A banda de reggae punk SiM está lançando seu sexto álbum original neste verão. A SiM também anunciou seus contratos com o Shelter Music Group e a United Talent Agency, como Gerente e Agente no exterior, respectivamente.
Esta notícia foi publicada no site oficial da banda e nas páginas de mídia social às 6h de hoje (veja abaixo). Através desta imagem, a SiM declara que suas atividades neste ano começam para valer não apenas no Japão, mas também no exterior.
Este álbum é o primeiro lançamento do SiM em cerca de três anos. Seu último álbum, “THANK GOD, THERE HUNDREDS OF WAYS TO Kill ENEMiES”, foi lançado em junho de 2020.
A imagem do anúncio divulgado mostra apenas os termos do gênero musical REGGAE, SKA, PUNK, ROCK e METAL, sem nenhuma informação sobre o título do álbum, data de lançamento ou faixas reveladas.
A imagem do anúncio também mostra o relacionamento deles com a empresa de gestão no exterior e a agência. Sob TOUR estão as bandeiras do Japão, Reino Unido e Estados Unidos, bem como uma declaração de que a banda está atualmente reservando voos para outros países. Agora é o que gostaríamos de saber: e o BRASIL?
Sua turnê nacional de oito shows, ROAD TO DPF23 “THE LiBERATiON” TOUR, começa no Japão em abril. Eles também se apresentarão no Download Festival no Reino Unido em junho, com seu primeiro show em Londres já anunciado. Este é um novo anúncio para os EUA, onde o SiM realizou seu primeiro show como atração principal no ano passado.
A SiM transmitirá e lançará “UNDER THE TREE” nesta sexta, 3 de março. Esta faixa é a música tema do anime de TV “Attack on Titan” The Final Season Part 3, que irá ao ar no NHK Sogo às 12h25 de hoje!
Após o anúncio da música-tema do anime, o primeiro álbum em cerca de três anos, e seu contrato com uma empresa e agência de gerenciamento no exterior, o SiM deve iniciar operações em grande escala no exterior este ano. Simplesmente não podemos tirar os olhos das atividades futuras da banda.
Mais detalhes estão chegando em breve. Verifique as páginas de mídia social e o site oficial para obter as informações mais recentes.
A primeira edição doSummerBreeze Brasil, que acontece nos dias 29 e 30 de abril de 2023, no Memorial da América Latina (SP) anuncia novos headliners!
O retorno do Blind Guardian ao país depois de 7 anos de seu lendário show por aqui, e de ser o grande destaque e headliner do lineup de 25 anos do festival na Alemanha neste ano; o powertrio norte-americano The Winery Dogs, que lançará novo single e vídeo clipe em suporte ao álbum The Winery Dogs III com lançamento previsto para março de 2023 e que será apresentado em primeira mão ao público do SummerBreeze; e a banda britânica de metalcoreBury Tomorrow, atendendo ao clamor do público.
Além deles, e dos demais já divulgados anteriormente, também marcarão presença os recém escalados para os trending topics no Brasil após serem convocados para o festival, Skid Row,os finlandeses do powermetal Stratovarius e os icônicos australianos do Parkway Drive, headliners do dia 30 de abril, segundo dia do festival.
Com mais de 30 bandas, quase 30 horas de programação, quatro palcos, o SummerBreeze Brasil é realizado pelos empresários Rick Dallal, Claudio Vicentin e Rodolpho Tourinho e já consta no calendário oficial de eventos da Prefeitura Municipal de São Paulo para acontecer anualmente a partir de 2023.
Além dos shows, o público presente também contará com palestras e seminários sobre o universo da música (Waves Stage) com os nomes citados acima e que trarão informações e curiosidades sobre assuntos como carreira, empreendedorismo, mercado da música, curiosidades sobre turnês e muito mais. Todos os fãs que comprarem ingressos das modalidades SUMMER LOUNGE CARD e SUMMER LOUNGE PASS terão acesso.
