ‘VISIONS (feat. Takuma Terashima)’, a segunda música tema do jogo para smartphone That Time I Got Reincarnated as a Slime: The Saga of How the Demon Lord and Dragon Founded a Nation. Essa música também foi incluída em ‘Eien no Kizuna’, música tema do álbum de That Time I Got Reincarnated as a Slime Movie: Guren no Kizuna-hen, lançado em 25 de novembro (2022).

‘VISIONS’ é a última música de Akane Kumada para a série That Time I Got Reincarnated as a Slime, na qual ela também dubla a personagem Ellen. Apresentando seu colega de gravadora Takuma Terashima, a música mantém o som de rock típico de Kumada, mas com cordas marcantes e um tom melancólico, mas esperançoso. Assim como ‘Brand new diary’, foi produzido por Takuma Terashima e R.O.N.!

OUÇA AGORA NAS PLATAFORMAS DIGITAIS!

SOBRE AKANE KUMADA

Akane Kumada
Divulgação: Crunchyroll

A carreira de Akane Kumada começou quando ela ganhou o Grand Prix na audição Anisong Stars em 2017. Depois disso, ela passou a dublar Ellen em ‘That Time I Got Reincarnated as a Slime’.

Fez sua estreia como artista musical em janeiro de 2020 com a música tema de abertura ‘Sunny Sunny Girl’. Nos últimos anos, ela tem atuado não apenas em anime, mas também em uma ampla gama de outras atividades, incluindo aparições regulares em programas de rádio e programas de variedades na TV.

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O filme de Kaguya-Sama estreará nos cinemas em dezembro

Kaguya-sama: Love is War - The First Kiss Never Ends
Imagem Divulgação

O longa-metragem que dá sequencia à terceira temporada da animação, intitulado de Kaguya-sama: Love is War -The First Kiss That Never Ends, irá estrear dia 17 de dezembro de 2022 nos cinemas do Japão, antes de chegar à TV.

Também foi divulgado que uma pré-estreia com a primeira parte do especial, com duração aproximada de um episódio, será exibida no evento Anime NYC, em 19 de novembro nos EUA. Confira o pôster do anúncio:

Imagem Divulgação

O anime do estúdio A-1 Pictures (86 Eighty-Six), conta com Mamoru Hatakeyama (Record of Grancrest War) na direção, Yasuhiro Nakanishi (A Couple of Cuckoos) na composição de série, Yuuko Yahiro (Record of Grancrest War) na adaptação do design de personagens para o anime e Kei Haneoka (Owarimonogatari) na trilha sonora.

Kaguya-sama: Love is War -The First Kiss That Never Ends – Teaser

Sinopse: Considerado um gênio por possuir as maiores notas do país, Miyuki Shirogane é o presidente do grêmio estudantil da prestigiosa escola Shuchiin, trabalhando junto com a bela e rica vice-presidente Kaguya Shinomiya. Os dois são considerados como o casal perfeito entre os estudantes da Shuchiin, apesar de que eles não estejam em um relacionamento amoroso.

Contudo, depois de passar tanto tempo juntos, os dois acabaram se apaixonando. Infelizmente, nenhum dos dois está disposto em admitir seus sentimentos e confessar para o outro. Já que ambos enxergam isso como um sinal de fraqueza. Agarrando-se ao orgulho e transformando o amor em um campo de batalha, os dois se dedicam em bolar estratégias para fazer o outro confessar seu amor primeiro.

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One Piece Film Red estreia nessa semana

ONE PIECE FILM RED
Imagem Divulgação

Chegou a hora de ver um dos animes mais famosos do mundo pela primeira vez nas telonas. Com distribuição da Diamond Films, ONE PIECE FILM RED entra em cartaz a partir de 2 de novembro (quarta-feira). A pré-venda está disponível e o público já pode garantir ingressos para a semana de estreia, de 2 a 9 de novembro.

Em ONE PIECE FILM RED todos conhecerão Uta, a cantora mais amada do planeta, cuja voz foi descrita como “de outro mundo”. Ela é conhecida por esconder sua própria identidade ao se apresentar. Agora, pela primeira vez, Uta se revelará ao mundo em um show ao vivo.

Com a Marinha assistindo de perto, o local se enche de fãs de Uta – incluindo piratas animados e os Chapéus de Palha liderados por Luffy, que vieram para curtir sua performance – todos aguardam ansiosamente a voz que o mundo inteiro estava esperando. A história começa com a chocante revelação de que ela é a enigmática filha de Shanks.

