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Resident Evil Requiem | A Melhor Celebração dos 30 Anos da Franquia?

Resident Evil Requiem review
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação

Resident Evil Requiem é a mais nova entrada da icônica franquia de survival horror da Capcom. O jogo coloca o jogador no controle de dois protagonistas — Leon S. Kennedy, veterano da série, e Grace Ashcroft, uma novata do FBI — em uma narrativa dividida em três atos que alterna entre puro terror e ação frenética.

A promessa é reunir o melhor dos últimos 30 anos da franquia em um único título, e em boa parte, ela é cumprida.

Dois Protagonistas e Dois Jogos em Um

A principal aposta de Resident Evil Requiem está na dualidade entre seus protagonistas, e ela funciona muito bem. O jogo é estruturado em três atos: o primeiro focado em Grace, o segundo em Leon, e o terceiro alternando entre os dois. Essa divisão garante ritmo e variedade, já que os estilos de jogo são completamente diferentes.

Resident Evil Requiem
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação

Grace Ashcroft começa a jornada de forma mais vulnerável, o que é uma escolha deliberada e eficaz. Ela se apoia em furtividade, resolução de puzzles e gerenciamento escasso de recursos — os pilares do survival horror clássico. Suas seções iniciais, ambientadas no Hospital Rhodes Hill, são o ápice do terror na série nos últimos anos, com tensão comparável a títulos clássicos como Resident Evil 2. Ao longo da campanha, ela cresce de forma orgânica, terminando o jogo como uma personagem completamente diferente de quando começou — uma evolução bem construída e satisfatória. O trabalho de dublagem de Stephany Custodi para Grace merece destaque especial: a performance é excelente e contribui muito para o desenvolvimento emocional da personagem.

Leon S. Kennedy, por sua vez, traz o que os fãs já conhecem e amam: ação refinada, combate fluido e uma presença carismática. Quem acompanhou o personagem no RE2 Remake e no RE4 Remake vai notar que ele está ainda mais interessante aqui. Um detalhe que não passou despercebido pelos jogadores é uma aliança no dedo de Leon, um elemento que pode indicar camadas adicionais de profundidade em sua jornada — e que certamente vai gerar muita discussão na comunidade.

Resident Evil Requiem
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação

Mecanicamente, os dois personagens também se diferenciam de forma inteligente. Leon pode usar uma machadinha para aparar ataques e até mesmo pegar armas e ferramentas derrubadas por inimigos no cenário, incluindo serras elétricas. Grace, por sua vez, utiliza um coletor de sangue infectado para fabricar itens e munição especial, uma mecânica criativa que reforça seu estilo de jogo mais estratégico.

Zumbis com Personalidade: Um Conceito Perturbador e Brilhante

Um dos elementos que mais gostei em Resident Evil Requiem é a forma como os inimigos foram reimaginados. Os infectados do jogo mantêm resquícios de sua personalidade humana anterior — e isso os torna muito mais perturbadores do que os zumbis mecânicos a que estamos acostumados.

O mordomo, mesmo infectado, tenta desempenhar suas funções. A faxineira continua com seu instinto de limpeza — como varrer o sangue do chão caso o jogador deixe rastros e depois te atacar. O açougueiro causa pavor genuíno. Essa atenção ao detalhe humaniza os inimigos de uma forma que amplifica o horror, transformando cada encontro em algo mais do que um simples obstáculo a ser eliminado.

Na parte de Leon, a mistura inclui infectados com perfil de combate e militares da BSAA, o que mantém a variedade e impede que o combate se torne repetitivo.

Design de Cenário: Raccoon City de Volta à Glória

O design de Rhodes Hill é um dos grandes acertos do jogo. A inspiração nos dois primeiros títulos da franquia é clara e bem-vinda. Na primeira jogatina, a desorientação é parte da experiência — mas o ambiente é tão bem construído que, com o tempo, a navegação se torna intuitiva e prazerosa. É um design inteligente, típico de Resident Evil.

Resident Evil Requiem
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação

Ver Raccoon City destruída com gráficos de última geração é, sem exagero, emocionante. A franquia sempre nos instigou a imaginar como a cidade estaria após os eventos clássicos, e Resident Evil Requiem entrega essa resposta com riqueza de detalhes. Para os fãs de longa data, certas áreas — incluindo a delegacia RPD — vão provocar uma nostalgia genuína e poderosa.

