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Silent Hill | Suco Apresenta

silent hill 1999
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Halloween tá chegando! Nessa época do ano passado, resolvi fazer uma maratona com todos os jogos da série Resident Evil (quer dizer, todos os jogos que eu considero bons o suficiente para entrarem numa retrospectiva, ignorando coisas bizarras como Operation Raccoon City). Já em 2024, nós temos a outra grande franquia de horror ressurgindo das cinzas com o remake de Silent Hill 2. Sendo assim, achei por bem revisitar este bastião do survival horror com um olhar mais crítico. Como foi o nascimento da série Silent Hill?

Eu joguei o primeiro jogo da série Silent Hill, lançado em 1999, lá quando eu ainda estava no Ensino Médio, e vou admitir uma coisa: eu TREMIA de medo desse jogo. Quando a excelente trilha sonora produzida por Akira Yamaoka chegava com seus ritmos industriais pesando fortemente na mente dos jogadores, o Renato de 2002 simplesmente desligava o jogo, tamanho o estresse que o compositor traz em sua paisagem sonora.

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No entanto, o Renato de 2024, finalmente jogando novamente o Silent Hill original todos esses anos depois, enxerga uma experiência um pouco mais inconsistente do que era capaz de enxergar lá no passado. Ainda assim, é um jogo potente, que vai numa direção muito diferente do que a maioria dos survival horrors da época costumava ir, principalmente se comparado à trilogia Resident Evil.

Silent Hill acompanha a história de Harry Mason, um pai de família que encontrou sua filha na beira da estrada nas proximidades da cidade de Silent Hill. Quando a garota, Cheryl, completa sete anos de idade, ela pede, do nada, que ele a leve à cidade de Silent Hill para passar férias. No caminho, uma garota adolescente aparece em frente ao carro na estrada, forçando Harry a bater o carro para tentar se esquivar. Ao acordar, percebe que Cheryl não está mais no carro, e então encontrá-la se torna sua principal missão no jogo.

O que mais me chamou atenção, jogando depois de adulto, é o quanto a primeira hora do jogo ainda é impecável. Todo mundo que conhece um pouquinho da história dos jogos de terror vai se lembrar bem claramente da introdução de Silent Hill. Você acorda nessa cidade enevoada, e ao andar alguns passos à frente, vê uma silhueta parecida com Cheryl. Harry chama por ela, mas é ignorado. Você corre em direção a ela, apenas para vê-la sumir para dentro da névoa múltiplas vezes, te guiando em direção a um beco. Daqui pra frente, é só pra trás.

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Ao adentrar um portãozinho para dentro deste beco, a primeira coisa a chamar a atenção é uma poça de sangue e tripas bem à sua frente, sem explicação alguma. Quanto mais pra dentro do beco você anda, mais esquisita vai ficando a trilha sonora e os ângulos de câmera que acompanham Harry. Você passa a ouvir uma sirene à distância. O mundo fica escuro e coisas ainda mais estranhas, como uma cadeira de rodas e uma maca de hospital ensanguentada, aparecem dentro deste beco. No final dele, um corpo ressecado pendurado nas grades e o chão coberto de sangue esperam por Harry, que é imediatamente atacado por três monstros parecidos com crianças, com facas na mão. Sem armas e sem defesa, não adianta nem voltar em direção à saída do beco, pois a realidade não é confiável neste lugar: o beco se fecha e a única saída é ser morto pelas criaturas.

Como a realidade não é confiável, este não é o fim da linha para Harry, que acorda numa lanchonete acompanhado da policial Cybil Bennett. Infelizmente, a presença dela não adianta de nada em termos de esclarecer o que está acontecendo na cidade, já que ela parece estar tão perdida quanto você. Após um diálogo surreal daqueles que apenas o voiceover de jogos de Playstation 1 pode criar, Cybil te dá uma pistola (o que me parece muito temerário vindo de uma policial, mas ok, vamos deixar rolar) e você retoma o controle. Neste momento, uma das cenas mais icônicas do horror do Playstation 1 acontece: ao tentar sair da lanchonete, o rádio que está em cima de uma das mesas começa a emitir estática num volume altíssimo. Ao verificar, Harry é surpreendido por uma espécie de monstro-pterodátilo atravessando a janela.

