O K-dramaO Ídolo Celestial de nome original The Heavenly Idol traz de volta o queridinho Kim Min Kyu, do drama de sucesso Pretendente Surpresa, agora como personagem principal.
Rembrary (Kim Min Kyu) é um sumo sacerdote adorador de uma divindade que conecta os mortos no reino dos mortais. Porém, de forma inesperada, Rembrary acorda no corpo de um artista k-pop Woo Yeon Woo. O idol faz parte do Wild Animal, um boygroup que não consegue alavancar a carreira. Por isso, ao tentar contato com a alma do Yeon Woo eles entram em um acordo. O artista retornará ao seu corpo só depois que o Sacerdote conseguir alavancar a carreira do grupo.
Então, para conseguir viver como um cantor e dançarino de um boygroup, Rembrary terá uma ajuda. Kim Dal, interpretada pela atriz Go Bo Gyeol, se torna a nova gerente do Wild Animal. Ela é uma grande fã do Yeon Woo e irá ajudá-lo para se tornar um idol melhor.
Além disso, o drama conta no elenco o integrante Won Jun do boygroup E’LAST. Ele terá o papel ao lado do Min Kyu como parte do grupo fictício.
O Ídolo Celestial é produzido pela TvN e está no ar na plataforma de streaming Viki com previsão de 16 episódios lançados.
Dica: Quer conhecer mais produções com ator Kim Min Kyu, assista Rainha: Amor e Guerra pela Viki ou Pretendente Surpresa pela plataforma Netflix.
Após um ano de espera, o k-dramaTaxista 2 está no ar e com novas histórias criminais eletrizantes.
Lee Je Hoon retorna ainda mais vingativo como Kim Do Gi. Assim como na primeira temporada, o taxista retorna ao seu trabalho na misteriosa agência de taxistas que caça e puni aqueles que cometem crimes cruéis. Com disfarces variados, Do Gi estará percorrendo a cidade em busca dos criminosos para fazer justiça pelas vítimas.
Após passar um tempo aprisionado, Do Gi estará ainda mais forte. Também contará com novo colega dentro da agência de táxi On Ha Joon (Shin Jae Ha) um novo piloto que verá o protagonista como referência. Além disso, os atores Pyo Ye Jin retorna como Ahn Go Eun e Kim Eui Sung retorna como líder Jang Sung Cheol.
O k-drama é baseado em Webtoon de mesmo nome. As histórias retratadas na trama tem personagens em enredos fictícios, porém baseado em crimes reais.
Taxista 2 terá 16 episódios lançados e já está disponível pela plataforma de streaming Viki.
Dica: Gosta de k-drama de ação e crime, assista Retaliação pela Netflix e The Devil Judge pela Viki
Qualquer jogador que for inserido no universo dos cassinos online poderá aproveitar uma grande variedade de serviços, ferramentas, vantagens e, principalmente, de jogos. Este é um mercado em que a principal característica é a abundância e o grande beneficiado no fim das contas é o jogador que pode aproveitar um ambiente propício para bons ganhos e diversão.
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Imagem Divulgação
TOP 5 Jogos de cassino online mais divertidos
Entre todas as categorias, propostas e tipos de jogos, passamos por todas estas procurando aqueles jogos com as propostas mais divertidas, que fazem o jogador querer gastar o seu tempo e até mesmo o seu investimento para ter alguns ganhos enquanto se diverte com o jogo.
Vamos ver quais são os jogos mais divertidos selecionados:
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É claro que os clássicos slots, também conhecidos como caça-níqueis pelos jogadores brasileiros, não poderiam ficar de fora de nossa lista. Este é o jogo de cassino mais popular em todas as plataformas e também nos cassinos físicos, e esta popularidade de mais de cem anos não é à toa.
Este é um jogo que pode ser considerado uma das bases para a cultura dos cassinos como a conhecemos, oferecendo a emoção e diversão que todo jogador apaixonado por esta cultura está procurando e ainda disponível em diversos tipos, versões e temas.