Dirigido por Goro Taniguchi (Code Geass), ONE PIECE FILM RED é o 15º filme de One Piece e estará em cartaz nos cinemas brasileiros nas versões dublada e legendada. O elenco de vozes nacionais do filme conta com Adrian Tatini (Usopp), Agatha Paulita (Chopper), Bianca Alencar (Uta), Carol Valença (Luffy), Duda Ribeiro (Franky), Glauco Marques (Zoro), Guilherme Briggs (Brook), Mauro Ramos (Jinbe), Samira Fernandes (Nico Robin), Silvio Giraldi (Sharks), Tati Keplmair (Nami), Wendel Bezerra (Sanji), entre outros.

Trailer Dublado

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Conheça o espaço de games do Rio Innovation Week

rio innovation week 2022
Imagem Divulgação

Um dos espaços mais concorridos da primeira edição do Rio Innovation Week, a área de games cresceu e recebe o novo nome de Game Season. Com uma programação completa para os amantes de jogos, o espaço terá tokens não fungíveis (NFTs) que desbloquearão experiências futuras exclusivas para os participantes, além de competição de Free Fire, jogo eletrônico mobile de ação-aventura do gênero battle royale, transmitida em tempo real. O Rio Innovation Week acontece de 08 a 11 de novembro, no Píer Mauá.

O espaço terá um palco 3D com uma temática imersiva, inspirada nos grandes campeonatos. “Quem é amante de jogos pelo celular vai amar demais. É um palco totalmente voltado para o mobile”, afirma Erick Guimarães, um dos curadores da conferência. A nova área terá também espaço para e-sports, com palestras de especialistas do mercado esportivo.

Outra novidade desta edição são os Tokens Não Fungíveis personalizados para os participantes. Um dos fundadores da Tensegrity Network, empresa de tecnologia e cocriadora de conteúdo para a web 3.0, Thiago Curvello, é um dos responsáveis pelos NFTs do evento. O objetivo é criar uma comunidade em torno do RIW. “Além de ser um passaporte do evento, os tokens terão experiências futuras personalizadas”, ele indica.

Todo participante do Rio Innovation Week poderá coletar NFTs de palestras e palestrantes que tenham interesse durante os quatro dias, recebendo informações sobre temas que realmente se encaixem nas preferências pessoais de acordo com as escolhas dos tokens.

Além de conhecer um pouquinho de cada pessoa presente, iremos coletar informações e perfis. Se o participante baixou um token de empreendedorismo, já sabemos o que disponibilizar não apenas no evento, mas durante todo ano com conteúdos relevantes para preferência do usuário, até a próxima edição do RIW”, completa Thiago.

Rio Innovation Week

A segunda edição do Rio Innovation Week reunirá mais de 2000 startups, 700 palestrantes, 200 empresas expositoras, participação de mais de 2.000 startups, debates sobre o futuro de diferentes segmentos que movem a economia e indicam o comportamento da sociedade.

Rio Innovation Week trará para o mesmo espaço diversos segmentos de mercado que hoje tem seu futuro baseado na inovação e tecnologia. O público do evento é composto por profissionais de diferentes posições, incluindo iniciativa privada, Academia, governo, empreendedores, investidores, instituições de pesquisa e profissionais especializados.

Conheça os números da primeira edição do Rio Innovation Week, realizado em janeiro de 2022

  • Geração de R$ 300 milhões em novos Negócios;
  • Público durante os 4 dias — 48 mil pessoas
  • Mais de 500 palestrantes em 19 palcos;
  • 780 horas de palestras;
  • Cerca de 200 expositores;
  • 1.500 startups participantes;
  • Mais de 1.000 investidores.

Rio Innovation Week — Novembro 2022

Os ingressos para o Rio Innovation Week — Píer Mauá 2022 estão à venda na plataforma Sympla.

O evento é realizado por Base Produções, LER Cultural e Sai do Papel.

A 2a edição do Rio Innovation Week conta com patrocínio Master do Sebrae, CNC, Cedae e Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro; patrocínio Platinum da Stellantis, Petrobras e Softex; e patrocínio Bronze da Itanet. Tem também parceria Institucional da Fecomércio – RJ, Sesc e Senac. São parceiros estratégicos Proderj, Pessagro, Governo do Estado do Rio de Janeiro, FBHA e ASSERJ.

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CCXP22 confirma painel da Mauricio de Sousa Produções

Imagem Divulgação

Um dos parceiros mais antigos e queridos do maior festival de cultura pop do planeta terra está confirmado para a edição de 2022! A Mauricio de Sousa Produções (MSP) está de volta na CCXP22 e mantendo a longa tradição de vários anúncios, o estúdio promete trazer conteúdos de todas as suas áreas no evento que acontece entre 1 e 4 de dezembro.