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A partir daqui, a primeira parte do jogo tem uma jogabilidade e objetivos simples: Harry quer encontrar sua filha explorando a cidade, que é um “mundo aberto” cheio de névoa e monstros. Aqui é onde a genialidade da série Silent Hill está no seu pico.

Em primeiro lugar, a decisão de cobrir Silent Hill de névoa, que é brilhante em unir o útil ao agradável. Qualquer um que estava por aqui quando o Playstation 1 reinava sobre o território dos games vai se lembrar que, apesar do reinado, o hardware do PS1 não era exatamente o mais capaz de criar gráficos super realistas, principalmente em representação de longas distâncias, onde o console simplesmente não era capaz de renderizar muito longe sem sua taxa de quadros cair absurdamente, com seus míseros 33 MHZ de processador e 2 MB de memória RAM. Mas e se os desenvolvedores se inspirassem em “The Mist”, do Stephen King, e cobrissem a cidade de névoa? Assim, temos uma justificativa diegética para não conseguirmos ver um palmo à frente do nariz, temos uma inspiração literária, e conseguimos manter um nível de realismo dos gráficos superior à boa parte da biblioteca do PS1, com a taxa de quadros caindo só pra 15 FPS!

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Quanto ao ciclo de jogabilidade: o jogador conta com um mapa da cidade e está livre para explorar como se fosse um “mundo aberto”. O mapa também é uma mecânica muito importante, pois Harry faz anotações em seu mapa conforme você vai explorando. Ele marca o beco onde fomos atacados pelas crianças, e então este se torna seu primeiro objetivo. Ao chegar no beco, ao invés de encontrar cenas grotescas e crianças assassinas, encontramos um caderno de desenho com os dizeres “para a escola” escritos com a letra de Cheryl. Então, Harry marca a escola no mapa como seu próximo objetivo. Ao tentar alcançar a escola, no entanto, fica claro que as ruas da cidade estão todas bloqueadas por abismos intransponíveis, deixando claro que o “mundo aberto” de Silent Hill não é tão aberto assim. Rapidamente percebe-se que a única passagem para a rua da escola é através de uma casa, cuja porta dos fundos está trancada com três fechaduras, e aí a gente precisa explorar a cidade para encontrar três chaves. Desta forma, toda essa primeira parte do jogo consiste em explorar as ruas desoladas e atmosféricas de Silent Hill procurando o caminho.

Isto é, até entrarmos na escola, que é de longe o ponto mais alto do jogo. Aqui, não somos apresentados a muita construção narrativa da história do jogo ainda, mas temos uma área de dois andares onde temos que resolver múltiplos quebra-cabeças, tanto literais quanto espaciais. Logo na recepção da escola, você já encontra três cadernos escritos em sangue, com três horários no topo e dicas crípticas para avançar seu progresso. Pode parecer um pouco estranho dizer que explorar um prédio todo escuro com vários enigmas que envolvem interpretação de texto e coisas bizarras acontecendo é uma experiência de jogabilidade genial, mas realmente é. (Apesar de que não sei como a molecada fazia nos anos 90 sem traduções e sem saber inglês…)

silent hill 1999
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Claro que o ponto alto da experiência é que várias bizarrices isoladas vão acontecendo em certos pontos da exploração pela escola, que certamente foram suficientes pra fazer o Renato de 2002 imediatamente desligar o game. Por exemplo, quando entramos em um dos banheiros da escola e claramente se ouve uma pessoa chorando dentro de um dos mictórios. Ou quando o silêncio dá vez a pancadas industriais como se estivéssemos dentro de uma fábrica, sem nenhum motivo aparente para a intensidade extra. Ou talvez quando resolvemos o quebra-cabeça da torre do relógio e ouvimos a sirene novamente, indo parar no mesmo pátio, porém com a escola totalmente transformada, seus pisos normais trocados por grades sobre um abismo interminável. Ou a sala dos armários…

Mas porque digo que a escola é o ponto alto da experiência? Logo após matarmos o lagartão, monstro principal da escola, o mundo volta ao estado enevoado do início, e ouvimos um sino de igreja na distância. Ao alcançarmos a igreja no nosso mapa, encontramos Dahlia Gillespie, e a narrativa do que aconteceu para justificar todas as bizarrices que já vimos até então toma o centro das atenções, e aí é que sinto que a experiência se perde um pouco.