2. Roleta
A roleta é mais um jogo clássico de cassino que estava presente nos primeiros estabelecimentos de cassino clássico. É considerado um dos jogos que melhor representa a experiência de cassino completa, o que inclui uma imersão em todo o glamour, emoção e diversão que um jogo deve oferecer aos seus jogadores.
Em cassinos online é possível encontrar todas as suas versões, principalmente em salas de cassino ao vivo que oferecem um nível de imersão mais alto.
3. Poker
O Poker é um dos clássicos atemporais de cassino que passou para o próximo nível e agora é considerado um esporte, por isso podemos encontrar diversos grandes campeonatos espalhados por todo o planeta, presenciais ou online que entregam prêmios milionários para os seus vencedores.
É um dos jogos mais desafiadores de cassino, já que exige muita habilidade do jogador, mas não deixa de ser uma boa diversão para todos os que estão inseridos neste mundo do poker.
4. Bacará
O Bacará é um jogo rápido em que o jogador deve prestar atenção a cada decisão que fizer, é uma mistura eletrizante entre o senso de emergência criado a cada rodada e expectativa de ver quais são os resultados que tornam este jogo tão divertido e popular em toda a comunidade de jogadores apaixonados por cassinos.
5. Game shows em cassinos ao vivo
Uma das experiências mais divertidas que o jogador pode ter em salas de cassino ao vivo é com os game shows, os jogos que víamos pela televisão estão disponíveis em cassinos online e o jogador é o grande protagonista. Os mais populares dentro desta categoria de jogo de cassino são os jogos como o Crazy Time ou Monopoly da Evolution Gaming.
Estes e outros poderão oferecer uma experiência extremamente divertida para o jogador, com a temática de televisão que já estamos acostumados a acompanhar.
Concluindo
Todos estes jogos que vimos neste artigo tem uma garantia de diversão para todos que se aventurarem a jogá-los, escolha aquele que se encaixar melhor no seu perfil e boa diversão!
Swallow The Sun no Fabrique Club | Foto: @sucodm / @brunobellan
É difícil de dizer o quanto o metal e suas vertentes permearam a vida dos jovens integrantes do SUCO, muito antes do Suco mesmo ser um sonho. Na mesma turma do Ensino Médio, uma coisa que não faltava entre nós era a troca de influências musicais, e isso quase sempre significou o descobrimento de uma nova vertente do heavy metal ou do rock pesado para algum de nós. A internet ainda estava nos seus primórdios, baixar músicas ainda era bem complicado (levanta a mão aí quem já procurou música por música de um álbum no Kazaa ou Emule), e não havia Youtube ou Spotify para acesso fácil, logo precisávamos queimar CDs e compartilhar entre nós as bandas que descobríamos.
Algumas memórias desta época marcaram a nossa vida. Lembro-me com clareza do dia em que saí para a aula de Educação Física e, inesperadamente, o riff sujo de Dam That River do Alice in Chains começou a escapar de uma caixa de som aos arredores da quadra, instantaneamente me tornando fã de Alice in Chains pro resto da vida. Ou então a forma como eu me recusava a escutar Nightwish, apenas porque era muito popular com o pessoal e o rebeldão aqui sempre quis questionar a popularidade das coisas, até o dia em que ouvi aquele maravilhoso riff de introdução em Dark Chest of Wonders e as coisas mudaram para sempre.
Ao meio de todas essas trocas, uma banda que estranhamente fez muita parte da nossa história foi o Swallow The Sun. Pode parecer um pouco estranho que uns jovens do interior paulista em meados de 2005 estivessem conectados o suficiente com o cenário do metal mundial para conhecer uma banda de death/doom finlandesa cujo som é, digamos, não muito acessível. Mas aquele primeiro disco do Swallow the Sun, o formidável The Morning Never Came, de 2003, por algum motivo estranho apeteceu a todos os jovens Sucolinosnaquela época de adolescência, sua pegada igualmente melancólica e brutal se tornando constante em nossos discmans.