O fator nostalgia, aliás, é explorado com inteligência. O jogo usa referências à franquia de forma orgânica, sem transformá-las em mero fan service vazio. As músicas e temas clássicos integrados à trilha sonora reforçam essa conexão emocional. Após zerar o jogo, o jogador recebe um relatório detalhado de Grace que amarra elementos que vão principalmente do Code Veronica até Village — uma linha do tempo que satisfaz os fãs mais atentos à lore da série.

História: Boa, Mas Com Tropeços no Terceiro Ato

A narrativa de Resident Evil Requiem flui bem durante a primeira metade. Os personagens são envolventes, o mistério se desenvolve em bom ritmo e as reviravoltas funcionam. O problema aparece no terceiro ato, que sofre de um pacing acelerado demais — aquela sensação de que a história está sendo resolvida às pressas.

O principal prejudicado por esse ritmo atropelado é o antagonista principal, Victor Gideon. Apesar de ter um momento de destaque — incluindo uma perseguição de moto por Raccoon City com Victor armado com um RPG — sua história é excessivamente simples, e ele não chega perto do impacto memorável de vilões como Nemesis ou Birkin. É uma oportunidade perdida para um jogo de tamanha ambição.

Resident Evil Requiem
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação

Os demais personagens secundários são competentes, mas vivem à sombra da dupla protagonista. Há muito conteúdo para agradar o fã antigo, e algumas passagens dos jogos clássicos — RE 0, 1 e 2 — permanecem em aberto, sugerindo que a Capcom já planeja desdobramentos futuros, seja em novos títulos ou remakes.

Som e Técnica: Quase Impecável

A mixagem de Resident Evil Requiem é primorosa. Cada detalhe sonoro foi pensado para imergir o jogador — dos ambientes às trocas de pentes nas armas. O design de som complementa perfeitamente o trabalho visual e reforça tanto os momentos de tensão quanto os de ação.

A RE Engine, conhecida por sua otimização em ambientes fechados, entrega uma experiência sólida na maior parte do tempo. Em configurações como a minha, um i5 10400F, 32 GB de RAM e RTX 4060, o jogo roda a cerca de 80 quadros por segundo em resolução 1440p no preset Alto, com efeitos de cabelo ativados. Uma performance impressionante, especialmente considerando a densidade visual do jogo.

Resident Evil Requiem
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação

No entanto, em cenários abertos — particularmente ao chegar em Raccoon City — a engine demonstra algum esforço, com stuttering (travadinhas) na versão PC. Problemas com ray tracing e inconsistências na sensibilidade da mira em controles são alguns bugs que acredito que serão resolvidos. Nada que comprometa a experiência de forma crítica, mas pontos que merecem patches de correção.

A possibilidade de alternar livremente entre câmera em primeira e terceira pessoa para ambos os personagens é um diferencial importante. Essa flexibilidade permite que cada jogador customize sua experiência — quem prefere o terror imersivo da primeira pessoa tem essa opção; quem gosta da visão panorâmica da terceira pessoa também é atendido. Na sua primeira run eu recomendo Grace em primeira pessoa e Leon em terceira pessoa.

Resident Evil Requiem
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação

O Que Poderia Ser Melhor

Além dos vilões pouco desenvolvidos e do ritmo irregular no terceiro ato, Resident Evil Requiem apresenta outras duas fragilidades que vale mencionar.

Os puzzles são a maior decepção. O jogo opta majoritariamente por entregar arquivos com senhas de cofres e instruções diretas sobre como interagir com determinados itens. A profundidade e criatividade dos enigmas encontrados em Resident Evil 7, ou nos clássicos da franquia, está praticamente ausente. Há um puzzle que gerou bastante discussão nas redes sociais, mas ele é uma exceção isolada em um jogo que claramente priorizou outros aspectos.

A outra crítica relevante é a ausência do modo The Mercenaries no lançamento. Trata-se de um conteúdo que muitos jogadores consideram essencial para a rejogabilidade da franquia, e sua falta deixa o jogo apoiado apenas em sua campanha principal — estimada entre 10 e 16 horas. Pessoalmente, não ligo tanto, mas será muito bem vindo.

Para Quem É Resident Evil Requiem?

Resident Evil Requiem funciona como uma carta de amor aos 30 anos da franquia. Ele pega o melhor do Resident Evil 7 e do Resident Evil 8 — a atmosfera, o horror visceral, a narrativa focada — e combina com o cenário urbano familiar do Resident Evil 2 e do Resident Evil 3, adicionando a jogabilidade de ação refinada do Resident Evil 4 Remake nas seções de Leon. É uma mistura ambiciosa que, na maior parte do tempo, funciona.