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O que o resto do jogo nos conta? Bem, senta que lá vem história. 14 anos atrás, a cidade de Silent Hill contava com um culto religioso liderado por Dahlia Gillespie, culto este que dominava a população da cidade através da venda de uma droga alucinógena e altamente viciante chamada White Claudia. O plano do culto é (e prestem atenção nisso) conjurar o arcanjo Samael. Para tanto, Dahlia faz um ritual para engravidar, e, através de magia negra, fazer com que a criança nasça com a alma do arcanjo. No entanto, o ritual dá errado, e a criança, Alessa, nasce apenas com “metade” (???) da alma de Samael. Para controlar totalmente os poderes da menina e impedir que ela se tornasse uma adolescente desobediente, Dahlia põe fogo na criança, sabendo que o poder do arcanjo não permitiria que ela morresse, e através de controle do vício na droga, a mantém sob cuidados da enfermeira Lisa Garland.

Com este controle, Dahlia bola o plano de ter mais uma criança com a segunda metade (???) da alma de Samael, e é bem sucedida. No entanto, sofrendo com a culpa de cuidar de Alessa, Lisa rouba a criança e a abandona na beira da estrada, onde nosso heroi Harry a encontrou sete anos atrás. Com o tempo, a garota passa a pedir ao pai para ir para Silent Hill, e assim chegamos no início do jogo. A garota adolescente da qual Harry tenta desviar na introdução é Alessa, e ao se encontrarem, as duas almas das garotas se fundem e finalizam a junção da alma de Samael, criando realidades alternativas onde o jogo todo se passa. O restante do jogo, então, é basicamente composto da tentativa de Dahlia de fazer Samael renascer, e o boss final é a representação do arcanjo Samael renascido.

Essa explicação toda pareceu meio enrolada? Pois bem, essa é a minha explicação detalhada depois de terminar o jogo duas vezes. O jogo em si é beeeeeem mais complicado que isso, com diálogos em inglês quebrado, personagens agindo de maneira misteriosa, e cortes de realidade enviando Harry rapidamente entre Silent Hill enevoada e Silent Hill “pesadelo”. E tudo isso pra contar uma história onde todas as coisas sobrenaturais e bizarras que acontecem são explicadas através de um culto de seres humanos comuns querendo conjurar uma figura bíblica para… o que, especificamente? Vai saber.

silent hill 1999
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Por isso, acho que a segunda metade do jogo vai ficando cada vez mais desinteressante, juntando essa narrativa convoluta com a abundância de armas e munições que o jogo te dispõe, se você explorar com vigor. Elimina-se qualquer tipo de desafio e de aprofundamento na narrativa do jogo. Ainda assim, não é como se não houvessem momentos maravilhosos na segunda metade do jogo. A passagem pelo hospital é tão atmosférica quanto a exploração da escola, as transições entre realidades nas ruas são extremamente bem feitas para o hardware do PS1, e a ansiedade que a trilha sonora impõe ao jogador (especialmente com o zumbido bizarro quando estamos viajando entre o hospital e a loja de antiguidades, senhor amado) é muito opressiva, perfeita para o sentimento de horror que Silent Hill quer evocar.

Finalmente, Silent Hill é o clássico atemporal de horror que esperamos? De muitas formas, sim. Mas é especialmente um ponto de partida importantíssimo para o que se tornaria a era de ouro dos survival horror, o período do Playstation 2, de 2000 a 2007, onde os grandes clássicos da série realmente se encontram.

Silent Hill 2 Remake sai no dia 8 de outubro. Faça sua pré-compra na Steam e na PlayStation Store.

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“Aladim e a Lâmpada Mágica – O Musical” volta ao Teatro Gazeta para nova apresentação

Aladim e a Lâmpada Mágica TEATRO
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Sucesso de público, a superprodução “Aladim e a Lâmpada Mágica – O Musical” volta em cartaz no Teatro Gazeta, em São Paulo. O espetáculo para toda a família já tem seus ingressos à venda para a próxima apresentação no dia 21 de setembro.