Confira abaixo a programação completa de atrações por dia e palco:
Além dos shows, o público presente também contará com palestras e seminários sobre o universo da música (Waves Stage) com os nomes citados acima e que trarão informações e curiosidades sobre assuntos como carreira, empreendedorismo, mercado da música, curiosidades sobre turnês e muito mais. Todos os fãs que comprarem ingressos das modalidades SUMMER LOUNGE CARD e SUMMER LOUNGE PASS terão acesso.
“Diferente do que acontece na Alemanha, pensamos em trazer um mix de vertentes do rock para o Brasil. E isso ficou bem claro no lineup completo que acabamos de anunciar. Junte-se a isso toda a expertise que iremos ‘importar’ dos 25 anos do festival, um espaço amigável para toda a família, fácil acesso, atividades e ativações além shows e experiência gastronômica inesquecíveis, temos certeza de que o público saíra de lá já ansioso para voltar em 2024.”, comenta Rick Dallal, Free Pass Entretenimento.
Como tradicionalmente ocorre nos festivais europeus, o público poderá aproveitar uma atmosfera única que vai além dos shows em si, proporcionando uma experiência inesquecível. Por isso, o megaevento SummerBreeze Brasil contará com:
Gastronomia diversa e com a culinária alemã presente (opções veganas e vegetarianas disponíveis)
Feira de cultura GEEK
Feira de cultura Urbana e Tatuagens
Área de Descanso
Lojas com diversos produtos relacionados a arte
Merchandising variado do festival e das bandas participantes
Um verdadeiro espaço kids com brinquedos, monitoria e iniciação musical
Sessões de autógrafos com algumas bandas presentes no festival
Side Shows chamados Summer Tours, onde algumas bandas que se apresentarão no festival também tocarão em casas de show em outros estados brasileiros
Lounge Premium
Summer Party – a After Party do festival que contará com shows completos de alguns artistas que se apresentarão no festival, acontecendo na Audio nos dias 29 e 30 (Sábado e Domingo) com início as 22:00 e término as 03:00
Diversas ativações e instalações artísticas
Mapa Summer Breeze Brasil
(Palcos HOT & ICE): Palcos principais do festival, ficando um ao lado do outro, permitindo que não haja intervalo maior que 10 minutos entre o término de uma apresentação e o início da outra e onde os maiores nomes do festival estão escalados como Parkway Drive, Blind Guardian, Stone Temple Pilots, Avantasia, Kreator, Testament, Skid Row, Sepultura, The Winery Dogs, etc.
(Área kids): Estrutura climatizada com banheiros privativos, fraldário, brinquedos diversos, monitoria especializada e ações de iniciação musical. Permitidas crianças de 2 a 8 anos.
(Feira Geek): Em parceria com a Horror Expo trazendo o melhor do universo de Games, Comics em experiências indoors imersivas com diversas ativações, expositores, comercialização de produtos do segmento e experiência exclusiva.
(Feira de Cultura Urban e Tattoo) – Em parceria com o Santos Tattoo Festival o SummerBreeze trará todo o universo da tatuagem e da cultura urbana através de exposições, instalações artísticas, stands com diversos expositores, marcas e artistas, além de ativações e live art.
(Open Summer): O Open Summer é a área de descanso do festival. Para quem busca um pouco de sombra, um lugar pra sentar e relaxar.
(Summer Store) – Nossa área de venda de merchandise oficial do festival e das bandas e produtos variados ligados a música, arte e a todo universo do SummerBreeze. Um espaço reservado e tranquilo possibilitando uma experiência de compra agradável, via sistema cashless do festival ou com pagamento direto.
“É a hora de o Brasil ser, através de São Paulo, a segunda casa da marca SummerBreeze. São Paulo é uma cidade que respira rock, onde os shows do estilo sempre acontecem de casa cheia desde os anos 90. Esperamos mais de 30 mil pessoas neste evento, que só tem a agregar positivamente à capital. Estamos muito felizes em poder trazer o melhor festival de rock da Alemanha para cá. E ele veio para ficar!”, completa Claudio Vicentin, Roadie Crew.
Se você é fã de jogos de sobrevivência, com certeza já ouviu falar de Dead Space. Por aqui, você controla Isaac Clarke, um engenheiro enviado para descobrir o que aconteceu com a nave USG Ishimura.