Em sua primeira edição participando da CCXP, em 2015, a MSP anunciou de forma exclusiva a produção do filme ‘Laços’, o primeiro da trilogia dirigida por Daniel Rezende, que levou ao cinema a famosa HQ da Turma da Mônica em formato de filme. Em 2016, o público pôde conhecer, em carne e osso, o cachorrinho que seria usado como ‘Floquinho’ no filme oficial produzido pelo estúdio.

Na edição especial da CCXP Tour Nordeste, que aconteceu em 2017, o homenageado do evento foi o criador da Turma da Mônica, Mauricio de Sousa, e ainda contou com o anúncio do desenho ‘Bairro do Limoeiro’, transmitido em 2018. Já na edição do evento em dezembro, o estúdio mostrou as primeiras fotos oficiais do ‘Turma da Mônica: Laços’, além de divulgar as HQS com o selo Graphic MSP, lançado na época.

Em 2018, a MSP chegou com tudo dentro da CCXP e anunciou as parcerias exclusivas com a DC Comics, em um projeto da Turma da Mônica e a Liga da Justiça e com a HBO, para uma série animada do ‘Astronauta’, personagem que faz parte das criações de Mauricio. Em 2019, durante aquela que seria o último evento presencial antes da pandemia, o estúdio anunciou pela primeira vez a continuação o mundo cinematográfico da Turma, com o filme ‘Turma da Mônica: Lições’

Durante a primeira CCXP Worlds, em 2020, a Mauricio de Sousa Produções foi homenageada pelo evento sendo a ilustração oficial do pôster do evento, durante as comemorações dos 50 anos da primeira edição da revista da Mônica. A arte contou com a participação de 19 artistas que fizeram os desenhos dos personagens mais famosos do estúdio. No mesmo ano foi apresentado ao público também, em primeira mão, o crossover entre Turma da Mônica e Garfield.

Em 2021, durante a segunda edição da CCXP Worlds, o estúdio contou com a participação da Mônica Sousa, filha e inspiração de Mauricio de Sousa, que assumiu o comando da atração e realizou uma entrevista com Mauricio, onde foi apresentado o lançamento da coleção especial do personagem Horácio, com histórias que Mauricio escreveu há mais de 20 anos. Além de um bate-papo de Mônica com o diretor Daniel Rezende trouxe novidades sobre o filme ‘Turma da Mônica – Lições’ e o primeiro minuto do filme foi exibido com exclusividade para os fãs da personagem. Por fim, ainda foi mostrada uma conversa descontraída entre os dois gênios dos quadrinhos, Mauricio de Sousa e Jim Davis, o criador do Garfield.

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A Filha Perdida | Review

a filha perdida
Imagem Divulgação

O objetivo das férias é nos fazer distrair a cabeça, esvaziar a mente de problemas e principalmente relaxar, se em meio a elas acontecesse algo inusitado, do tipo que te dá gatilhos do passado, o que você faria? A Filha Perdida é o drama de uma mãe amargurada que mantém sua vida livre, leve e solta que acaba se transformando em solidão graças a tantos momentos felizes de outras famílias, afinal qual a mensagem esse filme quis passar de verdade? A resposta? Depende de você literalmente.

A trama é arrastada e cansa de assistir, um filme que incomoda demais, não se mostra nada atrativo e por mais que eu ame tramas lentas, aqui faz bater o sono de tanta cena desnecessária e diálogos soltos. Para tentar trabalhar o vínculo com a protagonista, abusa-se de flashbacks, isso foi uma missão fracassada, pois o tão forçado que o filme quis que gostássemos da protagonista foi de irritar e querer abandonar o filme, e digo isso porque compramos o drama dela, entendemos a dor, não era necessário ficar enchendo linguiça para colocar contexto no drama da protagonista, ficou chato e desnecessário.

Entrando na parte de elenco, só vale mesmo destacar a protagonista, Olivia Colman no papel de Leda entrega muito, infelizmente é sabotada por uma trama monótona, mas expressões e gesticulações souberam falar muito mais do que seus diálogos, não é a toa que a mesma concorreu ao Oscar de Melhor Atriz. Seus atos colocam a semente da dúvida sobre o que está acontecendo no filme, o momento do plot é o que faz todos os problemas da obras serem piores ainda e nós continuarmos de olho na única personagem possivelmente boa de A Filha Perdida, se não fosse Olivia Colman, nada desse filme seria salvo.