CD que adquirimos da gravadora URUBUZ Records, presente no show em São Paulo!
Agora, 20 anos depois…
Com toda a bagagem de conhecimento metálico que acumulamos ao longo da vida, veio o momento certo para que o Swallow The Sun retornasse ao Brasil graças a Vênus Concert, e fizesse um show único em São Paulo, o qual nós PRECISARÍAMOS comparecer na última terça de carnaval (21). E deixem-me dizer uma coisa, amigos: é uma pena que a banda ainda não seja conhecida por um público grande em nosso país.
A casa de shows Fabrique Club não ficou lotada, e enquanto o Swallow The Sun nos emocionava com suas pedradas soturnas, apenas olhávamos ao redor e falávamos “que pena!”, pois foi um show absolutamente sublime.
Merchandising Warshipper | Foto: @sucodm / @brunobellanMerchandising do Swallow The Sun | Foto: @sucodm / @brunobellan
Também foi uma boa para a banda de abertura, os sorocabanos do Warshipper, que nós estivemos presentes num show agora e não 20 anos atrás. Seria possível que nós, sem a bagagem de metal que possuímos agora, iríamos descartar a mistura de death/thrash do Warshipper como barulheira antigamente, mas hoje nós conseguimos observar marretadas como Glowworm Dragon, Axiom, e Religious Metastasis, e identificar todas as influências da banda.
Entre o bater de cabeças, pegamos uns riffs do Slayer, umas linhas vocais do Dissection, uma pegada de bateria vinda direto do Beneath the Remains do Sepultura, e nas músicas mais novas até mesmo um pouco do metal moderno do Gojira, sem contar os breakdowns lentos que o próprio Swallow The Sun apreciaria bastante. Inclusive, foi justamente isso que o vocalista Renan Roveran comentou com a gente após o show: “É isso aí, a gente pegou um pouco de cada coisa, fez uma mistura ali e já era!” Assim, foi uma ótima surpresa para a gente e uma nova banda pra colocar na rotação do nosso Spotify.
Warshipper | Foto: @sucodm / @brunobellan
“Ó os cara aí!”
Mas, claro, estávamos lá para ver a banda da nossa adolescência. “Ó os cara aí!” foi o grito do Bellanpra mim ao ver o Swallow The Sun subir ao palco e iniciar sua introdução antes do riff majestoso de Enemy encher as paredes do Fabrique Club. Conforme as próximas músicas, a longa e misteriosa Rooms and Shadows, a clássica Falling World, e a linda e assombrosa Cathedral Walls, foram sendo performadas, também ficou clara a qualidade do som do Fabrique Club, mantendo a clareza e concisão das performances muito bem para um local tão pequeno, especialmente com o necessário playback da cantora Anette Olzon em Cathedral Walls.
Depois disso, vieram alguns dos momentos mais emocionantes do show para nós, pessoalmente. O guitarrista e compositor principal da banda, Juha Raivio, costuma escrever a maior parte das letras e melodias da banda, mas em especial o disco When a Shadow is Forced Into the Light, de 2019, é significativo por ser inteiramente trabalhado no luto por sua esposa, Aleah Stanbridge, que faleceu em 2016 por decorrência de um câncer. E nós, também, perdemos um amigo para esta doença maldita, o nosso querido Diego Bertanha, que também era um enorme fã de Swallow the Sun, e este disco foi o último que ele teve oportunidade de ouvir. As maravilhosas músicas Firelights e Stone Wings, advindas deste álbum, foram pontos altos do show, e pontos emocionais para todos nós, tanto que fui obrigado a comprar a camiseta com a letra de Firelights pra mim.