A história se passa em um futuro distante, onde todos os recursos da Terra foram esgotados, e a população cresceu a tal ponto que não havia mais espaço para morar. Mas ao contrário de outras histórias espaciais, em Dead Space, você não é o herói. Prepare-se para enfrentar inimigos deformados, descobrir segredos e passar por diversos sustos nesse jogo de tirar o fôlego – literalmente, pois, o tanto de susto que eu tomo…
Quando o jogo Dead Space foi lançado em 2008, ele rapidamente se tornou um favorito entre uma geração inteira de jogadores foi aclamado pela crítica, inclusive por mim. Sua ambientação aterrorizante, estilo visual único, design sonoro e mecânica de jogo distintas o destacaram em relação a outros títulos do gênero, tornando-o um clássico. E o remake? Adianto que está ainda melhor!
A bordo da USG Ishimura
O remake de Dead Space oferece uma experiência de jogo ainda mais imersiva, com visuais aprimorados e novos elementos narrativos que adicionam profundidade à história que o original. O jogo é reconstruído do zero em um novo motor gráfico, e muitos elementos de jogabilidade e narrativa foram reimaginados. No play, vestimos a “armadura” com Isaac Clarke, um engenheiro que se encontra sozinho e preso a bordo da USG Ishimura, lutando contra os Necromorfos, criaturas monstruosas que exigem estratégias de ataque diferentes. A nave foi restaurada com novas salas, rotas e obstáculos, permitindo uma exploração perfeita com novos controles de mapa na interface do usuário e um localizador aprimorado.
A jogabilidade exige que Isaac use suas habilidades de engenharia para desmembrar estrategicamente as criaturas e resolver quebra-cabeças, enquanto enfrenta suas próprias batalhas internas e sua sanidade em ruínas: entendeu onde vamos nos meter? O jogo apresenta um novo sistema de Peeling que introduz camadas de carne, tendões e ossos que se rompem, rasgam e quebram de maneiras inusitadas – é bizarro e divertido passar por cima dos bichões e suas tripas se moverem desengonçadamente. Outra coisa que me pegou nesta nova versão, são os novos detalhes da história, que ficou muito mais pomposa e recheada de extras – e problemas, resultando em novas sidequests.
O remake oferece uma experiência sem interrupções, da tela inicial aos créditos finais, sem nenhuma tela de carregamento ou corte de câmera que quebre a imersão, já que há um “carregamento de shaders/sombras” prévio. A nave foi restaurada com novas salas, rotas e obstáculos: AGORA ELA PARECE MUITO GRANDE. MESMO!
Imagem Divulgação
O que já era bom, ficou ainda MELHOR!
O remake de Dead Space apresenta diversas melhorias em relação ao jogo original. Entre as mudanças destacam-se novas interações e diálogos que dão mais profundidade aos personagens principais, novos e expandem os papéis dos personagens secundários. Além disso, os desenvolvedores se preocuparam em ajustar a consistência da lore para dar uma ligação adequada com suas sequências. Já quero jogar o segundo!
Outra melhoria significativa foi a reconstrução completa do jogo na engine Frostbite, com todas as texturas, animações, efeitos e comportamentos de inimigos sendo totalmente refeitos. O sistema dinâmico de geração de encontros também foi melhorado, capaz de gerar mais de 1200 eventos únicos e combinações personalizadas. O que antes era tudo programado, a aleatoriedade come e vai te comer solta! Desta vez, a maior parte dos meus sustos foram quando voltava em áreas JÁ exploradas e DO NADA, tinha uns bichão lá. Aí o coração do pai não aguenta, né?
O jogo também apresenta novidades no sistema de atualização de equipamentos, com novas habilidades especiais e benefícios para todos os nódulos. A movimentação em ambientes de gravidade zero também foi aprimorada, permitindo que o jogador se mova livremente, lembrando outro jogo da EA aqui: Anthem.
Por fim, o jogo apresenta novos modos de tiro alternativo para muitas armas (no PC, apertando a barra de espaço), além de visuais e áudio aprimorados para criar uma atmosfera ainda mais tensa. A história adicional, combinada com todas essas melhorias, fazem com que o jogo seja uma excelente revisita para os fãs da franquia. Para quem não jogou, só vai!