A mensagem do filme não é tão clara, mas se mostra genial, podemos ver claramente o que é uma mãe em frangalhos ao decidir seguir a vida ao invés de se manter presa as suas filhas e marido, nós devemos sempre buscar nosso bem estar, mas qual a consequência que isso pode gerar? No caso de Leda temos uma escolha que pode ser mostrada como egoísta porém necessária para alguém que não queria aquela vida, ao mesmo tempo o quanto irresponsável pode ser abandonar suas filhas menores só porque não buscava aquela vida? Ao mesmo tempo, como o decorrer do filme mostra, Leda não ficou exatamente bem com essa escolha, mesmo que ela tenha buscado a felicidade no fim já havia se transformado em amargura, isso que Leda diz em cena ser uma mãe degenerada, então temos uma personagem estilhaçada devido a escolhas do passado, com isso fica a pergunta, qual seu julgamento, ela estava certa ou errada em abandonar as filhas e seguir a vida, e será que valeu a pena? É intrigante, admito não ter uma opinião formada, não acho justo com as crianças, mas quem sou eu para julgar a dor do próximo, talvez a melhor mensagem dessa temporada do Oscar disparado, porque não existe uma escolha certa, a única coisa que estamos fazendo é julgar o próximo sem saber sua dor e seu passado, é de se aplaudir de pé.

Ritmo lento não faz de um filme uma obra prima, se não souber trabalhar nada em trama arrastada, é só mais um filme chato que todos vão desistir no meio, o plot e a mensagem são grandiosos contudo ofuscados por um filme monótono, A Filha Perdida faz jus a indicação de Olívia Coleman e só isso, acredito ser um filme que passou desapercebido pelo público ou talvez nem assistido pelos mesmos, não preciso chamá-lo de problemático e esquecível, a obra já faz isso em tela.

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Legend of Mana: The Teardrop Crystal | Primeiro Gole

Legend Of Mana
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Historicamente falando, adaptações de jogos para outras mídias não dão muito certo. Existe uma enxurrada de filmes e séries de qualidade duvidosa que falharam em adaptar jogos para novas mídias, apesar de recentemente estarem surgindo boas adaptações de jogos explorando outros formatos. Seiken Densetsu – Legend of Mana: The Teardrop Crystal é uma adaptação em anime de um clássico supremo dos RPG’s da Square Enix: Legend of Mana. Inclusive, a princípio isso pode ser combustível para inflamar a vontade dos fãs de assistirem esse anime. Porém, apenas ela não vai segurar essa animosidade muito tempo…

Muita coisa em pouco tempo…

Em Legend of Mana: The Teardrop Crystal, acompanhamos a história de Shiloh, um menino que vive aos arredores da cidade de Domina e que começa a escutar em seus sonhos uma voz misteriosa dizendo que ele possui uma missão a ser cumprida. Então, imediatamente temos os primeiros contatos de Shiloh com duas crianças de poderes aparentemente misteriosos. Em seguida vemos que não existem humanos comuns em sua vila e que, ao contrário de Shiloh, não possuem vontade alguma de conhecer o mundo exterior. Assim, nosso protagonista, motivado pelas vozes em sua cabeça e pelo recém conhecido Elazul, parte em busca de uma aventura atrás de Pérola, a amada de Elazul.

Primeiramente, essa sinopse pode parecer vaga, sem se importar se quem está lendo iria entender os rumos que a história está preparando. Entretanto, é exatamente essa sensação que você tem ao assistir o primeiro episódio. Tudo é muito vago, sem profundidade e parece um amontado de informações jogadas para tentar te colocar no mundo da obra, mas que acaba apenas te deixando confuso.

Um pouco… precoce

Dessa forma, Legend of Mana aparentemente parte da premissa que você já conhece o jogo e portanto já está familiarizado com o mundo e com os personagens. Afinal, a história segue o mesmo roteiro do jogo aqui, mas esse é um dos maiores defeitos desse primeiro episódio. Além de Shiloh não transmitir carisma algum, os demais personagens que são apresentados no episódio lembram conversas sem muita importância com NPC’s aleatórios no início de um jogo.

Além disso, no meio do episódio temos o surgimento de Elazul, aquele clássico personagem mal-encarado, que inicialmente parece um vilão, mas que rapidamente mostra ter um objetivo nobre, mesmo que não faça sentido nenhum para nós. Ele procura por uma garota em específico e aparenta estar desesperado por ela. Então, literalmente de repente, Shiloh resolve ajudá-lo após receberem um artefato que pode ajudar a encontrá-la. Juntamente desse possível objetivo com sua vontade de conhecer o exterior e as vozes em sua cabeça, Shiloh parte com Elazul em busca de uma aventura. Porém, eles agem como se fossem melhores amigos, ignorando o fato de terem se conhecido há poucos instantes.