Resident Evil Requiem
Resident Evil Requiem | Imagem Divulgação

Fãs de longa data vão se emocionar com os acenos ao passado da série. Novatos têm em Grace Ashcroft um ponto de entrada acessível e bem construído. E quem está no meio-termo vai encontrar um jogo tecnicamente sólido, com bons personagens, inimigos criativos e um design de cenário que é, por si só, uma experiência.

Em um ano marcado por lançamentos divisivos, Resident Evil Requiem se posiciona como um dos títulos mais completos de 2026 — e uma prova de que a Capcom ainda sabe muito bem o que está fazendo com sua franquia mais icônica.

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Review produzido com base em análise da versão de PC cedida pela Capcom. Tempo de campanha: aproximadamente 12 horas na primeira jogatina.

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A Geo(química) em Sleep Token: o que as letras escondem?

a geoquimica sleep token
Imagem Divulgação

Se você, caro leitor, clicou aqui, é porque já conhece a banda britânica de rock Sleep Token, formada em 2016, em Londres, Inglaterra. A banda é um coletivo mascarado anônimo liderado por um frontman apelidado de Vessel.

Eles são categorizados em muitos gêneros diferentes, incluindo metal alternativo, metalcore, post-rock/metal, metal progressivo e indie rock/pop. Depois de autopublicar seu EP de estreia, One, em 2016, a banda assinou com a Basick Records e lançou uma sequência, Two, no ano seguinte.

O grupo mais tarde assinou com a Spinefarm Records e lançou seu primeiro álbum completo Sundowning em 2019, que foi seguido em 2021 por This Place Will Become Your Tomb. Um terceiro álbum, Take Me Back to Eden, foi lançado em maio de 2023.

Okok, mas… O que tem de cientifico nessa banda? Onde a ciência se encaixa? Bom, caro leitor, é o que vamos tratar a seguir. A primeira vista, o nome de algumas músicas já nos fornece uma pista. Vamos a elas: 

Água e alteração hidrotermal

A água é o principal agente de transporte geoquímico. Ela dissolve, carrega, precipita. Em Atlantic (Album: This Place Will Become Your Tomb, 2021), o oceano é quase um reator químico emocional, no trecho: 

“Flood me like Atlantic” Demonstra a capacidade do oceano de atingir objetos, pessoas, qualquer coisa ao seu alcance. A água, por vezes, em sistemas naturais lixivia elementos, concentra elementos e reequilibra sistemas.

Na música, ocorre uma imersão emocional causadas tanto pela letra quanto pela lodia que cresce quase como a profundidade do oceano.

pH, alcalinidade e reatividade

Na música Alkaline (albúm: This Place Will Become Your Tomb, 2021), o próprio título já entrega nosso assunto, ilustrado no verso:

“She’s not acid nor alkaline” 

Afinal, o que é alcalinidade? 

É a capacidade da água de neutralizar ácidos, agindo como um “tampão” para manter o pH estável (pH – Potencial Hidrogeniônico, é uma escala de 0 a 14 que mede o grau de acidez ou alcalinidade (basicidade) de uma solução aquosa, baseada na concentração de íons de hidrogênio.

Alcalinidade controla:

  • Mobilidade de metais
  • Precipitação de carbonatos
  • Equilíbrio químico de sistemas aquosos

A letra brinca com a dualidade (polaridades químicas) para falar de ambiguidade emocional (ou transformação?) ou até mesmo do próprio amor.

Granito, resistência e fratura frágil

Em Granite (álbum: Take Me Back to Eden, 2023), temos o granito, uma rocha ígnea intrusiva extremamente dura e resistente, formada pelo resfriamento lento do magma com cristais visíveis de quartzo (sílica), feldspato (aluminossilicatos de potássio, sódio ou cálcio) e mica (grupo de minerais de silicato – sílica) como foco principal.

“Sulfur on your breath” / “Granite in my chest”

Embora o granito possua baixos teores de enxofre, este é usado para ilustrar a influência corrosiva (pois, uma de suas formas é o ácido sulfúrico). Em sua forma elementar (sólida), o elemento pode cuasar irritações na pele, olhos e trato respiratório, conversando muito bem com a temática da canção de “conflito emocional”.

Mas aqui vem o detalhe geoquímico interessante: o granito é resistente à compressão, mas é frágil sob tensão. Ele não dobra. Ele fratura. O que simbolizando a rigidez e o peso emocional que se instala, dentro de um relacionamento, sugerindo que algo sólido está sendo lentamente corroído por essa convivência. Ou seja, até o que parece maciço, estável, guarda “veios” (“rachaduras”) internos (as).