Imagem Divulgação
Desempenho e Acessibilidade
A equipe responsável pelo desenvolvimento do jogo Dead Space, a Motive, dedicou-se a atualizar e ampliar as opções de acessibilidade do jogo para corresponder às demandas atuais. As opções de acessibilidade estão disponíveis no menu de configurações, e destaco algumas como:
Narração do Menu
Modo daltônico – Incluindo três opções
Assistência de Mira – Incluindo configurações para fricção e magnetismo do assistente de mira
Configurações de conteúdo
Alternâncias de corrida e mira
Opções de HUD
Opções de Legenda
Modo História
Obviamente que houve melhorias gráficas em Dead Space, e como já citei anteriormente, a nave espacial onde a ação acontece, a Ishimura, ficou muito maior e com mais detalhes. Além disso, a iluminação e a física do jogo também foram aprimoradas, tornando o visual mais realista, e que cá entre nós, o jogo de 2008 também era muito bem trabalhado neste aspecto. No entanto, o remake exige bastante do hardware, sendo necessário, no mínimo, uma placa de vídeo GeForce GTX 1070 e um processador Ryzen 5 2600 ou Core i5-8600. Mesmo assim, é possível jogar com qualidade aceitável em placas mais simples, como a GTX 1650 – mas não recomendo por conta da instabilidade, os tais stutterings.
Minha experiência foi com uma RTX 2060, o que me garantiu maior qualidade de detalhes, iluminação, sombras e efeitos. Caso você não tenha uma boa quantidade de RAM (os 16GB exigido) e VRAM, explosões e efeitos de fumaça lhe darão dor de cabeça, principalmente em meio a um combate, já que pode te prejudicar no play e causar-te a MORTE.
Imagem Divulgação
Conclusão
Se você está procurando por um jogo que irá fazer seu coração acelerar e seus cabelos se arrepiarem, Dead Space Remake é o game para você. E mesmo que seja novo na franquia, o remake apresenta uma nova camada de profundidade narrativa e uma jogabilidade melhorada, tornando-o mais acessível para os NOVOS jogadores, mas ainda assim DESAFIADOR para fãs antigos, como a última dificuldade em que você simplesmente PERDE O SAVE. Fica a dica também para o final alternativo, com mudanças bem interessantes na história se você começar um New Game+.
Então, se você está pronto para encarar seus medos e descobrir os segredos que a Ishimura guarda, jogue Dead Space Remake agora e prepare-se para uma experiência assustadora e inesquecível!
A Acerapresenta para o mercado brasileiro mais um super lançamento da linha Predator: o monitor X32. A novidade, cuja taxa de atualização chega a 160Hz para oferecer imagens sem rastros e engasgos até mesmo nas partidas mais longas, oferece uma tela com 32” Ultra HD e resolução MiniLed 4K de 3840×2160.
O produto ainda dispõe de um painel de mini led com uma tecnologia AMD Free Sync Premium ProTM e Agile-Splendor com IPS 1000, que criam uma experiência única e suave através da sincronização dos frames, eliminando os “screen tearing”. O design ZeroFrame também apresentado elimina praticamente todas as bordas deixando o jogo (ou série e filme) mais imersivo.
Imagem Divulgação
“Ficamos muito felizes em lançar esse monitor que trará mais conforto e cores para o dia a dia do cliente da Acer. Há diversas tecnologias presentes em um único equipamento que farão a diferença para não só para os gamers, mas para todos os entusiastas em tecnologia”, diz Adriana Lemos, Gerente de Produtos da Acer no Brasil.
O X32 também traz tempo de resposta de até 1ms e tela testada e calibrada para obter uma média Delta E <2 superbaixa para reproduzir cores precisas e realistas com cobertura Adobe RGB 99%. O principal do equipamento é também sua ergonomia ErgoStand no ajuste de altura, inclinação e rotação para maior conforto do usuário.