Esse contexto ocorre em pouco mais de 20 minutos e te deixa perdido no que está acontecendo, mas quando você começa a entender, tudo avança muito rápido, como se realmente estivessem apressando as coisas nesse primeiro episódio. Ou seja, correram no primeiro para que os demais fossem repletos de ação e aprofundamento na história dos personagens, suas relações e na trama principal. No entanto, isso acaba por tirar boa parte da vontade de ver o segundo episódio da obra. O que talvez te motive seja justamente a esperança de ver algum desenvolvimento pra tudo isso, ao mesmo tempo que a falta de carisma e de motivação dos personagens joga contra essa possibilidade.

Últimas Considerações

Enfim, apesar da história realmente não segurar nenhum pouco quem assiste, a animação é simplesmente linda. Os traços são extremamente bonitos, o mundo onde se passa a história é extremamente colorido e verdejante, sendo um ponto positivo. Porém, às vezes a inserção de elementos 3D no meio das cenas fique meio esquisito. Além disso, a trilha sonora não deu muito as caras por aqui, mas segue um tom tranquilo e sereno, que realmente dá uma sensação de estar vendo algo de um clássico J-RPG.

Legend of Mana é um clássico inquestionável dos RPG’s, com uma história profunda, cativante e que te atrai. De qualquer forma, a sua adaptação para anime pode não seguir os mesmos passos e cair no ostracismo, tudo por aparentemente confiar demais no peso que a saga tem. Com isso, talvez os fãs mais assíduos da franquia tenham vontade de acompanhar a obra, mas caso ela continue seguindo esse ritmo, com certeza apenas seu nome não será suficiente para segurar espectadores.

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Akiba Maid War | Primeiro Gole

Akiba Maid War
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E se Quentin Tarantino resolvesse criar um anime? É verdade que, pelo pôster, Akiba Maid War parecia ser bem diferente, para dizer o mínimo. Mas um total absoluto de zero pessoas estiveram e estão prontas para os níveis insanos de absurdo no que é com certeza o primeiro episódio mais impressionante da temporada.

Akiba Maid War conta a história de Nagomi, uma garota que acaba de entrar no trabalho de seus sonhos. Vestindo um uniforme fofo de maid, pondo sorrisos no rosto das pessoas (o típico sonho de uma idol), Nagomi começa seu primeiro dia no Butagoya com Ranko, outra novata no ramo, mas com inusitados 35 anos. Daí em diante o dia a dia será recheado de frufrus e moe moe kyun, certo?

Errado. Desde o começo, errado. Ao melhor estilo filmes-bregas-de-yakuza, Akiba Maid War é também uma história sobre o submundo do mundo do entretenimento, mas à base de crack. Se por um lado é verdade que o mundo das maids não é só flores, vez ou outra um estabelecimento seja financiado pela yakuza e alguma maid aqui ou ali pode servir algo além de sorrisos e moe moe kyun, por outro lado não é como se as coisas sejam resolvidas na base do tiro, porrada e bomba.

Mas é aqui onde entra o espírito Quentin Tarantino e sua opção preferencial pela violência ampla, geral e irrestrita. O mesmo espírito insano que grita “Porque é engraçado e ponto final!” para as reclamações de tanta sanguinolência gratuita, Akiba Maid War é um anime que simplesmente decide que a melhor solução para uma maid de uma loja rival te ameaçando e gritando na sua cara seja uma bala no meio da testa. E só.

“E só”, vírgula. E só e uma fonte de sangue jorrando à moda Kill Bill com uma sequência de tiroteios ao som de músicas moe fofinhas e com a Ranko dançando o famoso wotagei enquanto atira. Inclusive, com o ritmo e balas em bizarra sincronia. “A primeira impressão é a que fica” e Akiba Maid War leva essa sabedoria popular muito, mas muito a sério! Difícil ter um rosto indiferente à mais doida quebra de expectativa possível entre as estreias desta temporada.

O esforço de entregar o que é facilmente o primeiro episódio mais impressionante do outono não vem às custas da qualidade dos episódios seguintes. Afinal, temos no terceiro episódio, por exemplo, excelentes referências visuais a clássicos como Ashita no Joe e, por conseguinte, loucuras de roteiro como rinha de maid. Se você estiver a fim de um humor nonsense com doses cavalares de violência gratuita, Akiba Maid War é obrigação de ver!

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