Mikko Kotamäki exibindo sua camiseta do álbum Bloody Kisses (Type O Negative) | Foto: @sucodm / @brunobellan
Claro que não parou por aí. A última leva de músicas, começando com os teclados fúnebres em Don’t Fall Asleep (Horror Pt. 2), um clássico do disco Hope de 2007, nos levou de volta à adolescência. Encerrando o setlist principal, uma das mais belas músicas do disco da turnê, o Moonflowers, de 2021, This House Has no Home, com seus blast beats e guturais rasgados quase levando o lugar abaixo. A banda retornou ao palco com a também violenta Moonflowers Bloom in Misery, deste disco escrito inteiramente no período de pandemia, e nos levou de volta também aos períodos de desespero em que estávamos presos dentro de casa por tanto tempo.
Mas o final é que guardava a parte mais emocionante desta jornada para nós. A penúltima música, Descending Winters, uma das favoritas do segundo disco da banda, o Ghosts of Loss, de 2005, levou os fãs mais antigos ao delírio, provando o peso que o Swallow the Sun é capaz de transmitir. Por fim, a cereja do bolo, Swallow (Horror Pt. 1), a única música do The Morning Never Came que os finlandeses ainda tocam ao vivo, terminando de emocionar todos os velhos jovens de 2003 que repassaram seus CDs queimados com “Swallow the Sun” escrito em caneta marca texto.
Swallow The Sun no Fabrique Club | Foto: @sucodm / @brunobellan
Depois do fim
Estávamos preparados para partir ao fim desta música, mas não estávamos preparados para que a banda saísse do camarim e viesse à frente do palco para autografar discos, conversar e tirar fotos com os fãs. Quem ficou teve a oportunidade de ter uma foto com cada um dos integrantes da banda. Eue o Bellan, no entanto, tínhamos uma coisa em mente: conversar com Juha Raivio a respeito de nosso amigo Bertanha. Conversamos também sobre outras coisas, claro. O homem infelizmente confirmou pra gente que não está pensando em outros projetos além do Swallow The Sun para o futuro próximo, e que também não há planos para uma turnê comemorativa de 20 anos do The Morning Never Came (o que seria nosso sonho de adolescência, mas como disse o vocalista na nossa entrevista, ele espera nunca mais tocar Through Her Silvery Body de novo. Que tristeza!).
Mas Juha nos ouviu com enorme atenção ao contarmos sobre nosso amigo, o quanto ele era fã da banda, sobre como ele até cantava as músicas Swallow e Silence of the Womb na antiga banda da galera, a Opus Nocturne, e nos abraçou e tirou uma foto histórica com a gente!
Renatão, Juha Raivio, Bellan | Foto: Gabi
Saímos deste show emocionados e com uma sensação de dever cumprido para com o nosso amigo. Esperamos que ele esteja contente, onde quer que esteja, que seu ídolo agora o conhece por nossa ação. E fica uma pequena esperança de, quem sabe, o Juha se inspirar e escrever uma musiquinha num próximo álbum para seus fãs brasileiros que o acompanham há tanto tempo. Por fim, esperamos que com esta matéria, mais pessoas conheçam a banda e menos pessoas percam o próximo show!
Warshipper no Fabrique Club | Foto: @sucodm / @brunobellanSwallow The Sun no Fabrique Club | Foto: @sucodm / @brunobellanSwallow The Sun no Fabrique Club | Foto: @sucodm / @brunobellanSwallow The Sun no Fabrique Club | Foto: @sucodm / @brunobellanSwallow The Sun no Fabrique Club | Foto: @sucodm / @brunobellan
Universos onde “pessoas-animais” são parte do enredo é algo bastante comum em mangás, e eu sempre me vejo interessada nessa sociedades distópicas. Portanto, foi esse fator que me instigou a ler “Be My Love, My Lord”. Este mangá é do gênero Boys Love, escrito por Adumi Nagano e licenciado pela TokyoPop.