O estrondoso sucesso das Arábias está de volta ao Teatro Gazeta em uma superprodução para única apresentação, com grande elenco e mais de 50 figurinos.

Em um canto longínquo da Arábia, encontra-se Agrabah, um reino místico e misterioso. Em meio a inúmeras lendas, a mais grandiosa será vivida nas areias deste lugar. Poderia um ladrãozinho ser na verdade um diamante bruto? E uma simples lâmpada velha poderia ser o lar de um poderoso gênio? E uma jovem princesa, será que poderia se aventurar pelo mundo em um tapete voador? Esfregue a lâmpada e embarque nessa noite na Arábia com muita música e magia.

No elenco estão Felipe Hideky como Aladdin, Camila Vergasta dando vida a Jasmine, Dyego Antonini no papel de Gênio, Max Gracio como Jafar, Bruno Sperança no papel de Iago, Conrado Helt como Sultão, e os atores Akim, Ariadne Okuyama, Davi Tostes, Eduardo Montoro, Vinicius de Jesus e Yasmin Barbosa integrando o Ensemble.

O espetáculo tem direção musical de Di Angelo, direção cênica e coreografias de Leonardo Aroní, texto e versões de Ella Dalcin, cenografia e figurinos de Rodrigo Gomes e produção de Dos Clássicos Produções.

O musical fará única apresentação dia 21 de setembro, às 16h, no Teatro Gazeta. Os ingressos já estão à venda na Sympla.

Aladim e a Lâmpada Mágica TEATRO
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GARANTA JÁ SEU INGRESSO

“Aladim e a Lâmpada Mágica – O Musical”

  • Única apresentação
  • Dia 21 de setembro às 16h
  • Teatro Gazeta – Av. Paulista, 900 – São Paulo/SP
  • Ingressos: R$60,00 (meia entrada) e R$120,00 (inteira)
  • Vendas online
  • Duração: 1 hora e 15 minutos
  • Classificação indicativa: Livre

Tem direito a meia entrada: estudantes, maiores de 60 anos, pessoas com autismo e seu acompanhante, portadores de necessidades especiais e seu acompanhante, jovens de baixa renda inscritos no Cad Único e doadores de sangue com carteirinha.

Crianças até 24 meses, no colo dos adultos responsáveis, não pagam.

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Aurora Fest 2024 foca no protagonismo feminino com cultura e gastronomia asiática

Aurora Fest 2024
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O Aurora Fest, o único evento de gastronomia e cultura asiática que coloca a mulher asiática como protagonista, retorna para sua 2ª edição em São Paulo. Agora, o festival acontece no dia 21 de setembro de 2024, das 11h às 21h, no Largo da Batata, ao lado da estação Faria Lima do metrô. A entrada é gratuita e o ambiente é pet-friendly.

Então, a intenção é celebrar a diversidade, o talento e o empreendedorismo feminino em um espaço que reúne as tradições culturais e culinárias de países como Índia, China, Japão, Coreia, Vietnã e Tailândia.

Com mais de 60 empreendedoras, artistas e artesãs asiáticas presentes, o festival oferecerá uma vasta gama de produtos, desde moda e arte até serviços especializados para pets.

Enquanto isso, na parte gastronômica, os visitantes poderão experimentar uma variedade de pratos. Por exemplo, comida de rua coreana, sobremesas japonesas, bebidas, panificação e outras delícias da culinária asiática.

Marina Shimabuko, Diretora de RH e Jurídico da Sakura Alimentos, parceira do evento, comenta:

O Aurora Fest é um reflexo da força e da criatividade da mulher asiática, qualidades que também inspiram a Sakura Alimentos há mais de 80 anos. É uma honra apoiar um evento que celebra a diversidade e o empreendedorismo feminino, promovendo a rica cultura asiática que tanto prezamos.

A programação do Aurora Fest promete envolver públicos de todas as idades com apresentações culturais variadas. Entre elas, música tradicional, danças como o bharatanatyam, Bollywood, K-pop, além de performances de danças chinesas, desfiles de roupas tradicionais e até competições esportivas.