E então, caro leitor, gostou de saber dessas curiosidades? 

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Confira os detalhes de Tangle e Whisper em Sonic Racing: CrossWorlds

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Totalmente gratuito, o novo conteúdo de Sonic Racing: CrossWorlds já encontra-se disponível nos circuitos e acelerando. A chegada de Tangle & Whisper traz seus temas a Jukebox em Character Select e Result, além dos emotes!

Diretamente dos quadrinhos da IDW, você poderá vencer as corridas entre mundos de Sonic Racing: Crossworlds na sua plataforma preferida. Disponível para  PlayStation 5PlayStation 4Xbox Series X|SXbox OnePC, chegando para Nintendo Switch no dia 26 de março de 2026, acelere com Sonic e seus amigos!

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Atente-se a chegada de LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas

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O Farol Lego de Gothan City traz o anúncio da Warner Bros. Games e da DC com uma nova cinemática de LEGO Batman: Legado Cavaleiro das Trevas. O trailer traz uma recriação de uma clássica cena de 1989, confira:

Reimaginada com o humor característico do universo LEGO, a cena tem como pano de fundo a música “Partyman”, do lendário músico Prince, faixa que marcou época ao integrar a trilha sonora do clássico. Coringa invade o Museu de Gotham City, transformando seus blocos em sua galeria de arte pessoal!

LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas já está disponível para pré-venda no PlayStation 5Xbox Series X|S e PC (Steam e Epic Games Store). Além disso, antes do lançamento oficial em 29 de maio de 2026, quem fizer a pré-venda da Edição Deluxe terá acesso antecipado de 72 horas a partir de 26 de maio de 2026. Todos os jogadores que fizerem a pré-venda receberão o traje do Batman de O Cavaleiro das Trevas no lançamento, inspirado na aclamada série de quadrinhos.

Do mesmo modo, os jogadores também poderão desbloquear o traje do Batman da Era de Ouro no lançamento. Baseado no visual de estreia do Batman em Detective Comics #27 (1939), disponível para usuários elegíveis que criarem uma conta da Warner Bros. Games, bem como para aqueles que já possuem uma conta. Salve Gotham e seus blocos!

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Reigns: The Witcher traz uma nova aventura do Bruxo!

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A Nerial e a Devolver lançaram uma nova aventura ambientada no universo de The Witcher para PC e mobiles. Reigns: The Witcher traz um grande momento da CD RED PROJEKT e a série Reigns, e sua ambientação Sombria.

Faça suas escolhas e aventure-se deslizando o dedo entre aldeões furiosos e criaturas místicas atrás das sombras. A Lenda de Gerald será contada por Dandelion, o Bardo mais famoso das tavernas de Rivia, eternizando a lenda do Bruxo com um pouco a mais da realidade.

Atenda os pedidos, escolha aquilo que te faz sentido, para o bem ou para o mal. A história de Gerald está em suas mãos! Reigns: The Witcher espera por você agora! Baixe já clicando abaixo:

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Galileo Galilei faz primeira apresentação no Brasil no Anime Friends 2026

Galileo Galilei anime friends 2026
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A banda japonesa Galileo Galilei se apresenta pela primeira vez no Brasil no dia 4 de julho de 2026, dentro da programação do AF Festival, evento integrado ao Anime Friends 2026. O show acontece no Distrito Anhembi, em São Paulo, e marca um dos momentos mais aguardados do sábado do festival.

Quem é o Galileo Galilei

Formado em 2007 em Wakkanai, região de Hokkaido, o Galileo Galilei conquistou projeção nacional no Japão após vencer o festival de audições Senkou Riot. Os álbuns Parade e Portal, além de uma sequência de singles, consolidaram a banda como um dos grupos mais marcantes do rock alternativo japonês.

A conexão com o público de anime veio com temas de séries de grande repercussão. Entre os principais destaques estão Aoi Shiori, tema de Anohana; Circle Game, do filme da mesma série; Asu e, abertura de Mobile Suit Gundam AGE; e Climber, encerramento da segunda temporada de Haikyu!!.