Imagem Divulgação
O modelo, que tem ângulo de visão de 178°, também conta com display HDR™ 1000, considerando um brilho nativo de 400 nits podendo chegar a 1000 nits, e cria níveis mais profundos de contrastes nas cenas mais escuras, aprimorando os detalhes em preto e branco e gerando imagens mais realistas.
O monitor ainda possui comutador KVM integrado, 2 auto falantes de 7w e entradas HDMI, DisplayPort, Tipo-C (com função de carregador 90W), saída de áudio, USB 3.0, USB-B e entrada de alimentação.
A novidade já está disponível na Acer Store. Acesse o SITE OFICIAL.
Nesta quinta-feira (02) a equipe do Suco teve a oportunidade de participar da coletiva de imprensa com grandes nomes da Crunchyroll e do Anime Awards. Após a apresentação da premiação mostrando as celebridades icônicas que estarão presentes, seguiu uma sessão de perguntas e respostas. Então, vem com a gente descobrir o que podemos esperar do Crunchyroll Anime Awards 2023.
Convidados especiais
Primeiramente, a coletiva iniciou com uma fantástica apresentação do evento, mas é claro que a sensação foram as celebridades que estarão presentes no dia. Entre atores, atletas e streamers, o ponto em comum que une todos eles é o amor pelos animes.
Vamos começar com Zelina Vega, Superstar do WWE que mostrou todo seu entusiasmo com a premiação ao exibir seu figurino. Com unhas enfeitadas com Sailor Moon e usando um tênis do Rock Lee, a lutadora compartilhou sua ansiedade e felicidade de fazer parte deste momento.
Além disso, diretamente de um quarto completamente enfeitado com artigos de anime, Juju Smith-Schuster, jogador de futebol americano, deu o seu recado. Juju não fez questão de esconder que se inspira nesse universo e ressaltou sua paixão pela animação japonesa.
Divulgação: Crunchyroll
De qualquer forma, uma das principais atrações também deu às caras. A estrela de Stranger Things, Finn Wolfhard será um dos apresentadores mais estimados do Anime Awards 2023. O ator, musicista e diretor também é fã de animes e comentou estar feliz em poder participar de algo tão importante como essa premiação.
Divulgação: Crunchyroll
Agora, confira a lista completa de convidados:
Aidan Hutchinson, lateral defensivo de futebol americano do Detroit Lions
Finn Wolfhard, ator, músico e diretor (Stranger Things, Pinocchio, Caça-Fantasmas, TI)
Hunter Schafer, atriz e artista (Euphoria e o próximo The Hunger Games: The Ballad of Songbirds and Snakes)
Jacob Bertrand, ator (Cobra Kai)
Juju Smith-Schuster, jogador do Kansas City Chiefs
Robert Rodriguez, diretor de cinema, roteirista, produtor, diretor de fotografia, editor e músico (Alita: Battle Angel)
Zelina Vega, Superestrela da WWE
Sykkuno, um dos maiores streamers do YouTube Gaming (mais de 9,8 milhões de seguidores)
Valkyrae, uma das maiores streamers do mundo (13 milhões de seguidores)
Perguntas e Respostas
Em seguida das apresentações dos convidados, hosts e dos finalistas dos animes indicados (você pode conferir a lista completa AQUI), partimos para uma sessão de perguntas e repostas. Nela, três grandes e importantes nomes da Crunchyroll estavam presentes:
Rahul Purini, Presidente;
Gita Rebbapragada, Chief Marketing Officer;
Asa Suehira, Chief Content Officer.
Sendo assim, com muita leveza e algum toque de bom humor, os três ajudaram a traçar o panorama do Anime Awards deste ano.
Várias vezes eles reforçaram que este universo está crescendo, que os animes deixaram de ser um nicho há muito tempo. Inclusive, Rahul falou que este foi um dos desafios em preparar a premiação deste ano: juntar toda esta energia, este amor e gratidão e expressá-las no evento. Juntamente, é claro, em prestigiar e exaltar os criadores de obras tão incríveis.