Roberto Otake, CEO da Sakura Alimentos, reforça:

A Sakura Alimentos e a cultura asiática compartilham uma história de tradição e inovação. O Aurora Fest é uma oportunidade de celebrarmos essa conexão, valorizando o papel fundamental da mulher asiática em nossa jornada. Convidamos a todos para se juntarem a nós neste festival.

Sobre a Sakura Alimentos

Com mais de 80 anos de história, a Sakura Alimentos se destaca no mercado brasileiro como referência em produtos asiáticos, combinando inovação e respeito às tradições culinárias.

A marca oferece desde temperos clássicos até alimentos prontos, sempre prezando pela qualidade. Além disso, a empresa é comprometida com o apoio a eventos que promovem a cultura asiática e a valorização de suas tradições.

Serviço

  • Evento: Aurora Fest 2024
  • Data: 21 de setembro de 2024
  • Horário: Das 11h às 21h
  • Local: Largo da Batata, Pinheiros (ao lado da estação Faria Lima, linha amarela do metrô)
  • Entrada: Gratuita
  • Pet Friendly
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My Hero Academia: Agora é a Sua Vez tem data de estreia revelada

My Hero Academia: Agora é a Sua Vez
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A Crunchyroll adquiriu os direitos de exibição do filme My Hero Academia: Agora é a Sua Vez. Sendo uma produção do estúdio Bones, o filme estreia em parceria com a Sony Pictures no dia 10 de outubro deste ano, no Brasil.

A data de estreia nos cinemas da América Latina incluem:

  • Argentina, Bolívia, Brasil, América Central, Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai, Peru e Uruguai.

Então, com mais de 100 milhões de cópias vendidas no mundo todo, o novo filme da série publicada na Weekly Shonen Jump chega carregado de expectativas. A trama inédita acontece antes da batalha final entre heróis e vilões, mostrando uma sociedade devastada após um confronto épico.

Quando Deku e seus amigos se deparam com um homem que lembra o antigo “Símbolo da Paz”, os eventos tomam um rumo inesperado.

Como nos três filmes anteriores, Kohei Horikoshi, criador da obra original, está diretamente envolvido neste projeto. Assim, ele atua como supervisor geral e responsável pelo design dos personagens.

My Hero Academia: Agora é a Sua Vez promete uma história nunca antes vista, com cenas de tirar o fôlego, levando os fãs a um novo nível de emoção, além do Plus Ultra.

My Hero Academia: Agora é a Sua Vez

My Hero Academia: Agora é a Sua Vez
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“Em seguida, é a sua vez!”

Essas foram as palavras que All Might, símbolo da paz, proferiu após derrotar All For One, símbolo do mal. All Might pode não ser mais o herói número 1 de uma sociedade em que a maioria da população tem uma peculiaridade superpoderosa, mas Deku e seus colegas do Curso de Heróis da U.A. High School estão determinados a levar adiante sua vontade e seus ideais como heróis.

Era primavera do segundo ano de Deku na U.A. quando começou uma batalha entre heróis e vilões. Deku enfrentou o poderosíssimo Tomura Shigaraki e os dois se enfrentaram violentamente, com os heróis e os vilões sofrendo grandes danos. Desde então, a batalha foi temporariamente interrompida com a retirada de Shigaraki, mas o tempo para o próximo confronto se aproxima a cada segundo.

O Japão é devastado pelo grande confronto quando um homem misterioso aparece de repente. Ele se apresenta como aquele que substituirá All Might, tornando-se o novo Symbol. Ele proclama “Próximo, é a minha vez!”, mas acaba se revelando o Dark Might! Apesar da aparência parecida com a de All Might, os ideais de Dark Might não poderiam ser mais diferentes. Ele libera sua peculiaridade para seus próprios desejos, criando um enorme forte que começa a absorver a população, uma após a outra. Entre o grupo que acompanha Dark Might está Anna, uma jovem com uma peculiaridade desconhecida que está sendo alvo de um indivíduo estoico em trajes de mordomo. Embora essa pessoa, Giulio, a chame de “Srta. Anna”, ele parece estar atrás de sua vida. Qual poderia ser a conexão deles com o Dark Might?