Enredo
Em um mundo onde humanos e “bestas” (metade humano metade animal) vivem juntos, os humanos são mestres enquanto as bestas estão ali apenas para servir. Nesse contexto, Reiji é o segundo filho de uma família rica, e por causa de todos os protocolos familiares, é extremamente solitário. No entanto, as coisas começam a mudar quando ele ganha Tsubaki como servo, uma besta que possui a mesma idade que ele.
Então, como eles cresceram juntos, se tornam cada vez mais próximos. Contudo, no meio de uma brincadeira os dois acabam cruzando a linha entre servo-mestre e se tornam amantes. Mas como essa relação poderia ser saudável em um mundo com tanta discriminação de classes e raças?
Apesar da sinopse sugerir uma grande reflexão sobre classes, a história é, na verdade, mais uma descoberta sobre sentimentos do que qualquer outra coisa. Sendo assim, Tsubaki, em seu trabalho como servo, nunca teve como diferenciar o que é dever e o que ele realmente sente como individuo. Então, por esse mesmo motivo não consegue expressar – ou compreender – se ama Reiji, ou apenas é forçado a amar devido ao seu papel social.
Por outro lado, Reiji é apaixonado por Tsubaki há muito tempo, mas tem completa compreensão do quanto os papéis que eles exercem podem influenciar nessa relação. Portanto, Reiji busca se afastar quando percebe que pode estar abusando do seu lugar como mestre.
Sentimentos à prova
O que eu mais gostei na obra foi justamente esse debate sobre “é meu sentimento verdadeiro, ou algo que foi imputado a mim?”. Afinal, isso levanta uma discussão enquanto ainda está no debate amoroso, sem a necessidade de situações externas. Não é que elas não existam, elas também estão lá, mas só servem como uma pequena fagulha para um debate que já vem se mantendo desde o começo da obra.
A arte é bonita e as cenas eróticas bem desenhadas, mesclando as possibilidades devido as diferenças de raças. Apesar de Tsubaki ser apenas 10% na escala furry (orelhas, rabinho e presas), em algumas cenas em que a diferença entre espécies é mais abertamente discutida seus instintos animalescos afloram.
Aliás, eu preciso também falar como muitos mangás adoram toda essa questão de heat (cio, em tradução livre), não só em obras do tipo furry mas também que abordam omegaverso. Eu acho engraçado porque parece que eles precisam justificar um grande acesso de vontade sexual, enquanto poderia ser algo mais simples como: eu só estava afim.
Considerações finais
Críticas a parte, é um mangá fofo, divertido, romântico e que me agradou bastante. Eu acho que o fato de ser volume único é bacana pois a história tem começo-meio-fim bem delimitados e não ficam enrolando, focando nos personagens principais (mas confesso que eu adoraria uns capítulos extras só de cenas cotidianas dos dois, porque eles são uma gracinha juntos).
Mesmo que não apresente nada de novo, Be My Love, My Lord consegue atingir o objetivo em que se propõe e é uma leitura leve e agradável.
Um dos games mais aguardados dos últimos tempos para os amantes do universo Harry Potter! Também, um game que veio com a promessa de conquistar os amantes de RPG de ação. De qualquer forma, Hogwarts Legacy finalmente está entre nós, pelo menos para os donos de consoles da geração atual e para PC.
O jogo estreou oficialmente em 10 de fevereiro e nós do Suco de Mangá jogamos a versão de Playstation 5. Então, trouxemos com detalhes pra você aquela super análise sobre esse game que veio com um imenso hype entre os fãs. Levamos cerca de 33 horas para concluir a história principal, observando que ainda há muito mais pra fazer para completar o jogo inteiro.
Antes de começar vale lembrar que Hogwarts Legacy também chegará para Playstation 4 e Xbox One dia 4 de abril de 2023. Após, teremos também uma versão chegando para Nintendo Switch no dia 25 de julho.
Um talento há tempos nunca visto!
Estamos no começo de mais um ano letivo na escola de magia e bruxaria mais famosa da Grã-Bretanha. No entanto, um aluno parece ter um talento que há muito não se via e que já desperta interesse em muita gente dentro e fora da escola. Nosso personagem aqui é totalmente customizável e enxerga um tipo de magia ancestral que o torna um jovem prodígio.