Hiato e retorno

Em 2016, a banda anunciou uma pausa nas atividades após a turnê do álbum Sea and The Darkness, encerrando o ciclo com um show histórico no Nippon Budokan. Quase sete anos depois, o grupo surpreendeu os fãs ao anunciar seu retorno em 2022, iniciando uma nova fase criativa com lançamentos como o single ピッチカート (Pizzicato) e Amadeus, abertura da segunda temporada de Blue Orchestra. Para 2026, a banda já confirmou a turnê Galileo Galilei Tour 2026 “NAKED HERO”.

Atualmente, o grupo é formado por Yuuki Ozaki (vocal e guitarra), Kazuki Ozaki (bateria), Fumito Iwai (guitarra), Masaki Okazaki (baixo) e DAIKI (guitarra).

A apresentação promete reunir diferentes fases da trajetória do grupo, combinando clássicos que marcaram gerações de fãs com a nova identidade musical da retomada.

Anime Friends 2026: datas e ingressos

O Anime Friends 2026 acontece de 2 a 5 de julho no Distrito Anhembi, na Rua Prof. Milton Rodrigues, s/n, no bairro Santana, em São Paulo. Os ingressos estão disponíveis na Ticket360 (ticket360.com.br) e nos pontos de venda presenciais: Sugoi City, na Galeria Sogo Plaza (Rua Galvão Bueno, 40 – Mezanino – Liberdade), e Akiba Station (Rua Thomaz Gonzaga, 18 – Liberdade).

Mais informações em animefriends.com.br.

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Pokémon Ventos e Pokémon Ondas são anunciados para Nintendo Switch 2 em 2027

A The Pokémon Company anunciou Pokémon Ventos e Pokémon Ondas, os novos títulos da série de RPG desenvolvidos pela GAME FREAK inc. Os jogos estão previstos para 2027 e serão lançados exclusivamente para o Nintendo Switch 2.

Mundo aberto com ilhas e oceano

Os novos títulos apresentarão um mundo aberto para exploração, ambientado em ilhas exuberantes abraçadas pelos ventos e em um vasto oceano repleto de ondas cristalinas — cenários que refletem diretamente os nomes dos jogos.

Os treinadores jogarão como o personagem principal da aventura, com visual diferente dependendo do título escolhido.

Três Pokémon iniciais para escolher

pokémon ventos ondas
Imagem Divulgação

Antes de partir em sua jornada, cada jogador poderá escolher um entre três parceiros iniciais:

Browt, o Pokémon Grão-galinho, é do tipo Planta, mede 0,3 m, pesa 3,5 kg e possui a habilidade Supercrescimento. Pombon, o Pokémon Filhote, é do tipo Fogo, mede 0,4 m, pesa 6,7 kg e tem a habilidade Incêndio. Já Gecqua, o Pokémon Geco d’Água, é do tipo Água, mede 0,3 m, pesa 4,3 kg e conta com a habilidade Dilúvio.

Português do Brasil estreia na série

Uma das novidades mais aguardadas pelos fãs brasileiros é a inclusão do português do Brasil entre os idiomas disponíveis. Pokémon Ventos e Pokémon Ondas serão oficialmente os primeiros títulos da franquia a oferecer o idioma, ampliando o acesso ao universo Pokémon para jogadores do país.

Mais informações estão disponíveis no SITE OFICIAL em.

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Tales of Berseria Remastered já está disponível para consoles e PC

A Bandai Namco Entertainment America anunciou nesta sexta-feira (27) o lançamento de Tales of Berseria Remastered, versão aprimorada do RPG de ação lançado originalmente em 2016. O título chega às plataformas atuais nas edições Standard e Digital Deluxe para Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam.

Uma história entre razão e emoção

O jogo acompanha a jornada de Velvet Crowe, protagonista que embarca em uma busca por vingança após o assassinato de seu irmão. A narrativa explora o conflito entre emoção e razão enquanto Velvet e seus companheiros enfrentam inimigos, traições e laços emocionais ao longo da aventura.

O sistema de batalha dinâmico permite que os jogadores personalizem habilidades e criem estilos de jogo únicos, com mecânica de roubo de “almas” dos inimigos para desencadear poderosos combos.

O que há de novo na versão remasterizada

Tales of Berseria Remastered chega com melhorias de qualidade de vida que facilitam a experiência de jogo, entre elas acesso antecipado à Grade Shop, ícones de destino no mapa e a possibilidade de ativar ou desativar encontros com inimigos.

A edição também reúne conteúdos adicionais lançados anteriormente, como trajes para personagens, itens bônus e outros extras já conhecidos pelos fãs da série TALES.

Mais informações sobre o título estão disponíveis no site oficial da Bandai Namco Entertainment America.

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