Será que Deku, Bakugo, Todoroki e o resto da U.A. High Class 1-A conseguirão proteger o mundo acabando com Dark Might – o novo Símbolo e seus desejos? Eles devem enfrentar o Dark Might e a obscura organização criminosa sob seu controle, a Família Gollini.

“Próximo, é a nossa vez!”

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Campanha para livro bilíngue com textos chineses em linguagem clássica e moderna

Antologia da História do Amor
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A Laboralivros, com o seu selo Urso, anuncia o lançamento da campanha de financiamento coletivo para a publicação da Antologia da História do Amor, de Feng Menglong. Essa obra reúne contos clássicos chineses que exploram o amor e a paixão, proporcionando ao público brasileiro a oportunidade de apoiar uma obra que reflete a rica tradição literária da China.

A campanha já está disponível na plataforma Catarse.

Sobre a Antologia da História do Amor

A Antologia da História do Amor (Qingshi, 情史) é uma coleção de contos clássicos do escritor chinês Feng Menglong (1574–1645). Então, escrita entre 1628 e 1630, essa obra é considerada uma das mais representativas reflexões sobre o amor na China tradicional.

Assim, os contos exploram o “culto de qing”, uma corrente literária que exaltava o amor, as emoções e as paixões. Além disso, trazem elementos sobrenaturais e transformações que enriquecem a narrativa.

Nesta edição bilíngue, perfeita para estudantes e entusiastas da língua e cultura chinesa, há tanto os textos em chinês clássico quanto as versões em chinês moderno. A tradução e organização dos contos são da tradutora Yu Pin Fang, famosa por suas contribuições à literatura chinesa no Brasil (Laboralivros, Editora UNICAMP).

Contos Selecionados

Alguns dos contos da Antologia da História do Amor incluem:

  • Zhang Qianniang, a Beldade (chinês clássico)
  • A Fantasma do Pessegal (chinês clássico)
  • A Donzela do Oficial Cui (chinês clássico)
  • Metamorfose em Fogo (chinês moderno)
  • Metamorfose em Ferro (chinês moderno)
  • O Coração Firme Como Ouro (chinês moderno)
  • O Conto de Huang Sun (chinês moderno, inédito)

Então, se a campanha atingir 105% da meta, todos os contos serão publicados tanto em chinês clássico quanto moderno. E ao atingir 120%, três novos contos bilíngues serão adicionados.

Características do livro

Antologia da História do Amor
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  • Tamanho: 14×21 cm
  • Papel: Pólen natural
  • Estimativa: 150 páginas (com possibilidade de aumento caso as metas estendidas sejam atingidas)
  • Preço: A partir de R$ 57 (com desconto exclusivo para apoiadores)

Aqueles que apoiarem até o dia 23 de setembro terão um desconto exclusivo de 56% em relação ao preço de capa previsto. Além disso, caso Antologia da História do Amor atinja as metas, o valor do livro aumentará, e o desconto será ainda maior!

Sendo assim, os apoiadores poderão escolher entre diversas recompensas exclusivas, incluindo:

  • Marcador de metal importado em formato de leque
  • Postais com arte exclusiva de Niél Sàlim
  • Nó da sorte chinês
  • Pôster da Balada de Mulan

Como apoiar

Primeiro, acesse o link do Catarse, escolha sua recompensa e faça o pagamento de forma rápida e segura. No entanto, caso não seja possível bater a meta, o Catarse garante o reembolso total do valor.

APOIE AGORA

Enfim, participe dessa campanha e ajude a trazer ao público brasileiro uma obra que reflete a beleza e a profundidade da literatura chinesa.

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Heartstopper ganha trailer oficial da terceira temporada; assista!

heartstopper
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Prepare-se para deixar o coração quentinho. A Netflix acaba de divulgar o aguardado trailer da terceira temporada de Heartstopper, que estreia no dia 3 de outubro.

Assista abaixo:

Ao som de Vertigo, da cantora Griff, o vídeo mostra a transformação no relacionamento de Charlie e Nick, que agora estão prontos para dar um novo passo. Enquanto se aproximam, em todos os sentidos, os protagonistas vão enfrentar o maior desafio de sua relação até o momento.