Porém, isso desperta o interesse de algumas pessoas que podem não ter a melhor das intenções. Por exemplo, esse é o caso de Ranrok, um duende e um dos vilões da história. Como Ranrok não aceita mais ser considerado “inferior” aos bruxos, consequentemente tem um grande interesse em dominar esse tipo de poder.
Mesmo sendo velho de mais para entrar na escola de bruxaria, nosso personagem principal consegue uma rara exceção graças a esse dom um tanto peculiar de enxergar e rastrear magia ancestral. Então, ele vira uma das principais notícias do colégio, quando ingressa em Hogwarts já no quinto ano.
Divulgação: Suco de Mangá
Hogwarts como nunca vista antes
O que mais pode impressionar os amantes desse universo mágico é a riqueza de detalhes. Por exemplo, ao chegar no colégio, a sensação é de realmente estar dentro e fazer parte de tudo aquilo como um recém-chegado.
Mas, ao mesmo tempo, já estando no quinto ano letivo nosso personagem tem três objetivos principais. O primeiro é correr atrás do tempo perdido e aprender o quanto antes as matérias para assim fazer vários feitiços. O segundo é criar um ciclo de amizade como todo bom estudante (o que ajudará na sua jornada e te colocará em aventuras paralelas muito legais). E por último, mas não menos importante, procurar ao lado do professor Fig, seu fiel escudeiro, entender o que está por trás dessa magia ancestral que parece querer lhe mostrar um segredo muito bem guardado, mas que está prestes a ser revelado e mudar todo o universo bruxo.
Juntamente com tudo isso, sua ascensão e até mesmo reputação dentro e fora dos domínios de Hogwarts, pode te ajudar a completar os diversos pedidos de ajuda e favores que irá receber ao longo de sua jornada.
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Sendo assim, o castelo de Hogwarts, tal como nos livros e filmes de Harry Potter, é o principal lugar onde sua aventura vai se concentrar. Então, a dica aqui é explorar com calma e fazer também as missões secundárias. Até porque, algumas dessas missões são realmente boas e trarão muitas referências de alguns dos filmes ou livros deste universo.
Por exemplo, enquanto eu fazia uma das missões secundárias de pegar uns doces escondidos na Dedos de mel, me deparei e utilizei a passagem secreta que liga Hogwarts à Hogsmeade. Ela é utilizada por Harry no terceiro filme, já que ele não teve autorização assinada pelo tio pra ir à vila bruxa. Porém, aqui no jogo isso é mostrado com uma riqueza de detalhes muito maior.
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Hogsmeade, o maior vilarejo bruxo da Grã-Bretanha
Se Hogwarts é o lugar onde a maior parte da história se concentra, Hogsmade poderá facilitar muito sua vida e fazer com que sua jornada fique um pouco mais fácil. Aqui, com a mesma riqueza de detalhes da escola, os fãs desse universo com certeza ficarão encantados.
Primeiramente, com trilha sonora do lugar, passando pelos diversos estabelecimentos que tornam essa vila incrivelmente única. Que tal entrar no Três Vassouras para tomar uma cerveja amanteigada com os amigos? Ou talvez ir até a Dedos de Mel comprar alguns doces com efeitos engraçados para se divertir com a galera.
Além das brincadeiras e diversões, é em Hogsmeade que você pode gerir todos os seus recursos. Por exemplo, no Olivaras você irá escolher a varinha que lhe acompanhará durante toda sua aventura. Já na Ninhadas e Bicadas você encontrará tudo que precisar quando o assunto são criaturas mágicas. Além disso, você também poderá comprar sua vassoura, receitas pra poções, sementes para cultivar suas plantas, pergaminhos para aprender a conjurar novos itens e muito mais! Hogsmeade é realmente um lugar encantador, em todos os sentidos possíveis.