Além disso, respondendo à pergunta feita pela equipe do Suco, Gita comentou que ver atletas profissionais, por exemplo, falando do seu amor por anime é algo realmente grande hoje em dia. Também falou que ver essas celebridades falando sobre isso em público ajuda a aumentar o número de fãs e a se conectarem com pessoas que se inspiram nos animes.
Ainda, eles comentaram sobre o fato de os animes estarem sendo cada vez mais reconhecidos e difundidos. Por exemplo, hoje em dia vemos diretores e criadores de conteúdo de Hollywood inspirados e influenciados por animes. Apesar de ser algo inevitável, pelo aumento da popularidade do gênero, é satisfatório ver isso acontecendo.
O que esperar do Anime Awards 2023
Enfim, ao longo de todo este pré-evento, as expectativas sobre a premiação foram crescendo. Com design elegante e diversificado, a intenção é que os criadores dos animes possam brilhar em cima do palco. Também, o objetivo é celebrar o amor, a conexão e o crescimento desse universo.
Portanto, não houve timidez em falar que o Anime Awards 2023 será o maior de todos os tempos, principalmente por acontecer na terra natal dos animes: Tóquio. Ele mostrará a força, importância e toda a potência que os fãs ajudaram a construir, fazendo um evento memorável para eles.
Imagem Divulgação
Então, encerramos com a certeza de que os fãs ficarão encantados com as performances musicais, o estilo e os ganhadores deste ano. Além disso, é para prepararem o coração, pois os criadores das suas obras favoritas irão discursar diretamente para eles. Enfim, o que não vai faltar são momentos especiais e inesquecíveis.
Nos vemos no dia 4 de março, dia do Anime Awards 2023, com mais novidades!
Liyuu, uma cantora e cosplayer contratada pela gravadora Lantis, lançou seu primeiro mini-álbum conceitual, ‘Koii’, em 22 de fevereiro. Além disso, Liyuu também lançou um videoclipe para ‘Yellow’, uma música escrita por RYUICHI e composta por JUVENILE. O tema da música gira em torno de “amigos de infância”.
No videoclipe de ‘Yellow’, Nagisa Aoyama, que faz a voz de Ren Hazuki em ‘Love Live! Superstar!!’, aparece e retrata seu frustrante amor unilateral por um amigo de infância. Ryota Aoyama, um jovem ator promissor, interpreta o papel do amigo de infância. A música combina uma história de amor triste, mas realista, com a voz de Liyuu.
Assista o videoclipe oficial de ‘Yellow’
O álbum conceitual ‘Koi’ foi lançado no dia 22 fevereiro e está disponível em sua versão digital nas principais plataformas de música e na versão em CD nas lojas de música do Japão e sites de venda Online de CD, para mais informações do lançamento viste o site oficial da artista ou da gravadora Lantis.
Após uma bem sucedida turnê pelo Brasil em 2022, o grupo de k-popMCND voltará ao Brasil em 2023 com dois shows. O quinteto fará um show em Porto Alegre, no Opinião, no dia 26 de maio, e se apresentará também em Belo Horizonte, no dia 28 de maio, no Minascentro. Essa será a primeira vez que o MCND fará shows nas duas cidades.
Os ingressos para os dois shows brasileiros da turnê MCND WORLD ADVENTURE 2023 estarão à venda a partir do dia 4 de março, às 12h, pela internet, pela Sympla. Em Belo Horizonte, a venda também estará disponível na bilheteria do Minascentro.
Em Porto Alegre, a venda física acontece na Loja Planeta Surf do Shopping Bourbon Wallig. Clientes do Clube Fidelidade Galaxie da Highway Star poderão adquirir ingressos na pré-venda, nos dias 2 e 3 de março. As entradas estarão à venda por valores de R$100 em Belo Horizonte e a partir de R$150 em Porto Alegre.
Há opção de ingressos sociais para aqueles que fizerem doações de 1kg de ração para cães e gatos, a serem entregues na portaria do evento. As doações serão entregues para grupos de proteção animal de cada uma das cidades.
Participantes do show também poderão adquirir ingressos para eventos de interação com os integrantes do MCND: hi-touch, em que fãs poderão cumprimentar o grupo com um toque de mãos e Foto em Grupo, com 10 fãs em cada foto com o grupo. Também estarão disponíveis pôsteres autografados com o grupo.
O Brasil será a primeira parada da turnê MCND WORLD ADVENTURE 2023, que também passará por Chile, Colômbia, Equador, Panamá e México.
Abertura de vendas para o público geral: 4 de março (sábado), a partir das 12h.
As autoras best-sellers Rachael Lippincott e Mikky Daughtry, co-autoras do famoso livro ‘A Cinco Passos de Você‘, agora nos contam a trágica e encantadora história de Kyle e Marley, duas pessoas que se encontram (seria pelo destino?) e aprendem juntas a lidar com a morte de alguém querido. Carregado de dor, desespero e, ao mesmo tempo, esperança e amor, Todo Esse Tempo pode ser capaz de levar seu leitor das lágrimas ao choque com uma facilidade desmesurada.
Uma viagem perigosa pelas emoções
As narrativas em primeira pessoa sempre são arriscadas demais para o emocional do leitor, principalmente para o caso daqueles que se identificam de alguma maneira, seja com o acontecimento, seja com os sentimentos.
Como sempre costumo pensar, uma história deve sempre tocar em algo do nosso íntimo, seja positiva ou negativamente. Uma leitura apática não é uma boa leitura. E, dito isto, nos convém dizer que Todo Esse Tempo não peca.
Logo e principalmente no início, nós leitores embarcamos na mesma espiral de dor e sofrimento a que Kyle se submete. Primeiro, o já esperado choque do personagem, depois, a derrocada:
“[…] Eu sinto meu mundo inteiro se partir, a dor na minha cabeça crescendo cada vez mais, até que meu corpo inteiro explode em um milhão de pedaços, pedaços que nunca vão se juntar de novo.”
– Kyle.
À priori, à medida que a narrativa se desenrola, o leitor é guiado através da trilha de emoções pela qual viajam os personagens: primeiro a dor, depois a culpa, e então um vislumbre de esperança, a curiosidade, o desconforto, o amor. Sentimentos nunca são simples e, ainda que não sejam nossos, são sempre capazes de nos contaminar de alguma forma.
Como registro pessoal, sou obrigada a confessar que chorei por uns três capítulos seguidos, no começo. Parecia até que quem tinha perdido alguém fui eu. Nesse momento, como dizemos por aí, “criança chorou e mãe não viu”. Por incrível que pareça, a sensação de ser tocada de tamanha forma foi muito gratificante, apesar de que até parar um pouco para me recompor e voltar à leitura, eu precisei. Imagine só?!
Divulgação: Editora Alt
O encantamento
Uma sensação extremamente incomum para livros de romance, mesmo para aqueles que se passam em universos mais fantásticos, como na trilogia Não pare!, de FML Pepper, é a sensação de encantamento, de magia.
A obviedade dessa sensação, considerando que o livro pertence aos gêneros ficção e romance, tornaria a asserção de que a história é encantada mais do que evidente. No entanto, surpreendentemente, essa sensação não é tão inegável quanto parece ser, porque para o leitor que embarca na história apenas pela sinopse, a realidade e relação fantásticas do livro só são descobertas no fim.
Mesmo nos momentos de crise e dor, a relação de Kyle e Marley parecia sempre estar envolta em uma neblina de magia, irrealidade. Essa sensação de encantamento, provavelmente, é proveniente da protagonista, que por si só já tem uma aura meio encantada, o que nos leva ao próximo ponto: a “grande” reviravoltada história.
Um plost twist quase óbvio?
A sensação de encantamento que persegue o leitor durante a leitura é um enorme indicativo do que pode vir a seguir, principalmente se tratando de Marley, uma personagem cuja alma parece sempre estar em outro plano e que tem uma presença quase fantasmagórica no livro. Ela nunca interage com ninguém a não ser Kyle, fora alguns raríssimos momentos, além de não ter família, sobrenome ou quase sequer uma história.
Um leitor atento, realmente vigilante, é capaz de perceber tais nuances. Pessoalmente falando, eu passei muito tempo acreditando que Marley era uma alucinação, pelo menos até os momentos em que Sam a viu e que ela salvou a criança. Até então, a ideia de que Kyle estava alucinando era minha obsessão e, mesmo depois das interações, nada era capaz de me tirar da mente que algo estava errado. Que aquilo não era normal.
E, bom, realmente algo estava errado. Marley podia não ser uma alucinação, mas também não era tão real quanto todos acreditávamos. Então, toda a aura “extra-realidade”, digamos assim, que a circundava, passou a ser explicada.
É claro, não posso negar que a escolha para o plot me surpreendeu de alguma forma, apesar de tudo. Ele em coma? Ela como contadora de histórias? Para não ser injusta, mesmo não gostando do livro, preciso admitir que foi interessante.
Divulgação: Editora Alt
Eu amo o amor… mas esse não me ganhou
Apesar de todo o encantamento, todas as lágrimas e todo o caminho trilhado pelas emoções dos personagens, o casal não é capaz de fascinar ou agradar.
Marley, a protagonista, estranhamente assumiu uma postura quase decorativa no livro. Uma personagem emocionalmente amorfa, cuja única importância se deu pelo fato de compartilhar uma mesma dor com o protagonista Kyle, um garoto egocêntrico e teimoso, que torna tudo sempre sobre si.
Desse modo, o amor do casal não é capaz de aquecer corações, não há momentos memoráveis ou qualquer identificação. Para que toda história de romance convença, é sempre necessário que o enredo e, principalmente, os personagens, nos tornem suscetíveis às emoções do relacionamento.
Individualmente, é claro, as emoções dos personagens chegam a nós, afinal, como não se sentir tocado quando se é guiado através do escuro caminho da culpa, da dor e da perda? No entanto, a parte emocional que deveria contrabalancear todos esses momentos tristes vivenciados até então, não envolve, não cativa.
A história do casal real é pouquíssimo desenvolvida e, apesar de implicitamente explicada, deixa diversas falhas na construção da narrativa. No fim das contas, é frustrante. As expectativas não se cumprem.
Entrando em queda livre
Por mais que estejamos sempre impelidos a nos sentirmos como os personagens se sentem, é chegada a hora do tédio. A história parece não evoluir, os personagens estão sempre em círculos, emocional e fisicamente.
Sempre as mesmas expressões, diálogos, lugares e dores. Sempre de volta ao lago, ao parque, à casa de Kyle e depois ao hospital. Quando você menos espera, olha o parque de novo? Olha o lago de novo? É sofrida a trajetória do leitor espacialmente falando, porque a sensação de que não se sai do lugar é inconveniente e incômoda.
Além disso, os próprios diálogos são pouco criativos e desgastantes. É inegável que falar sobre amor é algo capaz de render incontáveis metáforas e evocar inúmeras sensações. Saudade. Felicidade. Tristeza. Desejo. Porém, todas essas possibilidades são cortadas pela falta de versatilidade das autoras também nesse quesito. No final, a história se arrasta e nós somos tomados por uma necessidade desesperada de terminar o livro de vez, dar fim ao tormento.
Em geral, os momentos de dor são os únicos capazes de gerar alguma conexão com a história. Os bons momentos são pouco sedutores e o foco da história, que é, basicamente, a importância dos amores (sim, no plural) na superação de um momento difícil é um tanto… letárgico.
Por fim…
Todo Esse Tempo é uma espécie de yin-yang da literatura: é capaz de unir tédio e emoção, coisas totalmente opostas, numa mesma história. Em um momento, você chora e se entristece, no outro, é tomado por uma apatia desgastante.
Assim, fazendo Kyle e, portanto, o leitor, “morrer e renascer duas vezes”, a história cansa, reinicia um percurso pelo qual já passamos, sem querer explorar novos caminhos, sem se aprofundar. Se arrasta e nos leva juntos.
No entanto, para não dizer que não falei das flores, Todo Esse Tempo carrega uma importante lição sobre amadurecimento, sobre o luto, sobre a verdade. O quanto é importante que nós nunca nos permitamos parar e nos afundarmos na dor e no desespero. O quanto é importante estarmos “sempre para frente. Nunca para trás”.