Sobre Heartstopper:

Charlie gostaria de dizer a Nick que o ama. Nick também tem algo importante a dizer a Charlie. À medida que as férias de verão terminam e os meses passam, os amigos começam a perceber que o ano letivo virá com alegrias e desafios. Enquanto entendem mais uns sobre os outros e sobre os seus relacionamentos, planejam eventos sociais e festas e começam a pensar nas escolhas universitárias, todos devem aprender a apoiar-se naqueles que amam quando a vida não corre como planejado. 

Acompanhe Heartstopper em: Tudum.com (em inglês).

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GUNDAM BREAKER 4 | Review

gundam breaker 4
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O lançamento de GUNDAM BREAKER 4 gerou enorme expectativa entre os fãs da franquia Gundam e os entusiastas de Gunpla (modelos plásticos colecionáveis de robôs Gundam). Como sucessor espiritual de seus antecessores, GUNDAM BREAKER 4 eleva o nível de personalização de mechas e batalhas intensas. A Bandai Namco investiu em uma profunda customização, mas será que o jogo realmente atendeu às expectativas e se consolidou como o melhor da série?

Além do jogo em si, os colecionadores podem desfrutar de uma edição física de colecionador, que traz como destaque o Gunbarrel Strike Gundam (Gundam Breaker Ver.), um Gunpla exclusivo disponível apenas nessa versão especial. Para os fãs dedicados, esse item adicional torna a compra da edição de colecionador ainda mais irresistível.

Jogabilidade e Evolução das Mecânicas

A inovação mais marcante de GUNDAM BREAKER 4 está no robusto sistema de personalização dos Gunplas. Agora, os jogadores têm à disposição uma variedade impressionante de peças, cores e efeitos visuais para modificar cada detalhe de suas criações. A variedade e flexibilidade oferecidas possibilitam que cada Gunpla seja único. 250 kits base disponíveis no lançamento e a possibilidade de combinar peças de até 11 partes diferentes.

Em termos de combate, as batalhas se tornaram ainda mais fluidas e dinâmicas, com um sistema de física realista que proporciona um peso maior aos golpes e movimentos dos mechas. Cada golpe parece ter impacto, e as colisões em alta velocidade fazem com que os jogadores sintam a intensidade das lutas.

No entanto, apesar de sua complexidade, a jogabilidade é acessível tanto para veteranos da série quanto para novatos. Isso se deve em grande parte à curva de aprendizado amigável e às mecânicas intuitivas que tornam o processo de montagem e batalha menos intimidador para os iniciantes.

gundam breaker 4
Imagem Divulgação / Nintendo Switch

Narrativa e Originalidade

O enredo explora temas como amizade, rivalidade e os desafios enfrentados no universo dos Gunplas, oferecendo uma história que vai além das batalhas. A narrativa é complementada por personagens e suas interações emocionais, que conseguem atrair até mesmo aqueles que não são tão familiarizados com a lore do universo Gundam.

Trilha Sonora e Efeitos Sonoros

A trilha sonora de GUNDAM BREAKER 4 é um espetáculo à parte. Repleta de músicas clássicas do universo Gundam, ela intensifica a experiência de batalha, criando uma atmosfera épica e imersiva.

O uso eficaz dos efeitos sonoros complementa a trilha musical, tornando as explosões, disparos e movimentos dos Gunplas ainda mais impactantes. A cada combate, o jogador é transportado para o centro da ação, com os sons de motores e armas que parecem saídos diretamente do anime.

gundam breaker 4
Imagem Divulgação / Nintendo Switch

Conclusão

GUNDAM BREAKER 4 oferece uma boa experiência, com um vasto leque de personalizações e combates que conseguem capturar a essência do que torna Gunpla e o universo Gundam tão queridos.

No entanto, apesar das inovações e dos pontos positivos, há falhas a serem consideradas. O sistema furtivo parece ultrapassado, e a repetição de minigames para abrir portas e desativar campos de força acaba quebrando o ritmo da ação.

Além disso, a qualidade gráfica na versão portátil do Nintendo Switch fica aquém das outras plataformas, com algumas quedas de desempenho em momentos críticos. Vale citar o tamanho dos menus e legendas, tão pequenos que ficam problemáticos para uma leitura.

Ainda assim, para os fãs da série e entusiastas de Gunpla, GUNDAM BREAKER 4 é uma adição sólida à franquia, oferecendo uma combinação de nostalgia e inovação. Mesmo com seus defeitos, o jogo consegue entreter e impressionar.

Texto por Richard.

COMPRE GUNDAM BREAKER 4 AQUI

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FINAL FANTASY XVI já esta disponível para PC

Final Fantasy XVI
Imagem Divulgação

FINAL FANTASY™ XVI, a mais recente entrada numerada da franquia FINAL FANTASY, já está disponível para PC via Steam® e Epic Games Store. FINAL FANTASY XVI Complete Edition, que também inclui os emocionantes capítulos das DLCs “Echoes of the Fallen” e “The Rising Tide” com desconto, está disponível hoje para PC.

Os capítulos das DLCs também podem ser adquiridos individualmente ou como o FINAL FANTASY XVI Expansion Pass em todas as plataformas.

Demo disponível

Cheia de adrenalina, a demo de FINAL FANTASY XVI já está disponível para download, permitindo que os jogadores experimentem o jogo gratuitamente. A demo inclui o prólogo de abertura do jogo durante a adolescência de Clive, com os dados salvos sendo transferidos para o jogo completo no lançamento.

Com mais de duas horas de conteúdo, a demo também inclui um modo de teste especial, permitindo aos jogadores desfrutar de lutas ainda mais frenéticas com acesso a ainda mais habilidades de Eikons em batalha.

Experimente o início da história épica de Clive e aprenda sobre suas ambições e objetivos baixando a demo gratuita de FINAL FANTASY XVI em Steam e Epic Games Store.

Sobre FINAL FANTASY XVI

FINAL FANTASY XVI apresenta aos jogadores uma história original e independente no universo FINAL FANTASY, uma fantasia sombria épica que se passa no reino de Valisthea – uma terra abençoada pela luz dos Cristais-Máter, e onde a paz se esvai conforme a propagação da Praga ameaça a destruir os seus domínios. O destino da terra é decidido pelos Eikons, poderosas criaturas sumonadas e seus Dominantes, homens e mulheres que foram abençoados com a habilidade de sumoná-los e manejá-los. Esta é a história de Clive Rosfield, um guerreiro que recebeu o título de “Primeiro Escudo de Rosaria” e jurou proteger seu irmão mais novo, Joshua, o Dominante da Fênix, Eikon do Fogo. Em pouco tempo, Clive será pego em uma grande tragédia e jurará vingança contra o Eikon Sombrio conhecido como Ifrit, uma entidade misteriosa que traz calamidades em seu rastro.

A primeira DLC, “Echoes of the Fallen”, desbloqueia uma nova história, batalhas, armas, acessórios, novo limite de nível e muito mais. A aventura começa antes da batalha final do jogo base, quando estranhos cristais sombrios começam a circular no mercado clandestino. Os jogadores seguirão Clive e companhia durante suas investigações enquanto encontram um grupo de comerciantes suspeitos, levando-os a uma torre dos Decaídos há muito abandonada conhecida como Pináculo dos Sábios, e aos terríveis segredos que os aguardam lá dentro.

O segundo e último capítulo DLC, “The Rising Tide”, traz uma história totalmente nova, batalhas, missões secundárias, armas, acessórios, limite de nível e muito mais, adicionando uma nova profundidade à jornada de Clive antes da emocionante conclusão de FINAL FANTASY XVI. Os jogadores ganharão novas habilidades de Eikon, explorarão uma bela nova área na terra escondida de Mysidia e mergulharão na batalha contra o lendário Eikon da Água perdido, o Leviatã. Essa DLC também adiciona um novo conteúdo de final de jogo no Portão de Kairos, onde os jogadores desafiarão 20 fases de intensas batalhas pontuadas e classificadas contra ondas de inimigos.

Assista o trailer abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=uJlcLeLu_2s

Mais informações sobre o jogo base, “Echoes of the Fallen”, “The Rising Tide” e o Expansion Pass estão disponíveis no site oficial.

FINAL FANTASY XVI é classificado como +16 de acordo com o Classind.

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