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Grandes poderes trazem grandes batalhas!
A gameplay do jogo é surpreendentemente intuitiva, todas as magias aqui têm função e importância, seja em batalha ou pra desvendar alguns puzzles. Por exemplo, o Expelliarmus pode ser muito útil para desarmar os duendes, pois eles são famosos por terem armas muito poderosas, mas sem elas não oferecem o mesmo perigo.
Já o Wingardium Leviosa é muito útil para a resolução de alguns problemas, como levar um bloco de um lugar para outro com levitação, facilitando o acesso de nosso personagem a determinadas áreas. Além disso, outros exemplos são o Accio, um feitiço convocatório que pode puxar tanto uma alavanca para abrir uma porta quanto atrair um inimigo para mais perto de você durante a batalha.
Em batalha, você consegue ter até 16 feitiços que são divididos em espaços e que podem ser customizados na ordem que o jogador achar melhor. No entanto, vale lembrar que é necessário aprender os feitiços ao longo da sua jornada. Você pode fazer isso com as tarefas que são designadas pelos professores ou ajudando alguns amigos em suas aventuras. Essa mecânica de batalha aliada ao uso de poções que podem aumentar o seu ataque ou sua defesa permite que o jogador realize diversos combos. E, quando o jogador aprende a usá-lo, acaba sendo um sistema bem fácil.
Divulgação: Suco de Mangá
Uma adaptação quase perfeita!
Hogwarts Legacy foi visto com muita euforia por uns e desconfiança por outros antes de seu lançamento. Provavelmente em decorrência dos outros jogos do universo Harry Potter, que entregaram menos do que prometeram. Contudo, fiquei impressionado como tudo que há no universo de Harry Potter se encaixou perfeitamente nas atuais mecânicas de RPG de ação.
Por exemplo, todas suas vestes, como chapéu, cachecol, capa, entre outras, têm atributos de defesa ou ataque, sendo separados por categoria como comum e lendário em alguns casos. Inclusive, com os itens corretos é possível aprimorar os atributos das suas vestes.
Além disso, você pode gerenciar suas poções, plantas, cuidar de criaturas mágicas, e mesmo fazer com que elas procriem em cativeiro para assim gerar itens ou vendê-las para fazer dinheiro. Também há uma árvore de habilidades, aqui chamada de talentos, para aprimorar algumas magias ou furtividade. Furtividade essa que pode ser muito útil, ou mesmo necessária, para cumprir algumas missões. Quando resolvemos agir pelas sombras é o Petrificus Totalus que utilizamos, aquele feitiço que transformou a Hermione em pedra em Harry Potter e a Câmara Secreta. Os menus do game são semelhantes ao de jogos como os últimos Assassins Creed e também são muito intuitivos, apesar de possuírem muitas informações.
Enfim, Hogwarts Legacy é um game que possui muitos diálogos, na maioria das vezes permitindo a escolha entre uma explicação mais detalhada, ou apenas ir direto ao ponto e ajudar a quem está solicitando. Então, já que mencionamos os muitos diálogos, outro ponto positivo no game é a dublagem para o nosso português que está muito bem feita, mesmo em personagens coadjuvantes. Também, assim como em outros jogos, pode ter mais de uma opção de resposta e dependendo da sua escolha o final daquela missão ou parte dela pode ser afetada.
Divulgação: Suco de Mangá
A magia aconteceu em Hogwarts Legacy
Apesar da desconfiança e de alguns adiamentos que pareceram um banho de água fria nos fãs, Hogwarts Legacy tem tudo e muito mais que um fã do universo Harry Potter pode esperar. Principalmente com aquela opção deliciosa de explorar o mundo da maneira que o jogador quiser que só os games podem oferecer. E quando digo tudo é tudo mesmo, referências de praticamente todos os filmes incluindo a saga Animais Fantásticos.
O jogo traz um ótimo sistema de batalha, uma trilha sonora linda, seguindo o mesmo estilo da saga já consagrada. Além disso, tem a sensação de estar vivendo durante quase toda a gameplay aquela nostalgia boa e de fazer parte desse incrível lugar.
Trazendo tudo que um fã de Harry Potter espera, nostalgia e uma ótima aventura inédita Hogwarts Legacy é mais que recomendado. Na verdade, eu diria até obrigatório para quem se considerar um fã, ou mesmo um simpatizante, do universo bruxo mais famoso do mundo.
Divulgação: Suco de Mangá
O game também tem tudo pra agradar os amantes de jogos no estilo RPG de ação, ou jogos de estilos semelhantes. Para os amantes de games e de uma boa história, mesmo não sendo tão fã assim ou não conhecendo esse universo, esse game pode te surpreender! Quem sabe, até mesmo trazer novos fãs para este famoso mundo.
Apesar de longo e cheio de coisas pra você fazer, Hogwarts Legacy é leve e faz com que você pense que jogou alguns minutos quando na verdade jogou algumas horas.
A Diamond Films traz para os cinemas brasileiros o aclamado filme sul-coreano BROKER – UMA NOVA CHANCE (Broker). Do renomado diretor Hirokazu Kore-eda (“Assunto de Família”), o longa chegará às telonas em 6 de abril. O drama rendeu o prêmio de Melhor Ator para Song Kang-ho (“Parasita”) em Cannes 2022 e foi exibido no Festival do Rio 2022.
BROKER – UMA NOVA CHANCE acompanha cinco pessoas que têm suas vidas entrelaçadas em uma história comovente que promete emocionar e envolver todos os públicos. Além de Song Kang-ho, o filme é estrelado ainda por GANG Dong Won, LEE Ji Eun, Doona BAE e LEE Joo Young.
Sobre o que é BROKER – UMA NOVA CHANCE?
Sang-hyun (SONG Kang Ho) administra uma lavanderia, mas está constantemente cheio de dívidas. Já Dong-soo (GANG Dong Won) cresceu em um orfanato e hoje trabalha em uma instalação que recebe bebês abandonados. Em uma noite chuvosa, eles pegam um bebê que foi deixado na instalação para encontrar um lar para ele.
No dia seguinte, So-young (LEE Ji Eun), mãe da criança, retorna inesperadamente para pegar seu filho de volta. Ao perceber que seu bebê foi levado, ela está prestes a chamar a polícia quando os homens confessam que o levaram. Ainda que a alegação de que eles roubaram o bebê para encontrar um bom lar para a criança pareça absurda, a mulher acaba se juntando a Sang-hyun e Dong-soo.
Os três saem em uma missão para encontrar novos pais para o bebê, sem saber que estão sendo observados por duas detetives de polícia: Su-jin (Doona BAE) e Lee (LEE Joo Young). As detetives seguem o grupo, esperando pegá-los em flagrante para finalmente encerrar uma investigação que já dura meses.
“Attack on Titan” The Final Season Part 3” estreia na próxima semana e a banda SiM, será novamente a responsável por cantar e criar a música tema da série de anime para TV, chamada “UNDER THE TREE”.
SiM criou a música “The Rumbling”, que também foi a música tema de abertura do anime na temporada passada. A música se tornou um grande sucesso em todo o mundo e ganhou um total de mais de 200 milhões de streams. Por sinal, entrevistamos a banda e você pode ler AQUI.
“UNDER THE TREE” estará disponível para download e streaming através de vários serviços de streaming de música em 4 de março. O vocalista MAH comentou que:
Prefiro mencionar a música um pouco mais tarde para não revelar muito, então só quero dizer agora que espero que as pessoas estejam animadas para ver o anime de TV “Attack on Titan” The Final Season Part 3!
A imagem da capa da música é uma ilustração da personagem Mikasa, na qual ela está segurando um lenço vermelho e olhando para ele de forma bem dramática. Veja abaixo: